terça-feira, 13 de abril de 2010

"AS PORTAS DA PERCEPÇÃO" - por Laerte Braga

“Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito”. A citação é de William Blake e virou título de um dos mais importantes livros escritos por Aldous Huxley, um dos grandes autores do século XX e, certamente, um dos livros mais significativos dos últimos cem anos.

O exército de Honduras em menos de uma semana assassinou mais de 20 pessoas entre camponeses, jornalistas e resistentes ao regime ditatorial que se seguiu à deposição do presidente constitucional do país Manuel Zelaya.
Noutra ponta, ou numa das muitas pontas do mundo contemporâneo o fenômeno da alienação traz, como o livro de Huxley (o uso de drogas), a contradição do indivíduo. O ser rompe com seu próprio destino e uma ruptura que apresenta sempre novas possibilidades de romper a mesma alienação. Somem as características do homem como humano, tanto quanto a luta é pela recuperação dessas características.
Tão logo o arremedo de democracia arranjado e orquestrado pelos Estados Unidos se consumou na farsa da eleição do atual “presidente” de Honduras, Pepe Lobo, sob as bênçãos do cardeal hondurenho e amplo e irrestrito apoio de Bento VXI, esquadrões da morte formados por militares e policiais (quem mais?) passaram à tarefa seguinte. Eliminar os que se opunham a ordem democrática, cristã e ocidental.
Levas de pastores de Edir Macedo, adoradores Marcelo Rossi ao lado dos assassinos fardados e com o diploma da “legalidade”, passaram a levar aos hondurenhos a verdade absoluta e única.
Breve nas bancas o padre Fábio Mello dando entrevistas sobre como obter maior prazer sexual em necessidade de futuras preocupações com gravidez e assim evitar o aborto condenado pelo Vaticano. A pedofilia não, Bento XVI senta em cima.
Huxley escreveu “A Ilha”. Um romance que se passa na ilha de Pala e dá forma às pessoas, a todos os seres humanos, do jeito como ele imagina, para que possam viver plenamente. Um náufrago inglês dá com os costados por lá e em longos diálogos com os moradores do local, intelectuais na concepção definida por Huxley, trata de educação, drogas, sexo, saúde, religião, a vida em várias das suas estradas.
O general Newton Cruz, versão de um desses boçais que acham que democracia é prender, torturar, matar, impor a ordem do sentido, ordinário e marche, jogando, despejando bombas, disse num programa de televisão que não poderia ter sido evitada a tentativa de atentado do Rio Centro, pois ninguém sabia de nada. Na cabeça dele “o povo unido jamais será vencido” é uma simples questão de “estão todos presos”.
Hoje as seitas adoram tênis de marca, celulares, dispõem de desodorantes de vasos sanitários que transformam o prazer de ir ao banheiro num momento de puro hedonismo. E tudo se resolve com sabão em pó acoplado a tira manchas.
É que nem tucano, sempre atrás de ovos do João de Barro. Vivem da vida dos outros.
Tudo até o momento de se equilibrar no alto de um edifício e manter o suspense sobre se pula ou não, diante de câmeras e microfones de jornalistas histéricos diante da perspectiva da morte.
Se pular tudo bem, se não pular investimento perdido.
Um importante assessor de George Bush declarou aos jornais de seu país, semana passada, que o presidente sabia que muitos dos presos no campo de concentração de Guantánamo eram inocentes. Nada fez para evitar demonstração de fraqueza diante da necessidade de se impor no Iraque, no Afeganistão e diante do resto do mundo.
Fahrenheit 451 antes de ser um filme éum romance de ficção científica e foi escrito por Ray Bradbury em 1953. Em seguida ao macartismo e sob a égide de Eisenhower e os momentos iniciais da guerra-fria. Foi novela de revista, dentre elas a PLAYBOY e continua sendo uma crítica à sociedade norte-americana.
Ali os livros são queimados e banidos e a televisão oficial é a grande e única verdade. Como a GLOBO no Brasil.
Pepe Lobo, o “presidente” de Honduras, tem o aval de uma base dos EUA em Tegucigalpa, da secretária Hilary Clinton e os assassinatos de camponeses e resistentes decorrem da quebra da promessa de manter os projetos de reforma agrária. Todas as terras destinadas a esse fim estão sendo entregues a grileiros de preferência associados a empresas norte-americanas.
Em “as portas da percepção”, Huxley assume que o cérebro filtra a realidade ao não permitir que todas as impressões e imagens que são reais, que existem de fato, sejam conhecidas. Isso seria insuportável, tanto pela quantidade de informações, como pela descoberta que o ser humano, conhecido como racional, não é mais que objeto conduzido e tangido, que nem gado. À frente o burrinho com o sino para dar a direção.
Uai! Burro também é gado, gado muar, ou eqüino se preferirem, por laços familiares.
Em Fahrenheit, o que se mostra é o futuro, onde as pessoas são proibidas de ter opiniões próprias. Essas são consideradas anti-sociais, hedonistas e o pensamento crítico é suprimido. É como se durante todo o dia o cidadão comum fosse bombardeado por edições contínuas do JORNAL NACIONAL, comentários de Miriam Leitão de meia em meia hora e opiniões de Alexandre Garcia e Lúcia Hipólito a cada uma hora. Ou as pregações infindáveis dos curadores de AIDS, todos os tipos de câncer e que em alto mar são capazes de enfrentar tubarões brancos.
É inacreditável que um país como o Brasil tenha que escutar José Collor Arruda Serra, ao lado de FHC e Aécio Neves falando em futuro, progresso, bem estar, coisas assim das quais não fazem a menor idéia se não lhes disserem respeito.
A alienação pelo fetichismo, mostrada por Marx. O cara coloca a mulher na garagem e o carro na cama, ou vice versa. Sentimentos e consciência não têm importância, importa o ter. Se depender de rasteira para triunfar e receber a comenda, dê a rasteira, são só negócios.
A alienação não é um produto da consciência coletiva. É fragmentada. Você pode pegar o celular que fala, anda, pensa por você e escolher entre eliminar Dourado ou Anamara.
Se você abrir uma torneira em qualquer cidade dos Estados Unidos vai perceber que não sai água, mas algo vermelho Assemelha-se a catchup. É o sangue dos povos oprimidos. Ou o pus, que chamam de mostarda, das infecções da própria sociedade norte-americana. Doentia.
Vem pela televisão, ainda o principal veículo de comunicação O que traz uma informação nova, não importa que verdadeira, importa que você compre logo para estar dentro dos padrões da moda.
E assim nas escolas, nas igrejas, refletem-se, lógico, dentro de casa, deságuam nos palanques eleitorais onde pilantras escorados na mentira da mídia se transformam em salvadores. Ou em democratas cristãos e ocidentais puros e imaculados.
“Alienação – perda de algum bem material, físico, mental, emocional, cultural, social, político ou econômico, onde você não apenas cede, mas recepciona novamente como algo indiferente. O criador se torna criatura, as coisas são humanizadas e os humanos coisificados.
Daqui a pouco começa o jogo. O juiz é apenas um incapaz que tem o poder dos cartões e não entende que ao abrir as pernas para que a bola passe por entre elas há uma participação direta no processo do gol, ou detalhe, como afirma Carlos Alberto Parreira.
Não é nada, só um objeto incompetente vestido de amarelo e preto e chamado de sua senhoria. Se tivesse toga seria excelência.
Em Honduras não. Como nas cruzadas, com o crucifixo à frente vão eliminando todos os que se apõem à verdade única.
As percepções são filtradas por eles e liberadas para cada um de nós para que saibamos apenas o que se lhes interessa.
O BBB acabou? Até a próxima edição Boninho vai se dedicar ao esporte de jogar água suja em “vagabundas”.
E depois da copa do mundo avalanche de José Collor Arruda Serra sob o patrocínio do Banco Itaú, pode ser qualquer outro, enquanto Pepe Lobo vai matando em Honduras.
De sã consciência, no que resta de humano em cada um de nós você entregaria seu filho por alguns minutos a Bush enquanto ia comprar um hambúrguer numa dessas cadeias que aprisionam liberdades?
Não diga que não, pois era bem capaz de querer tirar um retrato para guardar de recordação.
Sabe o Hélio Costa, senador, ministro das Comunicações? Quando trabalhava como repórter do FANTÁSTICO nos EUA, era funcionário da USAID – UNITED STATES AGENCY INTERNACIONAL DEVELOPEMENT –. Sabe o que isso significa? Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional. Identidade secreta de Golpes e Cia Ltda.
Há quem diga que o senhor em questão foi o intérprete de Dan Mitrione, professor de tortura enviado ao Brasil e países latino-americanos para ensinar a generais e quejandos a torturar quem ousasse pensar diferente da democracia cristã e ocidental da ditadura.
Com certeza a culpa é dos palestinos, ou de Ahmadinejad. O recente acordo de desarmamento nuclear entre os EUA e a Rússia reduziram os arsenais atômicos. Ao invés do poder de destruir o mundo duzentas vezes podem destruir apenas cem vezes.
Um avanço. Só não chamaram Israel para discutir o assunto e tampouco estão preocupados com o fato de um esquadrão da morte ter tomado conta de Honduras.
Segundo Miriam Leitão é pura fanfarronice do governo brasileiro não reconhecer Pepe Lobo. Mas vem aí, com toda a força, na coligação GLOBO/PSDB/DEM/VEJA/PPS, José Collor Arruda Serra.
É um passo à frente em termos de Roberto Campos. O ex ministro foi o introdutor da propina de 20%. Era de 10% até então. Pula agora para no mínimo 30% e de quebra passam escritura do Brasil.
Como Pepe Lobo está passando a de Honduras.
No fim Bento XVI pede desculpas em carta, Obama bebe uma taça de champanhe e Edir Macedo explica que é preciso dinheiro para construir mansões no céu.
E todos gritam ao fundo, aleluia, aleluia.

Carioca quer andar de saltos altos na lama? - Nós Por Cá

Barreiras "acústicas" são instaladas na Linha Vermelha, no Rio de Janeiro? - Barbet


Muito engraçado como lidam com os problemas da nossa terra. Brasil para turista ver. Apenas isso. A grande verdade. Barreiras acústicas (?) ou uma tentativa de mais uma vez esconder os problemas embaixo do tapete (tapumes) para os ilustres visitantes não enxergarem bem as moradias do lado de lá da via vermelha de tinta e sangue? Estão preocupados com o barulho que incomoda os moradores da área (?) estranho esta preocupação bem neste momento no qual se aproxima um evento internacional no País. Uma solução temporária e frágil para um problema tão grande e pesado. De ilusão também se vive ou vivia. Gostaria de saber o material do qual são feitos os tapumes são à prova de balas? afinal ali sempre foi território de guerra urbana.
Barbet
Vamos à repostagem:
A instalação de barreiras acústicas na Linha Vermelha, uma das principais vias expressas do Rio de Janeiro, segue a todo vapor. Com um investimento de R$ 20 milhões, o projeto também será realizado na Linha Amarela. Segundo a secretaria municipal de Obras, a medida tem como objetivo proteger as residências localizadas próximas às pistas do barulho produzido pelos carros. A instalação de barreiras acústicas na Linha Vermelha, uma das principais vias expressas do Rio de Janeiro, segue a todo vapor. Com um investimento de R$ 20 milhões, o projeto também será realizado na Linha Amarela. Segundo a secretaria municipal de Obras, a medida tem como objetivo proteger as residências localizadas próximas às pistas do barulho produzido pelos carros.
De acordo com a secretaria, o projeto também possui a intenção de diminuir a ocorrência de crimes nas duas vias expressas. Margeadas por mais de 30 favelas, as linhas Vermelha e Amarela possuem um histórico de tiroteio entre traficantes rivais e de invasão de pessoas para a realização de protestos e assaltos.
De acordo com a concessionária Lamsa, que desenvolve a ação, cerca de 200 barreiras de acrílico vão ser colocadas em uma extensão de 7,6 quilômetros próximas às comunidades do Caju, Maré, Bonsucesso, Del Castilho, Inhaúma e Cidade de Deus. Na Linha Vermelha, todos os painéis devem ser instalados até maio. Na Linha Amarela, o processo terá início em abril, ainda sem previsão de conclusão. De acordo com a secretaria, o projeto também possui a intenção de diminuir a ocorrência de crimes nas duas vias expressas. Margeadas por mais de 30 favelas, as linhas Vermelha e Amarela possuem um histórico de tiroteio entre traficantes rivais e de invasão de pessoas para a realização de protestos e assaltos.
De acordo com a concessionária Lamsa, que desenvolve a ação, cerca de 200 barreiras de acrílico vão ser colocadas em uma extensão de 7,6 quilômetros próximas às comunidades do Caju, Maré, Bonsucesso, Del Castilho, Inhaúma e Cidade de Deus. Na Linha Vermelha, todos os painéis devem ser instalados até maio. Na Linha Amarela, o processo terá início em abril, ainda sem previsão de conclusão.
Principal acesso ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, a Linha Vermelha registra diariamente um movimento de cerca de 140 mil veículos. Já pela Linha Amarela, circulam por dia aproximadamente 380 mil automóveis. As barreiras acústicas instaladas vão contar com pinturas feitas por artistas das comunidades que ficam ao longo das duas vias expressasPrincipal acesso ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, a Linha Vermelha registra diariamente um movimento de cerca de 140 mil veículos. Já pela Linha Amarela, circulam por dia aproximadamente 380 mil automóveis. As barreiras acústicas instaladas vão contar com pinturas feitas por artistas das comunidades que ficam ao longo das duas vias expressas.

SOS

Ajude-nos a proteger as florestas
O Código Florestal, corpo de leis que protege as florestas brasileiras desde 1934, está mais uma vez ameaçado. O deputado Aldo Rebelo irá apresentar em breve um documento com as propostas de alteração dessas leis. E tudo indica que as mudanças vão anistiar desmatadores e reduzir a proteção de nossas matas.
Mande um e-mail para o Aldo Rebelo dizendo que a questão é relevante demais para ser decidida apenas por meia dúzia de deputados em um ano de eleições.

Ajude a impedir que as nossas florestas continuem a ser devastadas. Assine a petição.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Aprovado projeto que limita compra de terras por estrangeiros - 08/04/2010 - Agência Senado

Estrangeiros podem ter novos limites para a posse e propriedade de terras na Amazônia e nas faixas de fronteira nas regiões Norte e Nordeste. Proposta nesse sentido foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (7).

O projeto (PLC 302/09 proíbe a posse, a propriedade ou qualquer direito real sobre imóvel rural com área superior a 15 módulos fiscais (1.500 hectares) para as pessoas físicas residentes ou domiciliadas no país há menos de dez anos e as pessoas jurídicas domiciliadas ou instaladas no país há menos de dez anos.

Durante a discussão, o relator na CCJ, senador Antônio Carlos Junior (DEM-BA), explicou que o tamanho de um módulo fiscal varia de 10 a 100 hectares, dependendo da região. Na Amazônia, segundo afirmou, cada módulo tem 100 hectares.

O projeto, de autoria do deputados Nilson Mourão (PT-AC) e do então deputado José Dirceu, permite, no entanto, que os proprietários desses imóveis possam expandir essas áreas, depois de dez anos de residência ou domicílio, desde que o imóvel original esteja cumprindo sua função social, conforme laudo emitido pelo órgão fundiário federal, após oitiva do Conselho de Defesa Nacional.

Fronteira

O texto proíbe ainda a posse, a propriedade ou qualquer direito real sobre imóvel rural em toda a faixa de fronteira com os países limítrofes às regiões Norte e Centro-Oeste às pessoas físicas e jurídicas estrangeiras com menos de dez anos no país.

Em seu relatório favorável, Antonio Carlos Junior afirmou que é necessário um maior rigor legislativo no controle da posse e propriedade de imóveis rurais, principalmente diante das inúmeras denúncias de abusos na ocupação fundiária do território da Amazônia Legal e das faixas de fronteira por parte de estrangeiros.

- Eles se aproveitam da permissividade da atual disciplina legal sobre o tema para concentrar em suas mãos gigantescas glebas de terra, muitas vezes pirateando impunemente e biodiversidade do nosso país - afirmou o relator.

Os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Pedro Simon (PMDB-RS) e Serys Slhessarenko (PT-MT) elogiaram o projeto. Para Serys, o projeto é da maior relevância, pois deixa claro que "nós estamos com os cuidados devidos e necessários para a proteção da nossa Amazônia". Já Simon criticou o grande número de terras brasileiras vendidas a estrangeiros.

O projeto será ainda apreciado pelas comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), esta última em decisão terminativa.


Relatório de 74 páginas da agência da ONU - Barbet

Relatório de 74 páginas da agência da ONU ressalta o crime organizado e cita que o tema será discutido durante o 12º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, que acontece em Salvador, na Bahia, entre 12 e 19 de abril.

A TRAGÉDIA DO RIO DE JANEIRO por Laerte Braga


A jornalista Lúcia Hipólito, discípula de Miriam Leitão no mau caratismo, tentou de todas as formas culpar o Governo Federal pela tragédia que se abate sobre o Rio de Janeiro num programa de variedades da GLOBONEWS, entre 14 e 15 horas, no dia oito de abril.
Tanto ela como a apresentadora do programa, qualquer coisa Beltrão, orientadas a partir de um ponto (aquele negocinho que fica no ouvido), iam conduzindo as entrevistas segundo as conveniências da empresa. Um dos entrevistados foi um dos grandes especuladores imobiliários do Rio, Pedro Bogossian. Quando se fala em especulador imobiliário vale dizer predador.
O ponto, registre-se, é indispensável em se tratando das duas senhoras em questão. Se soltas e aos seus respectivos talantes não vão conseguir sequer dar boa tarde. No máximo, registrar as grosserias da veneranda senhora Susana Vieira que, opinando sobre Caruaru, PE, disse que comunicação ali é “tambor ou sinal de fumaça, não estou agüentando mais”. Versão Regina Duarte para 2010.
Francisco Negrão de Lima, mineiro de Nepomuceno, ministro dos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubistchek, foi o último prefeito do Rio de Janeiro enquanto capital do Brasil. Criou a SURSAN – SUPERINTENDÊNCIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO –. Um dos primeiros, se não foi o primeiro, projetos de planejamento a curto, médio e longo prazos para uma cidade do porte do Rio e já considerando a cidade a partir da transferência da capital para Brasília.
Nasceram com a SURSAN projetos de erradicação das favelas, do Aterro do Flamengo, do Viaduto dos Marinheiros, expansão do sistema de adutoras, enfim, tudo o que se deve pensar para uma cidade de milhões de habitantes e que, naquele momento se transformava em mais um estado da Federação. Àquela época o Brasil era quase uma Federação de fato, para além do papel.
José Sette Câmaras, ministro do governo JK, foi nomeado governador provisório do estado da Guanabara com a transferência da capital para Brasília. Naquele mesmo ano Carlos Lacerda foi eleito governador do estado derrotando Sérgio Magalhães, um dos mais completos parlamentares da história dos parlamentos brasileiros.
Lacerda nomeou Enaldo Cravo Peixoto, um engenheiro sanitarista para a direção da SURSAN e quase todos os projetos desenvolvidos desde Negrão de Lima e em desenvolvimento foram realizados justiça seja feita. Dentre eles, inclusive, a Rodoviária Novo Rio.
Em 1965 Francisco Negrão de Lima foi eleito governador da Guanabara derrotando o candidato de Lacerda, Flecha Ribeiro. Tomou posse em 1966 e uma tragédia semelhante se abateu sobre o Rio com desabamentos, deslizamentos de morros, mortes, nada diferente do que acontece hoje.
Negrão retomou os projetos de contenção de encostas, de urbanização de favelas, de construção de moradias populares e ao término de seu mandato, em 1971, saia do palácio sozinho dirigindo um Lafer conversível até sua casa na região da Lagoa Rodrigo de Freitas. Ao parar nos sinais luminosos durante o trajeto era aplaudido pelas pessoas que o reconheciam e quase todas o reconheciam.
Numa dessas paradas, na esquina de Miguel Lemos com Nossa Senhora de Copacabana, o cantor e compositor Carlos Imperial – estava na calçada aguardando a hora de atravessar a rua – pediu licença para dar-lhe um beijo na testa e sob o aplauso das pessoas gritou “aqui está o homem que resgatou a Cidade Maravilhosa”. Meio sem jeito Negrão sorriu, acenou e assim que o sinal abriu engatou a primeira e seguiu.
A tragédia do Rio de Janeiro começou com a eleição – indireta – de Chagas Freitas. Um dos governos mais corruptos do antigo estado da Guanabara. Uma das quadrilhas mais eficientes em saques a cofres públicos.
Teve continuidade com a decisão do general Ernesto Geisel de promover a fusão entre o estado do Rio de Janeiro e o estado da Guanabara por motivos de ordem política. A oposição, à época o MDB, vencia todas as eleições na Guanabara. Nomeou para o governo do estado o brigadeiro Faria Lima, um homem que não metia a mão no bolso de ninguém, mas tratou de montar um novo estado da extinta Federação, vivíamos a ditadura militar e governadores eram capatazes, para produzir capatazes.
A fusão em si não representaria prejuízo algum se a tarefa de Faria Lima não fosse a de esvaziar a cidade do Rio de Janeiro, ainda que essa viesse a ser, como é, a capital do então novo estado.
Faria Lima foi sucedido por Chagas Freitas e o Rio vítima de novos saques.
Em 1982 Leonel Brizola derrota contra a vontade da ditadura, da GLOBO, da PROCONSULT (empresa contratada para totalizar os votos e ligada à ditadura e a GLOBO) a candidatos do porte de Sandra Cavalcanti (lacerdismo), Miro Teixeira (Chagas Freitas) e Wellington Moreira Franco (ditadura militar). Brizola vence as eleições por larga margem de votos no Rio e Grande Rio e perde no interior do estado, ganha na soma.
A cidade retoma sua trajetória de Maravilhosa. O governo Brizola constitui-se no primeiro grande momento do Rio de Janeiro pós ditadura, no seu reencontro com sua história e suas características (e Brizola era gaúcho, fora governador do Rio Grande do Sul). Segundo a GLOBO – que tentou fraudar as eleições no esquema PROCONSULT, era parte do processo – o governador era a encarnação do demônio.
Cheios de orgulho os habitantes da cidade do Rio de Janeiro e de todo o estado do Rio respondem à rede mentirosa e à mediocridade do então presidente José Sarney, que decidira cumprir as determinações de Roberto Marinho e isolar o Rio de todo e qualquer benefício ou direito que pudesse vir a ter, como forma de asfixiar o governo Brizola.
Numa das épocas de chuvas Sarney estava no exterior e Ulisses Guimarães, presidente interino, foi ao Rio, determinou a imediata liberação de verbas e como o ministro da Fazenda fizesse corpo mole, deu-lhe um prazo de vinte e quatro horas para o dinheiro chegar e o dinheiro chegou. Foi nesse período que no destrambelhamento de se achar um faraó, em visita a antiga União Soviética, que Sarney proclamou do alto de sua mediocridade corrupta –“sou eu promovendo a abertura no Brasil e o Gorbachov aqui –. Incrível que o Kremlin não tivesse desabado diante de tamanha cretinice.
É o tempo dos CIEPs, do Sambódromo, de obras de infra-estrutura nas favelas, de retomada de projetos de reurbanização, enfim, com imperfeições lógico, mas um saldo positivo que valeu a Brizola à volta ao governo em 1990, já na esquema de dois turnos e ganhando direto no primeiro turno.
Pós Brizola, Marcelo Alencar (cria de Brizola que voltou-se contra o criador), Garotinho (idem) e Rosinha. Não há lugar nenhum no mundo que possa sobreviver a um trio desses, ainda mais levando em conta que a cidade do Rio de Janeiro, por duas vezes, foi assolada pelo prefeito César Maia (produto do brizolismo também, mas voltou-se contra o ex-governador).
Seria irresponsabilidade julgar neste momento o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes. Tem sido digno o comportamento de ambos na tragédia que se abate sobre a cidade. Pelo menos o que se tem visto.
Tragédia semelhante se abateu sobre São Paulo e a GLOBO em momento algum culpou dois pilantras da política, José Collor Arruda Serra (que usou e usa o estado como trampolim para tentar chegar à presidência da República) e o notório corrupto Gilberto Kassab.
Para Lúcia Hipólito pouco importa que tenham morrido duzentas ou trezentas pessoas. Importa que é preciso culpar os adversários, passar no caixa e receber o cachê. Depois tomar umas e outras e pronto.
Para a GLOBO a cobertura das tragédias que se abateram sobre as duas maiores cidades do Brasil tem que ser diferenciada. Em São Paulo os governos municipal e estadual são aliados e no Rio, adversários, apóiam Lula, o grande alvo num ano eleitoral.
Quando no cúmulo da irresponsabilidade a comentarista afirma que o então ministro Geddel Lima liberou verbas em grande quantidade para o seu estado, a Bahia, por ser candidato ao governo estadual, se esquece que as verbas foram para as mãos de Jaques Wagner, adversário de Geddel e que vai disputar as eleições com o ex-ministro.
Pensa que todo mundo é idiota.
O governador Leonel Brizola, um homem digno, de coragem, costumava dizer que “o Rio é o tambor do Brasil. O que bate aqui ecoa em todo o País”.
Era de fato, já não é tanto assim.
A forma irresponsável, leviana e cretina como a GLOBO cobre a tragédia que se abate sobre o povo fluminense é marca registrada da canalhice dos que querem transformar o Brasil num mero adereço sul-americano do império norte-americano, os EUA.
Bonner e seu jornalismo marrom sonham apresentar o JORNAL NACIONAL em inglês, com legendas em português para os nativos, assim que José Collor Arruda Serra for empossa na presidência da República.
Para que isso, cada vez mais difícil, aconteça, mentem, distorcem, exploram a dor do povo, forjam dossiês, toda a sorte de canalhices possíveis porque são apenas isso, canalhas.
Saudade não é saudosismo. Mas saudades do Rio de Antônio Maria no Le Rond Point ou esculhambando Carlos Lacerda e de dedo em riste. De Sérgio Porto e Alegria contando casos a noite inteira na Figueiredo de Magalhães (onde por sinal JK tinha um apartamento). Do Rio de Nelson Rodrigues e “a vida como ela é”, descobrindo as excelências virtuosas do palavrão (transformou um centro-avante mediano do Fluminense – Rodrigo – em “EL CID”).
O Rio não é Arnaldo Jabor, não é William Bonner, nem Boninho jogando água suja naquelas que acha “vagabundas”, muito menos Lúcia Hipólito. Essa é a geração GLOBO, BBB, Susana Vieira, a turma que leva cachorrinho ao cabeleireiro de helicóptero para que o bichinho não tenha stress no trânsito.
O Rio é maior que todos eles e saberá dar a resposta a essa corja. Fazer com que o tambor ecoe em todo o Brasil. Só faltou, no afã da campanha por José Collor Arruda Serra, dizer que Lula “matou” as vítimas das chuvas que caíram sobre a cidade e o estado.
Como eu disse, só sabem ser canalhas.




quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um asteroide recém-descoberto pela Nasa (agência espacial dos EUA) vai passar bem próximo da Terra nesta quinta-feira (8). Na hora da maior aproximação, o objeto espacial, chamado 2010 GA6, vai estar a 359 mil km da Terra, o que representa 90% da distância entre o nosso planeta e a Lua. O asteroide tem 22 metros de comprimento.
Apesar disso, não é preciso temer qualquer impacto com a Terra, diz Don Yeomans, pesquisador da Nasa, em comunicado.
– Voos rasantes de objetos próximos à órbita da Lua são detectados de tempos em tempos.
Asteroides são objetos espaciais metálicos e rochosos que fazem sua órbita em torno do Sol, mas são muito pequenos para serem considerados planetas. A maior parte está localizada entre Marte e Júpiter.
Os asteroides e os cometas que passam próximos da Terra são detectados usando telescópios que ficam em terra e no espaço. A Nasa descobre esses objetos, calcula as distâncias e determina se há algum risco para o planeta. Não é o caso do 2010 GA6.

Planejamento urbano é chave para século 21 saudável, diz OMS

Dia Mundial da Saúde - 07 de Abril - Barbet

O dia mundial da saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.
É necessário que informações acerca da higiene, doenças, lixões, aterros sanitários, dentre outras, cheguem à população, pois dessa forma o governo faz um trabalho preventivo, melhorando a saúde da população e diminuindo gastos com a saúde pública.
Sendo de responsabilidade dos governantes, a saúde pública deve ser levada a sério tanto pelos municípios, estados e governo federal. Esses devem cuidar de aspectos ligados às suas responsabilidades, capacidades e verbas.
O saneamento básico é um desses aspectos para se manter a saúde de uma população, pois garante que a água tratada chegue até nossas casas e que as redes de esgotos estejam devidamente encanadas, diminuindo os riscos de contaminação por bactérias.
Campanhas de vacinação também é uma forma preventiva de cuidar da saúde das pessoas, pois através delas é possível evitar doenças e epidemias entre as pessoas.
Participar de pequenas associações também é uma forma de buscar informações sobre a manutenção da saúde, pois estas estão diretamente ligadas a governantes, que devem assumir tais responsabilidades; promover discussões e reflexões visando maior amplitude do tema, buscando soluções para manter o saneamento ambiental, garantindo o desenvolvimento social e econômico de um país.
Outra forma de garantir a saúde de um povo é dando-lhes condições dignas de trabalho, a fim de proporcionar ganhos o suficiente para manter uma alimentação de qualidade. Através de uma boa alimentação as pessoas adquirem uma forma saudável de manter a saúde própria, evitando despesas com planos de saúde e remédios.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 6 de abril de 2010

Governador do RJ pede que população evite sair de casa - R7



Sérgio Cabral alertou que o momento tem que ser de serenidade para controlar o caos e resolver problemas, principalmente o resgate de pessoas que se encontram em dificuldade. O governador pediu para que a população das capital fluminense fique em casa e não se desespere para chegar ao trabalho, porque todos os empregadores deverão entender o estado de emergência em que se encontra a cidades devido à pior chuva ocorrida na história.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA – ROBINHO É UM BOCÓ - Laerte Braga

Alastra-se pelo País afora um vírus perigoso e letal para a liberdade. O fundamentalismo religioso a partir de igrejas neopentecostais e justo num momento que a Igreja Católica se desmorona num amontoado de crimes e num papado eivado de equívocos – a começar do próprio papa –.Sexta-feira santa o jogador Robinho e outros do Santos Futebol Clube instigaram companheiros de equipe a não entrar numa casa de amparo a crianças sob a alegação que a entidade era mantida por um Centro Espírita. Jornalistas presentes testemunharam Robinho falando em “casa que tem macumba”.

Robinho é só um bocó que sabe jogar futebol, mas não tem um pinto de caráter e enlameia as tradições de um clube tradicional (já teve Ulisses Guimarães como presidente), manifestando um preconceito do qual muitas vezes se queixou por ser negro e ter sido pobre.
Deve imaginar que virou branco agora que é rico. Não entendeu nada de nada e nem vai entender, pois foi cooptado pela quadrilha neopentecostal. Não é necessariamente um conjunto de muitas seitas, mas uma ação política deliberada e com propósitos claros de poder no Brasil e em países da América Latina, África, Ásia e que no dizer do quadrilheiro Edir Macedo pretende chegar aos países muçulmanos.
É um dos muitos “atletas de Deus” que fanatizado (é fácil fanatizar idiotas) não percebe o valor e o sentido do ecumenismo na sua essência. Transcende ao respeito, supera limitações estúpidas de pretensão da verdade absoluta, a religiões e se esconde na mediocridade e na infelicidade de não ser ninguém.
O futebol corre o risco, vem correndo faz tempo, tanto que manifestações dessa natureza – religiosas – foram proibidas dentro de campo, de vir a ser permeado por essa hipocrisia gerada a partir de quadrilhas travestidas de “emissários divinos”.
De repente você pode achar que minha crítica seja em si um preconceito contra neopentecostais. Não. Conheço pastores decentes. Mas a projetos políticos de grupos que se estendem a vários setores da sociedade dita organizada, inclusive através de um partido próprio, traz em si o germe da barbárie que se esconde no fanatismo.
E Robinho nem tão bom jogador assim é, nem tão sério ou responsável. Usou de artimanhas e artifícios para fugir do contrato com um clube inglês a pretexto de justificar uma péssima fase em sua carreira.
Como pessoa é só um bocó, um preconceituoso.
Não deve vestir a camisa da seleção brasileira. Não tem estatura para tanto.
Toda a sorte de preconceitos tem sido ressuscitados por grupos religiosos radicais. Ocupam canais de tevê, emissoras de rádio, se valem de cooptar figuras desprezíveis como o jogador Robinho (e outros), pregam a intolerância, como o episódio de sexta-feira santa. Ofendem e depreciam religiões outras. Atiram-se contra homossexuais e lésbicas – há inúmeros casos de pastores que molestam “fiéis, nem sempre em busca de dinheiro, mas de outras coisas também –.
Ser católico, por exemplo, é um direito legítimo consagrado em Constituição, mais que isso, questão de foro íntimo de cada um, ser ou não ser, ser espírita, umbandista, mas o preconceito, de onde quer que venha, a intolerância, o cinismo e o deboche são inaceitáveis, são crimes e ameaçam lançar o Brasil numa Idade Média e num prazo curto que, sem dúvida nenhuma, trará momentos de luta religiosa.
No Rio, hordas de fanáticos neopentecostais têm molestado e agredido umbandistas principalmente. Não diferem dos caras que assaltaram uma trabalhadora para roubar dinheiro e comprar drogas. Esse tipo de fanatismo é uma droga tão letal como cocaína ou crack.
Na verdade encobre apenas projetos políticos de gente como Edir Macedo, os pastores da Renascer, quadrilhas transformadas em “igrejas”.
A meu juízo a atitude de Robinho e dos jogadores dos Santos, a maioria deles, os exclui de vestir a camisa da seleção brasileira que, em síntese, gostando ou não de futebol, representa o esporte preferido dos brasileiros que não questionam se o futebol de Robinho é pentecostal ou não.
E mesmo se achando um Garrincha da vida (que nunca conseguirá ser, é um bocó. Um mau caráter) é um dos muitos e lamentáveis equívocos do futebol.
Não há nada que justifique a convocação de Robinho para a Copa do Mundo. Futebol por si só não é suficiente. É preciso ter grandeza, o mínimo. Ele não tem nenhuma.
Felizes os que estão abrigados na instituição espírita que Robinho não quis deixar seus companheiros visitarem. Deixaram de receber a influência de uma presença negativa em todos os sentidos.
Um episódio isolado? A marcha fanática dessas hordas é muito mais perigosa que se imagina. O Estado do Rio já foi vítima, por oito anos, dos saques do casal Garotinho.
E nem se trata de proibir um culto, uma fé. Mas de prender os bandidos que se valem do direito de ter fé, para propósitos e objetivos outros.
E esse não é o caso de Robinho. Robinho é só um infeliz, um bocó.Um pau mandado. Mas tem que ser punido.
Cabe a CBF – CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL – tomar a atitude necessária para que esse marginal do futebol seja excluído da seleção brasileira.

Chico Xavier - Barbet


Francisco Cândido Xavier (Pedro Leopoldo, 2 de abril de 1910 — Uberaba, 30 de junho de 2002), nascido como Francisco de Paula Cândido e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.

domingo, 4 de abril de 2010

Sete dicas para economizar água

Feche a torneira, esse é o ponto. Impossível economizar água com a torneira aberta, certo? Eu sei, você tem que lavar a louça, escovar os dentes, lavar as mãos e toda essa questão de higiene pertinente aos trópicos. OK. Se não consegue fechar a torneira pelo menos tente diminuir sua vazão. Como assim? Feche o registro e reduza a pressão. Acha radical? Eu acho razoável.

Vou te contar um segredo: a água não nasce na torneira. Existe um longo percurso entre a chuva e o hidrômetro, e posso garantir: é você quem paga por isso. Para os dentes, use a técnica do copinho: 300 ml são suficientes para manter a boca limpa. Se não quer ter tanto trabalho, pelo menos feche a torneira durante a escovação. Este texto já está batido e não dá pra ficar repetindo sempre a mesma coisa, vamos combinar?

Para lavar as mãos a mesma coisa: ensaboe com a torneira fechada, ou ainda, dependendo da situação, deixe um pote com água limpa pelo meio e reúse algumas vezes, não faz mal a ninguém; depois, jogue a água no jardim. Ao lavar a louça ensaboe tudo primeiro, use um pouco de água quente. Seja inteligente, faça a diferença.

Conserte os vazamentos
Troque a borrachinha, chame o zelador, faça alguma coisa. O que não dá é pra ficar com esse pinga pinga, esse chove não molha. Se liga. Se você não é capaz de bancar o encanador e aproveitar seus músculos e seus miolos para dar um ponto final nessa estória. Se não é capaz de um "faça você mesmo" sozinho, pague um profissional e dê fim aos vazamentos. Prometa.

Enquanto isso vamos esperar que os órgãos competentes também o façam, eu tenho certeza que o Brasil é penta campeão em vazamento de água tratada. Gol contra!

E você? Conserte a maldita válvula hidra que já deveria estar banida, livre seu condomínio deste desperdício. Se todos colaboram todos ganham. A união faz muito mais que açúcar. Vê se não amolece e tome tento. Água que vaza, vida que atrasa. Comprometa-se com o futuro.

Encurte o banho
Tenho lá minhas teorias indígenas e, diferente de qualquer europeu, não dispenso o banho diário. Amo a água farta de meus antepassados. Sei que é o pouco que me resta de um contato mais íntimo com a natureza, água que sou. Mas também prezo o sol, a lua, as estrelas, um banho de ervas, um banho de chuva.

Como economizar? Simples. Divida seu banho em três partes: primeiro molhe a cabeça, os cabelos, o corpo. Deixe a água escorrer um pouco, aproveite para passar o xampu e desligue o chuveiro. Desligue mesmo, não minta pra você. Com o chuveiro fechado termine de lavar os cabelos (não se esqueça de usar uma quantidade pequena de shampoo pra contaminar menos o planeta). Ligue a água novamente e enxague a farta cabeleira, desligue. Com sua esponja favorita, ensaboe o corpo calmamente, lave bem as partes, fique cheirosinho, cheirosinha, igual um Gianecchini na novela, todo ensaboado.

Depois, finalmente a etapa derradeira do enxague. Deixe a água rolar sobre seu corpo, varrendo a sujeira, a fuligem, o suor, a poeira, enquanto pode agradecer o fato de ter nascido brasileiro e viver longe do sertão. Se percebermos os desertos do mundo valorizaremos mais a abundância local. Quem valoriza não desperdiça!

Reúse e abuse
A água que sai da lavadora de roupas pode e deve ser reutilizada para lavar pisos, banheiros, cozinha, quintal, cocô de cachorro etc, etc,etc. Tenha criatividade. Eu lavo as roupas sujas com a água limpa do enxague, e não tenho problemas com isso. Aproveito para fazer musculação carregando uns baldes. Tenho orgulho de guardar a água e reusar, sou feliz por ter aprendido com quantos baldes se faz uma caixa d'água. Sou feliz porque sei onde nasce a água e o caminho que ela percorre até minha sede. Se soubesse tudo o que sei antes, antes faria tudo o que faço hoje. Contribuo. Economizo.

Calçadas
Nunca lave as calçadas com água potável. Por mim, a partir de ontem, empurrar folhas com a pressão da água seria crime inafiançavel, sujeito à pena de morte por afogamento no mar. Que que é isso? Lavar calçada com água tratada? Tá louco!

Se não consegue se livrar dessa mania de limpeza e tem porque tem que deixar a frente da casa livre das folhas das árvores, se isso te incomoda tanto, use a cabeça e a vassoura. Água, jamais!

Um dia o cobrador vai lhe avisar que água passou a custar vinte vezes mais caro. Quero saber quanto você estará disposto a pagar por este ato inadequado. Vai mesmo pagar pra ver? A fatura pode chegar para os seus netos. Felizmente há quem prefira manter a consciência limpa e as flores na calçada.

Lava-carro
Bem, aqui temos dois problemas: o carro e o dono. Diria radicalmente que você deveria se livrar logo do carro, isso sim é desapego e economia, mas se você pensa que não vai viver sem carro como os seus antepassados, pelo menos respeite as próximas gerações e não passe o domingo com a mangueira em punho, na frente da sua casa, vestindo seu traje mais tosco, lavando sua máquina com água de beber.

A água potável é um bem sagrado, e deve ser consumida com parcimônia por necessidade. Água tratada custa caro e a sarjeta certamente não é seu melhor destino.

Mas, se você não consegue ficar sem lavar o carro em sua exibição dominical, reúse a água servida; use baldinho, buchinha, paninho. Dez litros. Você vai fazer sucesso e ficar bem na fita.

Amarre a mangueira
Mesmo para regar o jardim podemos impor algumas regras, e olha que neste item peco, porque, para mim, as plantas vem em primeiro lugar. Mesmo assim prefiro regar no comecinho da noite ou antes do sol sair completamente. Regas com o dia ainda quente evaporam mais água e são bem menos eficientes.

Existem países onde o uso da água em ambientes externos durante o dia é punido com multas pesadas. Existem países onde falta água potável para o ser humano beber.

Agradeço novamente por viver neste país tropical sobre o aquífero Guarani. Apenas não me iludo, sei que não vão inventar mais água no planeta, e que o que temos é tudo o que temos: mares, geleiras, nuvens e chuvas, é assim toda a nossa água.

Ponha a mão na massa! Aproveite esse tempo para refletir se vale a pena "lavar as mãos" e deixar tudo como está, ou se é melhor aprender com a água a desviar dos obstáculos. Procure não ser cabeça dura, economize já o que já não era sem tempo. Água pura é coisa rara: use com moderação.

É ISSO MESMO.
OS TEMPOS SÃO ESSES.
ECONOMIZAR AGUA OU FICAR SEM ELA .

Usar ingredientes como vinagre, limão, sal e azeite de oliva p/ limpar a casa pode ser 1 boa alternativa a produtos químicos

A BONECA - autor desconhecido

Fui ao mercado. correndo como sempre e reclamei de toda aquela gente, fila e ainda com tantas coisas para fazer. Lembrei da minha cama, dos livros para ler e fui andando ate é a seção dos brinquedos, pensei se as crianças realmente brincavam com esses brinquedos tão caros.
Notei um menino de mais ou menos 5 anos pressionando uma boneca contra seu peito; ele a acarinhava os cabelos e o seu olhar era tão triste...fiquei a pensar para quem seria aquela boneca que tanto sentimento lhe despertava.
O menino virou-se para a senhora próxima a ele e disse: "Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?" no que a senhora respondeu: "Você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu amor!" E ela perguntou ao menino se poderia ficar ali olhando os brinquedos por 5 minutos, enquanto ela iria olhar outra coisa.
Tomei coragem e perguntei ao menino para quem ele queria dar aquela boneca e ele respondeu: "Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava e queria muito ganhar. Ela estava tão certa que o papai a daria este ano..."
Eu disse: "Não fique tão preocupado pequenino, ele dará a boneca à sua irmã".
Ele triste me confessou: " Não,o papai não poderá levar a boneca onde ela está agora. Eu tenho tenho que dá-la à minha mãe assim a levará para ela".
Seus olhos encheram-se de água: "Minha irmã teve que ir embora para sempre, papai falou que mamãe também irá para perto dela, então eu pensei em a mamãe levar a boneca e a entregar".
Meu coração parou nesse instante, todos o meu mundo calou, só via aquele pequenino.
Aquele garotinho olhou para mim e disse: " Eu disse ao papai para dizer a mamãe não ir ainda esperasse eu voltar do mercado".
Depois ele me mostrou uma foto muito bonita dele rindo e falou: " Eu também quero que a mamãe leve esta foto, assim ele sempre se lembrará de mim..."
Rapidamente eu procurei minha carteira e peguei algumas notas e disse para o menino: "E se nós contássemos novamente o seu dinheiro, só para termos a certeza de você tem o dinheiro para comprar a boneca?"
Juntei as notas e recomeçamos a contar e agora o dinheiro daria para comprar a boneca e ainda sobraria um pouco.
"Obrigado Senhor por atender a meu pedido e dar o dinheiro suficiente para comprar a boneca".
Aí ele olhou para mim e disse: "Ontem antes de dormir eu pedi a Deus que fizesse com que eu tivesse dinheiro suficiente para comprar a boneca, Ele me ouviu, e eu também queria um pouco mais de dinheiro para comprar uma rosa amarela para a mamãe, mas eu não ousaria pedir mais nada...e Ele me deu o dinheiro para os dois. Você sabe a minha mãe adora rosas amarelas".
Alguns minutos depois a senhora chegou e eu fui embora sem ser notada.
Terminei minhas comprar em outro estado e não consegui esquecer o pequenino.
Então lembrei-me de uma notícia do jornal local de dois dias atrás, quando foi mencionado que um homem bêbado, numa caminhonete, bateu em outro carro e que no outro carro estavam uma jovem senhora e uma menininha. A criança havia falecido e a mãe estava em estado grave na UTI, e que a família havia decidido desligar as máquinas, vez que a jovem não sairia do estado de coma.
Pensei, será aquele garotinho....
Dois dias depois do encontro com o pequenino li no jornal que a jovem senhora havia falecido. Fui comprar rosas amarelas, fui ao velório...ela estava a segurar uma linda rosa amarela, junto com a foto do garotinho e a boneca em seu peito.
Chorei muito.
Por favor se você for beber não dirija, ninguém pode pagar um preço tão alto pela sua irresponsabilidade.
Não é justo.

sábado, 3 de abril de 2010

Trailer do flme ''Nosso Lar'' - Algum dia você imaginou vida após a vida? - Barbet




Trailer do flme ''Nosso Lar'' [Brasil, 2010], com Renato Prieto, Othon Bastos, Rosanne Mulholland, Fernando Alves Pinto. Adaptação do célebre livro psicografado por Chico Xavier. Após a morte do seu corpo físico, médico acorda no mundo espiritual, onde terá que aprender novos valores morais e vencer a saudade. Direção de Wagner de Assis ©Fox .


Por volta dos anos trinta
Morreu, no Rio de Janeiro
Um doutor em Medicina:
Homem decente e ordeiro...
Que, apesar da profissão
Morreu de uma infecção:
Um caso até corriqueiro.
Diz chamar-se André Luiz
Homem brioso... Arrogante!
Que, em vida, teve o que quis:
Verba e família importante...
Mas, quando a morte chegou
Nada disso lhe adiantou:
Ele sofreu foi bastante!
Deixando o "vaso carnal"
O Espírito foi sozinho
Pra um lugar chamado “Umbral”
Em busca do seu caminho...
E por lá ficou vagando
Sofrendo e se lamentando.
Por “seu destino mesquinho”:
Por oito anos a fio
Pelo Umbral, perambulou
E tantos horrores viu
Que o seu orgulho quebrou:
Chorando e rangendo os dentes
Um dia, quase demente,
Prostou-se ao solo e orou!...
Então, durante uma prece
Viu um raio clarear
Silhuetas luminosas
Que pareciam voar!...
Julgando que fossem “anjos”
Mandados pelos “arcanjos”
Feliz. Se pôs a gritar:
“Oh, santos anjos de Deus!
Me livrem deste tormento:
Me tirem do Purgatório...
É grande o meu sofrimento;
Venho sendo perseguido
Por demônios pervertidos
Já nem sei há quanto tempo!”
Recolhendo-o com carinho
Num lençol branco de luz,
Enquanto o carregavam
Disseram: “Você fez jus
À salvação, pela prece:
Socorro, você merece...
Somos ‘irmãos em Jesus’!
Não somos anjos, nem santos
Nem o viemos buscar
Para ‘levá-lo pro Céu’...
Isto é ‘modo-de-falar’;
Vamos, sim, mas é à lida:
Vamos pra ‘Escola da Vida’
Na Colônia NOSSO LAR

CHICO XAVIER.

RABO PRESO NA CIÊNCIA DO CLIMA - Barbet


A Indústrias Koch, multinacional ligada ao comércio de petróleo e com histórico de danos ambientais, investe em pesquisas para negar a ocorrência do aquecimento global. Essa é a conclusão do relatório que o Greenpeace acaba de publicar “Indústrias Koch: financiando secretamento os céticos do clima“.
A Koch financia os chamados “céticos do clima”, grupo de pesquisadores que negam a relação entre as emissões de gases de efeito estufa pelo homem e o aquecimento global. Ao investir milhões de dólares nesse grupo, ela orienta seus discursos de acordo com os próprios interesses. Isso confunde a opinião pública, desvaloriza o trabalho científico e atrapalha a articulação político para ações contra o aquecimento global - como o investimento em tecnologia limpa e de redução das emissões.
“O que precisa ficar claro é que os céticos não falam em nome da ciência, e sim em nome de interesses privados. Pois, para uma empresa diretamente ligada ao comércio de petróleo, a preocupação com o aquecimento global e investimento em tecnologia limpa representam uma ameaça a sua sobrevivência.” diz João Talocchi, coordenador da campanha de clima do Greenpeace.
Divulgue essa informação! É fundamental que a sociedade saiba quem está por trás dos céticos do clima.
Leia a íntegra da notícia.
Baixe o relatório.

Na hora de equipar sua cozinha, opte pelos filtros de pano, em vez dos de papel, reduzindo a produção de lixo. Barbet

NÃO É DIFERENTE DE NENHUM DELES - TEM APEGO AO PODER E VAIDADE DE SER O PAPA - Laerte Braga


A imprensa alemã dispõe de depoimentos envolvendo diretamente o cardeal Joseph Ratzinger em casos de pedofilia ao tempo em que era apenas um sacerdote. São acusações graves e os jornais e revistas que receberam as denúncias (envolvem também o irmão do papa) decidiram apurá-las in totum e ter o mínimo de segurança para divulgá-las. Têm consciência do significado desse fato. Da sua gravidade

Ratzinger foi ordenado sacerdote em 1951 e sua participação na Juventude Hitlerista é apontada como tendo sido “obrigatória”. Os jovens alemães àquela época dentre eles os alunos de seminários teriam sido obrigados a ingressar já Juventude Hitlerista. O registro feito após a sua escolha para suceder João Paulo II dá conta que Bento XVI não era um participante “entusiasmado” do grupo.
Já o documento secreto do Vaticano que instrui bispos sobre como tratar a pedofilia na Igreja deixa claro que o então cardeal Ratzinger determinava que os casos fossem apurados, mas mantidos em sigilo. As punições ocorreriam no âmbito da própria Igreja e não implicariam em afastar os responsáveis do exercício do sacerdócio. No máximo suspensão por um determinado período.
O cerne do problema não está necessariamente aí. O caráter conservador de Bento XVI dá seqüência às revisões feitas em importantes decisões tomadas por João XXIII e Paulo VI.
A eleição do cardeal polonês Karol Wojtyla foi produto de um acordo da Igreja norte-americana através do cardeal Marcinkus com boa parte do Colégio Cardinalício diante da crise financeira que o Vaticano enfrentava e da necessidade de abortar a Teologia da Libertação em franco progresso numa América Latina de maioria católica e vivendo um período de efervescência política.
Padres e bispos envolvidos em processos políticos de transformações sociais não interessavam aos norte-americanos e um papa polonês (país então comunista) cairia como uma luva na ofensiva que acabou resultando no fim da União Soviética.
Os cardeais hoje celebram missas para golpistas que derrubam governos constitucionais, caso de Honduras, ou sorriem como aconteceu na fracassada tentativa de golpe contra o presidente Chávez na Venezuela, em 2002.
O favorito àquela época, a eleição de João Paulo II, era o brasileiro Lorscheider. Os progressistas entendiam que o Concílio Vaticano II abria as portas para um papa latino-americano.
João Paulo II iniciou um trabalho de desmonte da maior parte das reformas que ensejavam aberturas para a Teologia da Libertação na América Latina, juntou-se aos norte-americanos em ações coordenadas por Marcinkus para ataques frontais a União Soviética e uma inquisição comandada por Ratzinger afastou sacerdotes como por exemplo o brasileiro Leonardo Boff.
A imagem de “santo homem” de João Paulo II foi construída por um extraordinário trabalho de marketing.
Marcinkus terminou seus dias na condição de foragido. A justiça italiana decretara sua prisão por fraudes financeiras com o Banco do Vaticano e associação com as máfias italianas.
Joseph Ratzinger, em seguida à morte de João Paulo II, no discurso nas exéquias do papa, se impôs como seu sucessor e não deixou qualquer outra perspectiva para os cardeais. Foi o concílio mais rápido da história das eleições de papas.
O resultado disso é uma Igreja limitada a uma ortodoxia que dia a dia estreita seus caminhos e faz com que perca fiéis em todas as partes do mundo, mesmo porque os norte-americanos perceberam que é mais barato comprar pastores neopentecostais como o brasileiro Edir Macedo. Isso para a América Latina e países africanos. Macedo hoje é ponta de lança de uma ofensiva religiosa para tentar chegar a países árabes e diminuir o poder e a maioria dos muçulmanos.
A Igreja Católica Romana, pouco a pouco, vai se encolhendo e sendo acuada em escândalos que servem muito mais a interesses políticos que propriamente aos repugnantes casos de pedofilia ou abusos sexuais de qualquer natureza, levando em conta que uma ampla investigação sobre esse assunto terminaria em boa parte do atual Colégio de Cardeais, implicaria arcebispos e bispos, muito além de padres, sem falar nas denúncias feitas à imprensa alemã sobre o papa.
É bom comprar organizações semelhantes à de Edir Macedo, mas ter um contrapeso para evitar que o “bispo” se transforme em alguém com tal poder que fique difícil controlá-lo no futuro.
É interessante notar que a ofensiva contra a Igreja a partir da pedofilia partiu dos Estados Unidos.
O Vaticano não é mais um aliado importante e o papa é apenas uma lamentável figura tentando segurar um império em franca decadência.
O que era um instrumento de transformação política, econômica e social está tomando ares de seita, pois permanecem as perseguições a sacerdotes que se opõem ao nazi/fascismo da cúpula atual em Roma.
No Brasil, por exemplo, maior país católico do mundo, a criação de um grupo chamado Renovação Carismática é uma volta aos tempos da fé cega e sem sentido, desprovida de consciência, mas provida da alienação semelhante à imposta pelos neopentecostais.
No fundo uma tentativa de sobrevivência.
Bento XVI não vai renunciar, exceto diante de um fato de suma gravidade, mas certamente, vai viver dias de amargura e decepção. Não será reconhecido como um grande papa, apenas um desastre total e absoluto para a Igreja.
É simples entender isso. A mão direita escapa todas as vezes que o papa distrai e à semelhança do cientista no filme de Kulbrick, proclama Heil Hitler.
Se quisermos entender Bento XVI fazendo um paralelo com alguém no Brasil, podemos compará-lo a Fernando Henrique Cardoso. Uma figura montada em vaidade extrema, cheia de diplomas, mas pronto a qualquer negócio desde que renda poder e lucro. E principalmente capas de revistas como alguém que salva alguma coisa. Um enterra a Igreja Católica, outro enterrou o Brasil em seus oito anos de “papado”.
As acusações contra o papa à época que era um sacerdote na Alemanha devem terminar num grande acordo, caríssimo, uma cortina de silêncio em torno do assunto e o papa refém dos grandes grupos políticos e econômicos que controlam o mundo capitalista.
No fundo a máxima mafiosa, “nada pessoal, apenas negócios”.


GOLPES DE ESTADO - Laerte Braga

Imagine se Lula destacasse agentes federais, ou “secretas”, para infiltrarem-se numa manifestação de professores lutando por melhores salários, condições decentes de trabalho?
O GLOBO, a REDE GLOBO, toda a corja midiática falaria em “ditadura lulista”, a capa de VEJA seria o “agente secreto”, o mundo viria abaixo sob o título “governo ameaça democracia”.

Foi José Collor Arruda Serra, um dos políticos mais repugnantes do País, sórdido e sem nenhum caráter, Arruda em escala maior, quem fez tal coisa, quem reprimiu professores.
Se alguém quiser conhecer o cinismo materializado é só olhar para Arruda Serra. Poucos conseguirão atingir ao nível de canalhice do ex-governador de São Paulo e candidato tucano a presidente da República. O nível de frieza ao disparar o tiro fatal.
Existe uma realidade que precisa ser percebida antes que o Brasil mergulhe numa noite sem fim de um eventual governo Arruda Serra (felizmente está cada vez mais difícil).
Golpes nem sempre são desfechados por militares controlados por potências estrangeiras, caso dos militares brasileiros em 1964 – típicos paus mandados –. A reeleição de FHC foi um golpe de estado. Golpe branco como se costuma dizer
O ex-presidente, corrupto e venal, comprou deputados e senadores corruptos e venais (existem aos montes) e mudou a Constituição. Acusam Chávez de ser ditador. O presidente venezuelano para aprovar sua reeleição foi ao povo, através de referendo para aprovar ou não a mudança constitucional. E o povo aprovou.
É preciso ter um pouco de memória, de lembrança, do contrário a sordidez terá penetrado em tantos que arrotam vocação democrática e no momento em que essa vocação tem que se manifestar optam por projetos de ditadores como Arruda Serra
A corrupção em tucanos e DEM não é o problema, pelo simples fato que é conseqüência do modelo que impõem, vendem e defendem e ao qual servem. Ela é implícita, vem no pacote de privatizações, de venda do patrimônio público, de tirania disfarçada de democracia através da alienação e quando necessário da borduna.
Quando do massacre de camponeses pela PM em Eldorado do Carajás, no governo de FHC, ao tomar conhecimento do fato o então presidente disse que “quem procura acha” (trabalhadores mortos em uma cilada por supostos defensores da lei). Poucas horas depois, na hipocrisia asquerosa de tucanos, ao tomar conhecimento da repercussão negativa da barbárie policial e de pistoleiros (é mais ou menos a mesma coisa, polícia militar e pistoleiros), da condenação de governos de outros países, veio com cara de autoridade dizer que era uma vergonha, que seu governo não toleraria isso e iria apurar até o fim.
Apurou nada. Sentou em cima.
Tucanos e DEM são mentirosos na genética. O ex-governador de Minas Aécio Neves e o prefeito da cidade de Juiz de Fora Custódio, corruptos de carteirinha, bandidos lato senso, como fazem em todas as eleições, anunciaram um investimento de bilhões de reais naquela cidade, uma siderúrgica.
No dia seguinte, esqueceram de combinar, o jornal VALOR ECONÔMICO, que é deles, mostrou que tudo não passava de uma farsa eleitoral, um engodo sem tamanho, revoltante para um povo íntegro e trabalhador, mas tratado como gado por esse tipo de gente e seus marqueteiros. O jornal não tocou sequer na promessa de Aécio e Custódio, tão somente mostrou que a empresa estudava uma siderúrgica no Brasil, em Minas, era alvo de investigação no exterior, tem sede em um paraíso fiscal, lava dinheiro das máfias políticas e do crime organizado.
É onde essa gente se acha. Tucanos e DEMocratas.
Não existe diferença alguma entre Beira-mar e Arruda Serra. Ou por outra, Arruda Serra até agora conseguiu escapar impune de todos os crimes que cometeu, dentre eles o de traição a companheiros da luta contra a ditadura militar.
Essa história de agente secreto infiltrado vem desde o exílio no Chile, a dupla FHC e Arruda Serra, cooptados pela Fundação Ford, braço das políticas norte-americanas para domesticação e colonização do Brasil.
Não têm, nenhum deles, escrúpulos. Respeito por nada. Nem por ninguém.
São figuras destituídas de qualquer princípio e imaginam que o povo seja um gado a ser tangido e moído pelos donos do marketing, que os vendem como salvadores, marcas de sabão em pó que lavam mais branco, quando apenas mancham a história de um país como o Brasil.
O risco que o Brasil corre não é de retrocesso. É de se transformar numa colônia norte-americana, de empresas de todo o império dos EUA, já falam até em base militar no Rio de Janeiro.
Arruda Serra, se tiver, vende a mãe se necessário for para alcançar seus objetivos.
Compará-los aos antigos udenistas chega a ser um equívoco. Na UDN existiam figuras como Adauto Lúcio Cardoso, Afonso Arinos, Milton Campos que jamais seriam tucanos.
No tucanato existem bandidos e tão somente bandidos. Nada além de bandidos.
Os golpes nem sempre são militares e nem sempre dados por boçais como Newton Cruz no patriotismo canalha de generais como Leônidas Pires Gonçalves a dizer que não haviam “exilados”, mas “foragidos”.
Foragidos de que? Da estupidez da ditadura militar?
Corremos o risco da ditadura civil tucana. Não tem diferença nenhuma, só na embalagem.
Em Honduras continuam matando pessoas, lutadores pela democracia.
Em Israel continuam executando palestinos e roubando terras e águas no nazismo ressurreto dos sionistas.
Aqui, chegam disfarçados de José Collor Arruda Serra, como chegaram de FHC.




sexta-feira, 2 de abril de 2010

LULA EM ISRAEL - Barbet


PalaciodoPlanalto — 31 de março de 2010 — Trecho do discurso do presidente Lula durante a posse de 10 novos ministros do governo, no Palácio Itamaraty, em Brasília, no qual afirma que há setores da sociedade que insiste em negar os grandes avanços obtidos pelo País, interna e externamente.

Vacina e colidor de hádrons - “Le journal de Michel Dogna”, Nr. 75, Outubro de 2009. - Barbet

Se pensam que o desmesurado programa de vacinação contra a Gripe A não passa de uma maneira de ganhar dinheiro, estão enganados. Se pensam que foi inventado para a extinção de parte da Humanidade, terão parcialmente acertado. Mas isso é secundário. O motivo principal ultrapassa isso de longe, e já vão ver porquê. Vou revelar-lhes a verdade, segundo a conheço, e que também diz respeito ao plano de vacinação maciça.

Trabalhei, durante mais de 15 anos, no CERN, Laboratório Europeu de Física das Partículas, que se situa a Norte de Meyrin, na Suíça. Tomei parte na elaboração do projecto LHC, Large Hadron Collider (Grande Acelerador de Hadrões), um acelerador de partículas para o estudo da matéria e da antimatéria, que permitiria desmontar certas teorias relativas à física das partículas. Em 2008, pusemos a funcionar o LHC, e os resultados ultrapassaram de longe as nossas expectativas. Em consequência das nossas descobertas, algumas organizações ultra secretas imiscuíram-se no assunto apoderando-se, praticamente, do LHC para o utilizarem indevidamente para certas manipulações interditas. Os nossos programas de pesquisa foram anulados e foi-nos vedado o acesso ao LHC. Enquanto tentávamos entender esta modificação repentina, descobrimos, sem o saber, um gravíssimo segredo de Estado.

Estas organizações secretas utilizavam o LHC para outras experiências. Pelos vistos, conseguiram dilatar uma massa até obterem um buraco negro super pequeno conseguindo obter, a partir daí, a curvatura do espaço-tempo. E então viram o futuro! Viram que o Homem alcançara sentidos ultra complexos. A dimensão destes novos sentidos e o seu aparecimento súbito resultaram nas autoridades perderem todo e qualquer controlo sobre ele. Viram novas pessoas a investigarem e a ensaiarem as suas novas faculdades, mas elas não conseguiam controlar a dimensão do seu poder. Viram como o Mundo se dirigia para uma paranóia. Viram como uma histeria colectiva se desenvolvia na rua, como as pessoas se tornavam incontroláveis. Viram como o mundo se lançava numa guerra ultramoderna, que provocava uma grande destruição. 90% da superfície da Terra se tornou inutilizável. Foi isto que viram através do LHC.

Este salto no tempo possibilitou a busca de um meio para evitar o futuro. Era preciso alterar o nosso futuro, em menos de um ano. As organizações secretas pensavam que a solução mais simples seria fazer parar o desenvolvimento neurológico do Homem. Era preciso alterar a genética de toda a Humanidade, em menos de um ano. Para tal, a melhor solução que se apresentou foi a injecção de plasmídeos.

Explicação: ‘Plasmídeo’ é a designação dada a uma molécula ADN divergente dos cromossomas do ADN que consegue auto reproduzir-se. O termo ‘plasmídeo’ foi introduzido pelo biólogo molecular americano Joshua. Uma célula de bactérias pode conter uma cópia do grande plasmídeo, ou centenas de plasmídeos sintéticos (fabricados através da tecnologia dos genes com a finalidade da clonagem dos genes). As bactérias contêm, em geral, 5 a 30 cópias, as leveduras entre 50 a 100 por célula.

Pelo anúncio de uma doença grave e os avisos dirigidos à população, através da comunicação social, foi possível apresentar a injecção do plasmídeo, com toda a transparência, ‘mascarado’ de vacina. Todas as mortes atribuídas à Gripe A não passam de manipulação. O resultado de todas as autópsias indica que a maioria das pessoas morreu com uma doença grave, com uma febre muito alta já no fim. Não é nada fora do comum. Mas a comunicação social insiste em relacionar estas mortas à Gripe A. A Gripe A H1N1 nunca existiu. É apenas uma doença inventada pelos laboratórios para levar a população a deixar-se vacinar. É deste modo que se consegue administrar a injecção de plasmídeos, que se destina a interromper a evolução do Homem.

Havia 17 pessoas a trabalhar na nossa secção, no CERN, quando foi dissolvida em Julho de 2009. A LHC custara ao CERN 6 mil milhões de euros. Para quê? Para pesquisa? Quem pensam que nós somos? Eles sabiam perfeitamente para o que a iriam empregar!

Nota: A ORGANIZAÇÃO EUROPEIA PARA A INVESTIGAÇÃO NUCLEAR, mais conhecida pelo acrónimo CERN, é o maior centro de estudos sobre a física de partículas do mundo. São membros participantes a Alemanha, Áustria, Holanda, Hungria, Itália, Noruega, Polónia, Portugal, Grã-Bretanha, República Checa, Eslováquia, Suécia e Suiça, com base num acordo de 2 de Julho de 1953 e fundado em 1954.

Entretanto ganhou, como países e organizações observadoras, a Comissão Europeia, Federação Russa, Índia, Israel, Japão, Turquia, Unesco e os EUA.

Entre os seus colaboradores conta com diversos prémios Nobel.

Os resultados científicos mais conhecidos saídos do CERN foram aparelhos para hospitais para detectarem o cancro e o WWW – WORLD WIDE WEB consortium. (Dados da Wikipédia).

Noticia de Hoje

Ciência 30/03/2010 09h26min
Superacelerador bate recorde para colisão de partículas
LHC foi lançado com pompas em 10 de setembro de 2008, mas apresentou problemas nove dias depois


QUEM ESTÁ DOENTE? SENTIR NA IGREJA: TRANSPARENCIA E VERDADE artigo de Maria Clara Lucchetti Bingemer - bismarck frota xerez

Recebi este politico artigo de uma Decana. Em essencia pede "tolerancia zero" usando a linguagem diplomatica do Estado do Vaticano.
IGREJA é uma palavra EQUIVOCA. Vejamos:
Estado do Vaticano é uma coisa, CURIA ROMANA é outra coisa.
O Estado é como todo Estado, faz POLITICA, tem imagem, etc.
A CURIA é uma ENTIDADE espúria enquanto ORGANISMO dE IGREJA.
Por que espuria? Demonstro dizendo como funciona a MESMA IGREJA no ORIENTE.
Não existe Curia, e sim o SINODO, reunião dos bispos que tomam decisões. Não existe uma BUROCRACIA. Por exemplo, A escolha de um novo bispo para aquelas IGREJAS CATOLICAS UNIDAS AO BISPO DE ROMA , não são igrejas ortodoxas, a escolha de um novo bispo é feita pelo Sinodo, e comunicada ao Bispo de Roma.
Assim a Igreja Greco-Catolica, dos ucranianos catolicos, através do seu SINODO, criou o seu PATRIARCADO e mudou a sede para KIEV. E COMUNICOU AO BISPO DE ROMA, esperando que ele confirme. Mas desde então tudo caminha como decidido pelo SINODO.
Outro exemplo desta mesma igreja: o bispo Ephaim, brasileiro, daqui de Curitiba, bispo do brasileiros, catolicos da Igreja Greco-Catolica UCRANIANA, foi ESCOLHIDO PELO SINODO LÁ DE KIEV. E comunicado ao bispo de Roma.

São ao todo vinte Igrejas catolicas orientais com seus respectivos SINODOS.
CURIOSIDADE: NESTAS IGREJAS NÃO TEMOS NOTICIA DE PEDOFILIA.
Dai minha pergunta: QUEM ESTÁ DOENTE?
a Igreja de Cristo? a igreja Catolica? OU A IGREJA FORMATADA PELA CURIA ROMANA?
A DOENÇA É DA INSTITUIÇÃO CLERICAL, SISTEMA DE RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, FORMAÇÃO, ACOMPANHAMENTO e SUPERVISÃO , que é feita pelos bispos nomeados pela Curia Romana e confirmada pelo Bispo de Roma.
A doença está no duplo papel exercido pelo diplomata Embaixador do Estado do Vaticano, dublê de INQUISIDOR, fiscal do que dizem, fazem os bispos e suas igrejas dioceseas nos PAISES QUE RECONHECEM O ESTADO DO VATICANO. SIMPLESMENTE COMO INQUISIDOR.
São padres, feitos bispos por conveniencia diplomática, que NÃO SABEM O QUE É SER PASTOR. pois escolheram ser diplomatas, formados padres cursaram uma escola de formação para diplomatas vaticano. Isto é do ESTADO, NÃO DA IGREJA.
HÁ UM CLARO CONFLITO ENTRE OS DOIS PAPEÍS.
Ou bem faz o papel de "SNI" DA CURIA ROMANA, modo de ADMINISTRAÇÃO da Curia Romana, herança da Inquisição. ou faz o papel de diplomata de um Estado Estrangeiro.
Por falta de vivencia de Administração de um Clero, este diplomata opta pela DELAÇÃO TEOLOGICA DOS BISPOS DO PAÍS.
No MODELO SINODO todos são iguais.
No MODELO Curia, INSTITUIÇÃO HERDADA DO IMPERIO ROMANO, HERDARAM TAMBÉM OS VICIOS DO IMPERADOR ROMANO. MANTER O PODER.
A preocupação não é com a evangelização. E sim o PODER.
A VETUSTA Curia Romana não integra a Civilização Atual, que entre outras coisas requer TRANSPARENCIA. Que venham mais escandalos, até TODOS OS VETUSTOS, TODAS AS INSTITUIÇÕES, DE IGREJA, AS POLITICAS, EMPRESAS, TODAS, ATÉ INCORPORAREM EM SEU DIA-A-DIA A PRÁTICA DA TRANSPARENCIA.
QUEM ESTÁ DOENTE? Óbvio que não é a igreja catolica, (É O SEU SUB-SISTEMA CLERICAL), nem a Igreja de Cristo está em risco, o QUE ESTÁ EM RISCO É O MODELO HERDADO DO IMPERIO ROMANO, QUE PRIVILEGIA O PODER SOBRE A EVANGELIZAÇÃO.
Nas Cartas de Paulo os DISTOANTES eram imediatamente afastados pelo SINODO da Igreja.
É ótimo que venham A PÚBLICO todos os escandalos do SISTEMA CLERICAL, assim mais cedo este Sistema Romano será DESMONTADO.
Quem está doente? Nos Estados Unidos existe a Igreja Catolica com o nome de Igreja Caldéia, do Iraque, são mais de 300 mil, maioria fugitivos de Sadan, NÃO SE OUVE FALAR QUE NESTA IGREJA HAJA PEDOFILIA.
Na India existem DUAS igrejas catolicas: a Romana, como a nossa, e a fundada pelo apostolo Tomé com o nome de Igreja Greco Antioquina Malabar, com padres emprestados à Igreja Romana no Brasil, cerca de 50, nove aqui em Curitiba.
NÃO SE OUVE FALAR QUE NA INDIA, NAS DUAS IGREJAS CATOLICAS, HAJA PEDOFILIA. Ou outros escandalos.
QUEM ESTÁ DOENTE??? o OCIDENTE. Não só na igreja.
O artigo abaixo é CORRETAMENTE POLITICO, mas o problema não está nos membros da igreja, IGREJA PALAVRA EQUÍVOCA, inclui os batizados. Estes praticam seus desvios, não em nome nem em função de papeis na ESTRUTURA da Instituição Igreja.
O PODER na igreja É dos clérigos.
No dia que a ESTRUTURA FOR SINODAL, EXISTINDO SINODO LOCAL, PAROQUIAL, COM PODER REAL DE DEMITIR PADRE, ESTAS COBRAS NÃO SE CRIARÃO.
Isto os Sucessores do Império Romano nao querem.
QUE VENHAM A PUBLICO MAIS ESCANDALOS, QUE OS DEDOS DA IMPRENSA ESPREMAM O CARNEGÃO, COLOCANDO PARA FORA A PODRIDÃO.
NÃO TENHO MOTIVO PARA ME SENTIR ENVERGONHADO, PELO CONTRÁRIO, A IMPRENSA É A AÇÃO DO ESPIRITO SANTO LIMPANDO SUA IGREJA.
Nao só a Igreja, também as Instituições Politicas, Empresariais, ONGs.
O NOME DO ANTIBIÓTICO É TRANSPARENCIA.
leiam o artigo da Decana, doutora em teologia pela Universidade do Bispo de Roma (a Gregoriana).
SENTIR NA IGREJA: TRANSPARÊNCIA E VERDADE

Maria Clara Lucchetti Bingemer, teóloga, professora e decana do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio

Para os que amamos a Igreja e temos nela e com ela um mesmo sentir, os recentes acontecimentos que a mídia não cessa de explorar minuciosa e, às vezes, um tanto cruelmente são por demais dolorosos. A meu ver, quem melhor expressou isto foi o grande escritor católico francês Georges Bernanos. Residindo na Espanha nos anos 30, assistiu, horrorizado, aos massacres que os católicos perpetravam tanto quanto os comunistas na Guerra Civil Espanhola. E escreveu desolado, referindo-se à sua amada Igreja: “É dela que tudo recebi, nada pode atingir-me senão através dela”.

Tudo que diremos aqui, portanto, tem este amor e esta dor como pano de fundo e deverá ser entendido sob esta luz e não outra. Sabemos por experiência de nosso próprio pecado quão profunda é a verdade de que a Igreja é santa e pecadora. Santa pelo Espírito que a anima e conduz; pecadora porque, incluindo-nos a todos nós, nos acolhe como somos, com nosso pecado e nossa indigência. No entanto, esse pecado não nos provoca desesperança, e sim gozo. Podemos experimentá-lo inseparável do perdão e da redenção abundantes com os quais somos ungidos pelo próprio Jesus Cristo em sua Encarnação e Páscoa. Sempre chamada à conversão, e sempre generosamente perdoada por seu Senhor, a Igreja aí permanece, há mais de vinte séculos , sobrevivente a todos os seus detratores e a todas as suas crises.

No entanto, desta vez, a impressão que me pesa no coração é que há um certo excesso, uma certa exorbitância que torna esta precisa crise diferente e algo mais grave que as outras. Por quê? Por um lado, está a impressão de que delitos muito sérios cometidos por membros do clero, representantes autorizados da Igreja, por ela ordenados para o serviço da comunidade eclesial, foram escondidos, camuflados, colocados à sombra. Mais graves ainda se tornam esses delitos pelo fato de haverem sido cometidos contra crianças indefesas, muitas delas deficientes, que não podiam defender-se, por medo ou incapacidade. O silencio das vítimas parece ter sido acrescido e acobertado pelas autoridades eclesiásticas. Não discutimos aqui as intenções : proteger, preservar, tanto as pessoas envolvidas quanto a imagem da própria Igreja. Mas os frutos não deixam de ser amargos e envenenados: as vítimas aí estão, humilhadas e oprimidas durante anos, suportando sozinhas sobre seus ombros a terrível carga do crime que as acossou e violou, sem recurso possível, sem escuta acolhedora, sem medidas enérgicas e concretas que as fizessem respirar aliviadas, sentindo-se finalmente protegidas e resgatadas pela lei dos homens e pela lei da Igreja.

Do outro lado está a luz implacável e algo sádica que a mídia se esmera cada dia em direcionar sobre os casos que se multiplicam, em pontos diferentes do planeta, até agora todos no Primeiro Mundo: Irlanda, Holanda, Alemanha, Estados Unidos. Curiosamente em nossas latitudes ao sul do Equador e nas culturas latinas, esses casos - até o momento pelo menos - aparecem em muito menor proporção. Deve-se isso a uma cultura que lida melhor com a corporeidade? Um modo de ser menos reprimido e puritano que o nórdico e anglo-saxão? Seja como for, o fato é que a mídia noticia com estardalhaço a indignação dos parentes e advogados das vítimas. Noticia igualmente pronunciamentos de teólogos famosos e polêmicos como Hans Küng, mas também prudentes e inatacáveis como o Cardeal Walter Kasper.

É em meio a esse contexto complexo e difícil que os olhares de todos os católicos se voltam para o Vaticano e para o Papa Bento XVI esperando uma orientação, palavras claras e medidas enérgicas e concretas. A carta que escreveu à Igreja da Irlanda tranquiliza em parte. Ali, o Papa reconheceu o delito, o crime, chamou-o pelo nome. Repreendeu energicamente os bispos: “Não se pode negar que alguns de vós e dos vossos predecessores falhastes, por vezes gravemente, na aplicação das normas do direito canônico codificado há muito tempo sobre os crimes de abusos de jovens. Foram cometidos sérios erros no tratamento das acusações.”

O Papa disse ainda que enviará um visitador apostólico para estudar a situação globalmente, a fim de que sejam pensadas medidas a serem tomadas. Prometeu orações e exortou à oração, à penitência e à conversão. Termina sua carta com uma expressão carregada de amor, dizendo escrevê-la “com o cuidado que um pai tem pelos seus filhos e com o afeto de um cristão como vós, escandalizado e ferido por quanto aconteceu na nossa amada Igreja.” Pode-se bem imaginar seu sofrimento.

Parece-me, no entanto, – com toda liberdade dos filhos de Deus e com todo o amor que sinto pela Igreja – que é urgente uma declaração muito clara que não deixe dúvidas de que qualquer caso de pedofilia que for levado ao conhecimento das autoridades eclesiásticas no futuro será punido com todo rigor e exposto com toda verdade e transparência, para que a situação tão terrível que agora vivemos não se repita. Creio que apenas isso poderia ajudar, de fato, as vítimas e trazer paz a seus parentes e amigos.

Tranquiliza-me saber que, ao expressar-me assim, não digo mais do que o mesmo Cardeal Kasper, ilustre teólogo e prelado da Igreja Católica, em entrevista ao jornal La Republica, no dia 6 de março passado: “Chega! É preciso fazer seriamente uma limpeza na nossa Igreja católica condenando os culpados pelos abusos contra crianças...”. “Os abusos sexuais contra crianças praticados por membros do clero são atos criminosos, vergonhosos, pecados mortais inadmissíveis”. O cardeal afirma e promete ainda, na citada entrevista, que o Papa terá com todos esses casos tolerância zero e agirá com toda a firmeza que o fato requer.

É o que ardentemente esperamos nós também. Só assim poderemos olhar de novo nos olhos da sociedade como Igreja que somos e anunciar com desassombro o Evangelho que nos foi confiado. Só assim poderemos sem vergonha assumir a beleza do anúncio pelo qual temos responsabilidade.

Coincidentemente, aproximamo-nos do fim da Quaresma, tempo litúrgico durante o qual a Igreja convoca todos os fiéis a uma profunda conversão, a uma mudança de vida real e sem ambiguidades. É, sem dúvida, um tempo propício para uma declaração por parte das autoridades eclesiásticas, acompanhada por todos nós que nos desejamos seguidores de Jesus Cristo, de nosso propósito de uma total transparência e verdade com respeito a esses tristes episódios que tanto têm enlameado a face da Igreja.

Bento XVI lembrou, em sua carta à Igreja da Irlanda, que a verdade nos libertará. Confiantes nisso é preciso falar. Mas não só. Há que agir. Urgentemente. O que está em jogo é a credibilidade da Igreja de Cristo. E, portanto, o futuro de sua missão. A humanidade tem direito de esperar por isso. E a receber, por parte da Igreja, uma posição sem ambiguidades. Tão clara e transparente quanto o Espírito Santo que cremos que preside e conduz a comunidade dos seguidores de Jesus e que não deixará que as portas do Inferno prevaleçam contra ela.


Maria Clara Bingemer é autora de "A Argila e o espírito - ensaios sobre ética, mística e poética" (Ed. Garamond), entre outros livros. (wwwusers.rdc.puc-rio.br/agape)



Vamos Tomar um chá no Poetando com Barbet?

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Blogueira cubana pede a Lula para vir ao Brasil

A democracia que pretendem pra Cuba é a mesma de todas as nações periférias do sistema geopolítico internacional, ou seja, serem satélites dos E.Unidos e Europa ...Satélites submissos, que não se insurjam contra o 'democrático' sistema mundial que impõe a submissão aos valores de um capitalismo de mercado que antes era mercantilista e protecionista ... e que hoje impõe o jugo de quem tem mais grana, armas e tecnologia ao resto do mundo. Os E.Unidos são democráticos? Lá matam na cadeira elétrica, câmara de gás e injeções letais. Lá não se submetem a inspeções da ONU, já que seu arsenal atômico não é questionado
pelo resto do mundo. Lá não subscrevem tratados que atribuem poder a um tribunal internacional para julgar crimes extraterritoriais - porque eles são os que mais os praticam. Lá não assinam protocolos de limitação de emissões de gases e efluentes tóxicos ... e são 'democratas'. Lá, se você for estrangeiro, pode ser preso e mantido incomunicável, sem direito a defesa. Vamos comparar, pra não falar sem parâmetros. Em nosso 'democrático' sistema capitalista mundial de livre empresa, os que têm mais grana são mais livres e têm muito mais direitos que a ampla maioria: democracia?

Saudações
F.Prieto

[Carta O BERRO] 1º de abril de 1964: dia da infâmia e da traição nacional - Livro de Rubim Aquino relembra os anos de chumbo - Vanderley - Revista

"UM TEMPO PARA NÃO ESQUECER"
Livro de Rubim Aquino

relembra os anos de chumbo
O historiador e professor Rubim Aquino acaba de lançar o livro Um tempo para não esquecer (1964-1985).
A publicação mantém viva a memória em relação ao nosso passado recente de torturas e violência praticadas no período da ditadura militar.
A partir de pesquisa de mais de 20 anos, o autor traz à tona histórias do período sobre o aparato repressivo do Estado brasileiro.
Ele mostra como a ditadura se identificou ao completo terrorismo de Estado, e os sistemas de informação e vigilância foram institucionalizados em nosso país.
O historiador fala sobre os principais centros oficiais e clandestinos de tortura e assassinatos, além de apresentar lista de centenas de torturadores.
Este livro consiste em “alerta contra as mais variadas formas de tortura, tão banalizadas e, mesmo, aplaudidas por vários segmentos sociais nos dias de hoje. Livro que é um brado contra a prática da tortura, ainda defendida por alguns como um ‘mal menor’ e por vezes, necessário”, diz a psicóloga Cecília Coimbra, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, na apresentação do livro.
Data para os brasileiros nunca esquecerem, data da ditadura, data mais vergonhosa da história do Brasil:
1 de abril de 1964: dia da infâmia e da traição nacional.

OS GRANDES EMBUSTES - Laerte Braga


O primeiro grande comercial da História da Civilização foi o Éden. Um “deus” perverso, cercado de anjos e arcanjos com espadas flamejantes, colocou um casal – homem e mulher – a habitá-lo. Tinham o direito a tudo exceto ao amor em sua plenitude.

A conseqüência dessa avidez de amor foi a chegada do exército de anjos e arcanjos e o fim do Éden. Fechado, extinto, não importa. E esse “deus” proclamou que doravante cada um dos gerados por Adão e Eva teria que ganhar o seu sustento com o suor do seu próprio rosto. Ou com as armas de Caim. Morre o amor com Abel.
Elizabeth Bishop que viveu no Brasil por vários anos e era ligada a antiga UDN, afirmou certa feita que “o paraíso deveria ser muito chato”. Nem todo udenista era necessariamente tucano. Havia ou houve Elizabeth Bishop, Adauto Lúcio Cardoso e um ou outro mais, Afonso Arinos por exemplo.
Ganhar o sustento com o suor do próprio rosto não significava nas palavras daquele “deus” perverso o trabalho em seu sentido de realização do ser humano. Mas a submissão àquele “deus”, senhor do capital da onipotência.
De comercial em comercial a História vem se desenrolando. David e Golias, que lembra as outras histórias, aquelas contadas sobre gigantes que dominavam terras, pessoas e eram senhores absolutos dos seus castelos.
O “Gato de Botas”, que leva o gigante a transformar-se num rato para que possa devorá-lo é só mais uma história, uma ilusão que permanece em cada um que o lê o ou escuta, sem perceber que o gigante está ao seu lado. O banqueiro, os latifundiários, os grandes empresários, na prática variações daquele “deus” perverso, dos barões da Idade Média, ou dos sumo sacerdotes que interpretavam a vontade desse “deus”, conduzindo o “suor do próprio rosto” para a acumulação nossa de cada dia.
Da mesma forma que os “miseráveis” se prostravam a passagem do rei e admiravam-se extasiados com os mantos bordados a ouro, se postam hoje diante da tela da televisão. Hipnotizados pela nudez do BBB, ou pelo “terrorismo” de palestinos, afegãos, iraquianos, que insistem em dispor do amor em sua forma absoluta (a posse do seu âmago, do seu ser, da sua terra).
O que chamam de classe média, aquela que não é nada, apenas lustra os sapatos desse monte de “deuses perversos”, imaginando-se parte da corte (fica com as sobras, olha com os olhos as revistas que ensinam como emagrecer, ter maior prazer, e lambe com a testa), é o embuste dos bilhões de gotículas contidas numa garrafa e que com a explosão da rolha, conseguem, poucos milhares, passar pelo gargalo da caverna/garrafa e perceber a existência da luz.
Don Perignon 1957.
Se tomarmos a figura de Cristo como ponto de referência para lutadores, não sobrarão dúvidas que a mesma estatura têm Gandhi, tem Martin Luther King, tem Madre Tereza de Calcutá (que teve dúvidas atrozes sobre sua fé), tem Guevara e alguns outros.
Para o caso de diferenciarmos formas de luta, cada pensador que foi capaz de abalar os alicerces dessa sucessão de comerciais haverá de ser um São Paulo, estamos tomando como exemplo o cristianismo. Marx, Freud, Darwin, para citar três que, a moda de Sansão, puxaram as colunas do grande templo. Existem outros, evidente.
Que diferença existe entre os gladiadores no Coliseu e os prostitutos e prostitutas no BBB? A diferença talvez esteja na expressão prostituta, ou prostituto. O que o vulgo jornalístico classificava de meretrizes e rufiões certamente não merece o epíteto de gladiadores da moderna arena, a tevê em sua forma BBB. Mas de FIESP/DASLU.
É bem mais ampla que o programa em si. Estende a comentários daqueles que lustram botas dos senhores (Arnaldo Jabor. Juka Kfoury, ou por altos salários e presunção de genialidade, ou por torcer pelo Palmeiras).
Tem seu ápice no JORNAL NACIONAL.
A mentira repetida várias vezes até que se transforme em verdade, na constatação de Goebells, o homem que “dirigiu” Hitler.
O “deus” de hoje negocia com juros, armas nucleares, grandes invasões de hordas de anjos e arcanjos chamados mariners e se apropria do suor de cada rosto na invenção da “democracia cristã e ocidental”, que pode ser representada tanto nas prisões do Iraque, ou de Guantánamo, como no coral dos meninos do irmão do papa Bento XVI.
José Roberto Arruda é só um gene deformado que por isso mesmo é expulso do seio da sagrada família. Demóstenes Torres e sua teoria sobre a escravidão ser um item de exportação da economia africana vai para o purgatório.
Como anjo e arcanjos não têm sexo, Ana Maria Braga dá as mãos a Suzana Vieira e exibem a juventude eterna descoberta não nas fontes avidamente buscadas pelo ser, mas nos bisturis/cinzéis dos cirurgiões plásticos.
Descem a Terra em forma de mortais comuns. Seja nos pratos confeccionados por personalidades, ou nos shoppings onde o sangue escorre no desespero do vício das drogas de Álvaro Uribe espalhadas mundo afora.
Tudo com o made in american way life. A nova versão do Éden. O diabo é a versão made in China.
Lúcifer são muitos. Chávez, Evo Morales, Fidel e Raul Castro, Ortega e o dízimo é pago a muitas formas que anjos e arcanjos tomam. Ora em Miami, Edir, o Macedo. Ora no Vaticano, Bento, o XVI. Ora nos tacões que despejam bombas e matam civis.
Basta o arrependimento e o pedido de desculpas para que homens, mulheres e crianças sejam mortos em sacrifício pela democracia cristã e ocidental.
“O que são quinhentas mil crianças mortas de fome por conta do bloqueio norte-americano contra o Iraque”, perguntou um jornalista a secretária de Estado Madeleine Albright? “É o preço a ser pago pela democracia”, resposta que cabe tranquilamente na boca da senhora Clinton. Não faz diferença.
Senhoras e senhores, segundo o senador DEM Demóstenes Torres, citando Gilberto Freyre, “Casa Grande e Senzala”, em texto fora do contexto, “as negras se esfregavam nos senhores brancos”. Não sei se à época Arnaldo Jabor esteve em alguma senzala. Sei que quando pode saiu e saiu lambendo botas.
Os garanhões serviam a baronesas pias e puras nos porões da hipocrisia.
Já não rasteja, anda de quatro, sonha ser bípede. Tem direito a expelir lavas de vômito da acumulação capitalista em sua telinha e num determinado horário, para o gáudio do idiota na definição de William Bonner, o Homer Simpson.
Que marca de cerveja o Homer bebe?
Ah! A dignidade de Zeca do Pagodinho, demônio que atormenta as cercas imaculadas do paraíso e mandou tudo ao espaço Skin, para ir beber sua Brahma.
Que tal o embuste Obama? Teria se esfregado em senhores brancos quando na senzala? Mas quem disse que Obama é negro, ou foi item de exportação da economia africana?
Ali boma yé! É um Lúcifer em forma de vida e amor, até nos tremores. Ou no fogo da chama olímpica.
Não se esqueça que em todos os supermercados existe aquele produto que dispensa esfregação e limpa sozinho, sem falar no que desinfeta sem que você precise usar máscara de escafandrista.
O cheiro fétido de empresários, banqueiros e latifundiários, da classe média amestrada que se esfrega nos donos, fica tudo com perfume tucano/DEM e flores com forma de José Collor Serra Arruda.
Se você prestar atenção, olhar com cuidado, verá que ao fundo das flores existe a sombra de FHC. Aí, nem abelhas chegam, não há pólen a recolher.
São embustes que se desdobram em cópias por todos os cantos.
O direito de venda de terrenos nos céus é exclusivo de Edir, o Macedo. Bento XVI cuida dos corais. E Obama cuida das bombas que limpam e ceifam os demônios.
Constroem o novo Éden. Mas você fica de fora até aprender a rastejar e lamber botas. Jabor vende um curso completo pela tevê GLOBO. Boninho também, no BBB.
William Bonner é o profeta, o que anuncia.
Pague em prestações eternas de suor do seu próprio rosto. E nãos e esqueça da novela das oito.
Chore, chore muito pela dor representada em vários ângulos de um diretor eficiente.
Nas horas vagas jogue vídeo game, aquele que permite a você matar todos os demônios palestinos, venezuelanos, afegãos, iraquianos, os que desafiam o “deus” Wall Street.
Dê a largada assim que o sino bater. Ou o martelo, é indiferente.
Passou pela sua cabeça que AVATAR (um filme vazio segundo José Wilker com um extra no bolso) pudesse perder para GUERRA AO TERROR?
Ora meu caro, vazio, cheio, oco, repleto, AVATAR é a teia da solidariedade. GUERRA AO TERROR é a mensagem do “deus” e seus anjos e arcanjos.
Curve-se, ajoelhe-se e dê graças a esse “deus” pelo “vidro moído” que Gonzaguinha exibe em versos/música que soam plenos mas não ecoam nas cortes celestiais.