ENVIO ESTE TEXTO COMO TESTEMUNHO DA NOSSA
HISTORIA PRESENTE, QUE AQUI E ALI, APLAINAM
O CAMINHO DA NOVA CIVILIZAÇÃO, MAIS MARAVILHOSA,
QUE A ANTERIOR, QUE ORA CONSTRUÍMOS, ADESPEITO
DA CEGUEIRA DOS MEDIÁTICOS.
Luteranos dirigem pedido de perdão histórico aos Menonitas
Por Portal Luteranos - IECLB | Publicado 07/27/2010 | O que vai pelas Igrejas e Religiões
Até o dia 27, terça-feira, 400 delegados de 140 igrejas-membros do mundo inteiro participaram em Stuttgart, na Alemanha, da 11ª Assembleia Geral da Federação Luterana Mundial (FLM). Ao todo, mais de mil participantes discutiram, durante uma semana, questões como injustiças e soluções para problemas humanitários globais. O evento teve como ponto alto, no dia 22 de julho, o pedido de perdão dos luteranos aos menonitas, pela perseguição religiosa ocorrida 500 anos atrás.
De acordo com o pastor presidente da IECLB, Walter Altmann, esse foi, sem dúvida, o momento mais impressionante de todo o encontro. “Foram momentos de muita emoção. A adoção da declaração de arrependimento, a solenidade do ato e culto de arrependimento e o pedido de perdão, seguido da proclamação de concessão de perdão de parte dos menonitas. Não fui nem de longe o único a quem vieram as lágrimas. No ponto culminante muitos de nós nos ajoelhamos”, contou Altmann.
O bispo Mark S. Hanson, ainda ocupando a presidência da FLM, descreveu o ato de arrependimento e reconciliação como “algo que constrói a comunhão e a define. Não apenas olharemos para trás; mas vamos também olhar juntos para a promessa de Deus no futuro”.
Através da adoção da declaração intitulada “Ação acerca do Legado da Perseguição dos Luteranos aos Anabatistas”, os/as luteranos/as expressaram arrependimento das perseguições violentas aos Anabatistas e pelas formas através das quais os reformadores luteranos apoiaram tais perseguições com argumentos teológicos. A declaração pede o perdão “de Deus e dos nossos irmãos e irmãs menonitas” pelos erros e pela forma como os luteranos repetidamente esqueceram ou ignoraram esta perseguição e continuaram a descrever os Anabatistas de forma errada e danosa.
A declaração foi baseada no trabalho feito pela Comissão de Estudo Luterana-Anabatista (2005-2009), que produziu o relatório “Curando Memórias: Reconciliando-se em Cristo”, que foi aprovado pelo Conselho da FLM em 2009.
Vários delegados defenderam a adoção da declaração. O arcebispo Nemuel Babba, da Igreja Luterana de Cristo da Nigéria, disse aos delegados que tinha vontade de chorar quando a declaração completa foi lida na assembléia. “’Perdão’ é uma palavra de difícil pronúncia para qualquer um”, ele disse. “Mas o dia de hoje é um marco para dois grupos que se aproximam graças à palavra ‘perdão’”.
Ao introduzir a votação, Hanson conclamou os/as delegados/as da Assembleia e os demais presentes na sala plenária a indicar seu endosso à declaração ajoelhando-se ou colocando-se de pé em silêncio. Num momento emocionante na história da FLM e nas relações entre luteranos e menonitas, o presidente da FLM anunciou que a declaração havia sido endossada unanimemente “num espírito de grande humildade”.
A Conferência Menonita Mundial reagiu ao arrependimento luterano
“Hoje, neste lugar, todos/as nós juntos/as – luteranos/as e anabatistas menonitas – estamos cumprindo o mandamento de Cristo”, disse o Rev. Dr Danisa Ndlovu, Presidente da Conferência Menonita Mundial, num depoimento emocionado à Assembléia. Ele confessou que os menonitas mantinham-se dolorosamente cientes de sua impropriedade.
“Não podemos nos aproximar desta mesa de cabeça altiva. Só podemos chegar aqui curvados e com espírito de grande humildade e tementes a Deus. Não podemos chegar a este ponto e falhar em reconhecer nossa própria natureza pecadora. Não podemos chegar a esse ponto sem reconhecer nossa própria necessidade da graça e perdão de Deus”.
Em um ato simbólico de reconciliação e servidão, Ndlovu presenteou Hanson com uma pia lava-pés feita de madeira, dizendo que ela representava o compromisso dos menonitas com um futuro “no qual a marca diferencial das relações entre luteranos e anabatistas-menonitas será o amor sem fronteiras e o serviço”.
Ndlovu descreveu como, em algumas igrejas anabatistas e menonitas, a prática do lava-pés tem sido mantida. “É em nossa vulnerabilidade de uns em relação aos outros que a presença miraculosa, transformadora e reconciliadora de Deusse torna visível no mundo”.
Ao aceitar o presente, Hanson disse: “Desta e de muitas outras formas, iremos seguir o exemplo menonita, e neste dia extremamente significante em nossas vidas não há de existir um exemplo mais público de reconciliação”.
Relembrando, perdoando e vislumbrando o futuro juntos
Num culto de arrependimento solene e cheio de significado, a XI Assembleia da FLM, em conjunto com os membros da comunidade menonita, reuniu-se para refletir acerca do passado doloroso que causou divisões entre luteranos e menonitas durante centenas de anos. A liturgia do culto incluiu um momento no qual os participantes foram chamados a “lembrar como os cristãos anabatistas conheceram o sofrimento e perseguição, e como alguns de nossos mais brilhantes líderes reformadores defenderam esta perseguição em nome da fé”.
O culto, que seguiu a aprovação unânime da declaração por parte da XI Assembleia, incluiu testemunhos de menonitas sobre a perseguição e seu legado, incluindo o seu impacto em pequenas comunidades e as formas através das quais líderes luteranos – às vezes com as melhores intenções – deram apoio teológico às autoridades civis que perseguiram os anabatistas.
O Rev. Dr Larry Miller, secretario geral da Conferência Menonita Mundial e co-secretário da Comissão Internacional de Estudo Luterana-Menonita, também partilhou seu testeminho. Ele falou da força e das feridas das histórias dos mártires dentro do contexto menonita à medida que seguiram vivendo em comunidades contemporâneas. “Desde o começo do movimento, os anabatistas interpretaram sua perseguição como a confirmação do discipulado cristão fiel”, disse Miller. “Ao longo dos séculos e ao redor do mundo, histórias de sofrimento fiel se tornaram marcante na formação da identidade anabatista-menonita”.
Miller confessou que as comunidades anabatistas-menonitas também “estão precisando de cura e perdão. Nesta ação entre nós também há a promessa de libertação e renovação para os menonitas-anabatistas”.
Seguindo as orações de confissão, conduzidas pelo Rev. Dr Ishmael Noko, secretário geral da FLM, o culto passou a “vislumbrar um futuro juntos” e espalhar as sementes de reconciliação e paz.
sábado, 31 de julho de 2010
DESDE QUE O PRIMATA SE VIU HUMANO CRIOU INSTITUIÇÕES VÁRIAS. ATRAVÉS DELAS VEM CONSTRUINDO A HISTORIA DESTA ESPÉCIE ANIMAL. NENHUMA LIDERANÇA DOS PRIMATAS HUMANOS FEZ HISTORIA SOZINHO, A DESPEITO DAS INSTITUIÇÕES. NESTA PASSAGEM DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL PARA A REVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO DA INFORMAÇÃO, TODAS AS INSTITUIÇÕES DOS PRIMATAS HUMANOS ESTÃO EXORCIZANDO O PASSADO COMO DESCARREGANDO O PESO QUE IMOBILIZA A CONSTRUÇÃO DAS NOVAS INSTITUIÇÕES HUMANAS GLOBALIZADAS LIVRES DE IMPEDANCIAS DO PASSADO.- Bismarck frota xerez
ÍNDIO FUMOU ERRADO – CACHIMBO DA COLÔMBIA - Laerte Braga
Sandra Cureau é vice-procuradora geral da Justiça Eleitoral. Trem pra burro. Na representação que fez contra José Arruda Serra esqueceu-se de juntar as provas e a denúncia foi declarada inepta. Foi para o lixo.
Quer tirar Lula da campanha de Dilma e quer enquadrar Dilma por propaganda antecipada. Baseia-se em noticiário de jornais.
Em situações semelhantes a essa ministros da Corte já rejeitaram denúncias baseadas em jornais.
Justiça Eleitoral resta sendo um dos últimos instrumentos de censura no Brasil. Com a estrutura que tem e todo o aparato que a caracteriza não existe em nenhum canto civilizado, ou dito assim, do mundo capitalista, democrático, cristão e ocidental.
Em qualquer lugar onde prevaleça essa característica, democracia cristã, ocidental e capitalista, a do deus mercado, um conjunto de leis define as regras do processo eleitoral e comissões formadas por representantes de partidos, sociedade civil chamada organizada, etc, etc, cuidam de fazer cumprir a lei.
Na Grã Bretanha, até hoje, não existe máquina de votar. O cidadão vota em cédula. Aqui se faz um esforço descomunal para impedir o voto impresso, no caso da urna eletrônica, atribuindo àquela maquininha a condição de infalível.
Nem o papa fala nisso mais, ou avoca a si essa condição.
O ex-presidente Itamar Franco, quando no exercício do cargo, andou contrariando o então governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães. Como era do seu feitio, ACM chamou a GLOBO, era sócio, fez várias denúncias de corrupção no governo federal.
Itamar desafiou ACM a apresentar as provas, o governador disse que iria apresentá-las, combinaram dia e hora e quando o político baiano chegou ao gabinete do então presidente da República, as portas estavam abertas, os jornalistas credenciados todos no gabinete. Itamar pediu a ele ACM que apresentasse as provas publicamente, não tinha nada a temer ou a esconder.
O velho coronel saiu espumando de raiva. As “provas” eram recortes de jornais.
Quem acredita em THE GLOBE? Ou FOLHA DE SÃO PAULO? Pô meu é preciso ser muito crédulo para achar que essa turma diz alguma coisa que preste ou possa ser levada a sério, inclusive as pesquisas GLOPOBE e DATA FOLHA.
Bota VEJA aí de cambulhada.
Uai, por que Lula não pode fazer campanha para Dilma? Tem algum impedimento, direitos suspensos? A moça deve ser sobrevivente do período de Geraldo Brindeiro, Procurador Geral no governo FHC e especialista em engavetar tudo o que colocasse em risco o tucanato.
José Arruda Serra ao invés de ficar inventando moda, gastando dinheiro público sem qualquer escrúpulo (custa dinheiro esse monte de bobagens da vice-procuradora), devia chamar Índio da Costa, seu candidato a vice e dar-lhe uns puxões de orelha, coisa semelhante.
O cara anda fumando o cachimbo errado, deve ser colombiano, presente de Álvaro Uribe, só pode.
O ex-genro de Cacciola (cumpre pena por fraude na penitenciária da Papuda em Brasília) mandou ver no blog do PSDB. Um monte de besteiras. Acusou meio mundo, bateu duro, gritou por escrito Heil Hitler e foi um trabalhão para a turma correr e tirar as baboseiras do candidato do DEM, companheiro de chapa de Arruda Serra.
Imagine um cara desses numa eventualidade presidente da República?
O dito cujo esqueceu-se de dizer que a senadora Kátia Abreu, paladina da moral e dos bons costumes, desde que o dinheirinho público entre em sua campanha, que propôs a CPI do MST, não apareceu numa sessão sequer da dita CPI. Não tinha provas de nada e a conclusão foi simples, não houve desvio algum de verbas públicas pelo movimento.
Não compareceu, mas... Tchan, tchan, tchan... Recebeu.
Que tal uma CPI do agronegócio. A turma anda dizendo que está quebrada, que não tem financiamento, essas coisas de sempre.
Mas é lógico. Ninguém pagou coisa alguma. Especialidade DEM. Pegou a grana e a grana sumiu. Na hora de pagar, neca de pitibiriba. Aí desanda a dizer que está quebrada e precisa de mais crédito.
E tome transgênico.
É por aí que Índio da Costa transita.
Diferente de Arruda Serra? Em termos. Arruda Serra é um Índio da Costa conseqüente, articulado na corrupção. Índio da Costa é um José Arruda Serra inconseqüente, quadrilheiro novo, ainda não aprendeu as manhas do “negócio”.
Toda quadrilha tem esse tipo de problema. Aquele que acha que saca mais rápido. Mata com mais eficiência. Vende um País como o Brasil por melhor preço.
E incrível o desespero do tucanato.
Os caras não têm a menor idéia do que inventar para tentar evitar o naufrágio do barco e ainda carregam um peso adicional acima da quota permitida, o tal Índio da Costa.
Cachimbo colombiano é fogo. Ser ex-sogro do Cacciola é crime de cumplicidade.
E pro pecado ficar maior, o cara ainda é do DEM.
A GLOBO vai ter que tirar coelho da cartola e cartola extra nessa eleição. Só aquelas armações de sempre não vão dar conta não. Importar um mágico de alto calibre para magicar além do que se conhece, qualquer coisa no gênero. O trem tá brabo.
O desespero tá batendo antes de começar pra valer.
Quem sabe uma edição extra do BBB? Assim no meio do programa os brothers e sisters declaram voto a José Arruda Serra. Pode dar certo, quem sabe?
Num dos programas um brother e uma sister contam coisas escabrosas tipo dossiê contra Dilma e narram que viram um anjo no céu, descendo no meio da casa, Arruda Serra, por que não?
E o Bial fecha dizendo “meus heróis”.
É só pedir o cachimbo colombiano de Índio da Costa. É que nem a jabulani. Chuta prum lado e vai pro outro. O que dá de gol contra num tá no gibi.
Quer tirar Lula da campanha de Dilma e quer enquadrar Dilma por propaganda antecipada. Baseia-se em noticiário de jornais.
Em situações semelhantes a essa ministros da Corte já rejeitaram denúncias baseadas em jornais.
Justiça Eleitoral resta sendo um dos últimos instrumentos de censura no Brasil. Com a estrutura que tem e todo o aparato que a caracteriza não existe em nenhum canto civilizado, ou dito assim, do mundo capitalista, democrático, cristão e ocidental.
Em qualquer lugar onde prevaleça essa característica, democracia cristã, ocidental e capitalista, a do deus mercado, um conjunto de leis define as regras do processo eleitoral e comissões formadas por representantes de partidos, sociedade civil chamada organizada, etc, etc, cuidam de fazer cumprir a lei.
Na Grã Bretanha, até hoje, não existe máquina de votar. O cidadão vota em cédula. Aqui se faz um esforço descomunal para impedir o voto impresso, no caso da urna eletrônica, atribuindo àquela maquininha a condição de infalível.
Nem o papa fala nisso mais, ou avoca a si essa condição.
O ex-presidente Itamar Franco, quando no exercício do cargo, andou contrariando o então governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães. Como era do seu feitio, ACM chamou a GLOBO, era sócio, fez várias denúncias de corrupção no governo federal.
Itamar desafiou ACM a apresentar as provas, o governador disse que iria apresentá-las, combinaram dia e hora e quando o político baiano chegou ao gabinete do então presidente da República, as portas estavam abertas, os jornalistas credenciados todos no gabinete. Itamar pediu a ele ACM que apresentasse as provas publicamente, não tinha nada a temer ou a esconder.
O velho coronel saiu espumando de raiva. As “provas” eram recortes de jornais.
Quem acredita em THE GLOBE? Ou FOLHA DE SÃO PAULO? Pô meu é preciso ser muito crédulo para achar que essa turma diz alguma coisa que preste ou possa ser levada a sério, inclusive as pesquisas GLOPOBE e DATA FOLHA.
Bota VEJA aí de cambulhada.
Uai, por que Lula não pode fazer campanha para Dilma? Tem algum impedimento, direitos suspensos? A moça deve ser sobrevivente do período de Geraldo Brindeiro, Procurador Geral no governo FHC e especialista em engavetar tudo o que colocasse em risco o tucanato.
José Arruda Serra ao invés de ficar inventando moda, gastando dinheiro público sem qualquer escrúpulo (custa dinheiro esse monte de bobagens da vice-procuradora), devia chamar Índio da Costa, seu candidato a vice e dar-lhe uns puxões de orelha, coisa semelhante.
O cara anda fumando o cachimbo errado, deve ser colombiano, presente de Álvaro Uribe, só pode.
O ex-genro de Cacciola (cumpre pena por fraude na penitenciária da Papuda em Brasília) mandou ver no blog do PSDB. Um monte de besteiras. Acusou meio mundo, bateu duro, gritou por escrito Heil Hitler e foi um trabalhão para a turma correr e tirar as baboseiras do candidato do DEM, companheiro de chapa de Arruda Serra.
Imagine um cara desses numa eventualidade presidente da República?
O dito cujo esqueceu-se de dizer que a senadora Kátia Abreu, paladina da moral e dos bons costumes, desde que o dinheirinho público entre em sua campanha, que propôs a CPI do MST, não apareceu numa sessão sequer da dita CPI. Não tinha provas de nada e a conclusão foi simples, não houve desvio algum de verbas públicas pelo movimento.
Não compareceu, mas... Tchan, tchan, tchan... Recebeu.
Que tal uma CPI do agronegócio. A turma anda dizendo que está quebrada, que não tem financiamento, essas coisas de sempre.
Mas é lógico. Ninguém pagou coisa alguma. Especialidade DEM. Pegou a grana e a grana sumiu. Na hora de pagar, neca de pitibiriba. Aí desanda a dizer que está quebrada e precisa de mais crédito.
E tome transgênico.
É por aí que Índio da Costa transita.
Diferente de Arruda Serra? Em termos. Arruda Serra é um Índio da Costa conseqüente, articulado na corrupção. Índio da Costa é um José Arruda Serra inconseqüente, quadrilheiro novo, ainda não aprendeu as manhas do “negócio”.
Toda quadrilha tem esse tipo de problema. Aquele que acha que saca mais rápido. Mata com mais eficiência. Vende um País como o Brasil por melhor preço.
E incrível o desespero do tucanato.
Os caras não têm a menor idéia do que inventar para tentar evitar o naufrágio do barco e ainda carregam um peso adicional acima da quota permitida, o tal Índio da Costa.
Cachimbo colombiano é fogo. Ser ex-sogro do Cacciola é crime de cumplicidade.
E pro pecado ficar maior, o cara ainda é do DEM.
A GLOBO vai ter que tirar coelho da cartola e cartola extra nessa eleição. Só aquelas armações de sempre não vão dar conta não. Importar um mágico de alto calibre para magicar além do que se conhece, qualquer coisa no gênero. O trem tá brabo.
O desespero tá batendo antes de começar pra valer.
Quem sabe uma edição extra do BBB? Assim no meio do programa os brothers e sisters declaram voto a José Arruda Serra. Pode dar certo, quem sabe?
Num dos programas um brother e uma sister contam coisas escabrosas tipo dossiê contra Dilma e narram que viram um anjo no céu, descendo no meio da casa, Arruda Serra, por que não?
E o Bial fecha dizendo “meus heróis”.
É só pedir o cachimbo colombiano de Índio da Costa. É que nem a jabulani. Chuta prum lado e vai pro outro. O que dá de gol contra num tá no gibi.
É NA HISTÓRIA QUE DEUS SE REVELA - Bismarck frota xerez
Como entender o Mercado? Como entender a Lógica do Capital?
Os fenômenos da vida se entrelaçam. Um só fator não explica a Vida.
O que vem do Mercado? o que vem da Lógica do Capital?
A velocidade do Mundo vem de onde?
O cansaço, desarmonia, angústia e outros fatos, vem de onde?
E a exclusão e dureza de vida dos empobrecidos?
Somos cada vez mais escravos do tempo?
A sobrevivência fica cada vez mais cara?
O encantamento com as coisas oferecidas pelo Sistema é ruim?
É o Sistema culpado pelas pessoas ficarem encantadas?
É o Mercado responsável por não olharmos para a natureza?
Por estarmos vazios de nós mesmos?
Por não nos sentirmos parte da natureza?
É culpada a Modernidade? a Pós-Modernidade? A Era da Informação? A Sociedade do Conhecimento?
O Povo da Bíblia não podendo lidar ou não sabendo lidar com suas CONTRADIÇÕES inventaram a Liturgia do Bode Expiatório.
Serão o Sistema, o Mercado, a Lógica do Capital, a Modernidade, a Pós-Modernidade, a Sociedade da Informação e do Conhecimento BODES EXPIATÓRIOS?
Em qual período histórico os humanos se sentiram parte da natureza, olharam para a natureza? Quando os humanos buscaram e se guiaram pelo sentido da vida? Foi cheia de si, no sentido do contrário que dos que afirmam que somos hoje "vazios de si"?
Quando, em qual período histórico, que o Sistema vigente não produziu excluídos? Cansaço, desarmonia, angústia?
Quando a sobrevivência não foi cara? O tempo consumidor de vidas?
Quando houve harmonia entre o Projeto de Deus para a Vida, incluindo os humanos?
Lendo a História do Povo da Biblia desde Abraão, quando este mesmo Povo foi fiel, enquanto Povo, à Aliança com Deus?
Nestes dois mil anos de cristianismo, quando, como Povo, foram fiéis à adesão feita no batismo?
A novela de Jonas, livro bíblico colocado entre os profetas, conta a trajetória dos não crentes e dos crentes representados por um homem, Jonas.
Jonas confessa :
"sou hebreu. Adoro o Senhor, o Deus do céu e da terra, aquele que fez o mar e a terra firme". Jonas 1,9.
A confissão de fé de Jonas é como a do Povo da Biblia HOJE.
O livro de Jonas é uma ironia do principio ao fim.
O Deus que Jonas diz acreditar, manda-o anunciar o PROJETO DE DEUS onde REINA MALDADE E VIOLENCIA, Jonas vai exatamente no sentido contrário.
O Deus, que Jonas diz crer, fala através da tempestade, Jonas dorme sono profundo.
É surdo, indiferente!!
A ironia expressa na parábola de Jonas mostra que os não-crentes tocados pelo Espirito de Deus, representado pela tempestade, ouvem e colocam em prática, fazem o que o Povo da Bíblia fazia no Templo. Javé não está só no Templo de Jerusalém, como acreditavam então. A comédia de Jonas ironiza aquela fé de então.
O Deus de Jonas acolhe o culto dos não-crentes.
Jonas prefere continuar fugindo da MISSÃO, que seu Deus lhe manda executar.
Enquanto Jonas confessa com a boca, os demais personagens da novela são efetivos. E eficazes.
O capitão e os marinheiros do barco querem salvar Jonas. Jonas só quer fugir da Presença de Seu Deus.
A FÉ DE JONAS É VAZIA.
Jonas é ANTI-profeta.
A novela Jonas satiriza seu Povo, que, ontem e hoje, foge da MISSÃO de "ser luz entre as nações".
De forma cômica Deus vai atrás de Jonas.
Deus participa da Historia, tanto do Povo da Bíblia como dos demais povos representados pelos marinheiros do navio, em que Jonas foge de Deus para Tarsis, porto na longínqua España de Hoje.
Viagem cara que levava até um ano, tal é o desejo de Jonas de não assumir a MISSÃO do Povo da Bíblia, anunciar o PROJETO DE DEUS num mundo violento e mal, simbolizado pela cidade que na época de Jonas já não existia, mas no imaginário popular era o símbolo das maldades.
EM TODAS AS ÉPOCAS, na vigencia do Primeiro e do atual Segundo Testamento, SEMPRE FOI UMA MINORIA DO POVO DA BÍBLIA QUE ASSUMIU O CHAMADO DE DEUS PARA CONSTRUIR ENTRE OS HUMANOS O PROJETO DE DEUS.
Na incapacidade de transformar os Sistemas, as Lógicas, os caminhos por onde a História segue, SEMPRE O POVO DA BÍBLIA OPTOU POR EXORCIZAR COM LITURGIAS, COLOCANDO as culpas NO BODE EXPIATÓRIO, nos produtos da História.
As denúncias dos profetas do Povo de Israel, caem como luvas no agir dos "Jonas" do Novo Testamento, nestes dois mil anos de cristianismo.
A luta entre o PROJETO DE DEUS , "vida em abundancia para todos", Jo 10,10, é eterna.
As dificuldades não estão fora dos humanos, nem o atual Povo da Bíblia realizará sozinho a sua MISSÃO.
Os humanos de boa vontade estão, ironicamente, representados nos marinheiros do barco que conduzia Jonas para o outro lado do Mediterâneo. Para longe do Templo de Jerusalém, para longe da Palestina, para longe da Terra idealizada, "onde corre leite e mel".
A idealização pode ser a UTOPIA que nos impulsiona ou pode ser a alienação que nos afasta do PROJETO DE DEUS. A VIDA EM PLENITUDE PARA TODOS.
Mas Deus quer construir este CAMINHO com e através dos humanos, ATRAVÉS DA HISTÓRIA.
É NA HISTÓRIA QUE DEUS SE REVELA.
SOBRE SAPOS E ESCORPIÕES - Laerte Braga
Ano passado, na abertura da Conferência Nacional do Partido Comunista Brasileiro, Rio de Janeiro, auditório da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), o secretário geral do Partido, Ivan Pinheiro, disse mais ou menos o seguinte.
“O PCB tem história e noção de suas responsabilidades”. “Não será o responsável pelo retrocesso político no País, mas não será conivente com alianças espúrias e caminhos meramente eleitoreiros”.
O líder nacional do MST, João Pedro Stédile, costuma dizer que eleições são um instrumento, até aí nada demais, muitos percebem e sabem disso, dizem isso, mas acrescenta que o desafio é a organização e avanço dos movimentos populares.
A propósito, a CPI do MST concluiu que não houve um centavo sequer de desvio de verbas públicas destinadas a projetos executados pelo MST. Que tal uma CPI do agronegócio?
Qualquer um que tenha o mínimo de informações sobre a realidade política, econômica e social do Brasil sabe que José Arruda Serra é um retrocesso sem tamanho.
É só voltar os olhos aos oito anos de governo de FHC e compreender instantaneamente essa realidade.
Não significa que seja, por isso, digerível o ex-presidente Collor de Mello fazer campanha em Alagoas trombeteando o apoio de Lula e Dilma. Collor é candidato a governador.
Determinado tipo de aliança pode até levar à vitória, mas significa que um preço alto será pago por isso. Ganhar sem levar, por exemplo.
São sapos e lagartos que um dos principais erros do governo Lula vai acabar impondo aos brasileiros por conta da necessidade de evitar um retrocesso estúpido. O de não ter buscado ampliar os canais de participação popular e mergulhado no jogo institucional. Foi o que levou um deputado desqualificado como Roberto Jéferson a denunciar um processo de corrupção e ali arrastar figuras como o ex-ministro José Dirceu.
Não se tratava de preocupação com desmandos e desvios, mas com a necessidade de afastar Dirceu do centro das decisões.
De apequenar o governo e torná-lo refém desse jogo do clube de amigos e inimigos cordiais que circula pelos três poderes em Brasília.
Transformar o PT e agregados em partidos que se assentam à mesa com figuras como Collor.
Dilma Roussef é uma candidata séria. Íntegra. Com passado e presente de coragem, determinação e indiscutível capacidade para presidir o Brasil.
Não há como você fazer acordo com o escorpião para atravessar o rio. Vai mordê-lo mesmo que isso possa arrastá-lo à morte. Questão de caráter. E nesse caso nem tanto arrastá-lo à morte, pelo contrário.
Os escorpiões como Sarney, Collor e outros mais são dissidências por razões pessoais ou de “negócios” do esquema podre e corrupto dos tucanos. Não diferem em nada do que representam José Arruda Serra, Fernando Henrique Cardoso.
É uma espécie de opção que Lula fez. Juntou os êxitos indiscutíveis de seu governo (dentro do que se propôs), chamou a si a responsabilidade pelo jogo e aposta na perspectiva futura de avanços que possam permitir desvencilhar-se (ou não, difícil afirmar em cima do subjetivo) de figuras assim.
FHC deixou uma bomba armada e prestes a explodir nas mãos de Lula. Um País quebrado, falido, que Lula foi capaz de desarmar e evitar que explodisse. Lula deixa a Dilma uma outra forma de bomba.
Alianças espúrias e incompreensíveis.
O que o secretário geral do PCB quis dizer com “o PCB não será responsável pelo retrocesso” passa por todos esses ingredientes.
O próprio Ivan é candidato a presidente da República. Tem a convicção que é necessário dizer ao Brasil e aos brasileiros, na medida do possível, dada a correlação de forças desigual, que o processo de mudanças não passa por gente como Sarney e Collor.
Que as tarefas e desafios são bem maiores, transcendem aos limites de lideranças pessoais, coronéis políticos e por isso não podem ficar presas ou confinadas a um outro limite, o de um institucional podre.
E ao mesmo tempo que, no momento correto, o seu partido e seus camaradas não serão responsáveis por uma eventual eleição de José Arruda Serra.
Sem que isso signifique concordância com o que o próprio Ivan Pinheiro de maneira correta e precisa chama de “capitalismo a brasileira”.
É como se fosse um mar aparentemente tranqüilo e que numa curva se transformasse numa tempestade que engole o que se supõe conquistado.
Há uma força maior que devora esse tipo de luta e esse tipo de luta não se cinge a uma liderança, mas a avanços efetivos pela organização do movimento popular como um todo.
Esse é risco que se corre. Se consciente ou não é outra história. Duvido que seja inconsciente. Mas é também uma irresponsabilidade diante do processo maior, o da História.
“O PCB tem história e noção de suas responsabilidades”. “Não será o responsável pelo retrocesso político no País, mas não será conivente com alianças espúrias e caminhos meramente eleitoreiros”.
O líder nacional do MST, João Pedro Stédile, costuma dizer que eleições são um instrumento, até aí nada demais, muitos percebem e sabem disso, dizem isso, mas acrescenta que o desafio é a organização e avanço dos movimentos populares.
A propósito, a CPI do MST concluiu que não houve um centavo sequer de desvio de verbas públicas destinadas a projetos executados pelo MST. Que tal uma CPI do agronegócio?
Qualquer um que tenha o mínimo de informações sobre a realidade política, econômica e social do Brasil sabe que José Arruda Serra é um retrocesso sem tamanho.
É só voltar os olhos aos oito anos de governo de FHC e compreender instantaneamente essa realidade.
Não significa que seja, por isso, digerível o ex-presidente Collor de Mello fazer campanha em Alagoas trombeteando o apoio de Lula e Dilma. Collor é candidato a governador.
Determinado tipo de aliança pode até levar à vitória, mas significa que um preço alto será pago por isso. Ganhar sem levar, por exemplo.
São sapos e lagartos que um dos principais erros do governo Lula vai acabar impondo aos brasileiros por conta da necessidade de evitar um retrocesso estúpido. O de não ter buscado ampliar os canais de participação popular e mergulhado no jogo institucional. Foi o que levou um deputado desqualificado como Roberto Jéferson a denunciar um processo de corrupção e ali arrastar figuras como o ex-ministro José Dirceu.
Não se tratava de preocupação com desmandos e desvios, mas com a necessidade de afastar Dirceu do centro das decisões.
De apequenar o governo e torná-lo refém desse jogo do clube de amigos e inimigos cordiais que circula pelos três poderes em Brasília.
Transformar o PT e agregados em partidos que se assentam à mesa com figuras como Collor.
Dilma Roussef é uma candidata séria. Íntegra. Com passado e presente de coragem, determinação e indiscutível capacidade para presidir o Brasil.
Não há como você fazer acordo com o escorpião para atravessar o rio. Vai mordê-lo mesmo que isso possa arrastá-lo à morte. Questão de caráter. E nesse caso nem tanto arrastá-lo à morte, pelo contrário.
Os escorpiões como Sarney, Collor e outros mais são dissidências por razões pessoais ou de “negócios” do esquema podre e corrupto dos tucanos. Não diferem em nada do que representam José Arruda Serra, Fernando Henrique Cardoso.
É uma espécie de opção que Lula fez. Juntou os êxitos indiscutíveis de seu governo (dentro do que se propôs), chamou a si a responsabilidade pelo jogo e aposta na perspectiva futura de avanços que possam permitir desvencilhar-se (ou não, difícil afirmar em cima do subjetivo) de figuras assim.
FHC deixou uma bomba armada e prestes a explodir nas mãos de Lula. Um País quebrado, falido, que Lula foi capaz de desarmar e evitar que explodisse. Lula deixa a Dilma uma outra forma de bomba.
Alianças espúrias e incompreensíveis.
O que o secretário geral do PCB quis dizer com “o PCB não será responsável pelo retrocesso” passa por todos esses ingredientes.
O próprio Ivan é candidato a presidente da República. Tem a convicção que é necessário dizer ao Brasil e aos brasileiros, na medida do possível, dada a correlação de forças desigual, que o processo de mudanças não passa por gente como Sarney e Collor.
Que as tarefas e desafios são bem maiores, transcendem aos limites de lideranças pessoais, coronéis políticos e por isso não podem ficar presas ou confinadas a um outro limite, o de um institucional podre.
E ao mesmo tempo que, no momento correto, o seu partido e seus camaradas não serão responsáveis por uma eventual eleição de José Arruda Serra.
Sem que isso signifique concordância com o que o próprio Ivan Pinheiro de maneira correta e precisa chama de “capitalismo a brasileira”.
É como se fosse um mar aparentemente tranqüilo e que numa curva se transformasse numa tempestade que engole o que se supõe conquistado.
Há uma força maior que devora esse tipo de luta e esse tipo de luta não se cinge a uma liderança, mas a avanços efetivos pela organização do movimento popular como um todo.
Esse é risco que se corre. Se consciente ou não é outra história. Duvido que seja inconsciente. Mas é também uma irresponsabilidade diante do processo maior, o da História.
PORQUE ADMIRO O POVO NORTEAMERICANO - Bismarck frota xerez
Acabo de ver um filme COM e PARA púberes.
Assunto: INTIMIDAÇÃO.
Aquele POVO logo transforma seus problemas em filmes.
De uma maneira leve, como a capacidade de manipulação de simbolos do seu povo. Assim "discutem", colocam em imagens o problema da INTIMIDAÇÃO, hoje também no Brasil.
Por que os admiro??
Diferente de nós, que nos excitamos com ex-cineastas fracassados, cujo esporte é falar mal do nosso país, arrogantes jornalistas, que nos imaginam imbecis, a Industria Cinematográfica Norte Americana coloca o fato na tela. Encoraja a resistencia de pais e filhos molestados pelos "pedofilos" da INTIMIDAÇÃO. Intimidadores: qual os pedófilos, deslocaram o falo para a lingua e o computador, como fazem os jornalistas.
CUIDADO DILMA! OBCECADO É ASSIM COM “C” – TEM ALDO REBELO NA PISTA - Laerte Braga
O que transformou Emerson Fittipaldi num dos maiores pilotos de automóveis em todos os tempos foi a capacidade de entender seu tempo e superá-lo sem pretensões de ensinar b + a igual a ba, isso quando Jackie Stewart dirigia e era concorrente direto.
Uma das grandes falácias do nosso tempo é a China. Falo em termos de comunismo. Acho graça quando leio no THE GLOBE que o governo do PC chinês soube conciliar mercado com socialismo. Falam assim mesmo.
Camiseta a um real e trabalho escravo de montão.
Devem ter lido Delfim Neto sobre aquele negócio de “primeiro fazer o bolo, deixar crescer e depois dividir”. Com certeza. Cada vez um número maior de milionários e quase um bilhão na linha da miséria.
Intelectual tem mania de discorrer sobre a importância do “c” e do “s”, uma espécie de Hortelino Trocaletras ao contrário, tudo porque a origem é cego, a doença é cegueira misturada a vaidade.
Lê e se o “c” não estiver no lugar certo, ou a curva não atender aos parâmetros sei lá de que padrão está fora de esquadro.
Poucos entendem de povo. Tropeçam na presunção do saber absoluto. Falam para um público de kombi lotada. Entendem tudo de quase nada e nada de quase tudo.
Tempos de modernidade.
A sorte de Dilma Roussef é que Lula não entende absolutamente nada de “c” ou de “s”, do contrário estaria liquidada.
Têm mania de reinventar e tentar colocar palavras precisas recheadas de presunções imprecisas como se oráculos fossem. É comum encontrar esse tipo no topo de montanhas olhando o mundo abaixo e imaginando que é um contra senso abóbora nascer rasteira e jabuticaba numa árvore de tamanho razoável.
Fundamentalistas, carregam essa bíblia da verdade absoluta debaixo dos “cc” e dos “ss” e chamam tudo de tolos e chatos.
Vivem sós porque insuportáveis. Não sei o tamanho da língua desse tipo a que me refiro, evidente que não é regra geral.
Obama é uma espécie de deus cultuado como novo. Achavam o mesmo de John Kennedy. Gostam de vitrines espetaculares paramentadas de penduricalhos chineses que não duram uma semana e nem peça de reposição têm.
Olham de viseira, não entendem o todo, o que seja significado, ou significante. Freud iria ao deleite.
Mas deitam falação. Giram metralhadoras que disparam “c” e disparam “s”. Godart adora janelas fechadas. Dá um tom noir, ou sombrio ao povo da kombi, agora lotada e transbordando de pragmatismo.
E nem é tão estranho assim. Delfim Neto em plena ditadura, ministro da Fazenda, proclamou ao mundo que “sou socialista fabiano”.
Nada a ver com bolsa de Pequim, ou que quim seja. Falta Mao Tse nessa história toda. Onde já se viu exportação de lanterna que não acende?
Mas gostam de lanternar o mundo. Como gostam.
Não é necessariamente caso de tarja preta. É que desceu mal e bateu um desconforto dos diabos. Quando volta, volta azedo.
Qualquer tropinal da vida resolve. Um banho de água quente e curtir o mundo debaixo das cobertas chinesas encontradas em lojas de um e noventa e nove, mas a quarenta e nove e noventa e nove.
Pobre Dilma. Imagine se fosse contar com Aldo Rebelo e sua vocação de sim senhor, é tudo uma questão de conta de ajustar.
Não avalio a indigestão que Lula teria padecido com tantos “ss” engolidos. Nem tem jeito.
O negócio é reinventar. Desconstruir, pós qualquer coisa.
E nem sei se Schumaker – acho que é assim, é possível que esteja faltando alguma letra, ou sobrando – teria condições de navegar no céu de brigadeiro, quer dizer, mar de almirante, nos tempos que prudência e modéstia faziam parte da competição.
E nem competição é. Só vagido de sabedoria sobre obcecado e coisas que tais.
Ou quem sabe as pernas de Sarah Palin? Aquele óculos bisonho recomendando aquele produto inteligente, mais inteligente que qualquer um e que agüenta cem descargas.
Deviam condená-la a assistir Oscarito e Grande Otelo pelo menos cinco vezes por dia, aí talvez entendesse José Legoyw. Não tenho certeza se o ipsilone está a mais ou a menos.
Mas dá para entender.
É mais ou menos assim. Tem Aldo Rebelo na pista. Aí, aquele grito amazônico e pantaneiro – MADEIRA
Kátia Abreu agradece penhorada o pragmatismo.
Uma das grandes falácias do nosso tempo é a China. Falo em termos de comunismo. Acho graça quando leio no THE GLOBE que o governo do PC chinês soube conciliar mercado com socialismo. Falam assim mesmo.
Camiseta a um real e trabalho escravo de montão.
Devem ter lido Delfim Neto sobre aquele negócio de “primeiro fazer o bolo, deixar crescer e depois dividir”. Com certeza. Cada vez um número maior de milionários e quase um bilhão na linha da miséria.
Intelectual tem mania de discorrer sobre a importância do “c” e do “s”, uma espécie de Hortelino Trocaletras ao contrário, tudo porque a origem é cego, a doença é cegueira misturada a vaidade.
Lê e se o “c” não estiver no lugar certo, ou a curva não atender aos parâmetros sei lá de que padrão está fora de esquadro.
Poucos entendem de povo. Tropeçam na presunção do saber absoluto. Falam para um público de kombi lotada. Entendem tudo de quase nada e nada de quase tudo.
Tempos de modernidade.
A sorte de Dilma Roussef é que Lula não entende absolutamente nada de “c” ou de “s”, do contrário estaria liquidada.
Têm mania de reinventar e tentar colocar palavras precisas recheadas de presunções imprecisas como se oráculos fossem. É comum encontrar esse tipo no topo de montanhas olhando o mundo abaixo e imaginando que é um contra senso abóbora nascer rasteira e jabuticaba numa árvore de tamanho razoável.
Fundamentalistas, carregam essa bíblia da verdade absoluta debaixo dos “cc” e dos “ss” e chamam tudo de tolos e chatos.
Vivem sós porque insuportáveis. Não sei o tamanho da língua desse tipo a que me refiro, evidente que não é regra geral.
Obama é uma espécie de deus cultuado como novo. Achavam o mesmo de John Kennedy. Gostam de vitrines espetaculares paramentadas de penduricalhos chineses que não duram uma semana e nem peça de reposição têm.
Olham de viseira, não entendem o todo, o que seja significado, ou significante. Freud iria ao deleite.
Mas deitam falação. Giram metralhadoras que disparam “c” e disparam “s”. Godart adora janelas fechadas. Dá um tom noir, ou sombrio ao povo da kombi, agora lotada e transbordando de pragmatismo.
E nem é tão estranho assim. Delfim Neto em plena ditadura, ministro da Fazenda, proclamou ao mundo que “sou socialista fabiano”.
Nada a ver com bolsa de Pequim, ou que quim seja. Falta Mao Tse nessa história toda. Onde já se viu exportação de lanterna que não acende?
Mas gostam de lanternar o mundo. Como gostam.
Não é necessariamente caso de tarja preta. É que desceu mal e bateu um desconforto dos diabos. Quando volta, volta azedo.
Qualquer tropinal da vida resolve. Um banho de água quente e curtir o mundo debaixo das cobertas chinesas encontradas em lojas de um e noventa e nove, mas a quarenta e nove e noventa e nove.
Pobre Dilma. Imagine se fosse contar com Aldo Rebelo e sua vocação de sim senhor, é tudo uma questão de conta de ajustar.
Não avalio a indigestão que Lula teria padecido com tantos “ss” engolidos. Nem tem jeito.
O negócio é reinventar. Desconstruir, pós qualquer coisa.
E nem sei se Schumaker – acho que é assim, é possível que esteja faltando alguma letra, ou sobrando – teria condições de navegar no céu de brigadeiro, quer dizer, mar de almirante, nos tempos que prudência e modéstia faziam parte da competição.
E nem competição é. Só vagido de sabedoria sobre obcecado e coisas que tais.
Ou quem sabe as pernas de Sarah Palin? Aquele óculos bisonho recomendando aquele produto inteligente, mais inteligente que qualquer um e que agüenta cem descargas.
Deviam condená-la a assistir Oscarito e Grande Otelo pelo menos cinco vezes por dia, aí talvez entendesse José Legoyw. Não tenho certeza se o ipsilone está a mais ou a menos.
Mas dá para entender.
É mais ou menos assim. Tem Aldo Rebelo na pista. Aí, aquele grito amazônico e pantaneiro – MADEIRA
Kátia Abreu agradece penhorada o pragmatismo.
sábado, 17 de julho de 2010
A LÍNGUA COMPRIDA DA DEMOCRACIA - DOZE CENTÍMETROS E SETE MILÍMETROS - Laerte Braga
A julgar pelo noticiário da grande mídia no Brasil o governo do presidente Chávez prendeu arbitrariamente um “opositor”, defensor da democracia, com o objetivo de criar um fato político que facilite a vitória do governo bolivariano nas eleições de setembro.
Um iraniano, professor universitário e integrante do grupo de cientistas do Irã que trabalha o projeto nuclear do país foi seqüestrado por norte-americanos e israelenses quando se dirigia a cidade de Meca, na Arábia Saudita, em peregrinação.
Há cerca de um mês e meio um dos lideres do Hamas foi assassinado em Dubai por agentes do serviço secreto de Israel, o MOSSAD. Entraram no país usando passaportes britânicos, alemães e italianos. Não eram falsificados, eram passaportes oficiais.
Nos Estados Unidos um cidadão chamado Dave Hersch, no estado do Colorado, ao invés de sair eliminando colegas de escola, ou de trabalho, como é usual naquele país, inventou um carro-banheiro. O dito cujo vem equipado com duas privadas no lugar dos assentos e tem capacidade para seis rolos de papel higiênico. Alcança a velocidade de 50 quilômetros por hora e quatro anos foram gastos em pesquisas para se chegar ao modelo final depois de três protótipos.
Francisco Chávez Abarca, preso pelas autoridades venezuelanas quando tentava entrar no país, é um terrorista internacional procurado pela INTERPOL. Faz parte do grupo do cubano Luiz Posada Carriles, que vive em Miami e foi responsável pela derrubada de um avião de passageiros cubanos com 73 pessoas a bordo, todas mortas, em 1976. Abarca foi o responsável também por recrutar os mercenários que fizeram explodir quatro bombas em Havana em 1997, matando inclusive um turista italiano.
Ao ser preso confessou estar preparando um atentado terrorista para as eleições de setembro como forma de tentar impedir a vitória do partido do presidente Chávez.
O vídeo com a confissão pode ser visto acima.
Foi o depoimento de Abarca que permitiu à polícia da Venezuela prender Alejandro Peña Esclusa. Integra um partido de oposição ao governo Chávez, faz parte de um movimento semelhante a TFP – TRADIÇÃO, FAMÍLIA E PROPRIEDADE – e foi candidato a presidente da República nas últimas eleições obtendo 0.04% dos votos.
Ao ser preso em sua residência não ofereceu resistência e junto com ele foram apreendidos explosivos, detonadores e munição para armas de fogo. Esclusa é um dos suspeitos pelo atentado contra o papa João Paulo II, em 1984 (Chávez não era o presidente), quando da visita do pontífice a Venezuela.
Foi um dos principais conselheiros do golpista Roberto Michelleti no golpe contra Zelaya em Honduras. Foi condecorado pelo “governo” que derrubou o presidente constitucional hondurenho.
Quem quiser ter conhecimento do que a grande mídia brasileira chama de “opositor” e “democrata”, pode ver suas idéias em
http://fuerzasolidaria.org/?p=2667
Há cerca de vinte dias essa grande mídia brasileira noticiou que empresários norte-americanos e europeus num fórum na Europa haviam decidido, num primeiro momento, doar cinqüenta milhões de dólares a partidos de oposição da Venezuela para ajudar a por fim ao governo Chávez.
A Europa hoje é um monte de povoados gigantescos ou não tanto, cercado de bases militares norte-americanas para todos os lados, falida, e de joelhos diante do centro do universo, os EUA. Não se sabe porque Obama, ou seus antecessores, não declararam que ao contrário do que se afirma, o sol gira ao redor dos EUA e não a Terra ao redor do sol.
Todo o centro está em Washington. Deve ser uma forma de tentar parecer humilde. A humildade excessiva e exibida é também uma demonstração de soberba, um dos sete pecados capitais.
Sai o Vaticano, entra Washigton, o deus Mercado escorado em pilares nucleares.
E um jeito de recolonizar países mundo afora, continentes (caso da Europa), tudo em nome da “segurança internacional dos Estados Unidos da América”
Da mesma forma que despejaram bombas sobre o Iraque com um pretexto falso, mentiroso, armas químicas e biológicas, matam civis no Afeganistão numa guerra em que estão sendo derrotados, compram redes de tevê, jornais e revistas, emissoras de rádio. É o caso, no Brasil, da GLOBO e todo o complexo GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE SÃO PAULO, ESTADO DE MINAS, RBS (aquela que o filho pode estuprar a vontade que não sai nada no JORNAL NACIONAL).
Ou patrocinam candidatos. Na Venezuela os opositores de Chávez e no Brasil tucanos e DEM, a candidatura de José Arruda Serra.
Fazem isso em todos os cantos. Pouco antes de determinarem a setores de extrema-direita das forças armadas brasileiras que depusessem João Goulart, nas eleições de 1962, através de um instrumento que chamaram de IBAD – INSTITUTO BRASILEIRO DE AÇÃO DEMOCRÁTICA – despejaram fábulas de dinheiro apostando em candidatos subordinados a Washington, como Arruda Serra agora.
Quem pensa, por exemplo, que Incitatus era privilégio de Calígula, um cavalo senador, não olhou direito para o senador John Mcain, republicano e o principal mentor do golpe em Honduras. E nem de longe passou perto de Arthur Virgílio ou Tasso Jereissati.
Ou quem acha que William Bonner e seus miquinhos amestrados, Alexandre Garcia, Miriam Leitão, Lúcia Hipólito, Pedro Bial, Waak, etc, nunca foi a um zoológico e viu uma hiena, nem em foto.
Doze centímetros e sete milímetros é o comprimento da língua de Nick Afanasiev. Tem vinte anos de idade, é a língua mais comprida dos EUA e por pouco não bate o recorde mundial. Nove milímetros a mais seriam suficientes para isso.
Nick digita ao celular com a língua, o mesmo no computador e criou um canal no Youtube para mostrar suas “habilidades”.
Os Estados Unidos estão doentes.
Segundo Orlando Patterson, no jornal THE NATION, o desemprego entre negros chega a 15,5% contra 9,7% das taxas nacionais. Mais de um em cada seis negros norte-americanos está desempregado. A maioria dos adolescentes negros ou está fora da escola buscando emprego em tempo integral e a taxa chega, nesse grupo, a 38%.
A renda média das famílias negras nos EUA é pelo menos 65% inferior à das famílias brancas.
E isso tudo sob o governo de Barack Obama. E evidente, conseqüência do modelo, não necessariamente culpa só de Obama, mas também culpa dele.
Grande Otelo, notável ator brasileiro, costumava dizer que a televisão, isso nos primórdios da tevê no Brasil, preferia pintar atores brancos de negros a contratar atores negros. Poucos conseguiam romper a barreira do preconceito.
Obama é um dos pintados. Parece uma coisa é outra.
Fala-se muito na “síndrome de Estocolmo”. A relação entre seqüestrador e seqüestrado que termina criando um liame que muitas vezes chega a ser amor. Caso de Patrícia Hearst nos EUA e de um casal formado num seqüestro a uma embaixada no Peru, exemplos mais recentes.
Giovanni Bucher, embaixador suíço no Brasil à época da intervenção norte-americana a partir do golpe de 1964, seqüestrado pela guerrilha, negociou com os seqüestradores a inclusão do nome de um preso político de dupla nacionalidade (brasileira e suíça), que o governo de Washington (tinha um general fazendo o papel de presidente do Brasil, fingindo ser) não queria soltar a despeito das negociações dele Giovanni e das autoridades suíças.
O nome foi incluído na lista de trocas e o preso libertado.
Há uma síndrome maior, de espectro mais amplo, que no fundo é a mesma coisa, muda a dimensão. A do colonizador.
Impõe sua “verdade”. Segue, entre outros métodos, o da mentira repetida vezes a um ponto tal que se torna verdade. Foi desenvolvido ou percebido por Goebells, ministro da propaganda de Hitler.
A das armas químicas e biológicas que nunca existiram exceto no pretexto para invadir, saquear e tomar conta do petróleo iraquiano. E em outras tantas “verdades” espalhadas em mais de seiscentas bases militares pelo mundo inteiro.
Garantidas por um arsenal nuclear capaz de destruir o mundo cem vezes.
Huxley em O MACACO E A ESSÊNCIA, fala da “coisa”. A destruição nuclear e o número de crianças deformadas que nasciam a partir da “coisa”. Aconteceu em Hiroshima e Nagazaki e acontece em uma parte do Iraque. O governo do país está fazendo apelos a mulheres de uma determinada região para que não engravidem tal o número de crianças deformadas que têm nascido.
Veteranos de guerra denunciam o uso de balas de urânio empobrecido nos fuzis da barbárie.
Boa parte está doente nos EUA.
Isso quando um não enlouquece e sai matando adoidado colegas de escola, de escritório, se posta num ponto qualquer de uma cidade qualquer e vai acertando, aleatoriamente, o que se supõe serem pessoas, seres humanos.
É uma sociedade doente e doentia.
A síndrome do colonizador gera o espetáculo do vazio e guia manadas. No Brasil, entre outras “coisas”, dispõem da GLOBO, de VEJA, da FOLHA DE SÃO PAULO, etc.
Mais ou menos “estuprar pode, mas não precisa matar”. Desde que seja filho de diretor de uma afiliada da GLOBO. Caso contrário vira “Bruno”, ou “Nardoni”, a odisséia vai ser narrada por Galvão Bueno em “dá-lhe Massa”.
É por isso que o FANTÁSTICO é o SHOW DA VIDA.
Essa democracia tem uma língua de doze centímetros e sete milímetros. E para qualquer emergência já tem carro com dois vasos sanitários e seis rolos de papel higiênico.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
[Carta O BERRO] RECEITA DA RAÇÃO HUMANA. MEDICINA, SAÚDE E ALIMENTAÇÃO - Vanderley - Revista
Receita da ração humana
A ração humana (original) foi criada por uma terapeuta natural chamada Lica Takagui Dias, que 'vendeu' sua fórmula para a Takinutri, que comercializa a ração humana original a preços elevados.
A Ração Humana é um suplemento nutricional à base de cereais integrais, criado para ser adicionado diariamente às refeições e garantir uma rica quantidade e variedade de vitaminas, proteínas e fibras, que nem sempre são encontradas nas refeições habituais.
É recomendado o consumo diário de 40mg (2 colheres de sopa).
Ingredientes:
RECEITA 1 (Mais indicada e completa)
500g de soja em pó
500g de farelo de trigo
500g de farelo de aveia
100g de gergelim
100g de linhaça dourada
100g de guaraná em pó *
100g de levedo de cerveja
100g de gérmen de trigo
100g de açúcar mascavo *
100g de gelatina sem sabor
100g de quinua
100g de cacau em pó *
100g de farinha de maracujá
RECEITA 2 (Mais comum e barata)
250 g de fibra de trigo
125 g de leite desnatado em pó
125 g de linhaça marrom
100 g de açúcar mascavo *
100 g de aveia em flocos
100 g de gergelim com casca
75 g de gérmen de trigo
50 g de gelatina sem sabor
25 g de guaraná em pó *
25 g de levedo de cerveja
25 g de cacau em pó *
*não recomendado para diabéticos e grávidas.
Efeitos já atribuídos aos ingredientes :
Aveia em flocos: suas proteínas, fibras, vitaminas e minerais saciam a fome, melhoram o trânsito intestinal e inibem a absorção de gordura pelo organismo.
Linhaça: rica em ácidos graxos essenciais (gorduras boas), principalmente Ômega 3, baixa os níveis de colesterol ruim do sangue.
Gérmem de trigo: fonte natural de sais minerais, proteínas e vitaminas E, B e K, desintoxica o organismo e deixa o corpo mais disposto.
Açúcar mascavo: obtido por meio de evaporação do caldo de cana, sem processo de refino, contém cálcio, ferro, potássio, vitaminas e sais minerais.
Gergelim com casca: poderosa fonte de cálcio, ameniza os efeitos do estresse e melhora o raciocínio. Melhora o desempenho sexual.
Fibra de trigo: o processo de moagem da película externa do trigo mantém as proteínas, fibras e ferro que aceleram o metabolismo.
Gelatina: ajuda a manter a sensação de saciedade por mais tempo.
Cacau: com pouco açúcar e rico em sais minerais, como ferro, magnésio, potássio e fósforo, estimula a produção de serotonina, hormônio do bem-estar.
Levedo de cerveja: composto de vitamina B, manganês, cromo e fósforo, repõem sais minerais e vitaminas, fortalecendo o sistema imunológico.
Guaraná em pó: a cafeína estimula o sistema nervoso central, melhora a capacidade de raciocínio e combate o cansaço físico e mental.
Leite de soja em pó: pouco calórico, não contém colesterol e possui menos gordura que o leite de vaca.
Farinha da casca de maracujá: controle da taxa de açúcar no sangue por ser rica em pectina.
Quinua: Possui um excepcional balanço de 20 aminiácidos, entre eles a metionina e a lisina, responsáveis pela formação da proteína completa. Seu valor nutritivo só é comparável ao leite materno.
Deve-se tomar alguns cuidados :
- Não comprar a ração humana sem rótulo, sem marca e sem a composição nutricional.
- Não comprar a ração humana com os ingredientes já misturados e em pó (caso a marca não seja conhecida também).
- Armazenar ao abrigo da luz.
- Ingerir mais líquido que o habitual.
- Não substituir refeições principais (principalmente almoço).
A ração humana (original) foi criada por uma terapeuta natural chamada Lica Takagui Dias, que 'vendeu' sua fórmula para a Takinutri, que comercializa a ração humana original a preços elevados.
A Ração Humana é um suplemento nutricional à base de cereais integrais, criado para ser adicionado diariamente às refeições e garantir uma rica quantidade e variedade de vitaminas, proteínas e fibras, que nem sempre são encontradas nas refeições habituais.
É recomendado o consumo diário de 40mg (2 colheres de sopa).
Ingredientes:
RECEITA 1 (Mais indicada e completa)
500g de soja em pó
500g de farelo de trigo
500g de farelo de aveia
100g de gergelim
100g de linhaça dourada
100g de guaraná em pó *
100g de levedo de cerveja
100g de gérmen de trigo
100g de açúcar mascavo *
100g de gelatina sem sabor
100g de quinua
100g de cacau em pó *
100g de farinha de maracujá
RECEITA 2 (Mais comum e barata)
250 g de fibra de trigo
125 g de leite desnatado em pó
125 g de linhaça marrom
100 g de açúcar mascavo *
100 g de aveia em flocos
100 g de gergelim com casca
75 g de gérmen de trigo
50 g de gelatina sem sabor
25 g de guaraná em pó *
25 g de levedo de cerveja
25 g de cacau em pó *
*não recomendado para diabéticos e grávidas.
Efeitos já atribuídos aos ingredientes :
Aveia em flocos: suas proteínas, fibras, vitaminas e minerais saciam a fome, melhoram o trânsito intestinal e inibem a absorção de gordura pelo organismo.
Linhaça: rica em ácidos graxos essenciais (gorduras boas), principalmente Ômega 3, baixa os níveis de colesterol ruim do sangue.
Gérmem de trigo: fonte natural de sais minerais, proteínas e vitaminas E, B e K, desintoxica o organismo e deixa o corpo mais disposto.
Açúcar mascavo: obtido por meio de evaporação do caldo de cana, sem processo de refino, contém cálcio, ferro, potássio, vitaminas e sais minerais.
Gergelim com casca: poderosa fonte de cálcio, ameniza os efeitos do estresse e melhora o raciocínio. Melhora o desempenho sexual.
Fibra de trigo: o processo de moagem da película externa do trigo mantém as proteínas, fibras e ferro que aceleram o metabolismo.
Gelatina: ajuda a manter a sensação de saciedade por mais tempo.
Cacau: com pouco açúcar e rico em sais minerais, como ferro, magnésio, potássio e fósforo, estimula a produção de serotonina, hormônio do bem-estar.
Levedo de cerveja: composto de vitamina B, manganês, cromo e fósforo, repõem sais minerais e vitaminas, fortalecendo o sistema imunológico.
Guaraná em pó: a cafeína estimula o sistema nervoso central, melhora a capacidade de raciocínio e combate o cansaço físico e mental.
Leite de soja em pó: pouco calórico, não contém colesterol e possui menos gordura que o leite de vaca.
Farinha da casca de maracujá: controle da taxa de açúcar no sangue por ser rica em pectina.
Quinua: Possui um excepcional balanço de 20 aminiácidos, entre eles a metionina e a lisina, responsáveis pela formação da proteína completa. Seu valor nutritivo só é comparável ao leite materno.
Deve-se tomar alguns cuidados :
- Não comprar a ração humana sem rótulo, sem marca e sem a composição nutricional.
- Não comprar a ração humana com os ingredientes já misturados e em pó (caso a marca não seja conhecida também).
- Armazenar ao abrigo da luz.
- Ingerir mais líquido que o habitual.
- Não substituir refeições principais (principalmente almoço).
[Carta O BERRO] Faleceu, domingo, dia 11 de julho de 2010,Um patriota,um lutador do povo. O Companheiro Francisco Luciano Lepera. texto por - Vanderley Caixe
Foto: Fernando Sousa
Conheci Luciano Lepera quando tinha 15 anos. Foi num comício nas confluências da rua Minas com a rua Paraíba. Estava ele em cima de um caminhão velho, com o microfone na mão e o som do alto-falante vindo da capota do veículo.
Luciano era candidato pela primeira vez à Assembléia Legislativa de São Paulo. Vinha de vários mandatos como vereador, em Ribeirão Preto. Fora um dos vereadores mais atuantes na defesa dos trabalhadores e dos interesses nacionais. Autor de mais de 700 projetos nessa linha.
A fala de Luciano Lepera, em cima daquele caminhão, não era um discurso de comício, era a palavra segura, emocionante em defesa do nosso povo e da soberania nacional. Era didático. Comício que não se faz mais.
Luciano era o professor: explicava a origem da carestia, nominava os grupos que exploravam a nossa gente e o nosso país. Fazia do palanque a sala de aula. Não fabricava eleitores, mas produzia em cada comício homens conscientes, cidadãos indignados com a rapina de nosso país. Naquela noite, recordo-me ainda, falava da luta : o "petróleo é nosso", da árdua luta para manter essa riqueza em nosso solo e aproveitá-la somente em prol do Brasil.
Lembro-me dos nomes de nacionalistas, como Euzébio Rocha, o autor do substitutivo que deu origem à Lei 2004 , instituindo o monopólio estatal do petróleo, para a tristeza dos imperialistas da Esso, Shell, Texaco e outras componentes das sete irmãs : as responsáveis pelas guerras e invasões e tantos horrores cometidos nos países do terceiro mundo.
Luciano Lepera nominava os nossos patriotas como o general Estilac Leal, Gondim da Fonseca, Maria Augusta Tibiriçá Miranda, entre tantos outros valorosos defensores da nossa nacionalidade; estimulava a nossa virtude e o orgulho de ser brasileiro.
Fui conscientizado nesse comício-aula.
Relembro, ainda, a sua simplicidade no vestir, como aliás é até hoje, revela o seu total desapego aos bens materiais. Sempre ofereceu tudo o que ganhava às lutas populares, aos sindicatos, ajudando os companheiros em dificuldades. Era a imagem do lutador , do conscientizador, do agitador que entregou a sua vida pela causa do nosso povo e do nosso país.
Lepera, eleito deputado estadual, dedicou o seu mandato inteiramente a serviço do povo e da nação: ora estava na Assembléia Legislativa denunciando os esbirros da polícia e o massacre da população, que lutava pelos seus direitos; ora estava nas portas das fábricas ajudando a garantir o direito de greve; ora estava nos palanques na luta pela paz e contra as invasões imperialistas nos países do nosso continente ; ora ainda preocupava-se em elaborar projetos em defesa do trabalhador rural e urbano, dos professores, dos menos favorecidos e dos excluídos.
Não foram poucas as viagens que fez para o interior do Estado de São Paulo, ajudando a criar sindicatos, interferindo junto às delegacias de polícia nos casos de prisões de trabalhadores.
Uma luta incansável, diuturna, popular e patriótica.
Esse não era o deputado que interessava à classe dominante, exploradora e entreguista. Era preciso calar a boca do líder Luciano Lepera. Esse deputado era um "perigo para os privilegiados do sistema, das empresas estrangeiras sediadas no Brasil".
Em 1962, eu ingressava na Faculdade de Ciências Econômicas, da qual fui presidente do Centro Acadêmico e expulso, no golpe militar de 1964. Nesse período, continuei acompanhando a luta pela reeleição de Luciano Lepera. Alguns meses depois, surpreso, soube que o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo havia cassado o registro da candidatura de Luciano Lepera, com base num extenso relatório do Departamento de Ordem Política e Social – o famigerado DOPS.
Luciano Lepera recorreu e concorreu às eleições. Foi eleito, mas não lhe deram posse.
Um ano depois, veio o golpe da direita, dos grandes grupos econômicos, do imperialismo e dos traidores da pátria.
E Luciano foi preso, perseguido e silenciado durante todo o tempo da ditadura.
Resistiu sempre, sem perder a dignidade alimentada pelos seus ideais, de uma sociedade justa, de um povo livre e um país soberano.
Hoje, apesar da idade, continua a lutar. Leio todos os dias os seus magníficos artigos, nas páginas do jornal A Verdade e me inteiro da admiração, respeito e carinho que essa geração mais nova, de jornalistas e idealistas, têm pelo nosso Luciano Lepera. Entre eles o Zé Fernando Chiavenatto, de quem o Luciano sempre me fala.
Mesmo essa geração que o admira e o respeita, talvez conheça pouco da dimensão dessa figura e das causas (arbitrariedades) apontadas para a cassação do seu registro.
Há dias, procurando nos arquivos do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo, localizamos parte dessas arbitrariedades, praticadas contra o Luciano Lepera. Encontramos, nos porões daquele famigerado órgão, os arquivos deste processo e o relatório do DOPS, que serviu de base para a cassação do registro desse nosso grande patriota.
Lendo-os, seria preciso não ser brasileiro para não nos revoltarmos com as indignidades, o servilismo aos grandes grupos alienígenas tanto de belengüins de polícia como de juízes, procuradores e desembargadores dessa nossa “justiça”.
O objetivo de fazer conhecer esse "dossiê" (relatório) político-policial é o de revelar a magnitude da grandeza e a história política, popular e patriótica de Luciano Lepera; enquanto para o DOPS, para os exploradores do povo, para o imperialismo, Luciano era “criminoso” e deveria ser cassado. Essa é a verdade dos dominadores e exploradores do povo.
A luta de Luciano Lepera é a luta dos justos, pelos excluídos da grande sociedade, a luta em defesa da nossa pátria e das nossas riquezas.
Para os vendilhões da pátria e exploradores do nosso povo, era preciso negar-lhe o registro e os votos de quantos votaram na continuidade da sua luta.
Vou citar apenas alguns trechos desse relatório do Dops e da denúncia oferecida pela procuradoria contra Luciano Lepera:
"....segundo informação prestada pela autoridade policial de Ribeirão Preto em 17 de novembro de 1948, a pedido deste DOPS, o epigrafado era componente do comitê do "Centro de Estudos do Petróleo" daquela cidade, pertencendo ao "Departamento de Imprensa" desse comitê ".
Em outro trecho (do relatório do DOPS)...
".....(Luciano Lepera e outros) realizaram, no dia 24 de março de 1956, nos salões do "C. Paulista", uma reunião de apoio a Campanha Nacional Pró-Anistia aos Presos e Processados Políticos".
Outro "crime" de Luciano Lepera, anunciado pelo DOPS a serviço do imperialismo:
".....que no dia 3 de novembro de 1957, realizou-se na sede da
União Geral dos Trabalhadores – UGT - de Ribeirão Preto, a primeira reunião do "Núcleo Nacionalista" daquela cidade que, como as demais congêneres do País, se propõe a "defender as riquezas nacionais, pre servando-as da conquista estrangeira."
Nessa oportunidade, procedeu-se a eleição da comissão provisória e, na sua constituição, consta o nome do vereador e jornalista Lepera."
Eis o "crime" de Luciano Lepera: "defender o povo e as riquezas nacionais...
Por isso e, por toda a história de Luciano Lepera, tenho a honra de partilhar dessas justas homenagens, para perpetuar esse exemplo de dignidade e perseverança aos ideais de defesa do nosso povo e da nossa Pátria.
Parabéns, Luciano!
Do companheiro, sempre,
Vanderley Caixe.
terça-feira, 13 de julho de 2010
"UTOPIA E BARBÁRIE" - Laerte Braga
O diretor Sílvio Tendler não imaginava que o goleiro Bruno do Flamengo pudesse vir a ser o personagem principal do FANTÁSTICO da REDE GLOBO. Uma espécie de revista eletrônica, com direito a todo o aparato tecnológico que os dias de hoje permitem que se transforme da vida um mero espetáculo de vulgaridade.
Ao conceber e dar vida a UTOPIA E BARBÁRIE traçou em paralelo entre o que é humano e o que é inumano. Trouxe de volta a História.
Não sei se Kierkegaard se referia ao dizer que “vivemos para a frente, mas só podemos compreender para trás” ao fogo, por exemplo. Ou ao sonho, na tentativa de mostrar o caráter unidirecional do tempo. Um certo desânimo na escuridão de janelas fechadas e pregadas, no receio de se poder enxergar uma réstia de luz.
Um amigo me disse que existe uma certa ingenuidade em acreditar na UTOPIA. Em tom de brincadeira acrescentou que era mais fácil transformar essa “ingenuidade” numa loura siliconada e exuberante em cada ponto e canto e pronto, o problema do vazio estaria resolvido.
Só que a BARBÁRIE é real. Não é loura, não usa silicone e tampouco conhece botox.
E nem a UTOPIA é uma ingenuidade. É o ser humano e olhar o mundo com olhos de gente.
O resgate histórico do filme é compreender para trás e tentar viver para a frente. Nisso não há ingenuidade alguma. Nem desânimo.
“Pão para o corpo e pão para o espírito. Nossa escolha é entre o pão e a estopa. E a estopa não é preciso acrescentar, que nós quase unanimemente escolhemos”. Huxley em O MACACO E A ESSÊNCIA.
A compreensão para trás se delineia mostrada, exposta, exibida.
O sonho, a UTOPIA, “e os ecos dos trovões e dos tiros têm o som de desmoronamento de montanhas. O exército de Zapata, abaixo fazendas, viva povos, abre caminho rumo à cidade do México”. Galeano.
Não enxerguei em UTOPIA E BARBÁRIE só os contrastes. Prefiro o olhar que “é tempo de andar e lutar”. O mesmo Galeano, O SÉCULO DO VENTO.
A linguagem de Tendler é a do desnudar indignado a realidade BARBÁRIE do espetáculo que “constitui o modelo atual da vida dominante na sociedade. É a afirmação onipresente da escolha já feita na produção e o consumo que decorre dessa escolha”. Débord.
A afirmação da História.
O mesmo cineasta, Tendler, dá conta que no jornal EL MERCURIO, chileno, as forças armadas daquele país se desculparam publicamente pelo assassinato do general Carlos Pratts e sua esposa, por militares da BARBÁRIE de Pinochet. A nota fala em vergonha diante de tal procedimento. Por aqui continua o silêncio mortal da BARBÁRIE guardada em arquivos.
Pratts tinha a integridade da UTOPIA. Não se trata de almoçar enquanto se aguarda o juízo final. Não há tempo.
“É tempo de andar e lutar”.
É evidente que existe uma pedagogia da indignação que se mistura a outra do sonho e que não se cala atemorizada no grito estúpido dos fuzis.
Essas pedagogias estão no filme de Tendler. Não é necessariamente didatismo, longe disso.
O didatismo nessa forma seria como que entrar na fila e esperar a hora da execução.
Os camelôs de Contagem, município mineiro que forma a Grande Belo Horizonte, estão tendo lucros elevados com um filme estrelado por Eliza Samudio. Na capa o retrato do goleiro Bruno, cópia pirata, batendo recordes de encomendas em bancas de jornais.
O filme de Tendler são os olhos firmes e o dedo em riste apontando a História.
Não há diferença alguma entre o FANTÁSTICO, que chamam de “show da vida” e os jornaleiros que vendem os exercícios sexuais de Eliza Samudio.
E daí, solta Bruno por que a moça era assim?
Em cena a UTOPIA. A capacidade de abrir a janela enxergar a roseira e olhar o caminho sentindo a dor de cada pedra, ou grão de areia. Proclamar-se humano e vivo diante da BARBÁRIE.
Resistir.
Uma denúncia, falo do filme? Nem tanto, uma constatação histórica que a UTOPIA não é tanto utópica se nos voltarmos para o caráter humano do ser, mas a BARBÁRIE é a realidade que nos massacra.
Hiroshima ou Nagazaki. O Vietnã, ou o Iraque. Os campos de concentração recheados de judeus, negros, ciganos, hoje os palestinos.
Sílvio Tendler foi além de Kulbrick em DOUTOR FANTÁSTICO. Não importa que os gêneros sejam diferentes. As essências são idênticas. As genialidades também.
Kulbrick sugeriu num dos seus personagens a volta às cavernas. Um general preocupado com a segurança nacional.
Tendler mostrou as cavernas repletas de BARBÁRIES.
E um extraordinários espaços de luzes.
Se percorrido terminamos na UTOPIA, campos floridos e plenos de amor e vida.
Olhar o outro. Compreender todo o complexo montado para sustentar o show da BARBÁRIE.
Bruno é só uma conseqüência num determinado plano e um desvio noutro. Mas, ambos, têm a mesma raiz.
UTOPIA E BARBÁRIE resta sendo o tempo de uma geração que teima em resistir, porque é preciso resistir.
Deveria fazer parte do currículo das escolas de todos os cantos. Com direito a uma hora de meditação depois.
E a opção. Ou UTOPIA, ou a BARBÁRIE. Aí sim, pausa para o almoço.
Ao molho pardo nos palácios sombrios da BARBÁRIE, ou nos escombros do seu entorno. Ou a vida em seu sentido e sua razão de ser na UTOPIA.
Se a felicidade é impossível por ser a soma de todas as pulsões como imaginava Freud, a um só tempo, e assim a morte, a UTOPIA certamente tem espinhos, mas tem também todas as cores e matizes do ser.
E aí, a meu juízo, o segredo do filme. A chance do saber e a perspectiva real da escolha. A herança de uma geração repartida em forma de imagens e servida à mesa num extraordinário trabalho de afirmação da crença na UTOPIA.
Ao conceber e dar vida a UTOPIA E BARBÁRIE traçou em paralelo entre o que é humano e o que é inumano. Trouxe de volta a História.
Não sei se Kierkegaard se referia ao dizer que “vivemos para a frente, mas só podemos compreender para trás” ao fogo, por exemplo. Ou ao sonho, na tentativa de mostrar o caráter unidirecional do tempo. Um certo desânimo na escuridão de janelas fechadas e pregadas, no receio de se poder enxergar uma réstia de luz.
Um amigo me disse que existe uma certa ingenuidade em acreditar na UTOPIA. Em tom de brincadeira acrescentou que era mais fácil transformar essa “ingenuidade” numa loura siliconada e exuberante em cada ponto e canto e pronto, o problema do vazio estaria resolvido.
Só que a BARBÁRIE é real. Não é loura, não usa silicone e tampouco conhece botox.
E nem a UTOPIA é uma ingenuidade. É o ser humano e olhar o mundo com olhos de gente.
O resgate histórico do filme é compreender para trás e tentar viver para a frente. Nisso não há ingenuidade alguma. Nem desânimo.
“Pão para o corpo e pão para o espírito. Nossa escolha é entre o pão e a estopa. E a estopa não é preciso acrescentar, que nós quase unanimemente escolhemos”. Huxley em O MACACO E A ESSÊNCIA.
A compreensão para trás se delineia mostrada, exposta, exibida.
O sonho, a UTOPIA, “e os ecos dos trovões e dos tiros têm o som de desmoronamento de montanhas. O exército de Zapata, abaixo fazendas, viva povos, abre caminho rumo à cidade do México”. Galeano.
Não enxerguei em UTOPIA E BARBÁRIE só os contrastes. Prefiro o olhar que “é tempo de andar e lutar”. O mesmo Galeano, O SÉCULO DO VENTO.
A linguagem de Tendler é a do desnudar indignado a realidade BARBÁRIE do espetáculo que “constitui o modelo atual da vida dominante na sociedade. É a afirmação onipresente da escolha já feita na produção e o consumo que decorre dessa escolha”. Débord.
A afirmação da História.
O mesmo cineasta, Tendler, dá conta que no jornal EL MERCURIO, chileno, as forças armadas daquele país se desculparam publicamente pelo assassinato do general Carlos Pratts e sua esposa, por militares da BARBÁRIE de Pinochet. A nota fala em vergonha diante de tal procedimento. Por aqui continua o silêncio mortal da BARBÁRIE guardada em arquivos.
Pratts tinha a integridade da UTOPIA. Não se trata de almoçar enquanto se aguarda o juízo final. Não há tempo.
“É tempo de andar e lutar”.
É evidente que existe uma pedagogia da indignação que se mistura a outra do sonho e que não se cala atemorizada no grito estúpido dos fuzis.
Essas pedagogias estão no filme de Tendler. Não é necessariamente didatismo, longe disso.
O didatismo nessa forma seria como que entrar na fila e esperar a hora da execução.
Os camelôs de Contagem, município mineiro que forma a Grande Belo Horizonte, estão tendo lucros elevados com um filme estrelado por Eliza Samudio. Na capa o retrato do goleiro Bruno, cópia pirata, batendo recordes de encomendas em bancas de jornais.
O filme de Tendler são os olhos firmes e o dedo em riste apontando a História.
Não há diferença alguma entre o FANTÁSTICO, que chamam de “show da vida” e os jornaleiros que vendem os exercícios sexuais de Eliza Samudio.
E daí, solta Bruno por que a moça era assim?
Em cena a UTOPIA. A capacidade de abrir a janela enxergar a roseira e olhar o caminho sentindo a dor de cada pedra, ou grão de areia. Proclamar-se humano e vivo diante da BARBÁRIE.
Resistir.
Uma denúncia, falo do filme? Nem tanto, uma constatação histórica que a UTOPIA não é tanto utópica se nos voltarmos para o caráter humano do ser, mas a BARBÁRIE é a realidade que nos massacra.
Hiroshima ou Nagazaki. O Vietnã, ou o Iraque. Os campos de concentração recheados de judeus, negros, ciganos, hoje os palestinos.
Sílvio Tendler foi além de Kulbrick em DOUTOR FANTÁSTICO. Não importa que os gêneros sejam diferentes. As essências são idênticas. As genialidades também.
Kulbrick sugeriu num dos seus personagens a volta às cavernas. Um general preocupado com a segurança nacional.
Tendler mostrou as cavernas repletas de BARBÁRIES.
E um extraordinários espaços de luzes.
Se percorrido terminamos na UTOPIA, campos floridos e plenos de amor e vida.
Olhar o outro. Compreender todo o complexo montado para sustentar o show da BARBÁRIE.
Bruno é só uma conseqüência num determinado plano e um desvio noutro. Mas, ambos, têm a mesma raiz.
UTOPIA E BARBÁRIE resta sendo o tempo de uma geração que teima em resistir, porque é preciso resistir.
Deveria fazer parte do currículo das escolas de todos os cantos. Com direito a uma hora de meditação depois.
E a opção. Ou UTOPIA, ou a BARBÁRIE. Aí sim, pausa para o almoço.
Ao molho pardo nos palácios sombrios da BARBÁRIE, ou nos escombros do seu entorno. Ou a vida em seu sentido e sua razão de ser na UTOPIA.
Se a felicidade é impossível por ser a soma de todas as pulsões como imaginava Freud, a um só tempo, e assim a morte, a UTOPIA certamente tem espinhos, mas tem também todas as cores e matizes do ser.
E aí, a meu juízo, o segredo do filme. A chance do saber e a perspectiva real da escolha. A herança de uma geração repartida em forma de imagens e servida à mesa num extraordinário trabalho de afirmação da crença na UTOPIA.
ODE AO LATIFÚNDIO E AO AGRONEGÓCIO - Laerte Braga
O parecer do deputado Aldo Rebelo sobre as mudanças no Código Florestal e as perspectivas que essas alterações abrem para o latifúndio – inclusive garantia de impunidade para desmatar a Amazônia – são de fazer inveja a qualquer bancada ruralista. O deputado do PC do B deve ser recebido com tapete vermelho na Confederação Nacional da Agricultura e beijo no rosto de dona Kátia Abreu, miss desmatamento.A perspectiva que as alterações propostas ao Código Florestal se transformem em realidade transforma também o Brasil a médio e longo prazo num imenso deserto e sem qualquer chance de sobrevivência como Nação soberana e íntegra em seu território de dimensões continentais, chave para o controle da América Latina.
Quando você come um sanduíche da rede McDonald’s e engole um aditivo de petróleo em “proporções seguras” segundo comunicado oficial da empresa, não fica claro que se você for um consumidor habitual (milhões no mundo inteiro) desses sanduíches, você vai progressivamente acumulando as tais “proporções seguras” que, obviamente, acabam produzindo efeitos nocivos, doenças em seu organismo.
Entender o mundo de hoje, o chamado mundo da globalização não é tão difícil assim e tampouco perceber o caminho da sobrevivência como ser humano.
Há um centro, os Estados Unidos, sustentado pela exploração de todo o resto do Planeta, sendo devorado por dentro por uma crise sem tamanho e sem saída e que escorado num arsenal capaz de destruir o mundo cem vezes, se impõe a tudo e todos.
Países como o Brasil são e sempre foram indispensáveis a que esse império possa se sustentar nesta parte do mundo em que vivemos, a América Latina. É fundamental que assim o seja, até pela presença de governos que buscam alternativas outras, caso da Venezuela, da Bolívia, de Cuba, da Nicarágua, por exemplo.
No momento em que um país como a Costa Rica, que não tem exército, abre suas fronteiras a bases militares norte-americanas está se deixando colonizar e se transformando em agente de eventuais ocupações militares de países que ousem fugir do centro, do império.
O golpe que derrubou o presidente de Honduras, Manuel Zelaya foi montado numa base dos EUA na capital daquele país. Dirigido pelo general comandante da base.
Um cerco sobre países que teimam em ser independentes.
Não há nada mais devastador que o agronegócio. É o tal progresso que beneficia aos grupos que controlam o setor e usa o consumidor como se lixo fosse, tudo vendido a cores pela mídia dominada e controlada pelos donos.
O centro irradia sua devastação pelo mundo afora, como um monstro, o é, explora, invade, saqueia e promove tudo isso em nome de valores como a liberdade, a democracia, etc, etc, os direitos humanos, mesmo mantendo um campo de concentração como Guantánamo e navios prisões aos quais as organizações internacionais não têm acesso, enfim, toda a política de “segurança” necessária a que seus interesses não sejam afetados.
É comum um aluno de escola básica escutar de seus professores, desde tempos imemoriais, que o Brasil é o país do futuro.
O que o deputado Aldo Rebelo faz é matar esse futuro. Tornar-se intérprete dos interesses do centro, os EUA – e o que significam os EUA – na presunção equivocada e a meu juízo com má fé, que assim o fazendo vamos crescer, quando na realidade crescem os colonizadores e seus agentes no Brasil.
Não é difícil entender porque o desespero para eleger José Arruda Serra presidente da República. Ou todo o aparato de controle de nossa chamada grande mídia a partir da maior rede de comunicação do Brasil, a GLOBO.
Estão apenas investindo para controlar um País do tamanho de um gigante, digamos assim, sujeitar seu povo a uma cultura diversa da nossa e para tanto se valem daqueles que podem ser comprados. Caso de Aldo Rebelo.
Vamos virar produtores e exportadores de produtos primários e matéria prima indispensável ao poder do centro.
Toda a sorte de facilidades vai sendo criada dessa forma. No sanduíche que você come e acumula derivados nocivos do petróleo, ou na chance de desmatar tudo o que houver pela frente para que o agronegócio seja soberano e senhor.
Tivemos um ciclo da cana de açúcar, um do café, vamos ter agora o dos produtos transgênicos em breve imensos desertos e legiões de seres humanos transformados em subproduto do modelo político e econômico, legiões de escravos em transe diante daquele tênis que permite a você caminhar e correr sem choques que causem danos á coluna, ou aos seus pés, ou aquele desinfetante de vasos sanitários mais inteligente que qualquer um, que poupa o trabalho de sujar as mãos para trocá-lo, além do que agüenta cem descargas.
Há dias um servidor de interesses norte-americanos no Brasil e que ocupa um mandato de senador, criticou o governo afirmando que o setor do agronegócio está quebrado.
Como? Segundo esse senador, Tasso Jereissati, representa o Ceará, mas tem negócios em São Paulo, os latifundiários brasileiros pagam o olho da cara para manter nossa agricultura em padrões competitivos com o mercado internacional. Não existe mercado internacional como quer fazer crer Tasso nesse negócio.
O setor simplesmente não quer pagar suas dívidas contraídas junto a agentes financeiros públicos, Banco do Brasil por exemplo. Prefere mandar o dinheiro a paraísos fiscais, investir em especulação na Bolsa, em imóveis nos grandes centros e gastar dinheiro para eleger senadores como Tasso, ou Kátia Abreu, para que possam vociferar pelos negócios.
Jogam com a palavra chave dessa história toda, progresso. Mas o deles.
Um recente levantamento mostrou que no mundo inteiro existem perto de 600 bases militares norte-americanas. Para que?
Em diversas oportunidades os norte-americanos insinuaram a necessidade de bases no Brasil, seja o controle da base de lançamento de satélites em Alcântara, seja no sul, sob o pretexto de combater um terrorismo que não existe. Vão montar quantas quiserem se Arruda Serra for presidente.
Mataram a EMBRAER na privatização vergonhosa de FHC.
E enquanto isso vão desmatando e desbravando o caminho com deputados trêfegos e destituídos de qualquer responsabilidade com o Brasil e os brasileiros como Aldo Rebelo.
É o novo integrante da bancada ruralista. Autor de uma ode ao latifúndio e ao agronegócio.
Paris Hilton, aquela que viaja o mundo inteiro e recentemente foi presa na África do Sul por porte de drogas (um subalterno assumiu a culpa e a moça foi libertada) disse que quando criança imaginava que todas as pessoas viviam em mansões.
Os norte-americanos querem o mundo todo como uma grande África, cheia de ditadores, tiranos, corroída por disputas internas, o povo faminto, doente, dessa forma fica mais fácil manter o poder.
Na América Latina o Brasil é indispensável para eles. O parecer do deputado Aldo Rebelo ou foi feito em Washington e já chegou aqui em português (por técnicos da Monsanto, etc), ou a senadora e miss desmatamento Kátia Abreu encomendou a seus sicários e mandou embalado em caixa de presente para o novo integrante da bancada ruralista, Aldo Rebelo, com alguns agrados a parte.
Com certeza. Ah! Tem um detalhe, a culpa é do MST, ou do Irã.
terça-feira, 6 de julho de 2010
O BRASIL NA COPA – DUNGA E A MÍDIA - Laerte Braga
O que levou a seleção brasileira a transformar um belo primeiro tempo contra a Holanda numa tragédia futebolística no segundo tempo e ser eliminada, terá sido apenas a gota d’água de um processo que começou na briga do técnico Dunga com a REDE GLOBO e seus privilégios em relação ao restante da imprensa esportiva.
Dunga saiu do Brasil já agastado com as críticas a não convocação de Ronaldinho Gaúcho, de Paulo Henrique Ganso e um ou outro atleta, como as críticas feitas à chamada do goleiro Doni, reserva na Roma.
É preciso peito para peitar a GLOBO e Dunga teve. Não precisava ter estendido a trombada que deu na rede a toda a crônica esportiva, a todo o jornalismo esportivo. Sabia que ao proibir a entrada de Fátima Bernardes na concentração estava colocando sua cabeça na guilhotina e que naquele momento Ricardo Teixeira não iria demiti-lo. Teixeira é tudo menos burro.
Existem episódios, no entanto, que precisam ser vistos para que se possa ter um todo do processo.
Há uma disputa entre a GLOBO e a RECORDE pelos direitos de transmissão com exclusividade da Copa do Mundo. Vem de longe e recentemente a RECORDE conseguiu desbancar a GLOBO das Olimpíadas.
Nem RECORDE e nem GLOBO são flor que se cheire, pelo contrário, exalam odor podre de corrupção. São organizações cancerosas na mídia brasileira, agem em função de interesses que não têm nada a ver com os propósitos e objetivos da comunicação numa sociedade democrática
Os Marinhos são tanto quanto Edir Macedo.
A forma encontrada pela RECORDE para infernizar a vida da GLOBO na Copa foi a presença de jogadores e do assistente técnico Jorginho evangélicos. Ao futebol acrescentaram a “religião” como instrumento para tentar desbancar a concorrente.
Se Fátima Bernardes não tinha acesso à concentração, um tal pastor Anselmo era figura carimbada no reduto dos brasileiros e sua tarefa, além de “invocar a proteção divina”, era “sensibilizar” jogadores não evangélicos para a “salvação”. Com direito a cachê.
Com isso e para isso contou com atletas como Robinho, Cacá, o assistente técnico Jorginho, a mulher de Cacá do lado de fora convocando multidões a rezar pelo jogador numa exploração barata e comercial da fé, enfim, acrescentando ao futebol um ingrediente que nada tem a ver com futebol.
A primeira reclamação veio antes do primeiro jogo do Brasil. Houve jogadores que foram se queixar a Dunga do assédio do pastor Anselmo e de jogadores outros evangélicos.
Organizações neopentecostais tentaram de todas as formas possíveis mudar a determinação da FIFA que proíbe exibição de símbolos ou frase religiosos em comemorações de gols. De qualquer profissão de fé, exatamente para impedir uma outra forma de racismo, digamos assim, o racismo religioso.
O fundamentalismo religioso, no caso, com um ingrediente a mais, a corrupção neopentecostal da imensa e esmagadora maioria de pastores e seitas bandidas.
No sábado a mulher de Cacá, pastora, estava num show de uma cantora e depois esticou até a quadra da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro.
Direito legítimo dela, desde que a condenação a essa forma pagã de vida, como dizem, valha inclusive para pastores e pastoras.
E se pensarmos bem, deixa de ser fundamentalismo religioso e passa a ser vigarice.
O xis da questão não esta só em enfrentar o poder e o monopólio da GLOBO, ou achar que a RECORDE superando a GLOBO vá modificar alguma coisa. São farinha do mesmo saco, quadrilhas em briga e disputa por um mercado de prestação de serviços a grupos políticos, econômicos internacionais de olho no Brasil.
Se a GLOBO anestesia com o JORNAL NACIONAL, novelas, BBB, a RECORDE o faz com “cultos” montados em efeitos especiais vergonhosos de vigarice explícita naquele negócio de quem dá mais por uma casa no céu e a vida eterna repleta de glórias.
O que é necessário e redesenhar o modelo de comunicação no País, falo de televisão.
Por trás de toda essa disputa Dunga acaba sendo uma vítima com consciência do papel a que se presta, até pela natureza do seu temperamento, por falta de consciência da luta que se trava entre gigantes podres da comunicação.
Peitou a GLOBO, tudo bem. Louvável. Mas permitir-se ser usado numa guerra entre GLOBO e RECORDE, mero instrumento de notórios bandidos, acabou por transformar a pretensa independência em triste papel de laranja de meia dúzia de espertalhões.
Fé não se discute, é questão de consciência e direito legítimo de cada um. Mas o uso da fé como instrumento de alienação, de trapaças, de corrupção plena, isso é outra coisa, do contrário Bento XVI não seria tão pilantra como Edir Macedo, ou qualquer membro da família Marinho, ou prepostos como William Bonner, pois variam apenas no fato de um entender o que significado de garfo e faca, outro não e vai por aí afora.
Continua tendo razão Marx quando afirma que “a religião é ópio do povo”, não a fé, mas a religião. Se presta a que sionistas achem que são superiores por decisão divina. A golpes e vigarices de Edir Macedo e as várias seitas como a que Cacá pertence a iludir (entre eles o próprio Cacá), milhões de pessoas, transforma-se em instrumento de dominação ao contrário do que afirmam, de libertação.
Como dizia Glauber Rocha, é preciso entender que “somos o País da macumba” e isso tem um significado sem tamanho. Ou somos o que de fato e historicamente somos, ou seremos apenas gado nas mãos dessa gente. Somos maiores que essas limitações religiosas absurdas e bandidas no caso das seitas neopentecostais (a maioria, toda regra tem exceção, mas aí é mínima, mínima da mínima).
Gente padrão pastor Anselmo, tem um monte deles aí vendendo salvação. A GLOBO também, uma forma de salvação diversa, pois o “deus” dela é o Mercado, a sede é em Washington. Macedo, como qualquer bandido de segunda categoria preferiu Miami. É onde estão as máfias cubanas, as dos refugiados.
Dunga se enrolou nessa e sua coragem de peitar a GLOBO acabou se transformando-o em laranja da concorrente da GLOBO.
São quadrilhas, são iguais.
Na copa de 2014, a persistir esse tipo de briga, sugiro meio Maracanã para neopentecostais e meio Maracanã para carismáticos. O futebol fica de fora .Besteira, para que?
E vão dizer que a culpa é do Irã, ou da Venezuela.
Dunga saiu do Brasil já agastado com as críticas a não convocação de Ronaldinho Gaúcho, de Paulo Henrique Ganso e um ou outro atleta, como as críticas feitas à chamada do goleiro Doni, reserva na Roma.
É preciso peito para peitar a GLOBO e Dunga teve. Não precisava ter estendido a trombada que deu na rede a toda a crônica esportiva, a todo o jornalismo esportivo. Sabia que ao proibir a entrada de Fátima Bernardes na concentração estava colocando sua cabeça na guilhotina e que naquele momento Ricardo Teixeira não iria demiti-lo. Teixeira é tudo menos burro.
Existem episódios, no entanto, que precisam ser vistos para que se possa ter um todo do processo.
Há uma disputa entre a GLOBO e a RECORDE pelos direitos de transmissão com exclusividade da Copa do Mundo. Vem de longe e recentemente a RECORDE conseguiu desbancar a GLOBO das Olimpíadas.
Nem RECORDE e nem GLOBO são flor que se cheire, pelo contrário, exalam odor podre de corrupção. São organizações cancerosas na mídia brasileira, agem em função de interesses que não têm nada a ver com os propósitos e objetivos da comunicação numa sociedade democrática
Os Marinhos são tanto quanto Edir Macedo.
A forma encontrada pela RECORDE para infernizar a vida da GLOBO na Copa foi a presença de jogadores e do assistente técnico Jorginho evangélicos. Ao futebol acrescentaram a “religião” como instrumento para tentar desbancar a concorrente.
Se Fátima Bernardes não tinha acesso à concentração, um tal pastor Anselmo era figura carimbada no reduto dos brasileiros e sua tarefa, além de “invocar a proteção divina”, era “sensibilizar” jogadores não evangélicos para a “salvação”. Com direito a cachê.
Com isso e para isso contou com atletas como Robinho, Cacá, o assistente técnico Jorginho, a mulher de Cacá do lado de fora convocando multidões a rezar pelo jogador numa exploração barata e comercial da fé, enfim, acrescentando ao futebol um ingrediente que nada tem a ver com futebol.
A primeira reclamação veio antes do primeiro jogo do Brasil. Houve jogadores que foram se queixar a Dunga do assédio do pastor Anselmo e de jogadores outros evangélicos.
Organizações neopentecostais tentaram de todas as formas possíveis mudar a determinação da FIFA que proíbe exibição de símbolos ou frase religiosos em comemorações de gols. De qualquer profissão de fé, exatamente para impedir uma outra forma de racismo, digamos assim, o racismo religioso.
O fundamentalismo religioso, no caso, com um ingrediente a mais, a corrupção neopentecostal da imensa e esmagadora maioria de pastores e seitas bandidas.
No sábado a mulher de Cacá, pastora, estava num show de uma cantora e depois esticou até a quadra da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro.
Direito legítimo dela, desde que a condenação a essa forma pagã de vida, como dizem, valha inclusive para pastores e pastoras.
E se pensarmos bem, deixa de ser fundamentalismo religioso e passa a ser vigarice.
O xis da questão não esta só em enfrentar o poder e o monopólio da GLOBO, ou achar que a RECORDE superando a GLOBO vá modificar alguma coisa. São farinha do mesmo saco, quadrilhas em briga e disputa por um mercado de prestação de serviços a grupos políticos, econômicos internacionais de olho no Brasil.
Se a GLOBO anestesia com o JORNAL NACIONAL, novelas, BBB, a RECORDE o faz com “cultos” montados em efeitos especiais vergonhosos de vigarice explícita naquele negócio de quem dá mais por uma casa no céu e a vida eterna repleta de glórias.
O que é necessário e redesenhar o modelo de comunicação no País, falo de televisão.
Por trás de toda essa disputa Dunga acaba sendo uma vítima com consciência do papel a que se presta, até pela natureza do seu temperamento, por falta de consciência da luta que se trava entre gigantes podres da comunicação.
Peitou a GLOBO, tudo bem. Louvável. Mas permitir-se ser usado numa guerra entre GLOBO e RECORDE, mero instrumento de notórios bandidos, acabou por transformar a pretensa independência em triste papel de laranja de meia dúzia de espertalhões.
Fé não se discute, é questão de consciência e direito legítimo de cada um. Mas o uso da fé como instrumento de alienação, de trapaças, de corrupção plena, isso é outra coisa, do contrário Bento XVI não seria tão pilantra como Edir Macedo, ou qualquer membro da família Marinho, ou prepostos como William Bonner, pois variam apenas no fato de um entender o que significado de garfo e faca, outro não e vai por aí afora.
Continua tendo razão Marx quando afirma que “a religião é ópio do povo”, não a fé, mas a religião. Se presta a que sionistas achem que são superiores por decisão divina. A golpes e vigarices de Edir Macedo e as várias seitas como a que Cacá pertence a iludir (entre eles o próprio Cacá), milhões de pessoas, transforma-se em instrumento de dominação ao contrário do que afirmam, de libertação.
Como dizia Glauber Rocha, é preciso entender que “somos o País da macumba” e isso tem um significado sem tamanho. Ou somos o que de fato e historicamente somos, ou seremos apenas gado nas mãos dessa gente. Somos maiores que essas limitações religiosas absurdas e bandidas no caso das seitas neopentecostais (a maioria, toda regra tem exceção, mas aí é mínima, mínima da mínima).
Gente padrão pastor Anselmo, tem um monte deles aí vendendo salvação. A GLOBO também, uma forma de salvação diversa, pois o “deus” dela é o Mercado, a sede é em Washington. Macedo, como qualquer bandido de segunda categoria preferiu Miami. É onde estão as máfias cubanas, as dos refugiados.
Dunga se enrolou nessa e sua coragem de peitar a GLOBO acabou se transformando-o em laranja da concorrente da GLOBO.
São quadrilhas, são iguais.
Na copa de 2014, a persistir esse tipo de briga, sugiro meio Maracanã para neopentecostais e meio Maracanã para carismáticos. O futebol fica de fora .Besteira, para que?
E vão dizer que a culpa é do Irã, ou da Venezuela.
O IBOPE/GLOBOPE MENTE – MONTENEGRO QUER RESSUSCITAR ARRUDA SERRA - Laerte Braga
Cristovam Buarque de Holanda foi um dos raros governadores de Brasília a ter equilíbrio, serenidade e competência íntegras em seu governo. Por essa razão talvez tenha se tornado um errático. Superestimou seu potencial em termos de eleições e acabou derrotado em 1998 para Joaquim Roriz (um dos políticos mais corruptos do Brasil).
Cristovam Buarque de Holanda era favorito à reeleição e num dado momento, como que num surto de besteira, cismou de manifestar publicamente apoio às candidaturas de Almir Gabriel e Eduardo Azeredo a governadores de seus estados, o Pará e Minas, já imaginando que, reeleito governador de Brasília tornava-se candidato em potencial a presidente dentro ou fora do seu partido de então, o PT. Como teve o apoio de Malan, ministro da Fazenda de FHC, foi incensado pelo próprio presidente à época para tentar abrir uma fissura no PT e impedir a candidatura Lula, ou debilitá-la para as eleições de 2002. Caiu na conversa da sereia tucana. Do faraó paulista.
Não se preocupou em fazer campanha para a eleição que disputava, a de governador de Brasília. Falou como se candidato a presidente fosse, mesmo porque os dois candidatos nominalmente apoiados por ele, Gabriel e Azeredo eram e são tucanos.
O diretor do IBOPE, Montenegro, às vésperas da eleição, no sábado, em entrevista a vários jornais disse que engoliria todas as pesquisas que haviam sido feitas em Brasília se Cristovam perdesse para Roriz.
Cristovam perdeu e o Montenegro não engoliu pesquisa alguma. O IBOPE erra com freqüência, até quando pesquisa para valer. E isso é raro.
A pesquisa divulgada no sábado, três de julho, dá empate técnico entre os candidatos José Arruda Serra e Dilma Roussef, com ascensão para Arruda Serra e queda de um ponto para Dilma.
Fabricar pesquisas é a coisa mais fácil para qualquer quadrilha tipo IBOPE/GLOBOPE.
O resultado apurado foi completamente diverso do divulgado. Dilma alcançou 41% e José Arruda Serra 34%.
A divulgação de duas pesquisas imediatamente após a escolha de um DEM padrão Índio da Costa faz parte da estratégia de Arruda Serra. IBOPE/GLOBOPE e DATA FOLHA trabalham pari e passo com a quadrilha tucana.
Tentar neutralizar o impacto das pesquisas divulgadas pelos institutos VOX POPULI e SENSUS, que dão vantagem de cinco e seis pontos a Dilma. Tentar impedir que a candidatura tucana atinja os últimos estertores depois de todas as trapalhadas para a escolha do vice e que resultou num candidato que desviou dinheiro da merenda escolar.
Ressuscitar Arruda Serra.
Trabalhar junto ao eleitorado a idéia que o candidato está vivo e disputando palmo a palmo com Dilma Roussef.
Mentira. E a mentira faz parte do modus operandi dessa gente.
Arruda Serra naufraga em estados considerados tucanos, como Minas Gerais. Começa a patinar no Sul do Brasil e perde em todos os estados nordestinos, no norte e na região Centro Oeste. Perde no Rio de Janeiro.
Montenegro não vai, certamente, prometer desfilar nu como Maradona, se estiver errado pela simples razão que não está preocupado com cumprir ou deixar de cumprir promessas desse porte, pura arrogância. Montenegro e seu instituto vão mentir até as vésperas da eleição na tentativa de eleger Arruda Serra, como mentir vai a GLOBO, vai a FOLHA DE SÃO PAULO e vai VEJA.
É da natureza dessa gente.
Tipo reunião em São Paulo para analisar o desastre que foi o processo de indicação do vice e o próprio vice indicado e a solução. Fabricar duas pesquisas, uma seguidinha da outra para tentar apagar o incêndio, ou o naufrágio.
A pesquisa do INSTITUTO VOX POPULI realizada na terça-feira, dia 29 de junho, mostrou Dilma com 40% contra 35% de Arruda Serra.
A pesquisa do IBOPE/GLOBOPE que mostra “empate técnico” foi realizada pelo instituto a pedido da ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO, presidida por Afif Domingos, candidato a vice-governador na chapa de Geraldo Alckimin. Quando foi conhecido o resultado (Dilma 41% e Arruda Serra 34%) a turma resolveu dar uma realinhada nos números, ajustar os parâmetros, digamos assim.
A divulgação dos números reais mostraria o que qualquer um sabe. A candidatura Arruda Serra não existe mais. Acabou. Ou como disse o ex-governador de Minas, Aécio Neves, ao tomar conhecimento que o deputado Índio da Costa seria o vice. “Meu Deus o Serra desorganiza tudo que está organizado”.
Daqui, onde praticamente começa a campanha eleitoral, o festival de mentiras via GLOBO, via FOLHA DE SÃO PAULO, via VEJA, via RBS, via a mídia podre e venal de meia dúzia de barões sem caráter, vai alcançar os patamares de todas as eleições, como fazem sempre.
Não se trata de emprestar caminhões para desovar cadáveres de vítimas da ditadura militar como a FOLHA fez, mas de falsear notícias, inventar fatos, pesquisas, caravanas da cidadania, dossiês montadinhos (A GLOBO é especialista nisso, toda eleição tem sempre um dossiê e por trás do dossiê uma grana)
A propósito, com a decisão do ministro Ayres Brito de negar liminarmente pedido de políticos enquadrados na lei da ficha limpa, fica comprovado que temos duas cortes supremas. A do Gilmar Mendes, STF DANTAS/ARRUDA SERRA INCORPORATION LTD e outra o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Uma delas vai vencer, lógico, já que esses recursos terão que ser objeto de análise do tribunal pleno, ou seja, a totalidade dos onze ministros. Gilmar e Tófoli concederam liminares permitindo candidaturas de bandidos, Ayres Brito não.
As eleições de 2010, provavelmente, serão aquelas mais sujas da história do País.
É que os donos não querem de forma alguma perder a possibilidade de voltar a controlar o Brasil, transformá-lo em BRAZIL vendendo o que falta vender e embolsar milhões a guisa de propina, tudo sob o comando de José Arruda Serra.
Consciente ou não o jornalista José Simão, da FOLHA, chama Arruda Serra de vampiro. Com certeza. Suga o sangue dos brasileiros. Como qualquer tucano ou DEM, ou qualquer Roberto Freire da vida (o ex-honesto, conselheiro a doze mil por mês).
O IBOPE/GLOBOPE mente. Distorce. Falseia. O DATA FOLHA idem ibidem.
Cristovam Buarque de Holanda era favorito à reeleição e num dado momento, como que num surto de besteira, cismou de manifestar publicamente apoio às candidaturas de Almir Gabriel e Eduardo Azeredo a governadores de seus estados, o Pará e Minas, já imaginando que, reeleito governador de Brasília tornava-se candidato em potencial a presidente dentro ou fora do seu partido de então, o PT. Como teve o apoio de Malan, ministro da Fazenda de FHC, foi incensado pelo próprio presidente à época para tentar abrir uma fissura no PT e impedir a candidatura Lula, ou debilitá-la para as eleições de 2002. Caiu na conversa da sereia tucana. Do faraó paulista.
Não se preocupou em fazer campanha para a eleição que disputava, a de governador de Brasília. Falou como se candidato a presidente fosse, mesmo porque os dois candidatos nominalmente apoiados por ele, Gabriel e Azeredo eram e são tucanos.
O diretor do IBOPE, Montenegro, às vésperas da eleição, no sábado, em entrevista a vários jornais disse que engoliria todas as pesquisas que haviam sido feitas em Brasília se Cristovam perdesse para Roriz.
Cristovam perdeu e o Montenegro não engoliu pesquisa alguma. O IBOPE erra com freqüência, até quando pesquisa para valer. E isso é raro.
A pesquisa divulgada no sábado, três de julho, dá empate técnico entre os candidatos José Arruda Serra e Dilma Roussef, com ascensão para Arruda Serra e queda de um ponto para Dilma.
Fabricar pesquisas é a coisa mais fácil para qualquer quadrilha tipo IBOPE/GLOBOPE.
O resultado apurado foi completamente diverso do divulgado. Dilma alcançou 41% e José Arruda Serra 34%.
A divulgação de duas pesquisas imediatamente após a escolha de um DEM padrão Índio da Costa faz parte da estratégia de Arruda Serra. IBOPE/GLOBOPE e DATA FOLHA trabalham pari e passo com a quadrilha tucana.
Tentar neutralizar o impacto das pesquisas divulgadas pelos institutos VOX POPULI e SENSUS, que dão vantagem de cinco e seis pontos a Dilma. Tentar impedir que a candidatura tucana atinja os últimos estertores depois de todas as trapalhadas para a escolha do vice e que resultou num candidato que desviou dinheiro da merenda escolar.
Ressuscitar Arruda Serra.
Trabalhar junto ao eleitorado a idéia que o candidato está vivo e disputando palmo a palmo com Dilma Roussef.
Mentira. E a mentira faz parte do modus operandi dessa gente.
Arruda Serra naufraga em estados considerados tucanos, como Minas Gerais. Começa a patinar no Sul do Brasil e perde em todos os estados nordestinos, no norte e na região Centro Oeste. Perde no Rio de Janeiro.
Montenegro não vai, certamente, prometer desfilar nu como Maradona, se estiver errado pela simples razão que não está preocupado com cumprir ou deixar de cumprir promessas desse porte, pura arrogância. Montenegro e seu instituto vão mentir até as vésperas da eleição na tentativa de eleger Arruda Serra, como mentir vai a GLOBO, vai a FOLHA DE SÃO PAULO e vai VEJA.
É da natureza dessa gente.
Tipo reunião em São Paulo para analisar o desastre que foi o processo de indicação do vice e o próprio vice indicado e a solução. Fabricar duas pesquisas, uma seguidinha da outra para tentar apagar o incêndio, ou o naufrágio.
A pesquisa do INSTITUTO VOX POPULI realizada na terça-feira, dia 29 de junho, mostrou Dilma com 40% contra 35% de Arruda Serra.
A pesquisa do IBOPE/GLOBOPE que mostra “empate técnico” foi realizada pelo instituto a pedido da ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO, presidida por Afif Domingos, candidato a vice-governador na chapa de Geraldo Alckimin. Quando foi conhecido o resultado (Dilma 41% e Arruda Serra 34%) a turma resolveu dar uma realinhada nos números, ajustar os parâmetros, digamos assim.
A divulgação dos números reais mostraria o que qualquer um sabe. A candidatura Arruda Serra não existe mais. Acabou. Ou como disse o ex-governador de Minas, Aécio Neves, ao tomar conhecimento que o deputado Índio da Costa seria o vice. “Meu Deus o Serra desorganiza tudo que está organizado”.
Daqui, onde praticamente começa a campanha eleitoral, o festival de mentiras via GLOBO, via FOLHA DE SÃO PAULO, via VEJA, via RBS, via a mídia podre e venal de meia dúzia de barões sem caráter, vai alcançar os patamares de todas as eleições, como fazem sempre.
Não se trata de emprestar caminhões para desovar cadáveres de vítimas da ditadura militar como a FOLHA fez, mas de falsear notícias, inventar fatos, pesquisas, caravanas da cidadania, dossiês montadinhos (A GLOBO é especialista nisso, toda eleição tem sempre um dossiê e por trás do dossiê uma grana)
A propósito, com a decisão do ministro Ayres Brito de negar liminarmente pedido de políticos enquadrados na lei da ficha limpa, fica comprovado que temos duas cortes supremas. A do Gilmar Mendes, STF DANTAS/ARRUDA SERRA INCORPORATION LTD e outra o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Uma delas vai vencer, lógico, já que esses recursos terão que ser objeto de análise do tribunal pleno, ou seja, a totalidade dos onze ministros. Gilmar e Tófoli concederam liminares permitindo candidaturas de bandidos, Ayres Brito não.
As eleições de 2010, provavelmente, serão aquelas mais sujas da história do País.
É que os donos não querem de forma alguma perder a possibilidade de voltar a controlar o Brasil, transformá-lo em BRAZIL vendendo o que falta vender e embolsar milhões a guisa de propina, tudo sob o comando de José Arruda Serra.
Consciente ou não o jornalista José Simão, da FOLHA, chama Arruda Serra de vampiro. Com certeza. Suga o sangue dos brasileiros. Como qualquer tucano ou DEM, ou qualquer Roberto Freire da vida (o ex-honesto, conselheiro a doze mil por mês).
O IBOPE/GLOBOPE mente. Distorce. Falseia. O DATA FOLHA idem ibidem.
FICHA LIMPA PARA A MÍDIA - Laerte Braga
O jornal NEW YORK TIMES, num determinado momento da campanha presidencial de 2008 nos Estados Unidos, publicou um editorial anunciando seu apoio ao candidato democrata Barack Obama. Desfilou as razões da atitude, anunciou sua opção.
Em momento algum o NEW YORK TIMES adulterou notícias, inventou dossiês, montou pesquisas para favorecer seu candidato, nada semelhante ao que fazem os veículos das organizações GLOBO, de VEJA, ou FOLHA DE SÃO PAULO. Tão somente tornou pública a sua posição.
Um jornal ou revista apoiar determinado candidato não implica em crime e nem o transforma em órgão mentiroso. O que faz com que a grande mídia no Brasil seja mentirosa, parte do complexo político e econômico orientado pelos interesses de banqueiros, grandes empresários e latifundiários é exatamente a falta de caráter, o fato de serem veículos comprados e compráveis. Sugerem imparcialidade que não existe para dissimular essa falta de caráter.
Há dias uma menor foi violentada em Santa Catarina por três adolescentes. Um deles filho de um dos donos da RBS, rede de televisão ligada a GLOBO e que opera no sul do País. Silêncio absoluto no JORNAL NACIONAL. Filho de diretor de redes afiliadas, ou associadas pode tudo, inclusive violentar menores.
O nome do cidadão, o pai, o amigo da GLOBO, parceiro, é Sérgio Sirotsky. O caso aconteceu na casa da mãe do rapaz. A moça foi embebedada e estuprada de todas as formas possíveis por três rapazes, dois além do filho do dono da RBS.
Foi a própria mãe do rapaz que ao abrir a porta do quarto do filho e ver ao que estava acontecendo parou a barbárie, ligou para os pais da menina e na tentativa de salvar seu filho comunicou que a filha deles estava bêbada, “sabe como é festa de adolescentes, por favor venham buscá-la”.
Silêncio absoluto no JORNAL NACIONAL.
São covardes além de mentirosos.
À época da ditadura militar um grupo de empresários paulistas montou e financiou a OBAN – OPERAÇÃO BANDEIRANTES –. Ligava grupos de repressão e terror da ditadura. Os presos que foram torturados e assassinados eram entregues às famílias em caixões lacrados, com proibição expressa de virem a ser abertos. Os velórios eram “fiscalizados” pelos militares. Um comunicado simples era emitido. Foram vítimas de atropelamento.
s caminhões que desovavam os corpos pertenciam ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO. Emprestava-os para essa função.
A OBAN está toda documentada em O CIDADÃO BOILESEN, em alusão ao nome do empresário dinamarquês que veio para o Brasil montá-la. O “patriotismo” dos nossos militares era comandado de fora para dentro. Batiam continência para os norte-americanos e grandes grupos e bancos europeus.
Continuam, em sua maioria, a bater continência do mesmo jeito.
Toda a barbárie e violência do regime militar foi omitida pela GLOBO. Montada com capital estrangeiro (curiosamente as primeiras denúncias vieram de Carlos Lacerda) é até hoje uma empresa operada por brasileiros, propriedade de uma família de brasileiros, mas a serviço de país e grupos estrangeiros.
Omitiu-se na campanha das diretas, no impedimento de Collor e em todas as vezes que os interesses daqueles que pagam pudessem vir a ser contrariados.
Um fato recente foi a queda de um avião da GOL, às vésperas das eleições de 2006. O avião caiu por entre 17h e 18h, morreram mais de cem pessoas, as concorrentes noticiaram com destaque, mas para a GLOBO o fato principal era um dossiê falso no qual tentava implicar o então presidente e candidato à reeleição Lula e assim favorecer o tucano Geraldo Alckimin.
Noticiar o acidente tiraria o impacto do documento mentira produzido pela organização. Como a caravana da cidadania sob o comando do BBB Pedro Bial.
Ou mesmo o acidente com um avião da TAM. No primeiro momento culparam o governo pela “falta de ranhuras na pista” e ao longo da semana se percebeu, se descobriu, que o avião estava com problemas no reverso, numa das turbinas e a companhia não fazia a manutenção adequada, além do que, havia dado problema num vôo no dia anterior.
Na sexta-feira seguinte ao acidente, como não pudessem dar a mão a palmatória, ou criticar a companhia, é anunciante, VEJA saiu com a capa afirmando que o culpado fora o piloto.
São covardes e mentirosos.
O jornal FOLHA DE SÃO PAULO publicou um currículo falso da candidata Dilma Roussef e foi publicamente advertida disso pelo próprio onbudsman do jornal, mas manteve a mentira. Não havia erro na publicação da farsa, fora deliberada.
São covardes e mentirosos.
A Operação Harém da Polícia Federal mostra que laranjas dessas empresas, sobretudo a GLOBO, se valem de atrizes, modelos, dançarinas, para “fechar grandes contratos publicitários”. Na cama. E por um bom michê, no caso não é cachê.
Claro, as que se prestam a isso.
É essa gente que quer eleger um político venal, corrupto, agente de interesses de países e grupos estrangeiros para presidente da República. José Arruda Serra.
Se dizem imparciais.
Mas são apenas covardes e mentirosos.
Não têm compromisso algum com o Brasil, os brasileiros.
Várias organizações estão remetendo a ONU, tribunais internacionais, documentos mostrando o processo de compra da GLOBO São Paulo pelo grupo de Roberto Marinho, diante da passividade da Justiça brasileira.
A empresa foi comprada com documentos falsificados, falsificação comprovada por perícia, até com assinatura de morto. Mas fica tudo por isso mesmo.
A Justiça nada.
O processo de privatização da VALE no governo corrupto e venal de FHC foi julgado em primeira instância como criminoso, lesivo aos interesses nacionais, mas por cima, nas chamadas cortes superiores fica parado.
E o JORNAL NACIONAL e a grande mídia silenciosa. São comprados pelos donos atuais da VALE.
E assim o dia a dia desses veículos, dessas redes de tevê, rádios, jornais e revistas.
Vendem alienação. Desinformação, mentira. São pagos para isso.
Estuprar menores, fica decidido, se for filho de dono de associada, ou amigo do peito, pode sem problema, o JORNAL NACIONAL fica caladinho.
São covardes e mentirosos.
Que tal ficha limpa para a mídia?
Que tal uma discussão pública sobre comunicação? Discutir o poder de poucas famílias num setor fundamental para o processo democrático?
A maneira, por exemplo, como tratam a questão de rádios e tevês comunitárias, tentando criar toda a sorte de obstáculos para dificultar uma participação efetiva de movimentos sociais, sindicatos, nesse setor, por que não trazer a público esse discussão, redesenhar esse modelo em que a comunicação vira um latifúndio mentiroso (existe latifúndio verdadeiro?) e que permite a um apresentador de telejornal chamar o telespectador de idiota, como o fez William Bonner diante de alunos e professores de uma universidade paulista?
Ficha limpa para a mídia.
Em momento algum o NEW YORK TIMES adulterou notícias, inventou dossiês, montou pesquisas para favorecer seu candidato, nada semelhante ao que fazem os veículos das organizações GLOBO, de VEJA, ou FOLHA DE SÃO PAULO. Tão somente tornou pública a sua posição.
Um jornal ou revista apoiar determinado candidato não implica em crime e nem o transforma em órgão mentiroso. O que faz com que a grande mídia no Brasil seja mentirosa, parte do complexo político e econômico orientado pelos interesses de banqueiros, grandes empresários e latifundiários é exatamente a falta de caráter, o fato de serem veículos comprados e compráveis. Sugerem imparcialidade que não existe para dissimular essa falta de caráter.
Há dias uma menor foi violentada em Santa Catarina por três adolescentes. Um deles filho de um dos donos da RBS, rede de televisão ligada a GLOBO e que opera no sul do País. Silêncio absoluto no JORNAL NACIONAL. Filho de diretor de redes afiliadas, ou associadas pode tudo, inclusive violentar menores.
O nome do cidadão, o pai, o amigo da GLOBO, parceiro, é Sérgio Sirotsky. O caso aconteceu na casa da mãe do rapaz. A moça foi embebedada e estuprada de todas as formas possíveis por três rapazes, dois além do filho do dono da RBS.
Foi a própria mãe do rapaz que ao abrir a porta do quarto do filho e ver ao que estava acontecendo parou a barbárie, ligou para os pais da menina e na tentativa de salvar seu filho comunicou que a filha deles estava bêbada, “sabe como é festa de adolescentes, por favor venham buscá-la”.
Silêncio absoluto no JORNAL NACIONAL.
São covardes além de mentirosos.
À época da ditadura militar um grupo de empresários paulistas montou e financiou a OBAN – OPERAÇÃO BANDEIRANTES –. Ligava grupos de repressão e terror da ditadura. Os presos que foram torturados e assassinados eram entregues às famílias em caixões lacrados, com proibição expressa de virem a ser abertos. Os velórios eram “fiscalizados” pelos militares. Um comunicado simples era emitido. Foram vítimas de atropelamento.
s caminhões que desovavam os corpos pertenciam ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO. Emprestava-os para essa função.
A OBAN está toda documentada em O CIDADÃO BOILESEN, em alusão ao nome do empresário dinamarquês que veio para o Brasil montá-la. O “patriotismo” dos nossos militares era comandado de fora para dentro. Batiam continência para os norte-americanos e grandes grupos e bancos europeus.
Continuam, em sua maioria, a bater continência do mesmo jeito.
Toda a barbárie e violência do regime militar foi omitida pela GLOBO. Montada com capital estrangeiro (curiosamente as primeiras denúncias vieram de Carlos Lacerda) é até hoje uma empresa operada por brasileiros, propriedade de uma família de brasileiros, mas a serviço de país e grupos estrangeiros.
Omitiu-se na campanha das diretas, no impedimento de Collor e em todas as vezes que os interesses daqueles que pagam pudessem vir a ser contrariados.
Um fato recente foi a queda de um avião da GOL, às vésperas das eleições de 2006. O avião caiu por entre 17h e 18h, morreram mais de cem pessoas, as concorrentes noticiaram com destaque, mas para a GLOBO o fato principal era um dossiê falso no qual tentava implicar o então presidente e candidato à reeleição Lula e assim favorecer o tucano Geraldo Alckimin.
Noticiar o acidente tiraria o impacto do documento mentira produzido pela organização. Como a caravana da cidadania sob o comando do BBB Pedro Bial.
Ou mesmo o acidente com um avião da TAM. No primeiro momento culparam o governo pela “falta de ranhuras na pista” e ao longo da semana se percebeu, se descobriu, que o avião estava com problemas no reverso, numa das turbinas e a companhia não fazia a manutenção adequada, além do que, havia dado problema num vôo no dia anterior.
Na sexta-feira seguinte ao acidente, como não pudessem dar a mão a palmatória, ou criticar a companhia, é anunciante, VEJA saiu com a capa afirmando que o culpado fora o piloto.
São covardes e mentirosos.
O jornal FOLHA DE SÃO PAULO publicou um currículo falso da candidata Dilma Roussef e foi publicamente advertida disso pelo próprio onbudsman do jornal, mas manteve a mentira. Não havia erro na publicação da farsa, fora deliberada.
São covardes e mentirosos.
A Operação Harém da Polícia Federal mostra que laranjas dessas empresas, sobretudo a GLOBO, se valem de atrizes, modelos, dançarinas, para “fechar grandes contratos publicitários”. Na cama. E por um bom michê, no caso não é cachê.
Claro, as que se prestam a isso.
É essa gente que quer eleger um político venal, corrupto, agente de interesses de países e grupos estrangeiros para presidente da República. José Arruda Serra.
Se dizem imparciais.
Mas são apenas covardes e mentirosos.
Não têm compromisso algum com o Brasil, os brasileiros.
Várias organizações estão remetendo a ONU, tribunais internacionais, documentos mostrando o processo de compra da GLOBO São Paulo pelo grupo de Roberto Marinho, diante da passividade da Justiça brasileira.
A empresa foi comprada com documentos falsificados, falsificação comprovada por perícia, até com assinatura de morto. Mas fica tudo por isso mesmo.
A Justiça nada.
O processo de privatização da VALE no governo corrupto e venal de FHC foi julgado em primeira instância como criminoso, lesivo aos interesses nacionais, mas por cima, nas chamadas cortes superiores fica parado.
E o JORNAL NACIONAL e a grande mídia silenciosa. São comprados pelos donos atuais da VALE.
E assim o dia a dia desses veículos, dessas redes de tevê, rádios, jornais e revistas.
Vendem alienação. Desinformação, mentira. São pagos para isso.
Estuprar menores, fica decidido, se for filho de dono de associada, ou amigo do peito, pode sem problema, o JORNAL NACIONAL fica caladinho.
São covardes e mentirosos.
Que tal ficha limpa para a mídia?
Que tal uma discussão pública sobre comunicação? Discutir o poder de poucas famílias num setor fundamental para o processo democrático?
A maneira, por exemplo, como tratam a questão de rádios e tevês comunitárias, tentando criar toda a sorte de obstáculos para dificultar uma participação efetiva de movimentos sociais, sindicatos, nesse setor, por que não trazer a público esse discussão, redesenhar esse modelo em que a comunicação vira um latifúndio mentiroso (existe latifúndio verdadeiro?) e que permite a um apresentador de telejornal chamar o telespectador de idiota, como o fez William Bonner diante de alunos e professores de uma universidade paulista?
Ficha limpa para a mídia.
O Escamudo-Do-Alaska*, peixe largamente utilizado para fazer sandes no McDonalds - Barbet
O Escamudo-do-Alaska é a espécie mais abundante do Mar de Bering, constituindo 60% do total da biomassa da região. Finalmente consegui encontrar o nome daquele peixe delicioso que colocam dentro do Mac-Fish,. Também com esse nome onde eu conseguiria encontrar esse peixe aqui no Brasil?
Foi capturado e desembarcado para consumo humano pela primeira vez em 1984. É frequente ser transformado ainda no navio, imediatamente após a captura. O Escamudo-do-Alasca é em 95% dos casos pescado de modo selectivo, pelo que a sua captura quase não provoca capturas acessórias. É certificado pelo selo MSC (MARINE STEWARDSHIP COUNCIL) como produto proveniente de uma pesca sustentável. O Escamudo-do-Alasca é essencialmente apresentado no circuito comercial sob a forma de produto ultracongelado. A sua carne é macia, branca, magra, muito tenra e saborosa. Os seus derivados são indicados para assar, fritar e panar. É comercializado ao longo de todo o ano, mantendo uma qualidade relativamente constante.Uma vez que existe em grandes quantidades e é o peixe mais capturado em todo o mundo, é relativamente económico, apesar de apresentar uma qualidade bastante elevada.
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