sábado, 19 de junho de 2010

Análise crítica da última prova da OAB - Barbet

RECEBI ESTE E-MAIL HOJE E RESOLVI POSTAR AQUI, que sirva de incentivo para aqueles que não passaram na primeira fase do exame da Ordem deste ano, não por falta de competência, mas, talvez por excesso de cobranças sobre quem na verdade ainda está no começo de uma carreira e não no meio sequer no fim. A boa Instituição de Ensino prepara o aluno mas é a prática e as exigências da profissão que o farão melhor. Se existe alguém que precisa ser fiscalizada, punida e até retirada são as faculdades incompetentes que apenas estão interessadas em angariar dinheiro e passam qualquer aluno, sem a mínima exigência de capacidade e excelência. Vamos cortar o mal pela raiz, vamos intervir nesta rede mafiosa de "faculdades" que jogam semestralmente centenas de "bacharéis" em direito completamente despreparados que mal sabem escrever um portugues correto.

"Caros alunos e alunas;
Parabenizo aos que alcançaram a pontuação mínima para a aprovação para a segunda fase! Quem conseguiu, realmente pode se sentir muito, muito, muito orgulhoso. Foi a prova mais difícil de todos os tempos. E, atrevo-me a afirmar: não houve adequação, razoabilidade, e, até, como vi alguns comentando ontem em blogs na internet, teria faltado até mesmo lealdade na seleção dos temas e no modo de arguição dos quesitos. A prova de constitucional foi um absurdo, a questão de contribuição previdenciária em tributário, as questões de processo do trabalho, tutela coletiva na relação de consumo, enfim...
Escrevo para tecer algumas palavras de apoio e tentar confortar a grande maioria, a qual, sei que, infelizmente, não atingirá o índice de aprovação. A prova foi absurdamente difícil. Queria que vocês lessem essas palavras abaixo escrita por mim, direcionada a cada um de vocês, com imenso carinho e profundo sentimento de solidariedade.
Não sei o que passou na cabeça da comissão examinadora; não sei qual propósito eles pretendiam alcançar; qual objetivo; mas, em razão do estilo de prova, do modo como as perguntas foram feitas, permito-me presumir que a intenção não era das melhores. O modo como a prova foi construída permite presumir um dolo direto e objetivo de tentar reprovar a totalidade dos candidatos.
O que é trsite é que, após rumores que a CESPE poderá sair da organização do concurso,e aprovada uma medida "inovadora" de autorizar os alunos de 9º período a fazerem a prova, aumenta-se absurdamente o valor da inscrição, arrecadam-se mundos e fundos de dinheiro, e, fazem uma prova que classifico como covarde,
desleal, legitimando a crença em um objetivo pré-meditado de tentar reprovar os candidatos globalmente.
Indago-me: para quê? Por quê? Qual o objetivo de tanta covardia?
Se a OAB acha que um advogado tem que ter esses conhecimentos para poder atuar na profissão, temos um gravíssimo problema social e institucional: acho que estaríamos sem advogados hoje no mercado...desafio, prestem bem atenção, D-E-S-A-F-I-O, os atuais advogados militantes, a fazerem a prova de ontem...asseguro
a vocês: SERIAM REPROVADOS NA QUASE TOTALIDADE....SERÁ QUE O PRESIDENTE DA OAB PASSARIA NA PROVA DE ONTEM? Se eles, os mais antigos, os experientes, os militantes, não possuem esses conhecimentos, porque que vocês, os que estão chegando, teriam que tê-los?
Amigos, sou mestre em direito, especialista pela FGV, um profundo estudioso, leciono a quase 10 anos, em diferentes cadeiras, modéstia a parte, me considero um acadêmico de preparação e conhecimento acima da média dos meus pares...não sei se eu conseguiria passar na prova...
Ontem, na correção, a expressão dos professores era de assombro...todos se indagando "meu Deus, qual o motivo de se fazer uma prova nesse nível absurdo de dificuldade?". Os próprios advogados/professores sentiram dificuldade para elaborar o gabarito...
Quando se faz uma avaliação, antes de qualquer coisa, há de se perguntar: para que fim estou fazendo essa avaliação? Se avalio um candidato a ser militar, é necessário que ela tenha conhecimentos específico sobre técnicas de guerrilha e exploração espacial? Se avalio um candidato a se apresentar numa cena de dança espanhoila, ele tem que saber dançar frevo, merengue e afoxé? O Exame da Ordem está avaliando bacharéis em direito, os quais buscam apenas a licença para iniciarem sua profissão...não está avaliando ESPECIALSTAS EM DIREITO, JUIZES, PROMOTORES....seuqer está avaliando alguém para que receba do Estado um cargo de Juiz ou Promotor...a avaiação deve ser sempre proporcional ao fim pretendido e buscando adequação ao perfil dos avaliados...se avalio 10 pessoas querendo reprová-las, indagando com profunda compelxidade e malícia as questões,sei que reprovarei a todos. Então pergunto: estou sendo leal? É honesto convocar as pessoas a se habilitarem a fazer o meu concurso , se faço a prova dentro de uma proposta que sei que meus candidatos habilitados não serão hábeis a respondê-los?
Para quê isso?
Quanta covardia...
Amigos, queria dizer a vocês que como advogado, hoje me sinto envergonhado, por estar testemunhando esse nível de atrocidade dentro da minha própria classe...e queria dizer, como professor, que estou muito sofrido e que compartilho a dor de vocês.
Queria pedir a vocês que NÃO ABAIXEM A GUARDA; SOMOS G-U-E-R-R-E-I-R-O-S; POR FAVOR, NÃO DEIXEM QUE UMA COVARDIA TIRE O BRILHO DE SEUS ROSTOS; NÃO PERMITAM QUE PESSOAS MAL INTENCIONADAS PREJUDIQUEM SEUS SONHOS; NÃO SE SINTAM INCAPAZES POR CONTA DESSA ESTÚPIDA PROVA DE ONTEM; ACREDITEM, E QUEM FALA É UM ADVOGADO, MESTRE, ESPECIALISTA, DOUTRINADOR, A MAIORIA DOS JUIZES,PROMOTORES, DEFENSORES, NÃO PASSARIAM NESSA PROVA; NÃO SE SINTAM DESMERECIDOS!!!
Temos que ter a inteligência emocionalde sabermos enfrentar momentos difdícies com maturidade e parcimônia, e , acima de tudo, resginação. Acreditem na justiça de Deus, ela não falha. Vocês que estudaram, se prepararam, se não deu nessa prova, VAMOS EM FRENTE, LEVANTA A CABEÇA E VAMOS DAR A VOLTA POR CIMA! VOCÊS SÃO BONS, MERECEM A APROVAÇÃO, E ELA VIRÁ. SÓ NÃO FOI DESSA VEZ...MAS ELA V-I-R-Á.
Não se deixem abater quando as pessoas lhes olharem e disserem "poxa, não passou?"; NÃO SE DEIXE ABATER! OLHE COM OLHAR DE GUERREIRO, e diga "NÃO DEU, COMO EM MUITAS SITUAÇÕES DA VIDA, MAS FIZ O MEU MELHOR, E NA PRÓXIMA PASSAREI". E vamos recomeçar...
Amigos, é hora de catar os caquinhos...equilibrar a mente...acalmar o espírito...aconhegar o coração e ENCHER ELE DE GARRA!!! PEÇO A VOCÊS GARRA!!! GARRA!!! GARRA!!! VOCÊS SÃO GUERREIROS!!! POR FAVOR, NÃO ABAIXEM A GUARDA!!! SE NÃO DEU NESSA, PERDEMOS UMA BATALHA E NÃO A GUERRA...POR FAVOR, NÃO DESISTA...EU NÃO DESISTIREI DE VOCÊS, EU ACREDITO EM VCS, EU ESTAREI AQUI, POR VOCÊS, PARA VCS, PARA AJUDAR VOCêS...POR FAVOR, NÃO DESISTAM DE SEUS SONHOS!
Não se sinta diminuido por ontem...essa prova, repito, foi covarde...e estou fazendo um comentário técnico...profundamente frio e técnico...
Seria bacana se alguém tivesse acesso à Globo e conseguisse patrocinar uma matéria aonde essa prova fosse levada a juizes, promotores, defensores, delegados, e o repórter indagasse de plano e de surpresa "responde essa questão para mim, qual é o gabarito?". Vocês iam ver que raríssimos acertariam...duvido que fariam 50 pontos...falo isso para mostrar a vocês que VOCÊS NÃO SÃO RUINS...não!!! Levante sua auto-estima! Não deixe de ter orgulho de você! Goste de você! Continue acreditando em você! EU ACREDITO EM VOCÊ!
Amigos, foi uma ducha de água fria para todo mundo...para nós professores também...vivemos por esse momento...vivemos pela alegra de vocês...nos doamos de alma, de coração, por vocês...e quando vcs passam, é como se fosse cada um de nós...vibramos como se fosse no dia da nossa aprovação...e sei que vocês sabem o qaunto essas palavras são sinceras...
Ontem quando as mensagens começaram a chegar, especialmente de vários dos meus MELHORES ALUNOS, dizendo que não passaram, chorei...chorei...só parei quando meu pequenino filho Pedrinho, de 3 anos, falou "papai, não chora...", e me deu um sorriso lindo, me abraçou, e ali minha ficha caiu que a vida segue,é linda, vale a pena, é muito mais e muito maior que uma reprovação...especialmente quando somos vítimas de uma covardia...pensem nos seus "pedrinhos"...pensem que ainda temos uma vida inteira pela frente...que em Outubro estaremos juntos de novo...e subiremos no ringue de novo...e faremos o nosso melhor! E na hora certa, Papai do Céu nos propiciará os louros da conquista! POR FAVOR, NÃO DESANIMEM! LEVANTEM A CABEÇA, ENCHAM O PEITO DE GARRA, DE VONTADE E FOME DE APROVAÇÃO, E VAMOS RECOMEÇAR!
A VIDA CONTINUA, NÃO ADIANTA CHORAR, NÃO SE DEIXEM ABATER! TEMOS QUE RECOMEÇAR...NA VIDA É ASSIM ...INFELIZMENTE, EM CERTOS MOMENTOS, SOMOS ABATIDOS...MAS, LEMBREM-SE DA FRASE QUE SEMPRE CITO: GUEREIROS NÃO SÃO OS QUE NÃO CAEM, POIS SOMOS HUMANOS, TODOS CAIREMOS...GUERREIROS SÃO OS QUE SE LEVANTAM...LEVANTE! VAMOS, LEVANTE! LEVANTE! VOCÊ É UM G-U-E-R-R-E-I-R-O (A)!!!
Fiquem com Deus,
Contem sempre comigo,
Beijo no coração"!

Publicado por: Pedro Barretto,Superman da OAB

segunda-feira, 14 de junho de 2010

FUTEBOL E POLÍTICA - Laerte Braga

Leônidas da Selva dirigiu-se a Zizinho, mestre Ziza, no intervalo do jogo Brasil e Peru, em Lima, 1957 e pediu por favor que “seo Zizinho não adianta mandar bola limpa, não sou o da Silva, mas o da Selva, mande no meio da boleira que faço o gol”. Dito e feito.
O conselheiro Roberto Freire (12 mil reais por mês numa boquinha em São Paulo para ajudar José Arruda Serra, isso à míngua de votos em seu estado, Pernambuco), deve ter assistido a alguns documentários sobre a Alemanha nazista e estudado os jeitos e trejeitos de Hitler para repetir no programa de seu latifúndio, o PPS.
Aquele negócio de vira de lado, olha por cima faz de conta que é líder de alguma coisa, todo o momento lembra o ditador alemão.
Em 1989, candidato a presidente da República, perguntado por um empresário sobre as privatizações, se contra ou a favor, disse que antes de privatizar empresas “é preciso desprivatizar o Estado brasileiro”. Mudou de idéia do dia para a noite. Canto da sereia FHC.
Fim melancólico o do todo poderoso Galvão Bueno. Ao som de vuvuzelas o narrador da GLOBO não consegue emplacar nem grito de gol afinado. Casagrande salva a cobertura da rede de mentiras nesta Copa do Mundo.
O canais a cabo do sistema GLOBO, a despeito de bons jornalistas, foram vítimas da tecnologia. Não importa se a bola entrou ou não, importa o lance, o slow motion, o detalhe, o ângulo. E depois criticam Parreira quando o técnico que afirma que “gol é detalhe”.
Para cada meio lance, o sujeito bate a falta e antes da bola chegar onde deve, o locutor anuncia que no intervalo o telespectador vai poder acompanhar toda a trajetória da bola e perceber os nuances tecnológicos com não sei quantas câmeras.
Não é de graça esse trem. É que a FIFA já está montando o esquema de um novo jogo para games semelhante ao real e a propaganda vai sendo feita assim.

Amanhã é dia de Dunga. Difícil criticar o técnico. Ser turrão não é defeito à medida que não ofende ninguém. Está na sua e chama a si todas as responsabilidades. Pronto. De fato, pelo menos até agora, os privilégios de entrevistas exclusivas estão cortados.
Treino secreto? Aí sim. Feola quando queria confundir a imprensa, ou os observadores de outras seleções colocava o zagueiro no gol, o centro avante de zagueiro e assim por diante.
Se Pelé é um mau caráter tremendo, Maradona é um babaca clássico com suas peripécias para chamar a atenção. Se a Argentina vencer a Copa vai proclamar-se vencedor. Se perder, o problema não é dele. Emprestou sua barba e toda aquela empáfia para vender o produto. Não contava com a mordida do cachorro.
A reação de funcionários de um dos estádios da Copa a atraso no pagamento dos salários e depois pagamento de parte apenas não tem nada a ver com o governo da África do Sul. Mas com a privatização do futebol.
Entregam tudo a empresas e os caras faturam milhões sem pagar mil réis. Não é diferente no Brasil. Aqui tem gente que trabalha de graça na ilusão de ganhar um autógrafo de Robinho, o bocó.
Falar nisso, uma Associação Paraguaia de Pastores Evangélicos divulgou uma nota acusando a FIFA de incitar a violência ao proibir que jogadores comemorem os seus gols mostrando a camisa religiosa que vestem por baixo da outra, a da seleção.
Na equipe brasileira alguns jogadores fizeram chegar a Dunga que não estavam agüentando a pressão de atletas evangélicos e do assistente técnico Jorginho para “aceitar Jesus” não coração e vestirem a tal camisa. Devem ter procuração para negociar Jesus no coração. Tem a conversão e um jabaculê para mostrar a camisa.
No caso do Paraguai é que tinham pago um adiantamento a jogadores para exibir as camisas. Com a proibição ficam no prejuízo.
Com o desenrolar dos primeiro jogos fica claro que o Brasil tem time para disputar a Copa, independente de meia dúzia de bocós. Pelé é um bocó e nem por isso deixa de ser o melhor jogador de futebol de todos os tempos.
Já Roberto Freire não tem jeito, é irrecuperável. Caráter quando o sujeito perde é o diabo para achar e a penitência é tão dura que ele vai preferir continuar conselheiro. É um dos mais asquerosos políticos brasileiros. Não pelo que pensa, mas pelo que leva para pensar.
Esse é o problema.
O falecido deputado Luís Eduardo Magalhães, filho de ACM, costumava dizer que “prefiro negociar com esquerda esquerda que esses dissimulados. São traiçoeiros, parecem uma coisa e são outra”. Caso de Roberto Freire, o ex-honesto.
O que o candidato José Arruda Serra se esqueceu de dizer sobre o negócio de não descer ou cair de pára quedas é que desce com um batalhão inteiro. Desde seu pai político, FHC, inventou a peça, o homem desce made in USA. É onde está a filha, onde o primo faz depósitos fantásticos em bancos de todo o mundo, isso falido. Imagine se tivesse dinheiro.
Se Roberto Freire causa asco, Arruda Serra é repugnante, mais ou menos a mesma coisa.
O bom era Garrincha. Deu o rádio que comprara na Suécia para o Newton Santos. “Essa porcaria só fala sueco”.
Foi cuidar de loiras e pelo jeito cuidou bem, pois deixou um filho por lá. Ou cuidou mal, sei lá. Se Garrincha fosse norte-americano a CIA ia dizer que era um complô para gerar um outro Garrincha e roubar a patente dos donos do mundo.
Barack Obama está, agora, se dando conta que é preciso informar aos cidadãos do conglomerado que preside que o vazamento de petróleo da British vai durar anos destruindo o meio ambiente e pode chegar a outros países num prejuízo sem tamanho.
Os principais movimentos ambientais do mundo, incluindo o Greenpace, estão de boca fechada, ou em tímidos protestos. É que estão no bolso das companhias petrolíferas. Defender a preservação do meio-ambiente dá dinheiro, que o diga Marina da Silva. Joga fora uma história ao se cercar de empresários que devastam a Amazônia.
Mas como é Copa do Mundo a GLOBO não precisa ficar mostrando os horrores desse “acidente”, nem suas conseqüências absolutas. Pode reduzir tudo à tecnologia de vários ângulos para que possa enxergar melhor o gol.
O detalhe acaba sendo mais importante que o fato em si. É o fascínio da tecnologia sem sentido e que não leva a lugar nenhum, exceto ao caráter de espetáculo da sociedade.
A FOLHA DE SÃO PAULO, braço do PSDB paulista mostra em matéria de domingo que empresários estrangeiros e paulistas pagam até cinco mil euros por mês por garotas de programa. O ponto preferido dessas moças é a DASLU. Não podia ser outro.
São dois os aspectos da agressão do deputado Nelson Tradd, do PMDB de Minas, em cima de uma jornalista do CQC. Primeiro a irresponsabilidade do deputado em assinar um documento sem ler. Segundo o programa, em si, tentar desmoralizar um trabalho social, Bolsa Família, com um escracho Bolsa Cachaça.
CQC, PÂNICO e CASSETA E PLANETA são programas bem elaborados pelo modelo para dar a impressão de crítica, liberdade de imprensa, etc, mas com alvo certo, agem por dentro, na tentativa de desmoralizar o governo Lula. Não têm independência alguma.
Se o Bolsa Família é solução ou não é outra história, mas os jornais, inclusive a grande mídia, ligada a Arruda Serra afirma que a pobreza vai diminuir pela metade no Brasil até 2014.
Esse negócio de nordestino comer, de gente do norte ir à escola, de cidadãos do Pantanal ganhar um pouco de dignidade, isso assusta a elite FIESP/DASLU, falida em todos os sentidos, principalmente o moral.
Ora pô, o cara gasta cinco mil euros com uma garota de programa por mês e o Bolsa Família é o culpado?
Isso está cheirando a primeira fila dos programas de auditório da GLOBO e concorrentes.
Por que os caras desses programas não perguntam a esses empresários o por que do “negócio”?
Perdem o patrocínio. São caras de pau, mas não rasgam dinheiro, pelo contrário. Sabem de onde sai.
O deputado, o tal Nelson Tradd é uma besta, tudo bem, vem aí a eleição e é só não votar no cara, mas a televisão!
Quem sabe a GLOBO esse ano para diversificar não faz a “CARAVANA BBB”, ao invés da CARAVANA DA CIDADANIA? A audiência vai ser maior, a pornografia fica explícita, não precisa disfarces. Pedro Bial e Miriam Leitão quem sabe?
No fim é só dizer que o Irã é culpado, que Chávez é o responsável, que Evo Morales é traficante, ou ajuda o tráfico e na hora que chegar em New York tirar os sapatos para a revista, mesmo sendo agente dos caras.
É por aí.
Já o vazamento de petróleo... Ah! Esse quanto menos falar melhor, para eles evidente.

[Carta O BERRO] Os donos do sistema (conheça melhor o sionismo) - Vanderley - Revista

De onde nasce a impunidade de Israel

(IAR Noticias) Junio-2010
A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses não se gesta por medo de Israel, senão por medo do que representa o Estado judeu. Israel é o símbolo mais emblemático, a pátria territorial do sionismo capitalista que controla o mundo sem fronteiras desde os diretórios dos bancos e corporações transnacionais. Israel, basicamente, é a representação nacional de um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econômico-produtivos. O que controla o planeta desde os bancos centrais, as grandes cadeias midiáticas e os arsenais nucleares militares.
Por Manuel Freytas (*)
manuefreytas@iarnoticias.com
A) O poder oculto
Israel é a mais clara referência geográfica do sistema capitalista transnacionalizado que controle desde governos até sistemas econômicos produtivos e grandes meios de comunicação, tanto nos países centrais como no mundo subdesenvolvido e periférico.
O Estado judeu, mais além de sua incidência como Nação, é o símbolo mais representativo de um poder mundial controlado em seus resortes decisivos por grupos minoritários de origem judia e conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e midiáticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.
Com uma população ao redor de 7,35 milhões de habitantes, Israel é o único estado judeu do mundo.
Porém, quando falamos de Israel, falamos (por extensão) da referência mais significante de um sistema capitalista globalizado que controla governos, países, sistemas econômicos produtivos, bancos centrais, centros financeiros, arsenais nucleares e complexos militares industriais.
Quando falamos de Israel, falamos antes de mais nada de um desenho estratégico de poder mundial que o protege, interativo e totalizado, que se concretiza mediante uma rede infinita de associações e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de serviços que converte aos países e governos em gerências de enclave.
O lobby sionista que sustenta e legitima a existência de Israel, não é um Estado no distante Oriente Médio, senão um sistema de poder econômico planetário (o sistema capitalista) de bancos e corporações transnacionais com judeus dominando a maioria dos pacotes acionários ou hegemonizando as decisões gerenciais desde postos diretivos e executivos.
Quem se der ao trabalho de investigar o nome dos integrantes dos diretórios ou dos acionistas das grandes corporações e bancos transnacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas econômicos produtivos dos países, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poderá facilmente comprovar que (em uma importante maioria) são de origem judia.
As direções e acionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam o índice Dow Jones de Wall Street, são em sua maioria de origem judia.
Megacorporações do capitalismo sem fronteiras como: Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Cola, Dupont, Exxon Mobil (petroleira), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon, são controladas e/ou gerenciadas por capitais e pessoas de origem judia.
Estas corporações representam o creme do creme dos grandes consórcios transnacional judeu sionista que, através do lobby exercido pelas embaixadas estadunidenses e européias, ditam e condicionam a política mundial e o comportamento dos governos, exércitos, ou instituições mundiais oficiais ou privadas.
São os amos invisíveis do planeta: os que manejam os países e presidentes por controle remoto, como se fossem títeres de última geração.
Quem investigue com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicação, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizações sociais, fundações, organizações profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, vai se surpreender com a notável incidência de pessoas de origem judia em seus mais altos níveis de decisão.

As três principais cadeias televisivas dos EEUU (CNN, ABC, NBC y Fox), os três principais diários (The Wall Street Journal, The New York Times y The Washington Post) estão controlados e gerenciados (através de pacotes acionistas ou de famílias) por grupos do lobby judeu, principalmente novayorquino.

Da mesma forma as três mais influentes revistas (Newsweek, Time y The New Yorker), e consórcios hegemônicos da Internet como Time-Warner (fundidos com América on Line) o Yahoo, estão controlados por gerenciamento e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colossos do cinema como Hollywood e do espetáculo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, formam parte desta rede interativa do capital sionista imperialista.

A concentração do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas pelo capital sionista, em uma proporção aplastante, possibilita decisões planetárias de todo o tipo, na economia, na sociedade, na vida política, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definido da globalização imposta pelo poder mundial do sistema capitalista imperial.

O objetivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado é o controle e o domínio (por meio de guerras de conquista ou de "sistemas democráticos") de recursos naturais e sistemas econômico-produtivos, em um sistema que seus defensores e teóricos chamam "políticas de mercado".

O capitalismo transnacional, em escala global, é o dono dos estados e de seus recursos e sistemas econômico-produtivos, não somente do mundo dependente, senão também dos países capitalistas centrais.

Portanto, os governos dependentes e centrais são gerencias de enclave (pela esquerda ou direita) que, com variantes discursivas executam o mesmo programa econômico e as mesmas linhas estratégicas de controle político e social.

Este capitalismo transnacional "sem fronteiras" do lobby sionista que sustenta o Estado de Israel se assenta em dois pilares fundamentais: a especulação financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street) e a tecnologia militar-industrial de última geração (cuja máxima de desenvolvimento se concentra no Complexo Militar Industrial dos EEUU).

O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controle desde governos, exércitos, polícias, estruturas econômicos produtivas, sistemas financeiros, sistemas políticos, estruturas tecnológicas e científicas, estruturas socioculturais, estruturas midiáticas internacionais, até o poder de polícia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparatos de deslocamento militar dos EEUU e das potências centrais.

A esse poder, e não ao Estado de Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam diariamente os genocídios de Israel no Meio Oriente temerosos de ficarem sepultados em vida, sob a lápide do "anti-semitismo".

B) O lobby imperial

O lobby sionista pró-israelense, a rede de poder oculto que controla a Casa Branca, o Pentágono e a Reserva Federal não rezam nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para não confundir a religião com o mito e com o negócio.

Quando se referem ao lobby sionista (ao que denominam de lobby pró-israel) a maioria dos expertos e analistas falam de um grupo de funcionários e tecnocratas, em cujas mãos está o desenho e a execução da política militar norte-americana.

A este lobby de pressão se atribui o objetivo estratégico permanente de impor a agenda militar e os interesses políticos e geopolíticos do governo e do Estado de Israel na política exterior dos EEUU.

Como definição, o lobby pró-israel é uma gigantesca maquinaria de pressão econômica e política que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pentágono, Departamento de Estado, CIA e agências da comunidade de inteligência, entre os mais importantes.

Por meio da utilização de seu poder financeiro, de sua estratégica posição nos centros de decisão, os grupos financeiros do lobby exercem influência decisiva na política interna e externa dos EEUU, a primeira potência imperial, além de seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

A nível imperial, o poder financeiro do lobby se expressa principalmente por mio da Reserva Federal dos EEUU, um organismo chave para a concentração e reprodução do capital especulativo a nível planetário.

O coração do lobby sionista estadunidense é o poderoso setor financeiro de Wall Street que tem direta implicação e participação na nomeação de funcionários chaves do governo dos EEUU e dos órgãos de controle da política monetária e instituições creditícias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

Os organismos econômicos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, estão sob o controle direto dos bancos centrais e dos governos dos EEUU e das potências controladas pelo lobby sionista internacional (Grã Bretanha, Alemanha, França, Japão, entre as mais relevantes).

Organizações e alianças internacionais como a ONU, o Conselho de Segurança e a OTAN estão controladas pelo eixo sionista USA-União Européia, cujas potências centrais são as que garantem a impunidade dos extermínios militares de Israel no Meio Oriente, como sucedeu com o último massacre de ativistas solidários com o povo de Gaza.

As principais instituições do lobby (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brother, etc.) e os principais bancos (Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc.) influem decisivamente para a nomeação dos titulares da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, ademais dos diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

C) O mito do "anti-semitismo"

É este fenômeno de "poder capitalista mundial judeu", e não a Israel, que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que evitam tremulamente condenar ou nomear os periódicos genocídios militares de Israel em Gaza, repetindo o que já fizeram durante o massacre israelense no Líbano em 2006.

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses não se gesta por medo do Estado de Israel, senão por medo do que representa o Estado de Israel.

Não se trata de Israel, um Estado sionista a mais, senão do "Grande Israel", a pátria do judaísmo mundial (com território roubado dos palestinos), da qual todos os judeus do mundo s sentem seus filhos pródigos dispersos pelo mundo.

Não se trata de Israel, senão das poderosas organizações e comunidades judias mundiais que apoiaram em bloco o genocídio militar de Israel em Gaza, que utilizam seu poder e "escala de prestígio" (construída mediante sua vitimização histórica com o Holocausto) para converter em um leproso social aquele que se atreva a criticar ou levantar a voz contra o extermínio militar israelense em Gaza.

Os governos do mundo capitalista, os jornalistas, intelectuais, organizações sindicais e sociais não tem Israel, senão a sua lapidação social como "antizímica" (mote que se lhe outorga ao que enfrenta /ou denuncia o sionismo judeu.

Não temem o Estado de Israel, senão aos filhos de Israel camuflados nos grandes centros de decisão do poder mundial, sobretudo econômico-financeiros e midiático-culturais.

Os políticos, intelectuais e jornalistas do sistema não temem Israel, senão que temem aos meios de comunicação, organizações e empresas judias, e sua influência sobre os governos e processos econômico-culturais do sistema capitalista sionista apoiados por todos os países em escala planetária.

Definitivamente, temem que as empresas, as universidades, as organizações e as fundações internacionais sionistas que financiam e/ou promovem suas ascensões e postos na maquinaria do sistema os declarem "antisemíticas" e os deixem sem trabalho, sem férias e sem aposentadorias.

Essa é a causa principal que explica porque os intelectuais, acadêmicos e jornalistas do sistema vivem elucubrando sérias análises da "realidade" política, econômica e social sem a presença da palavra judeu o do sistema capitalista que paga por seus serviços.

Se bem que há um grupo de intelectuais e de militantes judeus de esquerda (dentre eles Chomsky e Gelamn, entre outros) que condenarão e protestaram contra o genocídio israelense em Gaza, a maioria considerável das comunidades e organizações judias em escala planetária apoiou explicitamente o massacre de civis em Gaza argumentando que se tratava de uma "guerra contra o terrorismo".

Apesar de que Israel não invadiu nem perpetrou um genocídio militar em Gaza com a religião judia, senão com aviões F-16, bombas de racimo, helicópteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estratégia e um plano de extermínio militar em grande escala, quem questione esse massacre é condenado por "anti-semita" pelo poder judeu mundial distribuído pelo mundo.

Apesar de que o lobby judeu sionista que controla Israel, tanto como a Casa Branca, o Tesouro e a Reserva Federal dos EEUU não rezam nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street, aquele que critique é alcunhado de imediato como "anti-semita" ou "nazi" pelas estruturas midiáticas e culturais controladas pelo poder judeu mundial.

As campanhas de denúncia de anti-semitismo com as quais Israel e as organizações judias buscam neutralizar as críticas contra o massacre, abordam a questão como se o sionismo judeu (sustentáculo do Estado de Israel) fosse uma questão "racial" ou religiosa, e não um sistema de domínio imperial que abarca interativamente o plano econômico, político, social e cultural, superando a questão da raça ou das crenças religiosas.

O lobby sionista não controla o mundo com a religião: o maneja com bancos, transnacionais, hegemonia sobre os sistemas econômico-produtivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipulação mundial, o manejo dos valores sociais através da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado pelos meios de comunicação

En definitiva, el lobby judío no representa a ninguna sinagoga ni expresión racial, sino que es la estructura que maneja el poder mundial a través del control sobre los centros económicos-financieros y de decisión estratégica del sistema capitalista expandido como civilización "única".

Antes que por sua religião e raça, o lobby sionista e suas redes se movem por uma ideologia política funcional: o sionismo capitalista-imperial que antepõe o mercado, a concentração de riqueza, a "política de negócios", a qualquer filosofia que roce nas noções do "bem" ou do "mal" entendidos dentro de parâmetros sociais.

Então: De que falam quando falam de "anti-semitismo" ou de "anti-judaísmo religioso? Em que parâmetros referenciais se baseiam a condição de "anti-semita"? Quem é anti-semita? Quem critica os judeus por sua religião ou por sua raça nas sociedades do mundo?

Em síntese, aos judeus, como está provado na realidade social de qualquer país, não se os critica pro sua religião ou condição racial, senão pelo seu apego excessivo ao status do dinheiro (também cultivado por outras coletividades) e por integrar estruturas ou hierarquias de poder dentro de um sistema injusto de opressão e de exploração do homem pelo homem, como é o sistema capitalista.

Exceto os grupos minoritários de fanáticos e racistas que só representam a si mesmo, nas sociedades (salvo o nazismo alemão e algumas exceções) quase nunca houve "perseguição religiosa ou racial" do judeu, senão que houve uma associação do judeu com a "pior cara do capitalismo", representada no sistema econômico-financeiro especulativo.

Em resumo:

O lobby sionista que protege o Estado de Israel (pela "direita" e pela "esquerda") está conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e midiáticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.

Suas redes se expressam através de uma multiplicidade de organizações dedicadas a promover o atual modelo global, entre as quais se encontram principalmente: The Hudson Institute, The RAND Corporation, The Brookings Institution, The Trilateral Commission, The World Economic Forum, Aspen Institute, American Enterprise Institute, Deutsche Gesellschaft für Auswärtigen Politik, Bilderberg Group, Cato Institute, Tavestock institute, e a Carnegie Endowment for International Peace, entre outras.

Todos estes think tanks ou "bancos de cérebros" reúnem os melhores tecnocratas, cientistas e estudiosos em seus respectivos campos, egressos das universidades dos EEUU, Europa e todo o resto do mundo.

O lobby não responde somente ao Estado de Israel (como afirmam os analistas da "cara direitista" dos neocons) senão a um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econômico- produtivos.

O lobby não somente está na Casa Branca, senão que abarca todos os níveis das operações do capitalismo em escala transnacional, cujo desenho estratégico está na cabeça dos grandes charmans e executivos de bancos e consórcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e repartem o planeta como se fosse um pastel.

Nem a esquerda, nem a direita partidária falam deste poder "totalizado" pela sensível razão de que ambas estão fundidas (a modo de alternativas falsamente enfrentadas) aos programas e estratégias do capitalismo transnacional que controla o planeta.

Portanto, e enquanto não se articule um novo sistema de compreensão estratégica (uma "terceira posição" revolucionária do saber e do conhecimento) o poder mundial que controla o planeta seguirá perpetuando-se nas falsas opções de "esquerda" e "direita".

E o lobby judeu de "direita" dos republicanos conservadores seguirá sucedendo ao lobby judeu "de esquerda" dos democratas liberais em uma continuidade estratégica com as mesmas linhas reatoras do Império sionista mundial.

E os massacres do Estado de Israel seguirão, como até agora, impunes e protegidos pelas estruturas do sistema de poder mundial sionista capitalista que o considera como sua "pátria territorial"

Y las masacres del Estado de Israel seguirán, como hasta ahora, impunes y protegidas por las estructuras del sistema de poder mundial sionista capitalista que lo considera como su "patria territorial".

---------------------------------------------------------------------

(*) Manuel Freytas es periodista, investigador, analista de estructuras del poder, especialista en inteligencia y comunicación estratégica. Es uno de los autores más difundidos y referenciados en la Web.
Ver sus trabajos en Google y en IAR Noticias
Trad. Vera Vassouras
Nota: Há, no entanto, um terceiro pilar de sustentação no plano místico/psicológico e religioso: a falsa ruptura entre os assassinos de cristo e os que dizem falar em seu nome, com apoio explícito dos últimos e a institucionalização do judaísmo como propaganda da tortura e do assassinato. Crucifixos, evangelização e roubo de dinheiro e da sanidade dos povos submetidos à hegemonia pseudo-religiosa. Além disso, a permissiva imbecilização dos povos, como cordeiros imolados nos altares dos holocaustos diários, uma aberração chamado estado constitucionalmente organizado em nome do "deus" judaico-cristão, de direito. E de fato.

GLOBO - A CENTRAL DE MENTIRAS - Laerte Braga

A edição de sábado do JORNAL NACIONAL – O DA MENTIRA – foi um primor de desinformação, distorção de notícias e fatos para atender a interesses do grupo e àqueles a que representa. É prática rotineira na emissora.
Num dado momento da edição, com o ar de sério, seriedade que não tem, o jornalista Alexandre Garcia, começou a falar do dossiê “supostamente” atribuído a setores da campanha de Dilma Roussef e contra o candidato tucano José Arruda Serra.
Para não enfiar a emissora no bolo e aparentar inocência na história, repercutiu a matéria de capa da revista VEJA sobre o assunto. VEJA é aquela que pegou mais de 400 milhões de reais em contratos com o governo de São Paulo – José Arruda Serra – sem licitação e num favorecimento escandaloso, com, lógico, um percentual para o caixa de campanha do tucano.

É aquela também que quando não conseguiram culpar o governo Lula pela queda do avião da TAM (os defeitos eram no reverso e numa das turbinas por falta de manutenção da empresa), estampou numa capa que “a culpa foi do piloto”. O plano para privatização de aeroportos começou a dar com os burros n’água por ali.
Que acha que a flotilha que foi levar ajuda humanitária a palestinos sitiados em Gaza pelo governo terrorista de Israel foi provocação. Posição também da GLOBO.
Quando Alexandre Garcia, ex-funcionário do Banco do Brasil, do antigo SNI e do Gabinete Militar da presidência da República, demitido por assédio sexual, governo Figueiredo, mostrou os “fatos” relacionados ao dossiê, esqueceu-se de dizer que o jornalista do ESTADO DE MINAS é ligado ao ex-governador Aécio Neves e que a imensa e esmagadora maioria da mídia já havia ligado o dossiê a Aécio.
Toda a trajetória totalitária, corrupta e venal de José Arruda Serra foi levantada a pedido do governador de Minas, então disputando a indicação presidencial com o tucano paulista, quando tomou conhecimento que Arruda Serra havia preparado um dossiê contra ele.
Uma espécie de legítima defesa, digamos assim, num ambiente fétido, o tucanato. Disputa pela chefia da quadrilha.
Para não perder a viagem, envolveram um delegado corrupto e aposentado da Polícia Federal, que fala qualquer coisa por dinheiro, atribuindo a responsabilidade a Dilma Roussef e ao seu partido.
É prática corriqueira da GLOBO, vem desde os tempos de Collor de Mello quando editaram o último debate entre o alagoano e Lula. Ou ainda, nos tempos da ditadura, quando omitiu a campanha para as diretas já, quando encobriu a tortura e foi parte dela na cumplicidade ativa de vender um Brasil maravilhoso quando o País estava à matroca em mãos de militares irresponsáveis e criminosos.
Ou quando foi fundada, há 45 anos, como braço de Washington com o propósito de vender a ideologia disneylândia que hoje, se sabe, chega até a prostituição (Operação Harém da Polícia Federal), seja no BBB, seja nas “moças” contratadas por laranjas para dançarem literalmente, em todos os sentidos, com direito a cachê/michê de 20 mil reais, depende da estatura dentro da emissora e do cliente.
Toda a farsa do dossiê já havia sido contada de “a” a “z” pelo jornalista Luís Nassif em seu portal. Todo o esquema de disputa entre Arruda Serra e Aécio é público e notório desde que o funcionário de Arruda Serra, Juka Kfoury, pegou Aécio no contrapé.
A GLOBO ignorou, deliberadamente, todos os fatos.
Um pouco antes de dar um trato mentiroso no tal dossiê foi divulgada uma pesquisa do antigo IBOPE (hoje GLOBOPE), onde Dilma e Serra aparecem empatados na magia de fabricar números, sabe-se que a realidade é diferente, Arruda Serra está em queda e Dilma em ascensão e nem tocaram no fato que dentre os candidatos o tucano é o mais rejeitado pelos eleitores ouvidos. Mostraram na telinha, mas não comentaram.
Quando pegos na mentira e na farsa, práticas comuns e corriqueiras ali, sacam da pasta de canalhice a tal liberdade de expressão. Deve ter outro sentido para eles. Liberdade de mentir, de falsear, de enganar, de ludibriar e de contratar dançarinas para “ajudar” nos “negócios” com clientes promissores.
Tipo sabão OMO, lavou está pronto para outra.
Canalhice pura.
A legislação brasileira propicia a esse tipo de imprensa marrom, venal, que o direito de resposta seja um fato raro, por conta da lentidão do poder Judiciário, sem falar que a GLOBO tem em mãos muitos dos ministros de tribunais regionais e superiores e nada contra ela anda.
Praticam o crime, a rigor, de forma impune.
A GLOBO é isso e até as eleições de outubro fatos assim serão comuns, todos revestidos de preocupação democrática da rede em todos os seus tentáculos. Jornais, rádios e tevês.
Existe para isso e por isso. Daí porque abriga gente tipo Alexandre Garcia, William Bonner, Lúcia Hipólito, Miriam Leitão, paladinos da sem vergonhice jornalística.
E traveste-se de defensora da democracia e dos valores cristãos e ocidentais, desde que as faturas sejam pagas em dia e os favores e ilicitudes permaneçam encobertos e protegidos às vezes, muitas vezes, pelos encarregados de zelar pela lei.
A edição de sábado foi um primor de mentira, de desrespeito ao telespectador, por isso o rotulam de idiota, apostam nessa característica e contam que enquanto a turma está ali para esperar a novela das oito, de quebra, levam a informação mentirosa.
A GLOBO é outro câncer, como VEJA, não há nada de liberdade de expressão em seu caminho.
Só mentira e empulhação.

OPERAÇÃO HARÉM - A FÁBRICA DE DOSSIÊS - Laerte Braga

Detalhes de uma operação da Polícia Federal revelando um esquema de prostituição entre dançarinas, atrizes e aliciadores no meio televisivo foram divulgados nesta semana por alguns veículos da mídia. A notícia fala em “programas” que chegam a custar 20 mil reais, mais as despesas em caso de viagens. A FOLHA DE SÃO PAULO chegou a publicar extensa matéria sobre o assunto em sua edição de domingo, 30 de maio.
Sem qualquer ironia, Geraldo Jonk, no interior do Mato Grosso ouviu um barulho estranho durante uma pescaria em família e não pensou duas vezes. Pegou sua espingarda e disparou. Matou Edersila Jonk, sua mulher. A explicação foi singela. Pensou que o barulho fosse de onça.
O esquema desmontado pela Polícia Federal envolve modelos, dançarinas e atrizes. A operação envolve dois aliciadores, até agora os nomes públicos, foi descoberta através de escutas e tinha o nome de “FAMOSAS DA TEVÊ”. Muitas delas capas de revistas. A PF dispõe dos nomes dos clientes. Políticos, empresários e jogadores de futebol. Uma famosa assistente de palco de uma emissora de tevê, numa das conversas, relata que ganhou 10 mil reais num programa.
Uma das ligações mostra um governador interessado numa das “mercadorias”, uma dançarina de um programa. Não foi atendido, pois a moça, naquele momento estava namorando um “playboyzinho”. Outras opções lhe foram oferecidas.
As investigações indicam que as mulheres mais famosas exigem programas em hotéis de alto luxo, determinam a posição da relação sexual para o “negócio.” Um resort na República Dominicana chegou a criar um manual de conduta para as brasileiras que freqüentam o local.

Collor de Mello, quando presidente, fez saber a um figurão da GLOBO que tinha interesse em um “programa” com determinada atriz, à época em voga, estrelando novelas e outras coisas mais. A moça a princípio resistiu, depois aceitou. Encontraram-se num helicóptero da FAB em Brasília.

Sérgio Naya era um dos clientes mais assíduos das “meninas da GLOBO”. Como tinha um hotel em Miami o custo para ele era mais baixo. Num desentendimento de outros “negócios” com a rede, entrou em desgraça e quando da queda de edifícios de sua empreiteira foi fustigado pela rede todos os dias durante algum tempo. É que deixara umas faturas em aberto. Não fora isso era bem capaz do JORNAL NACIONAL atribuir a culpa ao vento e VEJA sair com capa dizendo que “os pedreiros foram os culpados”.

De um modo geral a GLOBO coloca nas primeiras filas dos programas de auditórios candidatas a atrizes ou a dançarinas. Quando se negam a aceitar intermediar um “negócio” qualquer com um cliente em potencial não voltam mais. É claro que isso não está escrito em nenhum contrato, mas qualquer empresário FIESP/DASLU sabe disso.

Ascensões rápidas na rede costumam ser sinal de aquiescência ao esquema. Claro e óbvio que a rede usa laranjas. Mas um negócio que rende 20 mil reais a uma dançarina, ou a uma modelo, ou a uma ex BBB (uma delas estava com cachê de liquidação, dois mil reais), pode resultar num contrato publicitário com a rede de milhões. Depende de deixar o cliente potencial em estado de graça.

Quando a GLOBO foi buscar Xuxa na extinta MANCHETE, a apresentadora declarou a jornalistas que deixava a antiga emissora com pesar. Tinha, segundo ela, um carinho muito grande por Adolfo Bloch, que a colocava no colo todas as vezes que iam renovar o contrato.

Xuxa foi uma espécie de ministra da educação de uma pelo menos geração de crianças brasileiras. Ana Maria Braga deve fazer um esforço tremendo para conseguir andar em duas pernas, a tendência é cair de quatro e vende a donas de casa da ideologia da cozinha todas as manhãs.

É desnecessário falar do Big Brother Brasil. Só o registro que é um programa mundial, apresentado em vários países e que na Colômbia, por exemplo, numa de suas edições, teve participação do presidente/traficante Álvaro Uribe.

Inventaram a profissão de ex-BBB.

A queda na circulação dos chamados grandes jornais, das revistas nacionais ensejou o aparecimento de jornais de segunda categoria onde a capa é sempre um “objeto” mulher e os títulos retratam o modelo, como há dias num desses, na primeira página – “Poliça invade a Coréia e deixa nove na horizontal”. A glorificação do BOPE, a estupidez oficializada, qualquer que seja o nome que tenha, nos vários estados brasileiros, a violência somada a baixaria.

Simone de Beuvoir não falou da condição da mulher imaginando que o capitalismo fosse se apropriar desse espírito de liberdade que é inerente ao sujeito, ao ser e se atira na percepção do outro à idéia de um mundo construído no amor e no respeito primeiro por si, para que se possa conhecer o outro. Huxley fala nisso também.

Nem Celso Furtado diagnosticou e definiu a chamada revolução feminista como “a mais importante revolução do século XX”, supondo que tudo poderia vir a terminar em mulher melancia, mulher melão, miss laje, vai por aí afora.

O preço do segundo no horário nobre é dos mais altos.

Imagino que os “negócios” da GLOBO e outras incluam caixas de sabão OMO, o que lava mais branco. E daquele que tira todas as manchas e de quebra perfuma o ambiente. É mais inteligente que você. Capaz de tirar a moça do caixa do pedágio e transformá-la em mercadoria do perfume da natureza destruída na sanha insana do capitalismo.

Para quem opera assim, distorcer fatos, mentir, inventar histórias, criar notícias segundo as conveniências dos seus clientes, de permeio as moças, é o de menos. Atribuir dossiês falsos a adversários políticos então é barbada. É prática da rede. Tem especialistas no assunto e quando precisa compra no mercado os melhores do ramo.

Foi dessa forma que arrancaram, em 2002, 250 milhões de dólares do governo FHC e jogaram Roseana Sarney na arena dos leões depois de incensar a moça como candidata presidencial e fabricar pesquisas no IBOPE. Foi esse e a emenda que permite a participação de capital estrangeiro em redes de rádios e tevês o preço do apoio, àquela época, a José Arruda Serra.

O portal GLOBO.COM é um dos exemplos mais precisos dessa maneira predadora de tratar o ser humano, sobretudo o ser mulher. Vende como manchete situações de novelas em que importante é o sucesso, os caminhos pouco importam, não deixam marcas, existe OMO. Vende alienação

São quadrilhas sofisticadas e não diferem dos traficantes comuns que aliciam meninas pobres para vendê-las em capitais européias. Só na hipocrisia.

É a “sociedade do espetáculo” em que o ser é mercadoria. Um desvario de Susana Vieira reclamando das condições do hotel numa determinada cidade do Nordeste vira manchete. “Não estou acostumada a isso, gosto de conforto”.

O jornalista Luís Nassif mostrou em artigo em seu portal que o tal dossiê atribuído a Dilma Roussef e que mostra Arruda Serra imerso em corrupção familiar foi feito por um jornalista do ESTADO DE MINAS, a pedido do ex-governador Aécio Neves, na troca de chumbo que precedeu a indicação de Arruda Serra como candidato tucano. Aécio tomou conhecimento que Arruda Serra estava levantando fatos de sua vida pessoal e providenciou a contra ofensiva. Um jornal diz até que o dossiê montado pelo jornalista mineiro vai virar livro.

Nassif pulou fora do barco corrupto e venal da mídia prostituta e prostituída, prostituidora. Resta como um personagem do filme de François Truffault, no célebre romance de Ray Bradbury, FARENHEIT 451. Migrou para a floresta onde guarda em sua alma o jornalismo decente e inteligente da coragem e da dignidade que por algum tempo habitou a mídia deste e de outros países.

A nota na coluna do jornalista Juca Kfoury sobre um tapa que Aécio teria dado em sua namorada num hotel no Rio, foi encomendada e serviu de alerta para o mineiro. Kfoury nas horas que não está atazanando Ricardo Teixeira (um santo perto dele) está a serviço de Arruda Serra.

Arruda Serra leu a nota antes de sua publicação, tudo combinadinho, acertadinho e pago, lógico.

VEJA e GLOBO fazem parte do esquema, isso é fora de qualquer dúvida. A GLOBO é antes de mais nada o grande bordel tecnológico do País.

É só lembrar que o JORNAL NACIONAL, o da mentira, nas eleições de 2006 deixou de noticiar o acidente com um avião da GOL e centenas de mortos (que já fora noticiado por seus concorrentes), para não distrair o telespectador do dossiê fabricado contra Lula e cujo objetivo era levar as eleições para o segundo turno e tentar derrotar o petista.

A caravana da cidadania do mesmo JORNAL NACIONAL cumpria esse papel também. Como aquele anúncio dos 45 anos da rede. Roberto Requião chamou Bial de mentiroso, Miriam Leitão de leviana e ambos assentaram em cima. Retrucar como? O governador estava falando a verdade.

Quase meio século de bandalheiras.

Esse esquema que a Polícia Federal chama de Operação Harém existe desde os primórdios da GLOBO. Está incorporado ao espírito da rede, é bem o retrato do caráter do grupo que a controla.

Ou da falta de caráter.

A ex-ministra já exigiu de José Arruda Serra provas que teria partido dela o dossiê e Nassif já mostrou que tudo não passou de troca de amabilidades entre tucanos, o próprio Arruda Serra e Aécio Neves.

E Arruda Serra quer Aécio para vice.

Isso é só o começo. Vem mais por aí. Quadrilhas como GLOBO, PSDB, DEM, PPS, VEJA, não são de jogar a toalha por um motivo simples. Vivem de extorsão, vivem de chantagens, vivem de iludir e enganar as pessoas (ouvintes, leitores, telespectadores).

O programa SEM FRONTEIRAS, da GLOBONEWS na manhã de sexta-feira, apresentado por Sílio Boccanera (nome de pirata, bem de acordo) critica a decisão de grupos pacifistas de protestar contra o cerco a Gaza (crianças morrem de fome diariamente), perguntando por que os pacifistas não entregaram os alimentos, os medicamentos e o material escolar ao governo terrorista de Israel para que ele fizesse a doação aos palestinos?

Ora, Gaza é terra palestina, os sionistas teriam roubado as doações, como roubam terras, água, saqueiam propriedades, destroem, prendem, torturam, estupram, matam, constroem muros. Em nenhum momento o jornalista (ou pirata israelense, a soldo de Israel?) falou em violência, nos assassinados pelos soldados terroristas de Israel. Para ele houve uma provocação, só isso.

Com certeza o produto desse negócio é bem maior que um programa com atriz, dançarina ou modelo. Muito mais que 20 mil. E o manual de condutas é elaborado em Washington ou Tel Aviv, pela organização EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Ah! Um detalhe final. A atriz que esteve com Collor vivendo emoções num helicóptero disse depois que o “cara é estranhésimo, tem cada gosto”.

É o modelo ou a nova ordem econômica como chamam. A globalização. A sociedade democrática, cristã e tudo em nome da liberdade de expressão. E William Bonner faz aquela cara de sério, dramático, porta-voz da verdade. E tripudia sobre o Homer Simpson, como chama de forma depreciativa –idiotas – os telespectadores do JORNAL NACIONAL, o da mentira. Pergunta quem quer um bom dia, ou deixa que a turma decida a cor da gravata que vai usar.

Bem que Aldous Huxley diz que a cor tem uma transcendência bem maior, que a percepção “reguladora” do cérebro. Mas a de Bonner é para ludibriar.

A culpa? Ora, alguém tem dúvida? É do Irã. Ou de Chávez. Dos que desejam a paz e denunciam a barbárie, como agora, no ataque sionista/terrorista a navios de paz e na suposta ingenuidade do repórter da GLOBONEWS, como se sionistas fossem entregar alguma coisa.

A expressão “assassinos” usada pela brasileira Iara Lee para retratar os soldados de Israel se aplica aos donos desses haréns. Não se mata só com tiros.

“E as pessoa se curvaram e rezaram para o Deus de neon que elas criaram”. Verso de Paul Simon em THE SOUND OF SILENCE.

O SIONISMO É UM CANCRO - DEVE SER EXTIRPADO - Laerte Braga

Em Portugal se usa a expressão cancro para um câncer. “Doença caracterizada por uma população de células que cresce e se dividem sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes e podem se espalhar para lugares distantes no corpo através de um processo chamado metástase”.
O sionismo, que controla os Estados Unidos e o estado de Israel é um cancro. Tem que ser extirpado. Não respeita limites normais, invade e destrói células adjacentes e se espalha por diferentes partes do mundo num processo em que a metástase é destruição de qualquer possibilidade de futuro digno. A opção dos outros países do mundo é buscar a sobrevivência como nações soberanas e íntegras em si e por si, ou submeter-se a essa doença estúpida.
Imaginar que é possível controlar o processo de crescimento dessas células sem o tratamento adequado e no momento preciso, é aceitar resignado o fim.
A tendência que se observa é levar a boçalidade sionista para conversas infindáveis, tímidas advertências sobre a ação contra pacifistas em águas internacionais e continuar a permitir o massacre de palestinos, um genocídio que envergonha nações ditas democráticas.
Acreditar que Obama vá tomar alguma atitude é acreditar em fantasias. Obama só difere de Bush no estilo. É mandatário de um grupo terrorista que controla o complexo ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A. Um espertalhão que faz o discurso da paz, comprou o prêmio Nobel da Paz e impõe ao mundo as mesmas guerras boçais que Bush impôs e os norte-americanos, historicamente, como precursores do terrorismo de Estado, tem imposto em cada canto do planeta.

Mentiram sobre as armas químicas e biológicas no Iraque, mentiram sobre o Afeganistão (onde estão sofrendo sérias derrotas militares) e sustentam o terror praticado por Israel contra o povo palestino. Submetem países como a Colômbia à condição de colônia e subjugam pelo horror da violência o povo colombiano (as eleições foram uma fraude).
Patrocinam golpes de estados como o que aconteceu em Honduras em junho do ano passado para atender a interesses de seus acionistas. Não têm respeito por absolutamente nada que não seja a vocação imperialista e terrorista que os caracteriza. Sequer pelos seus cidadãos. Associações de veteranos norte-americanos das guerras do Iraque denunciam que foram usadas armas químicas e biológicas e muitos deles, hoje, padecem de doenças incuráveis por conta desse patriotismo canalha que é a marca registrada da empresa ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.
Tem seus tentáculos doentios espalhados por todo o mundo, por todos os países. No Brasil não se ouviu uma única palavra do candidato presidencial José Arruda Serra de condenação à barbárie contra pacifistas. É a face visível de um dos tentáculos dos EUA. Como o seu partido o PSDB.
A brasileira Iara Lee, libertada depois de humilhações impostas pelos terroristas de Israel, afirma ter imagens que comprovam a barbárie dos militares daquela organização criminosa. Os espanhóis detidos a bordo de navios que levavam ajuda humanitária a palestinos denunciaram maus tratos e o governo de seu país parece estar disposto a contemporizar para evitar problemas já que sede de importantes bases da OTAN, braço do terrorismo EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. O silêncio covarde do rei que tem mania de querer mandar os outros calar a boca. É cumplicidade se assim agir.
Os mortos pelos terroristas israelenses são todos turcos e estavam á bordo dos navios abordados pelos piratas sionistas.
O crime chocou inclusive a judeus ortodoxos que não praticam ou vivem dentro do espectro terrorista do sionismo. Na quarta-feira manifestaram-se diante da Casa Branca, matriz do terrorismo de estado mundial.
O presidente da EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, Barack Obama, uma empulhação absoluta, disse que seu governo vai buscar junto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas as sanções contra o governo do Irã.
Matar, saquear, roubar, estuprar, torturar, manter campos de concentração, construir muros, condenar um povo ao genocídio, tudo isso pode, desde que seja para garantir o sócio no terrorismo sionista.
A culpa é do Irã. Um dos porta-vozes do governo terrorista de Israel negou maus tratos e afirmou que “nós judeus não deixamos ninguém morrer de fome”. Judeus não, mas terroristas sionistas sim.
Os países que se pretendem soberanos precisam repensar suas políticas externas, aqueles que não querem aceitar o jugo desse novo Reich e buscar formas além da diplomática para enfrentar essas hordas de bárbaros e insanos. Não há sentido no diálogo se ele é unilateral e serve apenas às potências terroristas para manter as políticas de violência e estupidez que mantêm em todas as partes do mundo.
No caso específico do Brasil é necessário parar e pensar sobre que futuro queremos. Se o tacão nazista dos EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, ou se desejamos ser protagonistas ativos de um futuro de paz e prosperidade que signifique mais que liberdade, signifique justiça em todos os sentidos.
Contar com as forças armadas brasileiras é bobagem. Em sua imensa e esmagadora maioria é controlada de fora pela organização terrorista. Pensam e agem como norte-americanos.
Num momento em que percebemos a força de nosso País, o acordo Brasil, Irã e Turquia é hora de perceber também que somos uma grande nação e estamos vivos e despertos para a realidade. A força dessa vida há de vir do povo, da rejeição aos canalhas que se rotulam patriotas, sejam civis ou militares.
A experiência do terror está viva ainda, falo do golpe de 1964, o período que fomos colonizados e brutalizados pelos EUA, com a cumplicidade da maioria dos nossos militares.
O que aconteceu com a flotilha que levava ajuda humanitária a palestinos não pode ser assunto de uma semana de mídia, mesmo porque a grande mídia é podre, corrupta, comprável e é um dos tentáculos do terrorismo nas suas mais variadas formas, a alienação é uma delas.
Houve um crime contra a humanidade, uma barbárie. Um ato de insanidade reprovado e condenado inclusive por judeus capazes de compreender o significado de Israel para esse povo, mas capazes também de rejeitar esse papel de potência terrorista.
E as armas nucleares de Israel? Vai aí alguma sanção? Nada.
A culpa é do Irã.
Quem se der ao trabalho de conhecer os resultados das investigações sobre o 11 de setembro de 2001 vai ficar estarrecido com as mentiras do governo de Bush. Milhões de norte-americanos começam a questionar essas mentiras.
O dilema vivido pelo povo palestino é o mesmo, embora não tenha ainda atingido a essas proporções a barbárie explícita, contra povos africanos, latino-americanos, asiáticos, na cobiça desmedida da organização EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.
É aquela história da flor, batida e surrada, mas real. Arrancam uma flor, pisam no jardim e entram em nossas casas quando não mais podemos reagir.
A falência da Europa é uma realidade que se constata a cada dia. A construção de uma comunidade onde as grandes potências determinam os rumos dos países mais fracos resultou nessa distorção que se verifica na Grécia e vai em escalada natural atingir Portugal, Espanha, Itália, até que outros sejam devorados.
O fator principal? A Comunidade Européia, a despeito de um ou outro vagido de independência, é um dos tentáculos do terrorismo político, econômico e militar do complexo EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. Nações como a Grã Bretanha precisam pedir licença a Washington para ir ao banheiro.
As políticas da organização terrorista para a África são de terra arrasada. Não importam as mortes por fome, as doenças, as guerras civis, nada disso, importa que possam chegar e tomar conta das riquezas. Não foi por outro motivo que os assassinos de Tel Aviv ofereceram armas atômicas ao antigo regime branco da África do Sul.
Na Ásia a China isola-se em torno de seus interesses de grande potência. Fecha-se, cuida de si e o Japão já percebe o abismo que se avizinha. Países como Paquistão submetem-se ao terrorismo dos norte-americanos.
A Rússia, outrora contraponto desse terrorismo se vê a cada dia mais cercada por bases militares da OTAN e o governo do presidente Putin segue a política de uma no cravo e outra na ferradura, sem enxergar que está ficando isolado e perdendo força.
As posições brasileiras refletem, neste governo Lula, o grito de independência. Quando um jornalista como Élio Gaspari, pressupostamente sem rabo preso (era assim antes de receber convite para passar dois anos em Harvard) afirma que não temos nada com o Oriente Médio, ou com o Irã, está apenas vendendo o discurso do patrão. Do dono. Presta-se a isso.
A ação terrorista de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A é um câncer e se não abrirmos os olhos a AMBEV vai continuar pagando os estudos da filha de José Arruda Serra nos EUA, com a certeza que se o pilantra de São Paulo for eleito presidente da República viramos um Paquistão da vida.
Você acha que a AMBEV é brasileira? Deixa de ser bobo, já foi, não é mais. É como a VALE, dentro de dois anos no máximo transfere sua matriz para um país europeu.
Ou tratamos o câncer terrorista de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A agora, ou a metástase vai nos levar a uma condição sem futuro algum que não a morte como País independente e soberano.
Temos a ver com o Irã sim. Não importa a distância. Temos a ver com o mundo globalizado segundo a ótica dos donos. Temos que optar pela sobrevivência como Nação soberana.
Não é esse simplismo hipócrita de críticas escritas em Washington que vai nos levar a permanecer bípedes, ao contrário dos que já caíram de quatro.
As lições da ação terrorista de Israel estão aí. É só percebê-las. E o mundo não se esgota em nossa geração, existem as gerações vindouras, nossos filhos, netos.
Que Brasil vamos querer para eles? As críticas à política externa brasileira são exatamente porque a política externa brasileira não tira os sapatos, como a de FHC, ou a de Serra, para revistas humilhantes em aeroportos de New York, por chanceleres trêfegos e sem caráter como qualquer Láfer ou Lampreia da vida.
É um exame preventivo que previne e detecta o câncer. Ele está aí. EUA/ISRAEL TERRRORISMO S/A.
O caminho passa necessariamente pela integração latino-americana. Do contrário seremos esmagados como se esmaga a baratas. E se pensarmos bem, baratas são eles.

[Carta O BERRO] Proposta de Rebelo- desmatamento total em 90% dos imóveis-MINC CRITICA PROPOSTA - Vanderley - Revista

Desmate será livre em 90% dos imóveis
Pela proposta do novo Código Florestal, esse é o total de propriedades rurais do País que ficará isento de proteger parte de sua mata nativa.
Marta Salomon - O Estado de S.Paulo
A proposta de mudança no Código Florestal em discussão na Câmara isentará 90% das propriedades rurais do País da obrigação de preservar a vegetação nativa em uma parcela das terras, mostra levantamento feito pelo Estado com base no cadastro de propriedades rurais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
O projeto apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) nesta semana suspende a exigência de reserva legal nos imóveis de até 4 módulos fiscais. O tamanho do módulo varia de município para município - pode ter de 5 a 110 hectares.
O cadastro do Incra mostra que propriedades de até 4 módulos representam 90% dos 5,2 milhões de imóveis rurais registrados no País. Essas pequenas propriedades somam 135 milhões de hectares, o equivalente a mais de cinco vezes o território do Estado de São Paulo ou 25% da área total dos imóveis rurais registrados no Brasil. E elas ficariam completamente livres da exigência de proteger parte das terras.
O porcentual de pequenas propriedades é mais expressivo nas Regiões Nordeste e Sul. Mas o efeito dessa mudança na legislação pode ser mais relevante na Amazônia, onde o tamanho dos módulos fiscais é maior. Na região, uma pequena propriedade pode medir mais de 400 hectares.
Pela legislação atual, os produtores são obrigados a manter a vegetação nativa, a título de reserva legal, em um porcentual mínimo de 20% de suas terras. Na Floresta Amazônica, esse índice chega a 80%.
A medida exata do potencial de estímulo ao desmatamento contido no projeto de Aldo Rebelo é difícil de ser calculada porque teria de levar em conta o tamanho dos módulos em cada município e a parcela das grandes propriedades.
O projeto só prevê necessidade de proteção na parcela de terra dos demais imóveis que superar 4 módulos. Propõe ainda que caberá aos Estados definir, em até cinco anos, a recomposição de áreas desmatadas. Os Estados poderão, eventualmente, reduzir o porcentual de reserva legal nas propriedades maiores.
Estimativa feita pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica que 90% dos produtores não têm área de reserva legal.
Estudo coordenado pelo professor da USP Gerd Sparovek calcula que o País já desmatou 430 mil km2 do que deveria ser mantido como reserva legal - uma área 70% maior que o Estado de São Paulo. O estudo reconhece que a recomposição da reserva legal onde ela desapareceu teria custo altíssimo.
Outro estudo, feito pela comissão que debate o Código Florestal, estima que a legislação em vigor obrigaria a redução de 960 mil km2 atualmente destinados à produção.
PARA ENTENDER
As propriedades com até 4 módulos somam 1,35 milhão de km2 de terras no País ou 25% da área total. O Nordeste é a região com maior porcentual de propriedades com até 4 módulos (93,5%), seguido pelo Norte (86,9%), Sudeste (89,3%), Centro-Oeste (71,7%) e Sul (9,4%).

[Carta O BERRO] O ovo da serpente. Médicos acusam CIA de realizar experimentos com suspeitos de terrorismo - Vanderley - Revista

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Uma organização direitos humanos acusou nesta segunda-feira (7) médicos americanos de fazer experimentos com prisioneiros suspeitos de terrorismo e interrogados pela CIA (Agência Central de Inteligência).
O relatório publicado pela Physician for Human Rights (PHR), que já ganhou um prêmio Nobel da Paz em 1997, pede a abertura de uma investigação.
A organização de médicos em defesa dos direitos humanos, que se apoia em documentos públicos, afirma que profissionais da saúde empregados pela CIA não se contentavam em "acompanhar" os interrogatórios de "detidos de maior importância". Também "extraíam conhecimentos gerais com o objetivo de aperfeiçoar os métodos" de obter informação dos suspeitos.

"Há provas de que os médicos avaliavam a dor causada pelas técnicas de interrogatórios e buscavam melhorar seus conhecimentos a respeito", explicou Nathaniel Raymond, dirigente da PHR, em uma entrevista à imprensa.
Os médicos da CIA serviam também como testemunhas, caso fosse necessário atestar que os interrogadores agiam de boa fé, sob instruções e na presença de um profissional de saúde.
Pelo menos 14 detidos desapareceram das prisões secretas da CIA entre o final de 2001 e setembro de 2006 e reapareceram no centro de detenção da base naval americana de Guantánamo, na ilha de Cuba.
Entre eles, pelo menos dois foram submetidos a simulações de afogamento (submarino) e todos foram submetidos a programas de privação de sono, nudez forçada e exposição a temperaturas extremas, segundo os documentos publicados em agosto de 2007 e nos quais se apoia a PHR.
Ainda que a utilização de tratamentos cruéis e subumanos tenha sido documentada anteriormente, a PHR afirma que os novos dados evidenciam uma participação ativa dos médicos em investigação e experimentação efetuadas com detidos sob custódia americana.
Como exemplo, em seu relatório, a ONG explica que os médicos observaram que a simulação de afogamento, se repetida muitas vezes com água simples poderia causar pneumonia. Eles recomendaram, portanto, que fosse utilizada uma solução salina.
A diferença entre a simulação de afogamento praticada no início, a partir de experiências pontuais com soldados voluntários, e depois da intervenção dos médicos "indica que os médicos da CIA participaram da modificação da técnica", afirma a ONG.
"Esses atos (...) violariam os padrões da ética médica, assim como da lei nacional e internacional", explica o documento, acrescentando que "em alguns casos, essas práticas podem constituir crimes de guerra e contra os direitos humanos".
Segundo o relatório, os Estados Unidos elaboraram, após os atentados de 11 de setembro de 2001 contra Washington e Nova York, uma lista de "técnicas de interrogatório aprimoradas", que depois foram amparadas legamente pelo departamento de Justiça, algumas delas até o final da gestão de George W. Bush, em janeiro de 2009.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

[Carta O BERRO] Assine a petição para exigir uma investigação independente sobre o ataque à frota humanitária, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza - Vanderley - Revista

Caros amigos, O mundo está abalado com o ataque de Israel a uma flotilha que tentava chegar a Gaza com ajuda. Chegou a hora de investigação profunda e de acabar com o bloqueio Gaza. Assine a petição mundial, depois repasse essa mensagem: : Assine a petição pois, o mundo está abalado com o ataque de Israel a uma flotilha que tentava chegar a Gaza com ajuda. Chegou a hora de investigação profunda e de acabar com o bloqueio Gaza. Assine a petição mundial, depois repasse essa mensagem: : O ataque mortal de Israel à frota de barcos humanitários que iam em direção a Gaza chocou o mundo
Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender, mas isso foi um uso abusivo de força letal para defender o bloqueio vergonhoso de Israel a Gaza, onde dois terços das famílias não sabem onde encontrarão sua próxima refeição.
As Nações Unidas, a União Européia e quase todos os outros governos e organizações multilaterais têm pedido a Israel para acabar com o bloqueio, e para lançar uma profunda investigação sobre o ataque à frota. Mas sem pressão maciça dos seus cidadãos, os líderes mundiais vão limitar sua resposta a meras palavras – como eles já fizeram tantas vezes.
Vamos gerar um clamor global tão alto, que não possa ser ignorado. Assine a petição para exigir uma investigação independente sobre o ataque, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza – clique para assinar a petição, e depois repasse essa mensagem a todos os que você conhece:
http://cdn.avaaz.org/po/gaza_flotilla/?vl
A petição será entregue às Nações Unidas e aos líderes mundiais, assim que alcançarmos 200.000 nomes – e novamente a cada oportunidade à medida que a lista for crescendo e que os líderes forem reagindo à situação. Uma petição massiva em um momento de crise como esse pode demonstrar aos que estão no poder que declarações e notas à imprensa não são suficientes – que os cidadãos estão prestando atenção e demandam ações concretas.
Enquanto a União Européia decide se irá expandir suas relações comerciais com Israel, e o Obama e o Congresso Americano definem o orçamento para ajuda militar a Israel para o ano que vem, e vizinhos como a Turquia e o Egito decidem seus próximos passos diplomáticos – vamos fazer com que a voz do mundo não seja ignorada: é tempo de verdade e de responsabilizar os culpados pelos ataques aos navios, e é tempo de Israel respeitar o direito internacional e acabar com o bloqueio a Gaza. Assine agora e passe essa mensagem adiante:
http://cdn.avaaz.org/po/gaza_flotilla/?vl
A maior parte das pessoas em qualquer lugar ainda compartilha o mesmo sonho: que haja dois Estados livres e viáveis, Israel e Palestina, que possam viver em paz lado a lado. Mas o bloqueio e a violência usada para defendê-lo, envenenam este sonho. Como um colunista israelense escreveu para os seus compatriotas no jornal Ha’aretz hoje, “Nós não estamos mais defendendo Israel. Nós estamos agora defendendo o bloqueio (a Gaza). O bloqueio por si só está se tornando o Vietnam de Israel.”
Milhares de ativistas pela paz em Israel protestaram hoje contra o ataque e o bloqueio, em passeatas desde Haifa até Tel Aviv e Jerusalém – se unindo a protestos ao redor do mundo. Independente de que lado atacou primeiro ou deu o primeiro tiro (o exército Israelense insiste em dizer que não foram eles que iniciaram a violência), os líderes de Israel mandaram helicópteros armados de tropas pesadas para atacar uma frota de navios em águas internacionais, que levava remédios e ajuda humanitária para Gaza, gerando mortes desnecessárias como conseqüência.
Não podemos trazê-los de volta. Mas talvez, juntos, nós possamos fazer deste momento trágico, um ponto de virada – se nós nos unirmos em um chamado de justiça inabalável e um sonho de paz inviolável.
Com esperança,
Ricken, Alice, Raluca, Rewan, Paul, Iain, Graziela e toda a equipe Avaaz
Saiba mais:
Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100531_entendabloqueiogaza_ji.shtml
Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio de Gaza e mata ativistas:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/05/31/israel-ataca-barcos-que-tentavam-furar-bloqueio-faixa-de-gaza-mata-ativistas-916736797.asp
Israel admite erros em abordagem militar em ataque a frota humanitária:
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,israel-admite-erros-em-abordagem-militar-em-ataque-a-frota-humanitaria,559979,0.htm
Comunidade internacional condena ataque de Israel à frota humanitária:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/743257-comunidade-internacional-condena-ataque-de-israel-a-frota-humanitaria.shtml
Conselho de Segurança da ONU condena ataque de Israel a frota humanitária:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/06/01/conselho-de-seguranca-da-onu-condena-ataque-de-israel-frota-humanitaria-916750622.asp

Carta O BERRO] Ocupação da Palestina Vídeo que traça a história e o drama do povo palestino desde a ocupação israelita em 1947 - Vanderley - Revista

Ocupação da Palestina
Vídeo que traça a história e o drama do povo palestino desde a ocupação israelita em 1947 Assista o Documentário legendado sobre a ocupação da Palestina.

Para "Time", Brasil é primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente - BBT

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição on-line da revista americana "Time" diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou "o primeiro contrapeso real" à influência americana no hemisfério ocidental.
Considerando que o Brasil foi "trazido" para o coração do imbróglio pelos vizinhos, mais especificamente pela Venezuela do presidente Hugo Chávez, a revista diz que "Brasília se vê no tipo de centro das atenções diplomático do qual no passado procurou se afastar".
Entretanto, diz a "Time", o país "não deveria se surpreender" com o fato de ser chamado a assumir tal responsabilidade.
Para a publicação americana, "nos últimos anos, a potência sul-americana tem sido reconhecida como o primeiro contrapeso real aos EUA no hemisfério ocidental --e isto significa, pelo menos para outros países nas Américas, assumir um papel maior e mais pró-ativo em ajudar a resolver distúrbios políticos do Novo Mundo, como Honduras".
"Lula e Obama são colegas e almas gêmeas de centro-esquerda, mas quando Obama disse, no mês passado, que aqueles que questionam sua resolução em Honduras são hipócritas, porque são "os mesmos que dizem que nós estamos sempre intervindo na América Latina"", recorda a reportagem, "ele estava incluindo o Brasil, que expressou sua preocupação em relação aos esforços dos Estados Unidos".
Diplomacia ativa
Citando a participação brasileira em crises regionais, como os conflitos diplomáticos envolvendo Colômbia e Venezuela, e a liderança das tropas do país no Haiti, a revista nota que a diplomacia brasileira é "dificilmente ociosa" na América Latina. "E Lula, um dos mais populares chefes de Estado do mundo, se tornou talvez o mais efetivo intermediário entre Washington e a ressurgente esquerda antiamericana latino-americana".
A reportagem discute a preferência da diplomacia brasileira por atuar nos bastidores, e sua autodefinição como sendo "decididamente não-intervencionista".
"Ao mesmo tempo, Lula está em uma cruzada para tornar o Brasil, que tem a quinta maior população mundial e a nona economia do mundo, um ator internacional sério", diz o texto.
"É difícil manter uma tradição não-intervencionista prístina com ambições como estas --e, cada vez, o hemisfério está dizendo ao Brasil que é um tanto ingênuo insistir que é possível fazer as duas coisas."
Para a "Times", "goste ou não, agora o Brasil está enfiado até o pescoço em Honduras, e o hemisfério está esperançoso de que isto signifique melhores prospectos para um acordo negociado entre Zelaya e os líderes golpistas".
"Porque acreditam que o golpe hondurenho envia um recado perigoso para as nascentes democracias da região, muitos analistas acham que ter o peso do Brasil jogado mais diretamente na situação pode ajudar as negociações."

terça-feira, 1 de junho de 2010

ASSASSINOS, INCOERÊNCIAS E O BRASIL - Laerte Braga

O jornal israelense AL HAARETZ afirma em sua edição de primeiro de junho que a decisão do governo nazi/sionista de atacar uma flotilha que conduzia pacifistas e ajuda humanitária para palestinos na faixa de Gaza foi um crime “contra Israel”.
“Um bando de imprudentes, irresponsáveis e pessoas bêbadas pelo poder decidiu em uma ação que estava fadada a resultar em pessoas mortas e feridas. O que aconteceu foi um crime, contra Israel. Nenhuma pessoa sensata em Israel ou no exterior vai comprar a coleção de mentiras e pretextos com os quais os responsáveis estão tentando justificar-se”. Nenhuma das vítimas foi autorizada a falar.
Há uma foto divulgada pelo governo terrorista de Israel em que soldados aparecem sendo “atacados” por bastões, por pessoas dentro de um dos navios. Não mostra que os soldados estavam descendo em puro ato de pirataria para ocupar o navio e impedir a ajuda humanitária aos palestinos em Gaza.
Os últimos governos de Israel, além do bloqueio a Gaza, já cortaram a água de parte dos palestinos, racionaram para outros, se apropriaram dessa água em terras palestinas, cercaram a região, construíram um muro, não há alimentos suficientes para todos os habitantes da faixa e nem medicamentos. É genocídio puro, no melhor estilo dos campos de concentração de Hitler.
Essa organização internacional que Israel mantém procurando sobreviventes do nazismo em todas as partes do mundo deveria se voltar para dentro do estado terrorista. Os nazistas estão lá e agora se chamam sionistas. A bandeira é a mesma, só está escondida.
As ações brutais e criminosas não permitem que se pense diferente.
São hordas de assassinos que se escondem atrás de uma legítima defesa que, na prática, defende apenas a opressão, a violência, a barbárie e o roubo, pois se recusam a cumprir resoluções da ONU, acordos internacionais e tomam terras de palestinos.
Têm o apoio dos Estados Unidos que tanto como Israel deixaram de ser nações. São um conglomerado terrorista que se impõe dessa maneira, a violência. ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.
Vivem desse terrorismo de estado. A gota d’água foi o acordo firmado pelos governos do Brasil, Turquia e Irã sobre o programa nuclear iraniano. Torciam pelo fracasso das negociações conduzidas por Brasil e Turquia para ter a justificativa de mais uma boçalidade, um ataque ao Irã, precedido de sanções econômicas.
As tais armas químicas e biológicas que imputaram a Saddam, na verdade, foram usadas sim, na guerra Iraque e Irã, quando os EUA sustentou o governo iraquiano com armas dessa natureza. E são usadas por soldados da própria empresa ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A contra iraquianos e afegãos.
São assassinos, são cínicos, são terroristas.
No Brasil a senadora Marina da Silva, pré-candidata do PV – Partido Verde – à presidência da República, criticou os termos do acordo firmado pelo Brasil, Turquia e Irã e fez menção a uma suposta maneira de agir dos iranianos, qual seja a de fugir de compromissos e responsabilidades.
Está se saindo melhor que a encomenda (é braço da candidatura José Arruda Serra, não é respeitada nem em seu partido, a seção fluminense omitiu seu nome no lançamento do candidato Gabeira, triste fim para alguém que foi ministra do governo Lula até poucos meses atrás e agora acha que está tudo errado).
Dizer que Marina busca o poder pelo poder? Claro que não. A despeito de todo o seu passado íntegro e militante pelo meio-ambiente, vai se transformando em uma espécie de Roberto Freire, uma espécie de carregador de malas de José Arruda Serra. Não enxerga além de uma realidade que só será objeto de políticas concretas se dentro de uma totalidade que a senadora parece não perceber, ou não quer perceber.
Deve ser a tal privatização da Amazônia defendida por FHC e naturalmente nos planos de José Serra. O que chamam de sustentabilidade é isso.
Marina vai como que num labirinto, seguindo o rastro de milho deixado pelo candidato tucano.
A posição do Brasil sobre o crime cometido por Israel contra pacifistas oriundos de todas as partes do mundo foi correta e perfeita. O presidente Lula cutucou inclusive os Estados Unidos, parceiro de Israel em ações de terrorismo de estado. O presidente executivo da empresa ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A não condenou Israel, apenas lamentou.
Os maiores acionistas da empresa são os grupos sionistas e Obama, uma espécie de sou, mas quem não é, espertalhão, oportunista, prefere lamentar o fato.
A brasileira que estava a bordo de um dos navios e está detida em Israel aguardando ser deportada para o seu país disse que foi mal tratada junto com outros tripulantes e passageiros.
É prática dos soldados de Israel. Torturam palestinos, estupram mulheres palestinas, crianças, assassinam idosos, roubam bens, pertences, terras e segundo entendem são o “povo superior”.
Deve ser a superioridade da estupidez.
A exceção do sócio na ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A os outros aliados naturais de Israel foram cuidadosos, mas condenaram a ação. Não há nada que a justifique.
Foi um ato insano, de um governo insano, nazi/sionista e põe fim a qualquer dúvida sobre a natureza dos que governam Israel. São criminosos, assassinos, cometem crimes contra a humanidade.
O mundo inteiro sabe disso, é preciso por um fim a essa crueldade sob pena de cumplicidade.
A pergunta é simples – “somos humanos, ou somos sionistas bárbaros e sanguinários?” –
Não há como escapar desse dilema, dessa pergunta.
A ação contra grupos pacifistas não deixa margem a qualquer dúvida.

Em comunicado, o órgão máximo da ONU condenou as "ações que resultaram nas perdas de pelo menos 10 civis e deixaram muitos outros feridos"; Conselho também pede a liberação imediata de todos os navios e civis detidos por Israel. - BBT

[Carta O BERRO] Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza - Vanderley - Revista


A Faixa de Gaza vive sob bloqueio imposto por Israel desde que o grupo extremista islâmico Hamas assumiu o controle da região, em junho de 2007.
Israel quer enfraquecer o Hamas, pôr fim a seus ataques com foguetes contra cidades israelenses e resgatar o soldado Gilad Shalit. Mas muitas agências de ajuda humanitária dizem que a política serve apenas para punir civis.
A Anistia Internacional chamou o bloqueio de "punição coletiva" que resulta em uma "crise humanitária"; funcionários da ONU descreveram a situação como "preocupante" e como "sítio medieval", mas Israel diz que não há desabastecimento em Gaza, justificando que permite, sim, a entrada de ajuda no território.
O que entra e sai de Gaza, e que impacto isso tem?

O que entra
Na maior parte dos três anos desde que o Hamas assumiu o controle de Gaza, os 1,5 milhão de pessoas da região contam com menos de um quarto do volume de importações que recebiam em dezembro de 2005. Em algumas semanas, muito menos do que isso chega à região, apesar de as importações em 2010 terem atingido entre 40% e 45% dos níveis pré-bloqueio.
Na esteira da chegada do Hamas ao poder, Israel afirmou que permitiria apenas a entrada de suprimentos humanitários na Faixa de Gaza. O país tem uma lista de itens que poderiam ser usados para fabricar armas, como canos de metal e fertilizantes.
Esses itens não podem entrar, à exceção de em "casos especiais humanitários". Não foi publicada, entretanto, qualquer lista do que pode ou não pode entrar em Gaza, e os itens variam de tempos em tempos.
A lista da agência da ONU de ajuda aos refugiados palestinos, a UNRWA, tem itens de uso doméstico que tiveram entrada proibida várias vezes, como lâmpadas, velas, fósforos, livros, instrumentos musicais, giz de cera, roupas, sapatos, colchões, lençóis, cobertores, massa para cozinhar, chá, café, chocolate, nozes, xampu e condicionador.
Muitos outros artigos - que vão de carros e frigideiras a computadores - quase sempre têm entrada recusada.
Materiais de construção como cimento, concreto e madeira tiveram entrada quase sempre proibida até o começo de 2010, quando uma pequena quantidade de vidro, madeira e alumínio foi autorizada.
Durante os seis meses de trégua entre Israel e Hamas que começaram em junho de 2008, e no começo de 2010, o volume e a gama de bens que entram em Gaza aumentou um pouco, com a chegada de caminhões de sapatos e roupas.
Israel diz que o Hamas desviou ajuda no passado, e que poderia se apropriar de materiais de construção para seu próprio uso. Agências de ajuda respondem afirmando que têm sistemas de monitoramento rígidos em vigor.
Alimentos

"AP"

Agências de ajuda humanitária que operam em Gaza dizem que conseguem, em grande parte, transportar suprimentos básicos como farinha e óleo de cozinha para o território.
Mas a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês), diz que 61% dos moradores de Gaza vivem em uma situação de "insegurança alimentar".
Metade dos 1,5 milhão de moradores de Gaza depende da UNRWA e de seus suprimentos de comida.
A distribuição de comida pela UNRWA foi suspensa várias vezes desde junho de 2007, como resultado do fechamento das fronteiras ou de racionamento de comida.
Israel costuma dizer que as fronteiras são fechadas por motivo de segurança, usando como exemplo ocasiões em que palestinos atacaram os postos fronteiriços ou lançaram foguetes contra Israel.
Os pacotes de ajuda da UNRWA respondem por cerca de dois terços das necessidades alimentares dos palestinos em Gaza, e precisam ser complementadas por laticínios, carne, peixe, frutas frescas e legumes.
Alguns desses itens são cultivados localmente, outros têm entrada permitida, vindos de Israel, e outros são contrabandeados por túneis na fronteira de Gaza com o Egito.
Mas com o desemprego em 40%, segundo estima a ONU, alguns moradores de Gaza não podem comprar o básico, mesmo se eles estiverem disponíveis.
A UNRWA afirma que o número de moradores de Gaza incapazes de comprar itens como sabão e água potável triplicou desde 2007.
Uma pesquisa realizada pela ONU em 2008 revelou que mais da metade dos domicílios de Gaza vendeu o que tinha e depende de crédito para comprar comida.
Três quartos dos habitantes da região compram menos comida do que no passado, e quase todos estão comendo menos frutas, legumes e verduras frescos e proteínas, para economizar.
A operação militar de Israel em dezembro e janeiro de 2009 prejudicou significativamente a transferência de alimentos e sua distribuição, além de ter causado prejuízos à agricultura que a FAO estima estar na ordem dos US$ 180 milhões.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), um terço das crianças com menos de 5 anos e de mulheres em idade fértil em Gaza estão anêmicos.
Combustível e energia

""
Em setembro de 2007, o governo de Israel declarou a Faixa de Gaza uma "entidade hostil", em resposta a ataques contínuos com foguetes contra o sul de Israel, e disse que começaria a cortar o nível de combustível importado pela região.
Falta de gasolina e diesel causaram grandes problemas. Carroças puxadas por burros são uma visão comum em Gaza. O combustível para carros entra por túneis, através do Egito.
De acordo com informação compilada pela Ong Oxfan, não entrou qualquer quantidade de gasolina ou diesel para veículos vindo de Israel desde de novembro de 2008 - à exceção de combustível usado por carros da ONU e de outros cinco outros carregamentos por navio, em três anos.
A quantidade de gás de cozinha com entrada autorizada geralmente varia entre um terço e metade da necessidade, segundo a Oxfam.
Eletricidade
O fornecimento de eletricidade a Gaza é composto por 144 Megawatts vindos de Israel, 17 Megawatts do Egito e o restante de uma usina controlada pela União Européia em Gaza, que pode gerar até 80 Megawatts.
O combustível para a usina é geralmente levado através do posto fronteiriço de Nahal Oz. A usina fechou por completo várias vezes por falta de combustível, porque o posto estava fechado. A usina ficou sem energia durante a maior parte da operação de Israel em janeiro de 2009, deixando dois terços dos moradores de Gaza sem energia, no pico da crise.
Desde o começo de 2008, a usina recebeu combustível suficiente para operar com apenas dois terços da sua capacidade - obedecendo a uma determinação da Suprema Corte de Israel, que estabelece a entrada de uma quantidade mínima de combustível em Gaza.
Números monitorados por agências internacionais mostram que a chegada de combustível caiu para seus níveis mínimos várias vezes na primeira metade de 2008.
No fim de 2009, a responsabilidade por custear o combustível foi transferida da União Européia para a Autoridade Nacional Palestina, baseada em Ramallah, na Cisjordânia. Em abril e maio de 2010, o fornecimento de combustível oscilou, e a usina conseguiu operar entre 20% e 50% de sua capacidade.
Os cortes de energia continuam frequentes. Uma pesquisa da Oxfam de abril de 2010 mostrou que havia casas em Gaza sem energia por 35 ou 60 horas por semana.
Esgoto e água

""
O bloqueio teve um enorme impacto na rede de esgoto e de abastecimento de água. A falta de componentes torna difícil a reforma da rede. O fornecimento de energia intermitente fez com que bombas elétricas precisassem de geradores, que, por sua vez, não tinham peças reserva.
A OMS diz que a Operação Chumbo Fundido piorou o que já era uma situação crítica. Antes da operação, segundo a organização, os moradores de Gaza tinham menos de metade da água que necessitam de acordo com padrões internacionais. Além disso, 80% da água que chegava ao território não tinha qualidade compatível com os padrões da OMS.
No auge dos combates em janeiro, metade da população de Gaza não tinha acesso a àgua encanada.
O organismo responsável pelo tratamento de esgoto em Gaza estima que ao menos 50 milhões de litros de esgoto mal ou não tratado seja despejado no mar diariamente.
Parte do esgoto de Gaza é armazenado em lagoas. Uma delas tranbordou em 2007, causando ao menos cinco mortes.
Negócios
De maneira geral, a ONU diz que o bloqueio causou "danos irreparáveis" à economia de Gaza. O desemprego aumentou de 30% em 2007 para 40% em 2008, de acordo com o Banco Mundial. A ONU afirma que se a ajuda fosse descontada, 80% dos moradores de Gaza viveriam na pobreza.
O bloqueio devastou o setor privado. Antes de 2007, cerca de 750 caminhões de móveis, produtos alimentícios, têxteis e agrícolas deixavam Gaza a cada mês, no valor de meio milhão de dólares por dia.
Sob o embargo, as únicas exportações permitidas foram as contidas em poucos camihões de morangos e flores - apesar de a situação ter melhorado levemente no começo de 2010, com a saída de 118 camihões entre dezembro de 2009 e abril de 2010.
Até a produção para necessidades locais foi praticamente paralisada, porque matérias primas raramente conseguem entrar. De acordo com a organização de defesa dos direitos humanos Gisha, pequenos conteineres de margarina têm entrada permitida para consumo doméstico. Baldes de manteiga, entretanto, não podem entrar - esses poderiam ser usados para manufatura industrial de alimentos.
Algumas empresas retomaram suas atividades usando produtos contrabandeados através dos túneis.
Antes do bloqueio, 3.900 empresas operavam, empregando 35 mil pessoas - em junho de 2008, apenas 90 funcionavem, empregando apenas 860, de acordo com o Centro de Comércio Palestino. A situação melhorou ligeiramente durante a trégua.
Os negócios de Gaza sofreram prejuízo estimado em US$ 140 milhões durante as operações militares de dezembro e janeiro, de acordo com o Conselho Coordenador do Setor Privado Palestino.
Agricultura
A agricultura também é um empregador importante, mas com as exportações em praticamente zero, milhares de toneladas de flores, frutas, legumes e verduras foram destruídos ou vendidos com prejuízo em mercados locais.
Outras áreas da indústria alimentícia também foram afetadas - por exemplo, o aumento dos custos de produção para pescadores aumentou o preço das sardinhas, e um avicultor teve que matar 165 mil pintos, porque não tinha combustível para as incubadoras que os manteriam vivos.
A FAO afirma que árvores, campos, gado e estufas - no valor de US$ 180 milhões - foram destruídas na Operação Chumbo Fundido. A Autoridade Nacional Palestina estima que 15% das terras para cultivo na região tenham sido destruídas.
A FAO afirma ainda que as fronteiras fechadas são um enorme obstáculo para a reconstrução, com a falta de fertilizante, gado, sementes e equipamento agrícola.
Israel diz que em 2010 permitiu a entrada em Gaza de sementes de batata, ovos para reprodução, abelhas e fertilizantes que não poderiam ser usados em bombas.

""
Construção
Restrições a material de construção, em particular cimento, e componentes para máquinas, tiveram enorme impacto sobre projetos que vão de tratamento de água à abertura de sepulturas. A reconstrução de prédios e infraestrutura destruida nas operações de Israel de 2009 se tornou praticamente impossível.
A ONU diz que as restrições ao cimento tornaram impossível a reconstrução de 12 mil casas palestinas danificadas ou destruídas durante as operações israelenses.
A organização diz que não pôde construir escolas para abrigar 15 mil novos alunos - necessárias porque a população aumentou desde que o bloqueio começou.
Mesmo antes da operação Chumbo Fundido, todas as fábricas de material de construção tinham fechado (13 que fabricavam azulejos, 30 de concreto, 145 de corte de mármore e 250 de tijolos), e a construção de estradas, de redes de abastecimento de água e saneamento, de instalações médicas e casas foi paralisada.
Durante a trégua, alguns caminhões de cimento começaram a entrar em Gaza, mas o volume estava muito abaixo do necessário - e o fluxo parou, assim que a trégua ruiu.
Em março de 2010, Israel aprovou a entrada de material de construção para alguns projetos da ONU que estavam paralisados, mas o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que aquela era "uma gota em um balde" em comparação às necessidades.
Saúde
A OMS diz que o bloqueio levou a uma "piora das condições de saúde da população" e "à degeneração acelerada" do sistema de saúde.
Israel geralmente permite a entrada de remédios em Gaza. A OMS afirma que a falta de remédios é um problema, com 15% ou 30% dos medicamentos essenciais em falta ao longo de 2009.
O sistema de saúde também luta para obter componentes para suas máquinas e também com a falta de combustível para geradores.
Antes da operação Chumbo Derretido, Gaza tinha apenas 133 leitos hospitalares por 100 mil pessoas, comparados com 583 em Israel, e perdeu parte de sua capacidade durante os combates.
Seis hospitais sofreram danos, incluindo um prédio novo que foi totalmente destruído, e outro que perdeu dois andares inteiros. Gaza simplesmente não está equipada para tratar casos graves de saúde.
De acordo com dados israelenses, 10.554 pacientes e seus acompanhantes deixaram Gaza para obter tratamento médico em Israel desde 2009.
Mas a OMS afirma que em dezembro de 2009, foi negada ou atrasada permissão para entrada de 21% dos pacientes, e 27 morreram durante o ano, à espera de autorizações de Israel.
A fronteira de Rafah com o Egito está fechada desde junho de 2007, apesar de alguns casos médicos considerados especiais poderem cruzar o local.
Israel diz que é necessário uma inspeção cuidadosa, alegando que três pessoas com autorização médica para deixar o território planejavam, na verdade, atacar o país.
O governo israelense diz ainda que se ofereceu para facilitar a passagem de Israel para a Jordânia para palestinos que tiveram sua autorização recusada por motivos de segurança.