segunda-feira, 5 de março de 2012

EL CID - A HISTORIA DE EL CID , O CAMPEADOR - Haroldo Oliveira

UM POUCO DA HISTÓRIA DE EL CID.
Rodrigo Díaz de Vivar (Burgos, Espanha) (1043 -1099). Conhecido como El Cid e de Campeador, foi um nobre guerreiro espanhol que viveu numa época em que a Hispânia estava dividida entre reinos rivais de cristãos e mouros. Sua vida e feitos se ornaram com as cores da lenda, sobretudo devido a uma canção de gesta (a Canción de Mio Cid), datada de 1207 transcrita no séculos XIV, cujo manuscrito encontra-se na Biblioteca Nacional da Espanha.
A imagem que emerge desse manuscrito é a do cavaleiro medieval idealizado: forte, valente, leal, justo e piedoso. Mas há outras fontes que lhe pintam um retrato bem menos favorável.
Rodrigo nasceu em Vivar, uma pequena aldeia próxima à cidade de Burgos, capital do Reino de Castela. Era filho de um nobre cavaleiro da corte castelhana, Diego Laínez, e de D. Teresa Nunes da Maia, filha de Nuno Álvares da Maia — Senhor de Entre Douro e Minho.
Órfão de pai aos 15 anos, foi levado para a corte do rei Fernando I, onde se tornou amigo e companheiro do príncipe Sancho. Sua educação se fez no monastério de San Pedro de Cardeña, recebendo ensinamentos sobre letras e leis.
Com a morte de Fernando I, o reino foi dividido entre seus filhos: Castela ficou para Sancho; a Galiza para Garcia; Leão para Alfonso; Toro para Elvira; e Zamora para Urraca. Ocorre que Sancho não concordou com a divisão e passou a lutar pela reunificação e ampliação da herança paterna, sob sua coroa, e nessa luta, contou com a ajuda de Rodrigo, nomeado Alferes do reino.

Rodrigo tinha 23 anos quando venceu, em combate singular, o alferes de Navarra, Jimeno Garcés, façanha que lhe valeu a alcunha de "Campeador", e já no ano seguinte começou a ser conhecido como "El Cid", entre os mouros.
Investindo contra o irmão Alfonso, Sancho tomou-lhe o reino de Leão e, em seguida, voltou-se contra Zamora, empreendendo o cerco do castelo onde vivia Urraca. Foi durante esse cerco que ele foi assassinado, a traição, por Bellido Dolfos, suspeito de ser agente de Alfonso.
Sancho não deixou herdeiros e Alfonso VII tornou-se rei de Castela. Mas só foi coroado depois de prestar o Juramento de Santa Gadea, exigido por Rodrigo, eximindo-se de qualquer envolvimento na morte do irmão.
Após esse episódio, as relações entre o rei e Rodrigo se foram tornando cada vez mais tensas, até que, em 1081, El Cid foi desterrado, pela primeira vez, de Castela.
El Cid Em sua Última Batalha, 1981, sua história é contada em duas versões diferentes.
Segundo a "Canción de Mio Cid", 300 dos melhores cavaleiros castelhanos decidiram acompanhá-lo no exílio, fazendo de Zaragoza seu quartel general e travando batalhas vitoriosas contra os mouros.
Segundo uma versão alternativa, Rodrigo refugiou-se nas montanhas de Aragão, arregimentando um pequeno exército cujas armas eram postas ao serviço de quem lhes pagasse mais, fosse cristão ou muçulmano. Aliás, é também essa fonte alternativa que, ao mencionar seu casamento com Jimena ( ou Ximena), filha do Conde de Oviedo, ocorrido pouco antes do exílio, diz, maliciosamente, que a dama era mais velha do que ele, e muito feia … porém tinha um patrimônio invejável.
O certo é que, nesse tempo, Rodrigo estabeleceu vínculos com o rei mouro da taifa de Valência, Al-Cádir, que se tornou seu amigo e protegido (segundo uma versão) ou seu cliente (segundo outra). Foi em benefício de Al-Cadir que El Cid conquistou os pequenos reinos de Albarracín e Alpuente.
Em 1089, o almorávida Yusuf cruzou o estreito de Gibraltar, à frente de um numeroso exército. A invasão ameaçava a segurança de todos os reinos espanhóis, e o rei Alfonso pediu ajuda a Rodrigo, fazendo-o retornar a Castela. Mas não tardou para que a hostilidade voltasse a se manifestar entre ambos, e El Cid foi desterrado pela segunda vez.
Nos dez anos que se seguiram, a fama do "Campeador" cresceu. Agora liderando um grande exército, conquistou e se tornou senhor dos reinos mouros de Lérida, Tortosa, Dénia, Albarracín, e Alpuente.
Por volta de 1093, ao saber do assassinato de Al-Cádir, atacou a taifa de Valência, conseguindo tomá-la em junho de 1094, após 19 meses de cerco da cidade.
Segundo a versão que não o enobrece, Rodrigo mandou torturar, e depois queimar vivo, o governador da cidade, Ben Yehhaf, implicado na morte de Al-Cádir. E não teria poupado sua mulher e filhos se não fora a intervenção dos nobres cavaleiros que o seguiam.
Já a versão mais difundida sustenta que ele, ao se tornar senhor de Valência, mostrou-se um governante justo e equilibrado. Outorgou à cidade um estatuto de justiça, implantou a religião cristã mas, ao mesmo tempo, renovou a mesquita dos muçulmanos, cunhou moedas e rodeou-se de uma corte de estilo oriental, composta tanto por poetas árabes e cristãos, quanto por pessoas eminentes no mundo das leis.
Mas os almorávidas não estavam inertes e se apresentaram às portas da cidade, sob a liderança de Mahammad, sobrinho de Yusuf. Após vários combates, El Cid obteve uma vitória decisiva, que contribuiu para tornar sua pessoa objeto de narrativas heroicas, várias delas absolutamente inverídicas.
Até sua morte, Rodrigo governou Valência em nome de Alfonso VII mas, na verdade, seu poder era independente do rei. E ele tratou de aumentá-lo, fazendo casar uma de suas filhas, Cristina também conhecida como Elvira, com o príncipe Ramiro Sanchez de Pamplona, e a outra, María Rodriguez de Bivar, com o conde de Barcelona, Raimundo Berenguer III.
Ao contrário da tradição lendária, que aprecia vê-lo morrendo heroicamente em combate, Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de "Campeador" ou "El Cid" ou "Mio Cid", faleceu numa cama de seu castelo em Valência a 10 de julho de 1099. Seus restos mortais, juntamente com os de sua esposa, Jimena, estão sepultados na Catedral de Burgos.

Se você clicou nesse vídeo pensando em admirar uma mulher maravilhosa, você acertou! Margarita Rojas Suárez é a abuelita (avó) de Othón Moreno, um jovem mexicano que nasceu com paralisia cerebral. O "mulherão" a que me referi não é uma daquelas "deusas" produzidas pelas academais de ginástica ou injeções de silicone. é um "anjo" colocado na terra para servir! Assista a essa emocionante lição de vida, de solidariedade e de amor! - Elio Mollo


MULHER E DEDICAÇÃO
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1606&let=M&stat=0
Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.

Redação do Momento Espírita, com pensamento final dos Espíritos Emmanuel e Isabel Campos, do livro Dicionário da alma, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
* * *

MULHER
Elio Mollo
01/03/2007
A mulher é uma célula ativa da sociedade
É a força essêncial que movimenta a vida.
Mulher guerreira que luta em silêncio
renunciando seu propria viver
para que tudo prospere
do jeito que Deus quer.
Mulher,
ser de profunda capacidade de receber
e de compartilhar
Que vem cumprindo assim,
naturalmente o seu dever.
Mulher, geralmente presente
entre vencidos ou vencedores
fornecendo o ensejo da experiência
renovando o jardim da vida
de maneira sempre silente.
Mulher que tem nas mãos a chave da vida
Que doa seu amor ao ser querido
Fomentado a oportunidade divina
Para a sua criação evoluir.
Mulher neste teu dia
de minha alma irradia
uma oração ao céu
e de presente te ofereço
minha gratidão como trofeu.
* * *
Emocione-se com esta mulher maravilhosa: Margarita Rojas Suárez!
http://www.youtube.com/watch?v=lAaVKiCP5nc


Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você
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El primer ministro de Rusia, Vladimir Putin, celebra los resultados parciales que le otorgan la victoria en la primera vuelta en las elecciones presidenciales, según la Comisión Electoral Central. - Barbet

Laerte Braga

Israel invade e fecha duas estações de TV na Palestina
02/03/2012

Baby Siqueira Abrão
Correspondente no Oriente Médio


Às duas da manhã de quarta-feira, 29 de fevereiro, sob uma temperatura abaixo de zero, soldados do exército israelense entraram na cidade de Ramala, onde fica a sede da Autoridade Nacional Palestina, e invadiram duas estações de televisão, Al-Watan, canal privado, e Al-Quds Educacional, operada pela Universidade de Al-Quds (nome árabe de Jerusalém).
Além de prender quatro funcionários da Watan, incluindo jornalistas – liberados mais tarde –, os soldados levaram computadores, arquivos financeiros, todos os equipamentos de transmissão, arrasaram escritórios e redação e finalmente fecharam as estações de TV. De acordo com a jornalista palestina radicada em Viena Kawther Salam, a incursão foi aprovada pelos ministros israelenses da Defesa, Ehud Barak, das Comunicações, Moshe Kahlon e pelos generais Avi Mizrahi e Motti Almoz.
“Fomos surpreendidos pelos soldados”, disse um dos funcionários da Watan à agência palestina de notícias Ma’an. “Eles nos prenderam e promoveram uma enorme bagunça nos escritórios. Ficaram particularmente furiosos quando viram a foto de Khader Adnan (prisioneiro político que fez greve de fome durante 66 dias, até a Suprema Corte de Israel decidir por sua libertação, em 20 de fevereiro) na parede da nossa sala.”
Lideranças palestinas criticaram com veemência a ação israelense. Mustafá Barghouti, secretário-geral do partido político Iniciativa Nacional Palestina, emitiu uma declaração condenando o ato, que “não é apenas uma violação de direitos humanos e da lei humanitária mas também uma quebra do acordo que proíbe às forças militares israelenses a entrada ou a realização de operações na área A”. A área A, segundo os acordos de Oslo, compreende as cidades palestinas e está sob a responsabilidade administrativa e policial da Autoridade Nacional Palestina (ANP).
Abdel Nasser Al-Najjar, presidente do Sindicato dos Jornalistas Palestinos em Ramala, denunciou a ação israelense como “crime contra a mídia palestina, para impedir que a verdade chegue ao mundo”. O primeiro ministro Salam Fayyad, além de condenar a incursão nas estações de TV, esteve na Watan assim que soube do ataque. Mahmoud Abbas, presidente da ANP, condenou a ação do exército israelense como “um assalto flagrante contra a liberdade de expressão e da mídia”. Apesar do discurso, fontes palestinas denunciaram à jornalista Kawther Salam que o exército de Israel avisou a ANP sobre a ação antes que ela fosse realizada. “Segundo essas fontes, o comando militar da ANP em Ramala ordenou a suas tropas que não ficassem no caminho do exército israelense, para não interferir, de modo nenhum, no ataque às estações de TV”, disse ela. “Isso mostra de que lado a lealdade da ANP está”, completou.
O governo israelense alegou que a ação se deveu ao fato de a frequência de ambos os canais interferir nas comunicações do aeroporto de Tel Aviv e da rede sem fio do país, o que foi desmentido por Mashoor Abu Dakka, ministro palestino das Telecomunicações e da Tecnologia da Informação. “As frequências das emissões de TV não são as mesmas do aeroporto ou da rede sem fio de Israel”, afirmou ele em entrevista coletiva na quinta-feira, 1º. de março. “O Ministério das Comunicações israelense jamais se queixou desse tipo de interferência por parte da Watan e da Al-Quds Educacional”, disse Dakka, o que, de acordo com ele, levanta dúvidas sobre os verdadeiros objetivos do ataque.
“O governo de Israel quer controlar as frequências UHF das TVs palestinas para usá-las em telefones de quarta geração, que utilizam as ondas [eletromagnéticas] das televisões e precisam delas para funcionar”, denunciou o ministro. “Acreditamos que Israel quer construir um sistema digital baseado nessas frequências”, acrescentou, e manifestou a preocupação de que a ação israelense possa expandir-se para outras estações de TV e rádio palestinas.
Ainda na quinta-feira (01), jornalistas, sociedade civil e o primeiro-ministro Salam Fayyad participaram de uma manifestação em frente à Watan, em protesto contra a invasão e o fechamento das duas emissoras.
Esse não foi o primeiro ataque de Israel às duas estações de TV. Em 2002 o exército invadiu ambas e confiscou seus transmissores. Em 2008, soldados do exército e da polícia, bem como funcionários da Administração Civil e do Ministério das Comunicações israelense, destruíram e vasculharam as rádios Wan FM, BBC e Freedom Radio Al-Huryyah, e a TV Al-Majed, de Hebron.

DECISÃO DA CÂMARA ENVERGONHA OS BRASILEIROS QUE COMBATEM O VÍCIO DA BEBIDA ALCOÓLICA - Ir Alberto





RETROCESSO - CÃMARA LIBERA BEBIDAS - IR ALBERTO 


A Cãmara dos Deputados aprovou projeto do Poder Executivo que libera a bebida nos campos de futebol durante a copa do mundo. Foi um retrocesso. Hoje a bebida alcoólica é proibida nos estádios, mas ao que saber a FIFA pressionou o Poder Executivo a enviar esta aberração para apreciação da Câmara. E o pior ele foi aprovado . O povo brasileiro é que pagará a conta da FIFA.

Foi uma verdadeira bofetada no rosto de todo brasileiro a decisão da maioria dos deputados federais que aprovaram a venda de bebidas alcoólicas em estadio de futebol, contrariando inclusive proibição contida na Lei do Estatuto do Torcedor. A maioria parlamentar foi constituída de parlamentares do Partido dos Trabalhadores, mais conhecido como PARTIDO DA COMPANHERADA . O Relator do infeliz projeto de lei de liberação desta droga lícita ( infelizmente ) foi o Deputado do PT VICENTE CÃNDIDO , que teve o cinismo de dizer que o Estatuto do Torcedor proibe conduzir bebida para o estádio, mas não diz se é alcoolica ou agua potável, se é proibido só conduzir ou beber. Este senhor precisa tomar um chá de simancó . Será que ele não tem raciocínio lógico? Se não tem como conseguiu chegar a deputado federal ?
Vá petear macacos senhor Deputado PT VICENTE CÃNDIDO e dê lugar para alguém mais capaz que o senhor.


Bebidas Alcoólicas

Nos países escandinavos a compra de bebidas alcoólicas no comercio carece do portador apresentar uma autorização expedida pelo Ministério da Saúde destes países. A Islândia foi a frente e aprovou lei proibindo a venda de bebidas alcoólicas no comércio.
A bebida alcoólica só pode ser conseguida e gratuitamente nos postos de saúde mediante receituário médico. Para o governo da Islândia a bebida alcoólica é uma droga e o usuário um viciado, logo a liberação é gratuita e controlada pelo Poder Publico mediante receita médica. O usuário recebe tratamento para deixar o vício da bebida.
Na contramão deste entendimento o Poder Executivo do Brasil enviou Congresso Nacional um projeto de lei denominado LEI DA COPA que libera a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol, proibida pela Lei do Torcedor. Esta lei desde sua edição tem produzido dividendos positivos. Brigas, mortes em estádios sofreram uma redução em 70% com esta lei.
Agora o Executivo e Legislativo Brasileiro se apequena diante da exigência de uma associação desportiva estrangeira - FIFA - e aprova liberação de venda de bebidas alcoólicas em estágio, com o único objetivo de proporcionar lucro para as cervejarias patrocinadoras dos eventos. Nenhuma preocupação com a vida dos brasileiros que serão ceifadas graças a ingestão desta droga lícita, infelizmente.
Faltou patriotismo dos brasileiros dos Poderes Executivo e Legislativo. De outra forma não teriam se submetido a esta exigência imoral da FIFA

Enquanto o povo vibra nos campos de futebol ou na Marques da Sapucaí brasileiros morrem na fila de hospitais, crianças não tem escolas, postos de saúde não tem médicos e nem remédios, policiais são mal remunerados

domingo, 4 de março de 2012

Mon Cher Poète

Em fevereiro a Rede Globo tem a pior audiência da história, e as pessoas estão vendo menos Tv - BBT


Além da TV Globo estar em decadência, as pessoas estão vendo menos TV, é a internet ganhando força com certeza. Reprodução da Revista Veja on line, coluna Lauro jardimFevereiro de 2012 foi um mês inesquecível para a Globo – foi o pior fevereiro para a emissora em São Paulo desde que ela começou a liderar a audiência no Brasil há mais de quatro décadas.De acordo com o Ibope, entre sete da manhã e meia noite a Globo registrou uma audiência média de 14,4 pontos na Grande São Paulo (há um ano tinha 15,9 pontos).A notícia só não é tão ruim para a Globo por que nenhuma das concorrentes ganhou público no mês passado – tanto em relação a fevereiro de 2011 quanto em comparação a janeiro deste ano.A Record mantém a vice-liderança, com 6,8 pontos (há um ano marcava 7,2 pontos); o SBT caiu de 5,6 pontos para 5 pontos no mesmo período; a Band de 2,5 pontos para dois pontos; e a RedeTV! Passou de 1,4 pontos para 1,1 ponto.O que explica essa queda generalizada é a diminuição no número de aparelhos de TV ligados. Caiu de 41,9 para 39 em média. Isso, na verdade, preocupa como um todo as emissoras: as pessoas estão vendo menos televisão.


Por Lauro Jardim

sábado, 3 de março de 2012

[Carta O BERRO] Octopus Hugo Chavez: quando a utopia roça a realidade - Vanderley Caixe

Hugo Chavez: quando a utopia roça a realidade


No ocidente, a Venezuela pode parecer um país folklórico com as suas crises e o seu presidente carismático que desafia os Estados Unidos à custa do seu petróleo. Mas para além das imagens fáceis, não devemos ignorar que este país está a viver um profundo processo de transformação social e os resultados positivos estão à vista.Para além da propaganda ocidental que ridiculariza e estigmatiza Hugo Chavez, ao olhos dos mais mal informados, a realidade dos números é elocuente, a Venezuela progrediu muito nestes 14 anos de governação.


Desde a sua eleição em 1998, Hugo Chavez levou a cabo uma transformação económica e social que melhorou em muito o nível de vida de uma população que cultivava o paradoxo de ser um dos países mais ricos do continente americano e de viver na pobreza.
Digam o que disserem, o presidente é apreciado pelo seu povo. Três eleições presidenciais, em 1998, 2000 e 2006 com 60% de votação.
Esta popularidade explica-se em parte pelas reformas económicas e sociais que permitiram melhorar o nível de vida da população. No entanto, nem tudo foi fácil. Foi vítima de um golpe de estado planeado pelos Estados Unidos em abril de 2002. tendo sido "salvo" pela extraordinária mobilização popular.
Nacionalizações.
Em 2003, o governo toma o controlo da empresa de Estado de Petróleos da Venezuela (PDVSA) nacionalizando este sector. Actualmente detém 60% de participações no petróleo venezuelano. Em maio de 2007, nacionaliza a Orenoque, que possui as maiores reservas mundiais de petróleo.
Antes, a multinacionais extraíam o barril de petróleo com um custo de produção de 4 dólares e vendiam-no ao estado da Venezuela ao preço de 25 dólares. Com este novo sistema, o estado poupo 3 mil milhares de dólares. O governo também decidiu aumentar o imposto sobre os lucros de 34% para 50%, após ter constatado que várias empresas fugiam ao fisco.
O governo nacionalizou várias empresas de electricidade e de telecomunicações que detinham um verdadeiro monopólio. Assim, as empresas Compañia Anónima Nacional Teléfonos de Venezuela S. A. (CANTV) e Electicidad de Caracas, detidas por capitais americanos passaram para controlo do estado venezuelanos.
Agricultura.
O governo de Hugo Chavez recuperou cerca de 3 milhões de hectares, ou seja 28,74% de terras produtivas aos latifundiários. No total, cerca de 6.5 milhões deverão ser nacionalizados. O objectivo é obter a independência agrícola. 49% das terras recuperadas foram redistribuídas aos camponeses com apoio de meios técnicos e financeiros, até então esses camponeses eram escravos dos grandes proprietários. Estas reformas permitiram à Venezuela um crescimento nos últimos dois anos de 11,2%, neste sector.
Uma revolução social.

As nacionalizações de vários sectores da economia trouxeram uma mais-valia que permitiu uma verdadeira revolução social. Senão vejamos: o programa Fonden, criado para financiar os mais necessitados.
O nível de pobreza passou de 20%, em 1998, para 9,5%. O desemprego passou, nesse mesmo período de 16% para 7%. O nível de desigualdade regrediu em 13%. Os beneficiários de pensão de reforma aumentaram em 218%.
O PIB da Venezuela passou de 88 mil milhões de dólares, em 1998, para 257 mil milhões em 2008. 98% da população tem agora água potável.
O salário mínimo mensal passou de 118 dólares em 1998 para 286 dólares em 2008, o mais elevado do continente. Em 1996 era de 36 dólares. As mulheres solteiras e os deficientes recebem o equivalente a 80% do salário mínimo. O horário de trabalho é de 6 horas, 36 horas semanais.

Educação.

O novo acesso à educação permitiu que 1,5 milhões de venezuelanos aprendessem a ler, isto à custa de uma grande campanha de alfabetização. A própria UNESCO declarou que o iletrismo estava erradicado na Venezuela. Essa organização declarou também, que a Venezuela era o quinto país do mundo com mais universitários.
Todo o ensino é gratuito, incluindo o acesso ao ensino superior. Praticamente 100% das crianças estão escolarizadas, sendo que na primária os alunos beneficiam de três refeições por dia.
Os Media.
Para quem acusa o governo da Venezuela de controlar os meios de informação, aqui ficam alguns números: em 1998 havia 291 rádios FM privadas, 9 públicas e nenhuma comunitária, em 2008 eram 472 rádios Fm privadas, 79 públicas e 243 comunitárias.
Na televisão mesma coisa, em 1998, haviam 26 televisões privadas e 2 públicas, em 2008 eram 65 televisões privadas e 6 estatais (VTV, Telesur, Vit Tv, Tves, Avila TV, ANTV) e 35 comunitárias.
Luta contra a droga.
Apesar da Venezuela ser palco de um grande tráfico de droga, em 2010 foram apanhados 64 000 kg de droga, 17 chefes de organizações criminosas presos e 18 laboratórios de droga desmantelados, sendo que a Venezuela foi um dos países do mundo que mais lutou contra a droga.
Saúde.
O sistema nacional de saúde foi criado para permitir o acesso ao cuidados de saúde a todos os venezuelanos de uma forma totalmente gratuita. Este permitiu que a taxa de mortalidade infantil descesse para números inferiores a 10 por mil.
 Para eliminar os problemas de mal-nutrição, o governo criou a chamada "Missão Alimentar". São lojas estatais, as "Mercal" cujos artigos são subvencionados pelo estado em 30%. 14 000 pontos de venda e metade da população faz aqui as suas compras. 4 milhões de crianças recebem alimentação gratuita através do programa de alimentação escolar, eram 250 000 em 1998.
Solidariedade internacional.
A Venezuela antecipou e reembolsou ao FMI e ao Banco Mundial. Criou o "Banco do Sul" destinado a promover a integração económica regional, que permitiu doar em 2007 8,8 mil milhões de dólares aos países da América do Sul.


Democracia participativa.

A democracia participativa foi reforçada com novas leis que aumentam o poder dos chamados "Conselhos Municipais" que permitam uma certa autogestão e organização do poder territorial.
Desde 2006, foram criados pequenos grupos de 200 a 400 famílias que decidem em assembleia quais são as necessidades municipais, como por exemplo, a construção de esgotos ou o fornecimento hospitalar. O governo fornece então a esses municípios o dinheiro necessário, através de uma "Banca Municipal", sem passar pelos presidentes das juntas.
A ideia é que pouco a pouco esses Conselhos Municipais tenham cada vez mais poder e consigam uma autogestão popular directa. Mais tarde, eles serão agrupados em associações e depois federações. A médio prazo, os presidentes de junta e governadores irão desaparecer.
Os Conselhos Municipais são benéficos, porque permitem a discussão dos problemas reais da comunidade e um empenho das populações na resolução dos seus problemas, apesar de limitados por dependerem do fornecimento estatal, havendo o risco de poder instalar-e uma relação vertical de clientelismo.
O objectivo de uma reorganização do poder territorial constitui uma verdadeira revolução. A concepção clássica de uma república dividida em províncias será substituída por cidades comunitárias com poderes de auto-administração e auto-governação. O Ministério da Economia Popular transfere o dinheiro aos Bancos Municipais organizados em cooperativas que utilizarão esse dinheiro de acordo com o que foi decidido nas assembleias de cidadãos.
Muito ainda está por fazer: descentralização do poder executivo, actualmente nas mãos de um só homem, Hugo Chavez; reforma do sistema do sistema judiciários; luta contra a corrupção; luta contra criminalidade, sobretudo nas grandes cidades; diversificação dos meios produtivos para não fazer depender a economia unicamente dos rendimentos petrolíferos. Mas muito foi feito, ao longo destes 14 anos de chavismo, numa altura em que a economia mundial atravessa uma crise financeira sem precedentes, a Venezuela representa uma alternativa credível ao neoliberalismo selvagem.

Manifesto à Nação - Ir Alberto

LEI DA RENDA MINIMA - IR ALBERTO

O prefeito de Albany no Alaska teve a feliz ideia de criar uma renda mínima para os moradores daquela cidade. Um projeto-de-lei foi enviado a Câmara Municipal e aprovada a Lei da Renda Minima dos moradores da cidade de Albany. O prefeito eliminou os miseráveis que infestavam a cidade. Daquela data em diante todo cidadão de Albany passou receber da municipalidade uma renda capaz de lhe suprir a alimentação, o vestuário, a saúde, a educação e demais despesas básicas.

Ir Alberto Silva
Eleito governador do Alaska, o ex-prefeito cuidou de encaminhar a Assembléia Legislativa do Estado projeto- de- lei semelhante, que foi aprovado. Repetiu-se no Estado do Alaska o que já era realidade em Albany. Nenhuma mulher precisaria vender seu corpo para comprar alimentos e remédios para o filho Nenhum cidadão alaskano dormiria na rua, nenhum precisaria de pedir esmolas para sobreviver. A renda mínima idealizada pelo então Prefeito de Albany foi copiada por Portugal, Espanha, Alemanha, Itália . E lá ela funciona. O Senador Eduardo Suplicy teve a feliz ideia de trazê-la para o Brasil. Viajou para o Alaska, conversou com o seu idealizador, comprovou seus benefícios e de volta ao Brasil apresentou projeto de lei nesse sentido.
O projeto foi aprovado tornando-se a Lei Federal n° 10.835 de 8 de janeiro de 2004, LEI EDUARDO SUPLICY.
A lei existe. Deve ser cumprida, mas os Presidentes Lula e Dilma Roussef " esqueceram" de alocar os recursos necessários no Orçamento da União dos anos de 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012 . Os nossos preclaros 81 senadores da Republica e 513 Deputados Federais, com exceção do Senador Eduardo Suplicy , também " esqueceram de emendar o projeto de Orçamento Geral do Executivo incluindo verbas para a efetivação da Lei da Renda Minima. E olha que são oito anos de esquecimento tanto dos Chefes dos Poderes Executivo como de todos os membros do Congresso Nacional, com exceção é claro do Senador Suplicy autor do projeto de lei
Daqui do Pará eu dei apoio a luta do Senador Eduardo Suplicy. Vibrei com ele no dia que o projeto foi aprovado no Congresso Nacional depois de tanta luta. Vibrei com ele no dia que o Presidente Lula sancionou o projeto, ocasião em que o Senador disse que o Presidente com sua assinatura redimia os pobres brasileiros, a partir da quela data a miseria seria varrida do território nacional, nenhuma criança iria dormir sem comer um pedação de pão, nenhum brasileiro iria sofre dores por falta de medicamentos, nenhuma mulher precisaria se prostituir para comprar o alimento para o filho faminto.
Decorridos oito anos da sanção da Lei da Renda Minima o sonho do Senador Suplicy continua sendo apenas sonho em razão da falta de compromisso com a nação dos Presidentes Lula e Dilma e dos 81 senadores e 512 deputados que há oito anos ocupam lugar no Congresso Nacional . Até quando nossos governantes e representantes manterão seus ouvidos fechados ao clamor dos miseráveis de nosso pais,, que não tem o minimo para ter uma vida digna ?
Se a lei da renda minima estivesse aprovada hoje todo brasileiro estaria recebendo o Tesouro Nacional mensalmente um salario minimo para suas despesas básicas.
Sou muito grato a Deus por me ter engajado nesta luta e ajudado o Senador Suplicy aprovar a Lei da Renda Minima que infelizmente não pegou por culpa de nossos governantes e parlamentares. .
Vamos passar e-mail para a Presidencia da Republica e para cada um de nossos congressistas para que eles não esqueçam de alocar recursos no ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO para o exercicio de 2013 para que a Lei da Renda Minima possa valer

[Carta O BERRO] Lançamento do livro do amigo Pinho. Dia 20 de março 2012 em Ribeirão Preto - Vanderley Caixe


Dia 20 de março 2012
Lançamento do livro do amigo Pinho.
Local: Fundação Pálace Hotel
Rua Álvares Cabral Esq. com Duque de Caxias.
Horário: 20 hs





A cultura da boçalidade

O Brasil que emergiu das trevas da ditadura militar foi o do “isso pode, aquilo não pode”. O Congresso Nacional Constituinte – não tivemos uma Assembléia Nacional Constituinte – trabalhou sob o tacão do governo José Sarney, um “coronel” político egresso da ditadura e covarde por natureza. Foi expulso do Planalto pelo ditador João Figueiredo quando lhe comunicou sua candidatura a vice na chapa de Tancredo Neves. Expulso aos palavrões e saiu com o rabo entre as pernas. Faltava-lhe, como falta, estofo para reagir.
É uma dessas figuras untuosas, asquerosas que sobreviveu a ditadura e adequou-se a democracia possível, consentida. Na verdade, além do engodo do Plano Cruzado preocupou-se em estender seu mandato – quatro anos- para cinco e para isso não hesitou em alianças espúrias no Congresso.
Construiu um império político no Maranhão e no Amapá, estado que “representa” no Senado Federal.
Sarney é um episódio lamentável em nossa História, como o foi ACM, ou FHC, nenhum deles, no entanto, sem deixar sua marca na construção dessa “democracia” e essa marca significar um alto preço pago pelos brasileiros.
A boçalidade não é só um policial tascar a mão num preso algemado e indefeso que até que se prove a culpa, inocente. A presunção da inocência é inerente ao direito.
Ela se estende a toda uma realidade que cria a cultura da boçalidade como parte do processo dessa boçalidade. Tanto está no tapa, na humilhação, como está na alegria estampada no rosto dos principais âncoras de telejornais ao anunciar que o presidente Hugo Chávez da Venezuela está doente e pode estar vivendo uma fase terminal. Imagino que intentem soltar foguetes se isso vier a acontecer (esse caráter foi desmentido pelo governo da Venezuela).
Ou no jornalista Caio Blinder (“Hei de ser Paulo Francis!”) ao defender os assassinatos seletivos como forma de buscar a paz. Norte-americanos e israelenses são useiros e vezeiros nessa prática em nome da tal “democracia”.
Quem quer que se aventure a mediocridade dos telejornais brasileiros vai encontrar um farto noticiário sobre barbáries praticadas por Nardonis da vida, ou Gutembergs, mas nada sobre Guantánamo, o campo de concentração dos EUA em território ocupado em Cuba.
Nem sob o julgamento do soldado Bradd Manning, acusado de repassar ao site WIKILEAKS os documentos secretos que mostram as práticas terroristas dos EUA.
Nessas horas Obama, ou qualquer outro, costuma se dirigir ao seu povo, imbecilizado em sua grande maioria pelo fascínio do touro de Wall Street, ou pela gordura transgênica da rede MacDonald’s, para pedir que “Deus abençoe a América e os americanos”. Fala assim levando em conta a totalidade da América, pois é assim que enxerga a América Latina, apêndice do império capitalista.
São cinco mil ogivas nucleares espalhadas pelo mundo – 300 em Israel – para impor a “paz” e os “direitos humanos”. Tanto faz que seja destruir o Iraque, a Líbia, tentar fazer o mesmo na Síria, fechar olhos ao genocídio contra palestinos, ou queimar páginas do Corão no Afeganistão presumindo que fora da superioridade ariana dos texanos nada existe mais no mundo. Só o resto.
Uma emissora de tevê na cidade de Diamantino insinua que o problema dos meninos de rua pode ser resolvido com a eliminação desses. A emissora pertence à família do ministro do STF – Supremo Tribunal Federal – Gilmar Mendes, ligado a FHC e parte do esquema do banqueiro Daniel Dantas.
Ou queimar moradores de rua, prática de alguns jovens de classe média alta.
Pinheirinhos é uma realidade quase diária no Brasil, na cidade e no campo.
O Big Brother Brasil encanta o que William Bonner chama de idiota – Homer Simpson. Os telespectadores do JORNAL NACIONAL. Cada ser transformado em robô estático diante da telinha imagina-se em pleno Coliseu. Ali o polegar para baixo significa morte e para cima vida. Não são gladiadores os que lá estão, mas objetos descartáveis.
O governo dos EUA testam o RAIL GUN, um canhão eletromagnético capaz de lançar mísseis com ogivas nucleares a longas distâncias – qualquer parte do mundo – e a uma velocidade de 8 mil quilômetros por hora.
Uai! Quem tinha armas de destruição em massa não era Saddam Hussein? Kadafi? Quem ameaça a paz não é o Irã?
O estudante Andriew Henrique Barroso Santos, 14 anos, foi morto a tiros por policiais militares do Espírito Santo. A sua morte foi comemorada pelos policiais no perfil da ROTAM – RONDA OSTENSIVA TÁTICA MOTORIZADA – no FACEBOOK. O velho estilo “bandido bom é bandido morto”.
Polícia militar é uma das anomalias do estado de direito, da democracia.
O fato pode ser lido na íntegra na página do jornal GAZETA/ONLINE-GLOBO. Se chegou a estarrecer esse tipo de gente é porque transpôs qualquer limite de barbárie consentida pelos que, em tese, comandam esses bandos armados e fardados de “trabalhadores”.
Está lá a boçalidade saudada
Os protestos de moradores do bairro contra a execução – o estudante foi assassinado quando estava de joelhos e com as mãos à cabeça – foram alvos de críticas dos policiais. Para conter a indignação popular contra a boçalidade do dia a dia dessa aberração (Polícia Militar), foram usadas balas de borracha.
“Menos um FDP. Esse não vai dar mais trabalho. Vai pro inferno capeta” são comentários feitos na rede social. E a ameaça noutra postagem – “parabéns a gloriosa PM . E vamos derrubar mais um monte! Podem tentar a sorte contra nós que o azar já é certo”.
Quem protege professores, sem terra, sem teto, trabalhadores da PM? Em qualquer estado brasileiro.
Usam a sigla PNCL que vem a ser “p… no c… do ladrão”.
Gloriosa aí mudou de sentido, ganhou outro sinônimo. Covardia, boçalidade.
Providências? Ora, o governador é um fantoche, um esperto, está incensando a carreira do irmão no estado de Minas – diretor da CEMIG – numa aliança com Aécio Neves – preso em Porto Seguro ao lado de Luís Paulo Veloso, ambos, anos atrás por delitos já conhecidos do Mineirão desde o jogo Brasil versus Argentina.
A Corregedoria nem afastou das ruas os policiais e nem imagina fazer isso, vai apurar os fatos… O padre Xavier Paolillo, membro do Conselho Estadual de Direitos Humanos vai acionar o Ministério Público estadual, a Defensoria Pública e afirma ter ouvido de outros jovens que estavam com Andreiw no carro que o rapaz não estava envolvido em qualquer tipo de atividade criminosa. Foi o clássico exercício de tiro ao alvo da boçalidade fria e desumana do braço armado do coronelismo político.
Deve ter sido por essas e outras, noutros tempos, que Samuel Johnson escreveu que o “patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. Tem valor eterno a afirmação.
Não é só aqui. Na democracia/mãe um jovem invade sua própria escola e dispara contra colegas. Mata dois, fere três e Obama concita os americanos a refletirem sobre a “tragédia”, pede proteção divina e manda pêsames às famílias das vítimas. A mensagem é padrão, esse tipo de acontecimento é corriqueiro por lá.
A democracia precisa ser reinventada ou o exemplo pode ser buscado em Cuba. Zero analfabetismo, zero desnutrição infantil, nenhuma criança abandonada dormindo nas ruas, saúde plena e de excelência. São dados da ONU.
A cultura da boçalidade é parte do processo capitalista e em crises como a atual assume níveis assustadores. Tem que impingir o medo e o pânico nas pessoas, transformá-las em zumbis apavorados e assim se lhes obter a docilidade diante dos fatos e da barbárie que soam e ecoam em todo o mundo no ribombar dos canhões eletromagnéticos.
São exemplos de uma conjuntura estúpida em que a espécie humana é colocada em xeque. E a luta é de sobrevivência, antes que sejamos todos ex-BBB, socialites, enquanto banqueiros, grandes corporações empresariais e latifúndio põem e dispõem a sua ordem boçal.
Meu medo agora é Crivela determinar uma pesquisa científica para determinar se o peixe pescado é gay ou lésbica e eliminar o bacalhau da semana santa. É contra a vontade de Deus. O mesmo de Obama, só que em escala menor. Vão querer psicólogos mergulhando para salvar os peixes da perdição e das penas do inferno.
*Laerte Braga é jornalista e colaborador do “Quem tem medo da democracia?”, onde mantém a coluna “Empodera Povo“.

LINDO - Barbet

Em 1989, ocorreu a queda do Muro de Berlin, que marcou o fim da divisão entre o mundo capitalista e o socialista. Na história do álbum The Wall (O Muro) há um muro imaginário que aos poucos isola o protagonista da vida real, o que afasta seus amigos e familiares. A queda deste muro representa não só o fim da divisão, mas como o fim de um medo - o medo de se revelar, equiparado ao medo de uma guerra nuclear que assolava todo o mundo, a Guerra Fria.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ir Alberto

Acesso o site www.manifestoanacao2012.blogspot.com e acompanhe a marcha dos projetos de lei defendidos pela Igreja Catolica Carismatica, de modo especial, a PEC DA CELERIDADE pela qual todos os projetos de lei com mais de dois anos em tramite nas respectivas casas são enviados para Plebiscito, cabendo o povo, com um simples SIM OU NÃO decidir pela aprovação ou não.

Devaneios e reflexões de Ray Pinheiro

BRASILIA-DF - 01 //03 // 2012

O Desgoverno Dilmente determinou aos comandantes das Forças Armadas que os militares
... da reserva que assinaram nota com ataques à presidente Dilma Rousseff e
ao ministro da Defesa, Celso Amorim, sejam punidos com advertência por
ato de insubordinação.
Em texto divulgado na terça-feira (28), os oficiais reafirmaram ataques
feitos por clubes militares a Dilma e disseram não reconhecer a
autoridade de Amorim. Fonte: Folha.com
<http://www1.folha.uol.com.br/poder/1055491-apos-carta-governo-ordena-que-f
orcas-punam-militares.shtml>
Dilma Rousseff do alto de sua Prepotência e Arrogância, ignora as leis que
regem o país e manda punir militares da reserva que ousaram discordar
dela e que se manifestaram públicamente.
Este é o espirito lulo petista anti democrático. Quando chegam ao poder se
acham acima da lei e da constituição do país.
Dilma Rousseff ao mandar punir oficiais da reserva o faz ao arrepio da lei
7.524/86, Artigo 1, que transcrevemos:
Lei no 7.524, de 17 de julho de 1986
Dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião
políticos ou filosóficos.
<http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2386922/lei-7524-86>
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o Congresso Nacional decreta e
eu sanciono a seguinte lei:
Art 1º
<http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2386910/art-1-da-lei-7524-8
6> Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao
militar inativo, independentemente das disposições constantes dos
Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre
assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico,
filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.
Parágrafo único. A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos
assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de
filiação político-partidária.
Militares da reserva não são escravos das forças armadas ou do executivo. São
cidadãos livres, tem a liberdade de expressar suas opiniões políticas,
filosóficas e religiosas.
Dilma extrapola suas atribuições e desta forma comete crime de improbidade
administrativa. Aliás Dilma já tem outras condenações por crimes
cometidos durante a campanha eleitoral.
Nosso estado democrático de direito está seriamente ameaçado pelo lulo
petismo. Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil.
Pensem nisso...
Namastê...
Eu sou Ray Pinheiro.

RAY PINHEIRO
BRASILIA-DF-BRASIL

Filme completo - Baseado em fatos reais relatos no livro autobiográfico de Jenny Cockell, Minha Vida na Outra Vida conta a história de Jenny, uma mulher do interior dos Estados Unidos, que tem visões, sonhos e lembranças de sua última encarnação, como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu na década de 30. Intrigada, Jenny sai em busca de seus filhos da vida passada - Barbet

JANGO - Laerte Braga

O ex-presidente João Belchior Marques Goulart estaria completando hoje 94 anos de idade. Moniz Bandeira escreveu um livro sob o título O GOVERNO JOÃO GOULART, onde narra todo o processo adverso enfrentado por Jango à época que assumiu o governo, em setembro de 1961, logo após a renúncia do tresloucado Jânio Quadros e até o golpe de 1964. Jânio foi uma das primeiras formas humanas tomadas por figuras que mais tarde se reproduziriam na vida política nacional. José Serra, por exemplo.


FHC não. O ex-presidente é amoral, como todo amoral é cínico, lembra mais uma cascavel em eterno bote, só que agora sem o veneno letal de anos atrás. Serra carrega em si o código genético do janismo, mas esqueceu-se que “maldita pinga” é fundamental nessa história. O resultado é que, abstêmio, torna-se um Jânio sorumbático, perverso – a perversidade do original estava na loucura atenuada pelos porres, ou agravada, sei lá.
Tenho para mim que esse tipo de gente só é possível em São Paulo. Efeito da poluição. Minas, por exemplo, produz figuras tragi/cômicas como Aécio Neves. Aquele tipo de sujeito que numa porta giratória se enrola, gira em torno de si mesmo e sai fora na hora do teste do bafômetro. Se Andréa Neves não estiver por perto para socorrer dá um passo e cai estatelado. Ou então grita por um táxi. “Meu reino por um táxi”.
João Goulart começou a enfrentar desafios com o Manifesto dos Coronéis no mandato de Vargas (1951/54), quando aumentou o salário mínimo em cem por cento. Um dos coronéis signatários era Golbery do Couto e Silva, mais tarde um dos ideólogos do golpe militar de 1964. Não foi um fato isolado, era parte do complô contra Vargas.
Vice-presidente de JK e depois na chapa do marechal Lott (em 1960, Jânio foi o vencedor, mas Jango foi eleito vice, as eleições eram distintas). A renúncia de Jânio levou-o a presidência da República. Num primeiro momento num arranjo que criou um “parlamentarismo híbrido” – definição de Tancredo Neves – consequência da reação de setores militares, mais tarde algozes do presidente e do Brasil no golpe militar.
Brizola foi peça fundamental para que Jango assumisse e a ordem constitucional prevalecesse.
Se formos pesquisar a história dos ministérios presidenciais brasileiros desde a proclamação da República poucos terão tido figuras de tamanho porte como os de Jango.
Evandro Lins e Silva, Hermes Lima, Tancredo Neves, Hélio de Almeida, brigadeiro Rui Moreira Lima, almirante Pedro Paulo de Araújo Susano (talvez o primeiro almirante negro da Marinha do Brasil), Ulisses Guimarães, San Thiago Dantas, Roberto Lyra, Celso Furtado, colaboradores como Josué de Castro, Darcy Ribeiro, ou lideranças sindicais expressivas como a de Clodesmith Riani (deputado estadual em Minas e o principal dentre os fundadores do COMANDO GERAL DOS TRABALHADORES, a primeira tentativa de uma central sindical em nosso País).
Foi no governo de Jango, ainda com Tancredo primeiro-ministro, que se aprovou a lei do décimo terceiro mês de salário.
Ao contrário do diziam os militares brasileiros contrários a Jango e comandados pelo general Vernon Walthers, ex-diretor da CIA, Jango nem era comunista e nem era um político corrupto. Pelo contrário, sua integridade pessoal e no trato da coisa pública eram exemplares. Jango era um homem de classe média rural, mas com um nível de consciência política apurado.
O episódio envolvendo o bloqueio naval a Cuba por conta de mísseis soviéticos instalados na ilha teve uma proposta exemplar do brasileiro. Os soviéticos retirariam os mísseis e os EUA se comprometeriam a não invadir a ilha. Foi feita numa carta ao ex-presidente John Kennedy. Foi uma época que o Brasil era protagonista, voltou a ser com Celso Amorim e hoje retorna ao estágio de colônia com Anthony Patriot e a política externa de Dilma Rousseff.
A intervenção descarada dos Estados Unidos no Brasil começou com um programa de “ajuda humanitária” – prática cínica e despudorada que usam até hoje para subjugar povos inteiros – chamado Aliança para o Progresso. Uma das metas ocultas era esterilizar em massa mulheres no Nordeste. Outra, a de abrir caminho para pastores norte-americanos num processo de formação de pastores brasileiros (já atuavam no Chile), visando reduzir a influência da Igreja Católica, então sob os ventos lúcidos da Teologia da Libertação (anos mais tarde, com a morte de João Paulo I, os norte-americanos perceberam que era mais fácil comprar a maioria dos cardeais de Roma e eleger um papa simpático à “causa”, caso de João Paulo II e agora de Bento XVI, o retorno da Inquisição à Igreja). Comprar o Vaticano, foi o que fizeram.
Ao Brasil, no curso do tempo, legaram Edir Macedo, Crivela, Marcelo Rossi, o cardeal Scherer, etc, etc.
As eleições parlamentares e para alguns governos estaduais e assembléias legislativas de 1962 foram marcadas pela presença do IBAD – INSTITUTO BRASILEIRO DE AÇÃO DEMOCRÁTICA. Organização de extrema-direita, financiada por recursos do programa USAID, uma agência do governo dos EUA voltada para intervenções em outros países.
O IBAD financiou parlamentares de todos os partidos de direita, principalmente a extinta UDN.
O programa que Jango chamou de “reformas de base” – a expressão foi cunhada por Celso Furtado – surgiu no primeiro plano político/econômico de um governo brasileiro. O Plano Trienal, com metas objetivas de crescimento que, entre outras coisas, previa a construção da Hidrelétrica de Itaipu. À época Assis Chateaubriand, versão ainda imperfeita de Roberto Marinho, chegou a saudar os projetos do governo.
As eleições de 1962, ao contrário do que imaginavam os líderes golpistas – civis e militares e o governo dos EUA – marcaram uma expressiva vitória do governo João Goulart. Miguel Arraes foi eleito governador de Pernambuco. Leonel Brizola infligiu derrota total ao governador da antiga Guanabara Carlos Lacerda (Brizola, candidato a deputado federal obteve 23% dos votos naquele ano) e lideranças expressivas de forças populares foram eleitas para o Parlamento. Max da Costa Santos, J.G. de Araújo Jorge, Modesto da Silveira, Aurélio Viana e outros tantos.
A bancada do PTB que, até então, era a terceira na Câmara, virou a majoritária.
O líder era Doutel de Andrade, jornalista e um dos mais notáveis políticos brasileiros de sua geração.
No governo Jango surgiram as Ligas Camponesas e foi pelas mãos de Miguel Arraes que Paulo Freire começou a desenvolver, em Pernambuco, a sua Pedagogia do Oprimido (isso assustou aos coronéis fardados e não fardados da extrema-direita, o trabalhador lendo e sobretudo pensando).
Reforma agrária, reforma tributária, reforma urbana (projeto de outro extraordinário homem público, o deputado carioca Sérgio Magalhães), que transformava o aluguel pago a especuladores imobiliários em prestações de compra do imóvel depois de um determinado tempo. Só na cidade do Rio de Janeiro alguns especuladores dispunham de mil apartamentos para alugar.
A efervescência política foi a conseqüência natural de um governo progressista e que se propunha a mexer em estruturas feudais ainda existentes no País (continuam a existir). A reação era óbvia. E dos ventos de liberdade soprados pela revolução cubana.
As forças de direita comandadas de fora para dentro começaram a montar o golpe (tentado em 1954 quando do suicídio de Vargas) e a envolver setores da população sensíveis a uma religiosidade cega e extremada. Foi quando trouxeram ao Brasil o padre norte-americano (ligado a CIA) Patrick Payton para promover a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade.
Aquela história estúpida que o governo estava implantado o comunismo através da República Sindicalista e que comunistas comiam crianças e matavam velhos. Hoje, em Cuba, o índice de desnutrição infantil é zero, a saúde é plena e de excelência e idosos vivem em absoluta dignidade sem ser preciso enfrentar filas homéricas em bancos para receber míseras aposentadorias e pensões e a Rússia que emergiu da União Soviética é um paraíso de máfias e corrupção, pobreza, alcoolismo, tráfico de drogas, toda a sorte de mazelas do capitalismo.
Foi quando nasceu também a REDE GLOBO DE TELEVISÃO, já destinada – financiada pelo grupo TIME/LIFE à época – a cumprir o papel que cumpre. Mentir, distorcer, vender aqui a alienação e o medo como instrumentos para dominar as pessoas.
O comício de 13 de março na Central do Brasil, Rio de Janeiro, marcou uma guinada no governo Goulart. Assinou o decreto que desapropriava terras às margens de rodovias, ferrovias, açudes, rios e lagos, numa extensão de oito quilômetros, todas destinadas a camponeses sem terra e com projetos de financiamento do governo federal. O governador de São Paulo, Ademar de Barros, corrupto e de extrema-direita, tinha o hábito de construir estradas em seu estado, mas antes comprar as terras ao redor das mesmas. Ou grilá-las pura e simplesmente. Ele e o ex-governador do Paraná Moisés Lupion, pai de um dos principais integrantes da chamada bancada ruralista.
Jango estendeu ali o monopólio estatal do petróleo. Desde a prospecção até a distribuição. Nacionalizava companhias que exploravam energia elétrica (as que deixam bueiros explodir e são privadas hoje), foi implementada a ELETROBRAS, enfim, uma sacudida nas estruturas atrasadas do capitalismo brasileiro, inteiramente submisso aos EUA.
Divididas, as forças armadas acabaram sendo controladas pelos golpistas, os mesmos do Manifesto dos Coronéis e o golpe foi desfechado em 1º de abril de 1964. Um expurgo nos quartéis afastou cerca de dois mil e quinhentos oficiais legalistas e ligados a forças populares.
O regime de terror instaurou-se com o propósito de eliminar qualquer risco futuro. Permanecem impunes até hoje os torturadores, os assassinos fardados que das catacumbas do nazi/fascismo que imperou no País hoje se voltam contra o ministro Celso Amorim e a presidente (que não é de esquerda e nem ligada a forças populares) Dilma Roussef para manter a impunidade.
Jango não quis o derramamento de sangue em 1964. Tinha condições de resistir por algum tempo, principalmente a partir do sul, onde Brizola e o general legalista Ladário Teles estavam prontos para isso. Percebeu que fracionaria o Brasil e os norte-americanos entrariam aqui e era esse como continua sendo o objetivo de Washington (hoje entram pelo tal mercado financeiro, pelo controle de estatais privatizadas, por políticas de intimidação, no mesmo viés golpista de sempre, basta olhar o que ocorre e o que fazem contra o governo Chávez na Venezuela).
Os principais porta-vozes na mídia de mercado desse terror nazi/fascista estão “orando” diariamente pela morte de Chávez, por eliminar crianças de rua, etc.
A IV Frota da Marinha dos EUA estava estacionada em águas territoriais brasileiras pronta para ações que se fizessem necessárias. A revelação foi feita pelo jornalista Marcos Corrêa, quando editor do JORNAL DO BRASIL, com base em documentos secretos do governo dos EUA tornados públicos.
Foi demonstrada a descarada intervenção do embaixador da época, Lincoln Gordon e o comando militar dos golpistas pelo general Vernon Walthers. Golpistas de 1964 não deveriam ser julgados só pelo golpe, ou pelas torturas, pelo regime de terror, mas por ato de traição.
Serviram a interesses de potência estrangeira. E como viria a dizer mais tarde o presidente Nixon, “para onde se inclinar o Brasil se inclinará a América Latina”. É do mesmo Nixon a frase em resposta a um dos seus embaixadores aqui denunciando violações dos direitos humanos no governo Médici – “é uma pena, mas o Médici é um bom aliado”.
A peçonha é a característica desse tipo de gente.
É claro que erros de avaliação foram cometidos por forças do governo, aliadas do governo, isso em relação ao poder dos golpistas. Mas nada disso apaga as características do governo João Goulart, do breve governo de Goulart. Um momento agudo da luta de classes no Brasil, ou pelo menos de visibilidade dessa luta. Não era, no entanto, a percepção da maioria da classe trabalhadora, ainda dominada pelo medo gerado a partir das elites.
Goulart não foi vítima de um infarto. Como o general Pratts (Chile), o general José Juan Torres (Bolívia), Juscelino Kubitschek (Brasil) e tantos outros brasileiros e líderes latino-americanos, foram executados numa operação montada pelas ditaduras que permeavam a América Latina como um todo – exceto Cuba – e especialmente a América do Sul. A Operação Condor, destrinchada num excelente trabalho da professora Neusah Cerveira, ela própria vítima de tortura, como seu pai – o major Cerveira, sequestrado na Argentina e assassinado no Brasil pelo coronel Brilhante Ulstra, hoje colunista do jornal FOLHA DE SÃO PAULO. A FOLHA emprestava seus caminhões de distribuição do jornal para desova de corpos de presos mortos na tortura).
João Belchior Marques Goulart merece bem mais que as páginas da História do Brasil lhe dedicam. Foi um brasileiro corajoso e determinado, sensato, mas capaz de enfrentar estruturas medievais, sendo ele próprio um fazendeiro. E cercado de figuras que hoje causariam vergonha à classe política em sua grande maioria. É só lembrar a luta de Evandro Lins e Silva e Barbosa Lima Sobrinho pelo impedimento de Collor.
O legado de Jango é importante e a análise histórica de seu período à frente da presidência do Brasil merece estudos mais profundos e avaliações mais justas.
Há um detalhe e detalhes costumam ser importantes, ou não,

En 1945 Salvador Dalí y Walt Disney colaboraron en la preparación de un corto con música del compositor mexicano Armando Domínguez . Después de ocho meses de trabajo y oficialmente por problemas económicos el proyecto se detuvo de forma definitiva. Finalmente se estrenó en 2003 con bastantes buenas críticas - Barbet

Laerte Braga

Os norte-americanos estão testando um canhão eletromagnético capaz de lançar mísseis com ogivas nucleares a longa distância e que atingem a velocidade de oito mil quilômetros hora. Uai, não era Saddam que tinha "armas de destruição em massa", ou Kadafi, não é o Irã que coloca em risco a "paz mundial"? O complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A atinge a níveis espantosos de boçalidade e há quem ache que ...o BBB é composto por seres humanos. São objetos descartáveis. E pior, como se estivessem no Coliseu com Calígula no trono, a massa ao invés de levantar ou abaixar o polegar, liga o celular. Não são - os caras e as caras - "heróis" de nada, são meros objetos. Um estudante invade uma escola e mata colegas. Por aqui, PMs no extinto Espírito Santo (propriedade da ARACRUZ, VALE, de Eike e outros), executam um estudante. De joelhos e com as mãos sobre a cabeça. Dizem que isso é "ordem e lei" e que estamos numa "democracia". Onde? Com Crivela ministro dum trem qualquer? Magno Malta senador? Sarney presidente do Senado? Como disse Obama, que "Deus abençoe a América e os americanos". Isso depois de mais um ataque de um povo imbecilizado e adoecido pela cultura do boçalidade. "Libertam" o mundo queimando o Corão e jogando no lixo. Devem sonhar com a rede MacDonald's. Gordura transgênica por todos os cantos da boca. Limpam como o John Wayne fazia, com as costas das mãos. Isso enquanto mata apaches, sioux, comanches, etc.

[Carta O BERRO] convite lançamento do livro Tapete do Silêncio de Menalton Braff - dia 5 de março em Ribeirão Preto. - Vanderley Caixe