quinta-feira, 8 de setembro de 2011

[Carta O BERRO] "A CIA se converteu em uma organização paramilitar" - texto do historiador e cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz - Vanderley Caixe

Em entrevista à Carta Maior, o historiador e cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira aponta a ação clandestina de forças especiais dos Estados Unidos, Inglaterra e França nos conflitos da Líbia e Síria e critica a política externa do governo Barack Obama que usa os direitos humanos para justificar intervenções em qualquer parte do mundo. "A CIA mais e mais se torna uma força paramilitar, deixando de ser uma agência de espionagem e coleta de inteligência. Os drones, aviões sem pilotos, teleguiados pela CIA, já mataram, desde 2001, mais de 2.000 supostos militantes e civis em vários países", afirma Moniz Bandeira.
Redação
Leia a seguir a entrevista concedida por email pelo professor Moniz Bandeira à Carta Maior, desde a Alemanha. Nela, entre outras coisas, ele defende que "a questão dos direitos humanos e defesa das populações civis virou uma panacéia que serve para que os Estados Unidos, França e Grã-Bretanha violem os direitos humanos, com rigorosos embargos comerciais, e massacrem populações civis, como o fizeram na Líbia". Além disso, sustenta, o presidente Obama pretende continuar, por outros meios, a política do presidente George W. Bush, mudando o conceito da OTAN e contrariando o próprio tratado que a criou, ao dar-lhe capacidade de polícia global.
Carta Maior: Qual sua avaliação sobre a participação das grandes potências ocidentais, especialmente, Estados Unidos, Inglaterra e França nos conflitos da Líbia e da Síria. Há uma mesma lógica atuando nos dois casos?
Moniz Bandeira – Não se trata de teoria conspiratória. Mas parece que uma há lógica na sucessão de levantes, que começaram na Tunísia, em dezembro de 2010, depois, simultaneamente, se estenderam ao Egito e à Síria, em 25/26 de janeiro de 2011, e à Líbia, em 17 de fevereiro. As condições econômicas, sociais e políticas estavam maduras. Em todos esses países, há enorme taxa de desemprego, afetando grande parte da juventude, extrema pobreza, inflação, alta dos preços dos alimentos e o ressentimento político provocado pela repressão das ditaduras.
Está provado, porém, que militares das forças especiais dos Estados Unidos, Inglaterra e França, vestidos como árabes, os false-flaggers, i. e., um “illegal team”, com identidade de outros países, de modo que não sejam identificados como ingleses, americanos ou franceses, estão agindo abertamente na Líbia e não se pode descartar a possibilidade de que agentes da CIA e do M16 estejam também na Síria. É muito pouco provável que as manifestações de protestos, iniciadas em 26 de janeiro, ainda continuem e enfrentem, diariamente, dura repressão, oito meses depois, sem que recebam encorajamento e algum apoio da Santa Aliança – Estados Unidos, Inglaterra e França.
O WikiLeak há poucos meses revelou um despacho secreto, da Embaixada dos Estados Unidos em Damasco, sobre “Next Steps For A Human Rights Strategy”, informando que, de 2005 até setembro de 2010, os Estados Unidos, com os recursos do Middle East Partnership Initiative (MEPI), tinham destinado secretamente aos grupos da oposição, na Síria, um montante de US$ 12 milhões, bem como financiado a instalação de um canal de TV via satélite, transmitindo para dentro do país programas contra o regime de Bashar al-Assad.
Carta Maior - Além desse encorajamento estrangeiro, que outros fatores estariam contribuindo para alimentar os protestos na Síria?
Moniz Bandeira - Há fortes fatores religiosos. A maioria da população, na Síria, é salafista, uma das correntes fundamentalistas do Islã, que pretende restabelecer os primitivos princípios religiosos do Corão. É similar ao wahhabismo, doutrina defendida por Muhammad ibn Abd-al-Wahhab e prevalecente, na Arábia Saudita. Bashar al-Assad, porém, é um alauita, outro segmento do Islã, que dissimula sua doutrina com a taqiyya, uma prática xiita, seita islâmica dominante no Irã e da qual mais se aproxima. Os alauitas constituem apenas 10% da população da Siria, mas dominam e controlam todo o aparelho do Estado há várias décadas, pelo menos desde os anos 1970, quando Hafez al-Assad, do Partido Ba’ath, assumiu a presidência da Síria.
O Partido Ba’ath, fundado em Damasco, em 1946, mesclava ideais igualitários, socializantes, interesses nacionalistas e objetivos pan-árabes, contrários à política imperialista das potências ocidentais. Alguns dos seus ramos surgiram em outros países do Oriente Médio, como o Iraque, onde deteve o poder até a queda de Sadam Hussein, em 2003.
Carta Maior - A Síria tem pouco petróleo. Qual ou quais os interesses dos Estados Unidos, França e Inglaterra na derrubada do regime de Bashar al-Assad?
Moniz Bandeira – Esses países têm interesses estratégicos, como, por exemplo, assumir o controle de todo o Mediterrâneo e isolar politicamente o Irã, que está aliado à Síria, bem como restringir a influência de Rússia e China no Oriente Médio. A Rússia, desde 1971, opera o porto de Tartus, na Síria, e projeta reformá-lo e ampliá-lo, como base naval, em 2012, de modo que possa receber grandes navios de guerra, garantindo assim sua presença no Mediterrâneo. Consta que a Rússia também planejava instalar bases navais na Líbia e no Yemen. E, conforme se pode deduzir do telegrama da Embaixada dos EUA em Damasco, publicado pelo WikiLeaks, tudo indica que o financiamento da oposição, na Síria, desde 2005, pelo menos, visou à derrubada do regime de Bashar al-Assad, de modo a impedir o aprofundamento, no âmbito naval, de suas relações com a Rússia.
Daí que dificilmente os Estados Unidos conseguirão estender à Síria a mesma estratégia que desenvolveu na Líbia, juntamente com a Grã-Bretanha e a França. A Rússia, ainda percebida pelos Estados Unidos como seu grande rival, e a China opõem-se até mesmo às sanções contra o regime de Bashar al-Assad.
Carta Maior - Neste contexto, como pode ser entendida a doutrina do presidente Barack Obama no que se refere à política externa dos EUA?
Moniz Bandeira – Em discurso pronunciado na George Washington University, em 28 de março de 2011, o presidente Obama declarou que, mesmo não estando a segurança dos americanos diretamente ameaçada, a ação militar pode ser justificada – no caso de genocídio, por exemplo – e os Estados Unidos podem intervir, mas não atuarão isoladamente. Sua doutrina, ele ainda delineou, claramente, em discurso pronunciado no Parlamento britânico, durante a visita de Estado que fez ao Reino Unido, entre 24 e 16 de maio de 2011. O presidente Obama disse que “we do these things because we believe not simply in the rights of nations; we believe in the rights of citizens”. E mais adiante declarou que carece de peso o argumento segundo o qual “a nation’s sovereignty is more important than the slaughter of civilians within its borders” e reafirmou que “nós” pensamos de modo diferente, aceitamos uma responsabilidade maior , i. e. que a comunidade internacional deve atuar quando um líder está ameaçando massacrar seu povo.
Tais palavras significam que os Estados Unidos, juntamente com a Grã-Bretanha e França, não mais respeitarão as normas do Direito Internacional, estabelecidas desde o Tratado de Westphalia, com base nos princípios de soberania do Estado nação, e poderão intervir em qualquer país, a pretexto de razões humanitárias ou de defesa da população civil, mas para defender seus interesses econômicos e estratégicos. Assim os chefes de governo dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França, se quiserem, podem alegar defesa da população indígenas ou do meio ambiente e invadir a Amazônia.
A questão dos direitos humanos e defesa das populações civis virou uma panacéia que serve para que os Estados Unidos, França e Grã-Bretanha violarem os direitos humanos, com rigorosos embargos comerciais, e massacrar populações civis, como o fizeram na Líbia. Também o que pretende o presidente Obama, a continuar, por outros meios, à política do presidente George W. Bush, é mudar o conceito da OTAN, contrariando o próprio tratado que a criou, e dar-lhe capacidade de polícia global (global cop) para enfrentar as “novas ameaças”, como "terrorism and piracy, cyber attacks and ballistic missiles”.
Isto significa que a OTAN deixará de ser uma organização de defesa da Europa Ocidental, objetivo de sua criação no tempo da Guerra Fria, e tornar-se-à um instrumento de agressão, pronta para intervir em todos os continentes, com ou sem autorização da ONU. As sanções contra a Síria são iguais às que foram aplicadas contra a Líbia, logo no início da rebelião. É a primeira forma de intervir num conflito interno em qualquer outro país, onde o governo, que não convém à Santa Aliança, reprima as manifestações para derrubá-lo. Mas evidentemente que as manifestações populares contra as ditaduras na Arábia Saudita, Bahrein e Jordânia, clientes dos Estados Unidos, não podem esperar qualquer ajuda.
Carta Maior - Qual seria mais especificamente essa estratégia dos Estados Unidos no Oriente Médio e norte da África e quais as forças especiais estariam atuando na Líbia e, provavelmente, na Síria?
Moniz Bandeira - A estratégia atual dos Estados Unidos, implementada pelo presidente Obama, que bem mereceu o Prêmio Nobel da Paz, é ampliar o uso de drones, aviões armados e manejados eletronicamente pela CIA, para matar supostos terroristas, militantes da al-Qa’ida e Talibans, bem como centenas de civis desarmados atingindo-os, como o faz, na Líbia, Afeganistão, Paquistão e Yemen. Essa é a nova tarefa da CIA, que mais e mais se torna uma força paramilitar, deixando de ser uma agência de espionagem e coleta de inteligência. Os drones (General Atomics MQ-1 Predator) esses aviões sem pilotos, teleguiados pela CIA, já mataram, desde 2001, mais de 2.000 supostos militantes e civis, e o Centro Contra-Terrorismo (CTC) dispõe atualmente de cerca de 2.000 empregados que trabalham na localização dos alvos e atacá-los.
O presidente Obama incrementou essas operações, sem arriscar a vida de soldados, bem como o emprego de uma outra organização militar, que matou e interrogou mais supostos terroristas e Talibans do que a CIA, desde 2001. Trata-se do Joint Special Operations Command (JSOC), à qual está subordinada a U.S. Navy SEAL’s (Sea, Air and Land Teams), integrante do Comando de Operações Especiais (USSOCOM), unidade encarregada de operações terrestres e marítimas, guerra não-convencional, resgate, terrorismo e contra-terrorismo etc. Um comando do SEAL’s recebeu a missão de assassinar Osama Bin Laden, no Paquistão, em 2 de maio de 2011. Essa é tarefa da qual o Joint Special Operations Command (JSOC) está incumbida, executando o programa desenvolvido pelo general David Petraeus, atual diretor da CIA, quando comandava as tropas americanas no Afeganistão .
O programa consiste em “kill/capture”, i. e. matar/capturar, em qualquer região do mundo, terroristas e Talibans, constantes de uma Joint Prioritized Effects List (JPEL), que inclui até americanos, com fundamento em premissa legal ou extra-legal, conforme diretriz classificada do presidente Obama. O tenente-coronel John Nagl, assessor de contra-insurgência do general David Patraeus no Afeganistão, considerou o JSOC uma maquina de matar contra o terrorismo em uma escala quase industrial ("an almost industrial-scale counterterrorism killing machine"). Trata-se, na realidade, de um comando de esquadrões da morte do Pentágono.
Comandos do SEAL’s atuaram na Líbia, assim como da Direction générale de la sécurité extérieure (DGSE), da Brigade des forces spéciales terre (BFST), subordinada ao Commandement des opérations spéciales (COS), M16 (Inteligence Service) e Special Air Service SAS (Special Air Service) como se fossem árabes, os chamados “rebeldes” não teriam avançado muito além de Benghazi. No dia 20 de agosto, dia em que acabou o jejum do Ramandan, um navio da OTAN desembarcou no litoral da Líbia com armamentos pesados, antigos jihadistas e tropas especiais do JSOC, dos Estados Unidos, BFST, da França, e SAS, do Reino Unido, sob o comando de oficiais da OTAN, que procederam à conquista de Trípoli.
O balanço da Operation Odyssey Dawn, após 100 de bombardeios da OTAN, é trágico: 6.121 civis mortos e feridos. De acordo com as estatísticas 3.093 homens foram mortos ou feridos; 260 mulheres mortas e 1.318 feridas; 141 crianças mortas e 641 feridas. A OTAN, por sua vez, informa que nos primeiros 90 dias executou um total de 13.184 saídas, entre as quais 4.963 ataques, danificando ou destruindo mais de 2.500 alvos militares, cerca de 460 instalações militares, 300 sistemas de radar depósitos, além de aproximadamente 170 locais de controle e comando, e cerca de 450 tanques. O informe não se refere aos escombros que os bombardeios deixaram nem às milhares de vítimas civis, mortos, feridos, desabrigados e refugiados.
Esse foi o resultado da Resolução 1.973, do Conselho de Segurança Nacional, autorizando a Santa Aliança (Estados Unidos, Inglaterra e França) a proteger os civis na Líbia e que ela aproveitou para legitimar o direito de intervenção humanitária, para defender seus próprios interesses econômicos, geopolíticos e estratégicos no Mediterrâneo. Este é modo americano de fazer guerra (American Way of War), adotado pelo presidente Obama. Mas os objetivos são os mesmos do presidente George W. Bush, atendendo aos interesses do complexo industrial-militar. Sem agir unilateralmente, ele deseja realizá-los, transformando por meio da OTAN, de forma a repartir os custos com seus membros, principalmente Inglaterra, França e Alemanha, a fim de evitar que a guerra seja percebida como entre os Estados Unidos e a Líbia ou outro qualquer país.
Carta Maior - Qual deve ser o futuro da Líbia? O senhor acredita que Kadafi possa resistir e permanecer como um agente político influente no conflito?
Moniz Bandeira – É difícil prever. A Líbia é um é um país ainda divido em tribos e a lealdade é essencial entre seus membros. De qualquer modo, vivo ou morto, o espectro de Kadafi, como comandante ou mito, estará por trás da resistência, que mais dias menos dias começará a ocorrer, porque as tribos não aceitarão a presença de tropas estrangeiras no seu território. Porém, uma das conseqüências da “intervenção humanitária” na Líbia será provavelmente a proliferação das armas nucleares. Como muito bem observou Leonam dos Santos Guimarães, especialista em energia nuclear e assistente da presidência da Eletrobrás – Eletronuclear, a queda do regime de Kadafi faz supor que a aquisição de armas nucleares se tornará atraente para países que se sentem ameaçados pelo Ocidente.
Kadafi, em dezembro de 2003, concordou em abandonar seu programa de armas nucleares, com base em importações clandestinas de urânio natural, centrífugas e equipamentos de conversão, bem como a construção de instalações em escala piloto. Se ele tivesse avançado no seu programa de armas nucleares, a campanha de bombardeios da OTAN teria ocorrido? – perguntou Leonam dos Santos Guimarães. A resposta seria certamente não. O direito internacional só é respeitado quando certo equilíbrio de poder e as nações ameaçadas têm possibilidade de retaliar. Daí que é quase impossível impedir que o Irã desenvolva suas armas nucleares, não para atacar Israel, mas para defender-se da Santa Aliança ocidental.
Carta Maior - No caso da Síria, qual sua avaliação sobre a posição de outras nações árabes e de Israel frente esse conflito?
Moniz Bandeira – Não há informações sobre o envolvimento de outras nações árabes nem de Israel na Síria, onde ainda não há propriamente uma guerra civil, mas uma onda de protestos. Todos estão a observar o desdobramento da crise. A Síria é também um país dividido em muitas tribos e o governo conta com o respaldo do Irã, que provavelmente lhe fornece ou pode fornecer armamentos. São muito estreitas suas conexões com o Hizbollah, uma força política e paramilitar xiita, com sede no Líbano. Consta que o Hizbollah dispõe de 30.000 a 40.000 mísseis, apontadas para Israel e difícil de localizar, porque estão instalados em casas de família. Essa é uma das razões – e há outras – pelas quais nem os outros países árabes nem Israel querem envolvimento nos protestos que ocorrem na Síria.
Carta Maior - Os tambores da guerra estão soando em Israel, diante da perspectiva do reconhecimento do Estado palestino na ONU, em setembro. Há, na sua avaliação, possibilidade de uma generalização de conflitos no Oriente Médio?
Moniz Bandeira - Está previsto que Mahmoud Ridha Abbas (Abu Mazen), como presidente da Autoridade Palestina, pronunciará um discurso, na 66ª Assembléia Geral da ONU, a realizar-se entre 21 e 27 de setembro, no qual solicitará o reconhecimento do Estado palestino. A admissão de um novo membro requer o apoio de 2/3 dos Estados presentes na Assembléia Geral. Se obtiver esse quorum a Autoridade Palestina, como Estado, será admitida apenas na condição de observador, pois o reconhecimento como membro pleno depende de aprovação do Conselho de Segurança da ONU e, por conseguinte, do voto dos Estados Unidos.
Há uma enorme expectativa em Israel, com respeito à posição que os Estados Unidos tomarão na Assembléia Geral, posto que, no dia 5 de setembro, vazou para a imprensa a informação de que o ex-secretário de Defesa do presidente Barack Obama, Robert Gates, antes de aposentar-se este ano, criticou duramente o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanjahu, em reunião do National Security Council Principals Committee dos Estados Unidos. Gates chamou Israel de “an ungrateful ally” (aliado ingrato) e disse que a política de Netanyahu põe seu país em perigo, recusando-se a negociar, em meio a um crescente isolamento e o desafio demográfico, se mantém o controle da Faixa de Gaza. Presume-se que a notícia vazou, com o beneplácito de Obama, como advertência a Netanyahu.
O que se teme, em Tel Aviv, é que milhões de palestinos, exilados nos demais países árabes, marchem para as fronteiras de Israel e avancem sobre seu território, se a Assembléia Geral da ONU reconhecer o Estado palestino, ainda que como observador. Os palestinos exilados não dispõem de outra nacionalidade porque, nos anos 1950, a Liga Árabe decidiu não concedê-la, a fim de manter na agenda a necessidade de criar o Estado palestino.
O AMOR QUE SE IMAGINA

Redação do Momento Espírita

A busca de uma relação amorosa ideal costuma consumir muita energia.
Tem-se a ideia de que é impossível ser feliz sem fazer parte de um casal afetivamente ligado.
Com base nessa premissa, encontrar uma pessoa considerada especial converte-se em uma necessidade premente.
O amor deveria ser fonte de felicidade e plenitude.
Contudo, em se tratando do denominado amor romântico, isso nem sempre se dá.
Uma parcela considerável dos casais manifesta tristeza ou enfado com a relação em que se encontra.
De outro lado, quem está sozinho se exaspera com semelhante estado de coisas.
Ocorre que os vínculos que se estabelecem entre os seres podem ser de duas ordens.
A primeira e mais banal, origina-se da atração física.
Quem se deixa levar por ela não raro se arrepende.
Estabelecer vínculo com base em aparência equivale a comprar um produto apenas porque está bem embalado.
Sem maiores indagações quanto ao seu conteúdo e utilidade, a decepção é quase certa.
A atração física, como móvel exclusivo do desejo de união, sempre é um tanto temerária.
Ela engendra contínuas decepções, seja ou não correspondida.
Muitas vezes, alguém afirma amar perdidamente.
Imagina que nunca será feliz sem o ser amado e se tortura pela indiferença com que seu afeto é recebido.
Entretanto, esse amor imaginado provavelmente não resistiria ao convívio.
Porque não se efetiva o conúbio, o outro parece possuir todas as qualidades.
Assume uma imagem ideal, na medida de sua inacessibilidade.
Contudo, se o desejo encontra receptividade, começa o teste das dificuldades do dia a dia.
Na convivência íntima, muitas vezes o sonho converte-se em pesadelo.
À míngua de real afinidade, as diferenças transformam-se em abismos.
Ocorre algo semelhante a quando se vê em uma loja um lindo móvel ou uma bela peça de decoração.
Malgrado a aparência sedutora, aquele bem não se harmoniza com a decoração da residência de quem o cobiça.
Caso a aquisição se efetive, em vez de algo útil e confortável, tem-se um problema.
Não porque haja alguma coisa errada com o bem em si.
Ele simplesmente não combina com o local onde é colocado.
Já as relações oriundas da afinidade entre almas trazem em si a promessa de felicidade.
Transcendem os problemas comuns da vida e mesmo se fortalecem com eles.
Não se fundam em aparências, mas em valores partilhados e projetos de vida em comum.
Talvez não ensejem violentos desejos e nem torturantes indagações.
Mas se embasam em afeto, ternura e respeito e amadurecem ao sol da experiência.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no item 939 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 06.09.2011
MEU AMOR VIRTUAL?
Barbet
08 de Setembro 2011

L'amour...
A diferença existe?
Yat-IL une différence?
Um surge no interior antes do exterior.
O que também é bom,
Pois, os olhos por vezes enganam,
Mascaram verdades nem sempre convenientes.
O virtual pode sempre ficar nos ecrâns
Ou um dia sair do pixel
Saltar do papel.
Tão real nos e-mails, músicas e flores
Desenhadas pelo artista apaixonado.
Quem sabe,
Os dois mundos sobrevivam paralelos,
Unidos pelo sentimento mais nobre.
Quem ama no virtual
Não ama menos no real.
Felizes dos amantes que conseguem sonhar,
Sentir o coração bater mais forte,
Unidos de qual forma for
Apenas pelo laço eterno
Do Amor.

***
Poema Dedicado

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Letra do HINO NACIONAL - BBT














HINO NACIONAL

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores". (*)

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!




Dia da Pátria - Barbet

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Música da Barbet


[Carta O BERRO] A ARTE É AMEAÇADA NA COLÔMBIA - Vanderley Caixe

“Que tempos são esses, quando
falar sobre flores é quase um crime.
Pois significa silenciar sobre tanta injustiça?
Aquele que cruza tranqüilamente a rua
já está então inacessível aos amigos
que se encontram necessitados?”
Antologia Poética - Bertolt Brecht
Doze organizações de Teatro da cidade de Bogotá, capital da Colômbia, foram ameaçadas pelas “Águilas Negras” que é um dos novos nomes que tomaram em 2006 as estruturas paramilitares (mercenários criados pelo Estado colombiano e financiados pelo narcotráfico), após a suposta desmobilização que fizeram em troca de penas baixas de prisão (menos de 5 anos) por delitos contra a humanidade.
As ameaças foram feitas no dia 23 de agosto contra as organizações de teatro que trabalham com a prefeitura de Bogotá (Polo Democrático Alternativo), realizando atividades de promoção cultural e capacitação artísticas com crianças e jovens nas favelas de Bosa, Kennedy, Tunjuelito e Ciudad Bolivar.
Nas ameaças feitas por méio de panfletos assinados pelo “Bloque Capital de las Águilas Negras” afirmam que as organizações artísticas são objetivo militar pois: “desenvolvem atividades a favor dos direitos humanos”. E deram oito dias, até 31 de agosto de 2011, para as pessoas que integram as organizações artísticas abandonarem a cidade.
No mesmo documento afirmam “hoje iniciamos à limpeza de todas as sujas organizações que se interpõem em nossos passos, (...) às organizações que querem se mostrar defensoras de direitos humanos por méio de expressões artísticas e que se opõem às políticas de nosso governo”. Fazendo alusão ao governo do presidente Juan Manuel Santos.
Num comunicado público a Defensoria del Pueblo, que é uma entidade do governo, rechaça as ameaças contra as organizações artísticas e reconhece que na cidade de Bogotá estão acontecendo ameaças de forma sistemática contra as organizações sociais, contra ONGs e organizações de direitos humanos[1]. Já no mês de junho as organizações de direitos humanos, indígenas e afro-descendentes que negociavam garantias para o desenvolvimento de suas atividades denunciaram essa grave situação quando romperam as negociações que adiantavam com o governo de Juan Manuel Santos pela falta de garantias[2]. Até o mês de junho havia mais de 100 ameaças contra pessoas defensoras de direitos humanos e já se contavam mais de 20 assassinatos.
As doze organizações de teatro ameaçadas são: Teatrama, Teatro del Sur, Disidencia Teatro, Reciclarte, Teatropical, Piedra Papel y Tijera, Bogotá Dual, Fundación el Contrabajo, Teatrazos, Ciclo Vital, Summum Draco, e Odeón. Elas rechaçaram as ameaças em um escrito elaborado em conjunto:
“Perante agressão infame, desmemoriada e cega dos perseguidores, abrimos humanamente o expediente da vida que se olha somente com olhos de nosso coração e propomos reorientar através dos vôos da imaginação criadora e da prática do amor pela vida o vôo das desorientadas 'Águilas Negras'.”
(...)
“Enquanto a lógica da violência que anda pelo campo e a cidade, e que se veste de todas as vestimentas, que declara objetivo militar até as estrelas do firmamento nós seguiremos caminhando no ventre da esperança e tecendo nossa busca de ser e sentido por meio da Arte. (...) Feliz e agridoce vida...Com mais sonhos que sonho...[3]”
Agenda Colômbia
A solidariedade é dos povos!
Se você quer exigir que se respeitem os direitos humanos e o trabalho destas organizações artísticas pode comunicar-se com:
* Sr. Juan Manuel Santos, Presidente da República, Carrera 8 # 7-26, Palácio de Nariño, Santa Fe de Bogotá. Fax: + 57 1 566 20 71;
E-mail:buzon1@presidencia.gov.co
* Sr. Angelino Garzón, Vice-presidente da República, Tels.: +57 1 334 45 07, +573772 01 30.
E-mail: ppdh@presidencia.gov.co
* Sr. Germán Vargas Lleras, Ministério do Interior y de Justiça, Carrera 8 No. 13-31 piso 4to. Tels.: 57.1.4443100 Ext. 2410 Fax: +57 1 2827440
E-mail: atencionalciudadano@mij.gov.
* Sr. Wolmar Antonio Pérez Ortiz, Defensor del Pueblo, Calle 55 # 10-32, Bogotá. Fax: + 571 640 0491
E-mail: secretaria_privada@hotmail.com; agenda@agenda.gov.co.
* Dr. Alejandro Ordóñez Maldonado, Procurador General da Nação, Cra. 5 #. 15-80, Bogotá. Fax: +57 1 342 97 23; + 571 284 79 49 Fax: +571 342 9723;

A 20h Century Fox liberou hoje mais um trailer e pôster de Planeta dos Macacos – A Origem, prequela do clássico “O Planeta dos Macacos” de 1968 - Barbet

Dia da Independência da Corrupção - Barbet

Caros amigos,
A Ficha Limpa está em perigo -- o STF pode julgar a lei inconstitucional e dar margem para que centenas de políticos condenados se candidatem às eleições. A corte está dividida, mas em breve a Presidente Dilma irá nomear um novo Ministro que terá o voto decisório -- vamos fazer um apelo urgente para que ela escolha alguém que seja um campeão contra corrupção! Mobilize-se agora!
Nossa querida Ficha Limpa está em perigo -- o STF pode julgar a lei inconstitucional e dar margem para que centenas de políticos condenados se candidatem às eleições. Mas a Presidente Dilma pode salvar a lei escolhendo um novo Ministro que seja contra a corrupção.
A corte está dividida, mas esse novo Ministro vai ter o voto decisório. Políticos corruptos estão fazendo pressão por um Ministro que seja contra a Ficha Limpa. Mas nós já derrotamos esses políticos sujos uma vez -- nosso movimento, que vem do povo, forçou o Congresso a aprovar a Ficha Limpa contra sua vontade. Podemos fazer isso novamente esta semana se nos mobilizarmos em massa e fizermos um apelo à Dilma para que ela escolha um candidato forte.
A Presidente Dilma se comprometeu em lutar contra a corrupção. Vamos fazer desse dia 7 de setembro o Dia da Independência da Corrupção. Assine essa petição urgente e, em seguida, encaminhe para todos -- a petição será entregue diretamente aos conselheiros da Dilma, e apoiadores da Ficha Limpa serão representados em banners nas marchas que acontecerão no Dia da Independência em São Paulo e Brasília:
http://www.avaaz.org/po/ficha_limpa_under_threat_/?vl
Fizemos grandes avanços ao empurrar a Ficha Limpa para dentro do Congresso e limpar a política da nossa nação -- mas a luta ainda não acabou. Políticos poderosos, incluindo a base aliada da Presidente, estão preocupados que eleições limpas irão tirá-los do poder e estão fazendo um forte lobby para que a Dilma proteja seus interesses.
Especialistas em lei, incluindo o Procurador-Geral da República, afirmam que a Ficha Limpa é totalmente compatível com a Constituição, e que os políticos da nossa nação devem manter um alto padrão ético. Mas, na semana passada, testemunhamos outro exemplo revoltante de impunidade no Brasil quando Jaqueline Roriz, uma política corrupta que foi filmada aceitando dinheiro de propina, foi absolvida por um comitê na Câmara dos Deputados. Se a Ficha Limpa for derrubada, políticos como Roriz poderão ser candidatos nas próximas eleições.
A próxima sessão do STF vai julgar três ações de constitucionalidade da Ficha Limpa, mas os ministros somente se reunirão quando a Dilma substituir a Ministra Ellen Gracie, uma forte defensora da Ficha Limpa que se aposentou recentemente. O STF está dividido ao meio sobre a decisão, por isso a nomeação iminente da Dilma é crucial.
Esta semana, ao celebrarmos a independência da nossa nação, vamos apelar à Dilma que garanta nossa liberdade da corrupção. Todos nós trouxemos a Ficha Limpa até aqui, vamos dar os últimos passos fundamentais para defender essa lei e limpar a política brasileira de uma vez por todas. Assine a petição urgente agora:
http://www.avaaz.org/po/ficha_limpa_under_threat_/?vl
Juntos, o poder do povo derrotou as tentativas dos políticos corruptos de pararem a Ficha Limpa no Congresso quando todos diziam que isso era impossível. A cada passo, nosso movimento respondeu de maneiras criativas e com pressão pública -- vamos superar esses últimos obstáculos e construir um sistema limpo e justo que proteja os interesses de todos os brasileiros.
Com esperança e determinação,
Barbet

Quando será que esta cena vai desaparecer de nossas mentes - Barbet

[Carta O BERRO] Receita Para Ficar Doente. HOJE É 2º FEIRA! MEDICINA, SAÚDE E ALIMENTAÇÃO - Vanderley Caixe

Receita Para Ficar Doente

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Assembleia Legislativa do Pará aprova lei estadual que criminaliza a homofobia - "A CORAGEM DE DIZER" Ir Alberto

Assembleia Legislativa do Pará aprova lei estadual que criminaliza a homofobia
Foi aprovado hoje (31), por unanimidade, na Assembleia Legislativa do Pará, o Projeto de Lei estadual que pune e proíbe qualquer ato de homofobia. O PL é de autoria da deputada Bernadete Caten (PT-PA). Ao defender o seu Projeto de Lei, a deputada alegou que vítimas de homofobia sofrem com violência psíquica, física e sexual. Bernadete Caten ainda disse que a homofobia é uma "doença social" que não deve ser admitida. "Essa casa já aprovou uma outra lei de nossa autoria, que institui o dia 17 de maio como o Dia Estadual da Luta contra a Homofobia. Precisamos aprovar a lei que criminaliza a discriminação contra homossexuais para, mais uma vez, mostrarmos que o Estado do Pará está à frente no caminho da democracia", declarou a deputada. Agora, o projeto de lei segue para sanção ou veto do governador do Estado do Pará Simão Jatene.

Frase (triste) do dia! - Carlos Canto


“Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?” (07/07/2011 - Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol "El País")

sábado, 3 de setembro de 2011

AS MÃES DE CHICO XAVIER - Barbet


O filme conta a história de três mulheres que enfrentam problemas na vida pessoal. Ruth (Via Negromonte) que tem problemas com seu filho usuário de drogas. Elisa (Vanessa Garbelli) que tenta compensar a falta do marido dando toda a atenção ao filho. Lara (Tainá Muller) é uma professora, que enfrenta uma gravidez indesejada. As três mães se encontram quando cada uma decide procurar a ajuda de Chico Xavier.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Coragem de Dizer - Ir Alberto

O Pará é o primeiro estado brasileiro a aprovar projeto de lei que criminaliza quem discrimina o homossexual e outros grupos minoritários. Que os demais estados da federação sigam este bom exemplo. Ha quatro mil anos que um Código de Leis elaborado pelo Sumo Sacerdote israelita Moises incentiva a discrminação e morte de grupos minoritarios como os homossexuais, prostitutas, quem come carne de porco, quem trabalha no sabado, pintores, escultores , idolatras, estrangeiros Por conta do Códio Mosaico milhoes de pessoas inocentes foram e continuam sendo mortas em todo o mundo até hoje. Mais de seis milhões de judeus e ciganos foram mortos no holocausto. Urge que o Estado organizado de um basta nesta violencia sem sentido. Que aprove leis de proteção a estes grupos minortitarios da sociedade,cujos integrantes tem o mesmo direito a vida e a liberdade do que os integrantes dos grupos majoritarios. Ir alberto

ROBERTO CARLOS E ISRAEL - ISRAEL E ROBERTO CARLOS - Laerte Braga

O cantor e compositor Roberto Carlos foi recebido pelo presidente de Israel Shimon Peres. Israel é uma invenção dos países aliados ao fim da Segunda Grande Guerra Mundial, forma de estabelecer uma base para o controle dos países árabes e do petróleo, evidente e principalmente.É um Estado terrorista e hoje, longe de ser mera base, é a maior ameaça terrorista existente, uma ressurreição do REICH, no capítulo nazi/sionista. O ex-primeiro-ministro Ben Gurion, considerado o fundador do moderno estado de Israel, como chamam, foi colaborador do III REICH.
Controla o maior arsenal nuclear do mundo, capaz de destruir cem vezes o planeta, já que detém a maioria das ações da companhia ESTADOS UNIDOS INC. Formam juntos o conglomerado ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Um dia foi ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.
O Brasil é um dos alvos prioritários de Israel e do conglomerado como um todo.
O governo Lula, na política de uma no cravo e outra ferradura, ao mesmo tempo que se aproximava de países árabes como o Irã, assinou um tratado de livre comércio com Israel. Desde então o avanço dos terroristas nazi/sionistas sobre nosso País tem sido escandaloso sob todos os aspectos e hoje ocupam funções vitais dentro do Estado brasileiro, como atuam através do seu esquadrão da morte, a MOSSAD, em ações de guerra – são peritos em assassinatos de adversários, seqüestros, tortura, o repertório da boçalidade nazi/sionista.
E o marketing, evidente.
Um artista, qualquer que seja, ir apresentar-se em Jerusalém – cidade palestina ocupada por Israel – não implica em apoio ao terrorismo de estado daquele país. É necessário registrar que milhares de cidadãos de Israel começam a se opor às políticas de seu governo, percebendo os riscos e armadilhas de um delírio hitlerista. É lógico, muitos deles conhecem os horrores dos campos de concentração nazista e avaliam o que sejam os horrores dos campos de concentração mantidos por ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Só que Roberto Carlos não foi se apresentar em Jerusalém como artista em condições normais para um artista. Foi comprado por grupos nazi/sionistas que atuam no Brasil e trabalham com incrível desvelo a construção de imagem favorável ao Estado terrorista, na tentativa de reverter os danos causados por ações como roubo de terras palestinas, riquezas palestinas, bloqueio de Gaza, assassinatos de cidadãos de outros países que tentam chegar a Gaza com ajuda humanitária, enfim, a barbárie que caracteriza Israel.
Esse tipo de evento, ou fato, como queiram, é comum. O ex-presidente do STJ – Superior Tribunal de Justiça –, aquele que deu um chilique e demitiu um estagiário que aguardava na fila do caixa eletrônico sua vez, atrás do ministro, o nome é Ari Pendgler, é um dos principais ativistas desse tipo de trabalho, digamos assim.
As Nações Unidas vão divulgar nos próximos dias um relatório em que afirmam que as forças de Israel agiram com violência contra ocupantes de um navio de ajuda humanitária que pretendia chegar a Gaza. Morreram vários deles e o governo da Turquia resolveu suspender as relações militares e diplomáticas com Israel por conta disso.
A covardia sionista não tem paralelo na história contemporânea, exceto se compararmos ações como a de Hitler, ou agora, a “ajuda humanitária” à Líbia para o controle do petróleo naquele país.
Querem o Brasil e por conta disso começam a comprar figuras de prestígio popular no País. Caso de Roberto Carlos.
Em 1967, época do esplendor dos festivais de música, um episódio determinou o verdadeiro caráter de Roberto Carlos, nada a ver com seu trabalho como cantor e compositor (embora como compositor tenha sido acusado várias vezes de plágio e de comprar músicas).
Foi no festival da antiga RECORD, também nada a ver com a atual. Naquele ano surgiram Caetano Veloso com “Alegria Alegria”. Gilberto Gil com “Domingo no Parque”, a extraordinária “Roda Viva” de Chico Buarque de Holanda e o primeiro lugar foi de Edu Lobo com “Ponteio”.
Ficou marcado quando Sérgio Ricardo atirou o violão na platéia ao ser vaiado por sua música em homenagem a Mané Garrincha. Sérgio Ricardo é um dos grandes compositores da MPB e a vaia foi injusta. A música era BETO BOM DE BOLA.
Luís Carlos Paraná nasceu em Ribeirão Claro, São Paulo, foi comerciário no Rio de Janeiro – onde aprendeu a tocar violão sozinho – e companheiro de quarto numa pensão do extraordinário João Gilberto. Morreu precocemente e deixou uma obra de grande valor na MPB. Foram duas grandes perdas precoces. O próprio Luís Carlos Paraná e Sidney Muller.
Em 1967 inscreveu no festival da RECORD a música MARIA CARNAVAL E CINZAS e ficou com o quinto lugar. O intérprete foi Roberto Carlos. Àquela época vaiado pelo auditório por sua posições políticas dúbias diante da ditadura militar. Já se sabia ali que o cantor e suposto compositor não tinha nada a ver com a luta contra a censura, as prisões arbitrárias de cantores, compositores, artistas de um modo geral. Omisso e em seguida cúmplice do regime militar no processo de silêncio diante da barbárie e aceitação das regras da censura.
Foi mais além que isso.
Terminado o festival o próprio Roberto Carlos disse a jornalistas que não participaria mais de festivais, havia se irritado com a vaia, estava acostumado aos aplausos de astro da chamada jovem guarda. Não discuto mérito artístico, não está se tratando disso, mas caráter de artista. Houve um incidente – troca de palavras criticas – entre ele e Chico Buarque através da mídia e cada qual seguiu seu caminho. Chico e sua dignidade de lutador contra a ditadura e Roberto Carlos a falta de tal em sua cumplicidade com a ditadura militar.
Anos mais tarde o cantor conseguiu revelar a face hipócrita de setores dominantes da Igreja Católica e a natureza de santo do pau oco do papa João Paulo II. O feroz combate dos dignatários – vá lá – da igreja contra o divórcio não impediu que o papa, em sua visita ao Brasil, recebesse e abençoasse o cantor e sua companheira, sendo ele divorciado. João Paulo II é produto de marketing e esse detalhe, no Brasil, seria abafado pelo prestígio do cantor junto a determinados setores do público e do próprio papa, visto como santo (mas do pau oco, por baixo das vestes papais a suástica gravada no peito).
Hoje, o cantor se presta a ação terrorista de Israel em todos os cantos do mundo, à cobiça em torno do Brasil e sobre o Brasil, no papel de astro da música brasileira, de artista de prestígio indiscutível, mas de um caráter às vezes doentio (basta ver as exigências que faz em relação a suas apresentações, assim tipo cor de lençol, tantas toalhas, guardanapos, etc).
Foi cooptado – comprado – por esse marketing do terrorismo nazi/sionista.
Besteira tudo isso?
Israel desde o tal tratado de livre comércio se tornou controladora da indústria bélica brasileira – logo tecnologias indispensáveis à segurança nacional, a própria soberania do Brasil. Toma conta de setores industriais estratégicos, de bancos (isso é o óbvio), é parte do apoio ao latifúndio escravagista que ainda habita por aqui em larga escala e agentes da MOSSAD atuam no controle de refugiados palestinos (suas terras foram roubadas pelos israelenses), como dispõem de larga influência em setores do Estado brasileiro e nos três poderes.
O mingau brasileiro sendo comido pelas beiradas pela nação líder do IV REICH.
Roberto Carlos é uma distração/alienação para o povo tanto de lá, como de cá. Mais de cá, pois o show em Jerusalém é só para dizer que você tem prestígio aqui e fechar o negócio, impressionar o alvo.
É lamentável, estamos mergulhando outra vez em noites que não terminam em dias.
A propósito, Luís Carlos Paraná não teve nada a ver com Roberto Carlos interpretar sua belíssima MARIA CARNAVAL E CINZAS. Àquela época o cantor tentava parecer uma coisa que não era e nem nunca foi. Seu verdadeiro caráter veio a tona exatamente no pós festival e suas declarações à imprensa. Mania de Deus.

Você já é um apoiador da Avaaz? só precisa preencher seu email e clicar "Enviar" - Barbet

Uma grande briga climática está sendo travada na Austrália -- o governo está prestes a aprovar uma lei que reduziria as emissões de carbono e faria os poluidores pagarem impostos sobre o carbono. Mas as grandes empresas, apoiadas por Rupert Murdoch, estão tentando acabar com esse projeto de lei. Esta lei de imposto sobre o carbono é uma medida em que todos saem ganhando -- vai forçar as empresas poluidoras a mudar para uma produção limpa e gerar mais recursos para as famílias trabalhadoras. Se essa lei passar, vai estimular outros grandes emissores a seguirem o exemplo e pode se tornar a melhor esperança para o nosso clima. Mas o megafone de Murdoch que espalha o medo é enorme - ele é dono de setenta por cento da imprensa australiana. Se juntos conseguirmos abafar sua campanha de desmoralização do projeto de lei com mensagens de esperança vindas de todo o mundo, poderíamos ajudar a lei a passar.
Esta batalha está sendo travada agora nas ondas de rádio australianas. Assine a petição urgente para apoiar essa iniciativa ousada e compartilhe-a com todos -- quando alcançarmos 250 mil assinaturas, vamos veicular mensagens de inspiração nas rádios entregando nossas mensagens globais, explicando os benefícios da lei e motivando o apoio público:
Assine a petição eu já assinei --->http://www.avaaz.org/po/australian_carbon_price/?cl=1250063487&v=10117

Estamos todos sob a ameaça das mudanças climáticas -- incluindo as secas e as tempestades que provocam incêndios florestais, inundações e colheitas perdidas. A proposta da Austrália iria começar a mudar a economia do país num caminho para deter as mudanças climáticas. A medida faria as empresas poluidoras pagarem, incentivando-as a se tornarem mais eficientes e ao mesmo tempo financiando tecnologias do futuro e aumentando o apoio aos mais necessitados. No entanto, Murdoch -- que tem um longo histórico de negação às mudanças climáticas -- juntou-se com empresas de mineração para espalhar previsões bárbaras sobre perdas de emprego e desgraça econômica.
Países como Dinamarca, Suécia e Costa Rica já introduziram imposto sobre o carbono, estimulando inovação e reduzindo a poluição. Se agora encorajarmos a Austrália -- o pior país rico poluidor de carbono por pessoa -- para seguir o exemplo desses países, isso gerará um impulso para os outros grandes países emissores como a China e os EUA a seguirem o exemplo, aumentando nossas chances de um acordo climático global no próximo ano.
Membros da Avaaz de todo o mundo têm sido fortes ativistas das mudanças climáticas - nossas ações em conjunto muitas vezes influenciaram governos e empresas. Agora, o povo australiano e os líderes políticos precisam do nosso apoio para enfrentar os aproveitadores e renovar nossa esperança nas soluções climáticas. Vamos enviar aos australianos o nosso apoio hoje.
Os políticos e as empresas muitas vezes pensam a curto prazo, quando uma ação de longo prazo é necessária. Quando nosso movimento feito por pessoas enfrentam essas tendências e propõem uma visão clara do futuro que queremos, conseguimos o melhor de nossos líderes. Vamos fortalecer a decisão da Austrália, e então abordar outros governos até alcançar o acordo climático global que o mundo precisa.

QUADRILHAS/EMPRESAS QUEREM O PRÉ-SAL – O PETRÓLEO É NOSSO! - Laerte Braga

Os principais chefes mafiosos do setor empresarial e financeiro que atuam no Brasil, associados ao latifúndio, proprietários de lotes de deputados e senadores, governadores como Sérgio Cabral, Renato Casagrande (governador nominal), Paulo Hartung (governador de fato), a aberração política Antônio Anastasia e Geraldo Alckimin, através de um dos braços das quadrilhas empresariais que atuam no Brasil, a ONG ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO, num debate no covil que chamam de Palácio do Governo, em Vitória, defenderam abertamente a entrada de empresas estrangeiras na exploração do pré-sal e de forma plena e total.
O corrupto governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, uma das propriedades desses grupos, defendeu que se deve ouvir sempre o presidente dos EUA Barack Obama, fez críticas ao seu aliado o ex-presidente Lula, ao governo Dilma Roussef e foi corroborado pela deputada Rose Freitas (também propriedade das quadrilhas empresariais) e pelo presidente do PT do Espírito Santo.
Em nenhum momento o governador Sérgio Cabral falou de discussão ampla e com participação popular sobre o tema. Defendeu os royalties para os estados produtores apenas, a entrada de empresas estrangeiras e lamentou o veto de Lula que tornou a distribuição de royalties mais equitativa e voltada para programas de desenvolvimento e sociais.
O público presente era, em sua esmagadora maioria, de empresários, banqueiros, latifundiários, deputados de todos os partidos com representação no Congresso (representantes dos lotes das quadrilhas/empresas). O falso debate terminou quando diante de perguntas incômodas dos poucos representantes de movimentos populares, o governador do Rio, principal intérprete das quadrilhas/empresariais, afirmou que teria que voltar ao seu estado.
A escolha do esconderijo em Vitória se deveu principalmente ao trabalho da ONG/QUADRILHAS ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO. Para se ter uma idéia desse tipo de ação, cidades capixabas como Anchieta estão sendo destruídas e a população transformada em objeto para benefícios de empresas/quadrilhas.
Como era de se esperar, um dos lotes dessas empresas/quadrilhas, a mídia, absorveu imediatamente a ordem e começa a campanha para a derrubada do veto de Lula. A deputada Rose Freitas ameaçou inclusive trancar a pauta de votações na Câmara se isso não acontecer. Registre-se que a despeito de ser propriedade das empresas/quadrilhas, a deputada é filiada ao PT.
O interesse de governadores como Sérgio Cabral e o preposto de Paulo Hartung, Renato Casagrande, além de empresários (grandes empresários são apátridas), banqueiros e latifundiários, vai além da questão dos royalties. Defendem a ampliação da presença de empresas/quadrilhas estrangeiras e formas de limitar a PETROBRAS.
O apoio de governadores como Geraldo Alckimin e Antônio Anastasia, embora sejam seus estados beneficiados com o veto de Lula, se deve a ordens vindas do epicentro das empresas/quadrilhas, no caso do Brasil, a FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), principal antro de sonegação e entreguismo em nosso País.
A cobiça estrangeira do pré-sal está localizada tanto em Washington como em Wall Street e no Texas, principal centro de empresas petrolíferas norte-americanas.
Acabaram de destruir a Líbia através do braço OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte), ao custo de centenas de milhares de vida e absoluto caos naquele país. O antigo aliado Muammar Gadaffi está sendo substituído por políticos mais dóceis. O petróleo líbio é o alvo, como foi o caso do Iraque.
No caso do Brasil o cerco começa a se fechar com a desculpa dos royalties e avança na direção da entrega do pré-sal a essas quadrilhas/empresas. Foi o que de fato defendeu na segunda-feira no serpentário em Vitória o governador Sérgio Cabral.
O que ficou definido entre os mafiosos é uma ação política que permeia o próprio partido do governo, o PT, através de setores como a deputada/objeto Rose Freitas. A idéia é a de sempre. Vender o projeto como fator de desenvolvimento e benefícios para os brasileiros, tal e qual fez FHC ao privatizar empresas estratégicas do País a pretexto de pagar a dívida (não pagou, tucanos ficaram milionários com os negócios da privatização).
O encontro foi apenas o lançamento da campanha, uma espécie de out door da série de mentiras e ações antinacionais que vem em seguida, lógico, com apoio da grande mídia, toda ela propriedade das empresas/quadrilhas que querem o controle do setor.
O tema transcende o próprio governo Dilma – enfraquecido e perdido em questões essenciais como petróleo e banda larga – e serve para mostrar a falência do modelo político e econômico.
Não há alternativa para a garantia que pré-sal se transforme em fator de progresso real para todos os brasileiros e não privilégios para elites podres, que não a luta nas ruas, uma nova campanha nos moldes da que resultou na criação da PETROBRAS, a luta O PETRÓLEO É NOSSO.
Já sobre o acidente com o bondinho de Santa Teresa – querem culpar o motorneiro e privatizar o serviço –, sobre o ex-sogro, proprietário da empresa de ônibus que faz as linhas para aquele bairro, sobre a legalização da casa ilegal do apresentador Luciano Huck, o governador Sérgio Cabral não falou nada.
Nem vai falar. É um dos grandes embustes da política brasileira. Criado a pão de ló pela mídia privada e sustentado por interesses estrangeiros e de empresários que costumam ceder-lhe aviões, helicópteros, etc, para passeios e diversões, serve aos seus amos.
Os mortos de Santa Teresa não falam. Gritam contra esse tipo de político repugnante. Feito de arame enferrujado.

[Carta O BERRO] JUIZA IGNORA PEDIDO DE OUVIDOR AGRÁRIO NACIONAL E MANDA DESPEJAR AS FAMÍLIAS- realizado pela PM de sao paulo, de noite.. e no outro dia. denuncie - Vanderley Caixe




A noite do dia 29 de agosto de 2011 foi tensa no Assentamento Milton Santos e na nova ocupação em Americana.
700 famílias ocupavam a área há 24 dias e no última dia 30 a PM realizou uma reinegração de posse aterrorizante para acampados e assentados.
Muitas famílias não puderam entrar no local, que foi fechado pela polícia. O cerco começou no início da noite. Diversas famílias assentadas, impedidas de entrar em suas casas, tiveram que passar a noite em carros. Acampados foram detidos indevidamente só por tentar voltar para o acampamento. Um grupo de assentados e o advogado do movimento Vandré Paladini que vinham de uma audiência pública com a Ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário que ocorreu na Assembléia Legislativa em São Paulo, foram barrados na estrada que liga Americana ao Assentamento. Durante toda a noite a polícia percorreu as estradas internas do Assentamento constrangendo acampados e assentados que passavam no local.
Foram disparados tiros de fuzil e lançados rojões com o intuito de intimidar as famílias. O clima de guerra e conflito iminente fez com que os assentados interviessem e acolhessem os acampados em suas casas. Estima-se que cerca de 150 famílias refugiaram-se na área do assentamento. As famílias acampadas não tiveram tempo de retirar os seus pertences.
O comandante da operação chegou ao local tentando identificar a coordenação do acampamento, como os acampados e assentados se recusaram a dar informações os policiais receberam ordem de destruição imediata das estruturas. A operação iniciou com uma chuva de balas de borracha que perfuraram os barracos, felizmente ninguém se machucou.
Na manhã do despejo a polícia ainda cercava as entradas impedindo, inclusive, a passagem de jornalistas, apoiadores e advogados. O transporte escolar ficou preso na barreira policial e várias crianças não puderam ir a escola, muitas delas assistiram a ação policial
aterrorizadas. A rotina dos assentados foi totalmente alterada, cerca de 4 mil Kg de alimentos retirados semanalmente e doados às entidades assistenciais da região não puderam ser entregues e os produtores ficaram no prejuízo.
A justiça mais uma vez defendeu os interesses dos latifundiários de terra, usineiros. A juíza de Americana responsável pelo processo emitiu a liminar a favor da Usina Ester, ignorando o fato de que a área pertence ao INSS e, não levando em consideração o pedido do Ouvidor Agrário Nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) desembargador Gercino José da Silva Filho, que solicitou o adiamento do cumprimento da liminar até que a situação da terra ocupada fosse investigada.
Durante todo o dia de ontem (31-08) a operação continuou com a destruição de um bambuzal próximo ao local, abertura de valas e remoções de terra. Os pertences dos acampados amontoados no dia anterior, numa área vizinha, foram queimados (colchões, roupas, utensílios e ferramentas). Devido aos abusos cometidos pelos policiais os advogados do movimento estão ouvindo acampados e assentados para buscar responsabilizar os culpados.
Solicitamos às autoridades que tomem providências de modo que os direitos dos acampados, assentados e moradores da região (Sobrado Velho e Morada das Carolinas) sejam respeitados. As famílias assentadas temem, inclusive, as retaliações, já que as intimidações por milícias formadas por policiais que fazem a “segurança particular” da Usina são constantes.
Continuaremos denunciando a grilagem de terras públicas para usufruto de particulares e as injustiças cometidas contra os trabalhadores!!!
Reforma Agrária Já!
Polícia para quem precisa de polícia! (Titãs)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Que a linha 3 do Metrô já virou novela mexicana todo mundo concorda mas entre idas e vindas, o único fato concreto que se tem é a atualização do projeto original. O que é importante já que um projeto grandioso como esse que está no papel há tantos anos, precisa necessariamente de atualização. O Radar Fluminense sempre repercutiu as novidades sobre o projeto, mas mesmo com anúncio até de início das obras, nada aconteceu. Por isso até que inaugurem a obra não podemos acreditar na concretização deste projeto. Mesmo diante do descrédito da população, agora, depois de divulgações do tipo "não mais será assim..." e "agora tem que ser" o projeto da Linha 3 do metrô de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí ganhou uma atualização oficial. Na projeção já
constam obras como o terminal múlti modal (ônibus, barcas e metrô) e até a Torre Panorâmica do Caminho Niemeyer.

[Carta O BERRO] CINEMA PALESTINO : "O outro lado da moeda." - Vanderley Caixe

RJ: suspeitos de fraude de R$ 148 mi continuam trabalhando em aeroporto - Evandro

Luís Bulcão
Direto do Rio de Janeiro
Em uma operação denominada Voo Livre, a Polícia Federal do Rio de Janeiro anunciou ter descoberto um esquema que, estimam os policiais, rendeu um rombo estimado de R$ 148 milhões em impostos sob mercadorias que deixaram de ser recolhidos por funcionários da alfândega do aeroporto Tom Jobim. Segundo a PF, escutas telefônicas e imagens de câmeras de segurança flagraram o envolvimento de 12 servidores da Receita Federal, três policiais federais e mais de 100 pessoas que traziam produtos de Miami. Ninguém foi preso.
De acordo com o inspetor-chefe da Alfândega, Cláudio Rodrigues Ribeiro, dois dos servidores suspeitos se aposentaram. No entanto, os demais continuam exercendo funções no aeroporto. O inspetor alega que, como parte de um esquema de rodízio de funções, adotado durante sua gestão, eles foram removidos das funções onde praticariam os crimes.
O superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro, Delegado Marcus Vinícius Vidal Pontes, afirma que medidas administrativas estão sendo tomadas pela Receita e pela Polícia Federal. Segundo ele, os três policiais federais envolvidos no esquema foram afastados de suas funções. Apesar de indiciados, a prisão dos envolvidos não foi determinada pela Justiça.
Os casos da operação Voo Livre
Com início em 2008, a operação investigou três tipos de casos de fraude na fiscalização da alfândega. O delegado Marcelo Freitas, coordenador da Voo Livre, classificou as fraudes como Caso Amarelo, Caso Astronauta e Caso Atendimento VIP. O Caso Amarelo se refere a mercadorias enviadas através dos Correios que não eram checadas nos equipamentos de raio-x da Receita. Segundo o delegado, havia um esquema que permitia o envio de mercadorias com falsa declaração que não eram fiscalizadas.
O denominado Caso Astronauta investiga pessoas que viajam para Miami e trazem mercadorias, especialmente eletrônicos, e não são eram fiscalizadas na alfândega. O delegado usa como exemplo uma apreensão realizada em março deste ano no qual duas pessoas foram detidas com mercadorias no valor de R$ 1 milhão. Segundo o delegado, essas pessoas respondem em liberdade. Nenhum funcionário da receita foi acusado na época.
Já o Atendimento VIP envolve a facilitação de atendimento e a passagem dos envolvidos sem ter de enfrentar fila no setor alfandegário.
Segundo Marcelo Freitas, os crimes praticados são formação de quadrilha ou bando, descaminho, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, facilitação de descaminho, lavagem de dinheiro. Trinta e nove mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nesta quinta-feira.
A Polícia Federal não divulgou os nomes dos supostos envolvidos no esquema. De acordo com eles, as investigações ocorrem sob segredo de justiça. O material apreendido pela operação também não foi apresentado.

NOVAS MULTAS DE TRÂNSITO - DEUS é FIEL" ツCarlos Canto







CUIDADO! PROFESSOR NA PISTA - Laerte Braga

O governador Cid Gomes, Ceará, disse a jornalistas queprofessores têm que trabalhar por amor. Se não estiverem satisfeitos com o salário, arranjem outra profissão”. Cid Gomes é aquele que foi para a Europa cuidar dos “interesses” do Ceará e levou a sogra à custa dos cofres públicos. A senhora em questão sonhava conhecer Paris. Os cearenses pagaram o regalo.
Na cidade mineira de Juiz de Fora, 600 mil habitantes, pouco mais, numa manifestação de estudantes em solidariedade aos professores do setor público, policiais militares prenderam um professor, prenderam, algemaram e conduziram-no à Delegacia de Polícia, por tentar impedir que um guarda municipal, montado numa moto cortasse pelo meio o protesto em típica atitude de ameaça e represália, colocando em risco a vida de pessoas.
A guarda municipal de Juiz de Fora é formada por golden boys do “general” Vítor Valverde, secretário de Governo, uma das figuras mais repugnantes já produzidas na política daquela cidade e principal controlador do prefeito Custódio Matos, sonso de plantão na Prefeitura.
É desnecessário dizer que o prefeito é do PSDB – tucano – e parceiro do ex-prefeito Alberto Bejani, aquele que apareceu no JORNAL NACIONAL contando a montanha de notas de cinqüenta da propina paga pelos empresários do setor de transportes coletivos urbanos. Terminou na penitenciária Ariosvaldo de Campos Pires, mas já se converteu, virou o pastor Carlos e afirma que vai ser candidato a prefeito nas eleições de 2012.
Professores e estudantes se mobilizam em todo o País contra governos municipais e estaduais que têm a mesma visão do governador Cid Gomes. Escravagista, repulsiva, abominável.
A repressão a esses movimentos (que não se resumem a questões salariais, mas a condições mínimas de trabalho) não difere do que acontecia no tempo da ditadura militar. As policiais militares saem às ruas, em alguns lugares ao lado das guardas municipais e prendem e arrebentam no melhor estilo Brilhante Ustra, o mais célebre carniceiro do regime militar.
Polícias militares são uma aberração. Em qualquer lugar do mundo supostamente civilizado Polícia é uma instituição civil. Por aqui não. Existem com a função de proteger a ordem e a lei, mas a ordem e a lei segundo os interesses das elites. Professores, estudantes, trabalhadores de um modo geral são alvos preferidos desses chamados “homens da lei”.
A repressão aconteceu em São Paulo quando era governador José Serra. Em Minas com Aécio Neves e agora com o ornitorrinco Antônio Anastasia. No Rio com o dissimulado Sérgio Cabral, no Ceará com o governador Cid Gomes (puxa saco da sogra) e assim por diante.
Professor na pista para as “autoridades” é um perigo e uma ameaça às instituições, à ordem pública, etc.
Traficante, assaltante, essa turma, via de regra age de maneira impune quando não com cumplicidade dessas “autoridades” como se vê quase que diariamente no noticiário até da mídia comprada e guardada nos cofres do poder. A chamada grande mídia, não importa sua dimensão, se nacional, estadual ou regional.
Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais o professor foi detido por “desacato à autoridade”. O clássico “teje preso”.
Costumam dizer que no Brasil estamos livres de tufões, tornados, furacões, etc. Mas é de Cid Gomes? Ou do prefeito de Juiz de Fora Custódio Matos? Ou de Sérgio Cabral agora defendendo a entrega do pré-sal a empresas estrangeiras? Ou de José Serra? de Geraldo Alckimin? Do ministro Paulo Bernardo – integrante do festival de besteiras que assola o País – ao defender a entrega da banda larga às teles e viajar em aviões dessas empresas? Uai! Não é sogra de Cid Gomes!
A prisão do professor em Juiz de Fora foi um ato de violência, característica genética em policias militares, como violentas e bárbaras são as ações contra estudantes, trabalhadores, sem terra, tudo em defesa dos interesses das elites.
Polícia é outra coisa, tem outra finalidade. O direito à livre manifestação de idéias e a protestos públicos contra criminosos hediondos como Cid Gomes, Sérgio Cabral, Antônio Anastasia é assegurado na Constituição.
E um detalhe. O secretário de governo de Juiz de Fora, MG, comandante da guarda municipal, inventou uma nova categoria de general. O general R/3. Vítor Valverde é o nome da peça e professor e estudante para essa aberração significam transtornos para os “negócios” feitos à frente da Prefeitura.
Não resistem, os tais “negócios”, a uma operação dessas que a Polícia Federal costuma fazer Brasil afora. Falta incluir Juiz de Fora outra vez na agenda. E o Ceará também.

Assembleia Legislativa do Pará aprova lei estadual que criminaliza a homofobia - Irmão Alberto "A Coragem de Dizer"

O Pará saiu na frente e aprovou a sua lei anti homofobica. Ir alberto


Irmão Alberto
A CORAGEM DE DIZER

Constituição Federal
Art 5°-
IV- É livre a manifestação do pensamento .
1- Princípio de Respeito ao Próximo - Todo e-mail recebido pelo Ir Alberto é respondido no prazo máximo de 24 h, sem nenhuma exceção.
2- Jesus se fez homem na Palestina para revelar aquele povo explorado pelos sacerdotes levitas um novo Deus - o Deus Pai Nosso- e uma nova Lei - a lei do amor, da idolatria. Jesus revogou a lei mosáica, chamada de odiolatria, que mandava matar por apedrejamento o estrangeiro, a prostituta, o homossexual, o escultor. o idólatra, quem trabalhasse no sabado, o filho rebelde e quem comia carne de porco.
3- A Bíblia Sagrada é uma reunião de escrituras antigas, classificadas em 72 livros, escrita entre os anos 4.000 AC a 100 DC que contam a história do povo judeu, suas guerras contra nações estrangeiras vizinhas, de modo particular contra o povo cananeu. Os cinco primeiros livros ( pentateuco) foram escritos por Moises . Seus sucessores escreveram os demais.
4- Marcião de Sinope( *110 +160 DC). teólogo cristão que empregou toda sua fortuna e dedicou sua vida na reunião das escrituras sagradas, reconhece como inspiradas por Deus apenas as cartas paulinas, que ele chama de evangelho da incircuncisão ou Biblia Cristã. Os livros biblicos do Velho Testamento Marcião chama-os de históricos, já que contam a história da nação israelita. Não são inspirados por Deus. Os livros do Novo Testamento, com exceção das cartas paulijnas, Marcião os chamam de evangelho da circuncisão, já que contam a história de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não são inspirados por Deus. As cartas paulinas Marcião as chamam de evangelho da incircuncisão, são as unicas escrituras reconhecidas por ele como inspiradas por Deus. de todas as Nações ( e não pelo Deus de uma única nação, o Deus de Israel ) .
Observação : Marcião identifica nas escrituras sagradas dois deuses.: o Deus bom , que é o Deus Unico, Justo , Deus de todas as nações - indígenas, civilizadas, pagãs , cristãs , muçulmanas, budistas - Pai de Jesus Cristo, revelado por Paulo em suas cartas , denominadas de evangelho da incircuncisão e o Deus Mau, revelado por Moises e seus sucessores nos livros do Velho Testamento.
Foi aprovado hoje (31), por unanimidade, na Assembleia Legislativa do Pará, o Projeto de Lei estadual que pune e proíbe qualquer ato de homofobia. O PL é de autoria da deputada Bernadete Caten (PT-PA).Ao defender o seu Projeto de Lei, a deputada alegou que vítimas de homofobia sofrem com violência psíquica, física e sexual. Bernadete Caten ainda disse que a homofobia é uma "doença social" que não deve ser admitida."Essa casa já aprovou uma outra lei de nossa autoria, que institui o dia 17 de maio como o Dia Estadual da Luta contra a Homofobia. Precisamos aprovar a lei que criminaliza a discriminação contra homossexuais para, mais uma vez, mostrarmos que o Estado do Pará está à frente no caminho da democracia", declarou a deputada.Agora, o projeto de lei segue para sanção ou veto do governador do Estado do Pará Simão Jatene. Simone Castro 8271 2883