Brazilliance, Part Two: MPB with Verônica Ferriani and Douglas Lora from Michal Shapiro on Vimeo.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
[Carta O BERRO] Verônica Ferriani: show de NY chega a Ribeirão! Show com Toquinho em Curitiba e outros. - Vanderley Caixe
[Carta O BERRO] Verônica Ferriani: show de NY chega a Ribeirão! Show com Toquinho em Curitiba e outros.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O QUE VOCE FARIA ... - Evandro
A única coisa que faz o brasileiro reclamar é quando o time dele perde... Aí ele se dispõe a ir até no aeroporto de madrugada xingar jogador...
Por que não vai até a câmara dos deputados exigir reforma da previdência, reforma política, acabar com aposentadorias milionárias pra políticos, acabar com auxílio terno, exigir a prisão de políticos corruptos, acabar com a imunidade parlamentar etc.???? E viva a política do pão e circo... Povo passivo, acomodado, consumista e manipulado, que só pensa em futebol, copa do mundo, e bolsa família, enquanto os políticos fazendo a festa com a ignorância do povo!
Por que não vai até a câmara dos deputados exigir reforma da previdência, reforma política, acabar com aposentadorias milionárias pra políticos, acabar com auxílio terno, exigir a prisão de políticos corruptos, acabar com a imunidade parlamentar etc.???? E viva a política do pão e circo... Povo passivo, acomodado, consumista e manipulado, que só pensa em futebol, copa do mundo, e bolsa família, enquanto os políticos fazendo a festa com a ignorância do povo!
PROPRIEDADES DO AMOR - Elio Mollo
O AMOR se mostra sempre espontâneo. E por ser de boa índole, não prende, não escraviza, não controla e não exige nada em troca pelo bem que promove, mas compartilha tudo o que de útil possui.
O AMOR por suas virtudes respeita, auxilia, compreende, perdoa... e se for necessário renuncia de seus interesses próprios em prol da PAZ e da FRATERNIDADE.
O AMOR por sua natureza fornece segurança, confiança e afeto a todos que fazem parte de seu meio de relação.
O AMOR é a FORÇA que rege o Universo e o mantém num contínuo movimento progressivo e em plena HARMONIA solidária.
* * *
Considerada o Hino da América Latina traduzida para mais de 20 línguas cantada por Placido Domingo, Luciano Pavarotti, Gigliola Cinquetti, Simon & Garfunkel, o tenor peruano Juan Diego Florez, entre outros cantaram esta belssima canção, realizando úma das mais famosas sinfonia do Mundo - Elio Mollo
Ó majestoso Condor dos Andes,
leva-me ao meu lar, nos Andes,
Ó Condor.
Quero voltar à minha terra querida e viver
com meus irmãos Incas, que é o que mais anseio
Ó Condor.
Em Cusco, na praça principal,
espera-me, para passearmos em
Máchu Pícchu e Huayna Pícchu
* * *
Tradução da letra cantada por Raices de América
O Império Inca
o índio é,
sem luz, apenas,
é triste.
Por trás do silêncio é
nunca, nunca mais voltar.
O Inca foi,
morrer para o sol,
e alma é um condor
voando para chorar a sua dor
Voar, voar o condor
na imensidão, na sombra altipampa.
Na raça do sonho americano
No sangue do índio e da raça
O Inca tem sido traído,
as flautas estão chorando.
A Pachamama ensina o Coya
e morrer pela liberdade!
texto foi elaborado com base em informações da Wikipédia.
texto foi elaborado com base em informações da Wikipédia.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
SOS ÁFRICA - A mais severa seca dos últimos 60 anos afeta 12,5 milhões de pessoas na região conhecida como Chifre da África - que inclui Somália, Djibouti, Quênia, Uganda e Etiópia. A ONU declarou fome crônica em duas regiões do sul da Somália, e anunciou que caso nada seja feito, a situação pode se transformar numa catástrofe humanitária - Barbet
URGENTE! - Obter água é um dos principais desafios dos habitantes do Chifre da África - Barbet
Doze milhões de pessoas estão à beira da morte na África
Dez mil crianças morrem mensalmente na região do Chifre da África, região no nordeste do continente que reúne quatro países. A seca que atinge a região ainda pode matar mais 12 milhões de pessoas. Obter água é um dos principais desafios dos habitantes da região.
Muitos são forçados a abandonar suas casas. Em média, o campo de refugiado da cidade de Dadaab, no Quênia, recebe cerca de 1.800 pessoas por dia, segundo estimativa da ONU (Organização das Nações Unidas). É o maior campo de refugiados do mundo.
A situação na África mobiliza diversos artistas pop de todo o mundo. Nomes como Antônio Banderas, Justin Bieber, Lady Gaga e os grupos U2 e Rolling Stones pedem na internet doações aos fãs. Mais de 150 celebridades estão envolvidos na campanha. Entre elas, os cantores Paul McCartney, Beyoncé e Britney Spears, além do piloto Lewis Hamilton e o do jogador Cristiano Ronaldo.
Dez mil crianças morrem mensalmente na região do Chifre da África, região no nordeste do continente que reúne quatro países. A seca que atinge a região ainda pode matar mais 12 milhões de pessoas. Obter água é um dos principais desafios dos habitantes da região.
Muitos são forçados a abandonar suas casas. Em média, o campo de refugiado da cidade de Dadaab, no Quênia, recebe cerca de 1.800 pessoas por dia, segundo estimativa da ONU (Organização das Nações Unidas). É o maior campo de refugiados do mundo.
A situação na África mobiliza diversos artistas pop de todo o mundo. Nomes como Antônio Banderas, Justin Bieber, Lady Gaga e os grupos U2 e Rolling Stones pedem na internet doações aos fãs. Mais de 150 celebridades estão envolvidos na campanha. Entre elas, os cantores Paul McCartney, Beyoncé e Britney Spears, além do piloto Lewis Hamilton e o do jogador Cristiano Ronaldo.
Mas que coisa? - George Vespasiano
Não sei quem é o autor dessa coisa, mas só sei que essa coisa é uma coisa boa de ler...
Coisa
A palavra "coisa" é um Bombril do idioma.
Tem mil e uma utilidades.
É aquele tipo de termo muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia.
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio.
"E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte.
Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já.
"E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943.
A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa".
A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema!
A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu
Coisa no recente Quarteto Fantástico.
Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70.
E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira
faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho.
Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB.
No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras:
Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas.
As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração.
Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas.
Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai").
Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal.
O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.
O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado.
Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando
assume o poder, a coisa muda de figura.
Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma.
Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa.
Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?
Coisa
A palavra "coisa" é um Bombril do idioma.
Tem mil e uma utilidades.
Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio.
"E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte.
Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já.
"E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943.
A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa".
A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema!
A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu
Coisa no recente Quarteto Fantástico.
Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70.
E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira
faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho.
Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB.
No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras:
Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas.
As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração.
Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas.
Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai").
Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal.
O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.
O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado.
Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando
assume o poder, a coisa muda de figura.
Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma.
Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa.
Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?
sábado, 13 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
"ATIRADOR", "VÂNDALOS" E "TERRORISTAS" - OS "PRINCÍPIOS DA GLOBO" - Laerte Braga
O primeiro-ministro da antiga Grã Bretanha – Micro Bretanha – foi ao Parlamento dizer que a Scotland Yard iria manter a ordem, impedir novos atos de “vandalismo”. David Cameron é o responsável pelo fim do “multiculturalismo” em declarações que fez numa conferência em Berlim. Foi apoiado por Ângela Merkel, chanceler alemã.
“Senhor: Sois célebre e vossas obras alcançam tiragem de trinta mil exemplares. Vou dizer-vos por quê: é que amais os homens. Tende o humanismo no sangue: eis a vossa sorte... Deleitai-vos quando vosso vizinho pega uma xícara da mesa porque há um modo de pegar que é propriamente humano e que sempre descrevestes em vossas obras como menos elástico e menos rápido que o do macaco não é?” (Sartre, O MURO, Nova Fronteira, 2005, Rio de Janeiro).
Ao longo de todos esses anos que existe, desde que inventado por potências do mundo à época, o Estado de Israel mata sistemática e deliberadamente palestinos. Rouba terras, rouba água, serviu de base para os Estados Unidos por esses anos todos no Oriente Médio. Hoje controla os EUA através de banqueiros e grandes corporações empresariais. Estende suas asas nazi/sionistas por todo o mundo.
As suásticas tremulam em Wall Street e nos píres que passam pelo mundo recolhendo riquezas para sustentar-lhes – as elites – a opulência e a arrogância.
“A burguesia é um grande incesto”. D. Thomas Balduíno em palestra feita em Juiz de Fora, MG, na década de 70.
Acreditam-se enviados divinos, povo superior, a taxa de juros é elevadíssima.
“Se não houvesse entre nós uma pequena diferença de gosto, eu não vos importunaria. Mas tudo se passa como se tivésseis a graça e eu não. Sou livre para gostar ou não de lagosta a americana, mas se não gosto de homens sou um miserável e não posso encontrar lugar ao sol. Monopolizaram a vida”. Do mesmo Sartre, no mesmo livro.
Comunidade Européia. O presidente da França Nicolas Sarlozy reuniu-se com seus ministros para avaliar a crise que devasta a Grécia, a Espanha, a Itália, a Irlanda, Portugal, começa a esticar seus tentáculos para a antiga Grã Bretanha e pode chegar tanto à França como ao reino de sua majestade a rainha Elizabeth II.
Louis Francis Albert Victor Nicholas Mountbatten, o primeiro Conde Mountbatten de Burma. Almirante da esquadra pirata de sua majestade a rainha, e tio materno do Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, consorte da rainha Elizabeth. Em tempo algum negou seu fascínio pelo nazismo.
Os mulambos do conde assombram aos gritos e espasmos de HEIL HITLER na baía de Donegal, na República da Irlanda.
Para a GLOBO os rebeldes ingleses são “vândalos”. A idéia de problemas sociais não passa pela cabeça dos que dirigem a organização e falam através de editorial em “princípios”.
O norueguês de olhos azuis e cabelos louros que matou quase uma centena de pessoas num ato de “purificação” segundo disse à polícia de seu país é um “atirador”.
Os que derrubam um helicóptero de assassinos norte-americanos no Afeganistão são “terroristas”.
Tudo segundo o editorial assinado pelos Marinhos. Os donos.
“... Eu vos digo: ou amamos os homens ou eles não nos permitem trabalhar a sério. Eu não quero meio termos. Vou pegar, agora mesmo, meu revólver, descerei à rua e verei se é possível executar alguma coisa contra eles. Adeus Senhor, talvez seja vós quem vou encontrar. Não sabereis jamais com que prazer explodirei vossos miolos. Se não – é o caso mais provável –, lede os jornais de amanhã. Lá vereis que um indivíduo chamado Paul Hilbert matou, numa crise de furor, cinco transeuntes no bulevar Edgard-Quinet. Sabeis melhor que ninguém o que vale a prosa dos grandes diários. Compreendei que não estou furioso. Estou muito calmo, pelo contrário, e vos peço que aceiteis meus melhores cumprimentos”.
Corta para aviões da OTAN – Organização do Tratado Atlântico Norte –, em nome da democracia, dos direitos humanos, dos valores cristãos e ocidentais bombardeando a Líbia, matando cidadãos líbios, homens, mulheres, criança, destruindo cidades, escolas e hospitais. Dão a isso o nome de “ajuda humanitária”.
William Bonner ou o outro, o preferido de Hilary Clinton, o Waack, noticiam solenes e pomposos esses “princípios”.
A GLOBO nasceu na mentira, vive na mentira.
São os “princípios” da organização. Como as máfias os têm.
A denúncia do jornalista Rodrigo Viana acerca do cerco a Celso Amorim define o verdadeiro caráter dessa gente.
Cada vez mais a democracia deixa de existir e se transforma numa imensa rede de comissões, agências, notáveis, sem o menor respaldo popular.
O mundo dos bancos, das grandes corporações, do latifúndio – o veneno em nossas mesas – e o ser humano transformado em objeto descartável.
É outro “princípio” da GLOBO. O do Homer Simpson, aquele que diz que somos idiotas.
Não há vida no mundo institucional da verdade única do capitalismo. É hora de começar a derrubar os muros mesmo que sejamos “vândalos” ou “terroristas”, nunca seremos atiradores.
Não temos olhos azuis, não somos louros e nem descendência de vikings. E segundo a carta de centenas de laudas deixadas pelo “atirador”, somos miscegenados, logo, incapazes de alcançar o nirvana de metralhadoras “purificando”.
Para os “princípios” da GLOBO somos o alvo do espetáculo vazio. Por isso os rios estão cheios de monstros, de loucos e loucas.
Que guardem a chave dos cofres e seus preciosos ”princípios” medidos em dólares. O ruído dos oprimidos está chegando.
“Que Deus abençoe a América e os americanos”. Barack Obama após o assassinato de Osama bin Laden. Centenas de pessoas dançavam nas imediações da Casa Branca e um louco matava colegas de trabalho para “purificar” o mundo.
É o “plim plim”, o universo da ditadura, da tortura, da mentira transformada em “princípios”.
“Senhor: Sois célebre e vossas obras alcançam tiragem de trinta mil exemplares. Vou dizer-vos por quê: é que amais os homens. Tende o humanismo no sangue: eis a vossa sorte... Deleitai-vos quando vosso vizinho pega uma xícara da mesa porque há um modo de pegar que é propriamente humano e que sempre descrevestes em vossas obras como menos elástico e menos rápido que o do macaco não é?” (Sartre, O MURO, Nova Fronteira, 2005, Rio de Janeiro).
Ao longo de todos esses anos que existe, desde que inventado por potências do mundo à época, o Estado de Israel mata sistemática e deliberadamente palestinos. Rouba terras, rouba água, serviu de base para os Estados Unidos por esses anos todos no Oriente Médio. Hoje controla os EUA através de banqueiros e grandes corporações empresariais. Estende suas asas nazi/sionistas por todo o mundo.
As suásticas tremulam em Wall Street e nos píres que passam pelo mundo recolhendo riquezas para sustentar-lhes – as elites – a opulência e a arrogância.
“A burguesia é um grande incesto”. D. Thomas Balduíno em palestra feita em Juiz de Fora, MG, na década de 70.
Acreditam-se enviados divinos, povo superior, a taxa de juros é elevadíssima.
“Se não houvesse entre nós uma pequena diferença de gosto, eu não vos importunaria. Mas tudo se passa como se tivésseis a graça e eu não. Sou livre para gostar ou não de lagosta a americana, mas se não gosto de homens sou um miserável e não posso encontrar lugar ao sol. Monopolizaram a vida”. Do mesmo Sartre, no mesmo livro.
Comunidade Européia. O presidente da França Nicolas Sarlozy reuniu-se com seus ministros para avaliar a crise que devasta a Grécia, a Espanha, a Itália, a Irlanda, Portugal, começa a esticar seus tentáculos para a antiga Grã Bretanha e pode chegar tanto à França como ao reino de sua majestade a rainha Elizabeth II.
Louis Francis Albert Victor Nicholas Mountbatten, o primeiro Conde Mountbatten de Burma. Almirante da esquadra pirata de sua majestade a rainha, e tio materno do Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, consorte da rainha Elizabeth. Em tempo algum negou seu fascínio pelo nazismo.
Os mulambos do conde assombram aos gritos e espasmos de HEIL HITLER na baía de Donegal, na República da Irlanda.
Para a GLOBO os rebeldes ingleses são “vândalos”. A idéia de problemas sociais não passa pela cabeça dos que dirigem a organização e falam através de editorial em “princípios”.
O norueguês de olhos azuis e cabelos louros que matou quase uma centena de pessoas num ato de “purificação” segundo disse à polícia de seu país é um “atirador”.
Os que derrubam um helicóptero de assassinos norte-americanos no Afeganistão são “terroristas”.
Tudo segundo o editorial assinado pelos Marinhos. Os donos.
“... Eu vos digo: ou amamos os homens ou eles não nos permitem trabalhar a sério. Eu não quero meio termos. Vou pegar, agora mesmo, meu revólver, descerei à rua e verei se é possível executar alguma coisa contra eles. Adeus Senhor, talvez seja vós quem vou encontrar. Não sabereis jamais com que prazer explodirei vossos miolos. Se não – é o caso mais provável –, lede os jornais de amanhã. Lá vereis que um indivíduo chamado Paul Hilbert matou, numa crise de furor, cinco transeuntes no bulevar Edgard-Quinet. Sabeis melhor que ninguém o que vale a prosa dos grandes diários. Compreendei que não estou furioso. Estou muito calmo, pelo contrário, e vos peço que aceiteis meus melhores cumprimentos”.
Corta para aviões da OTAN – Organização do Tratado Atlântico Norte –, em nome da democracia, dos direitos humanos, dos valores cristãos e ocidentais bombardeando a Líbia, matando cidadãos líbios, homens, mulheres, criança, destruindo cidades, escolas e hospitais. Dão a isso o nome de “ajuda humanitária”.
William Bonner ou o outro, o preferido de Hilary Clinton, o Waack, noticiam solenes e pomposos esses “princípios”.
A GLOBO nasceu na mentira, vive na mentira.
São os “princípios” da organização. Como as máfias os têm.
A denúncia do jornalista Rodrigo Viana acerca do cerco a Celso Amorim define o verdadeiro caráter dessa gente.
Cada vez mais a democracia deixa de existir e se transforma numa imensa rede de comissões, agências, notáveis, sem o menor respaldo popular.
O mundo dos bancos, das grandes corporações, do latifúndio – o veneno em nossas mesas – e o ser humano transformado em objeto descartável.
É outro “princípio” da GLOBO. O do Homer Simpson, aquele que diz que somos idiotas.
Não há vida no mundo institucional da verdade única do capitalismo. É hora de começar a derrubar os muros mesmo que sejamos “vândalos” ou “terroristas”, nunca seremos atiradores.
Não temos olhos azuis, não somos louros e nem descendência de vikings. E segundo a carta de centenas de laudas deixadas pelo “atirador”, somos miscegenados, logo, incapazes de alcançar o nirvana de metralhadoras “purificando”.
Para os “princípios” da GLOBO somos o alvo do espetáculo vazio. Por isso os rios estão cheios de monstros, de loucos e loucas.
Que guardem a chave dos cofres e seus preciosos ”princípios” medidos em dólares. O ruído dos oprimidos está chegando.
“Que Deus abençoe a América e os americanos”. Barack Obama após o assassinato de Osama bin Laden. Centenas de pessoas dançavam nas imediações da Casa Branca e um louco matava colegas de trabalho para “purificar” o mundo.
É o “plim plim”, o universo da ditadura, da tortura, da mentira transformada em “princípios”.
Ainda existem 87 juízes e desembargadores jurados de morte pela bandidagem mafiosa do Brasil - Barbet
A juíza Patrícia Acioli, de 47 anos, foi morta com vários disparos em frente a sua casa em Piratininga, na região Oceânica de Niterói, onde morava há três meses. De acordo com testemunhas, eram pelo menos cinco homens em dois carros e duas motos usando toucas ninja. Nos últimos cinco anos, ela recebeu pelo menos quatro ameaças graves.
Patrícia morreu quando chegava em casa, na rua dos Corais, em Piratininga, região oceânica de Niterói. Segundo testemunhas, dois homens em uma moto fizeram os disparos contra o carro da magistrada, um Fiat Idea. A polícia investiga se um carro ou uma moto foi colocado na entrada da garagem para impedir a entrada do carro da juíza na garagem.
- Foi uma execução. Estamos trabalhando para identificar o autor e o mandante. Nenhuma hipótese está sendo descartada e ainda não há uma linha de investigação.
De acordo com Ettore, o Disque-Denúncia está passando informações em tempo real para a DH, que está com 60% de todo seu efetivo empenhado neste caso.
Durante a tarde desta sexta-feira (12), a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro informou que as investigações sobre a morte da juíza Patrícia Acioli estão a cargo única e exclusivamente da Divisão de Homicídios da Polícia Civil. A colaboração da Polícia Federal não foi necessária.
De acordo com a Polícia Federal, o órgão irá dar apoio às investigações, porém não mais irá presidir o inquérito, conforme havia sido informado anteriormente.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Os Schtrumpfs chegam ao cinema em 3D - Barbet
Os Schtrumpfs chegaram a Hollywood. Os pequenos homenzinhos azuis criados em França com o nome de Schtrumpfs e transformados em Smurfs na América podem agora ser vistos nas salas de cinema.
AMIGO
Elio Mollo
2mar2007
Por estes milênios afora
de reencarnação em reencarnação
Juntos estivemos
vivendo com muita agitação.
Fomos adversários ferrenhos
competindo em muitas ocasiões.
Mas como tudo tem que o bem alcançar .
Juntos tivemos que caminhar
em muitas outras situações.
Já vivemos como pai e filho
irmãos, e até unidos pelo coração
como marido e mulher.
Outra vezes
cambiamos de posição
para o amor nos envolver
em boa emoção.
Quando conseguimos o afeto atingir
Nossas almas conseguiram se fundir.
Mas por força da evolução
outros objetivos tivemos que perseguir
E só de pequenos encontros
Pudemos usufruir.
Nos caminhos da vida
com oportunidades de encontros a surgir
de um abraço rápido pudemos fruir.
Como ao mesmo Senhor estamos a trabalhar
a saudade não foi capaz da dor provocar.
Temos a paciência como companheira
que nos ampara durante os fracassos
A esperança como fonte de energia.
E a fé como força a nos plumar
para que ao objetivo possamos chegar.
E por mais espinhosa que seja nossa tarefa
o amparo do alto nos chega em alta
para que a vitória nos alcance sem falta.
Sigamos sempre de fronte erguida
em trabalho confiante
pois se Deus está por nós
quem poderá barrar a nossa ida!?
Com o amor sempre a nos unir
Caminhemos progressivamente adiante
Pois temos a vida
constantemente a nos servir.
E de mãos ligadas
debaixo de um céu em festim
é certeza que avançaremos
para além de tudo que diz ser o fim.
* * *
Poema com base numa mensagem de um querido espírito amigo.
A CONSTRUÇÃO DA AMIZADE - Elio Mollo
Elio Mollo
04 jan 2008


Almas afins se buscam em meio a multidão,
e não há nisso nenhuma ilusão.
Acreditem!
Isso foi o resultado de uma magnífica construção,
onde a amizade laborou essa magnetização,
formando no Universo uma grande ligação,
com a finalidade de fazer a humanidade
atingir a tão sonhada confraternização.
Podemos dizer que isso
é o amor em ação.
* * *
Zona de maior biodiversidade do Atlântico Sul, Abrolhos corre o risco de virar um grande poço de petróleo. Campanha pede uma moratória na exploração da região.
Assine a petição e apoie a moratória do petróleo em Abrolhos
Pressão sobre Amorim é para o reaparelhamento das Forças Armadas - A Coragem de Dizer
| Jobim usou farda sem nunca ter sido militar |
Ministro da Defesa, o ex-chanceler Celso Amorim assume a condução das Forças Armadas com o desafio de reaparelhar os quartéis e ampliar o volume de recursos destinados à manutenção dos setores mais sensíveis à segurança nacional. De volta às sombras, as lideranças de ultradireita que integram grupos como O Guararapes, com mais de 200 mil simpatizantes inscritos na página que mantém na internet, o Inconfidência, o Independente 31 de Março e o Ternuma, todos constituídos, em sua maioria, por oficiais e civis que participaram de alguma forma da quebra institucional do regime democrático em 1964, apenas assistem ao avanço do governo popular da presidenta Dilma Rousseff e, no máximo, acorrem aos artigos online para as críticas às ações governamentais.
Em texto publicado na sessão Artigos Militares do grupo Guararapes, na web, o general de Divisão reformado Francisco Batista Torres de Melo classifica Brasília como a “ilha da Fantasia”. Ele cita as “casas suntuosas, os desfiles de mulheres bonitas, as festas disputadas pelos que procuram o brilho do dinheiro fácil”. Segundo o ex-militar, “risos vulgares, amizades conquistadas pela hipocrisia do fausto” fazem parte do “mundo deslumbrante dos palácios, onde os decotes mostram os seios que não amamentam os filhos da Pátria (Legiões) e sim, o brilho dos olhos decrépitos carcomidos pela ganância do poder”.“As crises Palocci, Ministério dos Transportes, Campinas e outras e outras são apenas a continuação da degenerescência da sociedade brasileira. Vão ao Senado e falam mentiras, lorotas, gabolice, tentando enganar, fraudar, falsear a verdade e há senadores que batem palmas falsas. A última crise ou a próxima confirmam o que disse (o imperador romano) Augustus: “Quem se desculpa se acusa”. Até o ex-presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) correu à capital para se desculpar e colocar em forma os corruptos e defender o indefensável. A autoridade da presidente foi pisada e ela, também, obrigada, como Luís XVI, ficou com a corte e pode perder a cabeça amanhã”, sugere em seu artigo o general aposentado.
Na opinião, porém, de um oficial reformado e severo analista do meio militar, ouvido pelo Correio do Brasil na condição de anonimato, expressões como esta do general da reserva demonstram apenas que a manutenção da doutrina anticomunista responsável pela presença das Forças Armadas ao lado golpe de Estado, nos Anos de Chumbo, segue intacta, embora contida em um estado de hibernação pelas condições geopolíticas em que o país se encontra. Às vésperas da Copa do Mundo e sede das próximas Olimpíadas, a última coisa de que o Brasil precisaria, nesse momento, “seria de uma quartelada”, avalia o observador da caserna. Com diploma da Escola Superior de Guerra, o analista acrescenta que a falta de líderes na extrema-direita e as recentes fraturas nas hostes conservadoras, após a derrota do candidato deste setor nas últimas eleições presidenciais, apenas facilitam o percurso do ministro Amorim.
– Hoje em dia não há mais aqueles manifestos raivosos que antecederam a tomada do poder por parte dos militares brasileiros. No comando do Exército, por exemplo, há um oficial que não é combatente, ou seja, não integra as armas que conduzem a batalha, como a Infantaria e a Artilharia, por exemplo. Discreto e inexpressivo politicamente junto à tropa, o general de Exército Enzo Martins Peri, carioca, de 70 anos, é da Arma de Engenharia. É raro um oficial desta Arma seguir tão longe assim. Quadro técnico, Peri é reconhecido por sua capacidade de gestão e já pressionava o então ministro Nelson Jobim pelo reaparelhamento da estrutura militar brasileira. No primeiro encontro com o novo ministro, ele e os comandantes da Marinha e da Aeronáutica mantiveram o bordão por mais recursos para este segmento da defesa nacional – relata a fonte.
Antes mesmo de assumir o posto, Amorim teria obtido da presidenta Dilma a garantia de novos investimentos para as três Armas, o que o animou a substituir Jobim, que renunciou após uma série de críticas desencontradas sobre o atual governo. Quadro de esquerda, Amorim também já iniciou uma série de conversas para que o Congresso aprove o relatório da Comissão da Verdade, de forma a permitir que e a história do período militar seja passada a limpo no Brasil, como determina a Organização dos Estados Americanos (OEA). Acusado de torturador, em 1985, pela ex-deputada Bete Mendes (PT), o ex-coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ou “doutor Tibiriçá”, como era conhecido nos porões da ditadura, aguarda pacientemente por seu julgamento, sob o arcabouço dos líderes da ultradireita “que envelhecem nas rodas saudosas do Clube Militar”.
– Cada dia que passa é um a menos para os poucos militares que participaram da desventurada ditadura brasileira. A maioria da tropa, que não integrou o movimento de 64, hoje se permite servir ao país da melhor maneira possível. Sem dinheiro sequer para o ‘rancho’ nos quartéis, o oficialato comparece ao serviço pela manhã, cumpre uma rotina básica, pratica seu esporte preferido e segue para a vida, seja estudando para algum concurso ou trabalhando como consultor na área de Segurança, entre outras atividades. Mas longe da questão ideológica que moveu um contingente inteiro, 50 anos atrás, contra os direitos democráticos da nação – acrescentou o analista.
Jobim usou farda sem nunca ter sido militar
Ainda segundo o militar ouvido pelo CdB, “não passam de bazófia” os editoriais na imprensa conservadora sobre possíveis dificuldades à frente, na gestão de Amorim.
– A condução econômica do país, seja pela presidenta Dilma, seja por seu antecessor, não deixa dúvidas quanto à necessidade de se manter o poder nas mãos dos civis e, para gerir as Forças Armadas, Amorim não precisará vestir o uniforme verde-oliva, sem nunca ter sido um militar, para ser aceito como líder da tropa, a exemplo do que fez aquele a quem sucede, que sequer continência sabia bater corretamente – concluiu.
Gilberto de Souza é jornalista, editor-chefe do Correio do Brasil.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Um passo - Barbet
Um passo, apenas um passo,
Nele toda a tua certeza,
Todas as tuas crenças e medos,
Apenas um e descobrirás a verdade.
***
terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Brasil: "País é pacífico, mas tem que ter Defesa", diz Celso Amorim - BBT
O ex-chanceler Celso Amorim assumiu o Ministério da Defesa.
O substituto de Nelson Jobim tem grandes desafios pela frente - como o reforço da segurança nas fronteiras, a vigilância na região do pré-sal e o reaparelhamento das Forças Armadas.
domingo, 7 de agosto de 2011
Estrada - Barbet
E SE A VIDA FOSSE UMA ESTRADA?
Barbet
06 agosto 2011
A Vida.
E uma brincadeira no tempo,
Uma e s t r a d a,
Nem sempre
L
O
N
G
A,
Por vezes
Curta.
Sendo
um
Caminho
Tem um Objetivo,
Nem sempre
P
e
r
t
o,
Por vezes,
L o n g e.
Mas contigo,
De mãos dadas,
Certamente melhor.
Pode dar voltas
Mas não nos perderemos.
vida
Vida + vida
vida
***
Obrigada - Barbet
Barbet
07 agosto 2011
Agradeço a Deus por ter nascido,
Os pais que tive,
A possibilidade de crescer,
Física e espiritualmente.
Agradeço todos os meus irmãos,
De sangue e espirituais,
Mas o Lequinho, devo confessar,
Eu amo demais.
Agradeço os espíritos a mim enviados,
Gerados e paridos sob a minha responsabilidade;
Espíritos que tento encaminhar
Sob a luz do exemplo e da bondade.
Agradeço todas as dificuldades,
Elas fizeram-me mais forte.
Muitas vezes cai e levantei
Amparada por Você Pai.
Agradeço muitas lágrimas choradas,
Por alegria, saudade ou dor.
Todas serviram para aguar
Meu jardim com mais amor.
Agradeço todas as flores que da vida recebi,
Brancas, amarelas rosas e carmim,
Mas as azuis serão sempre especiais,
Desenhadas no céu, forjadas no mar.
Agradeço os momentos lindos,
Vindos de pessoas únicas,
Jamais esquecidas,
Em meu coração.
Agradeço todos os que me fizeram mal,
Mostraram que o bem é maior,
O esquecimento é necessário,
E precisamos seguir em frente.
Agradeço todas as possibilidades que me tenhas dado,
Ajudar, amparar, lutar, defender,
Cada minuto valeu,
Perdendo ou ganhando vencemos.
Agradeço, desde já a minha partida,
Que seja no momento certo a ida.
Ninguém fique a precisar,
Meu dever eu tenha conseguido honrar.
Obrigada Pai
***
AH! COMO TORNAR A VIDA MAIS FÁCIL DE SER VIVIDA !!! - RAY PINHEIRO
Outra coisa que se deve desprezar quando se vai em busca de um melhoramento, é o pensamento de que outros nos sirvam, já que, se fosse assim, deixaríamos esquecido nosso ser, a quem nós mesmos devemos servir. De outra parte, querer que os demais nos sirvam, permanecendo nós mesmos indiferentes às necessidades alheias, transforma-se em uma pretensão, e as pretensões têm o vírus da violência, por não haver dentro delas nenhuma aspiração.
A pretensão sempre quer impor-se; é algo caprichoso, que fecha os olhos da consciência para inflamar a imaginação com coisas irreais. Os seres se chocam, assim, uns contra os outros, desviando-se sempre mais da rota que devem seguir, justamente porque a pretensão, ao ser manifestada, não invoca outra razão mais do que a emanada de um desejo incerto, que o próprio ser não sabe explicar
A aspiração é, em vez disso, sã e elevada; se vai atrás de sua realização pelo próprio esforço, sem escorregar nunca pela encosta da pretensão, que é um sinal de violência.
A felicidade se conquista pelo esforço individual.
Cada ser humano deve aprender, pois, a servir a si mesmo, a ser capaz de levar a cabo, com bom ânimo, suas próprias obrigações. Deste modo, poderá, com seu exemplo, ajudar aos demais na adoção desta conduta, tão prática como benéfica. Fica entendido também que jamais deveremos nos sentir incomodados ou molestados; há que dominar essa deficiência e estar sempre bem dispostos; somente ante uma boa disposição as moléstias e as incomodidades fogem, as quais, com frequência, incitam o homem até fazê-lo cometer coisas em que nem sequer havia pensado.
Este é um nobre labor que cada um, como operário de si mesmo, deve ir realizando, para concretizar uma obra que representa a própria vida e na qual conseguirá obter para si o mais alto pagamento que possa ganhar, que é a felicidade conquistada pelo esforço individual, que a ninguém prejudica, antes, ajuda os demais a que possam também realizá-la, para ser igualmente felizes, aumentando-se deste modo a própria felicidade e tornando possível o cumprimento de todos os desejos, ao facilitar-se com isso a Obra Magna da Criação.
Eu acredito nisso...
Namastê...
Eu sou RAY PINHEIRO
AH! ESTA RESERVA MORAL !!! - RAY PINHEIRO
A discrição na criatura valoriza a harmonia na consciência e o respeito ao modo de viver dos outros.
Quem pretende falar desordenadamente do que vê nos seus semelhantes favorece o escândalo e desajusta a si mesmo, porque se antipatiza perante aqueles com quem convive.
O ajuizado não maldiz, não perturba seus companheiros, não critica, não afronta, não julga a quem quer que seja e não se nega ao bem, quando está em suas mãos fazê-lo.
Não tem ciúmes, porque não inveja os pertences alheios, sente prazer ao encontrar as criaturas nas bênçãos de Deus, e por vezes coopera para que todos sejam mais felizes.
Sejamos bem falantes por onde transitarmos, por compreendermos que a fala ajustada nos lugares em que lhe compete construir é qual estrela de luz a iluminar o coração, inspirando a inteligência e fazendo, das mãos, forças que abençoam em todos os sentidos.
Sê comedido com o teu companheiro nas lutas do trabalho, respeitando todos os seus ideais. Todavia, quando esses não se harmonizarem com o bem, a tua fisionomia pode falar mais alto que o verbo, em desaprovação. A Expressão fisionômica, em muitos casos, desaprova, sem ferir.
No entanto, quando a fala for mais conveniente, usa-a, com prudência.
Adorna-te, não somente com joias, na discrição que é peculiar à beleza, mas enfeita-te com a riqueza das virtudes, nas linhas em que tua faixa de vida for favorável.
Sê comedido nos pensamentos, palavras e ações. Sem a alimentação que assegura a forma do corpo físico, não podes viver na Terra. Porém, a comida em excesso desorienta a Alma nos seus ideais. As vestes são adornos e amparos que a civilização descobriu. Contudo escravizam as criaturas quando estas partem para o exagero.
A riqueza material é oportunidade para que faças muita caridade. Entretanto, quando a usura está presente, o ouro é alavanca para muitos infortúnios. A moderação, em tudo, é luz de Deus no coração da vida.
Quando colocardes joias, por fora, não vos esqueçais dos enfeites, por dentro.
A modéstia nunca se arrepende, desde que não passe ao acanhamento.
Sê seguro do que fazes, e deixa que essa segurança se transforme em fé. E que essa fé se transmute em esperança, abrindo as portas do coração e da inteligência, para que a esperança, a fé e a segurança transbordem em amor, criando vidas e libertando almas.
A sensatez é a força da estabilidade no Espírito que aspira a paz.
Pensem nisso...
Namastê.
RAY PINHEIRO
BRASILIA-DF-BRASIL
O ajuizado não maldiz, não perturba seus companheiros, não critica, não afronta, não julga a quem quer que seja e não se nega ao bem, quando está em suas mãos fazê-lo.
Não tem ciúmes, porque não inveja os pertences alheios, sente prazer ao encontrar as criaturas nas bênçãos de Deus, e por vezes coopera para que todos sejam mais felizes.
Sejamos bem falantes por onde transitarmos, por compreendermos que a fala ajustada nos lugares em que lhe compete construir é qual estrela de luz a iluminar o coração, inspirando a inteligência e fazendo, das mãos, forças que abençoam em todos os sentidos.
Sê comedido com o teu companheiro nas lutas do trabalho, respeitando todos os seus ideais. Todavia, quando esses não se harmonizarem com o bem, a tua fisionomia pode falar mais alto que o verbo, em desaprovação. A Expressão fisionômica, em muitos casos, desaprova, sem ferir.
No entanto, quando a fala for mais conveniente, usa-a, com prudência.
Adorna-te, não somente com joias, na discrição que é peculiar à beleza, mas enfeita-te com a riqueza das virtudes, nas linhas em que tua faixa de vida for favorável.
Sê comedido nos pensamentos, palavras e ações. Sem a alimentação que assegura a forma do corpo físico, não podes viver na Terra. Porém, a comida em excesso desorienta a Alma nos seus ideais. As vestes são adornos e amparos que a civilização descobriu. Contudo escravizam as criaturas quando estas partem para o exagero.
A riqueza material é oportunidade para que faças muita caridade. Entretanto, quando a usura está presente, o ouro é alavanca para muitos infortúnios. A moderação, em tudo, é luz de Deus no coração da vida.
Quando colocardes joias, por fora, não vos esqueçais dos enfeites, por dentro.
A modéstia nunca se arrepende, desde que não passe ao acanhamento.
Sê seguro do que fazes, e deixa que essa segurança se transforme em fé. E que essa fé se transmute em esperança, abrindo as portas do coração e da inteligência, para que a esperança, a fé e a segurança transbordem em amor, criando vidas e libertando almas.
A sensatez é a força da estabilidade no Espírito que aspira a paz.
Pensem nisso...
Namastê.
RAY PINHEIRO
BRASILIA-DF-BRASIL
sábado, 6 de agosto de 2011
"TERRITÓRIO DE GUERRA" - A REAÇÃO DOS MILITARES A AMORIM - Laerte Braga
A fúria de King Kong no topo de uma antena/pára-raios no Empire State até ser atingido por bombas num ataque devastador da força aérea norte-americana e em seguida à sua queda, o olhar terno e amoroso para a mocinha do filme mostra com boa dose de precisão o caráter da sociedade nos EUA. O escravo/objeto do espetáculo derrotado pela democracia cristã e ocidental.
E leviano, é boçal e hoje se reveste de uma natureza terrorista visível a olho nu. Uma nação que vai se fragmentando num processo que tangencia o autofágico e certamente vai chegar essa autofagia na busca desesperada da sobrevivência em meio ao caos. Tanto dos que disparam no Afeganistão em nome da liberdade e guiados por forças divinas – as deles – como nos que invadem escolas e afirmam que “fiz a mando de Deus para limpar o mundo”.
O diário do Congresso dos Estados Unidos – THE HILL – afirma que o Pentágono trouxe a público um plano de ciber/segurança, declarando a Internet “um domínio de guerra”. O diário não explica, no entanto, como os militares usarão a WEB para ataques ofensivos.
A rede social FACEBOOK é um dos instrumentos. Não admitirá qualquer tipo de ataque frontal aos EUA. A censura já começa a ser uma realidade.
Ferido mortalmente King Kong esmagava aviões e helicópteros com as mãos e como o Superman não tivesse aparecido – ou ainda não tivesse chegado de Krypton – muitas bombas foram necessárias para eliminar a fonte de lucro de meia dúzia de empresários inescrupulosos. Banqueiros, executivos de grandes corporações somam hoje dúzias de inescrupulosos a gerirem o país sob a bandeira do nazi/sionismo.
Hoje ficaria até meio difícil contar com o Superam. O herói resolveu renunciar a cidadania norte-americana em discurso na ONU diante de tantas barbaridades atribuídas a ele em seu nome.
O máximo que podem fazer é vir a Minas Gerais e buscar o monstro de um rio numa cidade desse estado brasileiro. Existem monstros assim em vários rios. O Paraibuna por exemplo. Segundo descrições de quem já viu, pode ser denominado “A Louca do Paraibuna”. É produto de restos de urânio enriquecido com toneladas de senhores legisladores, uma espécie aterradora que faz pouso em câmaras municipais. A principal delas na cidade de Juiz de Fora cidade cortada pelo rio. Pesa algo em torno de duas ou três toneladas, pois variam as descrições. É conhecida também como o monstro do Bla Bla Bla e suas reações dependem da presença ou ausência de HALDOL na corrente sanguínea até chegar ao que imagina ser algo como o cérebro. A caixa de comando.
A reação de militares brasileiros a Celso Amorim no Ministério da Defesa é outra aspecto que define bem o que sejam forças armadas em quase todos os países do mundo. Como têm o poder da Borduna – e muitas vezes pouco poder cerebral – costumam baixar a dita Borduna para garantir a lei e a ordem no viés totalitário e boçal que vimos no período da ditadura militar em 1964.
É a velha história contada por Darcy Ribeiro sobre a origem do Estado. O mais inteligente da tribo chamou o mais esperto e resolveram que o primeiro seria o rei e o mais esperto encarregado de vender a idéia ao resto da turma, como sendo desígnio divino e implicando em pelo menos 10% da colheita a guisa de tributos. Esse mais esperto foi o primeiro sacerdote da história da humanidade. Por via das dúvidas escolheram o mais estúpido para ser o chefe militar encarregado de colocar ordem e nos conformes – “teje preso”- quem ousasse discordar.
O diálogo do rei era direto com “Deus”. Mas se demorasse muito em suas meditações os cá de baixo acabavam cultuando um bezerro de ouro e emprestando a juros.
Militares não mudaram muito em relação à sua gênese e os que mudaram pagam preços pesados pela coragem e pela ousadia. O negócio é marchar no passo certo, pensar para que?
Não se constrói uma nação sem uma força armada identificada com anseios, aspirações populares e consciência do dever de respeito a essa vontade – não importa qual seja – e muito menos forças armadas podem avocar a si o direito de definir os destinos de um país, principalmente, quando são comandadas por elites políticas e econômicas de fora. Ou seja, a continência real é para o Pentágono e seus brinquedinhos de eliminar King Kong, hoje, capazes de destruir o planeta por cem vezes se necessário for, mas incapazes de superar índices elevados de desemprego, de pessoas na linha da pobreza, de racismo explícito em relação a negros e outros povos considerados inferiores, ou de impedir que bancos se assenhorem das casas de gentes que sustentam toda essa estrutura.
Não existe esse negócio de um simples telegrama para comunicar que “seu filho morreu honrando os Estados Unidos na defesa da democracia”.
Onde? No campo de concentração de Guantánamo? Nas prisões de tortura livre no Iraque? Nos bombardeios contra alvos civis na Líbia? No massacre genocida do povo Palestino?
A percepção que a internet é um campo de batalha e de fácil entendimento. O Pentágono, uma das empresas das corporações que controlam os EUA, percebeu que a guerra da comunicação começa a ser perdida. As mentiras em redes espalhadas por todo o mundo – televisão – através de agentes e comentaristas terroristas (FOX, CNN, GLOBO, BAND, RECORDE, na Europa, etc) se perdem diante do volume elevado de verdades postadas na rede mundial de computadores.
O nascer da consciência pela informação correta, pelo contraditório, o debate.
Quando um agente de quinta categoria como o deputado Eduardo Azeredo apresenta um projeto que na prática é censura, a turma de cima já tinha consciência da necessidade de apertar o garrote sobre a realidade.
A reação dos militares brasileiros a indicação de Celso Amorim é o temor que esse estamento – que fica à parte, corre paralelo – de nossa sociedade tem de ver a história das barbáries e atrocidades da ditadura militar mostradas ao povo.
Ou o de se verem forçados a sair do Haiti onde exercem um comando nominal, depois do carimbo do general norte-americano, o de “aprovado”, ou “autorizado”.
Há um confronto em aberto no Brasil e que precisa ser fechado. Uma página não escrita da história. Em 1964 triunfaram no golpismo e na violência militares sob o comando de Washington. Excluíram militares dignos e honrados que serviam ao País. Prenderam, torturam, mataram, estupraram, exilaram centenas, milhares de pessoas. Forjaram uma história que não aconteceu.
Escondem-se atrás das cortinas das elites econômicas e dos interesses da grande potência ocidental, ou na bainha da saia da lei da anistia que os torna impunes por crimes contra a humanidade.
Sabem que Celso Amorim é o oposto de tudo isso. E acima de tudo um brasileiro maior que qualquer um dos que vociferam hoje montados em divisas, estrelas ou dragonas. Já não existem mais figuras como Lott, Moreira Lima, Ladário Pereira Telles, Luís Carlos Prestes, Gregório Bezerra, major Cerveira, Lamarca, Milton Temer. Existem generais comandantes de campos de arrozeiros – latifundiários – interessados em ver o Brasil atrelado e submetido a uma nação terrorista, parte de um conglomerado de terror – ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A –.
Celso Amorim é o oposto.
E vem aí a censura na WEB, a tal guerra do Pentágono Incorporation. O terror virtual. É bem maior que o monstro que emerge espargindo fogo e ensandecido das águas do Paraibuna. O monstro conhecido como “A Louca do Paraibuna” psiquiatra resolve, o outro não. É guerra mesmo.
E leviano, é boçal e hoje se reveste de uma natureza terrorista visível a olho nu. Uma nação que vai se fragmentando num processo que tangencia o autofágico e certamente vai chegar essa autofagia na busca desesperada da sobrevivência em meio ao caos. Tanto dos que disparam no Afeganistão em nome da liberdade e guiados por forças divinas – as deles – como nos que invadem escolas e afirmam que “fiz a mando de Deus para limpar o mundo”.
O diário do Congresso dos Estados Unidos – THE HILL – afirma que o Pentágono trouxe a público um plano de ciber/segurança, declarando a Internet “um domínio de guerra”. O diário não explica, no entanto, como os militares usarão a WEB para ataques ofensivos.
A rede social FACEBOOK é um dos instrumentos. Não admitirá qualquer tipo de ataque frontal aos EUA. A censura já começa a ser uma realidade.
Ferido mortalmente King Kong esmagava aviões e helicópteros com as mãos e como o Superman não tivesse aparecido – ou ainda não tivesse chegado de Krypton – muitas bombas foram necessárias para eliminar a fonte de lucro de meia dúzia de empresários inescrupulosos. Banqueiros, executivos de grandes corporações somam hoje dúzias de inescrupulosos a gerirem o país sob a bandeira do nazi/sionismo.
Hoje ficaria até meio difícil contar com o Superam. O herói resolveu renunciar a cidadania norte-americana em discurso na ONU diante de tantas barbaridades atribuídas a ele em seu nome.
O máximo que podem fazer é vir a Minas Gerais e buscar o monstro de um rio numa cidade desse estado brasileiro. Existem monstros assim em vários rios. O Paraibuna por exemplo. Segundo descrições de quem já viu, pode ser denominado “A Louca do Paraibuna”. É produto de restos de urânio enriquecido com toneladas de senhores legisladores, uma espécie aterradora que faz pouso em câmaras municipais. A principal delas na cidade de Juiz de Fora cidade cortada pelo rio. Pesa algo em torno de duas ou três toneladas, pois variam as descrições. É conhecida também como o monstro do Bla Bla Bla e suas reações dependem da presença ou ausência de HALDOL na corrente sanguínea até chegar ao que imagina ser algo como o cérebro. A caixa de comando.
A reação de militares brasileiros a Celso Amorim no Ministério da Defesa é outra aspecto que define bem o que sejam forças armadas em quase todos os países do mundo. Como têm o poder da Borduna – e muitas vezes pouco poder cerebral – costumam baixar a dita Borduna para garantir a lei e a ordem no viés totalitário e boçal que vimos no período da ditadura militar em 1964.
É a velha história contada por Darcy Ribeiro sobre a origem do Estado. O mais inteligente da tribo chamou o mais esperto e resolveram que o primeiro seria o rei e o mais esperto encarregado de vender a idéia ao resto da turma, como sendo desígnio divino e implicando em pelo menos 10% da colheita a guisa de tributos. Esse mais esperto foi o primeiro sacerdote da história da humanidade. Por via das dúvidas escolheram o mais estúpido para ser o chefe militar encarregado de colocar ordem e nos conformes – “teje preso”- quem ousasse discordar.
O diálogo do rei era direto com “Deus”. Mas se demorasse muito em suas meditações os cá de baixo acabavam cultuando um bezerro de ouro e emprestando a juros.
Militares não mudaram muito em relação à sua gênese e os que mudaram pagam preços pesados pela coragem e pela ousadia. O negócio é marchar no passo certo, pensar para que?
Não se constrói uma nação sem uma força armada identificada com anseios, aspirações populares e consciência do dever de respeito a essa vontade – não importa qual seja – e muito menos forças armadas podem avocar a si o direito de definir os destinos de um país, principalmente, quando são comandadas por elites políticas e econômicas de fora. Ou seja, a continência real é para o Pentágono e seus brinquedinhos de eliminar King Kong, hoje, capazes de destruir o planeta por cem vezes se necessário for, mas incapazes de superar índices elevados de desemprego, de pessoas na linha da pobreza, de racismo explícito em relação a negros e outros povos considerados inferiores, ou de impedir que bancos se assenhorem das casas de gentes que sustentam toda essa estrutura.
Não existe esse negócio de um simples telegrama para comunicar que “seu filho morreu honrando os Estados Unidos na defesa da democracia”.
Onde? No campo de concentração de Guantánamo? Nas prisões de tortura livre no Iraque? Nos bombardeios contra alvos civis na Líbia? No massacre genocida do povo Palestino?
A percepção que a internet é um campo de batalha e de fácil entendimento. O Pentágono, uma das empresas das corporações que controlam os EUA, percebeu que a guerra da comunicação começa a ser perdida. As mentiras em redes espalhadas por todo o mundo – televisão – através de agentes e comentaristas terroristas (FOX, CNN, GLOBO, BAND, RECORDE, na Europa, etc) se perdem diante do volume elevado de verdades postadas na rede mundial de computadores.
O nascer da consciência pela informação correta, pelo contraditório, o debate.
Quando um agente de quinta categoria como o deputado Eduardo Azeredo apresenta um projeto que na prática é censura, a turma de cima já tinha consciência da necessidade de apertar o garrote sobre a realidade.
A reação dos militares brasileiros a indicação de Celso Amorim é o temor que esse estamento – que fica à parte, corre paralelo – de nossa sociedade tem de ver a história das barbáries e atrocidades da ditadura militar mostradas ao povo.
Ou o de se verem forçados a sair do Haiti onde exercem um comando nominal, depois do carimbo do general norte-americano, o de “aprovado”, ou “autorizado”.
Há um confronto em aberto no Brasil e que precisa ser fechado. Uma página não escrita da história. Em 1964 triunfaram no golpismo e na violência militares sob o comando de Washington. Excluíram militares dignos e honrados que serviam ao País. Prenderam, torturam, mataram, estupraram, exilaram centenas, milhares de pessoas. Forjaram uma história que não aconteceu.
Escondem-se atrás das cortinas das elites econômicas e dos interesses da grande potência ocidental, ou na bainha da saia da lei da anistia que os torna impunes por crimes contra a humanidade.
Sabem que Celso Amorim é o oposto de tudo isso. E acima de tudo um brasileiro maior que qualquer um dos que vociferam hoje montados em divisas, estrelas ou dragonas. Já não existem mais figuras como Lott, Moreira Lima, Ladário Pereira Telles, Luís Carlos Prestes, Gregório Bezerra, major Cerveira, Lamarca, Milton Temer. Existem generais comandantes de campos de arrozeiros – latifundiários – interessados em ver o Brasil atrelado e submetido a uma nação terrorista, parte de um conglomerado de terror – ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A –.
Celso Amorim é o oposto.
E vem aí a censura na WEB, a tal guerra do Pentágono Incorporation. O terror virtual. É bem maior que o monstro que emerge espargindo fogo e ensandecido das águas do Paraibuna. O monstro conhecido como “A Louca do Paraibuna” psiquiatra resolve, o outro não. É guerra mesmo.
[Carta O BERRO] Moore põe a nú as gananciosas seguradoras privadas, a indústria farmacêutica e os políticos que nos mantêm doentes. Assista o filme. - Vanderley Caixe
Combinando poderosos testemunhos pessoais com estatísticas absolutamente chocantes, Moore põe a nú as gananciosas seguradoras privadas, a indústria farmacêutica e os políticos que nos mantêm doentes. Viajando pelo Canadá, Reino Unido, França e Cuba – onde a norma é a assistência de saúde gratuita - forçando a pergunta: Porque não pode ser assim nos Estados Unidos?
Oportuno e tocante, “Sicko é o mais apelativo filme de Moore. E é também o mais divertido”. – Michael Phillips, Chicago Tribure. "Vai rir até que a barriga lhe doa. Um dos melhores filmes do ano." -Peter Travers, ROLLING STONE
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Ator de Mr. Bean tem alta, após acidente com McLaren F1 - BBT
O comediante conhecido pelo papel de "Mister Bean" sofreu um acidente de carro, na Inglaterra.
Rowan Atkinson, de 56 anos, perdeu o controle da McLaren F1, numa estrada do condado de Cambridgeshire, na noite de quinta-feira. O veículo rodou duas vezes, antes de bater numa árvore, e pegar fogo.
O comediante conseguiu sair do veículo, antes da chegada dos serviços de emergência. Ele foi levado para o hospital com um ferimento no ombro, mas já teve alta. Conhecido pelo papel de "Mr. Bean", o ator é apaixonado por automobilismo e tem vários carros esportivos na garagem.
PMDB TROMBA NO GERADOR DO POSTE E MOREIRA FRANCO VAI CHOAR NA CAMA QUE É LUGAR QUENTE - Laerte Braga
O mensalão foi um blefe dos partidos de direita via Roberto Jeférson, a tentativa de transferir uma prática tucana, serviu para comprar a reeleição de FHC, ao governo Lula e abrir as portas para um pedido de impedimento. Vários líderes do DEM e do PSDB já admitiram publicamente que o objetivo era esse.
Se Dirceu tem alguma culpa ou não, isso é outra história, a Justiça vai decidir. Mas foi ele o padrinho de Jobim no governo Lula e continuou a ser no governo Dilma.
Jobim em si é uma figura arrogante, presunçoso, se acha o centro do universo depois de FHC, sem princípios, serve ao jogo político ao sabor de seus interesses pessoais e dos grupos que representa.
Só isso.
Moreira Franco era a aposta do PMDB para não forçar a ida de Michel Temer e evitar eventuais desgastes ao vice-presidente.
O que aconteceu foi simples. Lula deu um tranco no poste, a luz acendeu na marra e Celso Amorim acabou ministro da Defesa. O partido de Temer vai querer compensações por ter perdido uma pasta considerada importante.
Se os chefes militares estão contra a indicação de Amorim, sorte do Brasil e dos brasileiros. Sinal que a continência ao Pentágono vai ter que ser batida de forma disfarçada.
Na quarta-feira, véspera de sua escolha, Celso Amorim disse em Juiz de Fora, MG, no auditório da OAB local, que era hora do Brasil retirar suas tropas do Haiti, a missão já estava cumprida, não existiam mais razões para lá permanecer. Argumentou que o papel das tropas de paz das Nações Unidas era restabelecer a democracia e duas eleições já aconteceram desde a entrada de soldados estrangeiros no País.
Essa declaração, por si só, mostra que apesar de alguns ministros que ainda teimam em continuar no governo, um sacolejão costuma fazer o rádio tocar, o poste acender e assim por diante.
A reação dos chefes militares ainda que dissimulada, mas nem tanto, é descabida. Não têm que dar palpites em escolhas de ministros. Têm sim que abrir os baús da ditadura, mostrar as atrocidades cometidas àquela época e pedir desculpas aos brasileiros pelos incomensuráveis prejuízos causados à democracia, ao Brasil. Não se esconder atrás da lei da anistia, uma espécie de garantia de impunidade para torturadores.
Existem alguns que sequer podem sair do Brasil. São considerados autores de crimes contra a humanidade e seriam presos no exterior.
Quem aos porcos se mistura farelo come. O PMDB é um partido de feudos. Guarda quadros de valor e caráter, minoria, mas está dominado por grupos medonhos, basta citar a ressurreição de Moreira Franco e a tentativa de Michel Temer de impor o secretário nacional de Assuntos Estratégicos (cúmulo da esculhambação) para o lugar de Jobim. Quase consegue, o azar de Moreira foi estar na fronteira junto com Jobim, Temer e o tranco que Lula resolveu dar no poste.
Não sei se Amorim vai conseguir anular o acordo com a Colômbia, mas é necessário que o faça. Não se pode abrir mão de parte do território nacional para permitir a narco/traficantes disfarçados de policiais e militares (colombianos) agirem dentro do Brasil, abrindo portas em áreas estratégicas para os norte-americanos.
Pelo jeito novos trancos terão que ser dados para que o poste continue aceso, ou até que acenda de vez é perceba que caiu numa armadilha sem tamanho, conseqüência da dimensão política menor que se imaginava.
Um dos trancos é na própria Secretaria Nacional de Assuntos Estratégicos. É incompatível com um Ministério da Defesa chefiado por alguém do porte de Celso Amorim e diz respeito a questões de importância decisiva para o futuro de um País que é alvo da cobiça do mundo capitalista em processo de falência.
Projeto político era uma expressão que Lula, o gerador, usava em sua campanha presidencial de 2002. É hora de retomar alguma coisa nesse sentido. E assim o sendo, não há lugar para gente como Moreira Franco no governo, em governo algum.
Se for para malabarismos vai gerar conflitos perigosos para o processo democrático. É só olhar a reação dos quartéis. Nem Celso Amorim é homem – com seu porte de figura respeitada em todo o mundo – para ser usado em equilibrismos.
O curioso é que a reação ao tranco do gerador no poste partiu de militares brasileiros e do governo dos EUA.
Nos próprios quintais petistas houve alívio com a saída de Jobim.
Há um fato que nem Lula e nem Dilma (essa então!) perceberam. Os brasileiros desejam apenas que o País cumpra o seu destino e participação popular é o caminho. As instituições estão corroídas por gente como Gilmar Mendes, Moreira Franco, José Sarney e outros menores (o tal PR).
Acordos políticos são comuns e existem em todo o mundo. De quadrilhas também, mas entre quadrilhas. O esquema do PMDB que ocupa espaço no governo é quadrilha. E pior, quadrilha tucana.
Uma profunda mudança nas estruturas das forças armadas, por exemplo, é decisiva para que tomem consciência que são apenas forças armadas encarregadas da defesa do território e da soberania nacionais e não mães da “pátria amada”. O que fizeram no período da ditadura – e buscam desesperadamente manter escondido – deveria envergonhá-los.
O PMDB tomou um susto com o tranco que o gerador deu no poste e jogou Moreira Franco para um canto. Mandou que fosse chorar na cama que é lugar quente.
O papel de Jobim era avançar na escritura de transferência do Brasil para os EUA. O acordo com a Colômbia é isso. Um político esperto, traiçoeiro e arrogante como ele sabia desde o início que não ficaria no Ministério e provocou sua saída no momento que consumou seu crime, o acordo.
Só não contava que o nome que estava no bolso do colete dele e de Temer, Moreira Franco, fosse ser atropelado por uma luz que acendeu de repente por conta de uns sacolejões que o gerador entendeu que deveria dar, pois estava percebendo que a nau já sem rumo, começava a soçobrar. E dizem que farol é FHC.
Quem sabe o tranco mantém a luz acesa?
A escolha de Celso Amorim foi um pedido de socorro diante do quadro que se desenhava. Simples de entender. Não fosse isso não teria sido substituído no Ministério das Relações Exteriores. E se aceitou é porque dentro de Amorim, independente de críticas ou discordâncias, existe uma tal grandeza e um tamanho espírito de brasilidade, além de competência e seriedade que, neste momento podem fazer dele o avalista de um governo que ainda não achou a bússola.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Registro das Lutas pela Memória, Verdade e Justiça - Vanderley Caixe
Com o depoimento do também preso político Vanderley Caixe
DILMA É UM EMBUSTE - POR ISSO JOBIM DEITOU E ROLOU - VEM AÍ MOREIRA FRANCO - Laerte Braga
O erro crasso de Nelson Jobim foi ter votado em Serra. Poderia ter votado em Dilma que não faria a menor diferença. São iguais como disse o próprio Jobim. Dilma é um embuste. O caminho de Lula, se quiser sobreviver politicamente, é a oposição. Desde que sumiu com a “herança maldita” e colocou na ordem do dia a “estabilidade econômica”, a presidente se mostrou um poste tucano.
Falam em Moreira Franco para o Ministério da Defesa. Por que não convocar direto o secretário de Defesa do governo Obama? Evitam intermediários depois do acordo assinado com o governo narcotraficante da Colômbia.
Uns lembram Michel Temer, outros até Aldo Rebelo (a cumplicidade latifúndio/PC do B, aí o ministro vira “nosso” no duro). Nelson Jobim, que de bobo não tem nada, enrolou o poste que dizem presidir o Brasil, assinou o acordo que escancara as fronteiras do País para os Estados Unidos e tudo com o pretexto de combater o tráfico de drogas.
Mas como? O presidente anterior da Colômbia era financiado pelo tráfico, o atual idem. Que tráfico vão combater? A denúncia do envolvimento da dupla URIBE/SANTOS é do próprio DEA, o departamento do governo dos EUA que combate o tráfico.
Policiais colombianos, alvos de denúncia, inclusive nos EUA, por barbáries, boçalidades extremas, podem atuar em determinada faixa do território brasileiro sem preocupação alguma. Ou seja, estão abertos, na verdade, dois corredores. Um para os tais “consultores” norte-americanos, outro para os traficantes.
Deve ser o tal patriotismo e os idiotas somos os que, no segundo turno, acreditamos no poste que Lula escolheu para eleger.
Haroldo Lima, paladino do PC do B está lá defendendo a entrega do pré-sal. Nem pretensão a China podemos ter depois desse acordo, no máximo um México com dimensões maiores.
Nossas forças armadas? Empenhadas em se defender atrás da lei da anistia dos crimes que cometeram no golpe de 1964, inclusive contra militares dignos afastados no arbítrio e na violência.
Estão batendo continência para o Pentágono e agora até para a Colômbia.
Olha, o tal de Jobim é um gênio. Enrolou o Brasil inteiro esse tempo todo e não tem a menor pretensão de continuar ministro, já cumpriu seu papel.
Já colocou Dilma no canto da sala de castigo e as orelhas da velha escola.
A brabeza da presidente é como dizia Getúlio Vargas – “guampada de boi manso” –.
O negócio foi escorrendo em água suja de PR – o partido do dízimo – enquanto por trás das cortinas, nas declarações de Jobim, o País foi sendo vendido e ainda tentam emplacar ou Temer, ou Rebelo, ou Moreira Franco.
Por que não Paulo Maluf? Ou Beira-mar? É a mesma coisa, tem diferença nenhuma.
Ou o Congresso – difícil – toma uma atitude e rejeita esse acordo firmado pelo agente norte-americano Nelson Jobim e exige que a presidente tenha responsabilidades claras com a soberania nacional, ou mais cedo do que se pensa o JORNAL NACIONAL – o da mentira – vai ser apresentado em inglês.
E tome mulher melancia para adoçar a vida.
Jobim deve receber a mais alta condecoração que os EUA concedem a estrangeiros que tenham prestado relevantes serviços ao estado terrorista do norte. E uma boa aposentadoria, claro, isso faz parte dos “negócios”.
Breve em feiras livres, em qualquer canto, drogas com o imprimatur Nelson Jobim, made in Colômbia e mariners batendo à sua, a nossa porta.
E Dilma brincando (tem consciência, é cúmplice) de presidir o Brasil.
Para cercar e ocupar um País não é necessário invadi-lo. Basta ter o ministro da Defesa a seu serviço – deles –, basta assinar um acordo entre o Judiciário brasileiro e o Banco Mundial e elevar Brilhante Ustra à condição de colunista da FOLHA DE SÃO PAULO e fazer de conta que tem alguém presidindo na cabine pilotando o avião.
Ah! E arranjar dinheiro para FHC completar sua pirâmide em São Paulo, um país vizinho que fala a mesma língua.
Todo mundo aprendendo inglês na escola do general Heleno e o champanhe vai ser estourado na cela de Beira-mar. Convites personalizados e individuais.
Falam em Moreira Franco para o Ministério da Defesa. Por que não convocar direto o secretário de Defesa do governo Obama? Evitam intermediários depois do acordo assinado com o governo narcotraficante da Colômbia.
Uns lembram Michel Temer, outros até Aldo Rebelo (a cumplicidade latifúndio/PC do B, aí o ministro vira “nosso” no duro). Nelson Jobim, que de bobo não tem nada, enrolou o poste que dizem presidir o Brasil, assinou o acordo que escancara as fronteiras do País para os Estados Unidos e tudo com o pretexto de combater o tráfico de drogas.
Mas como? O presidente anterior da Colômbia era financiado pelo tráfico, o atual idem. Que tráfico vão combater? A denúncia do envolvimento da dupla URIBE/SANTOS é do próprio DEA, o departamento do governo dos EUA que combate o tráfico.
Policiais colombianos, alvos de denúncia, inclusive nos EUA, por barbáries, boçalidades extremas, podem atuar em determinada faixa do território brasileiro sem preocupação alguma. Ou seja, estão abertos, na verdade, dois corredores. Um para os tais “consultores” norte-americanos, outro para os traficantes.
Deve ser o tal patriotismo e os idiotas somos os que, no segundo turno, acreditamos no poste que Lula escolheu para eleger.
Haroldo Lima, paladino do PC do B está lá defendendo a entrega do pré-sal. Nem pretensão a China podemos ter depois desse acordo, no máximo um México com dimensões maiores.
Nossas forças armadas? Empenhadas em se defender atrás da lei da anistia dos crimes que cometeram no golpe de 1964, inclusive contra militares dignos afastados no arbítrio e na violência.
Estão batendo continência para o Pentágono e agora até para a Colômbia.
Olha, o tal de Jobim é um gênio. Enrolou o Brasil inteiro esse tempo todo e não tem a menor pretensão de continuar ministro, já cumpriu seu papel.
Já colocou Dilma no canto da sala de castigo e as orelhas da velha escola.
A brabeza da presidente é como dizia Getúlio Vargas – “guampada de boi manso” –.
O negócio foi escorrendo em água suja de PR – o partido do dízimo – enquanto por trás das cortinas, nas declarações de Jobim, o País foi sendo vendido e ainda tentam emplacar ou Temer, ou Rebelo, ou Moreira Franco.
Por que não Paulo Maluf? Ou Beira-mar? É a mesma coisa, tem diferença nenhuma.
Ou o Congresso – difícil – toma uma atitude e rejeita esse acordo firmado pelo agente norte-americano Nelson Jobim e exige que a presidente tenha responsabilidades claras com a soberania nacional, ou mais cedo do que se pensa o JORNAL NACIONAL – o da mentira – vai ser apresentado em inglês.
E tome mulher melancia para adoçar a vida.
Jobim deve receber a mais alta condecoração que os EUA concedem a estrangeiros que tenham prestado relevantes serviços ao estado terrorista do norte. E uma boa aposentadoria, claro, isso faz parte dos “negócios”.
Breve em feiras livres, em qualquer canto, drogas com o imprimatur Nelson Jobim, made in Colômbia e mariners batendo à sua, a nossa porta.
E Dilma brincando (tem consciência, é cúmplice) de presidir o Brasil.
Para cercar e ocupar um País não é necessário invadi-lo. Basta ter o ministro da Defesa a seu serviço – deles –, basta assinar um acordo entre o Judiciário brasileiro e o Banco Mundial e elevar Brilhante Ustra à condição de colunista da FOLHA DE SÃO PAULO e fazer de conta que tem alguém presidindo na cabine pilotando o avião.
Ah! E arranjar dinheiro para FHC completar sua pirâmide em São Paulo, um país vizinho que fala a mesma língua.
Todo mundo aprendendo inglês na escola do general Heleno e o champanhe vai ser estourado na cela de Beira-mar. Convites personalizados e individuais.
AH! APRENDA A CALAR...- Por Ray Pinheiro
Há muita necessidade de silêncio nos dias atuais...
As pessoas, ansiosas por se fazer ouvir, falam cada vez mais alto, como se isso bastasse para que os outros as escutassem.
Em restaurantes, shoppings, filas, salas de espera, salões de beleza, aeroportos, e também no PLAZA SÃO RAFAEL, em POA/RS, onde estive a trabalho por alguns dias neste mês de julho/2011, se ouviam os falatórios. E para aumentar o ruído, em alguns lugares tem um som ambiente mais alto ainda... E quando não se tem alguém para falar, o celular serve. A pessoa faz uma ligação e se esquece de que está dividindo o ambiente com outros indivíduos que não estão interessados no seu assunto. É impressionante como as pessoas falam muito, e falam alto...
Além de ser um grande desrespeito aos ouvidos alheios, essa gritaria torna impossível um diálogo entre pessoas de voz moderada, nesses ambientes comuns. Mas não é só a falta de silêncio exterior que assola muitas pessoas hoje em dia. É também a falta de silêncio interior. Poucos indivíduos ouvem a própria voz e analisam seus pensamentos antes de exteriorizá-los. O hábito de meditar antes de expor uma opinião ou um julgamento é
muito pouco cultivado em nossa sociedade.
E isso tem sido motivo de desarmonia e intrigas, de mal-entendidos e hostilidades.
Saber calar, saber ouvir, ser senhor de suas palavras e de seus sentimentos é um desafio que merece ser pensado.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
[Carta O BERRO] SBT corta depoimentos reais em "Amor & Revolução". Uma novela que pretendia retratar os fatos reais do golpe militar virou uma história suja e nojenta - por Vanderley Caixe
Vanderley Caixe - dirigente das Forças Armadas de Libertação Nacional. Um dos depoentes.
SBT corta depoimentos reais em "Amor & Revolução"
Uma novela que pretendia retratar os fatos reais do golpe militar virou uma história suja e nojenta capitulada pelos seus diretores, acovardados pelo dono da emissora SBT,
Silvio Santos.
Um dos maiores chamarizes de "Amor & Revolução" (SBT), os depoimentos reais de pessoas que viveram de perto os anos de ditadura militar no Brasil, foi cortado da novela, sem maiores explicações.
O SBT não está exibindo mais os depoimentos que iam ao ar no final de cada capítulo da trama.
Procurado, o autor da novela, Tiago Santiago, diz não saber o motivo do corte. Os depoimentos inéditos gravados serão jogados fora.Já o SBT diz que resolveu tirar os depoimentos porque não conseguia nenhum militar ou ex-militar para falar sobre o assunto. A rede vinha exibindo desde então apenas depoimentos de pessoas da oposição na época, o que, na opinião da direção da emissora, não é correto nem justo. Para não ficar só com um lado da história, o canal resolveu abolir os depoimentos.
Vale lembrar que na época da estreia de "Amor & Revolução", em abril, o SBT anunciou que faria de tudo para ter um depoimento da presidente Dilma Rousseff (PT) entre os que iriam ao ar. Militante política na época, Dilma chegou ser presa, mas não gravou nada para a novela.
===========================================================================
A história dessa novela.
Desde o início e a preparação dessa novela, o autor Tiago Santiago e o diretor Reynaldo Boury, convidaram alguns dos nossos companheiros para
um workshop, para um bate-papo. Um dos nossos companheiros convidados, saiu com dúvidas sobre a firmeza do diretor e autor.
O companheiro Alípio Freire se recusou a dar depoimento e Izaías Almada em artigo contundente já denunciava.
Ainda ficava uma outra questão: se seguissem a regra, o escrito, condizendo a história real poderia ser uma contribuição efetiva para aquela fase
dramática do Brasil.
Assim foram convidando os resistentes e sobreviventes, em todo o Brasil, da luta contra a ditadura para prestar depoimentos da época vivida.
Centenas de companheiros, foram até o SBT narrar a luta vivida.
Eu mesmo estive lá nos estúdios , sem ônus, para falar da nossa luta. Foi, ainda, dado o compromisso que nos dariam uma cópia como garantia da
nossa fala e que não distorceriam o depoimento.
Desde o início houve reação por parte dos militares compromissados com a ditadura, chegando a ir à juízo. O que não resultou em nada.
Depois as pressões e os boatos sobre as questões financeiras em que Silvio Santos estava envolvido.
O fato é que os primeiros , quase dez capítulos, aproximou-se do real. Os depoimentos, nem todos foram respeitados a fala na íntegra. Os cortes
distorciam. Até ai se justificava as falhas da direção por desconhecer ou ingenuidade.
À partir dai outras pressões na emissora SBT e o "pito" do SS aos diretores e autor, começou a dar uma nova configuração a novela.
Se nem dramaturgia de nível existia, a história passou a ser distorcida e os fatos chegaram às ráias da sujeira mais baixa e o nojo do enredo.
O golpe se limitou e, continua, até agora, a casa do general Lobo e seus problemas familiares.
O jornal que é um arremedo do Correio Brasiliense - da época - e sua proprietária passou a ser um antro de lesbianismo com a jornalista-advogada.
Sabendo da história desse jornal e o comportamento da sua proprietária. O apresentado difama uma mulher que depois do golpe passou a ter uma
atitude política irrepreensível. Teve que sair do Brasil obrigada pelos militares. Veja há anos passado em novela da Globo esse fato.
Os padres progressistas e combatentes, na novela são retratado como perturbados sexuais.
A juventude da luta armada, na época, pessoas séria e compromissadas com a luta, na novela são praticantes de orgias sexuais. Veja a festa de
aniversário nos últimos capítulos.
A primeira guerrilha n Brasil, a da Serra do Caparaó, no último capítulo, passa como se fosse um pic-nic , com cachoeiras, e sexo implícito.
A mulher de um guerrilheiro-comandante praticando traição amorosa com um garoto.
Enfim, poderia me alongar nessas observações.
O fato é que a partir do segundo "pito" do SS ao diretor e autor, a novela passou a ser uma mentira desmerecendo e denegrindo a memória dos
que lutaram contra a ditadura. Tudo virou um grande e nojento espetáculo de sexo lesbiânico, gay e de traição.
Ao final, decidiram "jogar fora" os depoimentos de centenas de companheiros, a única coisa que dava credibilidade a novela.
Foi a capitulação covarde do autor Santiago e do diretor Boury às ordens do suspeito de corrupção Silvio Santos.
Esse é o lixo da história, uma novela chamada "Amor e Revolução".
SBT corta depoimentos reais em "Amor & Revolução"
Uma novela que pretendia retratar os fatos reais do golpe militar virou uma história suja e nojenta capitulada pelos seus diretores, acovardados pelo dono da emissora SBT,
Silvio Santos.
Um dos maiores chamarizes de "Amor & Revolução" (SBT), os depoimentos reais de pessoas que viveram de perto os anos de ditadura militar no Brasil, foi cortado da novela, sem maiores explicações.
O SBT não está exibindo mais os depoimentos que iam ao ar no final de cada capítulo da trama.
Vale lembrar que na época da estreia de "Amor & Revolução", em abril, o SBT anunciou que faria de tudo para ter um depoimento da presidente Dilma Rousseff (PT) entre os que iriam ao ar. Militante política na época, Dilma chegou ser presa, mas não gravou nada para a novela.
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A história dessa novela.
Desde o início e a preparação dessa novela, o autor Tiago Santiago e o diretor Reynaldo Boury, convidaram alguns dos nossos companheiros para
um workshop, para um bate-papo. Um dos nossos companheiros convidados, saiu com dúvidas sobre a firmeza do diretor e autor.
O companheiro Alípio Freire se recusou a dar depoimento e Izaías Almada em artigo contundente já denunciava.
Ainda ficava uma outra questão: se seguissem a regra, o escrito, condizendo a história real poderia ser uma contribuição efetiva para aquela fase
dramática do Brasil.
Assim foram convidando os resistentes e sobreviventes, em todo o Brasil, da luta contra a ditadura para prestar depoimentos da época vivida.
Centenas de companheiros, foram até o SBT narrar a luta vivida.
Eu mesmo estive lá nos estúdios , sem ônus, para falar da nossa luta. Foi, ainda, dado o compromisso que nos dariam uma cópia como garantia da
nossa fala e que não distorceriam o depoimento.
Desde o início houve reação por parte dos militares compromissados com a ditadura, chegando a ir à juízo. O que não resultou em nada.
Depois as pressões e os boatos sobre as questões financeiras em que Silvio Santos estava envolvido.
O fato é que os primeiros , quase dez capítulos, aproximou-se do real. Os depoimentos, nem todos foram respeitados a fala na íntegra. Os cortes
distorciam. Até ai se justificava as falhas da direção por desconhecer ou ingenuidade.
À partir dai outras pressões na emissora SBT e o "pito" do SS aos diretores e autor, começou a dar uma nova configuração a novela.
Se nem dramaturgia de nível existia, a história passou a ser distorcida e os fatos chegaram às ráias da sujeira mais baixa e o nojo do enredo.
O golpe se limitou e, continua, até agora, a casa do general Lobo e seus problemas familiares.
O jornal que é um arremedo do Correio Brasiliense - da época - e sua proprietária passou a ser um antro de lesbianismo com a jornalista-advogada.
Sabendo da história desse jornal e o comportamento da sua proprietária. O apresentado difama uma mulher que depois do golpe passou a ter uma
atitude política irrepreensível. Teve que sair do Brasil obrigada pelos militares. Veja há anos passado em novela da Globo esse fato.
Os padres progressistas e combatentes, na novela são retratado como perturbados sexuais.
A juventude da luta armada, na época, pessoas séria e compromissadas com a luta, na novela são praticantes de orgias sexuais. Veja a festa de
aniversário nos últimos capítulos.
A primeira guerrilha n Brasil, a da Serra do Caparaó, no último capítulo, passa como se fosse um pic-nic , com cachoeiras, e sexo implícito.
A mulher de um guerrilheiro-comandante praticando traição amorosa com um garoto.
Enfim, poderia me alongar nessas observações.
O fato é que a partir do segundo "pito" do SS ao diretor e autor, a novela passou a ser uma mentira desmerecendo e denegrindo a memória dos
que lutaram contra a ditadura. Tudo virou um grande e nojento espetáculo de sexo lesbiânico, gay e de traição.
Ao final, decidiram "jogar fora" os depoimentos de centenas de companheiros, a única coisa que dava credibilidade a novela.
Foi a capitulação covarde do autor Santiago e do diretor Boury às ordens do suspeito de corrupção Silvio Santos.
Esse é o lixo da história, uma novela chamada "Amor e Revolução".
O "PRESIDENTE" NÉLSON JOBIM - Laerte Braga
A Bélgica tem 30 382 quilômetros quadrados e é formada por flamengos que falam holandês e valões que falam francês. Uma pequena parcela da população fala alemão. Começa a enfrentar o problema do separatismo.
Um estudo das Nações Unidas na década de 70 trata de futuros conflitos territoriais na América Latina e aponta o Brasil, particularmente a Amazônia, como alvo da cobiça internacional.
Anos mais tarde o então vice-presidente dos EUA Al Gore – governo Clinton – afirma que o Brasil não pode pretender a Amazônia para si, que aquela região é comum a toda a humanidade.
Os norte-americanos hoje pretendem também o controle da chamada Tríplice Fronteira e o pretexto é o de sempre. Drogas e presença de terroristas.
Têm amplo apoio nas Forças Armadas brasileiras. Nos quartéis e nas academias militares ainda vigora a convicção que o golpe de 1964 foi um movimento para “salvar” o Brasil do “perigo comunista”. As instruções continuam sendo antes de se deitar cada um deve olhar embaixo da cama se um comunista não está à espreita, hoje a expressão usada é terrorista se for muçulmano, atirador se for norueguês de olhos azuis e louro.
O “presidente” de fato do Brasil Nélson Jobim já deu mostras de sobra que manda e desmanda, põe e dispõe e se dá ao luxo de chamar de “idiota” os que o cercam. Vale para a presidente Dilma Roussef e para o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva que o nomeou.
Jobim foi ministro da Justiça de FHC, indicado para o STF – Supremo Tribunal Federal – com o objetivo de anular as resistências ao processo de privatização de empresas públicas brasileiras – VALE, EMBRAER, serviços de telefonia, energia, etc – e ao tomar posse, sem qualquer respeito pela história da Corte se declarou “líder do governo neste tribunal”. Matou a independência entre os poderes.
Tempos depois confessaria de público que antes da promulgação da Carta Magna de 1988, ele e outros mudaram o texto aprovado pelo Congresso Nacional Constituinte, com objetivos de tornar viável – opinião dele – o documento.
Jobim esteve envolvido em denúncias de nepotismo no governo FHC, um polpudo cargo para sua mulher.
Quando da crise que envolveu o ministro ao rotular de “idiotas” muitos que o cercam (falou isso no aniversário de FHC), nem o PT e nem partido algum assumiu a autoria, digamos assim, de sua nomeação para o Ministério da Defesa.
Ou é ministro dele mesmo, ou é ministro imposto pelas Forças Armadas que tutelam o governo – até por dispositivos constitucionais como manutenção da ordem interna, eufemismo para golpes se for o caso – e obrigaram Lula a equilibrismos e malabarismos para sobreviver, como transformam o governo Dilma numa nau sem rumo.
A barbárie da ditadura militar continua escondida a sete chaves no covarde abrigo da Lei da Anistia. Anistia de torturadores.
Temos uma presidente constitucional, de direito e um presidente de fato, Nélson Jobim. Enquanto permanecer no cargo assim o será. A autoridade de Dilma sumiu nas duas declarações de Jobim. A dos “idiotas” e a do voto em José Serra.
Cerca de 30 quilômetros de fronteira do Brasil já foram abertos à Colômbia para operações conjuntas de combate ao tráfico de drogas, o que inclui agentes norte-americanos, militares norte-americanos, sem falar que o governo colombiano é originalmente ligado ao tráfico, produto dos grandes cartéis produtores de drogas.
Israel controla hoje a indústria bélica do Brasil. O terror sionista se faz cada vez mais presente em nosso País.
Há estreitas ligações entre o latifúndio brasileiro e o tráfico de drogas, como o controle de grandes extensões de terra em nosso País por estrangeiros, na esteira do comando exercido pela MONSANTO e outras no tal do agronegócio.
A histeria de determinados setores do governo e aliados, ou mesmo militantes, vai se tornando cada vez mais ensandecida na tentativa de defender o indefensável, o governo Dilma (o poste que Lula elegeu e a luz não acende) e criando um velho esquema comum à política. O patrulhamento.
Mistura alho com bugalhos e entende que todas as críticas feitas ao “presidente” Nélson Jobim, ou a Dilma Roussef têm o mesmo viés que as produzidas pela mídia privada podre e venal no Brasil.
Um país com as dimensões continentais do Brasil e uma realidade de dissolução do capitalismo (Bil Gates tem mais dinheiro em caixa hoje que o governo dos EUA), a presença suspeita de Nélson Jobim no Ministério (documentos do WIKILEAKS revelam que Jobim passava informações ao embaixador norte-americano no governo Lula), sinalizam que mais cedo que se imaginava o estudo das Nações Unidas sobre possíveis conflitos separatistas no Brasil viriam a ser estimulados no futuro.
Há uma diferença abissal entre ser potência mundial dentro da lógica capitalista no mundo da nova ordem, a globalização e ser potência soberana, senhora dos seus destinos e caminhos.
Não somos soberanos, a despeito de Lula ter inventado (expressão perfeita de Ivan Pinheiro) o “capitalismo a brasileira”. Como na China (comunismo de fancaria, ditadura cruel e sanguinária, desenvolvimento sustentado com trabalho escravo), mesmo em meio à crise dos EUA vamos sendo engolidos por grandes bancos e corporações no desespero de salvar anéis e dedos.
É a dimensão da crise inclusive que os torna perigosos e cada vez mais gananciosos.
Somos hoje um País governado por banqueiros (45% da receita orçamentária em juros), latifundiários e grandes corporações. O governo não consegue sequer que a FIFA e a CBF (quadrilhas que controlam o futebol) distribua credenciais à própria mídia privada, tal o domínio que uma empresa só exerce no setor.
Dilma é um embuste a despeito de esforços para tentar tomar as rédeas do poder. Embuste à medida que não tem nem idéia de onde começa o norte e para onde vai o sul.
Não há conivência com a grande mídia privada nas críticas ao governo. Há o exercício democrático de não ter a pretensão da verdade absoluta e a ditadura de partidos corroídos por grupos majoritários que atuam como empresas ou “consultorias” (que o diga o PC do B, que o diga o ex-ministro Palocci).
Criticar Dilma e o “presidente” Nélson Jobim não significa estar fazendo o jogo da direita ou dos tucanos. Jobim é direita e é tucano.
Há dias atrás o ministro do STF Gilmar Mendes começou a articular nomes para o eventuais substituições na Corte (aposentadorias, demissões, o que seja), buscando recompor as forças mais boçais desse País no controle do Judiciário. Um dos objetivos é evitar que Lula possa ser candidato em 2014. Querem fixar um tempo limite de oito anos para que alguém possa exercer a presidência. Não se contentam em dominar o governo Dilma, ou terem conseguido arrancar concessões de Lula. Querem o poder.
Um acordo entre o STJ – Superior Tribunal de Justiça – e o Banco Mundial garante, por exemplo, que numa ação comum e corriqueira contra danos causados por uma empresa, bancos principalmente a qualquer mortal comum, as indenizações sejam mínimas, ou não sejam.
Nélson Jobim, ainda no STF, tentou excluir o sistema financeiro do Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, dar aos bancos poder absoluto de lesar como já o fazem em qualquer lugar do mundo a quem entre em qualquer agência de qualquer banco.
A histeria na defesa de Jobim partida de setores tidos como de esquerda mostram como o poder corrói, como a cegueira se torna uma epidemia cercada de pretensões e visões alucinadas de um tipo de esquizofrenia política.
É claro que o futuro do Brasil é construído no dia a dia de cada um de nós. Cada vez mais somos escravos de um simulacro de democracia. Vivemos a sociedade do espetáculo, somos a mercadoria principal do capital, submetidos a formas de escravidão geradas pela nova Idade Média, a da tecnologia.
Como diz um cidadão/trabalhador nos EUA, no documentário de Michael Moore sobre o capitalismo, “a gente acreditava que poderia alcançar a cenoura”. Nem o burro e nem a cenoura.
Dilma Roussef é só uma transição para a volta do tucanato. Sumiu com a “herança maldita” e introduziu a “estabilidade econômica” de FHC (venda do patrimônio público brasileiro).
Não há diferença entre ela e José Serra, mesmo porque quem segura o leme é Nélson Jobim e quem dita as ordens são banqueiros, latifundiários, grandes corporações, com aval do embaixador dos EUA nos convescotes de final de semana com o ministro e o apresentador da GLOBO (preferido de Hilary Clinton) William Waack.
O Brasil está à mercê da insânia do “meu Deus me acuda” e das velhas formas de patrulhamento ideológico, como se Lula, ou Dilma, ou o PT tivessem inventado a esquerda.
A eventual permanência de Jobim mostra que a democracia no Brasil é brincadeira a ludibriar e enganar o cidadão comum.
É só lembrar da foto do ministro fardado visitando as tropas que massacram o Haiti e os haitianos. Dá uma idéia exata de quem seja Nélson Jobim, ou sintetiza toda a malignidade de um ministro que não tem nada a ver com o Brasil e com os brasileiros.
No documentário do extraordinário Sílvio Tendler sobre agrotóxico, o veneno que nos é servido, cabe, tranquilamente, a figura repulsiva do ministro Nélson Jobim, um Roberto Jeferson que usa garfo e faca e sabe que a roda já foi inventada. É o veneno que mata o futuro.
Um estudo das Nações Unidas na década de 70 trata de futuros conflitos territoriais na América Latina e aponta o Brasil, particularmente a Amazônia, como alvo da cobiça internacional.
Anos mais tarde o então vice-presidente dos EUA Al Gore – governo Clinton – afirma que o Brasil não pode pretender a Amazônia para si, que aquela região é comum a toda a humanidade.
Os norte-americanos hoje pretendem também o controle da chamada Tríplice Fronteira e o pretexto é o de sempre. Drogas e presença de terroristas.
Têm amplo apoio nas Forças Armadas brasileiras. Nos quartéis e nas academias militares ainda vigora a convicção que o golpe de 1964 foi um movimento para “salvar” o Brasil do “perigo comunista”. As instruções continuam sendo antes de se deitar cada um deve olhar embaixo da cama se um comunista não está à espreita, hoje a expressão usada é terrorista se for muçulmano, atirador se for norueguês de olhos azuis e louro.
O “presidente” de fato do Brasil Nélson Jobim já deu mostras de sobra que manda e desmanda, põe e dispõe e se dá ao luxo de chamar de “idiota” os que o cercam. Vale para a presidente Dilma Roussef e para o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva que o nomeou.
Jobim foi ministro da Justiça de FHC, indicado para o STF – Supremo Tribunal Federal – com o objetivo de anular as resistências ao processo de privatização de empresas públicas brasileiras – VALE, EMBRAER, serviços de telefonia, energia, etc – e ao tomar posse, sem qualquer respeito pela história da Corte se declarou “líder do governo neste tribunal”. Matou a independência entre os poderes.
Tempos depois confessaria de público que antes da promulgação da Carta Magna de 1988, ele e outros mudaram o texto aprovado pelo Congresso Nacional Constituinte, com objetivos de tornar viável – opinião dele – o documento.
Jobim esteve envolvido em denúncias de nepotismo no governo FHC, um polpudo cargo para sua mulher.
Quando da crise que envolveu o ministro ao rotular de “idiotas” muitos que o cercam (falou isso no aniversário de FHC), nem o PT e nem partido algum assumiu a autoria, digamos assim, de sua nomeação para o Ministério da Defesa.
Ou é ministro dele mesmo, ou é ministro imposto pelas Forças Armadas que tutelam o governo – até por dispositivos constitucionais como manutenção da ordem interna, eufemismo para golpes se for o caso – e obrigaram Lula a equilibrismos e malabarismos para sobreviver, como transformam o governo Dilma numa nau sem rumo.
A barbárie da ditadura militar continua escondida a sete chaves no covarde abrigo da Lei da Anistia. Anistia de torturadores.
Temos uma presidente constitucional, de direito e um presidente de fato, Nélson Jobim. Enquanto permanecer no cargo assim o será. A autoridade de Dilma sumiu nas duas declarações de Jobim. A dos “idiotas” e a do voto em José Serra.
Cerca de 30 quilômetros de fronteira do Brasil já foram abertos à Colômbia para operações conjuntas de combate ao tráfico de drogas, o que inclui agentes norte-americanos, militares norte-americanos, sem falar que o governo colombiano é originalmente ligado ao tráfico, produto dos grandes cartéis produtores de drogas.
Israel controla hoje a indústria bélica do Brasil. O terror sionista se faz cada vez mais presente em nosso País.
Há estreitas ligações entre o latifúndio brasileiro e o tráfico de drogas, como o controle de grandes extensões de terra em nosso País por estrangeiros, na esteira do comando exercido pela MONSANTO e outras no tal do agronegócio.
A histeria de determinados setores do governo e aliados, ou mesmo militantes, vai se tornando cada vez mais ensandecida na tentativa de defender o indefensável, o governo Dilma (o poste que Lula elegeu e a luz não acende) e criando um velho esquema comum à política. O patrulhamento.
Mistura alho com bugalhos e entende que todas as críticas feitas ao “presidente” Nélson Jobim, ou a Dilma Roussef têm o mesmo viés que as produzidas pela mídia privada podre e venal no Brasil.
Um país com as dimensões continentais do Brasil e uma realidade de dissolução do capitalismo (Bil Gates tem mais dinheiro em caixa hoje que o governo dos EUA), a presença suspeita de Nélson Jobim no Ministério (documentos do WIKILEAKS revelam que Jobim passava informações ao embaixador norte-americano no governo Lula), sinalizam que mais cedo que se imaginava o estudo das Nações Unidas sobre possíveis conflitos separatistas no Brasil viriam a ser estimulados no futuro.
Há uma diferença abissal entre ser potência mundial dentro da lógica capitalista no mundo da nova ordem, a globalização e ser potência soberana, senhora dos seus destinos e caminhos.
Não somos soberanos, a despeito de Lula ter inventado (expressão perfeita de Ivan Pinheiro) o “capitalismo a brasileira”. Como na China (comunismo de fancaria, ditadura cruel e sanguinária, desenvolvimento sustentado com trabalho escravo), mesmo em meio à crise dos EUA vamos sendo engolidos por grandes bancos e corporações no desespero de salvar anéis e dedos.
É a dimensão da crise inclusive que os torna perigosos e cada vez mais gananciosos.
Somos hoje um País governado por banqueiros (45% da receita orçamentária em juros), latifundiários e grandes corporações. O governo não consegue sequer que a FIFA e a CBF (quadrilhas que controlam o futebol) distribua credenciais à própria mídia privada, tal o domínio que uma empresa só exerce no setor.
Dilma é um embuste a despeito de esforços para tentar tomar as rédeas do poder. Embuste à medida que não tem nem idéia de onde começa o norte e para onde vai o sul.
Não há conivência com a grande mídia privada nas críticas ao governo. Há o exercício democrático de não ter a pretensão da verdade absoluta e a ditadura de partidos corroídos por grupos majoritários que atuam como empresas ou “consultorias” (que o diga o PC do B, que o diga o ex-ministro Palocci).
Criticar Dilma e o “presidente” Nélson Jobim não significa estar fazendo o jogo da direita ou dos tucanos. Jobim é direita e é tucano.
Há dias atrás o ministro do STF Gilmar Mendes começou a articular nomes para o eventuais substituições na Corte (aposentadorias, demissões, o que seja), buscando recompor as forças mais boçais desse País no controle do Judiciário. Um dos objetivos é evitar que Lula possa ser candidato em 2014. Querem fixar um tempo limite de oito anos para que alguém possa exercer a presidência. Não se contentam em dominar o governo Dilma, ou terem conseguido arrancar concessões de Lula. Querem o poder.
Um acordo entre o STJ – Superior Tribunal de Justiça – e o Banco Mundial garante, por exemplo, que numa ação comum e corriqueira contra danos causados por uma empresa, bancos principalmente a qualquer mortal comum, as indenizações sejam mínimas, ou não sejam.
Nélson Jobim, ainda no STF, tentou excluir o sistema financeiro do Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, dar aos bancos poder absoluto de lesar como já o fazem em qualquer lugar do mundo a quem entre em qualquer agência de qualquer banco.
A histeria na defesa de Jobim partida de setores tidos como de esquerda mostram como o poder corrói, como a cegueira se torna uma epidemia cercada de pretensões e visões alucinadas de um tipo de esquizofrenia política.
É claro que o futuro do Brasil é construído no dia a dia de cada um de nós. Cada vez mais somos escravos de um simulacro de democracia. Vivemos a sociedade do espetáculo, somos a mercadoria principal do capital, submetidos a formas de escravidão geradas pela nova Idade Média, a da tecnologia.
Como diz um cidadão/trabalhador nos EUA, no documentário de Michael Moore sobre o capitalismo, “a gente acreditava que poderia alcançar a cenoura”. Nem o burro e nem a cenoura.
Dilma Roussef é só uma transição para a volta do tucanato. Sumiu com a “herança maldita” e introduziu a “estabilidade econômica” de FHC (venda do patrimônio público brasileiro).
Não há diferença entre ela e José Serra, mesmo porque quem segura o leme é Nélson Jobim e quem dita as ordens são banqueiros, latifundiários, grandes corporações, com aval do embaixador dos EUA nos convescotes de final de semana com o ministro e o apresentador da GLOBO (preferido de Hilary Clinton) William Waack.
O Brasil está à mercê da insânia do “meu Deus me acuda” e das velhas formas de patrulhamento ideológico, como se Lula, ou Dilma, ou o PT tivessem inventado a esquerda.
A eventual permanência de Jobim mostra que a democracia no Brasil é brincadeira a ludibriar e enganar o cidadão comum.
É só lembrar da foto do ministro fardado visitando as tropas que massacram o Haiti e os haitianos. Dá uma idéia exata de quem seja Nélson Jobim, ou sintetiza toda a malignidade de um ministro que não tem nada a ver com o Brasil e com os brasileiros.
No documentário do extraordinário Sílvio Tendler sobre agrotóxico, o veneno que nos é servido, cabe, tranquilamente, a figura repulsiva do ministro Nélson Jobim, um Roberto Jeferson que usa garfo e faca e sabe que a roda já foi inventada. É o veneno que mata o futuro.
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