quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

URINANDO SOBRE O MUNDO - Laerte Braga



Soldados da democracia cristã e ocidental aparecem num vídeo feito no Afeganistão urinando sobre corpos de supostos guerrilheiros talibãs mortos. São bestas/feras. No processo de transformação dos EUA em um grande complexo terrorista – a maioria do controle acionário é de sionistas – o episódio foi logo minimizado pela mídia de mercado e poucos veículos noticiaram o fato no Brasil.
O vídeo está disponível no Youtube e pode ser visto abaixo:

 O governo Bush terceirizou funções militares, tais como recrutamento, treinamento e ações de campo a empresas privadas. Serviços de inteligência são hoje praticamente controlados por essas empresas.
A guerra deixou de ser um negócio disfarçado para se transformar em alavanca do império em decadência.
Toda a indústria armamentista norte-americana é privada e hoje, na chamada nova estratégia de defesa do presidente Barack Obama (um Bush com jogo de cintura, cínico e perverso), esse tipo de negócio tende a prosperar com a fantástica tecnologia de destruição que os norte-americanos detêm e ampliam cada vez mais.
Em breve as bestas/feras que urinam sobre todo o mundo estarão portando armas nucleares de pequeno porte, mas de efeito devastador e carregadas em mochilas. Ao lado do chocolate, dos cigarros e dos enlatados. E lógico, dos chicletes. É indispensável ao jeito de ser boçal e arrogante dos norte-americanos.
A visita do presidente do Irã a países da América Latina não incluiu o Brasil. Ahmadinejad sondou o governo brasileiro sobre seu interesse em estar com Dilma Roussef. O ministro das Relações Exteriores não é mais Celso Amorim, mas atende pelo nome apropriado de Antônio Patriota. Faz parte da turma que se precisar tirar o sapato e cai de quatro para ser revistado em aeroportos dos EUA., tira e cai.
O governo Dilma conta jogar um jogo de nem faz e nem deixa de fazer em relação ao Irã de olho em eventuais benesses norte-americanas diante da crise econômica que afeta o mundo. Não passou ainda com intensidade pelo Brasil, mas já pode ser avistada em forma de tormenta vinda de outras partes do planeta. Como entreposto do capital internacional o Brasil cai na armadilha do capitalismo e é guardado como reserva para futuros saques.
A sorte da presidente é que a oposição é débil, composta de notórios corruptos comprometidos com o neoliberalismo de Washington e o populismo inaugurado na era Lula vai servir de rede para Dilma e seu PT cada vez mais PSDB por sua cúpula.
Esse jogo duplo, sem cara, começou com Lula, no acordo de livre comércio firmado com o governo de Israel. Isso significou abrir os portos brasileiros à ocupação sionista. A indústria bélica brasileira já é desses grupos.
Richards J. Roberts, prêmio Nobel de Medicina, em entrevista pública, entre outras coisas disparou contra a indústria farmacêutica.


 
“Os medicamentos que curam completamente não dão lucros.

“A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas”

“Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença ...

as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas
​​na cura, mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crônica. Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga”

“Pararam investigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas

“Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os "seus filhos" se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos.
O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados
​​
em multiplicar. Quase todos os políticos - e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas.
O resto são palavras...”

É óbvio que o modelo cubano afeta o capitalismo, amedronta essa estrutura cruel e boçal. Busca a cura e a despeito do bloqueio imposto pelos que urinam sobre o mundo e obtém resultados fantásticos.
Ralph Nader, precursor na luta pelos direitos do consumidor e depois pelos direitos fundamentais do cidadão, chegou a afirmar na década de 70 que a GOODYEAR poderia fabricar pneus com alta durabilidade, pelos menos dez mais que os atuais modelos, mas não se interessava, pois o lucro sumiria.
É por isso que a crise é de modelo. O capitalismo transforma o ser humano em “não pessoas”. A afirmação é de Noam Chomsky, judeu e notável professor dos EUA. Faz parte do um por cento de norte-americanos que consegue acreditar em vida inteligente para além e fora dos sanduíches da rede Mcdonalds acompanhados de Coca Cola.
O resto já nem acredita mais em Superman. A mediocridade que resulta da arrogância é tanta, que acham que Silvester Stalone mesmo resolve.
As coisas no Brasil andam em correntezas ou grandes pastos secos. O ministro Fernando Bezerra está sendo acusado de favorecer com verbas públicas o seu estado natal, Pernambuco. Não há uma linha sobre os recursos orçamentários para o combate a “desastres naturais” transferidos para a Fundação Roberto Marinho, laranja da quadrilha Marinho e que opera a lavagem de dinheiro das operações do grupo.
Nem Bezerra e nem Marinho são flores que possam ser cheiradas.
Protestos estudantis contra o aumento das tarifas de transportes coletivos urbanos em Vitória no Espírito Santo e Teresina, no Piauí, são reprimidos com a costumeira “gentileza” das polícias militares. Aberrações em qualquer democracia que se pretenda como tal, instrumentos de defesa das elites e forças corruptas, o que se vê, diariamente, até na mídia de mercado. Borduna, gás de pimenta, gás lacrimogênio, o de sempre. O governador do Piauí nem sei quem é, nem é necessário saber seu nome para saber que é como a maioria. Coronel político posto em cargo público a serviço de bancos, grandes corporações e latifúndio. O do Espírito Santo, ao contrário, chamam de Renato Casagrande. É governador nominal. Paulo Hartung governa de fato. Casagrande leva tranqüilo o troféu banana do ano até então em mãos de Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas.
Não apita nem sobre seu almoço. Pelo contrário, atende a apitos de Hartung. Como não usa “tigre”, vive fazendo flexões. O Espírito Santo, por suas características, inclusive dimensões territoriais, resta sendo a síntese explícita das máfias políticas que atuam no Brasil. Executivo, Legislativo e Judiciário.
Um desses “meganhas”, transformado em estudante (deve ter sido um esforço sobre humano), nas velhas táticas das ditaduras, colocou fogo num ônibus em Vitória e transformou estudantes em baderneiros. Casagrande se refugiou na despensa enquanto Hartung comandava a operação. Comeu latas de salsichas enquanto aguardava as ordens para voltar a ser objeto de decoração visível ao público.
Um PM (uai, esperava o que?) agrediu um estudante negro na USP. A universidade é controlada pela Polícia Militar (Polícia?) Pô meu! O governador do estado é um pastel de vento disfarçado, vem com a roupa da OPUS DEI, organização criminosa que opera nos porões e palácios do Vaticano.
Os modelos são desenhados pela DASLU e financiados pela FIESP.
A propósito de modelos, as FARCs-EP (FORÇAS ARMADAS REVOLUCIONÁRIAS COLOMBIANAS-EXÉRCITO POPULAR) desenvolveram há décadas um projeto de casa popular (a sobrevivência na selva) que países como o Canadá aprimoraram. O projeto original era de 48 metros quadrados, com garantia de 20 anos contra qualquer problema comum a casas construídas por quadrilhas/empreiteiras. Podem se transformar em mansões se estendidas.
E não só no Canadá o projeto ganhou força, em vários outros países do mundo. Um prefeito de uma cidade atingida pelas águas disse que o difícil e atrair empreiteiras para obras de reconstrução, pois o lucro é pequeno.
Grande é a ganância, urinam sobre o mundo inteiro.
O vídeo de bestas/feras chamadas de mariners urinando sobre os corpos de supostos guerrilheiros talibãs é a definição pronta e acabada do que os EUA fazem sobre todo o mundo. Urinam montados em arsenais nucleares, sobre os quais querem o privilégio. O monopólio do terror.
Qualquer problema é só organizar uma carreata de integrantes do BBB – existe no mundo capitalista inteiro exatamente para isso – e pronto, tudo resolvido. Viram heróis.
É uma “mijada” e tanto. O corriqueiro do dia a dia sobre “não pessoas”.

MANIFESTO A NAÇÃO DA IGREJA CATOLICA CARISMATICA - Ir Alberto

A Igreja Catolica Carismática lançará no proximo dia 1 de Abril de 2012,a partir das 09.00 na Praça Batista Campos em Belem do Pará, com a presença das autoridades dos poderes legislativo, judiciário e executivo.
Entre os proposições, a mais importante é a PEC DA CELERIDADE, que determina que todos os projetos de lei com mais de dois de tramitação nas Casas Legislativas sejam decididos em Plebiscito, inaugurando assim em nosso pais a Democracia Direta como era em Atenas.
Leiam a meteria completa e podem dar sugestões.
Todas serão levadas em alto conceito e serão encaminhdas aos nossos senadores, deputados e vereadores. Ir alberto
IGREJA CATÓLICA CARISMÁTICA
CNPJ. 08,296,135-58
av. Bragança, q 140, nº 46b – parque verde – Belém – Pará
CEP . 66.633-520 –
tel. (91) 3226-5671 // 3224-6554// 88283605//91606915//81163445//82225983
MANIFESTO À NAÇÃO
AUTOR:IGREJA CATÓLICA CARISMATICA
Senhores Senadores e Deputados Federais.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A Missa da Terra-sem-males - Vanderley Caixe

A Missa da Resistência Indígena - Missa da Terra sem Males
A Missa da Terra-sem-males começou a brotar sobre a pedra das ruínas de São Miguel, no Rio Grande do Sul. Terra de fronteira entre a América espanhola e portuguesa, estas duas Américas que são uma só. América dividida pelo fogo dos conquistadores.
O templo semidestruído de São Miguel é um monumento testemunho do massacre do Povo Guarani, testemunho da resistência e da grandeza dos Povos Indígenas de toda a América. As pedras escurecidas pelo fogo e pelos séculos narram com seu terrível silêncio a passagem dos bandeirantes, a devastadora passagem dos exércitos de Portugal e Espanha.
A própria História da Resistência dos Povos Indígenas aos conquistadores gestou no sangue esta Missa da Terra-sem-males. A marcha dos Povos Indígenas do Continente, buscando seu próprio rosto, sua identidade, arrancou dos massacres sepultados pela história oficial toda a força de sua esperança num Continente libertado.
Quem busca sua identidade volta-se necessariamente para o passado. Para extrair dele o metal das armas que empunhará na construção do futuro. Neste poema vulcânico, a América mergulha suas raízes na terra-mãe-ameríndia e retira dela a seiva elementar que nutre o sonho e a marcha de seus filhos.
A Missa da Terra-sem-males é uma missa de memória, remorso, denúncia e compromisso. Ela nos atira no rosto esta realidade fatal: de todos os continentes escravizados -Asia, Africa e América- a América e o único que não retornará a seus filhos. Não se trata de sonhar o impossível sonho de uma América puramente índia. Trata-se de constatar a inenarrável violência com que os conquistadores saquearam este Continente.
A Asia se levanta e seus filhos a terão um dia. Os povos negros da Africa reconquistam palmo a palmo o Continente devastado pelo colonialismo. A América, contudo, jamais retornará as mãos dos povos indígenas, sepultados pelos massacres de Cortez, Pizzarro, Valdívia, Raposo Tavares. Devorados pelas minas de Potosí, escravizados pelas bandeiras, exterminados em todo o Continente pela peste que o branco trouxe no sangue. Sem retórica, cabe dizer que os conquistadores Ingleses, Espanhois e Portugueses se lançaram sobre o Continente americano como uma malta de saqueadores, reduzindo a escombros tres impérios riquíssimos e exterminando, num espaço de quatro séculos, cerca de noventa milhões de índios.
A Missa da Terra-sem-males brotou em terra Guarani, o Povo-aliança da América India. No centro do Continente, os Guarani foram duplamente submetidos. O conquistador, português ou espanhol, converteu a terra guarani em campo de batalha até a destruição completa de tudo quanto representasse trabalho humano ou humana aspiração.
Contra toda a violência, contra todo o sangue derramado, o Povo Guarani foi capaz de sonhar a Terra-sem-males. Nao foi um "Ceu-sem-males", foi uma Terra-sem-males, a utopia possível. A utopia construída pela luta de todos os oprimidos. A pátria libertada de todos os homens.
Poderia ter sido um poema, uma cantata, mas nasceu missa. Porque é impossível separar a historia dos Povos Indígenas da América da presença da Igreja entre eles. A mesma Igreja que abencoou a espada dos conquistadores e sacramentou o massacre e o extermínio de povos inteiros, nesta missa se cobre de cinza e faz sua própria e profunda penitência. A penitência por si só não conduz a nada, nem sequer alivia a responsabilidade histórica que a Igreja assumiu ao lado do branco colonizador. Contudo, a História marcha e a Igreja mantém um laço profundo com os oprimidos da América. Que esta penitência contribua para que este laço se converta em compromisso com a marcha do Povo a caminho de sua libertação.
A Missa da Terra-sem-males so se apossará de toda a sue dimensão quando alcançar sua vestimenta continental. É profundamente significativo que ela tenha sido escrita em português, idioma deste Brasil-quase-continente, oprimido e instrumento de opressão, gigante e escravizado, historicamente empregado de seus irmãos, vítimas do mesmo saque, combatentes da mesma resistência.
A Missa da Terra-sem-males é uma convocação a todos os oprimidos da América que marcharam durante séculos e marcha hoje em busca da Terra-sem-males libertada.

Pedro TierraGoiânia, 8 de outubro de 1979
Texto da Missa da Terra sem Males

IR ALBERTO - Abrace esta causa


ABRACE ESTA CAUSA

Mande um e-mail para o seu senador www.senado.gov.br e outro para o seu deputado federal www.camara.gov.br solicitando seus empenhos na alocação de recursos no Orçamento Geral da União de 2.011 para implementação da Lei Federal nº 10.835/2004, Lei Eduardo Suplicy, pela qual todo brasiliero maior de 25 anos passa a ter direito de receber do Tesouro Nacional uma RENDA MINIMA mensal, capaz de lhe satisfazer as necessidades básicas de alimentação, moradia, saúde, vestuário, educação e lazer.
A partir de 2011, uma vez implementada esta Lei, não teremos mais sem teto, sem terra, sem alimentos, sem saúde, sem escola, sem vestuário. Mulher nenhuma precisará vender o corpo para comprar alimentos para o filho faminto e a violência será reduzida a níveis toleráveis . As penitenciárias, por falta de condenados, gradualmente serão transformadas em escolas. O trabalho da polícia e da justiça criminal terá um redução no mínimo de 95%, em razão da baixa criminalidade do país.
Os indios das nações galibis, palikurs e yanomanis viveram durante doze mil anos sem cometer um único pecado contra Deus ou um único crime contra a sociedade. Seus terrítórios eram TERRAS SEM MALES.
Ajude o Senador Eduardo Suplicy, a Barbet e o Ir Alberto a transformar a nossa idolatrada pátria brasileira em uma Terra Sem Males.
Visite o blog www.terrasemales.blogspot.com/ e conheça um pouco mais sobre as Terras Sem Males que existiram e que ainda existem no território brasileiro.
Ir Alberto


Seja favorável - PLC122 - Liguem 0800 61 22 11 - Ir Alberto


Pessoal liguem 0800 61 22 11 e deixem seu recado para os(as) senadores(as) que vocês conhecem desta lista abaixo, pedindo que votem favorável ao PLC 122 Lei Alexandre Ivo. Lei que criminaliza a homofobia no Brasil.
Vocês devem fazer o cadastro - É rápido
Eu Já fiz -

Fale qual motivo. Compartilhe conosco como foi a recepção no senado.

A comunidade LGBT ganhará a primeira lei no Congresso Nacional, e ninguém perderá nada.

Toni Reis
Presidente da ABGLT
PRESIDENTE: Senador Paulo Paim
(10)
VICE-PRESIDENTE: Senadora Ana Rita
(10)
Angela Portela(PT )
Eduardo Suplicy(PT )(21)(31)
Humberto Costa(PT )
Anibal Diniz(PT )(22)(32)(34)
Lídice da Mata(PSB )
Eunício Oliveira(PMDB )
Ricardo Ferraço(PMDB )
Cássio Cunha Lima(PSDB )(14)(30)
Cyro Miranda(PSDB )
José Agripino(DEM )
Vicentinho Alves
Randolfe Rodrigues(11 )
Ana Rita(PT )
Marta Suplicy(PT )
Paulo Paim(PT )
Wellington Dias(PT )
Cristovam Buarque(PDT )
Pedro Simon(PMDB )
Eduardo Amorim(PSC )(9)(20)
Garibaldi Alves(PMDB )
João Alberto Souza(25 )
Paulo Davim(PV )
Clovis Fecury(DEM )(26)
Mozarildo Cavalcanti(8)
Gim Argello(18)
Marinor Brito
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa - CDH
(1)(2)(3)(4)(5)(6)(7)
Senado Federal
Secretário: Altair Gonçalves Soares
Reunião: terças-feiras, às 12h Plenário nº 2 - ALA NILO COELHO
Tel. da Sala de Reuniao: 3303-2005
Telefones da Secretaria: 3303-4251/3303-2005
Fax: 3303-4646
E-Mail: scomcdh@senado.gov.br

Membros da Avaaz estão sendo torturados pelo regime monstruoso da Síria - Barbet


Para todos os membros do Conselho de Segurança da ONU e à Liga Árabe:
Clamamos aos senhores e senhoras que impeçam o terror na Síria, levando imediatamente pedidos contra o regime à Corte Penal Internacional. Tanto o Conselho de Direitos Humanos da ONU quanto o novo relatório da Avaaz encontraram evidências de que oficiais de alto escalão e forças de segurança de Assad cometeram crimes contra humanidade. Está na hora de impedir essa brutalidade mortal e proteger o povo sírio, que arrisca tudo para clamar pelos seus direitos e dignidade.
Você já é um apoiador da Avaaz? só precisa preencher seu email e clicar "Enviar"

Enviar
Primeira vez aqui? Por favor preencha o formulário.

[Carta O BERRO] O Sítio da Tortura - Vanderley Caixe


O sítio da tortura

Fonte: profdiafonso.blogspot.com

Na zona sul de São Paulo um sítio isolado guarda, esquecido, histórias de terror que podem ser a chave para entender um dos pontos mais obscuros da ditadura – os centros clandestinos de tortura. E a assombrosa colaboração civil.
Por Natalia Viana, da Pública, com Tony Chastinet e Luiz Malavolta
“Você está em poder do braço clandestino da repressão. Ninguém pode te tirar daqui”, é o que você ouve quando chega no sítio, depois de mais de uma hora metido no banco de trás do fusquinha com um capuz quente na cabeça, e a cabeça entre as pernas.
Você foi apanhado na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, uma das mais movimentadas de São Paulo. Te enfiaram dentro do carro, dois homens grandes meteram o capuz. Então você é todo ouvidos e corpo, e cada balanço ou ruído vai se gravando na sua mente tão vivo que você se lembrará deles para o resto da vida.
Minutos depois, pegam a estrada. Tráfego intenso. Saem da cidade, estradinha de terra, passa um trem, devagar. Quando o carro finalmente estaciona, você ouve a frase de boas-vindas e, apavorado, consegue memorizar o chão de cimento, por onde é empurrado antes de ser arremessado por escada que leva a um lugar subterrâneo. Os seus algozes chamam aquilo de “buraco”, com razão. Não tijolos, nem paredes, o calor é forte e, cada vez que você apalpa à volta, caem blocos de terra molhada. O chão é lodoso. Seu cativeiro é úmido e infinito.

Quando te tiram a roupa – você vai ficar assim por muito tempo. Primeiro: o pau-de-arara. Trata-se de um invento simples, bem brasileiro. Uma barra de ferro apoiada sobre cavaletes, onde te penduram enrolado, pesando sobre os braços e pernas. Eles te batem, te chutam, dão choques elétricos; nada de maquininha de Tio Sam, são fios desencapados que chegam diretamente no sovaco, na barriga, na boca.
Se divertem com isso, assim como se divertiram desde sempre aqueles que têm o poder de torturar. Quando você fraqueja, te levam a outra sala – piso de taco – onde perguntam tudo o que sabe, que atordoado você tenta esconder. Eles não vão te deixar em paz.
Você se pergunta: por que está ali? É 1975. Já se passaram dez anos desde o golpe militar no Brasil. O novo governo dos milicos (general Ernesto Geisel) prometia uma volta pacífica à democracia, com um governo civil.
Depois de prender centenas de opositores, mandar milhares para o exílio e exterminar os grupos de resistência armada, a ditadura começava a querer ser vista como “ditabranda”. É claro que você não acreditava, mas estava em todos os jornais. De qualquer forma, você era conhecido publicamente, não devia temer. Jamais se envolveu na luta armada; advogado, comunista do Partidão (PCB), foi vereador e deputado federal, você sempre acreditou na política. Pela sua atuação, já havia sido preso. Mas torturado, jamais. Até o dia 1 de outubro de 1975.
Você já tinha ouvido falar nesse tipo de lugar. O chacoalhar do carro rumo à zona rural só confirmou que você iria sofrer mais – que iria morrer. Não estavam te levando para uma delegacia, onde bem ou mal alguém poderia te ver e se lembrar de você. Estava caindo nos braços clandestinos do horrendo regime militar.

Existiam dezenas de lugares como esse. Eram os centros clandestinos de tortura. Ao mesmo tempo em que o governo militar começava a falar em abertura, os milicos e policiais civis usaram esses lugares para seguir com seu velho método de fazer as coisas. Em meados da década de 70, o governo falava em acabar com as torturas, e os “teatrinhos” foram banidos: aquelas cenas de falso tiroteio armadas para encobrir a morte de gente que fora na verdade morta sob tortura (era assim que os policiais chamavam a encenação descarada).
Nos centros clandestinos, torturava-se em segredo, e não raro se sumia com os corpos. Muitos dos desaparecidos da ditadura brasileira passaram por eles.
Ali, fora do aparato oficial, podia-se massacrar ao ar livre. No seu caso, a tortura usava o que o sítio tinha a oferecer: as árvores, o açude, os dois lagos.
Segundo: a sufocação. Eles te levam para um córrego raso, com pedras no fundo. Ali, soltam água de uma espécie de reservatório e você é jogado para baixo, ralando nas pedras as feridas do corpo. Terceiro: a “piscina”, como eles chamam, na verdade um poço lamacento onde te afogam segurando sua cabeça. Quarto: a árvore. Pendurado pelos pés, você recebe socos, choque elétricos. Um químico é jogado sobre seu corpo, arde. Seus gritos se misturam ao de outras pessoas, que você ouve estarem sendo torturadas – homens, mulheres.
Um dia, te tiram dali, apressadamente. Dizem que seu sumiço foi denunciado no congresso nacional e na assembleia do Rio de Janeiro. Vão ter que te liberar. Seu martírio acaba numa casa, na periferia de uma cidade. Um médico o visita diariamente, para assegurar que você estará “apresentável” quando for solto. No dia 22 de outubro de 1975, finalmente você tira o capuz.
O seu nome é Affonso Celso Nogueira Monteiro. Em 2011, aos 89 anos, os olhos ainda ficarão opacos quando lembrar daqueles dias e o seu corpo, envelhecido, guardará ainda todas as marcas. Você é o único prisioneiro que saiu com vida da Fazenda 31 de Março – nome do sítio clandestino de tortura, uma homenagem à data do golpe militar de 1964.
Quarenta anos depois, a fazenda continuará lá, com a mesma cara, esquecida pelo tempo, escondida numa estrada de terra no bairro de Parelheiros, na zona sul de São Paulo, bem na divisa com Itanhaém e Embu-Guaçu.

Muitos não tiveram a mesma sorte. Antônio Bicalho Lana e sua companheira Sônia Moraes, ambos da guerrilha Ação Libertadora Nacional (ALN), foram assassinados no sítio em 1973. Depois, foram levados até o bairro de Santo Amaro, onde se encenou um tiroteio – mais um dos “teatrinhos”. Foram enterrados em vala comum. Ali também mataram o líder estudantil Antonio Benetazzo, em 1972, preso na Vila Carrão, norte de São Paulo. A versão oficial, veja, é depois de preso ele teria se jogado sob as rodas de um caminhão. Foi enterrado como indigente.
Fagundes, o “pacificador”
O sítio 31 de março é a prova de que existia uma rede de locais clandestinos de tortura no Brasil nos anos 70. Mas, como grande parte da história da ditadura militar brasileira, jamais se investigou como e quando foram usados.
No Brasil, diferente de países vizinhos como Chile e Argentina, jamais um único militar foi punido pela tortura sistemática adotada pela ditadura. Naqueles países, lugares como esse viraram museus, memoriais às vítimas, marcos históricos para que o passado não volte.
Os sítios da tortura só eram possíveis por causa do apoio de civis, gente endinheirada que apoiava a ditadura e emprestava seu imóveis para a repressão. Nenhum deles jamais foi levado à justiça.
O “dono” do sítio 31 de Março era um empresário mineiro, Joaquim Rodrigues Fagundes. Acusado de grileiro, ele se apossou da terra nos primeiros anos da década de 70. Chegou tocando o terror: junto com capangas, exibiam armas de uso exclusivo das Forças Armadas, invadiam a casa de moradores, chegaram a surrar um deles para que “desse o fora”, como se dizia na época.
Fagundes se gabava de ser amigo do “pessoal do Doi-Codi”, a central mlitar que comandava a repressão. Seu caseiro na época, Alcides de Souza, reconheceu que ele emprestava o sítio para os milicos fazerem treinamento. “Tem vez que chegam aqui dois mil homens – acampam, correm pra cá, pra lá, dão tiros, cortam a mata”, disse.
Fagundes era dono da Transportes Rimet Ltd, na Moóca. Sua empresa não fazia muita coisa. Tinha um único cliente, a estatal Telesp – Telecomunicações de São Paulo, que na época controlada pelos militares do governo paulista. Ali na Mooca, era sempre visto acompanhado pelos bravos amigos de farda, como o coronel Erasmo Dias, conhecido por tere invadido a universidade católica (PUC) e metido ferro nos estudantes. Ele mesmo ia uma vez por semana até a sede do Doi-Codi, na rua Tutoia. “Ele tinha autoridade, andava com os milicos”, lembram os vizinhos.
Quando não tinha ninguém gemendo ou sufocando, a turminha de Fagundes usava o sítio para churrascos e almoços festivos. Vinham nomes como o mesmo Erasmo Dias, bem como o Coronel Brilhante Ustra, cujo comando do Doi-Codi foi marcado por mais de 500 denúncias de tortura, e o delegado da policia civil Sérgio Paranhos Fleury, que comandava esquadrões das morte antes da ditadura, e o massacre dos opositores depois. Só a nata da repressão. “O Fleury era amigão da gente” lembra Alcides, o caseiro.

A ajuda de Fagundes foi reconhecida. Em 30 de junho de 1977, recebeu a Ordem do Mérito do Pacificador, por “serviços prestado ao país”. O mineiro tinha tanto orgulho da sua ligação com o exército que, logo abaixo da placa com o nome da fazenda 31 de Março colocou outra, dizendo: “proprietário: pacificador Fagundes”.
jamais foi militar, jamais teve um cargo oficial. E jamais foi chamado a prestar contas pela sua atuação.
Pelo contrário. Em 1984, recebeu uma comenda do Exército, tornando-se, oficialmente, “comendador”, título que consta ainda hoje na sua lápide no Cemitério da Quarta Parada, zona leste de São Paulo. O país agradece.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"Il ya des moments dans la vie que nous devons taire et laisser parler le silence du cœur. Pour le sentiment que la langue ne l’exprime pas parce qu’il ya des émotions qui ne connaissent pas les mots à traduire" - Barbet

''Rumo ao abismo'' - Laerte Braga

Quando se olha a História ao longo dos tempos é possível, até nos mais simples livros escolares, independente da convicção de um ou outro, identificar líderes que foram capazes de provocar mudanças extraordinárias na caminhada do ser humano.


É claro, que na perspectiva do processo histórico e suas condições objetivas, até porque Trotsky disse com propriedade que “as massas estão sempre à frente dos dirigentes”. A frase veio antes dos dirigentes descobrirem a mídia como fator de alienação, como anestesia. Basta olhar a chamada Primavera Árabe. Deu em que? Sem direção, sem caminhos definidos, em nenhum dos dois países onde os governantes foram derrubados por protestos populares, Tunísia e Egito, houve qualquer mudança.
A afirmação de Fidel Castro em seu primeiro pronunciamento no ano de 2012 fala em um robô para governar os EUA e numa marcha, que segundo o líder cubano, poderia ser chamada de inexorável para o abismo. Guerras insanas e degradação ambiental.
Afirmar que o capitalismo esgotou-se não significa estar afirmando que o capitalismo vai dar lugar a um modelo político e econômico diverso. O momento mostra a insânia capitalista, a voracidade capitalista num ataque de terra arrasada numa tentativa tanto de sobrevivência, como de “depois de mim o caos”.
Toynbee escreveu sobre esse caos. Segundo o notável historiador inglês o gasto excessivo e inacreditável com armas e o poder cada vez mais destruidor dessas armas, por si só indicava o caminho de uma guerra de destruição total. Foi mais além. Destruição seguida de uma retomada do puritanismo mais agudo que se possa imaginar.
Quem olha Obama, ou qualquer governante recente dos EUA, enxerga apenas uma figura minúscula aos olhos da História, um blefe, uma farsa, produto do marketing que permeia o mundo contemporâneo, do espetáculo que dá o norte de nossos dias.
Fidel é o último dos grandes líderes da História a sobreviver à mediocridade. Por essa razão capaz de enxergar para além do noticiário de todos os dias que a mídia despeja sobre o ser humano em forma de verdade, vendendo as mentiras do capitalismo.
As escavações feitas por arqueólogos em várias partes do mundo mostram uma riqueza transformadora – sem análise de mérito ou modelo – impressionante. Daqui a mil anos os arqueólogos do futuro irão se espantar apenas com as suntuosas sedes dos bancos e das grandes corporações.
É nessa fase do processo que se esvai o conceito de nação e nações. São substituídas por complexos formados pelo sistema financeiro, pelas grandes corporações e em países como o Brasil, também pelo latifúndio (o latifundiário é um sobrevivente da pré-história, bestial, animalesco e predador).
Não há um único país capitalista que seja governado segundo a vontade popular. Governos eleitos pelo voto, naquilo que conhecemos e chamamos de democracia, governam para clubes de amigos e inimigos cordiais (às vezes nem tanto).
O que é a junta militar que governa o Egito? Ou o governo da Grécia? Os índices de rejeição de Nicolas Sarkozy na França são os mais altos desde que assumiu o governo, mas a perspectiva de reeleição de Sarlozy ainda existe, é real.
O capitalismo vende crises porque necessita de crises para sobreviver. Guerreia, porque necessita das guerras para sobreviver. E cada vez mais.
O primado da boçalidade instala-se com todo o vigor possível, com todo os seus requintes tecnológicos de uma nova Idade Média. A Idade Média da Tecnologia.
Marchamos para um abismo sim. O diagnóstico de Fidel Castro é o diagnóstico preciso de um líder que foi capaz de numa minúscula ilha (território) desfechar um processo revolucionário que por mais que possa parecer inacreditável, atemoriza os senhores do mundo.
De quem enxerga a História e sabe entender e situar o seu processo. De quem os encontrou em Marx.
Um robô governaria os EUA sem os atropelos de um farsante como Barack Obama. Ou um louco como George Bush. A máquina de guerra, na contradição de 40 milhões de indigentes, é como uma besta fera alimentando-se do mundo em seu apetite insaciável de império que vive a decadência.
O que é a Europa Ocidental hoje? Um amontoado de bases militares dos EUA. Países colonizados pelo modelo e submetidos a governos minúsculos a partir de Washington. O que é a Rússia hoje? Um país devastado pelo capitalismo e todos os seus efeitos colaterais, submetido a uma ditadura disfarçada de um líder menor, Vladimir Putin. E atrás da Rússia todos os países da antiga União Soviética. E assim a África e a Ásia, sem falar no “milagre” capitalista da China.
O líder cubano Fidel Castro sugeriu nesta segunda-feira que um robô seria a melhor solução para substituir o presidente Barack Obama na Casa Branca, diante da ausência de ‘um candidato capaz de evitar uma guerra que acabe com a espécie humana’.
"Não é por acaso óbvio que o pior de tudo é a ausência na Casa Branca de um robô capaz de governar os Estados Unidos e impedir uma guerra que ponha fim à vida de nossa espécie?”
"Estou certo de que 90% dos americanos inscritos (para as eleições de novembro), especialmente os hispânicos, e o crescente número da classe média empobrecida, votariam no robô’.
Fidel Castro destacou que, para Obama, um bom articulador de palavras, imerso em sua busca desesperada pela reeleição, os sonhos de Martin Luther King distam mais anos-luz do que a Terra do planeta habitável mais próximo’.
"Pior ainda: qualquer dos congressistas republicanos presidenciáveis, ou um líder do (movimento republicano conservador) Tea Party carrega mais armas nucleares em suas costas do que idéias de paz em sua cabeça’.
“Os povos gostam do espetáculo. Através dele dominamos seu espírito e seu coração” – Luís XIV –
É o que faz o capitalismo nos dias de hoje. Um show de pirotecnia de bombas inteligentes matando centenas de milhares de líbios, afegãos, iraquianos, colombianos, assassinando mundo afora “inimigos de Estado”, enquanto milhões de postam em filas quilométricas pela última invenção do “gênio” morto precocemente, nos vários magazines desse espetáculo.
“Escolhido o papel, falta montar o espetáculo. Buscando inspiração nas técnicas teatrais ou cinematográficas, para melhor confundir a arte política e o artifício. Ajustando-se à mediapolítica, à política tal como a degradaram os mass media, a grande imprensa, o rádio e a televisão. Entregando-se à indústria do espetáculo político animado pelos compaign managers (Roger Gérard Schwartzenberg, O ESTADO ESPETÁCULO, 1978, DIFEL, RJ).
Se no Brasil tivemos FHC e seu espelho mágico, nos EUA existe Obama, como existiram Bush, Clinton, Reagan e outros, a perguntar se existe alguém maior que eles.
Existe. Fidel Castro. E não foram poucas as vezes que tentaram envenená-lo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

AISHA - Barbet

Aisha
Gilbert

Como se eu não existisse,
ela passou ao meu lado,
sem um olhar, rainha de Sabbad,
eu disse: Aisha pegue tudo é teu.

Aqui estão as pérolas, as jóias,
consequentemente, o ouro em torno do teu pescoço,
as frutas bem maduras com gosto de mel,
minha vida, Aisha, se tu gostares de mim.

Eu irei aonde tua respiração nos levar,
nos países do marfim e do Ébano,
apagarei tuas lágrimas, tuas tristezas,
nada é demasiadamente bonito para uma pessoa tão bela.

Aisha Aisha escuta-me,
Aisha Aisha por favor não se vá...
Aisha Aisha olhe para mim,
Aisha Aisha responda-me...

Eu direi as palavras do poema,
eu tocarei as músicas do céu,
eu pegarei os raios do sol,
para iluminar teus olhos de rainha.

Aisha Aisha escuta-me,
Aisha Aisha por favor não se vá...

Ela disse: guarde teus tesouros,
eu valho mais que tudo isso,
de grades fortes de grades mesmo em ouro,
eu quero os mesmos direitos que tu
e o respeito de cada dia,
eu so quero amor...

Como se eu não existisse,
ela passou ao meu lado,
sem um olhar, rainha de Sabbad,
eu disse: Aisha pegue tudo é teu.

Aisha Aisha escuta-me,
Aisha Aisha não se vá!
Aisha Aisha olhe para mim,
Aisha Aisha responda-me...

***

LÁ COMO CÁ A PRAGA SE ALASTRA - Laerte Braga

A maioria dos analistas políticos que se debruçaram sobre os resultados das primeiras primárias do Partido Republicano no estado de Yowa destacaram o aspecto religioso que pode influir de forma decisiva na indicação do adversário de Barack Obama no final do ano.
Oito votos separaram o mórmon Mitt Romney do evangélico – chamado de direita cristã – Rick Santorum mantendo um suspense até o último momento da apuração. Romney disse que os EUA não darão um dólar para salvar a Europa da crise que devasta a zona do euro e Santorum já anunciou que é contra o aborto, contra o homossexualismo e defende políticas duras – vale dizer guerras – contra os “adversários” de seu país (na verdade os EUA são adversários do mundo, da vida).
Na reta final da campanha de 1980, quando Jimmy Carter pleiteava a reeleição contra Ronald Reagan, os números mostravam alguma indecisão do eleitorado e num determinado momento as chances de Carter eram maiores. A ocupação da embaixada dos EUA no Irã trabalhou a favor de Reagan.
Anos mais tarde revelou-se que o acordo para desocupação da embaixada havia sido fechado antes das eleições e foi seguro até alguns dias depois para favorecer Reagan, um fantoche de grupos de extrema-direita. A operação foi conduzida pela CIA e a descoberta veio através de documentos confidenciais trazidos a público nos termos da legislação americana que estipula um prazo para que documentos dessa natureza permaneçam fora do alcance do conhecimento público.
Tal e qual a vitória de George Bush na Flórida em 2000, através de uma fraude num distrito de Miami.
O Irã vai ser novamente o centro das eleições nos EUA. O que não exclui, pelo contrário aumenta, as chances de uma nova guerra do terror de Estado contra um país muçulmano.
Obama, ao contrário de Carter, é cínico e frio o bastante para isso se perceber que sua vitória depende de atacar aquele país. Não importa quantas pessoas possam morrer, importa a vitória eleitoral.
Se juntarmos a imensa e esmagadora maioria da população norte-americana teremos a maior concentração de idiotas arrogantes de todo o mundo, só comparáveis a britânicos e franceses.
Por essa razão vulneráveis a pregação de superioridade racial, de supremacia branca, de farol do mundo (embora FHC reivindique para si essa condição, mas no caso do brasileiro é uma patologia mais simples) e consciência terrorista/hipócrita que sobrevivem do saque e da exploração de povos em todos os cantos do mundo.
Quando o mórmon republicano Mitt Romney diz que não dará um dólar para a Europa está apenas fazendo um discurso eleitoral. Sabe que os países da Comunidade Européia são colônias norte-americanas, imensas bases militares chamadas de OTAN – Organização do Tratado Atlântico Norte – e que as responsabilidades de seu país em relação àquela parte do mundo (em processo de extinção como a conhecemos) são plenas.
O debate religioso que encobre campanhas eleitorais em vários países do mundo é tão somente a hipocrisia de um lado, o fanatismo de outro, não deve demorar muito para que algum candidato se proclame o novo messias. Sarah Palin tentou. A despeito das belas pernas (que fazia e faz questão de exibir quando defende a moral e os bons costumes a moda medieval) não conseguiu.
Santorum tenta recuperar o discurso.
A rigor os EUA vivem um processo de decadência. É a História implacável com os grandes impérios. O risco é a clássica boçalidade de norte-americanos montados em perto de cinco mil ogivas nucleares prontas a destruir o planeta cem vezes se necessário for.
Não é impossível que a estátua da Liberdade seja devolvida aos franceses e Silvéster Stalone vá ocupar o seu lugar, travestido de Rambo num misto com Rocky o Lutador.
As eleições nos EUA têm, neste ano, um novo ingrediente. O aumento das forças chamadas de “direita cristã” traz consigo grupos anti semitas, o que vai obrigar a banqueiros e empresários que controlam ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A a gastos maiores para manter o controle do complexo.
Começa a ganhar força nos EUA – um fato constatado nos últimos anos – o anti semitismo, fenômeno clássico em países com características nazi/fascistas, mesmo que o sionismo seja uma variável desse espectro terrorista.
Por aqui a GLOBO (em todas as suas frentes) começa o delírio de transformar essas eleições em algo vital para o Brasil e criar em cada brasileiro um torcedor por esse ou aquele candidato. Vários especialistas já estão sendo convocados a opinar sobre o assunto.
São os deveres com a matriz. Se não houver cuidados especiais William Waack pode ter orgasmos ao vivo em seus programas todas as vezes que o tema for tratado e a bandeira norte-americana aparecer.
Isso deve ser depois do Big Brother Brasil, o bordel televisivo da família brasileira. Cristã e ocidental e cada vez mais sem rumo e direção, acreditando piamente que Edir Macedo salva alguma coisa além do seu.
Esse debate religioso na política seria uma comédia não fosse trágico. Em Israel, uma das matrizes do terror de Estado, a menina Naama Margolese, filha de imigrantes norte-americanos – judeus – foi chamada de prostituta por grupos radicais (apóiam o governo de Benjamin Netanyahu) por não se vestir de acordo com as “tradições”. No caminho para a escola além de insultada recebe cusparadas dos “emissários divinos) o que tem lhe valido proteção policial desde que denunciado o fato.
Na fúria religiosa que parece vai ser o centro do debate eleitoral nos EUA, mesmo disfarçada em temas políticos, econômicos, sociais e militares, com toda a certeza vai sobrar para o líder nazista que governa o Vaticano, Bento XVI. A pedofilia deve ser um dos alvos da “direita cristã” e grupos não cristãos.
No fundo o que é interessa aos que controlam o complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A é manter intactos e sempre crescentes os arsenais para ações como a contra a Líbia. Destruir para depois “reconstruir”. O resto é adereço, um prolongamento do BBB que a GLOBO vai impingir aos brasileiros até o dia da eleição. Haja William Waack, haja Miriam Leitão.
Lá como cá a praga da religião como instrumento político se mantém intacta e se alastra cada vez mais, mesmo depois de Billy Graham ter ascendido aos céus.    

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre - Barbet


Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como Simone de Beauvoir (Paris, 9 de janeiro de 1908 — Paris, 14 de abril de 1986), foi uma escritora, filósofa existencialista e feminista francesa. A mais velha de duas filhas de Georges de Beauvoir, um advogado, e Françoise Brasseur, Simone mais tarde optou por se livrar de suas origens burguesas. Na escola, estava sempre em primeiro lugar, junto com a amiga Elizabeth Mabille ("Zaza"), com quem teve uma relação de muitos anos que foi abruptamente rompida com a morte precoce de Zaza. Simone narrou esse episódio de sua vida, posteriormente, em seu primeiro livro autobiográfico, Memórias de Uma Moça bem-comportada, em que critica os valores burgueses.[/FONT]


Uma figura sardenta, esquisita e cuja vesguice se postava atrás de um pesado par de óculos. Assim poderia ser descrita a aparência de uma das mentes mais brilhantes e mais populares do século vinte. Jean-Paul Sartre, nasceu em berço burguês, a 21 de junho de 1905, na cidade de Paris, um ano antes da morte de seu pai, um jovem oficial da marinha, que morreu vitimado por uma febre. Segundo o próprio Sartre, fora esse o maior acontecimento de sua vida " Se tivesse vivido, meu pai teria desmoronado sobre mim e me esmagado". O filósofo afirmava que graças à ausência da figura paterna, crescera sem superego, portanto livre de agressividade ou desejo de dominação.

Simone conheceu Jean-Paul Sartre na Sorbonne, não tardou a ligar-se a ele, três anos mais velho do que ela, tido como uma das maiores promessas da filosofia francesa, com quem fez um pacto, ao redor do ano de 1929. Comprometeram-se os dois a ter uma relação aberta; pois o casal tinha experiências amorosas com terceiros; e fecunda, que lhes permitiu compatibilizar suas liberdades individuais com sua vida em conjunto. Dedicaram-se integralmente à literatura e à filosofia, abdicando de terem um lar e filhos. Tornaram-se para sempre devotos da palavra escrita, ao sacerdócio das letras e do pensamento.

Sentados num banco de pedra no Jardim do Carroussel, praça diante da entrada principal do Louvre onde hoje se erguem as polêmicas pirâmides de vidro, Jean-Paul-Charles-Aymard Sartre e Simone-Ernestine-Lucie-Marie Bertrand de Beauvoir decidiram firmar, em 1929, um contrato de dois anos. "Entre nós, trata-se de um amor necessário: convém que conheçamos também amores contingentes." Se esta cena chega até hoje com tamanha riqueza de detalhes é porque seus protagonistas assim o desejaram. E, mais do que isso, deliberadamente fizeram de suas vidas uma daquelas narrativas fundadoras: Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, sinônimos de intelectual, existencialismo, engajamento, liberdade e liberação.

Nesta história, hoje é impossível — e sobretudo inútil — separar obra de vida, mito de verdade, existência de aparência. Sartre & Simone são quase uma entidade e, por isso mesmo, só podem ser medidos pelas escalas da paixão, da adoração ao ódio com paradas obrigatórias na herança de suas obras, esta concreta, para a filosofia contemporânea, a militância socialista e o feminismo. O "amor necessário" que uniu por 50 anos Sartre e Simone era, na verdade um ménage-à-trois. Não pelos incontáveis amantes que de comum acordo freqüentaram as vidas de um e de outro até o fim. O terceiro e permanente vértice do triângulo foi, sem força de retórica, Paris. E um perímetro bem definido da cidade que mais concentra fantasmas literários em todo o mundo: seus domínios abrangiam um jardim (o Luxemburgo) e algumas dezenas de ruas em tomo dele, dos bairros de Saint-Germain-des-Prés a Montparnasse. "Se considero a linha geral de minha vida, ela me impressiona por sua continuidade", escreve Simone no último volume de suas memórias, Balanço Final (Tout compte fait). "Eu nasci, eu vivi em Paris: mesmo nos anos passados em Marselha, em Rouen, continuei ancorada lá." Partindo destas e de outras anotações — principalmente das memórias da autora de O Segundo Sexo, mais generosa em confissões - Jean-Luc Moreau montou os itinerários visuais de Le Paris de Jean-Paul Sartre et Simone de Beauvoir.

O casal sempre morou em apartamentos separados. Simone, inicialmente, vivia num studio na Rue de la Bûcherie, rua onde funciona hoje a livraria Shakespeare & Company (ponto intelectual da Paris de Hemingway e James Joyce), com generosa vista para a Notre Dame, o que impressionou muito seu "marido" americano, o Nelson Algren de O Homem do Braço de Ouro. Em seus últimos anos, ela voltou para Montparnasse onde nascera, ocupando um studio duplex com vista para o belo cemitério onde seria enterrada no mesmo túmulo de Sartre. O filósofo, por sua vez, depois de ter o apartamento atingido por duas bombas, também transferiu-se em 1962 para as imediações do cemitério.
Cada vez mais ligada ao feminismo, Simone funda, juntamente com outras feministas, a Liga dos Direitos da Mulher, da qual se torna presidente. Prepara um número especial da Les Temps Modernes, para a qual redige um artigo abordando o problema da linguagem, texto que divide as feministas. Algumas acreditam que a linguagem criada pelo homem representa uma de suas formas de opressão, e reivindicam uma literatura que reflita a especificidade feminina. Beauvoir observa na linguagem uma forma de comunicação, um instrumento universal, e assinala o perigo de um gueto feminino da linguagem.
Em 1977, com a saúde cada vez mais debilitada, Sartre é motivo de grande preocupação para Simone, que, junto com outras amigas e amantes dele, se revezam a fim de impedi-lo de continuar bebendo. Senil e cada vez mais manipulado por Benny Lévy, Sartre assina artigos que Simone considera uma dupla traição: a ele mesmo e a ela. A relação entre ambos torna-se tensa, e Simone sofre terrivelmente com a decrepitude de Sartre. Em meados de março de 1980, Sartre é internado no hospital. Jean-Paul Sartre morre no dia 15 de abril. Beauvoir cai numa profunda depressão, e desenvolve uma nova pneumonia, da qual jamais se recuperará totalmente.
Depois da morte de Sartre, a saúde física e mental de Simone havia começado a se deteriorar, sobretudo por causa de sua dependência do álcool e de anfetaminas. Beauvoir dá entrada no hospital Cochin, em março de 1986, com dores de estômago supostamente devidas a uma apendicite. Um edema pulmonar é diagnosticado. A cirurgia revela que seu fígado estava debilitado. Depois da operação, Simone contrai pneumonia e permanece num serviço de reanimação. Beauvoir precisa voltar à reanimação, onde seu estado se agrava subitamente. Ela morre na tarde de 14 de abril de 1986, aos 78 anos. Curiosamente, as causas de sua morte são praticamente as mesmas da de Sartre, falecido 6 anos antes, em 15 de abril de 1980.

Em 19 de abril Simone é sepultada no cemitério de Montparnasse, após uma cerimônia que reuniu cinco mil pessoas — que seguiram a pé o cortejo fúnebre até o túmulo de Sartre. Conforme havia desejado, ela é enterrada com o anel (de “noivado”) de Algren em seu dedo. O caixão desce à tumba que Simone partilhará com Sartre. Lanzmann lê um texto de Beauvoir. Um rumor de frustração se eleva da multidão, na maioria composta por feministas, muitas vindas do exterior, um rumor feito de cólera porque é um homem que lê suas últimas palavras, e de frustração porque a maior parte delas havia ficado do lado de fora do cemitério. Ordens haviam sido dadas para que se fechassem os portões cedo demais (talvez em razão dos esbarrões dos fotógrafos de jornal, que haviam quebrado túmulos e empurrado Beauvoir numa cova por ocasião do sepultamento de Sartre). Jacques Chirac, então prefeito de Paris, lê um curto texto dizendo que a morte de Beauvoir assinalava o fim de uma época em que a literatura engajada havia marcado a sociedade. A despeito destas palavras, é evidente que ainda hoje, no século XXI, Simone de Beauvoir continua a inspirar inúmeras pessoas. Basta visitar o cemitério de Montparnasse para se convencer disso: seu túmulo está sempre ornamentado com flores frescas e bilhetes de agradecimento que chegam todo dia dos quatro cantos do mundo.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012



HABANERA FROM CARMEN
(Tradução)
Quando eu o amarei?
Meu Deus, eu não sei,
Talvez nunca, talvez amanhã.
Mas não hoje, isso é certo.
O amor é um pássaro rebelde
Que nada pode domar
E é simplesmente em vão chamá-lo
Se é conveniente para ele recusar.
Nada funcionará, ameaçar ou suplicar
uma pessoa fala, a outra permanece quieta;
E é a outra que eu prefiro
Ele não disse nada; mas ele me agrada.
Amor! (4x)

Refrão:

O amor é o filho do boêmio,
Ele nunca, nunca conheceu lei alguma
Se você não me ama, eu te amo,
Se eu te amo, proteja-se
Se você não me ama,
Se você não me ama, eu te amo!
Mas, se eu te amo,
Se eu te amo, proteja-se!
Se você não me ama,
Se você não me ama, eu te amo!
Mas, se eu te amo,
Se eu te amo, proteja-se!

O pássaro que você pensou surpreender
Bateu as asas e voou
o amor está longe, você pode esperar por ele
Se você não esperar mais por ele, ele está lá!
Ao seu redor, depressa, depressa,
Ele vem, vai e depois vem de novo
Você pensa em segurá-lo, ele te evita
Você pensa em evitá-lo, ele te segura
Amor, amor, amor, amor!
* * *

domingo, 1 de janeiro de 2012

The Porcelain Unicorn - Filme vencedor em Cannes (curtíssima duração)




A vida e feita de momentos, mesmo curtíssimos, que nos acompanham por toda uma vida. Nada igual ao vídeo, porém tão intensos como. Entre no link abaixo e assista o emocionante filme vencedor em Cannes, categoria com duração máxima de três minutos e um mínimo de diálogos.

CLIQUE E PLANTE UMA FLOR- BARBET






Teu Caminho é Evoluir
Barbet

17 setembro 2008   


Como é Linda a marcha DA evolução,
Consegues escutar?
Caminhes soldado,
Segues em frente,
Respires fundo,
Peito para fora,
Barriga para dentro,
cabeça erguida,
Postura,
estás com o Criador!
Não adianta diminuir o passo,
Nem desanimar,
Parar, nem pensar,
Não me digas que pouco ou nada sabes,
A batida continua,
ouça!
Sempre será assim,
Desde o primeiro até o último,
é "a roda DA vida",
Foi Deus que a criou!
Precisa acompanhar,
Rumo ao melhor,
Ao mais simples,
Ao mais eficiente,
Ao decente e coerente,
Ao amor que tudo cobre;
Mesmo que não queiras,
Mesmo que aches que está pior,
Enganas-te!
Siga sempre,
Destinado que és
à felicidade tão almejada.
Confies:
Os homens ainda se matam,
Mas vão parar e cuidar;
OS homens ainda se traem,
Mas vão unir e conciliar;
OS homens ainda lutam contra o bem,
Mas ele irá triunfar
E neste dia,
descansarás
Feliz
Tendo cumprido um objetivo importante:
Crescer moralmente.
Mas logo te ponhas de pé,
A jornada ainda nem começou.

* * *


光之塔(TheLighthouse)---by紀柏舟(Po Chou Chi) - Mon Cher Poète

2012 chegou amigos - Barbet

[Carta O BERRO] Feliz Ano Novo! da Carta O Berro; de Vanderley Caixe;aos companheiros, amigos e colaboradores - Vanderley Caixe



Já que o ano foi fatiado,
como disse
 Carlos Drummond de Andrade
"............
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

............ ......... ......... ......... ......... ...
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente."
Feliz Ano Novo!
Eu desejo para todos vocês a Paz que desejo ao sofrido povo palestino, hoje, neste novo ano, esmagado, destroçado pelos nazi-sionista- israelenses que ocupam o poder no estado norte-americano- israelita;
Eu desejo para todos vocês a fartura e a saciedade de comida e de viver , que desejo ao povo africano do Quênia, Zimbawe, Etiópia e outros, hoje, neste ano novo, novamente esmagado pela cobiça dos EEUU. França Alemanha e Inglaterra, no roubo de suas riquezas naturais;
Eu desejo a vocês a liberdade e a segurança de vida em uma pátria livre, que desejo ao povo do Afeganistão e , hoje, neste ano novo, mais uma vez , destruído e encarcerado pelas tropas norte-americanas, inglesas e dos seus aliados;
Eu tenho a certeza de que ninguém pode viver feliz enquanto outros seres humanos sofrem.
Por isso, neste novo ano, eu lhes desejo a renovação da esperança de dias melhores para todos os povos; de janelas abertas para a luz do sol para todos;a alegria de poder ajudar, solidarizar, amar o outro, desde que você se ame;
Faça do ano novo o novo.
Faça da utopia os votos de realidade; do egoísmo a doação;
do acanhado a generosidade;
da escuridão a claridade para os olhos, hoje, cegos (a cegueira da nossa alienação);
do preconceito apenas o conceito;
abrace a vida que está em você e no outro.
Não se envergonhe de demonstrar carinho; não tema sonhar.
Construa caminhos neste Novo Ano.
São os votos da Carta O Berro para todas (os) amigas (os), listeiras (os), companheiras (os),
nessa literatura diferencial que os grandes "jornalões" não publicam.
Quisemos ser uma oportuna espectativa para a reflexão do contraditório, seja na política, na poesia, na prosa, na informação, na reprodução de dados e fatos,
para que você tenha sempre um parâmetro , evitando os comuns da repetição dos jornais nacionais, abrindo espaço para que a verdade seja a sua consciência;
que estejamos unidos pela justiça, pela igualdade de oportunidades, pelo respeito ao próximo, na solidariedade, na luta pela páz, soberânia, no Brasil, na América Latina e no Mundo..
Feliz Ano Novo,
De Novo.
Vanderley Caixe.