segunda-feira, 30 de março de 2009
O SUICÍDIO DA TERRA - Alves
Nossa terra mãe está, mais do que nunca, precisando de nós...Digite aqui o resto do post
AS SANDÁLIAS LOUIS VUITON - Laerte Braga

O nome da moça da foto é Nicole Mary Scarpone. A profissão é prostituta. Foi presa pela polícia de Gastonia, no estado da Carolina do Norte, EUA, por ter invadido um apartamento e exigido que os três homens que lá estavam pagassem por relações sexuais com ela. O valor do pagamento exigido era em torno de 25 reais. As “táticas” da moça foram consideradas agressivas. Nicole admitiu que queria um dinheiro rápido, num programa rápido também, para atender a uma necessidade imediata. Para sair da cadeia, agora, precisa de dois mil reais. O valor arbitrado como fiança.
Milhares de famílias norte-americanas estão morando em barracas ou em garagens alugadas a preços baixos por conta da crise do setor imobiliário. Não há notícia de bônus para nenhuma delas. Os bancos e imobiliárias entraram num acordo. Retomaram as casas e apartamentos e vão vendê-los outra vez para reaquecer a economia e tirar o país do buraco. Mais 17 mil homens no Afeganistão. Deve ser para aumentar a produção de ópio.
O Brasil tem perto de 200 milhões de habitantes. Trinta e dois desses habitantes estão inscritos para comprar as sandálias criadas pelo estilista Marc Jacobs e produzidas pela grife Louis Vuitton. Na Europa e nos Estados Unidos as sandálias são comercializadas ao preço médio de quatro mil reais. No Brasil vão chegar em versões originais, as de quatro mil e algumas em preços “populares”, dois mil reais.
Segundo o estilista a criação do modelo e suas nuances obedeceu a um “impulso étnico”, misturando a necessidade de “disseminar a cultura e as tradições africanas de máscaras para o resto do mundo”.
O número de crianças que morrem de fome na África a cada dia passa de trinta e dois. Milhares de africanos morrem de fome a cada ano. Ou dizimados por doenças e guerras intermináveis, tudo em função dos interesses do grande capital. É fundamental evitar que desmorone o mundo da General Motors. Registre-se que Jacobs ficou encantado com as belezas naturais do Rio.
É possível que num futuro próximo crie sandálias inspirado na cultura brasileira, misturando laivos da cultura nordestina, com a do sul e o samba do Rio de Janeiro. Que tipo de “impulso” vai ser não sei. Mas, vai permitir que lojas “especializadas” soneguem e pratiquem o modelo FIESP/DASLU, tudo em nome do progresso, da geração de empregos, do desenvolvimento e segundo Jacobs, da “preservação dos valores étnicos e ecológicos”.
Na Europa e nos Estados Unidos a sandália é um sucesso absoluto e Madona é a principal garota propaganda. Recebeu alguns modelos e alguns milhares de dólares para desfilar em eventos os mais variados, montada em tal artefato. Neste momento a moça está preocupada em adotar mais uma criança órfã e africana em sua tarefa de salvar a humanidade.
Foi por essa razão que dispensou o “namorado” brasileiro, temendo que o romance pudesse afetar a decisão das autoridades no caso da adoção. Fazê-la parecer alguém vulgar e com comportamento incompatível com as normas exigidas para salvar as criancinhas da África.
Breve nas feiras de artesanato do País inteiro modelos Louis Vuitton a mais ou menos 50 ou 60 reais, na arte da “pirataria”.
O presidente da FIESP – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE SÃO PAULO –, quadrilha que gera o “impulso” FIESP/DASLU, Paulo Skaf, além de coordenar a distribuição de recursos das empresas “geradoras de progresso e empregos” a candidatos fiéis ao esquema – tucanos, democratas e assemelhados – recebeu ajuda da empreiteira/quadrilha Camargo Corrêa em sua campanha para o lugar de capo da quadrilha dita FIESP.
À época da votação do fim ou não da CPMF o paladino do “progresso e da geração de empregos” levou ao Congresso um milhão de assinaturas contra o imposto. Foi advertido pelo senador tucano Artur Virgílio que ali estavam muitos “iuppies” e que era preciso assinatura de gente do povo. “Quantos banguelas você quer?” Foi a pergunta de Skaf a Virgílio.
Na semana seguinte, num acordo que envolveu o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab tinha um milhão de assinaturas de brasileiros de “todos os pontos do País”, mas recolhidas entre camelôs, mendigos e desempregados de São Paulo, da capital. As assinaturas dos banguelas.
Teve, a contragosto, engolindo em seco, de agüentar o dedo em riste do médico Adib Jatene, plantado sobre o seu nariz, chamando-o de sonegador. A festa de casamento de sua filha, meses depois do episódio, custou, segundo os colunistas sociais, um milhão de reais.
Pena que o “impulso étnico” de Jacobs não tenha ocorrido antes dessa monumental recepção dos homens do “progresso e da geração de empregos”.
Como caíram todos na Operação Castelo de Areia e como estão acima da lei, já providenciaram a interferência de Gilmar Mendes no assunto. O ministro presidente da STF DANTAS INCORPORATION LTD vai tentar – deve conseguir – anular as investigações da Polícia Federal. Gilmar não se conforma com essa mania da PF de investigar questões referentes às portas dos fundos e os fundos que por lá entram, na “geração de progresso, emprego e bem estar”. Deles, lógico.
O primeiro passo já foi dado. Estão todos na rua, soltos por hábeas corpus. Até aí nada de novo. O segundo e o terceiro, o quarto e o quinto passos, esses vão chegando devagar em “impulsos criminosos” das quadrilhas que controlam o mundo do “progresso e da geração de empregos” no Brasil.
Há indignação de FHC e Serra nessa história toda. Se por azar um furo acontecer como ficarão as campanhas tucanas, movidas a propinas e coisas do gênero?
Vão ter que ter muitos “impulsos”. Quem sabe uma associação FIESP/DASLU com a quadrilha GLOBO, a quadrilha PSDB/DEM, tudo numa capa de VEJA?
Sandálias para os “banguelas”.
No mais prossegue o BBB-9 e os “mártires” e “heróis” de Pedro Bial. Terminam todos no jornalismo diplomado e voltado a Homer Simpson do “notável” William Bonner. Eu não sei como não tocaram na falta de ranhuras no depósito que pegou fogo em Diadema. Na “pista” de detergentes, limpa tudo, sabão em pó, etc.
Em todo caso costuma dar para descolar uma havaiana. E ninguém precisa invadir apartamento de ninguém, tudo termina na PLAYBOY.
domingo, 29 de março de 2009
A propósito da saga dos Galibis - Gilberto Adamatti

A propósito da saga dos Galibis que periodicamente é postada pelo Irmão Alberto, gostaria de tecer alguns comentários: Assim como o Povo de Israel, seus vizinhos e outros povos da antiguidade no Oriente e Europa os índios também não eram santos.
Temos aí as descobertas arqueológicas a desmentir o "idílico paraíso terrestre" que seriam as terras indígenas.
Eram povos simples, sim, vivendo em relativo equilíbrio com a natureza, e onde a maioria realmente respeitava o Grande Espírito, que é também nosso Deus.
Mas havia antropófagos, havia sacrifícios humanos aos deuses, havia guerras cruéis contra as tribos vizinhas. Aí estão as ruínas maias, astecas e incas a confirmar (no Peru encontraram cadáveres todos espetados com rudimentares lanças de madeira com mais de 700 anos de antiguidade - ou seja antes dos "bárbaros" brancos). Aí estão também cadáveres com indício de tortura em florestas brasileiras tanto do litoral como do interior, e outros com indício de que foram "jantados" numa janta ritual de antropófagos, também tanto no litoral como no interior do Brasil, alguns remontando a mais de 1000 anos.
Não podemos esquecer que se a civilização surgiu, foi porque Deus permitiu. E não podemos esquecer que a civilização nos trouxe confortos que nossos ancestrais não gozavam (aí está a Internet, os remédios, os veículos que permitem que nos locomovamos com grande rapidez de um canto a outro, as facilidades do supermercado, do Shopping, etc.).
Junto com as coisas boas vieram também coisas ruins, como os vícios, as drogas, armas mais mortais, etc.
E Deus permitiu que as coisas ruins viessem junto com as boas para que o homem aprenda que só vivendo dentro de suas leis, poderá usufruir em plenitude o que de bom a civilização traz, e prevenir-se contra o que de ruim vem junto.
É por isso que defendo que os índios precisam ser aculturados, precisam compreender que existem regras para se conviver numa sociedade moderna, existe um Deus que é o mesmo que eles cultuam, mas que deseja que eles também tenham o direito de ter acesso aos benefícios da civilização. E para que saibam se precaver dos perigos dos malefícios que vem junto com a civilização.
É por isso que discordo de uma Terra totalmente segregada para os indígenas, onde branco não entra, branco não tem contato, etc.
Concordo que os índios tenham direito à Terra em que nasceram, mas como co-proprietários, sujeitos à legislação brasileira, com apoio de escolas, médico e legal.
Porque quem infringe a lei dará um jeito de ter contato, e o próprio índio, despreparado, quererá usufruir das facilidades da civilização (há várias reportagens na internet de índios com caminhonetes de último tipo, internet, armas de fogo, bebida alcoólica e até plantação de maconha). E quem está fora da lei passará para os índios o que de pior a civilização tem.
Peço a Deus que a Reserva Raposa Serra do Sol consiga ser uma Terra sem males, coisa qeu agora tenho sérias dúvidas.
Os brancos honestos ficarão longe, mas os desonestos, será que ficarão?
Muitos índios de lá hoje comemoram sua autonomia, mas outros virão para a civilização e levarão para lá o que aprenderam. Que poderá ser bom ou ruim, dependendo de sua personalidade e de onde estiveram.
Vejamos daqui a uns cinco anos qual será o preço desta autonomia.
Aproveito para lembrar que existem vários enclaves indígenas no sul do Amazonas e no Mato Grosso onde o alcoolismo, a pedofilia e muitas outras coisas feias de nossa civilização imperam e ninguém faz nada (nem a Funai) porque os índios são autônomos e em suas terras podem viver do jeito que querem. Será que desejamos ver isso acontecer na reserva Raposa Serra do Sol?
Se quisermos uma Terra sem Males, deverá ser uma terra onde todos tenham DIREITOS e DEVERES iguais e onde todos tenham iguais oportunidades e recebam iguais punições em caso de infringir a lei.
Deverá ser uma Terra onde todos saibamos AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS".
Deverá ser uma Terra onde todos saibamos respeitar a Natureza como uma grande mãe que nos provê o sustento, e que da qual saibamos extrair apenas o necessário para nossa sobrevivência, e saibamos não desperdiçar, bem como lutar contra o desperdício.
Deverá ser uma Terra onde saibamos reciclar tudo o que não tem mais serventia, para que possa ser aproveitado devidamente sem gerar lixos que um dia poderão ameaçar a nossa própria sobrevivência (será que já não estão ameaçando?)
Deverá ser uma Terra onde o branco saiba e viva como irmão do índio, do negro, do oriental, enfim que todos, independente de raça, cor, etnia, religião, saibamos que somos filhos de Deus, e, portanto, irmãos em Deus.
Enquanto na Terra houver alguém que tenha mais direitos que deveres, pela lei natural das coisas algum outro terá mais deveres do que direitos, e teremos aí um foco de um mal potencial (a Terra ainda estará longe de se tornar "sem males").
Muita Paz
Gilberto Adamatti
Índios da etnia Zoró ampliam conhecimentos por meio da internet

A aproximação com o homem branco, diz Thoatore, foi inevitável. Ele conta que as grandes fazendas começaram a ampliar suas divisas e se aproximaram em demasia das aldeias de seu povo. A história desse contato foi contada, na última semana, por dois dos nove clãs dos Zoró, durante uma gincana cultural, organizada pelos indígenas em parceria com a Associação do Povo Indígena Zoró Pangyjej (Apiz). A proposta do evento foi mostrar, aos mais novos, um pouco da cultura daquela nação da floresta. É a aproximaão é inevitável...mas temos que cuidar, A terra é tudo que o índio possui, sem ela ele não sobrevive. Temos que entender isso. Antes de computadores os índios precisam de proteção legal para que mantenham suas terras bem demarcadas e distantes da ganância dos "homens brancos".
Barbet
Índios da etnia Zoró ampliam conhecimentos por meio da internet
A unidade integra o Programa de Inclusão Digital da Fundação Banco do Brasil.
Foto: Fundação BB
O povoado fica no noroeste de Mato Grosso, distante 70km de Rondolândia
26/11/2008 - Pouco mais de 30 anos se passaram desde o primeiro contato do homem branco com os Zoró. Para o cacique Manoel Thoatore, as três décadas de contato com a civilização branca provocaram uma série de mudanças na vida e na cultura dos indígenas e a principal delas, talvez, tenha sido a informatização da aldeia-escola Zawã Karej Pangyjej.
O povoado, que fica no noroeste de Mato Grosso, distante 70km de Rondolândia, funciona como semi-internato. Durante o período de aulas, os alunos permanecem na aldeia, assim como o professor.
Para ensinar os indígenas a usar o computador, dois professores, Michel Platini e Robson Miguel da Silva, foram capacitados. Robson é, hoje, o coordenador social da Estação Digital Wawã Paju.
A unidade integra o Programa de Inclusão Digital da Fundação Banco do Brasil, mantido pela entidade desde 2004. A proposta do programa é reduzir o índice de exclusão digital no país, promover iniciação à informática, formar e qualificar para o trabalho e dar condições de acesso a serviços do governo eletrônico. Fortalecer ações de organizações da sociedade civil e contribuir com a melhoria da qualidade da aprendizagem na escola pública são outros focos da ação.
Na Estação Digital Wawã Paju, a Fundação Banco do Brasil instalou um servidor e dez computadores. Nela, há, ainda, uma impressora. A eletricidade da estação é mantida por meio de um grupo gerador, fruto de parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai). O provedor de internet resulta de doação da Prefeitura de Rondolândia e a manutenção dos equipamentos é de responsabilidade da Associação Pangyjej.
Contato
A aproximação com o homem branco, diz Thoatore, foi inevitável. Ele conta que as grandes fazendas começaram a ampliar suas divisas e se aproximaram em demasia das aldeias de seu povo. A história desse contato foi contada, na última semana, por dois dos nove clãs dos Zoró, durante uma gincana cultural, organizada pelos indígenas em parceria com a Associação do Povo Indígena Zoró Pangyjej (Apiz). A proposta do evento foi mostrar, aos mais novos, um pouco da cultura daquela nação da floresta.
A nação Zoró tem, hoje, cerca de 650 índios, divididos em nove clãs e 23 aldeias. Na gincana, os Pangyejej e os Zarupnej foram os protagonistas.
O clima era de festa e o colorido dos cocares e das peles pintadas de preto e de vermelho chamavam a atenção de todos os participantes indígenas e não-índios da gincana.
Da programação, constavam provas e técnicas já esquecidas e não mais utilizadas pelos mais jovens. Exemplos disso foram a confecção de Gup Xit Pege Gukauká (prova para confecção de fios e que envolve fiar algodão), a apresentação do burará (prova de resistência para os olhos) e a preparação de batuy (bebida tradicional produzida a partir do milho).
A recepção do cacique Thoatore aos visitantes foi na língua Tupi Mondé. "Pali karalia" (sejam bem-vindos) dizia o chefe a todos que chegavam para a festa. As mensagens de boas-vindas foram traduzidas para o português pelo jovem Agnaldo Zawandu.
Inclusão digital
A nação Zoró revelou uma grande capacidade de aliar conhecimento tradicional à tecnologia de ponta. Por meio do computador e do acesso à internet, os caciques e os jovens estão construindo outra linguagem, outra história, que deixa de ser oral e passa a ser registrada e salva na memória de um computador.
A tribo foi "descoberta" em 1971, mas o primeiro contato entre indígenas e brancos somente se deu sete anos depois. Hoje, os Zoró ainda vivem relativamente isolados. Eles são coletores de castanha do Brasil - colhem até cem toneladas do fruto por ano. Mas, até a década de 80, o carro chefe da economia do povo era a borracha. Também fabricam peças artesanais e usam técnicas refinadas na produção de peças artesanais ricamente adornadas.
De acordo com a coordenadora de projetos da Apiz, Lígia Neiva, a merenda das escolas Zawakraj Pangyejej e Zawpwej utiliza alimentos tradicionais, como a castanha, a chicha, o beiju de farinha de mandioca e a paçoca de castanha. A parceria é feita com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio do programa de doação simultânea.
Como diria Thoatore: "Ate tuma we paratna jalej ikinia. Tukusep tingi tunga tuma kuba ana tapare kaj weporat na ene kuj tamalu tu tie ta werewa menena wesutna". Ou, em português claro: o contato do branco foi bom para nós, porque aprendemos a fazer algumas coisas boas que o branco faz; ter uma escola, poder estudar e, também, ter uma Estação Digital que a Fundação do Banco do Brasil fez.
Brasil tem 243 estações digitais
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital. Atualmente, são 243 estações digitais em todo país.
O programa capacita educadores sociais das próprias comunidades e promove a sustentabilidade das estações digitais implementadas.
A iniciativa, em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o Banco do Brasil, a Associação de Apoio à Família, ao Grupo e à Comunidade (Afago) e a Cobra Tecnologia, também conta com um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC). Localizado no Gama, cidade satélite do Distrito Federal, o CRC atua na formação de jovens entre 16 e 24 anos e no recondicionamento de computadores.
Por Dalva de Oliveira, da Fundação Banco do Brasil
Para mim o 19 de março de 2009 foi um marco na história do Brasil -Ir. Alberto

Para mim o julgamento ocorrido no Supremo Tribunal Federal no ultimo dia 19 de março , em que se decidiu o futuro dos povos indigenas no Brasil , se eles deviam ser extintos com a demarcação descontínua de suas terras ou deviam continuar existindo como etinia, mantendo seu territorio que ocupam ha mais doze mil anos, com sua lingua e sua religião com a demarcação continua de seu território, , foi o fato , senão o mais importante , um dos mais importantes ocorridos nestes 500 anos de história do Brasil .
Dia 19 de março de 2009 foi o dia em que 10 Ministros do Supremo Tribunal Federal num gesto de coragem e de patriotismo disseram SIM a existência dos indios e NÃO a sua extinção.
Julgo que somente a libertação da escravatura pela Lei Aurea em 13 de maio de 1888 pela Princesa Isabel rivaliza em importância com o 19 de março de 2009,dia do reconhecimento de que os indios tem direito de ocupar as terras que ocupam há tempos imemoriais, como está consagrado na Constituição Brasileira ,mas que pessoas ávida pelo lucro fácil desejam deles tomar. A terra é tudo para os indios Sem a terra o indio não sobrevive Ele morre Um indio jamais viveria em um kit net de uma cidade , ele morreria Um indio , Cacique Juruna, foi deputado federal, mas disse inumeras vezes que não trocava a sua aldeia pelo conforto de Brasilia . O indio é inseparável da terra . O homem branco precisa entender isto.
Para mim o 19 de março de 2009 é um marco na história do Brasil , maior do que uma eleição para presidente da república , de governador do Estado ou de Prefeito de uma cidade ( longe de mim dizer que estes acontecimentos não são importantes, realmente o são, mas inferiores ao da consagração do direito dos silvicolas as suas terras.)
E este julgamento balizará os demais.
As terras sem males existem .
Eu acredito nelas.
Nós somente precisamos preservá-las da extinção E agora depois do 19 de março isto será possível A luta em favor dos povos da floresta continuará pelos brasileiros e brasileiras de boa vontade.
E eu como paraense , a felicidade é maior Quem demarcou as terras continuas da Reserva Raposa Terra do do Sol foi Jarbas Passarinho, um grande paraense, quando era Ministro da Justiça E quem deu um dos votos decisivos para a vitoria dos indios , foi o Ministro Direito Alvares, médico, advogado , ministro do Supremo Tribunal Federal e - o que é mais importante - paraense e cuja familia é minha vizinha aqui no Bairro de Batista Campos de Belem.
Pensemos nisto
Ir Alberto
sábado, 28 de março de 2009
A FILHA DE FHC – O “ROBERTO JEFERSON” DA HORA

A FILHA DE FHC – O “ROBERTO JEFERSON” DA HORA
Laerte Braga
Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é funcionária do gabinete do senador Heráclito Fortes (DEM – PI) e presta os seus serviços em casa. Sua casa fica em São Paulo, capital do estado do mesmo nome. Recebeu as horas extras pagas aos servidores do Senado em janeiro. Em entrevista à jornalista Mônica Bérgamo, FOLHA DE SÃO PAULO, a moça diz que não tem culpa de ser filha de um ex-presidente e diz que seu patrão é o senador.
No cinismo que é genético em tucanos afirma que em casa trabalha mais que no gabinete que é pequeno e com todas as letras que “o Senado é uma bagunça”. Luciana cuida do arquivo pessoal do senador, organiza “coisas de campanha” e o “trabalho não tem fim, dura enquanto a pessoa estiver na política”.
É preciso ficar atento. Para além do BBB existe vida. Com certeza o paladino da moral, dos bons costumes, da verdade jornalística William Bonner vai noticiar no JORNAL NACIONAL que a filha de FHC recebe do Senado, recebeu as horas extras e trabalha em casa. Boner é um cidadão “sério” e “respeitável”, jornalista que serve de medida para o padrão ético da categoria e não vai deixar os “homer simpson” em falta, ou à mercê de uma canalhice dessas.
Fernando Henrique Cardoso, para quem não tem boa memória, é aquele pilantra que enrolou Itamar Franco (até hoje Itamar acredita que foi presidente da República), virou presidente e vendeu o País inteiro com direito a 20% no resultado da venda. Vive dizendo bobagens pela imprensa e esperto como todo tucano, engessou o quanto pode o governo Lula ao deixar inúmeras bombas de efeito retardado (políticas, econômicas, etc). Conta com a sorte de Lula morrer de medo de um dos mais ativos dentre os homens bomba tucanos.
A diferença de homem bomba tucano para homem bomba no resto do mundo é que os tucanos não explodem, embolsam propinas. O homem bomba mais ativo dentre a turma de FHC é Gilmar Mendes, presidente do antigo Supremo Tribunal Federal, hoje STF DANTAS INCORPORATION LTD.
A ação da Polícia Federal – Castelo de Areia – mostra que as mudanças que Lula fez por conta de não criar caso com Gilmar Mendes não surtiram o efeito desejado. O de neutralizar o combate à corrupção. Está desmascarado o esquema FIESP/DASLU. A PF mostrou um brio que se espera do presidente da República em relação aos desmandos de Gilmar. Da mesma forma que se espera – ou quem espera sempre alcança, ou pode esperar assentando, mas se espera – que os demais ministros da STF DANTAS INCORPORATION LTD assumam o controle da antiga corte e decidam fazer com que a mesma volte ao fim que em tese se presta. Justiça.
O silêncio nesse caso é mais que omissão.
Gilmar Mendes é o “Roberto Jéferson” da hora. Assim como o ex-deputado, especialista em mixarias por baixo dos panos se prestou a ser o pretexto para o episódio do mensalão quando da proximidade das eleições de 2006, o presidente da STF DANTAS INCORPORATION LTD cumpre esse papel agora, o de desmoralizar o governo, desviar o foco de investigações e fatos políticos que mostram que as maiores quadrilhas da política nacional são PSDB, DEM e parte do PMDB – estou falando de maiores, existem as menores, lógico –.
O objetivo? Eleger a fraude que governa São Paulo, José Serra, presidente da República em 2010.
Roberto Jéferson bateu de frente com o ex-ministro José Dirceu. Dirceu sabia das “operações” do tucanato para chegar ao poder, manter o controle de determinados “negócios” e passou a ser alvo principal dos tucanos. O “mensalão” de Furnas”, um exemplo. O caixa dois das campanhas de FHC montado pelas empresas privadas que “compraram” estatais. Na prática compraram o governo. E todo o efeito cascata dessa corrupção genética que permeia tucanos. Não existe exceção e nem existe ingênuo em se tratando de tucano. Pode existir mais bobo, tipo Eduardo Azeredo. Menos bobo, um monte, a maioria.
Como agora não existe José Dirceu no governo, os riscos são quase mínimos de farsas emplacarem com cumplicidade da mídia...
Gilmar Mendes quer forçar de todas as maneiras possíveis uma crise que envolva supostas instituições – estão todas falidas e privatizadas –, emergir desse incêndio político como o grande bombeiro capaz de apagar qualquer fogo, acuar mais que já acuou o governo e por esse caminho passa o caso Cesare Battisti.
O presidente STF DANTAS INCORPORATION LTD quer extraditar o refugiado com a alegação que danos econômicos serão causados ao Brasil caso o governo de Sílvio Berlusconi (o líder fascista disse ontem, noutra de suas mancadas, que “sou mais pálido que o Obama), resolva retaliar política e economicamente nosso País. Outra dimensão da pizza.
E uma realidade cruel. O ser humano, a vida, vale menos que os fatores econômicos. É o que chamam de mundo real. Toma a pancada, agradece e assenta-se risonho/a a mesa do algoz.
Registre-se que danos econômicos não serão causados a Gilmar. O embaixador da Itália no Brasil já entrou pela porta dos fundos do seu gabinete e conhece bem essa história de fundos. A revista CARTA CAPITAL descobriu o mapa de onde saem os fundos de Gilmar Mendes e família.
O objetivo básico do presidente da STF DANTAS INCORPORATION LTD é esse. As razões do medo ou silêncio de Lula diante de tantas bravatas e ameaças de Gilmar é que ninguém consegue entender. O cara é bandido e a coisa mais fácil do mundo é mostrar isso.
Esse papel de incendiário disfarçado de bombeiro é perceptível também até por “cegos”.
É possível que Luciana Cardoso, filha do ex-presidente FHC, funcionária do gabinete de um senador DEMOCRATA – aliado dos tucanos – e que trabalha em casa, pois o “Senado é uma bagunça”, saiba explicar direitinho essa e outras histórias.
Vale uma observação sobre esse fato envolvendo a moça, a filha do ex-presidente. Vamos ver quanto senadores reagem às declarações que a Casa “é uma bagunça”. Aposto em poucos, muito poucos. A maioria tem espelho e sabe o tamanho dos rabos guardados nas arcas do governo do ex.
Tucanos ressuscitaram aquela velha expressão da política dos antigos coronéis –“o feio é perder, por isso vale tudo” –.
A sorte é que a Polícia Federal não está concordando com esse papel de coadjuvante de farsas que eram rotineiras no governo FHC. Sentar em cima. E como diria o jornalista Ivan Lessa “entubar uma brachola”. Imagino o patrono dos grandes sonegadores, Paulo Stak, presidente da FIESP, diante das “contribuições” para “os tais partidos políticos” – quadrilhas.
Ah! No meio dessa confusão toda o BOM DIA BRASIL resolveu mostrar o estado das estradas brasileiras, das ruas nas cidades e falar da qualidade do asfalto, do trabalho para consertar, arrumar, do direito de estadas e ruas de boa qualidade. Num disse uma palavra das empreiteiras que recebem para asfaltar classe A e asfaltam classe B. Assim tipo Camargo Corrêa.
São anunciantes e além do mais, arrancam habeas corpus em pouco tempo. Geradores de “progresso e empregos”.
quinta-feira, 26 de março de 2009
CARA DE PAU- NÓS POR CÁ

"Ai, que saudades do governo militar, quando eu podia falar!”
"Ai, que saudades do governo militar, quando eu podia falar!" Essa foi a resposta de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) à afirmação do presidente Lula de que tem "[ex-]presidente que fala demais". O petista havia feito este comentário anteontem, em Recife. Na segunda-feira, em eventos e no programa "Roda Viva", da TV Cultura, o tucano criticou a corrupção no governo federal. Ontem, em seminário em São Paulo, ele repetiu as acusações. 26 março 2009
O ex-presidente quer voltar. Como disse anteontem em São Paulo, "Lula recebeu um país em condições melhores do que aquele entregue a mim por Itamar, e espero recebê-lo de volta em situação ainda melhor". Como se vê, nem Serra, nem Aécio: o candidato de Fernando Henrique é mesmo Fernando Henrique. JB online 26 março 2009
Extraido do blog do Nassif:
17/03/2009 - 09:37
O aval de cima
No final da entrevista dada a Kennedy Alencar, na TV!, Fernando Henrique, de fato, se refere assim a três personagens polêmicos:
Gilmar Mendes: corajoso.
Protógenes: amalucado.
Daniel Dantas: “não conheço bem, mas dizem que é brilhante”.
Nada mais disse, nem seria necessário.
Os fundadores herdeiros e manutencionistas de ¨”uma terra com males” perdem toda a pouca vergonha que ainda lhes restava na cara quando o tapete das regalias lhes é retirado,
Entram em pânico perdem a decência e viram lixos não recicláveis.
Depois da detenção de vários diretores da empresa CAMARGO CORRÊA por desvio de capitais e doação de dinheiro a partidos políticos PSDB, DEM, a desordem entrou nas fileiras da direita e a ordem é EXTREMISMO MAXIMO.
A dona DASLU e seu irmão vendedores de cuecas a 1000 reais para Fernando Henrique Cardoso, vejam só desviaram nem mais nem menos a soma de 1 bilhão de reais em sonegação de impostos num país onde 80% da população não tem esgoto nem tratamento do mesmo, para esse mesmo EX “qualquer coisa" Daniel Dantas é um homem BRILHANTE
Esse banqueiro escroc mais parecido a um TONINHO DA BARCELONA que a um verdadeiro empresário levou nada mais nada menos que dois Hábeas Corpus cedidos por outro grande comparsa do EX “qualquer coisa” Gilmar Mendes presidente do STF.
Só nos resta ficar alerta na atuação durante este final de semana onde este presidente é especialista em ceder HC a criminosos de colarinho branco da direita Brasileira.
Vamos contar os HC este fim de semana?
Nós por cá.
Discurso do embaixador Guaicaípuro Cuatemoc - Barbet

Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, defendendo o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia. A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc.
Eis o discurso:
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, Para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país- , com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."
Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia, mas estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.
Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais. Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados.
Publicado no Jornal do Comércio - Recife/PE- Brasil.
terça-feira, 24 de março de 2009
Filme "Cidadão Boilesen" - Vanderley Caixe
Companheiros,
Filme "Cidadão Boilesen" /documentário que revela a ligação política e econômica entre empresários e militares no combate à luta armada durante o regime militar brasileiro.
No momento atual, em que se discute a participação de empresas como a Folha de São Paulo no apoio direto à ditadura civil-militar e ao seu esquema de repressão e em que lutamos para que a sociedade estabeleça claramente a diferença entre a luta armada de resistência e a tortura e assassinato de combatentes sob a guarda do Estado brasileiro, vale a pena prestigiar o lançamento do filme "Cidadão Boilesen".
Um abraço,
Carlos Eugênio Paz - Clemente
Filme "Cidadão Boilesen" /documentário que revela a ligação política e econômica entre empresários e militares no combate à luta armada durante o regime militar brasileiro.
No momento atual, em que se discute a participação de empresas como a Folha de São Paulo no apoio direto à ditadura civil-militar e ao seu esquema de repressão e em que lutamos para que a sociedade estabeleça claramente a diferença entre a luta armada de resistência e a tortura e assassinato de combatentes sob a guarda do Estado brasileiro, vale a pena prestigiar o lançamento do filme "Cidadão Boilesen".
Um abraço,
Carlos Eugênio Paz - Clemente
A Carta do Chefe Índio Seattle - Ir Alberto

Para que os brasileiros reflitam sempre na importância dos nossos atos e a sorte da última Terra Sem Males que restou no território brasileiro.
Ir Alberto
"So depois que a última árvore for derrubada, o último peixe for morto, o último rio envenenado, vocês irão perceber que dinheiro não se come".
Trecho de uma carta escrita em 1885 pelo chefe Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, ao então presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce, depois que o governo deu a entender que desejava adquirir o território da tribo. {Extraído do Manual "A Preservação dos Recursos Hídricos" Polícia Militar/General Motors do Brasil}
Nos Estados Unidos, em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao Presidente Francis Pierce. Isso ocorreu depois de o Governo anunciar que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios, eram dois milhões de acres por $150,000. Os anos passam e cada vez mais o texto é atual e sensibilizador.
Carta do Chefe Seattle
"O que ocorrer com a terra,
recairá sobre os filhos da terra.
Há uma ligação em tudo."
[Este documento - dos mais belos e profundos pronunciamentos já feitos a respeito da defesa do meio ambiente - vem sendo intensamente divulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas). É uma carta escrita, em 1854, pelo chefe Seattle ao presidente dos EUA, Franklin Pierce, quando este propôs comprar grande parte das terras de sua tribo, oferecendo, em contrapartida, a concessão de uma outra "reserva".]
Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, com é possível comprá-los? Cada pedaço desta terra é sagrada para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra da floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das arvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do potro, e o homem - todos pertencem a mesma família.
Portanto, Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Essa terra é sagrada para nós.
Essa água brilhante que escorre nos riachos não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se que ela é sagrada e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida de meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.
Os rios são nossos irmãos e saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.
Não há lugar quieto na cidade do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o deabrochar das flores na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez porque eu sou um selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o canto solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.
O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio verão limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.
O ar é precioso para o homem vermelho pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro aspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição, o homem branco deve tratar os animais dessa terra como irmãos
.
Sou um selvagem e não compreendo outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que o alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecermos vivos.
O que é os homens sem os animais? Se todos os animais se fossem os homens morreriam de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.
Vocês devem ensinar as suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
Isto sabemos: a terra não pertence ao homem, o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisa estão ligadas como o sangue que une a família. Há uma ligação em tudo. O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fazer ao tecido, fará a si mesmo.
Mesmo o homem branco cujo Deus caminha e fala como ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnadas do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruídos por fios que falam. Onde está o arvoredo?
Desapareceu. Onde está a águia?
Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência.
=================
Os Índios Duwamish habitavam na zona norte do actual estado de Washington, cuja capital Seattle tem o nome do Chefe Índio que proferiu o discurso, conhecido como a Carta do Chefe Índio, que é considerada como um dos mais belos manifestos ecológicos. Após a cedência das terras os índios Duwamish migraram para a reserva Port Madison onde está sepultado o Chefe Seattle.
segunda-feira, 23 de março de 2009
O CINISMO E A FALTA DE VERGONHA AO ALCANCE DE TODOS – MATE DOIS COM UM TIRO - Laerte Braga
Por maior que seja o poder da mídia no processo de alienação há um componente de cinismo ora explícito, ora disfarçado no cidadão comum que se extasia com toda essa parafernália tecnológica de nada – existe aquela que é de tudo e no caso não é parafernália –. Quando se reclamava da má qualidade dos programas de televisão, isso na década de 60, Sérgio Porto dizia que era simples – “basta apertar o botão de desligar”.
O cidadão que vai até o candidato, época de eleição, pede um saco de cimento, uma quantidade xis de tijolos, etc, sabe que está tirando proveito de uma situação – o período eleitoral – e conta com aquilo para um puxadinho, ou o que seja. Um emprego para o filho ou a filha.
Isso por baixo, no mais simples, no mais corriqueiro, comum, deixando de lado as grandes trapaças entre grandes coronéis da política e eleitores que se submetem em função de interesses pessoais ou de grupos, sem qualquer preocupação com a coisa pública, o futuro, o que seja, até pelo contrário, exibindo aquele ar triunfal de quem chegou, conseguiu. Todos os eleitores de Edmar Moreira sabiam do tal castelo, mas todos se sentiam parte do dito cujo, nem que se lhes coubesse, como se lhes cabe, o papel de servos, os que vivem ao redor em torno das migalhas.
João Ubaldo Ribeiro andou escrevendo sobre isso quando tratou do tema corrupção. É difícil exigir que um bandido montado em bilhões, caso de Daniel Dantas, fique preso, se o distinto aqui embaixo tenta subornar o guarda porque a data da carteira de habilitação está vencida. Ou passa por baixo dos panos uns quinhentos para o Pastinha sossegar uns dias e só voltar na semana que vem e ignorar a sonegação.
Uma cultura cínica que o feio é perder e vale tudo para chegar lá. Não importa o que, vale tudo. O BBB é o exemplo mais claro disso e agora o concurso que escolhe as garotas que vão ao programa dito humorístico Casseta e Planeta. Segundo o portal GLOBO elas “fazem de tudo para conseguir chegar ao Casseta”.
Em Israel jovens andam pelas ruas com camisetas conclamando a matar uma palestina grávida por dia, pois assim, com um só tiro, estarão sendo mortos dois “inimigos”. Só comprova que na questão do holocausto, uma realidade, ele só aconteceu porque Hitler venceu. Fosse o contrário, como agora na Palestina, haveria como existe o mesmo holocausto e a mesma barbárie, com os mesmos métodos, porque sionistas e nazistas são iguais.
O grande triunfo do modelo político e econômico foi o de fazer o cidadão acreditar nos tais quinze minutos de glória e sucesso previstos por Andy Wahrol. A ditadura da imagem, do sucesso, o fetiche do consumo desvairado, nem que seja necessário andar pela rua como se fosse uma vitrine de cores e berloques, mas dentro dos padrões determinados pelo sucesso.
O cidadão, por exemplo, que vai ao Rio contrata uma dançarina de determinado programa de televisão a tempo certo e altos salários e leva para sua cidade, distribui fotos aos colunistas sociais – fotos de book – e proclama que estão vivendo um “tórrido amor”.
Somem os parâmetros de normal e anormal, de real e irreal. Misturam-se. A expressão felicidade ganha a dimensão de hoje e agora o resto depois eu vejo sem perceber o lixo que vai ficando pela estrada e vai ter que ser catado, até porque o modelo é impiedoso e vai exigir a limpeza. Há uma data de validade para esse tipo de gente.
E nesse caso nem personal trainner dá jeito. Esse é só um adereço para eventuais casos românticos, nada mais que isso.
Importante é que quando o pastor gritar que as casas no céu estão à venda o distinto ou a distinta mexa no bolso e doe o que pode e não pode, mas saia absolvido e com garantias da moradia futura. E de um futuro que ninguém pensa, daqueles que a gente acha que só acontece com o outro. Que o digam os bancos norte-americanos que financiaram imobiliárias.
Aí, um fascista com passado pela juventude hitlerista, vai a África, falo de Bento XVI, diz um monte de asneiras a milhões de pessoas sofridas e marcadas historicamente pela escravidão, pela fome, pela miséria, doenças, pelas ditaduras, vender a idéia da modernidade nesse monte de máquinas que os bancos usam para dispensar bancários e transformar o mundo em agências bancárias onde você enfrenta filas que nos cartazes não deveriam existir, mas existem e como existem. É compreensível que os franceses, boa parte dos católicos naquele país, queiram a renúncia do papa. Não é um papa, é um homem de negócios a serviço dos mais sórdidos interesses do capitalismo.
Só um Edir, falo do Macedo – gosto de explicar para que não haja confusão com o quinhentinho - com paramentos e mais história, nada além disso.
Mais pompa.
As hordas de assassinos sionistas de Israel continuam demolindo casas, matando homens, mulheres e crianças – agora com direito a camiseta – tudo com o aval de Barak Obama, representante da vaselina Johnson and Johnson – Lula já provou dela – encantando o mundo como aquele cara que levanta serpente dormindo no fundo do jarro com sua flauta. A flauta de Obama é o parecer ser negro e de origem pobre, enquanto é branco e grudado no sionismo através da senhora Hilary Clinton. O Irã não mordeu a isca, aquele negócio de maçã maravilhosa que bruxa (ao papa aí) oferece a Branca de Neve.
É isso que explica um Berlusconi primeiro-ministro da Itália e isso que explica todo esse aparato para demitir o delegado Protógenes Queiroz dos quadros da Polícia Federal. Pô o cara foi mexer com um banqueiro amigo de FHC que o considera “brilhante” e ainda por cima não levou em conta que a quadrilha tem Gilmar Mendes na presidência da STF DANTAS INCORPORATION LTD.
E é o que explica as pesquisas IBOPE/DATA FOLHA mostrando figuras como José Serra liderando a corrida presidencial. Hélio Costa liderando em Minas. A empresa PSDB (tucano é marca de fantasia) liderando em vários estados inclusive São Paulo e faz com que figuras como José Sarney e Michel Temer presidam as duas casas do Congresso, promovam censura para não desagradar ao capo Gilmar Mendes e aqui embaixo todo mundo se desespere entrando na fila às cinco da manhã para pegar a liquidação das Casas Bahia. Cinco da manhã na véspera.
A reação de povos como os da Venezuela, da Bolívia, do Paraguai (José Serra pagou a ABRIL para fazer um mapa da América do Sul e o Paraguai sumiu), do Equador, da Nicarágua, de El Salvador, o sentimento de respeito que parcelas da população começam a exigir na luta contra o modelo de empresas/quadrilhas, sociedade de espetáculo, de imagem, de fetiches, de fome, miséria, corrupção, tudo isso sinaliza em duas direções. No Brasil o mundo institucional faliu, acabou, está podre, não tem recuperação. Morreu e continua respirando de teimoso de cínico. A segunda, que a saída não está no jogo democrático montado e desenhado pelos donos. Mas na luta popular não importa de que forma.
Do contrário daqui a pouco Lula chama o advogado geral da União e manda convocar Brilhante Ulstra para a ativa novamente e enquadra todo mundo. Ou o próprio Gilmar Mendes faz isso, manda o torturador entrar pela porta dos fundos.
Um cidadão, no antigo estado do Espírito Santa, hoje latifúndio ARACRUZ/VALE/SAMARCO/CST foi escravo durante anos a fio de um desses defensores de Deus, pátria, liberdade e família, mas a dele.
E está tranqüilo tem uma bancada no Congresso para defender os seus interesses. Em último caso é só fazer como o prefeito tucano de Unaí, manda matar os fiscais. Fica do mesmo tamanho, não acontece nada. Mas não mexa com Daniel Dantas. Dá galho.
No meio disso tudo Lula, cada vez mais banana, sem perceber a dimensão de sua responsabilidade o real significado do desastre sem volta que seria a eleição de Serra para a presidência. Ou que será. Ele e o seu PTSDB.
Ou acorda ou vai virar a Bela Adormecida nessa história.
A camiseta que soldados e jovens terroristas de Israel vestem conclama o cidadão a matar mulheres grávidas. Deve ser indicação do “deus” do povo eleito, o que mora em Wall Street.
O cidadão que vai até o candidato, época de eleição, pede um saco de cimento, uma quantidade xis de tijolos, etc, sabe que está tirando proveito de uma situação – o período eleitoral – e conta com aquilo para um puxadinho, ou o que seja. Um emprego para o filho ou a filha.
Isso por baixo, no mais simples, no mais corriqueiro, comum, deixando de lado as grandes trapaças entre grandes coronéis da política e eleitores que se submetem em função de interesses pessoais ou de grupos, sem qualquer preocupação com a coisa pública, o futuro, o que seja, até pelo contrário, exibindo aquele ar triunfal de quem chegou, conseguiu. Todos os eleitores de Edmar Moreira sabiam do tal castelo, mas todos se sentiam parte do dito cujo, nem que se lhes coubesse, como se lhes cabe, o papel de servos, os que vivem ao redor em torno das migalhas.
João Ubaldo Ribeiro andou escrevendo sobre isso quando tratou do tema corrupção. É difícil exigir que um bandido montado em bilhões, caso de Daniel Dantas, fique preso, se o distinto aqui embaixo tenta subornar o guarda porque a data da carteira de habilitação está vencida. Ou passa por baixo dos panos uns quinhentos para o Pastinha sossegar uns dias e só voltar na semana que vem e ignorar a sonegação.
Uma cultura cínica que o feio é perder e vale tudo para chegar lá. Não importa o que, vale tudo. O BBB é o exemplo mais claro disso e agora o concurso que escolhe as garotas que vão ao programa dito humorístico Casseta e Planeta. Segundo o portal GLOBO elas “fazem de tudo para conseguir chegar ao Casseta”.
Em Israel jovens andam pelas ruas com camisetas conclamando a matar uma palestina grávida por dia, pois assim, com um só tiro, estarão sendo mortos dois “inimigos”. Só comprova que na questão do holocausto, uma realidade, ele só aconteceu porque Hitler venceu. Fosse o contrário, como agora na Palestina, haveria como existe o mesmo holocausto e a mesma barbárie, com os mesmos métodos, porque sionistas e nazistas são iguais.
O grande triunfo do modelo político e econômico foi o de fazer o cidadão acreditar nos tais quinze minutos de glória e sucesso previstos por Andy Wahrol. A ditadura da imagem, do sucesso, o fetiche do consumo desvairado, nem que seja necessário andar pela rua como se fosse uma vitrine de cores e berloques, mas dentro dos padrões determinados pelo sucesso.
O cidadão, por exemplo, que vai ao Rio contrata uma dançarina de determinado programa de televisão a tempo certo e altos salários e leva para sua cidade, distribui fotos aos colunistas sociais – fotos de book – e proclama que estão vivendo um “tórrido amor”.
Somem os parâmetros de normal e anormal, de real e irreal. Misturam-se. A expressão felicidade ganha a dimensão de hoje e agora o resto depois eu vejo sem perceber o lixo que vai ficando pela estrada e vai ter que ser catado, até porque o modelo é impiedoso e vai exigir a limpeza. Há uma data de validade para esse tipo de gente.
E nesse caso nem personal trainner dá jeito. Esse é só um adereço para eventuais casos românticos, nada mais que isso.
Importante é que quando o pastor gritar que as casas no céu estão à venda o distinto ou a distinta mexa no bolso e doe o que pode e não pode, mas saia absolvido e com garantias da moradia futura. E de um futuro que ninguém pensa, daqueles que a gente acha que só acontece com o outro. Que o digam os bancos norte-americanos que financiaram imobiliárias.
Aí, um fascista com passado pela juventude hitlerista, vai a África, falo de Bento XVI, diz um monte de asneiras a milhões de pessoas sofridas e marcadas historicamente pela escravidão, pela fome, pela miséria, doenças, pelas ditaduras, vender a idéia da modernidade nesse monte de máquinas que os bancos usam para dispensar bancários e transformar o mundo em agências bancárias onde você enfrenta filas que nos cartazes não deveriam existir, mas existem e como existem. É compreensível que os franceses, boa parte dos católicos naquele país, queiram a renúncia do papa. Não é um papa, é um homem de negócios a serviço dos mais sórdidos interesses do capitalismo.
Só um Edir, falo do Macedo – gosto de explicar para que não haja confusão com o quinhentinho - com paramentos e mais história, nada além disso.
Mais pompa.
As hordas de assassinos sionistas de Israel continuam demolindo casas, matando homens, mulheres e crianças – agora com direito a camiseta – tudo com o aval de Barak Obama, representante da vaselina Johnson and Johnson – Lula já provou dela – encantando o mundo como aquele cara que levanta serpente dormindo no fundo do jarro com sua flauta. A flauta de Obama é o parecer ser negro e de origem pobre, enquanto é branco e grudado no sionismo através da senhora Hilary Clinton. O Irã não mordeu a isca, aquele negócio de maçã maravilhosa que bruxa (ao papa aí) oferece a Branca de Neve.
É isso que explica um Berlusconi primeiro-ministro da Itália e isso que explica todo esse aparato para demitir o delegado Protógenes Queiroz dos quadros da Polícia Federal. Pô o cara foi mexer com um banqueiro amigo de FHC que o considera “brilhante” e ainda por cima não levou em conta que a quadrilha tem Gilmar Mendes na presidência da STF DANTAS INCORPORATION LTD.
E é o que explica as pesquisas IBOPE/DATA FOLHA mostrando figuras como José Serra liderando a corrida presidencial. Hélio Costa liderando em Minas. A empresa PSDB (tucano é marca de fantasia) liderando em vários estados inclusive São Paulo e faz com que figuras como José Sarney e Michel Temer presidam as duas casas do Congresso, promovam censura para não desagradar ao capo Gilmar Mendes e aqui embaixo todo mundo se desespere entrando na fila às cinco da manhã para pegar a liquidação das Casas Bahia. Cinco da manhã na véspera.
A reação de povos como os da Venezuela, da Bolívia, do Paraguai (José Serra pagou a ABRIL para fazer um mapa da América do Sul e o Paraguai sumiu), do Equador, da Nicarágua, de El Salvador, o sentimento de respeito que parcelas da população começam a exigir na luta contra o modelo de empresas/quadrilhas, sociedade de espetáculo, de imagem, de fetiches, de fome, miséria, corrupção, tudo isso sinaliza em duas direções. No Brasil o mundo institucional faliu, acabou, está podre, não tem recuperação. Morreu e continua respirando de teimoso de cínico. A segunda, que a saída não está no jogo democrático montado e desenhado pelos donos. Mas na luta popular não importa de que forma.
Do contrário daqui a pouco Lula chama o advogado geral da União e manda convocar Brilhante Ulstra para a ativa novamente e enquadra todo mundo. Ou o próprio Gilmar Mendes faz isso, manda o torturador entrar pela porta dos fundos.
Um cidadão, no antigo estado do Espírito Santa, hoje latifúndio ARACRUZ/VALE/SAMARCO/CST foi escravo durante anos a fio de um desses defensores de Deus, pátria, liberdade e família, mas a dele.
E está tranqüilo tem uma bancada no Congresso para defender os seus interesses. Em último caso é só fazer como o prefeito tucano de Unaí, manda matar os fiscais. Fica do mesmo tamanho, não acontece nada. Mas não mexa com Daniel Dantas. Dá galho.
No meio disso tudo Lula, cada vez mais banana, sem perceber a dimensão de sua responsabilidade o real significado do desastre sem volta que seria a eleição de Serra para a presidência. Ou que será. Ele e o seu PTSDB.
Ou acorda ou vai virar a Bela Adormecida nessa história.
A camiseta que soldados e jovens terroristas de Israel vestem conclama o cidadão a matar mulheres grávidas. Deve ser indicação do “deus” do povo eleito, o que mora em Wall Street.
domingo, 22 de março de 2009
Grupo Tortura Nunca Mais-RJ- Vanderley Caixe
Carta O Berro
45 anos do golpe militar
No dia 31 de março de 1964, militares depuseram o presidente João Goulart e implantaram uma ditadura que durou 21 anos.
A ASA, o grupo Tortura Nunca Mais e a Casa da América Latina promovem dois eventos para lembrar o período ditatorial, a luta pela redemocratização e os impactos do regime militar no Brasil de hoje.
Dia 22 de março, domingo, às 17 horas, na sala de vídeo (rua São Clemente, 155)
Exibição do documentário Tempo de Resistência, de André Ristum. A partir do depoimento de mais de 30 pessoas diretamente envolvidas na resistência à ditadura, com imagens de arquivo, o filme revela a história das duas décadas negras. Músicas de Chico Buarque, Francis Hime e Geraldo Vandré.
Dia 29 de março, domingo, às 17 horas, no auditório (rua São Clemente, 155)
Palestras com o professor de História Fernando Vieira, o diretor de Direitos Humanos da Casa da América Latina Modesto da Silveira e a vice-presidente do grupo Tortura Nunca Mais Victoria Grabois. Os temas irão da decretação do AI-5, em 1968, até as memoráveis campanhas pela anistia e por eleições diretas para presidente da República, passando pelos anos de chumbo da resistência aos ditadores.
Participação especial do Coral da ASA, que cantará músicas daquele período (Chico Buarque, Tom Jobim, Geraldo Vandré, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, entre outros).
Programas fundamentais, especialmente para os jovens que desconhecem a experiência sufocante de um regime totalitário.
Estacionamento (pago) no local.
Entrada franca.
Matéria enviada por,
Vanderley Caixe
45 anos do golpe militar
No dia 31 de março de 1964, militares depuseram o presidente João Goulart e implantaram uma ditadura que durou 21 anos.
A ASA, o grupo Tortura Nunca Mais e a Casa da América Latina promovem dois eventos para lembrar o período ditatorial, a luta pela redemocratização e os impactos do regime militar no Brasil de hoje.
Dia 22 de março, domingo, às 17 horas, na sala de vídeo (rua São Clemente, 155)
Exibição do documentário Tempo de Resistência, de André Ristum. A partir do depoimento de mais de 30 pessoas diretamente envolvidas na resistência à ditadura, com imagens de arquivo, o filme revela a história das duas décadas negras. Músicas de Chico Buarque, Francis Hime e Geraldo Vandré.
Dia 29 de março, domingo, às 17 horas, no auditório (rua São Clemente, 155)
Palestras com o professor de História Fernando Vieira, o diretor de Direitos Humanos da Casa da América Latina Modesto da Silveira e a vice-presidente do grupo Tortura Nunca Mais Victoria Grabois. Os temas irão da decretação do AI-5, em 1968, até as memoráveis campanhas pela anistia e por eleições diretas para presidente da República, passando pelos anos de chumbo da resistência aos ditadores.
Participação especial do Coral da ASA, que cantará músicas daquele período (Chico Buarque, Tom Jobim, Geraldo Vandré, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, entre outros).
Programas fundamentais, especialmente para os jovens que desconhecem a experiência sufocante de um regime totalitário.
Estacionamento (pago) no local.
Entrada franca.
Matéria enviada por,
Vanderley Caixe
UMA FORTE DOSE DE MASOQUISMO – E AINDA SE ALMOÇA COM O ALGOZ - Laerte Braga
Há uma forte dose de masoquismo no brasileiro a julgar pelo que foi divulgado neste final de semana. Pesquisas do IBOPE e do Instituto Data Folha dão larga vantagem a José Serra, governador de São Paulo, em termos de eleições presidenciais. Em 2010, tudo bem, mas Serra mantém essa liderança a despeito de todo o processo de corrupção e entrega do País que permeia o tucanato.
O governo Serra em São Paulo é mero trampolim para a presidência da República. Não tem outro objetivo. Amoral, sem caráter algum, o governador logo após perder as eleições para Lula em 2002 buscou eleger-prefeito da capital paulista, assinou – note bem, assinou – compromisso público de cumprir o mandato até o fim e saiu para ser governador, tudo dentro da estratégia de retorno ao poder da quadrilha tucana.
O ex-presidente FHC disse outro dia em entrevista que Gilmar Mendes, bandido que preside o STF Dantas Incorporation Ltd,”é um homem corajoso.” Que o delegado federa Protógenes Queiroz é “amalucado” e que Daniel Dantas “é brilhante”.
E Serra lidera as intenções de voto para a presidência em 2010.
Serra é corrupto, são vários os fatos que atestam e comprovam isso, todo esse esquema montado contra Protógenes é parte de um processo maior e mais amplo que visa afastar todos os fatos levantados contra a quadrilha tucana, a história recente do País, os oito anos de FHC. O brasileiro rejeitou em 2002 e 2006 a proposta tucana, confere altos índices de aprovação ao governo Lula que não é lá essas maravilhas que falam os lulistas, mas na hora de dizer em quem pretende votar cita o paulista Serra.
É preciso ter consciência e afirmar sem medo que ou o eleitor é alienado pura e simplesmente, ou gosta de apanhar, de sofrer e por aí vamos ao cinismo absoluto.
A verdade é que somos hoje uma nação sem rosto. Nos acostumamos com cortes brutais em nossa história como se nada tivesse acontecido. Como se no período entre 1964 e 1984, os vinte anos da ditadura militar, militares não tivessem prendido, torturado, estuprado, assassinado seus opositores em câmaras de tortura recheadas de patriotismo canhestro dos boçais. Estão até hoje falando em “salvar a pátria amada”.
Eu me recordo que à época das filmagens de Zuzu as pessoas se indignaram com a dor e sofrimento de uma mulher/mãe de coragem sem meias medidas e agora Serra é o melhor qualificado nas intenções para 40% da população.
Há o fator alienação, do sujeito que acredita que VEJA é o caminho da salvação, ou que William Bonner e seu JORNAL DA MENTIRA, nada disso é gratuito, mas há um cinismo implícito que pode ser percebido, por exemplo, no noticiário do próprio portal da GLOBO, quando afirma que “gatas fazem de tudo para ir ao casseta”.
Um programa chinfrim de humorismo, que vende o modelo pretendendo parecer contra e onde garotas querem aparecer a qualquer preço. Esse ser sem rosto, sem alma, o mesmo que transforma um bordel como o BBB em atração nacional, é que acha que Serra deve ser o próximo presidente da República.
No caso das pesquisas, fala-se que sem Aécio, o governador paulista teria 40% dos votos em Minas. Minas começa a deixar de existir como parte do Brasil, começa a virar latifúndio dessa massa amorfa e sem sentido que vem sendo transformada desde o governo Newton Cardoso. De lá para cá estilos diferentes, todos basicamente a mesma coisa.
Cerca de 4 mil trabalhadores foram demitidos da EMBRAER e a empresa, a exemplo da AIG norte-americana, está pagando bônus a diretores com dinheiro do governo Lula. Foi privatizada no governo FHC e muito mais que a entrega de uma empresa ao capital estrangeiro, entregou-se um patrimônio público, a quarta maior construtora de aviões do mundo – geradora de tecnologias – e Serra lidera as intenções de voto.
Não importa que Dilma seja a candidata do outro lado. Por pior que seja é sempre menos ruim que Serra, milhões de vezes menos ruim, logo, se é menos ruim é melhor. Mas o eleitor prefere Serra.
Tem um trem errado. Ou é masoquismo, ou alienação absoluta, ou as duas coisas ao mesmo tempo.
Vai ver todo mundo quer participar ou do BBB ou ir ao casseta.
E tome cassetada.
Todo esse episódio tentando desmoralizar o delegado Protógenes Queiroz tem um único objetivo. Impedir que todas as provas e fatos descobertos de falcatruas tucanas, Gilmar Mendes à frente neste caso – o cara censurou a tevê Câmara e Michel Temer sentou em cima e nem chiou – mas impedir que esses fatos venham a tona.
As propinas da ALSTOM. O verdadeiro mensalão dos tucanos. As fortunas acumuladas por FHC, José Serra, Aécio Neves, Yeda Crusius, a entrega do Brasil ao capital estrangeiro e a transformação do País em mero produtor de matérias primas um pouco mais sofisticadas – transgênicas – que há anos atrás e manter o cidadão comum acreditando piamente que tem cara.
Tem não. Se olhar no espelho nem sombra tem.
O brasileiro está se acostumando a ser tratado como lixo e depois sentar na ponta da mesa do patrão. E pior, ri e acha graça.
O governo Serra em São Paulo é mero trampolim para a presidência da República. Não tem outro objetivo. Amoral, sem caráter algum, o governador logo após perder as eleições para Lula em 2002 buscou eleger-prefeito da capital paulista, assinou – note bem, assinou – compromisso público de cumprir o mandato até o fim e saiu para ser governador, tudo dentro da estratégia de retorno ao poder da quadrilha tucana.
O ex-presidente FHC disse outro dia em entrevista que Gilmar Mendes, bandido que preside o STF Dantas Incorporation Ltd,”é um homem corajoso.” Que o delegado federa Protógenes Queiroz é “amalucado” e que Daniel Dantas “é brilhante”.
E Serra lidera as intenções de voto para a presidência em 2010.
Serra é corrupto, são vários os fatos que atestam e comprovam isso, todo esse esquema montado contra Protógenes é parte de um processo maior e mais amplo que visa afastar todos os fatos levantados contra a quadrilha tucana, a história recente do País, os oito anos de FHC. O brasileiro rejeitou em 2002 e 2006 a proposta tucana, confere altos índices de aprovação ao governo Lula que não é lá essas maravilhas que falam os lulistas, mas na hora de dizer em quem pretende votar cita o paulista Serra.
É preciso ter consciência e afirmar sem medo que ou o eleitor é alienado pura e simplesmente, ou gosta de apanhar, de sofrer e por aí vamos ao cinismo absoluto.
A verdade é que somos hoje uma nação sem rosto. Nos acostumamos com cortes brutais em nossa história como se nada tivesse acontecido. Como se no período entre 1964 e 1984, os vinte anos da ditadura militar, militares não tivessem prendido, torturado, estuprado, assassinado seus opositores em câmaras de tortura recheadas de patriotismo canhestro dos boçais. Estão até hoje falando em “salvar a pátria amada”.
Eu me recordo que à época das filmagens de Zuzu as pessoas se indignaram com a dor e sofrimento de uma mulher/mãe de coragem sem meias medidas e agora Serra é o melhor qualificado nas intenções para 40% da população.
Há o fator alienação, do sujeito que acredita que VEJA é o caminho da salvação, ou que William Bonner e seu JORNAL DA MENTIRA, nada disso é gratuito, mas há um cinismo implícito que pode ser percebido, por exemplo, no noticiário do próprio portal da GLOBO, quando afirma que “gatas fazem de tudo para ir ao casseta”.
Um programa chinfrim de humorismo, que vende o modelo pretendendo parecer contra e onde garotas querem aparecer a qualquer preço. Esse ser sem rosto, sem alma, o mesmo que transforma um bordel como o BBB em atração nacional, é que acha que Serra deve ser o próximo presidente da República.
No caso das pesquisas, fala-se que sem Aécio, o governador paulista teria 40% dos votos em Minas. Minas começa a deixar de existir como parte do Brasil, começa a virar latifúndio dessa massa amorfa e sem sentido que vem sendo transformada desde o governo Newton Cardoso. De lá para cá estilos diferentes, todos basicamente a mesma coisa.
Cerca de 4 mil trabalhadores foram demitidos da EMBRAER e a empresa, a exemplo da AIG norte-americana, está pagando bônus a diretores com dinheiro do governo Lula. Foi privatizada no governo FHC e muito mais que a entrega de uma empresa ao capital estrangeiro, entregou-se um patrimônio público, a quarta maior construtora de aviões do mundo – geradora de tecnologias – e Serra lidera as intenções de voto.
Não importa que Dilma seja a candidata do outro lado. Por pior que seja é sempre menos ruim que Serra, milhões de vezes menos ruim, logo, se é menos ruim é melhor. Mas o eleitor prefere Serra.
Tem um trem errado. Ou é masoquismo, ou alienação absoluta, ou as duas coisas ao mesmo tempo.
Vai ver todo mundo quer participar ou do BBB ou ir ao casseta.
E tome cassetada.
Todo esse episódio tentando desmoralizar o delegado Protógenes Queiroz tem um único objetivo. Impedir que todas as provas e fatos descobertos de falcatruas tucanas, Gilmar Mendes à frente neste caso – o cara censurou a tevê Câmara e Michel Temer sentou em cima e nem chiou – mas impedir que esses fatos venham a tona.
As propinas da ALSTOM. O verdadeiro mensalão dos tucanos. As fortunas acumuladas por FHC, José Serra, Aécio Neves, Yeda Crusius, a entrega do Brasil ao capital estrangeiro e a transformação do País em mero produtor de matérias primas um pouco mais sofisticadas – transgênicas – que há anos atrás e manter o cidadão comum acreditando piamente que tem cara.
Tem não. Se olhar no espelho nem sombra tem.
O brasileiro está se acostumando a ser tratado como lixo e depois sentar na ponta da mesa do patrão. E pior, ri e acha graça.
Recebemos esta mensagem do Dr. Edgardo Derman, médico em San Juan , Argentina, a respeito de sua pesquisa sobre o refrigerante Coca-Cola Zero

Para não incorrermos em divulgar notícia infundada, pesquisamos o site do Federal Drugs Administration, o mais respeitado órgão de controle de drogas e alimentos daquele país, cujas publicações merecem o crédito de toda a comunidade científica internacional.
matéria enviada por: Mansur Maddock
Como se trata de saúde do consumidor, traduzimos a mensagem que vai publicada na íntegra como nos chegou:
"Faço minha contribuição a este interessantissimo artigo: Na década de setenta apareceu uma bebida que foi muito popular em seu momento. A casualidade é que a mesma era produzida também pela Coca Cola e se chamava TAB, obtendo grande êxito já que era dietética.
Nesta época, meu irmão, um engenheiro químico, estava fazendo uma Pós-Graduação na Espanha em Produtos Alimentícios e nos chamou atenção para não consumirmos esta bebida pois a mesma continha “Ciclamato”, um agente químico que reconhecidamente fazia mal à saúde.
DESDE ESSA ÉPOCA SE SABE QUE NÃO SE PODE USAR O CICLAMATO PARA CONSUMO HUMANO.
O Ciclamato, a pesar dos alertas, continuou a ser usado em muitos produtos dietéticos, notadamente nos países em desenvolvimento ou não desenvolvimos.
Quando forem a um supermercado ou mercearia basta conferir os ingredientes para ver se apresenta esta nociva substância nas composições destes produtos.
Agora prestem atenção:
Porque a Coca-Cola Zero, que contém Ciclamato, foi proibida nos Estados Unidos?
Conheça as razões deste porquê. E mais uma questão: O que se passa na América Latina, onde este produto ainda não foi retirado do mercado?
Fiquem de olho nesta bebida, afinal, o que você sabe da Coca-Cola Zero?
Depois de uma massiva propaganda do novo produto Coca-Cola Zero, começaram a aparecer na comunidade científica, artigos médicos sobre os malefícios do Ciclamato. De outra forma, os consumidores começaram a questionar porque a Coca-Cola lançava um produto que viria concorrer com outro produto seu da mesma linhagem, a Coca-Cola Light. Afinal, asa duas não prometiam a inexistência de açúcar em suas composições? Se ambas não contém açúcar, o que as diferenciava?
As respostas para estas questões estão a mostra num atento exame dos componentes de tais refrigerantes:
A Coca Cola LIGHT possui: Acesulfame K (16mg/%) y Aspartame (24mg/%), num total de 40mg/100ml de bebida, de edulcorantes.
Já a Coca Cola ZERO tem em sua formulação Ciclamato de Sódio (27mg%), Acesulfame K (15mg%) e Aspartame (12 mg%), tornando-a mais doce que a outra - um total 54mg/100ml de bebida).
Tendo em conta que o edulcorante «Ciclamato de Sodio» está terminantemente proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) - (Organismo máximo de controle de alimentos e drogas dos EEUU da América) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/Kg do Aspartame, vem a pergunta: Que Coca-Cola você passará a tomar?
Nota da Redação: Parece fácil a resposta, ainda mais considerando-se que o Ciclamato de Sódio é cancerígeno, não? Entretanto, o que se vê é um contínuo incremento no consumo da Coca Zero em contraste a um decréscimo no consumo da Light. Especialmente nos países em que a Coca Zero não foi ainda tirada do mercado. O que faz isto? A massificação da propaganda da Coca Zero, contra praticamente nenhuma da Coca Light. Assim, somos induzido a a ingerir um produto que, proibido em outros centros por conter um agente cancerígeno, ainda está a disposição em nossos mercados.
ANEXOS
Como é meu costume investigar pela Internet – não creio em verdades absolutas – entrei no site do FDA e… SURPRESA!!!
Lá, encontrei uma lista de aditivos e alimentos considerados seguros para a saúde humana, chamada, Generally Recognized as Safe (GRAS).
Pois bem! Efetivamente o Ciclamato de Sódio aparece nesta lista com uma observação em inglês:
Sodium cyclamate - NNS , ILL - Removed from GRAS - list 10-21-69 - 189.
Ou seja, o Ciclamato de Sódio foi retirado da lista de aditivos e alimentos seguros.
Confira em http://www.cfsan.fda.gov/~dms/opa-appa.html
Continuei minha busca e encontrei através do site do FDA um “link” para uma outra lista com a sigla EAFUS (Everything Added to Food in the United States). Traduzindo: Todos os Aditivos de alimentos nos Estados Unidos.
Lá, está claramente a proibição ao Ciclamato de Sódio:
SODIUM CYCLAMATE-PROHIBITED.
Quer a fonte? Consulte: http://www.cfsan.fda.gov/~dms/eafus.html
Finalmente, deparei-me com outra lista de substâncias proibidas em alimentos para consumo humano. E lá estava:
PART 189--SUBSTANCES PROHIBITED FROM USE IN HUMAN FOOD.
189.135 Cyclamate and its derivatives.
Fonte: http://www.access.gpo.gov/nara/cfr/waisidx_03/21cfr189_03.html
Alguma dúvida? Bem, foi esta a mensagem que me chegou por e-mail.
Agora meus comentários:
A Pessoa que me enviou a mensagem perguntava-me: porque a Coca-Cola Zero é vendida nos Estados Unidos se a FDA proibiu o uso de Ciclamato de Sódio para consumo humano?
A resposta é simples;
A COCA COLA ZERO vendida nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na mayoría dos países europeus NÃO CONTÉM Ciclamato de Sódio.
Isto só acontece nos países pobres ou subdesenvolvidos como os da Europa Oriental e América Latina.
Quando no ano passado se tirou do mercado a Coca-Cola Zero no México criou-se uma grande polêmica porque ela continha Ciclamato e tiveram que trocá-la.
A Coca Cola nunca aceitou dizer que ela havia sido tirada do mercado por causa do Ciclamato. Ao invés disto disse que a mesma foi retirada do mercado para “melhorar seu sabor”.
É frustrante e indigno o que estes países fazem com os países do dito 3º. Mundo.
Não lhes interessa a saúde do consumidor (que em sua ignorância crêem estar usando produtos dietétios seguros). Interessa-lhes, apenas, o lucro, o dinheiro.
Por incrível que pareça, em minhas investigações a COCA COLA ZERO que se vende na Espanha também possui esta coisa, o Ciclamato. Porém, está cada vez mais rara sua venda. A que vendem na Alemanha também contém esta droga.
POR FAVOR CONTRIBUYAMOS CON UNA CAUSA JUSTA, REENVÍA ESTE MENSAJE A TODO EL QUE PUEDAS PARA QUE SE SEPA QUÉ CLASE DE VENENO SE ESTÁ VENDIENDO EN CADA UNA DE LAS TIENDAS DEL PAIS"
Dr. Edgardo Derman MAAC
LU3PCJ - San Juan - ARGENTINA
sábado, 21 de março de 2009
Há claramente um cheiro de golpe no ar - Cristiano Fádel
O país passa por um momento político inédito, com os desdobramentos do Caso Satiagraha. Há um imenso histórico de golpes de Estado, através de aliança com militares, mas após a acumulação de massa crítica por parte da oposição.
http://www.luisnassif.com.br
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1204
O que se vê agora, é uma escalada inédita de atos arbitrários conduzidos pela cúpula de diversos poderes, dos esbirros autoritários de Gilmar Mendes, ao novo ativismo jurídico-legislativo da direção da Câmara e da CPI do Grampo. E com o apoio integral da chamada grande mídia.
Há claramente um cheiro de golpe no ar.
No próximo dia 26, por exemplo, será o julgamento do juiz Fausto De Sanctis. Ele é acusado em dois processos disciplinares pelo corregedor Nabarrete. O corregedor pede seu afastamento. O julgamento será feito pelo Órgão Especial do TRF, em sessão especial que começa às dez da manha.
Uma das denúncias é sobre episódio envolvendo o caso do russo do Corinthians. O corregedor fez a denúncia de insubordinação baseado em matéria do Conjur.
Se aprovado o pedido do corregedor, será instaurado processo administrativo e há a possibilidade do afastamento imediato de De Sanctis do caso Satiagraha.
Se não der certo, há outro expediente a caminho. O Conselho Nacional de Justiça está prestes a aprovar uma deliberação pela qual juiz que decide sobre interceptação telefônica não poderá mais julgar o processo em questão. Se for aplicado, De Sanctis será imediatamente afastado do processo.
matéria encaminhada por,
Cristiano Fádel
http://www.luisnassif.com.br
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1204
O que se vê agora, é uma escalada inédita de atos arbitrários conduzidos pela cúpula de diversos poderes, dos esbirros autoritários de Gilmar Mendes, ao novo ativismo jurídico-legislativo da direção da Câmara e da CPI do Grampo. E com o apoio integral da chamada grande mídia.
Há claramente um cheiro de golpe no ar.
No próximo dia 26, por exemplo, será o julgamento do juiz Fausto De Sanctis. Ele é acusado em dois processos disciplinares pelo corregedor Nabarrete. O corregedor pede seu afastamento. O julgamento será feito pelo Órgão Especial do TRF, em sessão especial que começa às dez da manha.
Uma das denúncias é sobre episódio envolvendo o caso do russo do Corinthians. O corregedor fez a denúncia de insubordinação baseado em matéria do Conjur.
Se aprovado o pedido do corregedor, será instaurado processo administrativo e há a possibilidade do afastamento imediato de De Sanctis do caso Satiagraha.
Se não der certo, há outro expediente a caminho. O Conselho Nacional de Justiça está prestes a aprovar uma deliberação pela qual juiz que decide sobre interceptação telefônica não poderá mais julgar o processo em questão. Se for aplicado, De Sanctis será imediatamente afastado do processo.
matéria encaminhada por,
Cristiano Fádel
TERRA SEM MALES - Barbet

Brasil,
Nossa pátria querida,
Verde, amarela, azul e branca...
por tantos e há muitos anos almejada e ferida,
sangrada e despida.
Chega, já se faz necessário caminhar!
Já o fizemos algumas vezes, vamos novamente.
Sejamos seus defensores e senhores,
pois, Terra igual a nossa não há;
Não há lugar no mundo melhor que a nossa casa;
mas o povo precisa de mudar;
somos brasileiros e como tal,
não tem jeito é daqui que temos que cuidar.
De um ponto temos que partir que partamos de cada um de nós, de cada lar, município, estado, região.
Desejo do fundo do coração que as escolhas tenham sido feitas de forma consciente.
O Brasil está em plena expansão e tem muitos "olheiros" e torcedores para o "quanto pior melhor".
Existem muitos brasileiros que não mereciam ser chamados de irmãos, pois não dão o devido valor ao nosso país e quando o dão é "valor de venda" e para proveito próprio;
muitos estrangeiros que bem sabem o que querem levar e como conseguir.
Muitas conspirações já foram articuladas, chega disso.
Façamos a nossa parte e muito mais,
só assim a nossa Pátria Querida será realmente um País maduro e sairá desta adolescência na qual já perdurou muito tempo.
Chega de aceitar o errado e achar que é assim mesmo,
chega de eleger e depois não cobrar,
chega de apenas reclamar quando o Brasil perde em alguma copa ou no carnaval quando a sua escola não vence.
chega de receber migalhas enquanto outros é que ficam com o padaria inteira.
Lutemos pela diminuição das diferenças sociais,
pela educação, pela distribuição melhor da renda, pela segurança que nos falta, pela saúde que nos mata a cada minuto;
todas e quaisquer diferenças devem ser minoradas até que um dia não existam.
Mas temos que fazer alguma coisa;
chega de medo,
opressão,
enganação,
"jeitinho brasileiro",
falta de caráter,
alienação,
falsidade...
mais uma vez tivemos uma oportunidade,
que ela tenha sido bem aproveitada.
"Que Deus me dê a coragem para mudar o que precisa ser mudado,
humildade para aceitar o que não consigo mudar,
e sabedoria para diferenciar uma situação da outra"
Abraços fraternos,
Barbet
sexta-feira, 20 de março de 2009
Decisão sobre saída de não-índios da Raposa Serra do Sol fica para semana que vem - Nós Por Cá
Brasília - A definição de como e em quanto tempo vai ser feita a retirada dos produtores rurais não-índios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, só deve ser sair na semana que vem, depois que o Ministério da Justiça preparar um levantamento sobre a situação da ocupação da área pelos arrozeiros.
Ontem (19), após o final do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a demarcação contínua da reserva, o ministro Carlos Ayres Britto, relator da matéria, conversou com o ministro da Justiça, Tarso Genro, e ambos decidiram aguardar esse estudo. Um pouco antes, Britto havia dito que pretendia definir ainda hoje (20) com Tarso os parâmetros para a desintrusão da área. Uma nova reunião deve ser feita na quarta-feira (25) entre os ministros.
O Ministério da Justiça informou que ainda não tem informações sobre o início dos trabalhos, já que a conversa de Tarso com Ayres Britto foi no final do dia e hoje de manhã o ministro viajou para o Rio de Janeiro, onde cumpre agenda.
No entanto, a assessoria de Tarso Genro disse que o levantamento vai ser feito tanto por técnicos do ministério quanto pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Polícia Federal. Entre os dados que serão levantados está o número de produtores rurais que ainda estão na reserva e os valores de indenizações que estão sendo questionados.
Na sessão finalizada ontem, o STF indeferiu a ação, que questionava a validade do processo de demarcação da terra indígena e determinou que o prazo para a desocupação da área seja estabelecido pelo relator, Ayres Britto, e pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sediado em Brasília, que deve fiscalizar o trabalho das forças de segurança que atuam na área – Polícia Federal e Força Nacional de Segurança – na execução da sentença.
Para a manutenção da demarcação contínua, no entanto, foram definidas 19 condições, entre elas, a vedação à ampliação de terras indígenas já demarcadas, mesmo as reconhecidas antes da Constituição de 1988.
A ação direta de inconstitucionalidade (Adin) que questionava a demarcação começou a ser julgada no Supremo em agosto do ano passado. Na ocasião, logo após a leitura do voto do relator, ministro Ayres Britto, a sessão foi interrompida pelo pedido de vistas do ministro Menezes Direito.
O julgamento foi retomado em dezembro, com o voto de Menezes Direito. Logo em seguida, o ministro Marco Aurélio Mello anunciou que pediria vista. Mesmo assim, outros sete ministros proclamaram seus votos antes de a sessão ser novamente interrompida. Na retomada, esta semana, foram proferidos os votos dos ministros Marco Aurélio, que durou mais de seis horas, Celso de Mello e, por fim, Gilmar Mendes, presidente do tribunal. A decisão do STF se deu por dez votos a um favoráveis à manutenção da demarcação em área contínua da terra indígena Raposa Serra do Sol.
enviado por,
Nós Por Cá.
Ontem (19), após o final do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a demarcação contínua da reserva, o ministro Carlos Ayres Britto, relator da matéria, conversou com o ministro da Justiça, Tarso Genro, e ambos decidiram aguardar esse estudo. Um pouco antes, Britto havia dito que pretendia definir ainda hoje (20) com Tarso os parâmetros para a desintrusão da área. Uma nova reunião deve ser feita na quarta-feira (25) entre os ministros.
O Ministério da Justiça informou que ainda não tem informações sobre o início dos trabalhos, já que a conversa de Tarso com Ayres Britto foi no final do dia e hoje de manhã o ministro viajou para o Rio de Janeiro, onde cumpre agenda.
No entanto, a assessoria de Tarso Genro disse que o levantamento vai ser feito tanto por técnicos do ministério quanto pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Polícia Federal. Entre os dados que serão levantados está o número de produtores rurais que ainda estão na reserva e os valores de indenizações que estão sendo questionados.
Na sessão finalizada ontem, o STF indeferiu a ação, que questionava a validade do processo de demarcação da terra indígena e determinou que o prazo para a desocupação da área seja estabelecido pelo relator, Ayres Britto, e pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sediado em Brasília, que deve fiscalizar o trabalho das forças de segurança que atuam na área – Polícia Federal e Força Nacional de Segurança – na execução da sentença.
Para a manutenção da demarcação contínua, no entanto, foram definidas 19 condições, entre elas, a vedação à ampliação de terras indígenas já demarcadas, mesmo as reconhecidas antes da Constituição de 1988.
A ação direta de inconstitucionalidade (Adin) que questionava a demarcação começou a ser julgada no Supremo em agosto do ano passado. Na ocasião, logo após a leitura do voto do relator, ministro Ayres Britto, a sessão foi interrompida pelo pedido de vistas do ministro Menezes Direito.
O julgamento foi retomado em dezembro, com o voto de Menezes Direito. Logo em seguida, o ministro Marco Aurélio Mello anunciou que pediria vista. Mesmo assim, outros sete ministros proclamaram seus votos antes de a sessão ser novamente interrompida. Na retomada, esta semana, foram proferidos os votos dos ministros Marco Aurélio, que durou mais de seis horas, Celso de Mello e, por fim, Gilmar Mendes, presidente do tribunal. A decisão do STF se deu por dez votos a um favoráveis à manutenção da demarcação em área contínua da terra indígena Raposa Serra do Sol.
enviado por,
Nós Por Cá.
quinta-feira, 19 de março de 2009
No dia de hoje em que o Supremo Tribunal Federal decidirá a sorte do povo yanomani

"De uma coisa estamos certos e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu Criador". ( trecho da carta do Chefe Seatle ao Presidente dos Estados Unidos da América)
No dia de hoje em que o Supremo Tribunal Federal decidirá a sorte do povo yanomani, a ultima terra sem males reamanescente no territorio brasileiro( todas as demais foram destruidas pelo colonizador português ou brasileiro), é bom lembrarmos que o Grande Espírito, o Deus Pagão dos Gabilibis, dos Yanomanis e de todos os povos da floresta é o mesmo Deus dos Brasileiros e de todas as nações ditas civilizadas .
Rezemos ao Senhor
Ir alberto
Que o Grande Espírito que ao longo de doze mil anos velou pelos indios yanomani ilumine os nossos ministros do Supremo Tribunal Federal a conservarem no norte do pais a ultima Terra Sem Males
Ir alberto
quarta-feira, 18 de março de 2009
Brasil gera 9.179 vagas de trabalho formal em fevereiro, segundo o Caged
BRASÍLIA (Reuters) -
A economia brasileira abriu postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro, depois de três meses seguidos de fechamento de vagas, informou o Ministério do Trabalho nesta quarta-feira. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram gerados 9.179 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado.
BRASÍLIA (Reuters) -
A economia brasileira abriu postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro, depois de três meses seguidos de fechamento de vagas, informou o Ministério do Trabalho nesta quarta-feira. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram gerados 9.179 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado.
Marco Aurélio Mello, seis horas de conversa furada.

Supremo finaliza julgamento sobre Raposa Serra do Sol na 5a
REUTERS
SÃO PAULO - O Supremo Tribunal Federal adiou para quinta-feira a conclusão do julgamento sobre a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. O julgamento que decidirá sobre a legalidade da demarcação da reserva em área contínua foi retomado nesta quarta com os votos de dois ministros.
Primeiro a votar, o ministro Marco Aurélio Mello, que havia interrompido o julgamento em dezembro com um pedido de vista, falou por cerca de seis horas e votou pela anulação do decreto que demarcou a reserva.
Na sequência, o ministro Celso de Mello leu uma versão resumida de seu voto de 30 páginas e acompanhou os oito ministros que haviam votado anteriormente, defendendo a legalidade da demarcação.
O julgamento será retomado na tarde de quinta-feira com o voto do presidente da corte, ministro Gilmar Mendes.
A ação que contesta a demarcação da área foi movida em 2005 pelo senador Augusto Botelho (PT-RR) contra a criação de uma reserva de 1,7 milhão de hectares determinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo ano.
Localizado no Estado de Roraima, na fronteira do Brasil com a Venezuela e a Guiana, o território é alvo de disputas entre índios e produtores de arroz. Vivem na região cerca de 19 mil índios de cinco etnias, em 194 comunidades.
(Reportagem de Eduardo Simões)
Leia mais
terça-feira, 17 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Veja Fabrica Factóides para CPI dos Grampos
VEJA A MENTIRA
março 08th 2009 Posted to NOTICIARIO NACIONAL
Leia toda a matéria postada no Blog do Delegado Protógenes Queiroz da Operação Satiagraha.
Ao povo brasileiro e aos internautas a revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009, anuncia em sua capa com título ” Exclusivo - A tenebrosa máquina de Espionagem do Dr. Protógenes; Veja teve acesso ao conteúdo do computador apreendido pela Polícia Federal na casa do Delegado do famoso caso Satiagraha; Protógenes bisbilhotou clandestinamente Senadores, José Dirceu, Mangabeira Unger, FHC, José Serra, o Presidente do Supremo-até a vida amorosa da Ministra Dilma Rousseff. “ No seu conteúdo as fls. 84/91 as informações mentirosas produzidas e assinadas pelos jornalistas Expedito Filho, Alexandre Oltramari e Diego Escosteguy, que quanto ao papel da liberdade de imprensa geral e irrestrita sou plenamente favorável, desde que se apure os excessos que por ventura venham atingir a honra das pessoas e fatos ali não verdadeiramente relacionados, sobretudo quando fabricam escândalos envolvendo altas autoridades e instituições ou Poderes da República.
Não é a primeira vez que estamos diante de fatos semelhantes publicados de forma bandida e irresponsável envolvendo situação anterior que provocou o desmantelamento do Sistema Brasileiro de Inteligência - SISBIN ( Gabinete de Segurança Institucional, Agência Brasileira de Inteligência; Inteligência das três forças militares - Marinha-Exército-Aeronáutica; Inteligência da Polícia Federal, e outros ). E aqui fica uma pergunta: A quem interessou tal fato ? Hoje vivemos num clima mercantilista corrupto em que a credibiliade de um órgão de imprensa que no passado teve sua importãncia histórica, hoje lamentávelmente constitui parte dessa engenharia política e comercial sórdida disponíveis a serviço de um poder até então não identificado, mas que possivelmente ultrapassam as nossas fronteiras.
Outro fato importante e criminoso é a divulgação ( fls. 85 da revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 ) de documento sigiloso de uma investigação presidida pelo Delegado de Polícia Federal Amaro Vieira Ferreira IPL 2-4447/2008 - DELEFAZ/SR/DPF/SP, além de levar ao conhecimento público do documento, revela a identidade nominal de dois oficiais de inteligência da ABIN, o que é gravissímo, não merece ser desprezado tal fato, pois a banalização fragilizam as Instituições no tocante a segurança externa do Brasil.
É oportuno registrar que nesse mencionado Inquérito Policial sou também investigado, mas em nenhum momento fui se quer ouvido ou exibido documentos e materiais apreendidos relacionados nos autos de busca e apreensão encontrados em minha residência, a fim de dirimir qualquer dúvida a respeito.
Com esse preâmbulo reflexivo passamos agora contrapor as mentiras ali lançadas na matéria acima indicada:
” Na semana passada Veja teve acesso a integra desse material. O conteúdo é estarrecedor e prova que o delegado centralizava o trabalho de uma imensa rede de espionagem que bisbilhotou secretamente desde a vida amorosa da ministra Dilma Rouseff até a antessala do presidente Lula, no Palácio do Planalto - passando pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo governador José Serra, além de senadores e advogados. Nos documentos encontrados na residência do delegado há relatórios que levantavam suspeitas graves sobre as atividades de ministros do governo, fotos comprometedoras que foram usadas para intimidar autoridades e gravações ilegais de conversas de jornalistas - tudo produzido e guardado à margem da lei. O material clandestino - 63 fotografias, 932 arquivos de áudio, 26 arquivos de vídeo e 439 documentos em texto - foi apreendido em novembro do ano passado pela Polícia Federal e estava armazenado em um computador portátil e em um pen drive guardado no apartamento do delegado no rio de Janeiro.” ( fls. 85/86 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 )
É importante afirmar que em minha residência no Rio de Janeiro não foi apreendido nenhum documento ou material, nem tampouco computador contendo dados da operação Satiagraha, conforme se comprova no auto de busca e apreensão na ocasião da diligência.
As diligências de busca e apreensão na minha residência em Brasília e no Hotel onde me encontrava naquela ocasião resultaram na apreensão de documentos pessoais, poucos documentos e materiais referentes a atividade de inteligência vinculados a operação Satiagraha, pois ali estavam em razão de prestar esclarecimentos pós-operação policial as autoridades competentes vinculadas ao caso ( Ministério Público Federal e a Justiça Federal ). Outro ponto relevante e significativo é que todos os documentos encontrados foram coletados no estrito cumprimento da lei e da Constituição da República.
Os dados cobertos pelo sigilo coletados com autorização judicial e de conhecimento do Ministério Público Federal, em nenhum momento incluiu ou revelou a participação da Exma. Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, do ex-ministro José Dirceu, do Chefe de gabinete da Presidência da República Gilberto Carvalho, do Senador Heráclito Fortes, do Senador ACM Jr., do Ministro Roberto Mangabeira Unger na investigação da Satiagraha.
“… Os policiais buscavam provas de ações ilegais da equipe de Protógenes, entre as quais o áudio da interceptação cladenstina de uma conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres. A existência do grampo foi revelada a VEJA em agosto do ano passado por um agente da Abin que participou da Operação Satiagraha como encarregado da transcrição de centenas de outras conversas captadas ilegalmente. O resultado final da investigação deve ser anunciado até maio, mas, pelo que já se encontrou nos arquivos pessoais de Protógenes, não resta sombra de dúvida sobre a extensão de suas ações ilícitas, cuja ousadia sem limite chegou á antesala do presidente Lula e a seu filho Fábio Luís.( fl. 86 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 )
Quanto a essa falsa afirmação se resume na resposta oficial da decisão da Dra. Maria de Fátima de Paula Pessoa Costa ao exarar no IPL n. 2008.3400031634-9 da 10 ª Vara Federal Seção Judiciária do Distrito Federal dando conta de que o Delegado Protógenes não é investigado específico naqueles autos de investigação que apura o possível ”grampo cladestino que envolveu os nomes do Presidente do STF Gilmar Mendes e o Senador Demosténes Torres”, publicada de forma criminosa pela Revista Veja.
Os possíveis documentos - fs. 86, 88, 89 e 90 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 - origináriamente advindos de investigações sigilosas da Polícia Federal, não merecem o mínimo de credibilidade, tendo em vista o teor mentiroso das informações ali lançadas de formato mentecapto.
Curiosamente na mesma edição criminosa da revista VEJA fl. 22 traz um excelente texto da festejada escritora Lya Luft com o título: ” NO PARAÍSO DA TRANSGRESSÃO “. Tal matéria traduz melhor o nosso sentimento em relação as notícias falaciosas.
“… Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens ? … Nessa nossa terra, muitos cidadãos destacados, líderes, , são conhecidos como canalhas e desonestos, mas, ainda que réus confessos ou comprovados, inevitavelmente se safam. Continuam recebendo polpudos dinheiros. Depois de algum tempo na sombra, feito eminências pardas, voltam a ocupar importantes cargos de onde nos comandam… Se invadir a casa de meu vizinho, fizer seus empregados de reféns, der pauladas na sua mulher ou na sua velha mãe e escrever nas paredes com excremento humano frases ameaçadoras, imagino que eu vá para cadeia. Os bandos de pseudoagricultores ( a maioria não sabe lidar na terra ) fazem tudo isso e muito mais, e nada lhes acontece: no seu caso, bizarramente, não se aplica a lei… Eis o paraíso dos transgressores: a lei é da selva, a honradez foi para o brejo, a decência te de ser procurada como fez há séculos um filósofo grego: ao lhe indagarem por que andava pela cidade com uma lanterna acesa em dia claro declarou: ” Procuro um homem honesto “. O que devemos dizer nós ? Temos pouca liderança positiva, raríssimo abrigo e norte, referências pífias, pobre conforto e estímulo zero, quase nenhuma orientação. A juventude é quem mais sofre, pois não sabe em que direção olhar, em que empreitadas empregar sua força e sua esperança, em quem acreditar nesse tumultuo de ideais desencontradas. Vivemos feito bandos de ratos aflitos, recorrendo à droga, à bebida, ao delírio, a alienação e à indiferença, para aguentar uma realidade cada dia mais confusa: de um lado, os sensatos recomendando prudência e cautela; de outro, os irresponsáveis garantindo que não há nada de mais com a gigantesca crise atual, que não tem raízes financeiras, mas morais: a ganância, a mentira, a roubalheira, a omissão e a falta de vergonha. E a tudo isso, abafando nossa indignação, prestamos a homenagem do nosso desinteresse e fazemos a continência da nossa resignação. Meus pêsames, senhores. Espero que na hora de fechar a porta haja um homem honrado, para que se apague a luz de verdade, não com grandes palavras e reles mentiras.
Por final, registro o encontro saudável com Cardeal Dom Odilio Pedro Scherer Arcebispo de São Paulo no último dia 05 de março de 2009 na sede da casa episcopal, onde eu e o colega Sergio Roque ( presidente da Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo ) firmamos compromisso de colaborar ativamente da campanha da fraternidade, cujo tema é sobre Corrupção e Segurança Pública. Na presente reunião falamos a respeito de várias formas de violência, inclusive das notícias e escândalos fabricados por meio da mídia objetivando atingir diretamente pessoas inocentes e influenciando de forma malígna o comportamento da sociedade. Mas de tudo resta-nos apenas prestar muitas orações para saúde e familiares dessas pessoas perversa ingressar com as medidas judiciais adequadas para corrigir os excessos da referida matéria mentirosa travestida de reportagem. http://blogdoprotogenes.com.br/
março 08th 2009 Posted to NOTICIARIO NACIONAL
Leia toda a matéria postada no Blog do Delegado Protógenes Queiroz da Operação Satiagraha.
Ao povo brasileiro e aos internautas a revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009, anuncia em sua capa com título ” Exclusivo - A tenebrosa máquina de Espionagem do Dr. Protógenes; Veja teve acesso ao conteúdo do computador apreendido pela Polícia Federal na casa do Delegado do famoso caso Satiagraha; Protógenes bisbilhotou clandestinamente Senadores, José Dirceu, Mangabeira Unger, FHC, José Serra, o Presidente do Supremo-até a vida amorosa da Ministra Dilma Rousseff. “ No seu conteúdo as fls. 84/91 as informações mentirosas produzidas e assinadas pelos jornalistas Expedito Filho, Alexandre Oltramari e Diego Escosteguy, que quanto ao papel da liberdade de imprensa geral e irrestrita sou plenamente favorável, desde que se apure os excessos que por ventura venham atingir a honra das pessoas e fatos ali não verdadeiramente relacionados, sobretudo quando fabricam escândalos envolvendo altas autoridades e instituições ou Poderes da República.
Não é a primeira vez que estamos diante de fatos semelhantes publicados de forma bandida e irresponsável envolvendo situação anterior que provocou o desmantelamento do Sistema Brasileiro de Inteligência - SISBIN ( Gabinete de Segurança Institucional, Agência Brasileira de Inteligência; Inteligência das três forças militares - Marinha-Exército-Aeronáutica; Inteligência da Polícia Federal, e outros ). E aqui fica uma pergunta: A quem interessou tal fato ? Hoje vivemos num clima mercantilista corrupto em que a credibiliade de um órgão de imprensa que no passado teve sua importãncia histórica, hoje lamentávelmente constitui parte dessa engenharia política e comercial sórdida disponíveis a serviço de um poder até então não identificado, mas que possivelmente ultrapassam as nossas fronteiras.
Outro fato importante e criminoso é a divulgação ( fls. 85 da revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 ) de documento sigiloso de uma investigação presidida pelo Delegado de Polícia Federal Amaro Vieira Ferreira IPL 2-4447/2008 - DELEFAZ/SR/DPF/SP, além de levar ao conhecimento público do documento, revela a identidade nominal de dois oficiais de inteligência da ABIN, o que é gravissímo, não merece ser desprezado tal fato, pois a banalização fragilizam as Instituições no tocante a segurança externa do Brasil.
É oportuno registrar que nesse mencionado Inquérito Policial sou também investigado, mas em nenhum momento fui se quer ouvido ou exibido documentos e materiais apreendidos relacionados nos autos de busca e apreensão encontrados em minha residência, a fim de dirimir qualquer dúvida a respeito.
Com esse preâmbulo reflexivo passamos agora contrapor as mentiras ali lançadas na matéria acima indicada:
” Na semana passada Veja teve acesso a integra desse material. O conteúdo é estarrecedor e prova que o delegado centralizava o trabalho de uma imensa rede de espionagem que bisbilhotou secretamente desde a vida amorosa da ministra Dilma Rouseff até a antessala do presidente Lula, no Palácio do Planalto - passando pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo governador José Serra, além de senadores e advogados. Nos documentos encontrados na residência do delegado há relatórios que levantavam suspeitas graves sobre as atividades de ministros do governo, fotos comprometedoras que foram usadas para intimidar autoridades e gravações ilegais de conversas de jornalistas - tudo produzido e guardado à margem da lei. O material clandestino - 63 fotografias, 932 arquivos de áudio, 26 arquivos de vídeo e 439 documentos em texto - foi apreendido em novembro do ano passado pela Polícia Federal e estava armazenado em um computador portátil e em um pen drive guardado no apartamento do delegado no rio de Janeiro.” ( fls. 85/86 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 )
É importante afirmar que em minha residência no Rio de Janeiro não foi apreendido nenhum documento ou material, nem tampouco computador contendo dados da operação Satiagraha, conforme se comprova no auto de busca e apreensão na ocasião da diligência.
As diligências de busca e apreensão na minha residência em Brasília e no Hotel onde me encontrava naquela ocasião resultaram na apreensão de documentos pessoais, poucos documentos e materiais referentes a atividade de inteligência vinculados a operação Satiagraha, pois ali estavam em razão de prestar esclarecimentos pós-operação policial as autoridades competentes vinculadas ao caso ( Ministério Público Federal e a Justiça Federal ). Outro ponto relevante e significativo é que todos os documentos encontrados foram coletados no estrito cumprimento da lei e da Constituição da República.
Os dados cobertos pelo sigilo coletados com autorização judicial e de conhecimento do Ministério Público Federal, em nenhum momento incluiu ou revelou a participação da Exma. Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, do ex-ministro José Dirceu, do Chefe de gabinete da Presidência da República Gilberto Carvalho, do Senador Heráclito Fortes, do Senador ACM Jr., do Ministro Roberto Mangabeira Unger na investigação da Satiagraha.
“… Os policiais buscavam provas de ações ilegais da equipe de Protógenes, entre as quais o áudio da interceptação cladenstina de uma conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres. A existência do grampo foi revelada a VEJA em agosto do ano passado por um agente da Abin que participou da Operação Satiagraha como encarregado da transcrição de centenas de outras conversas captadas ilegalmente. O resultado final da investigação deve ser anunciado até maio, mas, pelo que já se encontrou nos arquivos pessoais de Protógenes, não resta sombra de dúvida sobre a extensão de suas ações ilícitas, cuja ousadia sem limite chegou á antesala do presidente Lula e a seu filho Fábio Luís.( fl. 86 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 )
Quanto a essa falsa afirmação se resume na resposta oficial da decisão da Dra. Maria de Fátima de Paula Pessoa Costa ao exarar no IPL n. 2008.3400031634-9 da 10 ª Vara Federal Seção Judiciária do Distrito Federal dando conta de que o Delegado Protógenes não é investigado específico naqueles autos de investigação que apura o possível ”grampo cladestino que envolveu os nomes do Presidente do STF Gilmar Mendes e o Senador Demosténes Torres”, publicada de forma criminosa pela Revista Veja.
Os possíveis documentos - fs. 86, 88, 89 e 90 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 - origináriamente advindos de investigações sigilosas da Polícia Federal, não merecem o mínimo de credibilidade, tendo em vista o teor mentiroso das informações ali lançadas de formato mentecapto.
Curiosamente na mesma edição criminosa da revista VEJA fl. 22 traz um excelente texto da festejada escritora Lya Luft com o título: ” NO PARAÍSO DA TRANSGRESSÃO “. Tal matéria traduz melhor o nosso sentimento em relação as notícias falaciosas.
“… Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens ? … Nessa nossa terra, muitos cidadãos destacados, líderes, , são conhecidos como canalhas e desonestos, mas, ainda que réus confessos ou comprovados, inevitavelmente se safam. Continuam recebendo polpudos dinheiros. Depois de algum tempo na sombra, feito eminências pardas, voltam a ocupar importantes cargos de onde nos comandam… Se invadir a casa de meu vizinho, fizer seus empregados de reféns, der pauladas na sua mulher ou na sua velha mãe e escrever nas paredes com excremento humano frases ameaçadoras, imagino que eu vá para cadeia. Os bandos de pseudoagricultores ( a maioria não sabe lidar na terra ) fazem tudo isso e muito mais, e nada lhes acontece: no seu caso, bizarramente, não se aplica a lei… Eis o paraíso dos transgressores: a lei é da selva, a honradez foi para o brejo, a decência te de ser procurada como fez há séculos um filósofo grego: ao lhe indagarem por que andava pela cidade com uma lanterna acesa em dia claro declarou: ” Procuro um homem honesto “. O que devemos dizer nós ? Temos pouca liderança positiva, raríssimo abrigo e norte, referências pífias, pobre conforto e estímulo zero, quase nenhuma orientação. A juventude é quem mais sofre, pois não sabe em que direção olhar, em que empreitadas empregar sua força e sua esperança, em quem acreditar nesse tumultuo de ideais desencontradas. Vivemos feito bandos de ratos aflitos, recorrendo à droga, à bebida, ao delírio, a alienação e à indiferença, para aguentar uma realidade cada dia mais confusa: de um lado, os sensatos recomendando prudência e cautela; de outro, os irresponsáveis garantindo que não há nada de mais com a gigantesca crise atual, que não tem raízes financeiras, mas morais: a ganância, a mentira, a roubalheira, a omissão e a falta de vergonha. E a tudo isso, abafando nossa indignação, prestamos a homenagem do nosso desinteresse e fazemos a continência da nossa resignação. Meus pêsames, senhores. Espero que na hora de fechar a porta haja um homem honrado, para que se apague a luz de verdade, não com grandes palavras e reles mentiras.
Por final, registro o encontro saudável com Cardeal Dom Odilio Pedro Scherer Arcebispo de São Paulo no último dia 05 de março de 2009 na sede da casa episcopal, onde eu e o colega Sergio Roque ( presidente da Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo ) firmamos compromisso de colaborar ativamente da campanha da fraternidade, cujo tema é sobre Corrupção e Segurança Pública. Na presente reunião falamos a respeito de várias formas de violência, inclusive das notícias e escândalos fabricados por meio da mídia objetivando atingir diretamente pessoas inocentes e influenciando de forma malígna o comportamento da sociedade. Mas de tudo resta-nos apenas prestar muitas orações para saúde e familiares dessas pessoas perversa ingressar com as medidas judiciais adequadas para corrigir os excessos da referida matéria mentirosa travestida de reportagem. http://blogdoprotogenes.com.br/
Assinar:
Postagens (Atom)

