Uma vez perguntaram a Al Capone (controlava jornalistas, congressistas, juízes, policiais) como ele convivia com a monteira de corpos dos seus inimigos em cada refrega por disputa dos “negócios.”
A resposta de Capone, que era um tipo arrogante, algo assim como novo rico, tucano, foi direta – “isso é o de menos, morre gente todo dia, não há nada pessoal, são só negócios. Tinha até estima por alguns dos meus desafetos.”
E o arremate. “Não me choco, a gente se acostuma, sabe que é a luta pela sobrevivência, igual a qualquer empresa em qualquer lugar do país.”
Porcos se acostumam a viver em seu ambiente. Tucanos e DEMocratas não têm esse tipo de preocupação, são como Capone.
No dia imediato à tentativa de golpe contra Chávez, abril de 2002, jornalistas das maiores redes privadas da Venezuela foram comemorar a notícia falsa que de comum acordo com os outros grupos golpistas havia desfechado a fracassada investida.
Riram de sua mentira, brindaram sua mentira.
Fizeram tudo certinho, só se esqueceram de combinar com o povo. Está tudo documentado em “A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TRAÍDA”. Dois dias após a posse do “presidente” golpista Pedro Carmona se viram diante de um dilema. Ou matavam milhões de pessoas que estavam nas ruas pedindo a volta de Chávez e transformavam a Venezuela num deserto particular, para eles, ou saiam, fugiam, pois lhes faltava a sustentação básica, a popular.
Fugiram.
Diogo Mainardi é um jornalista da revista VEJA. Disparou acusações durante os últimos anos contra figuras do governo Lula. Seus artigos eram citados e apontados como exemplo de coragem, de jornalismo independente (pelos que vivem com os porcos, que me perdoem os porcos).
A cada golfada de vômito de Mainardi em cada edição da revista VEJA os atacados iam, como acontece no processo democrático, exigir na Justiça a prova do que estava sendo afirmado, denunciado.
Mainardi está na Itália, tem dupla nacionalidade. Não conseguiu provar coisa alguma e fez um acordo com VEJA, a revista que abrigava suas denúncias falsas, forjadas e montadas em função de contratos assinados com o governo de José Arruda Serra (as revistas da ABRIL, sem concorrência, eram distribuídas nas escolas, são aliás, de São Paulo, em contrato milionário).
Fugiu para evitar ser condenado diante de todos processos e VEJA, num acordo com o jornalista, que continua a escrever, paga as indenizações às vítimas das mentiras de Mainardi. Na Itália Mainardi escapa da prisão.
VEJA não é única. O sistema GLOBO é um câncer na comunicação. FOLHA DE SÃO PAULO idem. ESTADO DE SÃO PAULO ibidem. A mídia privada vive com os porcos no Brasil (mais uma vez que me perdoem os porcos).
Quando o delegado Protógenes Queiroz prendeu o doublê de banqueiro/tucano e assaltante de cofres públicos Daniel Dantas o ministro do STF – SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – Gilmar Mendes (que emprega o jornalista Eraldo não sei das quantas em uma arapuca que mantém sustentada com dinheiro público e de incautos e emprega para calar a boca do jornalista e cala) concedeu em tempo recorde dois habeas corpus a Dantas.
Gilmar e Dantas foram companheiros no governo de FHC. Um garantindo a parte jurídica das maracutaias e outro na turma da privatização.
Essa gente chama liberdade de expressão o direito de inventar, injuriar, forjar e concentra em suas mãos, poucas “famiglias”, o poder de tentar iludir os brasileiros com suas “verdades” montadas nas agências de propaganda, nas grandes empresas, em Washington e Wall Street.
O Brasil é apenas um objetivo num contexto global que os donos do mundo consideram essencial. José Arruda Serra é o capataz designado para cumprir essa tarefa.
No caso dos habeas corpus concedidos a Daniel Dantas, na semana seguinte, a revista VEJA surgiu com uma misteriosa suspeita que o gabinete do ministro presidente do STF estivesse sendo alvo de escuta e uma conversa entre Gilmar e o senador Heráclito Fontes (ficha suja) foi apresentada como prova.
VEJA nem toca no assunto mais, era a mentira para ajudar salvar Dantas e Gilmar, a gravação era uma farsa, foi montada nos laboratórios/chiqueiros desse jornalismo fétido da mídia privada.
Protógenes e o juiz De Sanctis viraram réus por combater a bandidagem.
As denúncias feitas na última edição de VEJA cumprem esse papel. Tentar evitar a todo custo que Dilma Roussef vença as eleições no primeiro turno e jogar a decisão para o segundo, na tentativa de obter o controle do Brasil.
São mentirosas, são falsas e foram orquestradas, como serão várias até o dia das eleições, no esquema FIESP/DASLU.
O jornalista Luís Nassif, ele mesmo alvo de vários processos por ter denunciado esse jornalismo podre dessas quadrilhas, tocou num ponto chave nesse tipo de matéria. O do repórter, de quem assina as denúncias.
Nassif revela uma conversa com um amigo jornalista que lembrou a ele que um direito nunca foi tirado dos repórteres. O de dizer não. “Se não concorda com o teor da edição, se acredita que a matéria foi mutilada, pode dizer não. A matéria sai sem assinatura e o repórter se preserva. A matéria da VEJA tem a assinatura do repórter Diego Escostegui. Para o bem (caso esteja certo) ou para o mal (caso tenha manipulado informações), marcará o nome desse repórter para sempre”.
O empresário Fábio Bacarat, um dos alvos da denúncia, em nota oficial desmentiu todo o teor da reportagem de capa de VEJA.
A ministra Erenice Guerra, chefe do Gabinete Civil, em nota desmente todas as afirmações de VEJA e vai mais além, afirma que foi procurada pelo repórter (que disse sim a se prestar ao papel de pústula, aquele sujeito que faz tudo pelo chefe, cai de quatro sem problema) e todas as suas declarações foram ignoradas ou manipuladas.
O JORNAL NACIONAL, não poderia deixar de ser, a coisa é orquestrada, cada hora entra um instrumento, deu ênfase às “denúncias” e cumpriu seu papel nessa história de tentar eleger José Arruda Serra a todo custo.
Vamos ter tentativas semelhantes de golpe através da mentira até o dia das eleições.
Pode parecer repetitivo, mas é preciso lembrar que a GLOBO deixou de anunciar o fato jornalístico mais importante do dia, em 2006, ante véspera da eleição, a queda do avião da GOL, para não prejudicar o impacto de um dossiê falso que iria jogar no ar tentando levar as eleições para o segundo turno e viabilizar condições para um tucano vencer, no caso Geraldo Alckimin. As concorrentes, todas, já haviam divulgado o acidente.
E outras tantas, é prática corriqueira da GLOBO, de VEJA, da FOLHA DE SÃO PAULO, do ESTADO DE SÃO PAULO, da RBS (não noticia quando o filho do diretor estupra, aí fica em silêncio) esse tipo de jornalismo marrom, podre.
É por isso que William Bonner afirma que o telespectador do JORNAL NACIONAL “é como Homer Simpson”, rotulando-o de idiota. É a maneira como ele enxerga o cidadão que assiste ao filme diário travestido de JORNAL DA MENTIRA.
A ética desse tipo de gente é a dos que pagam por esse amontoado de farsas.
Não tem a menor idéia do que seja dignidade profissional. Só de quanto está no contracheque e na conta bancária.
São canalhas plenos, absolutos. Tinham como lembrou o amigo citado por Nassif, o direito de dizer não. Ou seja, de manifestar princípios de dignidade e caráter. Fala mais alto o dinheiro, vence a capacidade de serem camaleões dos patrões, bonecos ventríloquos.
O Brasil é vital para os interesses dos que tocam o mundo a seu bel prazer, em função de seus interesses, certamente, não são os interesses dos brasileiros.
José Arruda Serra não apresentou uma única proposta de governo, só calúnias, acusações e choro.
Tem dito com freqüência que essa mania de compará-lo com FHC, seu inspirador, é um erro, pois não estamos falando de passado, mas de futuro.
É claro. Só que é preciso olhar para o passado, o governo corrupto e podre que foi o de FHC, para não incorrermos no mesmo erro. Do contrário não teremos futuro. Ele vende tudo. PETROBRAS, BANCO DO BRASIL, o que estiver no “estoque” do item patrimônio público. E como FHC e seus apaniguados embolsam polpudas propinas.
O que VEJA mostra, como o JORNAL NACIONAL, é o desespero dos que estão perdendo a perspectiva de continuar a crescer em cima do dinheiro público, aquele pago e gerado pelo trabalho de milhões de brasileiros.
A mídia privada vive entre os porcos (que me perdoem os porcos, não têm culpa disso).
O que tentam é um golpe. Para eles pouco importa o Brasil e os brasileiros.
A corrupção e a venalidade, a subserviência é intrínseca a eles.
Já nascem com esse imprimatur. De seres repugnantes.
O desafio de uma comunicação calcada na ética da verdade, sem distorções, não importa o direito de opinião, é líquido e certo, ninguém precisa ser a favor disso ou daquilo que não seja o ditame de sua consciência, de seu saber, mas é necessário que esses estejam assentados sobre pilares de dignidade. É um desafio que precisa ser objeto de amplo debate popular.
Não é o caso de VEJA, nem da GLOBO, ou da FOLHA DE SÃO PAULO, da RBS, da mídia privada como um todo.
A sujeira é parte deles, se acostumaram, como Al Capone.
Que tal exibir a verdadeira história da quebra de sigilos fiscais e mostrar o papel de Verônica Serra, a filha do bandido, nos “negócios”? Ou a origem real da história que virar livro e contar quem de fato é José Arruda Serra e os interesses que representa?
Não fazem, estão no bolso dos donos.
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
SE O SERRA PODE POR QUE O TIRIRICA NÃO? - Laerte Braga
A diferença entre o ex-presidente e o Tiririca é que FHC faz chorar, Tiririca faz rir e até agora não se tem notícia que tenha vendido um país ou metido a mão no bolso de alguém.
Tenho ouvido disparates tais como exigir curso para eventuais candidatos a cargos eletivos, preparo mínimo, sabatina por notáveis, coisas típicas de moralismo hipócrita e que no Brasil, em se falando de eleições, se materializa na Justiça Eleitoral, aberração no sentido lato da palavra.
Quando a mídia privada começa a questionar o direito de Tiririca ser candidato a deputado federal deixa de olhar para seu próprio umbigo. Tiririca é produto dessa mídia. Da alienação vendida diariamente nas bancas de jornais, em telinhas de tevê ou na baixaria que costuma ser a programação de boa parte das rádios brasileiras.
Há dias, num táxi, ouvi um locutor da RÁDIO GLOBO recomendar aos ouvintes que não dessem atenção às “rádios piratas”. Estava se referindo às rádios comunitárias. Atrapalham os “negócios” e muitas delas levam informação e resultam em formação.
Isso não interessa aos donos.
Se Tiririca é um bobo, ou não é, nessa discussão sobre seu direito de ser ou não candidato, é irrelevante. É um cidadão brasileiro no gozo dos seus direitos políticos e prontos.
A “democracia” que temos é regida por esses parâmetros.
O que acontece é simples. Num dado momento alguns integrantes do clube de amigos e inimigos cordiais, o Congresso Nacional, perceberam que a perspectiva de um milhão de votos para Tiririca rouba-lhes o assento, digamos assim, na Câmara.
Aí, um procurador eleitoral, investido de poderes absurdos, vai questionar se a vírgula da lei está bem ou mal colocada.
Em uma eleição municipal numa cidade mineira há cerca de uns quinze anos o juiz eleitoral, partidário de um dos candidatos e corrupto, exigiu que os programas do horário eleitoral gratuito lhes fossem mostrados antes de ser exibido e ao seu talante ia fazendo cortes aqui e ali.
A corrida para votar em Tiririca para deputado federal não é nem novidade. E muito menos em São Paulo.
Jânio não foi prefeito e governador? FHC não foi senador, presidente do Brasil? Ademar e Maluf não ganharam várias eleições em cima do “rouba mas faz”? Alckimin não está à frente nas pesquisas para a sucessão estadual? José Arruda Serra não foi prefeito, senador, governador e é candidato a presidente da República.
E olhe que não citei o rinoceronte Cacareco que esse era candidato sério. Ou nem era, o eleitor escrevia seu nome na cédula. Ninguém bateu seu recorde até hoje. Caráter paquidérmico.
O que as redes de tevê que torcem o nariz para Tiririca querem? Ou os jornais, as revistas? As emissoras de rádio e seus programas padrão “olha aí gente que vem chuva forte?
Tiririca é produto desse caráter espetáculo que a mídia privada constrói diariamente nas receitas de Ana Maria Braga, nos domingos desesperadores de Faustão (já apareceu por lá e foi saudado), ou na desinformação que é o JORNAL NACIONAL.
O jornal ESTADO DE SÃO PAULO no afã de criticar Lula (a opinião do jornal é que Lula deveria estar na senzala) traduziu um artigo do jornal inglês THE ECONOMIST e suprimiu um parágrafo onde se lia que o Brasil é a perspectiva de futuro diante do naufrágio da Europa e do declínio dos EUA (se mantém por conta das milhares de bombas que podem destruir o planeta até cem vezes se for o caso).
Suprimir que seja até aceitável, façamos a concessão, mas não informar aos leitores que suprimiu determinado parágrafo e fazer crer que o artigo era crítico, isso é má fé.
Que tipo de contribuição a REDE GLOBO oferece aos brasileiros em termos de conscientização, de informação real, verdadeira, não distorcida? De perspectiva cultural?
São só “negócios”. E negócios sujos, como ganhar terreno público destinado a praça pública por doação de José Arruda Serra, para impedir que o povo da capital paulista tenha de volta o bem público.
A vírgula que Tiririca colocou errado, se é que colocou, não é a que o procurador eleitoral ou seja lá quem for achou, ou inventou, mas é o milhão de votos que pode vir a ter e assim derrotar alguns medalhões investidos de moral patriótica, elevados princípios e contas em paraísos fiscais.
aluf não diz que é ficha limpa?
José Arruda Serra não está descabelado e tresloucado com os números das pesquisas, falando bobagens em cima de bobagens por conta de um sigilo fiscal que sabia desde 2009 e beneficiou os “negócios” de sua filha? Que foi levantado agora pelo ex-governador de Minas Aécio Neves para defender-se das insinuações de Arruda Serra numa disputa interna entre tucanos?
O menor problema nessa “democracia” onde Gilmar Mendes vai proferir um voto sobre a ficha limpa, é o Tiririca.
Bolsonaro é deputado federal, vomita barbáries fascistas diariamente na Câmara, que riscos oferece o Tiririca?
Ele mesmo responde no seu slogan – “pior não fica” –.
Não tem como ser pior que Bolsonaro.
Já ouvi que Congresso é uma besteira e de gente que defende a “democracia forte”. Coloca o que não existe na democracia, adjetivo. Sobral Pinto ensinou isso a um coronel fascista que falou da construção da “democracia a brasileira”.
Deu no que deu. País imerso em dívidas, prisões lotadas de adversários políticos, milhares de exilados, torturados, assassinados e até hoje esse rebutalho defendendo a honra nacional.
Putz! É o cúmulo da esculhambação.
Existem deputados como Chico Alencar, Brizola Neto, Luciana Genro, outros tantos que lutam pela construção da democracia lato senso, com ampla participação popular. Candidatos como o Carlos Eugênio Pais, o comandante Clemente.
Mas e a GLOBO? O ESTADO DE SÃO PAULO? A FOLHA DE SÃO PAULO? VEJA? ÉPOCA?
A maior preocupação do portal GLOBO.COM, que se auto intitula o maior do Brasil é saber se Susana Vieira acordou com o mesmo namorado ou é outro.
Aí meu caro e minha cara, nessa linha de alienação, de baboseira, Tiririca ainda acaba virando salvação nacional com direito a participar da tal dança dos famosos no programa do bobo Faustão.
E chamadas no JORNAL NACIONAL. Com análises de Miriam Leitão, Lúcia Hipólito e Alexandre Garcia.
Tiririca é produto que eles próprios, as elites, criaram. Agora que agüentem. Descartar o cara pelo simples fato que tornou-se eleitoralmente maior que essa bandidagem vendida pela mídia privada é típico dessa banda podre e corrupta, a que usa e descarta.
Como aquela moça do Faustão que foi mandada embora por ter completado quarenta anos.
São cretinos absolutos, mas pilantras plenos. A causa. Tiririca é o efeito.
Tenho uma sugestão. Maitê Proença produziu asneiras impensáveis no programa SAIA JUSTA de um dos canais da GLOBO em tevê fechada. Peguem algumas declarações de Tiririca. Se conseguir superar a moça que deu um chilique e queria andar exclusivo para si num hospital depois de uma queda dum cavalo, aí dá para pensar no assunto impugnação.
Caso contrário, quem sabe o procurador, ou procuradora que quer impugnar o candidato impugna a GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, VEJA, Faustão, Maitê Proença, etc, etc.
Olha bem, depois que o FHC foi presidente da República, vendeu um país inteiro e ainda constrói uma pirâmide em São Paulo para si qualquer tiririca é pinto diante do esquema FIESP/DASLU.
Tenho ouvido disparates tais como exigir curso para eventuais candidatos a cargos eletivos, preparo mínimo, sabatina por notáveis, coisas típicas de moralismo hipócrita e que no Brasil, em se falando de eleições, se materializa na Justiça Eleitoral, aberração no sentido lato da palavra.
Quando a mídia privada começa a questionar o direito de Tiririca ser candidato a deputado federal deixa de olhar para seu próprio umbigo. Tiririca é produto dessa mídia. Da alienação vendida diariamente nas bancas de jornais, em telinhas de tevê ou na baixaria que costuma ser a programação de boa parte das rádios brasileiras.
Há dias, num táxi, ouvi um locutor da RÁDIO GLOBO recomendar aos ouvintes que não dessem atenção às “rádios piratas”. Estava se referindo às rádios comunitárias. Atrapalham os “negócios” e muitas delas levam informação e resultam em formação.
Isso não interessa aos donos.
Se Tiririca é um bobo, ou não é, nessa discussão sobre seu direito de ser ou não candidato, é irrelevante. É um cidadão brasileiro no gozo dos seus direitos políticos e prontos.
A “democracia” que temos é regida por esses parâmetros.
O que acontece é simples. Num dado momento alguns integrantes do clube de amigos e inimigos cordiais, o Congresso Nacional, perceberam que a perspectiva de um milhão de votos para Tiririca rouba-lhes o assento, digamos assim, na Câmara.
Aí, um procurador eleitoral, investido de poderes absurdos, vai questionar se a vírgula da lei está bem ou mal colocada.
Em uma eleição municipal numa cidade mineira há cerca de uns quinze anos o juiz eleitoral, partidário de um dos candidatos e corrupto, exigiu que os programas do horário eleitoral gratuito lhes fossem mostrados antes de ser exibido e ao seu talante ia fazendo cortes aqui e ali.
A corrida para votar em Tiririca para deputado federal não é nem novidade. E muito menos em São Paulo.
Jânio não foi prefeito e governador? FHC não foi senador, presidente do Brasil? Ademar e Maluf não ganharam várias eleições em cima do “rouba mas faz”? Alckimin não está à frente nas pesquisas para a sucessão estadual? José Arruda Serra não foi prefeito, senador, governador e é candidato a presidente da República.
E olhe que não citei o rinoceronte Cacareco que esse era candidato sério. Ou nem era, o eleitor escrevia seu nome na cédula. Ninguém bateu seu recorde até hoje. Caráter paquidérmico.
O que as redes de tevê que torcem o nariz para Tiririca querem? Ou os jornais, as revistas? As emissoras de rádio e seus programas padrão “olha aí gente que vem chuva forte?
Tiririca é produto desse caráter espetáculo que a mídia privada constrói diariamente nas receitas de Ana Maria Braga, nos domingos desesperadores de Faustão (já apareceu por lá e foi saudado), ou na desinformação que é o JORNAL NACIONAL.
O jornal ESTADO DE SÃO PAULO no afã de criticar Lula (a opinião do jornal é que Lula deveria estar na senzala) traduziu um artigo do jornal inglês THE ECONOMIST e suprimiu um parágrafo onde se lia que o Brasil é a perspectiva de futuro diante do naufrágio da Europa e do declínio dos EUA (se mantém por conta das milhares de bombas que podem destruir o planeta até cem vezes se for o caso).
Suprimir que seja até aceitável, façamos a concessão, mas não informar aos leitores que suprimiu determinado parágrafo e fazer crer que o artigo era crítico, isso é má fé.
Que tipo de contribuição a REDE GLOBO oferece aos brasileiros em termos de conscientização, de informação real, verdadeira, não distorcida? De perspectiva cultural?
São só “negócios”. E negócios sujos, como ganhar terreno público destinado a praça pública por doação de José Arruda Serra, para impedir que o povo da capital paulista tenha de volta o bem público.
A vírgula que Tiririca colocou errado, se é que colocou, não é a que o procurador eleitoral ou seja lá quem for achou, ou inventou, mas é o milhão de votos que pode vir a ter e assim derrotar alguns medalhões investidos de moral patriótica, elevados princípios e contas em paraísos fiscais.
aluf não diz que é ficha limpa?
José Arruda Serra não está descabelado e tresloucado com os números das pesquisas, falando bobagens em cima de bobagens por conta de um sigilo fiscal que sabia desde 2009 e beneficiou os “negócios” de sua filha? Que foi levantado agora pelo ex-governador de Minas Aécio Neves para defender-se das insinuações de Arruda Serra numa disputa interna entre tucanos?
O menor problema nessa “democracia” onde Gilmar Mendes vai proferir um voto sobre a ficha limpa, é o Tiririca.
Bolsonaro é deputado federal, vomita barbáries fascistas diariamente na Câmara, que riscos oferece o Tiririca?
Ele mesmo responde no seu slogan – “pior não fica” –.
Não tem como ser pior que Bolsonaro.
Já ouvi que Congresso é uma besteira e de gente que defende a “democracia forte”. Coloca o que não existe na democracia, adjetivo. Sobral Pinto ensinou isso a um coronel fascista que falou da construção da “democracia a brasileira”.
Deu no que deu. País imerso em dívidas, prisões lotadas de adversários políticos, milhares de exilados, torturados, assassinados e até hoje esse rebutalho defendendo a honra nacional.
Putz! É o cúmulo da esculhambação.
Existem deputados como Chico Alencar, Brizola Neto, Luciana Genro, outros tantos que lutam pela construção da democracia lato senso, com ampla participação popular. Candidatos como o Carlos Eugênio Pais, o comandante Clemente.
Mas e a GLOBO? O ESTADO DE SÃO PAULO? A FOLHA DE SÃO PAULO? VEJA? ÉPOCA?
A maior preocupação do portal GLOBO.COM, que se auto intitula o maior do Brasil é saber se Susana Vieira acordou com o mesmo namorado ou é outro.
Aí meu caro e minha cara, nessa linha de alienação, de baboseira, Tiririca ainda acaba virando salvação nacional com direito a participar da tal dança dos famosos no programa do bobo Faustão.
E chamadas no JORNAL NACIONAL. Com análises de Miriam Leitão, Lúcia Hipólito e Alexandre Garcia.
Tiririca é produto que eles próprios, as elites, criaram. Agora que agüentem. Descartar o cara pelo simples fato que tornou-se eleitoralmente maior que essa bandidagem vendida pela mídia privada é típico dessa banda podre e corrupta, a que usa e descarta.
Como aquela moça do Faustão que foi mandada embora por ter completado quarenta anos.
São cretinos absolutos, mas pilantras plenos. A causa. Tiririca é o efeito.
Tenho uma sugestão. Maitê Proença produziu asneiras impensáveis no programa SAIA JUSTA de um dos canais da GLOBO em tevê fechada. Peguem algumas declarações de Tiririca. Se conseguir superar a moça que deu um chilique e queria andar exclusivo para si num hospital depois de uma queda dum cavalo, aí dá para pensar no assunto impugnação.
Caso contrário, quem sabe o procurador, ou procuradora que quer impugnar o candidato impugna a GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, VEJA, Faustão, Maitê Proença, etc, etc.
Olha bem, depois que o FHC foi presidente da República, vendeu um país inteiro e ainda constrói uma pirâmide em São Paulo para si qualquer tiririca é pinto diante do esquema FIESP/DASLU.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Elegância - Barbet
ELEGÂNCIA
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara : a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando, e depois manda dizer que não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante, você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição....
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do Gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza, atitudes gentis falam mais que mil imagens...
..Abrir a porta para alguém...é muito elegante
..Dar o lugar para alguém sentar...
..Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
..Oferecer ajuda...é muito elegante
...Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu que acha que "com amigo não se tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso
E, detalhe : não é frescura
( Toulouse Lautrec )
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara : a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando, e depois manda dizer que não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante, você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição....
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do Gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza, atitudes gentis falam mais que mil imagens...
..Abrir a porta para alguém...é muito elegante
..Dar o lugar para alguém sentar...
..Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
..Oferecer ajuda...é muito elegante
...Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu que acha que "com amigo não se tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso
E, detalhe : não é frescura
( Toulouse Lautrec )
Repúdio ao Invejoso - Barbet
Repúdio ao Invejoso
Barbet
10 de setembro de 2010
Via-te passar, agir, sorrir, falar e distante observava, admirava! Querendo ser igual a ti, sutilmente, aproximei-me tentando te agradar, palavras ao ar; depois a todo custo te imitar e nesta tentativa me frustrei, sofri, caí, calei; insisti, não consegui; sentindo que não conseguiria minha meta alcançar resolvi, por fim, destruir-te; destruindo-te poderia tentar ser o que perto de ti jamais iria alcançar.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O EFEITO SPUTINIK - Laerte Braga
Federico Fellini tinha uma fascinação absurda pelos seios da atriz sueca Anita Ekberg. Em um dos episódios de BOCACCIO 70 transformou a atriz num fantástico “demônio” a atormentar a vida do Doutor Antônio, moralista de virgindade comprovada e pruridos histéricos de saraus tucanos/DEM em petit comitê, onde a burguesia se refestelava virando os olhos ao som de trinados agudos sonhando sonhos bem definidos por Freud.
Beba mais leite, era um outdoor imenso num descampado à frente do prédio onde morava o Doutor Antônio. Anita estendida em decote ousado (as feministas não gostariam hoje da imagem) e sugerindo leite.
Ao final, o moralista, defensor da fé, dos valores da civilização cristã e ocidental acaba abraçado ao outdoor, murmurando “Anita meu amor”, enquanto é guinchado por um guindaste e conduzido a uma ambulância piedosa, mesmo tendo percorrido os corredores do Vaticano contra a ofensa de seios voluptuosos oferecidos a escoteiros puros e cujos olhos não haviam sido ainda conspurcados por imagens deletérias de “podridão moral”.
Chamem o padre Patrick Payton, se é que ainda é vivo. Vai puxar a versão 2010 da Marcha da Família com Deus e pela Liberdade. Em seguida as prisões ficarão lotadas daqueles que ousaram abrir os olhos e lá por um cantinho de olhada, de esguelha, enxergar Anita.
Flávio Cavalcanti vai completar o quadro numa edição extra de NOITE DE GALA, mostrando que o lançamento do SPUTNIK foi apenas propaganda soviética contra a família e a democracia.
“Malamadas” no definir perfeito de Antônio Maria, quando o machismo ainda era regra (mas Maria morreu de paixão), lotando o auditório e conduzidas com maestria pelo apresentador se mostrariam precursoras do aleluia, aleluia.
Incorporavam a democracia.
Só se José Arruda Serra ressuscitar esses fantasmas. Tem tentado. Quem sabe a vaca de VEJA que usando determinado produto em sua alimentação dá leite com sabor baunilha. Direto das tetas para as embalagens fechadas a vácuo cujo consumo equivalem a um bifinho suprindo todas as crianças de suas necessidades diárias de cálcio e vitaminas.
Pobre Laika. Segundo Flávio Cavalcanti e em sua cruzada pela liberdade, a decisão de lançar a cadelinha ao espaço violou a declaração de direito dos animais.
Lotar prisões com adversários da ditadura que se instalou a seguir, tornar a tortura, o estupro práticas “democráticas” e libertárias, desovar corpos pelos caminhões da FOLHA DE SÃO PAULO, nas rotas da “liberdade”, isso é mais ou menos a teoria de Madeleine Albright, ex-secretária de Estado do governo Clinton, quando lhe perguntaram sobre as mortes de crianças no Iraque por conta do bloqueio. Perto de 200 mil crianças.
“É um preço que a democracia tem que pagar”.
Putz! Pensar que tudo isso é culpa do Sputinik.
José Arruda Serra é um desses políticos que fazem da mentira sua principal arma e gira em torno dos donos. Amarra seus sapatos, carrega suas pastinhas e se auto imola na condição de vítima do que quer que seja. Pilantra. Em 2009 já falava da venda de sigilos fiscais e sabia que não só ele, como todos os políticos eram alvos dessa prática por conta de chantagens costumeiras no meio. Banqueiros, grandes empresas, latifundiários, no afã de descolar um crédito, uma obra, um pedaço de terra gigantesco na ordem natural do progresso capitalista recheado de borduna e que tais.
Bem fez Oscarito que mandou os norte-americanos pastarem e quase chega às vias de fato com Norma Benguel esplêndida e aperfeiçoada Brigite Bardot. Abençoada também.
Felllini tinha horror do idioma inglês. Mas não reclamou em uma de suas obras quando alguns desses atores apareceram por conta do produtor. Segundo ele não precisava entender as asneiras que eram ditas pelos ditos atores. É que ingleses, na sua versão, não falam nada além de asneiras, ou falavam.
O diabo foi a vela. Roberto Benigno subindo um celeiro pelo lado de fora e com uma vela às mãos. Na hora de montar, editar, Fellini quis sombra. Os técnicos não, diziam que era impossível naquela situação.
Fellini pôs sombra, impôs sombra e durante uma semana filósofos discutiram o significado da sombra. Segundo ele tudo era só um filme, cinema, mas para os técnicos o diretor explicou melhor – “entendem agora porque eu sou o gênio e vocês os técnicos? Os que mexem essas máquinas malucas?”.
Joga esse troço na fogueira de São Genaro.
Cara, onde já se viu imaginar que Charlotte Rampling é mais bonita que Anita Ekberg? Uma “tabua inglesa” versus uma “escultura nórdica”?
Ah! Montanhas e montanhas de gelo. Icebergs.
E lá se foi o Doutor Antônio, amigo dos bispos da CNBB, removido pela ambulância da saúde pública italiana.
O que diria de Berlusconi?
Em todo caso no episódio final Sophia Loren era oferecida em rifa, idéia de Vitório de Sicca. E de quebra, no banco de reservas, tinha Gina Lolobrigida em “PÃO, AMOR E FANTASIA”.
Onde já viu general entender desses “negócios” palpáveis e que cheiram a gente?
Quando você entra no complexo FIESP/DASLU você não percebe à primeira vista que está chegando ao inferno real do mundo tucano.
Só quando depois de percorrer todos os escaninhos do contrabando vislumbra numa porta especial o candidato José Arruda Serra proclamando ao mundo e a quem queira ouvi-lo que é vítima de uma “trama”.
A trama é ele meu!
Nem que façam a exumação do corpo de Vernon Walthers comandante das forças armadas brasileiras em 1964, ou que Patrick Payton clame aos céus pelas hordas de “anjos” da OPUS DEI.
Edir, o Macedo, chegou primeiro, carregando sua pastinha de dízimos no milagre da multiplicação dos pães, quer dizer, dos dízimos, em sacos e sacos de montanhas de casas vendidas no céu.
É o efeito Sputinik. Pior que aquela máquina maluca de Woody Allen, a que enxerga o futuro e lhe ensejou uma bicicleta voadora.
Termina na horizontal, com teses e antíteses.
O deserto de idéias dos tucanos.
E olha que a GLOBO faz força. Desde os tempos dos Sputinik.
Beba mais leite, era um outdoor imenso num descampado à frente do prédio onde morava o Doutor Antônio. Anita estendida em decote ousado (as feministas não gostariam hoje da imagem) e sugerindo leite.
Ao final, o moralista, defensor da fé, dos valores da civilização cristã e ocidental acaba abraçado ao outdoor, murmurando “Anita meu amor”, enquanto é guinchado por um guindaste e conduzido a uma ambulância piedosa, mesmo tendo percorrido os corredores do Vaticano contra a ofensa de seios voluptuosos oferecidos a escoteiros puros e cujos olhos não haviam sido ainda conspurcados por imagens deletérias de “podridão moral”.
Chamem o padre Patrick Payton, se é que ainda é vivo. Vai puxar a versão 2010 da Marcha da Família com Deus e pela Liberdade. Em seguida as prisões ficarão lotadas daqueles que ousaram abrir os olhos e lá por um cantinho de olhada, de esguelha, enxergar Anita.
Flávio Cavalcanti vai completar o quadro numa edição extra de NOITE DE GALA, mostrando que o lançamento do SPUTNIK foi apenas propaganda soviética contra a família e a democracia.
“Malamadas” no definir perfeito de Antônio Maria, quando o machismo ainda era regra (mas Maria morreu de paixão), lotando o auditório e conduzidas com maestria pelo apresentador se mostrariam precursoras do aleluia, aleluia.
Incorporavam a democracia.
Só se José Arruda Serra ressuscitar esses fantasmas. Tem tentado. Quem sabe a vaca de VEJA que usando determinado produto em sua alimentação dá leite com sabor baunilha. Direto das tetas para as embalagens fechadas a vácuo cujo consumo equivalem a um bifinho suprindo todas as crianças de suas necessidades diárias de cálcio e vitaminas.
Pobre Laika. Segundo Flávio Cavalcanti e em sua cruzada pela liberdade, a decisão de lançar a cadelinha ao espaço violou a declaração de direito dos animais.
Lotar prisões com adversários da ditadura que se instalou a seguir, tornar a tortura, o estupro práticas “democráticas” e libertárias, desovar corpos pelos caminhões da FOLHA DE SÃO PAULO, nas rotas da “liberdade”, isso é mais ou menos a teoria de Madeleine Albright, ex-secretária de Estado do governo Clinton, quando lhe perguntaram sobre as mortes de crianças no Iraque por conta do bloqueio. Perto de 200 mil crianças.
“É um preço que a democracia tem que pagar”.
Putz! Pensar que tudo isso é culpa do Sputinik.
José Arruda Serra é um desses políticos que fazem da mentira sua principal arma e gira em torno dos donos. Amarra seus sapatos, carrega suas pastinhas e se auto imola na condição de vítima do que quer que seja. Pilantra. Em 2009 já falava da venda de sigilos fiscais e sabia que não só ele, como todos os políticos eram alvos dessa prática por conta de chantagens costumeiras no meio. Banqueiros, grandes empresas, latifundiários, no afã de descolar um crédito, uma obra, um pedaço de terra gigantesco na ordem natural do progresso capitalista recheado de borduna e que tais.
Bem fez Oscarito que mandou os norte-americanos pastarem e quase chega às vias de fato com Norma Benguel esplêndida e aperfeiçoada Brigite Bardot. Abençoada também.
Felllini tinha horror do idioma inglês. Mas não reclamou em uma de suas obras quando alguns desses atores apareceram por conta do produtor. Segundo ele não precisava entender as asneiras que eram ditas pelos ditos atores. É que ingleses, na sua versão, não falam nada além de asneiras, ou falavam.
O diabo foi a vela. Roberto Benigno subindo um celeiro pelo lado de fora e com uma vela às mãos. Na hora de montar, editar, Fellini quis sombra. Os técnicos não, diziam que era impossível naquela situação.
Fellini pôs sombra, impôs sombra e durante uma semana filósofos discutiram o significado da sombra. Segundo ele tudo era só um filme, cinema, mas para os técnicos o diretor explicou melhor – “entendem agora porque eu sou o gênio e vocês os técnicos? Os que mexem essas máquinas malucas?”.
Joga esse troço na fogueira de São Genaro.
Cara, onde já se viu imaginar que Charlotte Rampling é mais bonita que Anita Ekberg? Uma “tabua inglesa” versus uma “escultura nórdica”?
Ah! Montanhas e montanhas de gelo. Icebergs.
E lá se foi o Doutor Antônio, amigo dos bispos da CNBB, removido pela ambulância da saúde pública italiana.
O que diria de Berlusconi?
Em todo caso no episódio final Sophia Loren era oferecida em rifa, idéia de Vitório de Sicca. E de quebra, no banco de reservas, tinha Gina Lolobrigida em “PÃO, AMOR E FANTASIA”.
Onde já viu general entender desses “negócios” palpáveis e que cheiram a gente?
Quando você entra no complexo FIESP/DASLU você não percebe à primeira vista que está chegando ao inferno real do mundo tucano.
Só quando depois de percorrer todos os escaninhos do contrabando vislumbra numa porta especial o candidato José Arruda Serra proclamando ao mundo e a quem queira ouvi-lo que é vítima de uma “trama”.
A trama é ele meu!
Nem que façam a exumação do corpo de Vernon Walthers comandante das forças armadas brasileiras em 1964, ou que Patrick Payton clame aos céus pelas hordas de “anjos” da OPUS DEI.
Edir, o Macedo, chegou primeiro, carregando sua pastinha de dízimos no milagre da multiplicação dos pães, quer dizer, dos dízimos, em sacos e sacos de montanhas de casas vendidas no céu.
É o efeito Sputinik. Pior que aquela máquina maluca de Woody Allen, a que enxerga o futuro e lhe ensejou uma bicicleta voadora.
Termina na horizontal, com teses e antíteses.
O deserto de idéias dos tucanos.
E olha que a GLOBO faz força. Desde os tempos dos Sputinik.
SOBRE "VERDADES ABSOLUTAS" - Laerte Braga
O pastor norte-americano Terry Jones está tirando o sono de Barack Obama e todo o governo dos EUA, ao conclamar pessoas em todo o mundo para o “DIA INTERNACIONAL DE QUEIMAR UM ALCORÃO”. Terry Jones é um dos líderes da igreja “cristã” DOVE WORLD OUTREACH, na cidade de Gainesville, pouco mais de 95 mil habitantes.
Jones é autor de um livro com o título ISLAM IS OF THE DEVIL. Uma página no site FACEBOOK criada pelo pastor para sua campanha tem perto de onze mil seguidores.
Há cerca de sete dias uma senhora de pouco mais de setenta anos, viúva e mãe de dois filhos com distúrbios mentais provocados pelo uso de drogas dirigia-se a um Terreiro Umbandista de sua cidade, quando foi abordada por um pastor. Recebeu um convite para freqüentar sua igreja (a dele) e a advertência que estava se dirigindo a uma “casa do demônio”.
Bispos da seção paulista da CNBB (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL) divulgaram uma carta em que recomendam a fiéis a não votar em candidatos que defendam posições contrárias às da Igreja Católica Apostólica Romana, especificando dentre os candidatos Dilma Roussef. Acusam a candidata de Lula de ser pró-aborto. O apelo foi ouvido pelo arcebispo do Pará que quer a carta divulgada em todo o país.
O pastor Jones, no mesmo FACEBOOK enfrenta três outras páginas que condenam sua atitude e que somam pelo menos vinte vezes mais seguidores que os seus fanáticos.
Barack Obama e Hilary Clinton já se manifestaram publicamente contra a convocação de Terry Jones e advertem que atitudes como essa podem aumentar o radicalismo de setores islâmicos, beneficiando organizações terroristas como a AL QAEDA.
Não difere da OPUS DEI, católica, de extrema-direita e que desde a eleição do papa João Paulo II controla o Vaticano com mão de ferro, agora mais ainda com o ex-integrante da juventude hitlerista o papa Bento XVI. A ascensão de João Paulo II significou a retomada de um processo inquisitório dentro da Igreja Católica contra setores da Teologia da Libertação e não identificados com o extremismo visceral do papa polonês. João Paulo II foi eleito com apoio do governo dos EUA, através de negociações do cardeal Marcinkus (chegou a ter sua prisão preventiva pedida pelo governo da Itália por fraudes bancárias, dirigia o banco do Vaticano).
O “sonho” de Edir Macedo, que no Brasil responde a processos por lavagem de dinheiro, extorsão, estelionato, é levar sua igreja ao “mundo muçulmanos” e “libertá-lo do “atraso”. De Miami comanda uma rede que envolve bancos, veículos de comunicação, empresas imobiliárias, toda a sorte de “negócios” a partir do dízimo pago pelos fiéis.
Segundo o site GLOBO.COM, uma espécie de revista do nada na internet, causou risos e espanto a forma como Larissa Riquelme, chamada musa da Copa do Mundo, referiu-se às suas partes íntimas.
A moça estava aproveitando os quinze minutos de fama, posando para a revista PLAYBOY e usou a expressão PANCHULA para definir tais partes.
O Irã, na cabeça dessa gente, é o grande culpado de todas essas mazelas, digamos assim, inclusive dos que aguardam execução nas prisões do Texas, ou do Iraque. Há cerca de dois anos o FBI aceitou como real um estudo de organizações de direitos humanos, que pelo menos cinqüenta condenados a morte eram inocentes e foram executados assim mesmo. Como os exames de DNA só são possíveis de um determinado tempo para cá, a justiça falhou. A maior parte dos executados era de negros, latinos e pobres.
Todos os que estavam no Texas pediram clemência, direito previsto em lei, ao então governador do Estado do Texas, George Bush, mais tarde presidente, que negou todos os pedidos.
O avanço das quadrilhas neopentecostais é exportado pelos Estados Unidos e se instala primeiro na América Latina a partir do Chile e em seguida o Brasil. Pastores formados e treinados por um dos braços mais ativos da inteligência norte-americana a CIA substituem os norte-americanos (chegaram aqui com a Aliança para o Progresso, uma espécie de pedofilia política, dá um pirulito e rouba a essência do ser). À época o principal consultor “religioso” do governo dos EUA era Billy Graham, inspirador de Ronald Reagan em sua cruzada contra o comunismo.
Visitou o Brasil a convite de organizações de extrema-direita e do próprio governo militar, a ditadura.
Hoje a praga se espalha pela África, Europa Ocidental (nova grande colônia dos EUA) e almeja conquistar o mundo muçulmano.
Foi uma resposta, na América Latina, à Teologia da Libertação. Opção de católicos pelos pobres que ganhou força com os papas João XXIII e Paulo VI. Seus papados foram varridos da história da Igreja por João Paulo II e agora Bento XVI, sem falar nos mistérios que cercam a morte de João Paulo I, papa por um mês.
Inúmeros sacerdotes católicos ligados à Teologia da Libertação foram assassinados por extremistas de direita e por governos militares. Caso do cardeal Oscar Romero em El Salvador e de freis como frei Tito no Brasil.
As três mais conhecidas vítimas desse período foram o arcebispo de Olinda e Recife, D. Hélder Câmara, o cardeal Paulo Evaristo Arns e o frei Leonardo Boff. Não foram assassinados, mas a própria Igreja tratou de silenciá-los enquanto sacerdotes. Boff inclusive abandonou o hábito.
A cúpula da Igreja Católica Romana no Brasil, hoje, é controlada pela OPUS DEI (aparece como vilã no filme CÓDIGO DA VINCI) e as perseguições a remanescentes da Teologia da Libertação permanecem.
Não há diferença alguma entre o extremismo de seitas neopentecostais, ou de católicos da OPUS DEI (RENOVAÇÃO CARISMÁTICA) e fundamentalistas judeus ou muçulmanos. Na essência são apenas a doença da verdade absoluta, variam no modus operandi.
Nas eleições presidenciais de 2006 a OPUS DEI tentou alcançar o governo da República através de Geraldo Alckimin, um dos seus mais proeminentes líderes no Brasil.
A disputa entre neopentecostais e fundamentalistas católicos é apenas pelo controle da “verdade”. Essa “verdade” enche cofres.
Quando os cristãos deixaram Jerusalém nas cruzadas todos os monumentos e prédios religiosos muçulmanos haviam sido destruídos. Quando os mouros – muçulmanos – deixaram a Espanha todos os monumentos católicos estavam preservados.
A nota de bispos paulistas, apoiada pela maioria da CNBB, sobre a candidata Dilma Roussef é inaceitável. Pesquisas anteriores às eleições mostram que a Igreja Católica Romana vive um processo lento e gradativo de extinção. A imensa maioria dos seus fiéis é favorável a pontos que a cúpula fascista de Roma considera inaceitáveis, como divórcio e aborto (sem juízo de mérito aqui).
Bento XVI, como Edir Macedo é um dos braços do capitalismo norte-americano. No fundo não diferem em nada.
Fiéis são instrumentos usados e manobrados em sua boa fé para sustentar todo esse aparato de “verdade absoluta”, de “mandato divino”.
Os generais/gorilas que deram o golpe em Honduras, em 2009, entraram no Palácio do Governo com a imagem de Cristo e assistiram a um ato religioso celebrado pelo cardeal daquele país. Ontem, quarta-feira, dia 8 de setembro de 2010, a repressão hondurenha, naturalmente em nome de Deus e dessa “verdade” absoluta matou dezoito oposicionistas. Esses assassinatos são diários, sistemáticos, fazem parte da política de “limpeza” ou eliminação dos “impuros”, aqueles que não se ajoelham diante das lojas da rede McDonald’s.
O Estado, como instituição, surgiu quando numa determinada comunidade, há milênios, o mais inteligente percebeu que se chamasse o mais esperto conseguiriam um transformar-se em monarca, rei, imperador, dono, outro, em sacerdote, intérprete da “vontade divina”, para legitimar a autoridade do rei e, por via das dúvidas, chamaram o mais boçal, o mais forte, deram-lhe uma borduna para garantir a ordem e as “liberdades”.
Tem sido assim historicamente. A luta de classes nasce ali, pois nasceu ali a exploração do homem pelo homem.
Quando Karl Marx disse que a “religião é o ópio do povo”, o fez fora do contexto de sua obra maior, o capital. O fez num poema, ao constatar que os líderes religiosos de sua época apoiavam com todo ardor o sistema escravagista que negava direitos mínimos e elementares a trabalhadores (salário digno, folga aos domingos, limite de horas de trabalho, licença por doença, etc). Aqueles líderes eram sustentados pelo poder.
Como o são hoje as cúpulas católicas e de seitas neopentecostais. A disputa entre eles é de eficiência na capacidade de seduzir e iludir seres humanos para garantir a “verdade absoluta”, ora com sede em Washington e filial em Wall Street. No resto do mundo os donos espalham bases repletas de armas nucleares, só um tipo diferente de borduna. Coisa de avanços tecnológicos.
Condenar a uma mulher a morrer por apedrejamento é um resquício de estupidez e boçalidade. Maria Madalena, companheira de Cristo, foi salva pelo próprio. A decisão de matá-la dessa forma bárbara fora dos chefes judeus à época.
Em qualquer circunstância a pena de morte é um ato de barbárie. De negação dos princípios mínimos e elementares da essência e do sentido da vida.
Nas prisões do Iraque mais de 1 500 cidadãos iraquianos aguardam execução, muitos deles por resistirem à invasão, ocupação e saque promovido pelos EUA. Em várias prisões de estados norte-americanos que adotam a pena de morte centenas de pessoas aguardam o chamado para serem mortos por uma injeção letal.
O mundo, não teve como esconder, viu os requintes de perversidade dos norte-americanos nas prisões do Iraque. E, recentemente, através de documentos secretos da guerra do Afeganistão, liberados por um site na internet, a prática de tortura, assassinatos seletivos, a forma arrogante como soldados (empregados de empresas privadas que controlam as forças armadas dos EUA e nos “negócios” da guerra) festejavam e festejam a morte de civis.
Ou, também não tem como esconder, o terrorismo de Estado que tomou conta do Israel e como havia previsto Einstein (em carta publicada pelo NEW YORK TIMES), o “fim do sonho”.
A decisão da CNBB é um acinte aos brasileiros. Um desrespeito às liberdades fundamentais do homem.
É bem mais que isso, é a cretinice de bispos católicos transformando a Igreja em partido –o que nunca deixou de ser – dos setores mais atrasados da sociedade brasileira. Não foi por outra razão que surgiu em São Paulo, berço do esquema FIESP/DASLU, um dos últimos bastiões de escravagistas, a serviço de potência estrangeira.
Deus nos livre dessa gente.
É o mundo das PANCHULAS, do culto a PLAYBOY, dos assassinatos de camponeses que lutam contra o latifúndio, da mídia transformada em catedral da “verdade absoluta”, a que aliena, mente, distorce.
Não é por outro motivo que um dos cardeais desse “evangelho” é Arnaldo Jabor.
Já não se fazem cardeais como Richilieu. Banalizaram o “negócio”, qualquer um compra uma indulgência, ou diploma. Vira comendador. Existem aos montes, comendadores, na FIESP/DASLU. Deitam vômito diariamente pela GLOBO.
Bispos da seção paulista da CNBB (CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL) divulgaram uma carta em que recomendam a fiéis a não votar em candidatos que defendam posições contrárias às da Igreja Católica Apostólica Romana, especificando dentre os candidatos Dilma Roussef. Acusam a candidata de Lula de ser pró-aborto. O apelo foi ouvido pelo arcebispo do Pará que quer a carta divulgada em todo o país.
O pastor Jones, no mesmo FACEBOOK enfrenta três outras páginas que condenam sua atitude e que somam pelo menos vinte vezes mais seguidores que os seus fanáticos.
Barack Obama e Hilary Clinton já se manifestaram publicamente contra a convocação de Terry Jones e advertem que atitudes como essa podem aumentar o radicalismo de setores islâmicos, beneficiando organizações terroristas como a AL QAEDA.
Não difere da OPUS DEI, católica, de extrema-direita e que desde a eleição do papa João Paulo II controla o Vaticano com mão de ferro, agora mais ainda com o ex-integrante da juventude hitlerista o papa Bento XVI. A ascensão de João Paulo II significou a retomada de um processo inquisitório dentro da Igreja Católica contra setores da Teologia da Libertação e não identificados com o extremismo visceral do papa polonês. João Paulo II foi eleito com apoio do governo dos EUA, através de negociações do cardeal Marcinkus (chegou a ter sua prisão preventiva pedida pelo governo da Itália por fraudes bancárias, dirigia o banco do Vaticano).
O “sonho” de Edir Macedo, que no Brasil responde a processos por lavagem de dinheiro, extorsão, estelionato, é levar sua igreja ao “mundo muçulmanos” e “libertá-lo do “atraso”. De Miami comanda uma rede que envolve bancos, veículos de comunicação, empresas imobiliárias, toda a sorte de “negócios” a partir do dízimo pago pelos fiéis.
Segundo o site GLOBO.COM, uma espécie de revista do nada na internet, causou risos e espanto a forma como Larissa Riquelme, chamada musa da Copa do Mundo, referiu-se às suas partes íntimas.
A moça estava aproveitando os quinze minutos de fama, posando para a revista PLAYBOY e usou a expressão PANCHULA para definir tais partes.
O Irã, na cabeça dessa gente, é o grande culpado de todas essas mazelas, digamos assim, inclusive dos que aguardam execução nas prisões do Texas, ou do Iraque. Há cerca de dois anos o FBI aceitou como real um estudo de organizações de direitos humanos, que pelo menos cinqüenta condenados a morte eram inocentes e foram executados assim mesmo. Como os exames de DNA só são possíveis de um determinado tempo para cá, a justiça falhou. A maior parte dos executados era de negros, latinos e pobres.
Todos os que estavam no Texas pediram clemência, direito previsto em lei, ao então governador do Estado do Texas, George Bush, mais tarde presidente, que negou todos os pedidos.
O avanço das quadrilhas neopentecostais é exportado pelos Estados Unidos e se instala primeiro na América Latina a partir do Chile e em seguida o Brasil. Pastores formados e treinados por um dos braços mais ativos da inteligência norte-americana a CIA substituem os norte-americanos (chegaram aqui com a Aliança para o Progresso, uma espécie de pedofilia política, dá um pirulito e rouba a essência do ser). À época o principal consultor “religioso” do governo dos EUA era Billy Graham, inspirador de Ronald Reagan em sua cruzada contra o comunismo.
Visitou o Brasil a convite de organizações de extrema-direita e do próprio governo militar, a ditadura.
Hoje a praga se espalha pela África, Europa Ocidental (nova grande colônia dos EUA) e almeja conquistar o mundo muçulmano.
Foi uma resposta, na América Latina, à Teologia da Libertação. Opção de católicos pelos pobres que ganhou força com os papas João XXIII e Paulo VI. Seus papados foram varridos da história da Igreja por João Paulo II e agora Bento XVI, sem falar nos mistérios que cercam a morte de João Paulo I, papa por um mês.
Inúmeros sacerdotes católicos ligados à Teologia da Libertação foram assassinados por extremistas de direita e por governos militares. Caso do cardeal Oscar Romero em El Salvador e de freis como frei Tito no Brasil.
As três mais conhecidas vítimas desse período foram o arcebispo de Olinda e Recife, D. Hélder Câmara, o cardeal Paulo Evaristo Arns e o frei Leonardo Boff. Não foram assassinados, mas a própria Igreja tratou de silenciá-los enquanto sacerdotes. Boff inclusive abandonou o hábito.
A cúpula da Igreja Católica Romana no Brasil, hoje, é controlada pela OPUS DEI (aparece como vilã no filme CÓDIGO DA VINCI) e as perseguições a remanescentes da Teologia da Libertação permanecem.
Não há diferença alguma entre o extremismo de seitas neopentecostais, ou de católicos da OPUS DEI (RENOVAÇÃO CARISMÁTICA) e fundamentalistas judeus ou muçulmanos. Na essência são apenas a doença da verdade absoluta, variam no modus operandi.
Nas eleições presidenciais de 2006 a OPUS DEI tentou alcançar o governo da República através de Geraldo Alckimin, um dos seus mais proeminentes líderes no Brasil.
A disputa entre neopentecostais e fundamentalistas católicos é apenas pelo controle da “verdade”. Essa “verdade” enche cofres.
Quando os cristãos deixaram Jerusalém nas cruzadas todos os monumentos e prédios religiosos muçulmanos haviam sido destruídos. Quando os mouros – muçulmanos – deixaram a Espanha todos os monumentos católicos estavam preservados.
A nota de bispos paulistas, apoiada pela maioria da CNBB, sobre a candidata Dilma Roussef é inaceitável. Pesquisas anteriores às eleições mostram que a Igreja Católica Romana vive um processo lento e gradativo de extinção. A imensa maioria dos seus fiéis é favorável a pontos que a cúpula fascista de Roma considera inaceitáveis, como divórcio e aborto (sem juízo de mérito aqui).
Bento XVI, como Edir Macedo é um dos braços do capitalismo norte-americano. No fundo não diferem em nada.
Fiéis são instrumentos usados e manobrados em sua boa fé para sustentar todo esse aparato de “verdade absoluta”, de “mandato divino”.
Os generais/gorilas que deram o golpe em Honduras, em 2009, entraram no Palácio do Governo com a imagem de Cristo e assistiram a um ato religioso celebrado pelo cardeal daquele país. Ontem, quarta-feira, dia 8 de setembro de 2010, a repressão hondurenha, naturalmente em nome de Deus e dessa “verdade” absoluta matou dezoito oposicionistas. Esses assassinatos são diários, sistemáticos, fazem parte da política de “limpeza” ou eliminação dos “impuros”, aqueles que não se ajoelham diante das lojas da rede McDonald’s.
O Estado, como instituição, surgiu quando numa determinada comunidade, há milênios, o mais inteligente percebeu que se chamasse o mais esperto conseguiriam um transformar-se em monarca, rei, imperador, dono, outro, em sacerdote, intérprete da “vontade divina”, para legitimar a autoridade do rei e, por via das dúvidas, chamaram o mais boçal, o mais forte, deram-lhe uma borduna para garantir a ordem e as “liberdades”.
Tem sido assim historicamente. A luta de classes nasce ali, pois nasceu ali a exploração do homem pelo homem.
Quando Karl Marx disse que a “religião é o ópio do povo”, o fez fora do contexto de sua obra maior, o capital. O fez num poema, ao constatar que os líderes religiosos de sua época apoiavam com todo ardor o sistema escravagista que negava direitos mínimos e elementares a trabalhadores (salário digno, folga aos domingos, limite de horas de trabalho, licença por doença, etc). Aqueles líderes eram sustentados pelo poder.
Como o são hoje as cúpulas católicas e de seitas neopentecostais. A disputa entre eles é de eficiência na capacidade de seduzir e iludir seres humanos para garantir a “verdade absoluta”, ora com sede em Washington e filial em Wall Street. No resto do mundo os donos espalham bases repletas de armas nucleares, só um tipo diferente de borduna. Coisa de avanços tecnológicos.
Condenar a uma mulher a morrer por apedrejamento é um resquício de estupidez e boçalidade. Maria Madalena, companheira de Cristo, foi salva pelo próprio. A decisão de matá-la dessa forma bárbara fora dos chefes judeus à época.
Em qualquer circunstância a pena de morte é um ato de barbárie. De negação dos princípios mínimos e elementares da essência e do sentido da vida.
Nas prisões do Iraque mais de 1 500 cidadãos iraquianos aguardam execução, muitos deles por resistirem à invasão, ocupação e saque promovido pelos EUA. Em várias prisões de estados norte-americanos que adotam a pena de morte centenas de pessoas aguardam o chamado para serem mortos por uma injeção letal.
O mundo, não teve como esconder, viu os requintes de perversidade dos norte-americanos nas prisões do Iraque. E, recentemente, através de documentos secretos da guerra do Afeganistão, liberados por um site na internet, a prática de tortura, assassinatos seletivos, a forma arrogante como soldados (empregados de empresas privadas que controlam as forças armadas dos EUA e nos “negócios” da guerra) festejavam e festejam a morte de civis.
Ou, também não tem como esconder, o terrorismo de Estado que tomou conta do Israel e como havia previsto Einstein (em carta publicada pelo NEW YORK TIMES), o “fim do sonho”.
A decisão da CNBB é um acinte aos brasileiros. Um desrespeito às liberdades fundamentais do homem.
É bem mais que isso, é a cretinice de bispos católicos transformando a Igreja em partido –o que nunca deixou de ser – dos setores mais atrasados da sociedade brasileira. Não foi por outra razão que surgiu em São Paulo, berço do esquema FIESP/DASLU, um dos últimos bastiões de escravagistas, a serviço de potência estrangeira.
Deus nos livre dessa gente.
É o mundo das PANCHULAS, do culto a PLAYBOY, dos assassinatos de camponeses que lutam contra o latifúndio, da mídia transformada em catedral da “verdade absoluta”, a que aliena, mente, distorce.
Não é por outro motivo que um dos cardeais desse “evangelho” é Arnaldo Jabor.
Já não se fazem cardeais como Richilieu. Banalizaram o “negócio”, qualquer um compra uma indulgência, ou diploma. Vira comendador. Existem aos montes, comendadores, na FIESP/DASLU. Deitam vômito diariamente pela GLOBO.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
[Carta O BERRO] A Televisión del Sur (TeleSur) exibe, pela internet, programas diários em português - Vanderley - Revista
A TeleSur é uma rede de televisão multi-estatal que possui o lema "Nosso Norte é o Sul". É um canal que se propõe a ser uma alternativa comunicacional para toda a América Latina, com a divulgação de notícias e produção de programas que permitam divulgar os valores, imagens e ideias do continente. A iniciativa é do presidente Hugo Chávez, da Venezuela, junto aos governos de Cuba, Argentina e Bolívia.
BARATAS - ESTAS NOSSAS IRMÃS INJUSTIÇADAS - Alberto Silva
O mundo acorda para a grande importância da barata em nossas vidas. Nelas residem a regeneração de nossas florestas, da fauna, dos peixes . Nelas a ciência descobrirá a cura para dezenas de doenças incuráveis. Senão vejamos
A barata se reproduz com muita facilidade. Em dois ou três dias já se tem um individuo adulto ( um boi leva um ano, uma galinha dois meses, uma cabra seis meses ). A barata come qualquer comida, até mesmo minerais em estado bruto. Ela precisa de pouca água para viver. É capaz de reproduzir-se em condições inóspitas como no gelo do ártico ou nas crateras dos vulcoes .
Para se ter uma tonelada de proteina é precisa criar-se cinco bois, durante um ano, que precisam de pastagens e estas pastagens exigem a derrubada da mata virgem. O custo de ração , medicamentos, cuidados veterinários é alto.
Já para se produzir uma tonelada de proteina de baratas, precisa-se de restos de comida somente, em área que não excede cem metros quadrados. Não se precisará derrubar uma unica árvore, privar os animais e passaros de seu habita
A barata vive em ambiente inóspito Ela para sobreviver produziu anticorpos poderosos desconhecidos pela ciência humana . Estes anticorpos serão utilizados no combate a doenças até agora resisntentes aos antibioticos humanos.
E quem já provou de um bife de barata ou de grilo ( os chineses usam este cardãpio no dia a dia ) dizem que o sabor é o mesmo de um bife de carne de boi .
A barata precisa ser reabilitada. Ela é util a humanidade, que mais precisa dela do que ela da humanidade para viver. Alias a barata esta no planeta há milhões de anos anteriores a raça humana e quando a vida for destruida na terra por uma hecatombe atomica, somente a barata sobreviverá .
Viva pois a nossa barata de todos os dias.
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A barata se reproduz com muita facilidade. Em dois ou três dias já se tem um individuo adulto ( um boi leva um ano, uma galinha dois meses, uma cabra seis meses ). A barata come qualquer comida, até mesmo minerais em estado bruto. Ela precisa de pouca água para viver. É capaz de reproduzir-se em condições inóspitas como no gelo do ártico ou nas crateras dos vulcoes .
Para se ter uma tonelada de proteina é precisa criar-se cinco bois, durante um ano, que precisam de pastagens e estas pastagens exigem a derrubada da mata virgem. O custo de ração , medicamentos, cuidados veterinários é alto.
Já para se produzir uma tonelada de proteina de baratas, precisa-se de restos de comida somente, em área que não excede cem metros quadrados. Não se precisará derrubar uma unica árvore, privar os animais e passaros de seu habita
A barata vive em ambiente inóspito Ela para sobreviver produziu anticorpos poderosos desconhecidos pela ciência humana . Estes anticorpos serão utilizados no combate a doenças até agora resisntentes aos antibioticos humanos.
E quem já provou de um bife de barata ou de grilo ( os chineses usam este cardãpio no dia a dia ) dizem que o sabor é o mesmo de um bife de carne de boi .
A barata precisa ser reabilitada. Ela é util a humanidade, que mais precisa dela do que ela da humanidade para viver. Alias a barata esta no planeta há milhões de anos anteriores a raça humana e quando a vida for destruida na terra por uma hecatombe atomica, somente a barata sobreviverá .
Viva pois a nossa barata de todos os dias.
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popularidade, populismo e nazismo - Do Rogério Cunha: por - bismarck frota xerez
Popularidade de um governante ou personagem político é o sentimento popular frente a uma determinada pessoa. Populismo é o conjunto de políticas orientadas segundo critérios de agradar ao povo. Muitas vezes é sintoma de que o governante ou o articulador destas políticas não goza de popularidade, mas procura conquistá-la. Fascismo é o nome de tentativas históricas de governar o povo manipulando-o com o objetivo de justificar um exercício ditatorial do poder. O mais recente é o nazismo/fascismo – nazifascismo - alemão e italiano, que se desenvolveu primeiro na Alemanha, com Adolph Hitler e logo na Itália, cujo líder Benito Mussolini se identificou com o governante alemão e adotou suas estratégias e concepções. O alemão se intitulou Führer, e o italiano Duce, palavras que significam guia. A palavra Nazismo foi criada a partir da expressão alemão Nationalsozialismus – socialismo nacional. A palavra “fascismo” deriva de fascio, nome de um grupo político que surgiu na Itália no fim do século XIX e começo do século XX, e evocava as movimentações de povo no antigo Império de Roma. Os termos são apropriadamente usados para designar toda forma de pensamento ou política de extrema direita.
No Brasil, a partir dos primeiros passos da campanha eleitoral de 2010 existe a tentativa de identificar o crescimento da popularidade de Lula com ideal histórico dos fascismos europeus. Os argumentos mais usados são o crescimento vertiginoso da popularidade de Lula e alguns aspectos, como o número grande de manifestações populares espetaculares ou pessoais, como cartas de pessoas do povo, especialmente crianças, dirigidas ao guia da nação. A popularidade crescente de Lula seria fruto de campanha intensa e da articulação de políticas populistas, como instrumentos de manipulação de dados e de pensamento, captação de consenso e ocultação de comportamentos corruptos.
A tentativa de comparar o processo brasileiro atual com o desastre Europeu do século passado não leva em consideração tres aspectos da ascensão nazista que se concentrou numa pessoa dotada de características patológicas únicas. Esta desconsideração brota ou de ignorância ou de estratégia ideológica. Esta ignorância, ou este ignorar estratégico e perverso, revela repugnância pelo povo enquanto conjunto de pessoas simples, empobrecidas, envolvidas numa cultura que nossa civilização despreza, oprime e explora.
O grande inimigo a manter vencido é o povo pobre, especialmente em todas suas tentativas de elevar sua qualidade humana de vida. Neste ponto central esta ignorância ou aleivosia se identifica com o objetivo histórico do nazismo como de todas formas de discriminação. Fica estabelecido que é absolutamente necessário apontar e construir um inimigo e fazer dele o culpado de tudo o que merece ser combatido. Desconsidera-se ou se ignora o que é realmente a ideologia nazista expressa no antisemitismo alemão, ignora-se o momento histórico geopolítico entre as duas guerras mundiais do século passado, e, finalmente, não se considera o caos político e econômico que teve seu auge no início da década de 30. As três formas de ignorância e desprezo recaem sobre pelo menos três gerações de alemães, das quais a última atinge hoje o auge da maturidade. A geração que completa hoje seus sessenta, são filhos e netos das crianças dos anos 30.
A cultura antisemita de que temos notícia superficial através do que conhecemos das primeiras décadas do século passado é um processo histórico de quase dois mil anos, e tenta se justificar pelo fato de que “os judeus mataram o Cristo”. Nele temos uma culpa religiosa e civilizatória que a Igreja Católica só muito recentemente, após reformas litúrgicas, começou a admitir e procurou corrigir ao tirar das preces de sexta-feira Santa a expressão “oremus et pro perfidis judaeis” – rezemos também pelos judeus pérfidos. A carreira de A. Hitler, como arquiteto frustrado e orador frenético e histrionicamente envolvente, começou com discursos pronunciados na cervejaria Hofbräuhaus, em München, a respeito dos pesados processos que atormentavam o povo alemão.
A guerra de 1914 tinha gerado no povo alemão uma frustração e humilhação dolorosamente insuportáveis, frente à liderança e intervenção dos outros países, em todos os níveis da vida do país. O primeiro e mais forte desejo do povo era poder levantar a cabeça da população humilhada. Nisto todos, todos se sentiam envolvidos, mesmo, num primeiro tempo, aqueles que foram apontados estrategicamente como inimigos da pátria. Esta humilhação acabrunhava os trabalhadores que ansiavam por desabafar a raiva, e era sublinhada por outro processo pesado.
A situação econômica era desastrosa. Nós ouvimos, em 2008, falar da crise econômica (que, queiram ou não queiram, acabou sendo pouco mais que uma marolinha nos países que souberam reagir a ela), que só poderia ser comparada à de 1932. Naqueles anjos a inflação subia a milhares por cento. O preço de pão e um ovo (o que dizemos “a preço de banana”, os alemães dizem que é “a preço de ovos”) para o café da manhã, eram pacotes de notas carregadas em carrinhos de mão, ou caixas de papelão. O desemprego crescia dia a dia, e a miséria se tornava insuportável.
Ignorar a crise geopolítica humilhante e a crise econômica sangrenta que então se desenvolveu é, hoje, uma falta de respeito monstruosa, mas ignorar os dois mil anos de anti-semitismo é atitude perversa, se se faz instrumento para examinar a história atual do Brasil, um país que tem pouco mais de quinhentos anos de existência ocidental, um amalgamado heterogêneo de culturas que a pouco mais de duzentos anos consegue vínculos de relativa unidade.
O sentimento que acabrunha a cultura alemã é indescritível. Vivi na Alemanha sete anos e voltei lá ao menos dez vezes nos últimos anos. Só recentemente, em 2008, é que se abriu, na cidade em que estudei, Münster na Westfália, nos porões da atual Estação Ferroviária, que serviram de Bunker – luxioso e enorme quartel subterrâneo -, um Museu do anti-semitismo alemão. Na mesma cidade, visitamos também o Museu da “Vila Ten Hompel”, em que o regime nazista tinha instalado a central de organização das viagens de deportação de judeus para os campos de concentração. Era um antigo casarão de propriedade da avó de um colega meu.
Visitamos ambos os Museus em companhia de um casal de sociólogos amigos, que já hospedamos uma vez em nosso apartamento. Nesta como em outras ocasiões, pude ter alguma visão da profundidade dolorosa que significa, para quatro gerações de alemães, a lembrança responsável do que foi produto de quinze séculos de efervescência cultural. Desprezar esta dor é pisar, com garras de crueldade, a sensibilidade de um povo, especialmente quando se usa, para este intento o arquivo de milhares de cartas infantis. É ato de uma brutalidade imensa frente àquelas crianças e aos adultos que elas se tornaram. Um desrespeito absurdo frente ao alívio da fome saciada e de trabalho para os pais. Um conjunto de manifestações que nada tem a ver com a manipulação ideológica que se tenta fazer delas, oitenta anos depois, em outro pais, outra cultura, outro momento geopolítico.
Para levantar a cabeça, era necessário estatuir e pintar inimigos. É o que o núcleo ideológico das FFAA brasileiras também fizeram, ao construir a figura do subversivo. Foi a estratégia do “orador popular” – Volksredner – Adolf Hitler. A história de traumas pessoais, familiares e sociais, vividos por esta personalidade, tornam inteligível e mais radicalmente condenável o vigor do apelo imediato de sua campanha, e a ideologia que seu aparelho criou em torno deste esforço.
Sua perversidade só é comparável ao que apresentam hoje certas novelas em que se endeusam todas as espécies de perversidades possíveis, fora a espetacularização de notícias criadoras de violência. Ambas estratégias se escondem atrás da desculpa de que ‘a realidade é assim’ – o way of life... estadunidense. Os “americanos” matam milhões e milhões, e, desde aquela época pintam seus antigos inimigos com as piores cores que sua imaginação doentia consegue criar. O anti-semitismo de antanho se erige hoje como luta contra o “eixo do mal” pintado por Bush – os povos Islamitas. Aproximar esta lembrança distorcida da crescente popularidade que vivemos hoje, é transformá-la em farsa. Isto só faz sentido como estratégia elitista, que vê em tudo o que é ‘povo’ um espectro de ditadura. O número e a qualidade das guerras promovidas por Bush não tem comparação, mas a idolatria bajuladora engole o que eles desejam e impõem com o doce gosto de arte e tecnologia refinada.
Ignora-se que todo povo tem direito e desejo de levantar a cabeça. Ignora-se a profundidade da humilhação que alimentava a fome e o desespero. Ignora-se a efervescência multisecular de um ódio presente ainda hoje. Transformam-se as manifestações afetivas em rala tinta ideológica. Faz-se crer que a persistência multissecular de um ódio em que nosso cristianismo ocidental tem sua culpa, fosse fruto e questão de desejo estratégico de alguma pessoa ou algum setor social nascido anteontem. Como estratégia ideológica, a mentira perversa repetida vira verdade absoluta. A ascensão popular que vivemos hoje tem sua raiz na luta anti-ditadura de 50 anos atrás, com a formação do novo sindicalismo, o surgimento de centrais sindicais e partidos indesejados pela burguesia. Nem foi o cataclisma europeu da chamada primeira guerra mundial, nem muito menos a efervescência cultural emotiva alimentada por centenas de séculos.
A aproximação entre as manifestações populares do nazismo e nosso presente histórico pisa com garras sanguinolentas a dor de um povo consciente. Despreza este povo em suas manifestações infantis como em suas reações maduras. Ignora sarcasticamente o esforço dos setores populares em busca de expressão histórica. Discutir os aspectos éticos, políticos ou econômicos é outro assunto, totalmente diferente e desejável. Não é estatuir uma caricatura e “jogar bosta na Geni”, como se pretende – jogar em outrem o que se está acostumado a carregar nas mãos.
Esta atitude despreza uma dor profunda, elaborada com instrumentos refinados da filosofia – por exemplo da Escola de Frankfurt – da teologia e da história cultural. Ela despreza o comportamento histórico das gerações que, em questão de meses viram surgirem ocasiões salvadoras de emprego e controle da inflação, além da suspirada calma e ordem político-social.
Pior, tenta sugerir que o povo que reconhece agora os benefícios de que se torna sujeito, é mero boneco agitado por propaganda vazia e mentirosa. É uma atitude que exprime o medo de que o povo vença a fome, crie emprego, trabalho e cultura, se erga como sujeito da História.
No Brasil, a partir dos primeiros passos da campanha eleitoral de 2010 existe a tentativa de identificar o crescimento da popularidade de Lula com ideal histórico dos fascismos europeus. Os argumentos mais usados são o crescimento vertiginoso da popularidade de Lula e alguns aspectos, como o número grande de manifestações populares espetaculares ou pessoais, como cartas de pessoas do povo, especialmente crianças, dirigidas ao guia da nação. A popularidade crescente de Lula seria fruto de campanha intensa e da articulação de políticas populistas, como instrumentos de manipulação de dados e de pensamento, captação de consenso e ocultação de comportamentos corruptos.
A tentativa de comparar o processo brasileiro atual com o desastre Europeu do século passado não leva em consideração tres aspectos da ascensão nazista que se concentrou numa pessoa dotada de características patológicas únicas. Esta desconsideração brota ou de ignorância ou de estratégia ideológica. Esta ignorância, ou este ignorar estratégico e perverso, revela repugnância pelo povo enquanto conjunto de pessoas simples, empobrecidas, envolvidas numa cultura que nossa civilização despreza, oprime e explora.
O grande inimigo a manter vencido é o povo pobre, especialmente em todas suas tentativas de elevar sua qualidade humana de vida. Neste ponto central esta ignorância ou aleivosia se identifica com o objetivo histórico do nazismo como de todas formas de discriminação. Fica estabelecido que é absolutamente necessário apontar e construir um inimigo e fazer dele o culpado de tudo o que merece ser combatido. Desconsidera-se ou se ignora o que é realmente a ideologia nazista expressa no antisemitismo alemão, ignora-se o momento histórico geopolítico entre as duas guerras mundiais do século passado, e, finalmente, não se considera o caos político e econômico que teve seu auge no início da década de 30. As três formas de ignorância e desprezo recaem sobre pelo menos três gerações de alemães, das quais a última atinge hoje o auge da maturidade. A geração que completa hoje seus sessenta, são filhos e netos das crianças dos anos 30.
A cultura antisemita de que temos notícia superficial através do que conhecemos das primeiras décadas do século passado é um processo histórico de quase dois mil anos, e tenta se justificar pelo fato de que “os judeus mataram o Cristo”. Nele temos uma culpa religiosa e civilizatória que a Igreja Católica só muito recentemente, após reformas litúrgicas, começou a admitir e procurou corrigir ao tirar das preces de sexta-feira Santa a expressão “oremus et pro perfidis judaeis” – rezemos também pelos judeus pérfidos. A carreira de A. Hitler, como arquiteto frustrado e orador frenético e histrionicamente envolvente, começou com discursos pronunciados na cervejaria Hofbräuhaus, em München, a respeito dos pesados processos que atormentavam o povo alemão.
A guerra de 1914 tinha gerado no povo alemão uma frustração e humilhação dolorosamente insuportáveis, frente à liderança e intervenção dos outros países, em todos os níveis da vida do país. O primeiro e mais forte desejo do povo era poder levantar a cabeça da população humilhada. Nisto todos, todos se sentiam envolvidos, mesmo, num primeiro tempo, aqueles que foram apontados estrategicamente como inimigos da pátria. Esta humilhação acabrunhava os trabalhadores que ansiavam por desabafar a raiva, e era sublinhada por outro processo pesado.
A situação econômica era desastrosa. Nós ouvimos, em 2008, falar da crise econômica (que, queiram ou não queiram, acabou sendo pouco mais que uma marolinha nos países que souberam reagir a ela), que só poderia ser comparada à de 1932. Naqueles anjos a inflação subia a milhares por cento. O preço de pão e um ovo (o que dizemos “a preço de banana”, os alemães dizem que é “a preço de ovos”) para o café da manhã, eram pacotes de notas carregadas em carrinhos de mão, ou caixas de papelão. O desemprego crescia dia a dia, e a miséria se tornava insuportável.
Ignorar a crise geopolítica humilhante e a crise econômica sangrenta que então se desenvolveu é, hoje, uma falta de respeito monstruosa, mas ignorar os dois mil anos de anti-semitismo é atitude perversa, se se faz instrumento para examinar a história atual do Brasil, um país que tem pouco mais de quinhentos anos de existência ocidental, um amalgamado heterogêneo de culturas que a pouco mais de duzentos anos consegue vínculos de relativa unidade.
O sentimento que acabrunha a cultura alemã é indescritível. Vivi na Alemanha sete anos e voltei lá ao menos dez vezes nos últimos anos. Só recentemente, em 2008, é que se abriu, na cidade em que estudei, Münster na Westfália, nos porões da atual Estação Ferroviária, que serviram de Bunker – luxioso e enorme quartel subterrâneo -, um Museu do anti-semitismo alemão. Na mesma cidade, visitamos também o Museu da “Vila Ten Hompel”, em que o regime nazista tinha instalado a central de organização das viagens de deportação de judeus para os campos de concentração. Era um antigo casarão de propriedade da avó de um colega meu.
Visitamos ambos os Museus em companhia de um casal de sociólogos amigos, que já hospedamos uma vez em nosso apartamento. Nesta como em outras ocasiões, pude ter alguma visão da profundidade dolorosa que significa, para quatro gerações de alemães, a lembrança responsável do que foi produto de quinze séculos de efervescência cultural. Desprezar esta dor é pisar, com garras de crueldade, a sensibilidade de um povo, especialmente quando se usa, para este intento o arquivo de milhares de cartas infantis. É ato de uma brutalidade imensa frente àquelas crianças e aos adultos que elas se tornaram. Um desrespeito absurdo frente ao alívio da fome saciada e de trabalho para os pais. Um conjunto de manifestações que nada tem a ver com a manipulação ideológica que se tenta fazer delas, oitenta anos depois, em outro pais, outra cultura, outro momento geopolítico.
Para levantar a cabeça, era necessário estatuir e pintar inimigos. É o que o núcleo ideológico das FFAA brasileiras também fizeram, ao construir a figura do subversivo. Foi a estratégia do “orador popular” – Volksredner – Adolf Hitler. A história de traumas pessoais, familiares e sociais, vividos por esta personalidade, tornam inteligível e mais radicalmente condenável o vigor do apelo imediato de sua campanha, e a ideologia que seu aparelho criou em torno deste esforço.
Sua perversidade só é comparável ao que apresentam hoje certas novelas em que se endeusam todas as espécies de perversidades possíveis, fora a espetacularização de notícias criadoras de violência. Ambas estratégias se escondem atrás da desculpa de que ‘a realidade é assim’ – o way of life... estadunidense. Os “americanos” matam milhões e milhões, e, desde aquela época pintam seus antigos inimigos com as piores cores que sua imaginação doentia consegue criar. O anti-semitismo de antanho se erige hoje como luta contra o “eixo do mal” pintado por Bush – os povos Islamitas. Aproximar esta lembrança distorcida da crescente popularidade que vivemos hoje, é transformá-la em farsa. Isto só faz sentido como estratégia elitista, que vê em tudo o que é ‘povo’ um espectro de ditadura. O número e a qualidade das guerras promovidas por Bush não tem comparação, mas a idolatria bajuladora engole o que eles desejam e impõem com o doce gosto de arte e tecnologia refinada.
Ignora-se que todo povo tem direito e desejo de levantar a cabeça. Ignora-se a profundidade da humilhação que alimentava a fome e o desespero. Ignora-se a efervescência multisecular de um ódio presente ainda hoje. Transformam-se as manifestações afetivas em rala tinta ideológica. Faz-se crer que a persistência multissecular de um ódio em que nosso cristianismo ocidental tem sua culpa, fosse fruto e questão de desejo estratégico de alguma pessoa ou algum setor social nascido anteontem. Como estratégia ideológica, a mentira perversa repetida vira verdade absoluta. A ascensão popular que vivemos hoje tem sua raiz na luta anti-ditadura de 50 anos atrás, com a formação do novo sindicalismo, o surgimento de centrais sindicais e partidos indesejados pela burguesia. Nem foi o cataclisma europeu da chamada primeira guerra mundial, nem muito menos a efervescência cultural emotiva alimentada por centenas de séculos.
A aproximação entre as manifestações populares do nazismo e nosso presente histórico pisa com garras sanguinolentas a dor de um povo consciente. Despreza este povo em suas manifestações infantis como em suas reações maduras. Ignora sarcasticamente o esforço dos setores populares em busca de expressão histórica. Discutir os aspectos éticos, políticos ou econômicos é outro assunto, totalmente diferente e desejável. Não é estatuir uma caricatura e “jogar bosta na Geni”, como se pretende – jogar em outrem o que se está acostumado a carregar nas mãos.
Esta atitude despreza uma dor profunda, elaborada com instrumentos refinados da filosofia – por exemplo da Escola de Frankfurt – da teologia e da história cultural. Ela despreza o comportamento histórico das gerações que, em questão de meses viram surgirem ocasiões salvadoras de emprego e controle da inflação, além da suspirada calma e ordem político-social.
Pior, tenta sugerir que o povo que reconhece agora os benefícios de que se torna sujeito, é mero boneco agitado por propaganda vazia e mentirosa. É uma atitude que exprime o medo de que o povo vença a fome, crie emprego, trabalho e cultura, se erga como sujeito da História.
NOSSA MISSÃO: "SER LUZ ENTRE AS NAÇÕES". SOMOS O POVO DO CAMINHO, QUE CAMINHA, INDIVIDUAL, GRUPAL E ECLESIALMENTE COMO TESTEMUNHAS DA PRESENÇA DO AMOR DE YAHVÉ ENTRE NÓS. O MUNDO PERCEBE QUANDO SOMOS SANTOS PORQUE DEUS É SANTO. - bismarck frota xerez
CIEN AÑOS DE TERNURA
KOLDO ALDAI, koldo@portaldorado.com
ARTAZA (NAVARRA).
ECLESALIA, 03/09/10.- Había que conocer Calcuta, atravesar su infierno en la tierra. Nadie es el mismo tras paseo por esa realidad tan cruda. Tarde o temprano, toca integrar la noción de un dolor tan desparramado por el mundo. A cada quien nos aguarda nuestra Calcuta, más o menos sórdida, su tremendo interrogante al echar la última mirada hacia atrás y decirle adiós, noqueados, despistados. En el itinerario personal es recomendable incluir esos claxones que rasgan los tímpanos, esas jóvenes madres que mendigan en cada esquina, esos tullidos sin piernas que avanzan veloces tras el turista, esa ciudad que concita tanta luz y tanta sombra y que ya no olvidaremos jamás…
A veces el viaje es una forma de descubrir vivos ejemplos que, en medio de esas extremas y lacerantes Calcutas, lo dan todo y en esa darse por entero entreven genuina felicidad. En esta ocasión viajar fue también sólo una excusa para encontrar a esos seres de desbordante entrega, para rendirse junto a ellas, para hincar las rodillas a su vera en la otra punta del mundo.
Despertaba el día en la enorme casa gris, en el baluarte de la entrega desde el que la Madre de los pobres iniciara su apostolado de amor en Kolkata (Calcuta en bengalí). Era la Casa Madre de las Misioneras de la Caridad en Bose Road, era la misa de las 6 de la mañana en un día corriente en los comienzos de este año. Sobrecogidos, agradecíamos la oportunidad de estar en tan sagrado lugar, en el corazón de tan virtuosa casa, de tan heroico movimiento, que tanto amor ha irradiado por todo el planeta. Agradecíamos la ocasión de compartir oración con esos ángeles de humilde “shari” blanco que pusieron morada en medio de los infiernos.
Renuncia total al mundo y consagración plena a los últimos de la tierra es lo que se respira entre las paredes desnudas de ese lugar santo. En la gran sala oratorio, se sitúan a un lado las hermanas, al otro los voluntarios. No hay más mobiliario que unas esteras en el suelo. Sobre ellas nos arrodillamos dichosos. Todas las ventanas permanecen abiertas, pues esa suerte de tan digna y voluntaria pobreza no sabe de aires acondicionados. El ruido de la calle a veces apaga incluso la voz del oficiante, pero el estruendo del tráfico, por enorme que sea ya desde primera hora, no puede devorar el santuario de paz, devoción y entrega allí creado.
En medio de ese recogimiento matutino, de ese lugar santo entre los santos, vamos recuperando la fe que ha ido mermando cada paso entre tantas calles que acumulan tanta miseria. Cuando tanto horror puede hacerte llegar a pensar que todo está perdido; cuando la mirada a poco se torna neutra, insensible; cuando la esperanza estaba a punto de apagarse, alcanzamos tan austero como inolvidable altar. Cuando rebelde empezaba a aporrear las puertas del Cielo, llegaron a estos oídos esos sublimes cantos. En el lado de las hermanas todo es el blanco de las postulantas y el blanco con las conocidas franjas azules de las ya consagradas y con votos. La mayoría de ellas orientales, pero sorprende ver también muchas occidentales. En el lado de los voluntarios todo es colorido, razas, culturas y lenguas diferentes. Sólo estas mujeres y su elevado testimonio son capaces de hacer caminar hasta la sagrada forma de la comunión a “rastas” y demás tribus variopintas de todo el mundo.
Los cantos de esas mujeres piadosas llenan toda la atmósfera. Sus gargantas celestiales, sus melodías divinas, su corazón puro, son su infinita fortaleza. Nada, ni nadie puede atacarlas. Después de la misa vendría un sencillo desayuno de “chaid” bien dulce y pan para todos los voluntarios y voluntarias. Tras el refrigerio en otra sala contigua a la calle, tiene lugar la repartición de las tareas del día. Se abre la persiana de metal y salen hermanas y voluntarios a prodigar amor por esas calles de inframundos. Se sumergen en la ciudad gris las mujeres de bendito blanco. En realidad uno hubiera querido que esa persiana no se abriera nunca, que el mundo y todos sus sufrimientos aguardaran allí fuera. Uno hubiera querido esconderse y permanecer entre esos muros impregnándose de todo lo que le falta. El egoísmo busca refugio y distancia con respecto a esa ciudad inmensamente pobre. Semeja sólo una persiana, pero en realidad es un abismo...
Retrasamos todo lo que podemos el abismo. Nos recogemos unos momentos en la tumba de Madre Teresa. Junto a ese mármol liso, sencillo, austero, pedimos por esas mujeres, para que Dios las llene de fuerza, y si aún les cabe, de más amor, para proseguir su valiente y extraordinaria misión. ¡Que quienes todo lo dan, sigan siendo inundadas de fe y de coraje, que pueden seguir siendo exponente de compasión infinita!
Merecía la pena todo el precio de sinsabores y ruidos para llegar hasta poner la frente en ese mármol frío. Un excepcional amor, que después revestiría humilde shari blanco, tomó cuerpo hace cien años. ¡Qué podamos aprender la lección de caminar nosotros y nosotras también sobre la tierra sufriente, con los pies descalzos, con sus plantas negras, si es preciso!
Vino hace 100 años al mundo quien inspiró tanto y tan comprometido silencio, quien hizo arremangarse a tantas mujeres (también hombres) de todo el mundo para tan suprema labor, quien inició esos cantos en medio del más atronador ruido, quien creó la orden y mojó las primeras frentes, quien cargó sobre sus hombros los primeros desvalidos…
Hay ejemplos excelsos que es preciso aventar. No he visto galones comparables a las tres rayas azules sobre el blanco, al crucifijo en el hombro que ellas llevan, con ejemplarizante humildad. Poco nos importa el itinerario de la Madre Teresa a los altares de brillante oro, tiene ya encendidas todas las velas en altares de más adentro. Poco nos interesan las polémicas sobre su ideología “conservadora” en ciertos aspectos, la caricia no tiene color, ni ideología y ellas las prodigan a cada enfermo, necesitado y desvalido.
Las hermanas sugieren no escribir sobre ellas, no dar propaganda a su labor abnegada, pero es que ahora hace cien años que tanto amor tomó carne. ¿Para qué la palabra, sino para dar a conocer heroísmos diarios, sino para revelar esta apasionante historia que dio comienzo hace ahora cien agostos? ¿Cuándo, si no es ahora? En el ocaso del verano será preciso interrogarse por la esencia de esa primavera que nunca marchita, de ese servicio que nunca se rinde, de esa fe que jamás desfallece. No podía ser de otra manera. A los cien años de su primer aliento en Skopje (Macedonia), siquiera una fugaz mención de la santa de Calcuta que nunca muere, cien años de ternura y una breve loa a tan colosal ejemplo. (Eclesalia Informativo autoriza y recomienda la difusión de sus artículos, indicando su procedencia).
KOLDO ALDAI, koldo@portaldorado.com
ARTAZA (NAVARRA).
ECLESALIA, 03/09/10.- Había que conocer Calcuta, atravesar su infierno en la tierra. Nadie es el mismo tras paseo por esa realidad tan cruda. Tarde o temprano, toca integrar la noción de un dolor tan desparramado por el mundo. A cada quien nos aguarda nuestra Calcuta, más o menos sórdida, su tremendo interrogante al echar la última mirada hacia atrás y decirle adiós, noqueados, despistados. En el itinerario personal es recomendable incluir esos claxones que rasgan los tímpanos, esas jóvenes madres que mendigan en cada esquina, esos tullidos sin piernas que avanzan veloces tras el turista, esa ciudad que concita tanta luz y tanta sombra y que ya no olvidaremos jamás…
A veces el viaje es una forma de descubrir vivos ejemplos que, en medio de esas extremas y lacerantes Calcutas, lo dan todo y en esa darse por entero entreven genuina felicidad. En esta ocasión viajar fue también sólo una excusa para encontrar a esos seres de desbordante entrega, para rendirse junto a ellas, para hincar las rodillas a su vera en la otra punta del mundo.
Despertaba el día en la enorme casa gris, en el baluarte de la entrega desde el que la Madre de los pobres iniciara su apostolado de amor en Kolkata (Calcuta en bengalí). Era la Casa Madre de las Misioneras de la Caridad en Bose Road, era la misa de las 6 de la mañana en un día corriente en los comienzos de este año. Sobrecogidos, agradecíamos la oportunidad de estar en tan sagrado lugar, en el corazón de tan virtuosa casa, de tan heroico movimiento, que tanto amor ha irradiado por todo el planeta. Agradecíamos la ocasión de compartir oración con esos ángeles de humilde “shari” blanco que pusieron morada en medio de los infiernos.
Renuncia total al mundo y consagración plena a los últimos de la tierra es lo que se respira entre las paredes desnudas de ese lugar santo. En la gran sala oratorio, se sitúan a un lado las hermanas, al otro los voluntarios. No hay más mobiliario que unas esteras en el suelo. Sobre ellas nos arrodillamos dichosos. Todas las ventanas permanecen abiertas, pues esa suerte de tan digna y voluntaria pobreza no sabe de aires acondicionados. El ruido de la calle a veces apaga incluso la voz del oficiante, pero el estruendo del tráfico, por enorme que sea ya desde primera hora, no puede devorar el santuario de paz, devoción y entrega allí creado.
En medio de ese recogimiento matutino, de ese lugar santo entre los santos, vamos recuperando la fe que ha ido mermando cada paso entre tantas calles que acumulan tanta miseria. Cuando tanto horror puede hacerte llegar a pensar que todo está perdido; cuando la mirada a poco se torna neutra, insensible; cuando la esperanza estaba a punto de apagarse, alcanzamos tan austero como inolvidable altar. Cuando rebelde empezaba a aporrear las puertas del Cielo, llegaron a estos oídos esos sublimes cantos. En el lado de las hermanas todo es el blanco de las postulantas y el blanco con las conocidas franjas azules de las ya consagradas y con votos. La mayoría de ellas orientales, pero sorprende ver también muchas occidentales. En el lado de los voluntarios todo es colorido, razas, culturas y lenguas diferentes. Sólo estas mujeres y su elevado testimonio son capaces de hacer caminar hasta la sagrada forma de la comunión a “rastas” y demás tribus variopintas de todo el mundo.
Los cantos de esas mujeres piadosas llenan toda la atmósfera. Sus gargantas celestiales, sus melodías divinas, su corazón puro, son su infinita fortaleza. Nada, ni nadie puede atacarlas. Después de la misa vendría un sencillo desayuno de “chaid” bien dulce y pan para todos los voluntarios y voluntarias. Tras el refrigerio en otra sala contigua a la calle, tiene lugar la repartición de las tareas del día. Se abre la persiana de metal y salen hermanas y voluntarios a prodigar amor por esas calles de inframundos. Se sumergen en la ciudad gris las mujeres de bendito blanco. En realidad uno hubiera querido que esa persiana no se abriera nunca, que el mundo y todos sus sufrimientos aguardaran allí fuera. Uno hubiera querido esconderse y permanecer entre esos muros impregnándose de todo lo que le falta. El egoísmo busca refugio y distancia con respecto a esa ciudad inmensamente pobre. Semeja sólo una persiana, pero en realidad es un abismo...
Retrasamos todo lo que podemos el abismo. Nos recogemos unos momentos en la tumba de Madre Teresa. Junto a ese mármol liso, sencillo, austero, pedimos por esas mujeres, para que Dios las llene de fuerza, y si aún les cabe, de más amor, para proseguir su valiente y extraordinaria misión. ¡Que quienes todo lo dan, sigan siendo inundadas de fe y de coraje, que pueden seguir siendo exponente de compasión infinita!
Merecía la pena todo el precio de sinsabores y ruidos para llegar hasta poner la frente en ese mármol frío. Un excepcional amor, que después revestiría humilde shari blanco, tomó cuerpo hace cien años. ¡Qué podamos aprender la lección de caminar nosotros y nosotras también sobre la tierra sufriente, con los pies descalzos, con sus plantas negras, si es preciso!
Vino hace 100 años al mundo quien inspiró tanto y tan comprometido silencio, quien hizo arremangarse a tantas mujeres (también hombres) de todo el mundo para tan suprema labor, quien inició esos cantos en medio del más atronador ruido, quien creó la orden y mojó las primeras frentes, quien cargó sobre sus hombros los primeros desvalidos…
Hay ejemplos excelsos que es preciso aventar. No he visto galones comparables a las tres rayas azules sobre el blanco, al crucifijo en el hombro que ellas llevan, con ejemplarizante humildad. Poco nos importa el itinerario de la Madre Teresa a los altares de brillante oro, tiene ya encendidas todas las velas en altares de más adentro. Poco nos interesan las polémicas sobre su ideología “conservadora” en ciertos aspectos, la caricia no tiene color, ni ideología y ellas las prodigan a cada enfermo, necesitado y desvalido.
Las hermanas sugieren no escribir sobre ellas, no dar propaganda a su labor abnegada, pero es que ahora hace cien años que tanto amor tomó carne. ¿Para qué la palabra, sino para dar a conocer heroísmos diarios, sino para revelar esta apasionante historia que dio comienzo hace ahora cien agostos? ¿Cuándo, si no es ahora? En el ocaso del verano será preciso interrogarse por la esencia de esa primavera que nunca marchita, de ese servicio que nunca se rinde, de esa fe que jamás desfallece. No podía ser de otra manera. A los cien años de su primer aliento en Skopje (Macedonia), siquiera una fugaz mención de la santa de Calcuta que nunca muere, cien años de ternura y una breve loa a tan colosal ejemplo. (Eclesalia Informativo autoriza y recomienda la difusión de sus artículos, indicando su procedencia).
[Carta O BERRO] Manual de Guerrilha Virtual - Setembro de Fogo - Vanderley - Revista
Como agir:
Da luta em curso
O Setembro de Fogo de 2010 definirá o futuro do Brasil. De um lado, armam-se os grupos do terrorismo midiático, representado pela composição política tucano-demista, pelo consórcio Globo-Folha-Estado-Abril e por variadas células de sabotagem informativa que atuam de acordo com os interesses de movimentos anti-democráticos e de defensores da restauração do regime militar.
De outro, estamos nós, os cidadãos trabalhadores, os defensores da verdade, da justiça e da democracia.
Deste lado da trincheira, erguem-se todos que defendem os princípios de liberdade, igualdade e fraternidade.
Neste território, lutam os que desejam um país marcado pelo desenvolvimento compartilhado, pela sustentabilidade e pelo respeito à vontade popular.
Neste mês de guerra, o embate se trava entre dois grupos distintos. Um deles procura desesperadamente fraudar o processo eleitoral e incitar o ódio entre os brasileiros, valendo-se dos meios de comunicação. Luís XIV sentenciava: o Estado sou eu. Hoje, o consórcio midiático monopolista pretende exercer no Brasil esse mesmo poder, sem limites.
Trata-se de um cartel avesso à verdade, aos princípios republicanos e, obviamente, ao que se convencionou chamar de Estado de Direito.
Contra a barbárie midiática devem se levantar imediatamente todos os cidadãos responsáveis e dignos deste país.
Portanto, faz do teu teclado uma metralhadora de boas idéias. Uma metralhadora que não espalha a morte, mas que defende a vida. Uma metralhadora que resiste ao terrorismo dos latifundiários da comunicação e aos políticos que procuram, a todo custo, desestabilizar o país e aqui instaurar a cultura do fascismo.
A quarta tentativa de Golpe contra a Democracia
Nesta década, as forças do atraso anti-democráticas, fascistas e fascitizantes já tentaram burlar o processo democrático em outras três ocasiões. A saber:
a) durante a apuração do caso que a imprensa apelidou de Mensalão, no qual a regra tradicional de troca de favores na política brasileira foi transformada em exceção para criminalizar um partido e um presidente da República;
b) no processo eleitoral de 2006, com a construção do factóide relativo ao suposto dossiê que exibia o lado B de José Serra;
c) após a queda do avião da TAM, em São Paulo , quando políticos do PSDB-DEM-PPS, empresários (como o presidente Phillips no Brasil) e marionetes do consórcio midiático, como Ana Maria Braga e Regina Duarte, procuraram instrumentalizar a dor dos familiares das vítimas para tentar um Golpe de Estado.
O quarto atentado contra a Democracia e o Estado de Direito
Neste Setembro de Fogo, o consórcio Globo-Folha-Estado-Abril procura novamente intervir no processo eleitoral, ignorando o debate programático entre os candidatos e a comparação de realizações, optando pela promoção de ritos acusatórios e persecutórios contra a candidata líder nas pesquisas.
Desta vez, o consórcio Globo-Folha-Estado-Abril e seu candidato, José Chirico Serra, encetam golpe por meio do factóide relacionado à Receita Federal, requentando um caso ocorrido no segundo semestre de 2009.
O artifício visa a destruir reputações, atiçar ódios, fraudar o desejo do povo brasileiro, sequestrar o país novamente às trevas da privataria, removê-lo do trilho do desenvolvimento e atirá-lo de volta ao cativeiro das oligarquias transnacionais, cujo interesse manifesto é a pilhagem do patrimônio público.
Pensamento do terrorismo midiático neste Setembro de Fogo
Depois de oito anos de Governo Lula, os neoconservadores foram derrotados na batalha do desenvolvimento.
Mesmo enfrentando inúmeros atos de sabotagem, tanto no plano parlamentar quanto no plano midiático, as forças democráticas realizaram um estupendo trabalho de fortalecimento da economia e de distribuição de riquezas, gerando oportunidades e inclusão social.
A comparação dos números mostra claramente que o projeto neoliberal privatista de FHC fracassou, enquanto o projeto de crescimento compartilhado de Lula constitui-se em um caso de sucesso de gestão, mundialmente elogiado e reconhecido.
A constatação dessa derrota gerou na direita brasileira uma trinca de sentimentos:
- inveja;
- medo;
- ódio.
A inveja, o ódio e o desespero marcam, por exemplo, todos os discursos do candidato do PSDB à presidência, José Chirico Serra.
Esses elementos também podem ser encontrados diariamente nas declarações de políticos neocons, ou simplesmente reacionários, como Sérgio Guerra, Álvaro Dias e Roberto Freire.
A inveja, o medo e o ódio frequentemente conduzem o individuo ao DESESPERO.
E o desespero autoriza o indivíduo a burlar a lei, a mentir e a desprezar valores e princípios.
Esse fenômeno ocorre aqui e agora. Todos os dias, o cidadão brasileiro é insultado e agredido pela frente tucano-demista, pelo consórcio Globo-Folha-Estado-Abril e pelas células de extrema-direita saudosas da Ditadura Militar.
Os venenos do terrorismo tucano-midiático neste momento
Três ferramentas têm sido utilizadas nos atos de sabotagem protagonizados pelo grupo PSDB-DEM-PPS, pelo consórcio midiático golpista (liderado pelo Instituto Millenium) e pelas células radicais de direita:
a) A avalanche de reportagens, matérias e comentários de cunho terrorista presentes no consórcio Globo-Folha-Estado-Abril, cujo conteúdo calunioso e difamatório é replicado por inúmeros outros veículos de imprensa por todo o país.
b) Os discursos terroristas proferidos diariamente pelos políticos da frente tucano-demista, quase sempre ladinamente descolados da realidade, quase sempre destinados a incitar ódios e revoltas.
c) O bombardeio diário de spams terroristas via Internet, obra de funcionários contratados pelas agremiações políticas e de uma rede de colaboradores voluntários empenhados em promover sabotagens no campo da informação.
Para onde olhar na defesa da democracia
Entre outro, guarde os nomes destas pessoas, e esteja atento a seus movimentos neste Setembro de Fogo:
Ali Kamel, Eurípedes Alcântara, Diogo Mainardi, Eliane Cantanhede, Alberto Carlos Almeida, Eduardo Graeff, Boris Casoy, Merval Pereira, Ricardo Noblat, Monica Waldvogel, William Waack, William Bonner, Otavio Frias Filho, Leandro Colon, Ruy Mesquita, Reinaldo Azevedo, Josias de Souza, João Carlos Saad, José Roberto Gazzi, Carlos Alberto Sardenberg, Augusto Nunes, Lauro Jardim, Leandro Loyola, Eumano Silva, Leonel Rocha, Helio Gurovitz, David Cohen, Mario Sabino, Roberto Civita, Mirian Leitão e José Nêumanne.
Tipificação dos crimes cometidos pelos terroristas midiáticos
No campo das mídias monopolistas (portais, sites e blogues), das redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook, entre outros) e dos disparadores automáticos de e-mails têm sido cometidos inúmeros CRIMES VIRTUAIS.
Normalmente, enquadram-se em uma das cinco categorias seguintes:
a) Calúnia trata-se de afirmação falsa e ofensiva a respeito de alguém ou de instituição. Define-se como o ato de atribuir, de forma falsa, a alguém a responsabilidade pela prática de um crime.
b) Difamação trata-se de atribuir a alguém envolvimento em situação ou ato ofensivo a sua reputação e honra. O objetivo do criminoso, nesse caso, é ferir a moral da vítima e torná-la passível de descrédito perante a opinião pública.
c) Injúria trata-se de atribuir à vitima atributos negativos, de forma a ofender sua honra e dignidade. O objetivo do insulto é abater moralmente o indivíduo alvo do ataque.
d) Falsidade Ideológica trata-se de fraude, de adulteração de documento a fim de se obter vantagem ou prejudicar direito, criar uma obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.
e) Fraude trata-se de ato com objetivo deliberado de enganar com o objetivo de prejudicar um indivíduo ou dele obter vantagens de maneira injusta. A fraude jornalística, por exemplo, é costumeiramente praticada no Brasil, sem que seus autores sejam submetidos aos rigores da Justiça.
A mídia monopolista como fonte primária
Vale lembrar que muitas vezes os hoaxes (histórias falsas de Internet) são gerados a partir de reportagens jornalísticas que envolvem invenção, exagero, minimização, interpretação tendenciosa ou seleção desonesta de fatos, quase sempre destinados a abalar a reputação de pessoa ou instituição.
Nesse particular, os terroristas brasileiros são mestres e criaram uma série de narrativas que são distribuídas impunemente pela Internet, todos os dias, aos milhões.
Convém lembrar algumas dessas peças e as acusações que oferecem a conhecidos membros do governo e agremiações políticas.
Agravo à reputação Segundo uma série de textos de sabotagem, Dilma Rousseff foi terrorista, assaltou bancos, matou o soldado Mario Kosel Filho e tinha como terceira ocupação oferecer serviços sexuais a guerrilheiros.
Nesse caso, a expedição massiva de hoaxes tive início com a publicação da falsa ficha da Sra. Rousseff, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo. Na verdade, conforme documentos oficiais, a candidata do PT à presidência jamais esteve associada a essas ações e nunca foi sequer julgada com base nessas acusações.
Vale lembrar ainda que os fatos ligados ao período da Ditadura Militar são deliberadamente descontextualizados, de forma que os militares que torturavam, estupravam e assassinavam aparecem como paladinos da lei, enquanto os resistentes são enquadrados na categoria dos crimes comuns.
Há uma falsa informação divulgada insistentemente nesse material, repetida até mesmo por personalidades, com o ex-humorista Chico Anysio. Dá conta de que Dilma estaria impedida de entrar nos EUA por ter seqüestrado um embaixador daquele país.
Na verdade, Dilma jamais esteve envolvida em qualquer ação do tipo, viajou várias vezes aos EUA e até mesmo já se encontrou com o presidente daquele país, Barack Obama.
Convém também frisar que ninguém ainda foi detido por criar e distribuir esse material criminoso, fato que exigiria um protesto ruidoso da sociedade.
Deturpação deliberada - Uma outra série de hoaxes procura adulterar fatos e números relativos ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Afirma-se, por exemplo, que em sua gestão foram criados apenas 4 milhões de empregos, quando na verdade esse número supera os 14 milhões.
Afirma-se que o Luz para Todos é um programa de FHC. Trata-se de uma inverdade. O ex-presidente lançou um programa denominado Luz no Campo, com cobrança de taxa de instalação. Em três anos, de 2000 a 2003, não atingiu a meta de levar energia a 1 milhão de famílias no Interior do país. Fracassou.
O Luz para Todos, ao contrário, sem cobrança de taxa de instalação, já superou suas metas e levou energia para 12 milhões de brasileiros.
Inúmeras peças ficcionais circulam pela Internet com o objetivo de deturpar o entendimento público sobre as obras do Governo Federal e sobre o desempenho da economia brasileira.
Comumente, no que tange a Lula, a deturpação vem acompanhada de calúnia e difamação.
Também não há notícias de que membros do consórcio midiático, dos partidos neoconservadores ou das células de direita radical tenham sido responsabilizados e punidos.
Como reagir ao terrorismo midiático privado
a) No caso de material jornalístico falso, ofensivo ou tendencioso, questionar imediatamente (por e-mail ou preenchimento de formulário específico) o veículo de imprensa e o profissional responsável pelo texto ou reportagem televisiva/radiofônica.
b) Todos os grandes veículos têm uma área para manifestação dos leitores e ou comunicação de erros. Alguns também disponibilizam e-mails dos responsáveis por editorias. Normalmente, esses endereços estão listados na página de expediente. Envie sua mensagem por todos eles.
c) Manifeste concretamente sua indignação, sempre que necessário, também nos fóruns de leitores que são formados abaixo das matérias publicadas nos portais dos órgãos de comunicação.
d) Faça uma cópia de sua manifestação e a repasse imediatamente à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), neste endereço: http://www.fenaj.org.br/contato.php. Comunique também a Associação Nacional de Jornais (ANJ), neste endereço: http://www.anj.org.br/fale-conosco ou pelo e-mail anj@anj.org.br.
e) É provável que você não obtenha qualquer resposta dos órgãos representativos, mas é importante que esses elementos saibam que a sociedade está vigilante.
f) Compartilhe sua bronca com seus amigos próximos e com os principais canais de resistência midiática. Segue uma pequena lista de contatos com os responsáveis pelos canais limpos de informação.
Jornalista Rodrigo Vianna - escrevinhador.rv@hotmail.com
Jornalista Luiz Carlos Azenha - viomundoteve@msn.com; viomundo@msn.com
Grupo Beatrice - beatrice.lista@elo.com.br
Movimento dos Sem Mídia Eduardo Guimarães - edu.guim@uol.com.br
redecastorphoto - castorphoto@gmail.com
Carta O Berro - vanderleycaixe@revistaoberro.com.br
Movimento Credibilidade e Ética credibilidadeeetica@gmail.com
Paulo Henrique Amorim - phamorim@uol.com.br
Como reagir ao terrorismo midiático na Internet
a) Tenha paciência. Você não vai conseguir suspender a ação desses elementos. Eles têm a cobertura de sigilo de grandes grupos midiáticos que controlam a maior parte dos provedores nacionais.
b) Tenha mais paciência. Há neste Setembro de Foto pelo menos 700 pessoas contratadas pelos grupos políticos neofascistas para distribuir hoaxes e trollar (desvirtuar gerando confusão e intriga) debates em redes sociais. Muitas dessas pessoas são temporários, contratados em períodos eleitorais para fazer o jogo sujo da Internet. Outras são emprestadas por parlamentares. Ou seja, ganham do cidadão, isto é, são pagas por você, mas trabalham exclusivamente em campanhas criminosas de desconstrução de reputações pela Internet. Neste momento, os grupos de coordenação de sabotagem estão pagando entre R$ 0,25 e R$ 0,50 por intervenção em rede social para o chamado pelotão de reforço.
c) Não compre briga com o remetente do e-mail. Muitas vezes, é um registro vazio, isto é, uma máquina disparadora. Além disso, é conveniente que você continue recebendo esse material e, assim, identifique as táticas dos grupos terroristas.
d) Quando houver suspeita de crime virtual, envie imediatamente cópia do material para as autoridades da área.
Alguns canais para que você solicite investigação e apuração da mensagem.
Safernet - http://www.safernet.org.br/site/
Polícia Federal - crime.internet@dpf.gov.br e denuncia.ddh@dpf.gov.br
São Paulo Delegacia Eletrônica - 4dp.dig.deic@policiacivil.sp.gov.
Rio de Janeiro DRCI - drci@policiacivil.rj.gov.br e drci@pcerj.rj.gov.br
Distrito Federal: DICAT - dicat@pcdf.df.gov.br
Minas Gerais: DERCIFE - dercifelab.di@pc.mg.gov.br
Paraná Polícia Civil - cibercrimes@pc.pr.gov.br
Secretaria Nacional de Comunicação do PT - snc@pt.org.br
Exerça seu direito e torne-se um soldado responsável pela defesa do Brasil
Neste Setembro de Fogo, não há mais tempo para a hesitação e a condescendência.
É necessária a mobilização de cada cidadão digno.
Se você se você se encanta com a liberdade e a fraternidade, se você tem apreço por valores e princípios humanistas, se você se preocupa com o desenvolvimento do país e com o futuro de seus filhos, é hora de agir!
Todos os dias, reserve pelo menos uma hora para ler atentamente o material do consórcio oligarca terrorista e para desarmar cada artefato explosivo armado pelas gangues da desinformação. Obtenha informação descontaminada em sites como estes: www.viomundo.com.br e http://www.conversaafiada.com.br.
Escreva diariamente para todos os jornais e emissoras.
Participe ativamente dos fóruns no jornais e emissoras.
Por pelo menos 30 minutos, participe ativamente das discussões no Orkut, Twitter e outras redes sociais.
Rebata inverdades, denuncie falsidades, indigne-se.
Denuncie a todos os órgãos competentes a prática de crimes virtuais.
Procure dividir seu conhecimento com vizinhos, amigos, parentes e colegas de trabalho. Trabalhe para despertar os brasileiros do transe imposto pela mídia monopolista.
Mauro Carrara, com Credibilidade & Ética
* Se já roubaram uma flor, não permita que agora pisem nosso jardim.
SERRA PROCURA ESPECIALISTA EM GOLPES – OFERECE BOM SALÁRIO, DIREITO A PROPINA E STATUS MINISTRO - Laerte Braga
Um dos grandes problemas do candidato José Arruda Serra é que quando a coisa aperta e tem estado muito apertada é que no auge do desespero morde a língua. E ai até recobrar o pleno sentido e as faculdades do que está à sua volta o aperto aumentou mais ainda.
José Arruda Serra não tem o menor interesse em que seja apurado o caso da violação do sigilo de sua filha. Pelo contrário. Ao lado do crime – violação de sigilo – vão aparecer as grossas trapaças feitas ao longo dos mandatos exercidos pelo candidato tucano e isso é pior que aquela coceira que volta e meia dá nas costas e a mão não alcança. Ou na ponta do nariz, num momento que as mãos estão longe de poder alcançá-lo, o nariz óbvio.
O estrago vai ser maior ainda quando, no curso das investigações, ficar provado que José Arruda Serra está provando do próprio veneno e o fogo é fogo amigo. A disputa é entre tucanos.
Aí a vaca vai para o brejo de vez.
Pré-candidato do PSDB montou um dossiê contra o mineiro Aécio Neves para afastá-lo do páreo e agora recebe o troco. Aécio, nesse momento, está que nem passarinho na muda, não fala nada. Digamos que seja o troco, ou com algum esforço, legítima defesa.
O pior é que não pode disparar sua metralhadora que cospe saraivadas de mentiras, histerismos, dor de cotovelo como diz Lula, contra os verdadeiros autores do crime de violação de sigilo.
É simples entender isso. Grandes empresas, bancos, latifundiários compram através de marginais comuns, caso do contador que foi buscar os dados da filha de Arruda Serra por várias razões. Para dar um jeito de mudar eventuais situações “desconfortáveis” através de funcionários corruptos (minoria), ou para chantagear governantes. É a partir daí que obtêm obras, contratos de fornecimento, vantagens como doações de terreno público (Arruda Serra doou uma área valendo milhões para a REDE GLOBO em pleno centro da capital paulista), etc.
O prefeito tucano de Juiz de Fora, MG, envolvido no mensalão, corrupto de carteirinha, vai privatizar até o banheiro público do principal parque da cidade. Centenário, coisa simples, mas sempre rende algum, ainda mais para quem tem secretários que colecionam propinas quaisquer que sejam os valores, até centavos.
É a carta de “princípios” do tucanato. O ex-secretário de Saúde de Minas (roubou tudo o que podia) deve ser o mais votado candidato a deputado federal no Estado. Comprou prefeitos, vereadores, usou a máquina da Secretaria.
É regra geral do tucanato, o dito ex-secretário não ganha, em condições normais, para síndico de prédio.
A propósito, o dilema de Minas Gerais é cair num buraco sem fim, ou vagar pelo espaço sem perspectiva de volta. A dupla Anastasia e Hélio Costa, os dois candidatos ao governo com melhor desempenho nas pesquisas de intenções de votos são duas lástimas lato senso.
E num Estado que já foi governado por Milton Campos, Juscelino, Tancredo Neves e antes por Artur Bernardes, Olegário Maciel, ptuz, está virando um Espírito Santo da vida.
Falo do antigo Estado do Espírito Santo, hoje um latifúndio de propriedade de companhias predadoras como a ARACRUZ, a VALE, a SAMARCO, sob a batuta de um dos gangsteres mais frios e perigosos da história daquele antigo Estado, o tal Paulo Hartung.
O dilema por lá também é trágico. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come.
E outros, estou citando dois.
A essa altura do campeonato, em que para José Arruda Serra vale tudo, o feio é perder, o candidato tucano está procurando especialista em golpes, marqueteiro capaz de fazer milagre na produção de mentiras eficientes, farsas proveitosas, toda e qualquer forma de vilania possível, para tentar salvar os “negócios”.
Num espaço entre os impropérios que dedica ao seu companheiro de partido Aécio Neves e os sorrisos que se vê forçado a mostrar quando em contato com meia dúzia de eleitores, enquanto desinfeta a mão com álcool (afinal tem que cumprimentar pessoas comuns), Arruda Serra se junta com o pessoal da GLOBO e trama.
Tentam a trama perfeita.
Um jeito de virar o jogo, nem que seja se lambuzando de mais sujeira (são sujos por gênese). E olha que têm especialistas de alto calibre. Orestes Quércia em São Paulo. William Bonner e Ali Kamel no Rio. Roberto Freire (esse, pensando bem é de baixo calibre, no máximo puxa saco a troco de um cargo de conselheiro a 12 mil por mês, barato).
O jeito vai ser procurar auxílio nos super classificados da FOLHA DE SÃO PAULO e do ESTADO DE SÃO PAULO, num anúncio claro e direto.
“Candidato a presidente, perdido e tonto em meio a constantes quedas nas pesquisas, sem rumo e direção, sem programa, mas com fartos recursos oriundos de muitos “negócios”, procura especialista em golpes eleitorais, em fabricar mentiras que virem verdades e se integre à melhor equipe de canalhas da política brasileira. Oferece ótimo salário, direito a propinas se o objetivo for alcançado e status de ministro. Garantia de impunidade no caso de reverter o caos eleitoral que vive. Informações para este anúncio sob o número 000171, com currículo que demonstre a capacidade para operar milagres”.
Como não é o rei Artur, a távola de Arruda Serra não é redonda, mas xadrez (bem mais adequada) e não dispõe na corte tucano/DEM de um mago padrão Merlin, a tarefa fica cada dia mais difícil.
Vai ter que, com certeza, que confiar na capacidade de inventar fatos da REDE GLOBO. Um sucedâneo para a fajuta caravana da cidadania, algo desse naipe, mesmo assim com riscos, já que o filme da GLOBO, a cada eleição, vai sendo queimado, afinal ninguém é idiota a ponto de acreditar naquele monte de “boas intenções”, “intenções democráticas”.
Veja o caso do pedido de cassação do registro da candidatura Dilma Roussef. Como os marqueteiros de Arruda Serra chegaram à conclusão que cassar poderia relembrar os velhos tempos da barbárie militar, o JORNAL NACIONAL trocou o nome da petição. Ao invés de cassação, investigação. Pedido de investigação, que, diga-se de passagem, foi negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Tem que ser um cara assim, o tal especialista, capaz de manipular com mais eficiência que a turma da GLOBO.
De qualquer forma, é bom ter olho vivo nas pesquisas do DATA FOLHA e do IBOPE. De repente a mão direita escapa e os números são trocados.
Essa turma desentorta banana.
Quem sabe tentar medida extrema. Paulo Hartung, governador do antigo Espírito Santo, quando se vê encurralado, sem saída, contrata meia dúzia de pistoleiros e manda matar juiz, some com precatórios, ou até agentes do MOSSAD.
Esses quando chegam, desembarcam com passaportes oficiais e nomes falsos e garantem eliminação de todos os inimigos. O grupo terrorista faz parte do time tucano mesmo, o preço sai com desconto. Tipo assim levam vinte por centro da PETROBRAS, uns cinco do BANCO DO BRASIL e direitos sobre o Aqüífero Guarani.
O grande irmão de Washington/Wall Street fica com o resto.
Aqueles programas que a GLOBO apresenta por volta das cinco da manhã voltados para a “educação”, com dinheiro público, do contrário fica contra o governo ensinam os brasileiros a falar inglês em dois tempos.
Um leque de opções para José Arruda Serra tentar tirar a vaca do brejo.
José Arruda Serra não tem o menor interesse em que seja apurado o caso da violação do sigilo de sua filha. Pelo contrário. Ao lado do crime – violação de sigilo – vão aparecer as grossas trapaças feitas ao longo dos mandatos exercidos pelo candidato tucano e isso é pior que aquela coceira que volta e meia dá nas costas e a mão não alcança. Ou na ponta do nariz, num momento que as mãos estão longe de poder alcançá-lo, o nariz óbvio.
O estrago vai ser maior ainda quando, no curso das investigações, ficar provado que José Arruda Serra está provando do próprio veneno e o fogo é fogo amigo. A disputa é entre tucanos.
Aí a vaca vai para o brejo de vez.
Pré-candidato do PSDB montou um dossiê contra o mineiro Aécio Neves para afastá-lo do páreo e agora recebe o troco. Aécio, nesse momento, está que nem passarinho na muda, não fala nada. Digamos que seja o troco, ou com algum esforço, legítima defesa.
O pior é que não pode disparar sua metralhadora que cospe saraivadas de mentiras, histerismos, dor de cotovelo como diz Lula, contra os verdadeiros autores do crime de violação de sigilo.
É simples entender isso. Grandes empresas, bancos, latifundiários compram através de marginais comuns, caso do contador que foi buscar os dados da filha de Arruda Serra por várias razões. Para dar um jeito de mudar eventuais situações “desconfortáveis” através de funcionários corruptos (minoria), ou para chantagear governantes. É a partir daí que obtêm obras, contratos de fornecimento, vantagens como doações de terreno público (Arruda Serra doou uma área valendo milhões para a REDE GLOBO em pleno centro da capital paulista), etc.
O prefeito tucano de Juiz de Fora, MG, envolvido no mensalão, corrupto de carteirinha, vai privatizar até o banheiro público do principal parque da cidade. Centenário, coisa simples, mas sempre rende algum, ainda mais para quem tem secretários que colecionam propinas quaisquer que sejam os valores, até centavos.
É a carta de “princípios” do tucanato. O ex-secretário de Saúde de Minas (roubou tudo o que podia) deve ser o mais votado candidato a deputado federal no Estado. Comprou prefeitos, vereadores, usou a máquina da Secretaria.
É regra geral do tucanato, o dito ex-secretário não ganha, em condições normais, para síndico de prédio.
A propósito, o dilema de Minas Gerais é cair num buraco sem fim, ou vagar pelo espaço sem perspectiva de volta. A dupla Anastasia e Hélio Costa, os dois candidatos ao governo com melhor desempenho nas pesquisas de intenções de votos são duas lástimas lato senso.
E num Estado que já foi governado por Milton Campos, Juscelino, Tancredo Neves e antes por Artur Bernardes, Olegário Maciel, ptuz, está virando um Espírito Santo da vida.
Falo do antigo Estado do Espírito Santo, hoje um latifúndio de propriedade de companhias predadoras como a ARACRUZ, a VALE, a SAMARCO, sob a batuta de um dos gangsteres mais frios e perigosos da história daquele antigo Estado, o tal Paulo Hartung.
O dilema por lá também é trágico. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come.
E outros, estou citando dois.
A essa altura do campeonato, em que para José Arruda Serra vale tudo, o feio é perder, o candidato tucano está procurando especialista em golpes, marqueteiro capaz de fazer milagre na produção de mentiras eficientes, farsas proveitosas, toda e qualquer forma de vilania possível, para tentar salvar os “negócios”.
Num espaço entre os impropérios que dedica ao seu companheiro de partido Aécio Neves e os sorrisos que se vê forçado a mostrar quando em contato com meia dúzia de eleitores, enquanto desinfeta a mão com álcool (afinal tem que cumprimentar pessoas comuns), Arruda Serra se junta com o pessoal da GLOBO e trama.
Tentam a trama perfeita.
Um jeito de virar o jogo, nem que seja se lambuzando de mais sujeira (são sujos por gênese). E olha que têm especialistas de alto calibre. Orestes Quércia em São Paulo. William Bonner e Ali Kamel no Rio. Roberto Freire (esse, pensando bem é de baixo calibre, no máximo puxa saco a troco de um cargo de conselheiro a 12 mil por mês, barato).
O jeito vai ser procurar auxílio nos super classificados da FOLHA DE SÃO PAULO e do ESTADO DE SÃO PAULO, num anúncio claro e direto.
“Candidato a presidente, perdido e tonto em meio a constantes quedas nas pesquisas, sem rumo e direção, sem programa, mas com fartos recursos oriundos de muitos “negócios”, procura especialista em golpes eleitorais, em fabricar mentiras que virem verdades e se integre à melhor equipe de canalhas da política brasileira. Oferece ótimo salário, direito a propinas se o objetivo for alcançado e status de ministro. Garantia de impunidade no caso de reverter o caos eleitoral que vive. Informações para este anúncio sob o número 000171, com currículo que demonstre a capacidade para operar milagres”.
Como não é o rei Artur, a távola de Arruda Serra não é redonda, mas xadrez (bem mais adequada) e não dispõe na corte tucano/DEM de um mago padrão Merlin, a tarefa fica cada dia mais difícil.
Vai ter que, com certeza, que confiar na capacidade de inventar fatos da REDE GLOBO. Um sucedâneo para a fajuta caravana da cidadania, algo desse naipe, mesmo assim com riscos, já que o filme da GLOBO, a cada eleição, vai sendo queimado, afinal ninguém é idiota a ponto de acreditar naquele monte de “boas intenções”, “intenções democráticas”.
Veja o caso do pedido de cassação do registro da candidatura Dilma Roussef. Como os marqueteiros de Arruda Serra chegaram à conclusão que cassar poderia relembrar os velhos tempos da barbárie militar, o JORNAL NACIONAL trocou o nome da petição. Ao invés de cassação, investigação. Pedido de investigação, que, diga-se de passagem, foi negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Tem que ser um cara assim, o tal especialista, capaz de manipular com mais eficiência que a turma da GLOBO.
De qualquer forma, é bom ter olho vivo nas pesquisas do DATA FOLHA e do IBOPE. De repente a mão direita escapa e os números são trocados.
Essa turma desentorta banana.
Quem sabe tentar medida extrema. Paulo Hartung, governador do antigo Espírito Santo, quando se vê encurralado, sem saída, contrata meia dúzia de pistoleiros e manda matar juiz, some com precatórios, ou até agentes do MOSSAD.
Esses quando chegam, desembarcam com passaportes oficiais e nomes falsos e garantem eliminação de todos os inimigos. O grupo terrorista faz parte do time tucano mesmo, o preço sai com desconto. Tipo assim levam vinte por centro da PETROBRAS, uns cinco do BANCO DO BRASIL e direitos sobre o Aqüífero Guarani.
O grande irmão de Washington/Wall Street fica com o resto.
Aqueles programas que a GLOBO apresenta por volta das cinco da manhã voltados para a “educação”, com dinheiro público, do contrário fica contra o governo ensinam os brasileiros a falar inglês em dois tempos.
Um leque de opções para José Arruda Serra tentar tirar a vaca do brejo.
A QUEM INTERESSA? SERRA/GLOBO TENTAM TRANSFORMAR ELEIÇÕES EM FESTIVAL DE BAIXARIAS - Laerte Braga
Há um bom número de anos atrás contratos ou palavras empenhadas eram atestados com um fio de bigode. Era o quanto bastava. Candidato a prefeito de São Paulo em 2004, diante de Boris Casoy (seu aliado) o tucano José Arruda Serra assinou – assinou com caneta e não fio de bigode – o compromisso de se eleito cumprir o mandato até o final.
Não cumpriu. Em 2006 era candidato ao governo do Estado de São Paulo.
Quando estourou o escândalo envolvendo o ex-governador de Brasília José Roberto Arruda circulou em toda a mídia um vídeo de um discurso de Arruda Serra ao lado do então governador da capital federal onde o paulista dizia que o eleitor iria ter a oportunidade de votar num careca e eleger dois. Ele presidente e Arruda vice. Uma das mãos de Arruda Serra segurava o microfone, outra estava posta sobre os ombros de José Roberto Arruda.
Em meio às investigações sobre a corrupção generalizada no governo de Brasília e pouco antes da prisão de José Roberto Arruda, a senadora Kátia Abreu (presidente da Confederação Nacional da Agricultura e envolvida em desvio de verbas públicas usadas em sua campanha eleitoral) convidou a pedido de Arruda Serra o Arruda original para um encontro, diante das ameaças do ex-governador de Brasília de abrir a boca e contar todas as trapaças, dentre elas recursos para campanhas eleitorais de aliados de Arruda Serra em São Paulo, se não recebesse garantias que iria manter seu “patrimônio”.
O encontro do trio metralha foi em Davos, na Suíça, aproveitando a realização do Fórum Econômico Mundial. José Roberto Arruda recebeu as garantias que ninguém mexeria no seu “rico dinheirinho” roubado ao povo de Brasília.
ONDE COMEÇA O DOSSIÊ – ARRUDA SERRA VERSUS AÉCIO NEVES
O maior problema de Arruda Serra a partir daí passa a ser o então governador de Minas Aécio Neves. A disputa é em torno do nome a ser apresentado pelo PSDB para a disputa das eleições presidenciais.
Aécio, trabalhando no estilo mineiro, em silêncio, viaja a Europa, entabula conversações com empresários e banqueiros europeus, abre portas, faz o mesmo nos EUA (foi lá a convite de Ciro Gomes, ex-bolsista de Harvard e que organizou o encontro) e pede a realização de prévias internas, dentro do PSDB para definir a escolha do candidato.
Começa uma série de viagens pelo Brasil, Ciro Gomes anuncia que será o vice, desarticula alguns redutos de Arruda Serra e cria, com isso, condições de um embate vitorioso contra o governador de São Paulo.
Percebendo o perigo de uma disputa interna, a possibilidade de vir a ser derrotado nas prévias por Aécio, Arruda Serra monta uma das muitas jogadas sujas, baixas, típicas de seu caráter mesquinho, venal, para tirar Aécio do páreo.
O jornalista Juca Kfoury, amigo e aliado de Arruda Serra publica nota em sua coluna jornalística onde insinua que, num evento público, o governador de Minas teria esbofeteado sua namorada para perplexidade dos presentes e mostrava-se visivelmente transtornado, sugerindo inclusive o uso de drogas.
Aécio percebe que não está enfrentando um adversário político dentro do mesmo partido, mas uma quadrilha liderada por FHC e José Arruda Serra.
Tira o time de campo, anuncia a sua desistência e afirma-se candidato ao Senado em Minas Gerais. Precavido, encarrega um jornalista do jornal ESTADO DE MINAS, seu aliado, de montar um dossiê sobre Arruda Serra.
Começa aí a história do tal dossiê que Arruda Serra tenta imputar a Dilma Roussef no desespero dos números que caem a cada pesquisa. Mais uma vez se mostra público o caráter mesquinho e vil de um político mentiroso, corrupto e a serviço de forças estrangeiras.
A filha de Arruda Serra é uma das laranjas do ex-governador paulista e agora candidato a presidente pelo PSDB.
Todo o esquema montado na Receita envolve desde setores empresariais, funcionários da própria Receita, uma delas tucana e casada com tucano do Rio Grande do Norte, crime comum, chantagem, que vira, de repente, tábua de salvação de um criminoso reles como Arruda Serra.
Sem programa e sem idéias, mas de olho nos cofres públicos, na chance de acabar o serviço de FHC, vender o País por inteiro, dispara acusações insensatas, mas deliberadas, pensadas e estudadas de bandido meticuloso contra a sua principal adversária Dilma Roussef.
O ERRO DE CÁLCULO
A despeito de todas as críticas que possam ser feitas a Aécio Neves, bobo Aécio não é. Arruda Serra acreditava que passado o efeito da nota de Juca Kfoury o ex-governador de Minas aceitaria ser o seu vice. Fecharia o círculo da armação, da trama.
Aécio recusou. Encastelou-se em Minas e foi claro, enfático. “O meu primeiro compromisso é com Minas e os mineiros”. Foi a resposta dada a FHC e a Arruda Serra em seguida a uma declaração que tentava ser irônica, mas era também arrogante, do ex-presidente – “Aécio precisa aprender a comer virado a paulista, não ficar só nesse negócio de comida mineira.”
Sem Aécio para vice e com o DEM (quadrilha formada basicamente por latifundiários escravagistas e banqueiros) exigindo que o companheiro de chapa saísse de seus quadros, acabou atropelado por um político corrupto e sem nada na cabeça além de vento e fumaça, genro do ex-banqueiro e aliado de FHC Salvatore Cacciola (cumpre pena por crimes cometidos no governo FHC) o tal Índio da Costa. Se falar e andar ao mesmo tempo cai, se enrola todo, vai ser preciso guindaste para levantar depois de separar os nós e desenrolar a língua.
A essa altura a queda nas pesquisas começava a se acentuar e o candidato perdia a aura de imbatível, de “agora é a minha vez”.
O TOMBO, O DESESPERO E OS GOLPES TUCANO/GLOBO/MÍDIA PRIVADA.
“Ei REDE GLOBO, O POVO NÃO É BOBO”. Qualquer brasileiro sabe que o JORNAL NACIONAL é uma espécie de jornal da farsa, da mentira, dos interesses de grupos econômicos internacionais e que o GRUPO GLOBO é um enclave desses interesses no País, a partir inclusive dos capitais que permitiram ao mafioso Roberto Marinho montar o império de comunicação que é a empresa hoje.
Nem o apresentador do jornal, William Bonner esconde isso. Foi o que deixou claro a estudantes e professores de jornalismo em visita à redação do JORNAL NACIONAL, quando se referiu ao telespectador do dito ou chamado jornal, como “Homer Simpson”, o idiota, ingênuo que honesto, trabalhador, é conduzido pela mídia podre e venal padrão GLOBO.
Os números das pesquisas começaram a sistematicamente mostrar que a candidatura José Arruda Serra fora para o beleléu. O candidato não conseguia mais que dez pessoas para acompanhá-lo em suas andanças, seu vice trabalha diuturnamente para a principal adversária Dilma Roussef em cada besteira que fala (só fala besteira). Chegam ao ponto de ser recebido numa escola pública em São Paulo com os gritos de Lula, Lula, Lula.
A saída, a única saída é a baixaria, os velhos golpes de gerar factóides, denúncias falsas, etc, etc, típica de qualquer quadrilha em qualquer tempo e surge aí, renasce aí o dossiê montado pelo jornalista do ESTADO DE MINAS a pedido do governador Aécio Neves (para defender-se das baixarias de Arruda Serra), agora com a leviana acusação que é obra de Dilma Roussef.
Os dados se prestavam a quadrilhas comuns e estavam a venda desde pelo menos 2009. Muitos empreiteiros arrancaram obras nos governos de Alckimin, Serra e Kassab com chantagem direta em cima desses dados.
Como disse Lula “O Serra vai acabar jogando seu currículo fora”. O que Lula não entendeu é que Arruda Serra não se importa a mínima com isso, quer ser presidente a todo custo, isso no barato acrescenta alguns bilhões aos muitos laranjas dos “negócios” tucanos. Sua filha, ou Susana Richtoffen, a que matou o pai e a mãe com a ajuda do namorado e de um irmão desse. O pai de Susana era o controlador do caixa dois de Arruda Serra e o dinheiro estava, está ainda boa parte, no nome da filha. Numa conta num paraíso fiscal.
DOSSIÊ É O FEITIO DA REDE GLOBO – GOLPE BAIXO É COM A GLOBO MESMO
A “Invenção” e a “Desinvenção” da Candidatura Roseana Sarney
Eleições de 2002. Lula disputa a presidência com José Arruda Serra, candidato de FHC. A GLOBOPAR, empresa do grupo GLOBO, está indo para o brejo e tem um compromisso da ordem de 250 milhões de dólares com credores estrangeiros. Não tem como pagar, os investimentos na construção do PROJAC ameaçam arrastar o grupo à falência (credores internacionais chegaram a pedir essa falência numa corte de New York).
A GLOBO “inventa” e incensa a candidatura da governadora do Maranhão Roseana Sarney. A moça dispara nas pesquisas e coloca em risco a candidatura de José Arruda Serra.
O capital da GLOBOPAR é dividido assim: noventa por cento do grupo GLOBO, cinco por cento do grupo MICROSOFT e cinco por cento do BNDES. Uma assembléia geral é convocada para aumentar o capital em parte tal que cada um dos acionistas tenha que entrar com os duzentos e cinqüenta milhões de dólares para manter o mesmo percentual de presença acionária na empresa. A MICROSOFT corre do pau, a GLOBO finge que põe o dinheiro e o BNDES, a mando de FHC entrega os duzentos e cinqüenta milhões de dólares.
Nos termos do acordo faz aprovar no Congresso a emenda constitucional que permite a grupos estrangeiros investir em empresas de rádio e televisão no Brasil até o limite de trinta e três por cento. No caso da GLOBO o controle é absoluto. Os Marinhos não são brasileiros. Nasceram aqui, é diferente.
No final de semana seguinte a GLOBO monta o esquema que “desinventa” a candidatura de Roseana. O marido é acusado de receber contribuições ilegais para a campanha, o velho esquema de mostrar o dinheiro numa operação “secreta” que a GLOBO teve acesso é montado e Roseana some do mapa. A GLOBO paga a dívida e vende parte da GLOBOPAR para o grupo MURDOCH. O presidente era FHC.
Foi assim quando inventou Collor de Mello, ou antes, quando se omitiu na ditadura (tortura, trapaças, barbárie dos militares que governavam o Brasil, campanha das diretas já). Foi assim quando inventou a filha de Lula, Lurian, em 1989, em cima das eleições e editou o debate entre Collor e Lula favorecendo a cria da casa, Collor de Mello (dono da GLOBO em Alagoas) e foi assim que em 2006 omitiu o acidente com o avião da GOL (noticiado antes pelas redes concorrentes, uma hora antes do JORNAL NACIONAL) para não atrapalhar o dossiê que havia montado, falso, contra Lula, na tentativa de ajudar Geraldo Alckimin.
É a natureza do grupo GLOBO, como o escorpião. Traiçoeiro. É o jeito de ser tucano, Arruda Serra, sem escrúpulos.
Nesse balaio estão FOLHA DE SÃO PAULO (emprestava seus caminhões para desova dos corpos dos presos torturados e mortos pela ditadura como se atropelados tivessem sido), ou de VEJA, ligada às principais máfias empresariais do mundo, banqueiros, venal na sua totalidade, imprensa marrom. A RBS que esconde do noticiário crime bárbaro e selvagem praticado pelo filho de um dos diretores. Mas não hesita em crucificar o criminoso sem pai diretor.
Ou o ESTADO DE SÃO PAULO, o ESTADO DE MINAS, toda a mídia privada. É comprável e integra um esquema de ocupação e dominação do Brasil a partir das regras do jogo ditadas de fora para dentro.
A GLOBO é o símbolo dessa falsa liberdade de expressão. A síntese desse trabalho sujo.
O QUE ESTÁ EM JOGO?
É mais que o retorno do capital investido por José Arruda Serra, seus apoiadores e financiadores.
O Brasil hoje é chave no processo político internacional. Não interessa aos EUA, ou a qualquer potência européia (Alemanha, Grã Bretanha) que se transforme e cresça para além de limites determinados pelos donos do mundo.
O que está em jogo são milhões de quilômetros quadrados, um País de dimensões continentais, rico, que se mostra próspero e capaz de andar pelas próprias pernas nos avanços que foram obtidos no governo Lula.
Temem que novos avanços propiciem ao Brasil e aos brasileiros a condição de potência mundial, soberana, livre e dona do seu nariz.
Vivemos a experiência trágica e brutal da ditadura militar. Nossas forças armadas mal conseguem se por de pé diante da barbárie daquela época que tentam esconder a todo custo. A maior parte ainda bate continência para o grande capital e para Washington.
Arruda Serra é o pústula que se presta a cair de quatro para servir a esses interesses e para isso usa de qualquer expediente, ou canalhice que entender necessária, pois é, ao mesmo tempo, imoral e amoral.
O problema não é ser Dilma ou deixar de ser Dilma. O problema é como afirma com precisão o líder do MST João Pedro Stédile, “Serra é um retrocesso”.
Uma espécie de pedófilo da política. Inocentes são os eleitores.
Como foi FHC, seu padrinho político.
O crime da venda de dados da Receita Federal se prestava a uso indevido seja por empresários, seja por chantagistas (caso de Arruda Serra) e neste momento é transformado em arma de campanha para tentar evitar a derrota contundente.
Como disse a candidata Marina da Silva (simpática a Arruda Serra), não é “para Serra ficar se fazendo de vítima, se vitimizando num fato como esse que não tem nada a ver com Dilma”.
Canalha é sempre canalha. Cafajeste e sempre cafajeste. Entre tucanos e DEM, não há exceção. Quem emprega Roberto Freire a custa do povo paulista não pode pretender ser presidente da República.
E um detalhe. Os dados vazaram, tudo bem, é um crime. Mas que dados? O que fez a filha de Arruda Serra? Qual o temor de Arruda Serra?
A bandalheira que permeia o tucanato Só isso.
Esse tipo de jogo baixo só interessa a Arruda Serra e a história de Dilma, como dos demais candidatos, não tem esse perfil de bandidagem tucana.
Esse é de Arruda Serra e ninguém vai tirar dele, pois é a essência de sua história de oportunista, carreirista e corrupto.
Que proposta Arruda Serra apresentou até hoje? Peçam a Índio da Costa para expor alguma coisa sobre educação, mas de improviso, sem ter tempo de decorar o seu papel?
O interesse deles é fazer do BRASIL um BRAZIL, com capital em Washington e centro financeiro em Wall Street.
Recebem para isso. A história do dossiê começou em 2009 e é sujeira de tucanos, disputa de tucanos.
Vale dar uma lida na entrevista que o contador Antônio Carlos Atela Ferreira concedeu a vários jornais, ele é o pivô da história, eleitor de Serra e já diz que vai tirar proveito do fato, vai ser candidato a vereador, está procurando partido.
Que tal descobrir as empreiteiras, empresas que prestam serviços ou fornecem algo para o governo de São Paulo e outros, envolvidas na história, a velha chantagem, que envolve também a velha propina, coisa que do DNA tucano.
A grita de Arruda Serra não vai resistir a uma investigação séria, até porque, levaria sua filha para a cadeia e provocaria um efeito cascata capaz de fazer ruir o esquema FIESP/DASLU..
Não cumpriu. Em 2006 era candidato ao governo do Estado de São Paulo.
Quando estourou o escândalo envolvendo o ex-governador de Brasília José Roberto Arruda circulou em toda a mídia um vídeo de um discurso de Arruda Serra ao lado do então governador da capital federal onde o paulista dizia que o eleitor iria ter a oportunidade de votar num careca e eleger dois. Ele presidente e Arruda vice. Uma das mãos de Arruda Serra segurava o microfone, outra estava posta sobre os ombros de José Roberto Arruda.
Em meio às investigações sobre a corrupção generalizada no governo de Brasília e pouco antes da prisão de José Roberto Arruda, a senadora Kátia Abreu (presidente da Confederação Nacional da Agricultura e envolvida em desvio de verbas públicas usadas em sua campanha eleitoral) convidou a pedido de Arruda Serra o Arruda original para um encontro, diante das ameaças do ex-governador de Brasília de abrir a boca e contar todas as trapaças, dentre elas recursos para campanhas eleitorais de aliados de Arruda Serra em São Paulo, se não recebesse garantias que iria manter seu “patrimônio”.
O encontro do trio metralha foi em Davos, na Suíça, aproveitando a realização do Fórum Econômico Mundial. José Roberto Arruda recebeu as garantias que ninguém mexeria no seu “rico dinheirinho” roubado ao povo de Brasília.
ONDE COMEÇA O DOSSIÊ – ARRUDA SERRA VERSUS AÉCIO NEVES
O maior problema de Arruda Serra a partir daí passa a ser o então governador de Minas Aécio Neves. A disputa é em torno do nome a ser apresentado pelo PSDB para a disputa das eleições presidenciais.
Aécio, trabalhando no estilo mineiro, em silêncio, viaja a Europa, entabula conversações com empresários e banqueiros europeus, abre portas, faz o mesmo nos EUA (foi lá a convite de Ciro Gomes, ex-bolsista de Harvard e que organizou o encontro) e pede a realização de prévias internas, dentro do PSDB para definir a escolha do candidato.
Começa uma série de viagens pelo Brasil, Ciro Gomes anuncia que será o vice, desarticula alguns redutos de Arruda Serra e cria, com isso, condições de um embate vitorioso contra o governador de São Paulo.
Percebendo o perigo de uma disputa interna, a possibilidade de vir a ser derrotado nas prévias por Aécio, Arruda Serra monta uma das muitas jogadas sujas, baixas, típicas de seu caráter mesquinho, venal, para tirar Aécio do páreo.
O jornalista Juca Kfoury, amigo e aliado de Arruda Serra publica nota em sua coluna jornalística onde insinua que, num evento público, o governador de Minas teria esbofeteado sua namorada para perplexidade dos presentes e mostrava-se visivelmente transtornado, sugerindo inclusive o uso de drogas.
Aécio percebe que não está enfrentando um adversário político dentro do mesmo partido, mas uma quadrilha liderada por FHC e José Arruda Serra.
Tira o time de campo, anuncia a sua desistência e afirma-se candidato ao Senado em Minas Gerais. Precavido, encarrega um jornalista do jornal ESTADO DE MINAS, seu aliado, de montar um dossiê sobre Arruda Serra.
Começa aí a história do tal dossiê que Arruda Serra tenta imputar a Dilma Roussef no desespero dos números que caem a cada pesquisa. Mais uma vez se mostra público o caráter mesquinho e vil de um político mentiroso, corrupto e a serviço de forças estrangeiras.
A filha de Arruda Serra é uma das laranjas do ex-governador paulista e agora candidato a presidente pelo PSDB.
Todo o esquema montado na Receita envolve desde setores empresariais, funcionários da própria Receita, uma delas tucana e casada com tucano do Rio Grande do Norte, crime comum, chantagem, que vira, de repente, tábua de salvação de um criminoso reles como Arruda Serra.
Sem programa e sem idéias, mas de olho nos cofres públicos, na chance de acabar o serviço de FHC, vender o País por inteiro, dispara acusações insensatas, mas deliberadas, pensadas e estudadas de bandido meticuloso contra a sua principal adversária Dilma Roussef.
O ERRO DE CÁLCULO
A despeito de todas as críticas que possam ser feitas a Aécio Neves, bobo Aécio não é. Arruda Serra acreditava que passado o efeito da nota de Juca Kfoury o ex-governador de Minas aceitaria ser o seu vice. Fecharia o círculo da armação, da trama.
Aécio recusou. Encastelou-se em Minas e foi claro, enfático. “O meu primeiro compromisso é com Minas e os mineiros”. Foi a resposta dada a FHC e a Arruda Serra em seguida a uma declaração que tentava ser irônica, mas era também arrogante, do ex-presidente – “Aécio precisa aprender a comer virado a paulista, não ficar só nesse negócio de comida mineira.”
Sem Aécio para vice e com o DEM (quadrilha formada basicamente por latifundiários escravagistas e banqueiros) exigindo que o companheiro de chapa saísse de seus quadros, acabou atropelado por um político corrupto e sem nada na cabeça além de vento e fumaça, genro do ex-banqueiro e aliado de FHC Salvatore Cacciola (cumpre pena por crimes cometidos no governo FHC) o tal Índio da Costa. Se falar e andar ao mesmo tempo cai, se enrola todo, vai ser preciso guindaste para levantar depois de separar os nós e desenrolar a língua.
A essa altura a queda nas pesquisas começava a se acentuar e o candidato perdia a aura de imbatível, de “agora é a minha vez”.
O TOMBO, O DESESPERO E OS GOLPES TUCANO/GLOBO/MÍDIA PRIVADA.
“Ei REDE GLOBO, O POVO NÃO É BOBO”. Qualquer brasileiro sabe que o JORNAL NACIONAL é uma espécie de jornal da farsa, da mentira, dos interesses de grupos econômicos internacionais e que o GRUPO GLOBO é um enclave desses interesses no País, a partir inclusive dos capitais que permitiram ao mafioso Roberto Marinho montar o império de comunicação que é a empresa hoje.
Nem o apresentador do jornal, William Bonner esconde isso. Foi o que deixou claro a estudantes e professores de jornalismo em visita à redação do JORNAL NACIONAL, quando se referiu ao telespectador do dito ou chamado jornal, como “Homer Simpson”, o idiota, ingênuo que honesto, trabalhador, é conduzido pela mídia podre e venal padrão GLOBO.
Os números das pesquisas começaram a sistematicamente mostrar que a candidatura José Arruda Serra fora para o beleléu. O candidato não conseguia mais que dez pessoas para acompanhá-lo em suas andanças, seu vice trabalha diuturnamente para a principal adversária Dilma Roussef em cada besteira que fala (só fala besteira). Chegam ao ponto de ser recebido numa escola pública em São Paulo com os gritos de Lula, Lula, Lula.
A saída, a única saída é a baixaria, os velhos golpes de gerar factóides, denúncias falsas, etc, etc, típica de qualquer quadrilha em qualquer tempo e surge aí, renasce aí o dossiê montado pelo jornalista do ESTADO DE MINAS a pedido do governador Aécio Neves (para defender-se das baixarias de Arruda Serra), agora com a leviana acusação que é obra de Dilma Roussef.
Os dados se prestavam a quadrilhas comuns e estavam a venda desde pelo menos 2009. Muitos empreiteiros arrancaram obras nos governos de Alckimin, Serra e Kassab com chantagem direta em cima desses dados.
Como disse Lula “O Serra vai acabar jogando seu currículo fora”. O que Lula não entendeu é que Arruda Serra não se importa a mínima com isso, quer ser presidente a todo custo, isso no barato acrescenta alguns bilhões aos muitos laranjas dos “negócios” tucanos. Sua filha, ou Susana Richtoffen, a que matou o pai e a mãe com a ajuda do namorado e de um irmão desse. O pai de Susana era o controlador do caixa dois de Arruda Serra e o dinheiro estava, está ainda boa parte, no nome da filha. Numa conta num paraíso fiscal.
DOSSIÊ É O FEITIO DA REDE GLOBO – GOLPE BAIXO É COM A GLOBO MESMO
A “Invenção” e a “Desinvenção” da Candidatura Roseana Sarney
Eleições de 2002. Lula disputa a presidência com José Arruda Serra, candidato de FHC. A GLOBOPAR, empresa do grupo GLOBO, está indo para o brejo e tem um compromisso da ordem de 250 milhões de dólares com credores estrangeiros. Não tem como pagar, os investimentos na construção do PROJAC ameaçam arrastar o grupo à falência (credores internacionais chegaram a pedir essa falência numa corte de New York).
A GLOBO “inventa” e incensa a candidatura da governadora do Maranhão Roseana Sarney. A moça dispara nas pesquisas e coloca em risco a candidatura de José Arruda Serra.
O capital da GLOBOPAR é dividido assim: noventa por cento do grupo GLOBO, cinco por cento do grupo MICROSOFT e cinco por cento do BNDES. Uma assembléia geral é convocada para aumentar o capital em parte tal que cada um dos acionistas tenha que entrar com os duzentos e cinqüenta milhões de dólares para manter o mesmo percentual de presença acionária na empresa. A MICROSOFT corre do pau, a GLOBO finge que põe o dinheiro e o BNDES, a mando de FHC entrega os duzentos e cinqüenta milhões de dólares.
Nos termos do acordo faz aprovar no Congresso a emenda constitucional que permite a grupos estrangeiros investir em empresas de rádio e televisão no Brasil até o limite de trinta e três por cento. No caso da GLOBO o controle é absoluto. Os Marinhos não são brasileiros. Nasceram aqui, é diferente.
No final de semana seguinte a GLOBO monta o esquema que “desinventa” a candidatura de Roseana. O marido é acusado de receber contribuições ilegais para a campanha, o velho esquema de mostrar o dinheiro numa operação “secreta” que a GLOBO teve acesso é montado e Roseana some do mapa. A GLOBO paga a dívida e vende parte da GLOBOPAR para o grupo MURDOCH. O presidente era FHC.
Foi assim quando inventou Collor de Mello, ou antes, quando se omitiu na ditadura (tortura, trapaças, barbárie dos militares que governavam o Brasil, campanha das diretas já). Foi assim quando inventou a filha de Lula, Lurian, em 1989, em cima das eleições e editou o debate entre Collor e Lula favorecendo a cria da casa, Collor de Mello (dono da GLOBO em Alagoas) e foi assim que em 2006 omitiu o acidente com o avião da GOL (noticiado antes pelas redes concorrentes, uma hora antes do JORNAL NACIONAL) para não atrapalhar o dossiê que havia montado, falso, contra Lula, na tentativa de ajudar Geraldo Alckimin.
É a natureza do grupo GLOBO, como o escorpião. Traiçoeiro. É o jeito de ser tucano, Arruda Serra, sem escrúpulos.
Nesse balaio estão FOLHA DE SÃO PAULO (emprestava seus caminhões para desova dos corpos dos presos torturados e mortos pela ditadura como se atropelados tivessem sido), ou de VEJA, ligada às principais máfias empresariais do mundo, banqueiros, venal na sua totalidade, imprensa marrom. A RBS que esconde do noticiário crime bárbaro e selvagem praticado pelo filho de um dos diretores. Mas não hesita em crucificar o criminoso sem pai diretor.
Ou o ESTADO DE SÃO PAULO, o ESTADO DE MINAS, toda a mídia privada. É comprável e integra um esquema de ocupação e dominação do Brasil a partir das regras do jogo ditadas de fora para dentro.
A GLOBO é o símbolo dessa falsa liberdade de expressão. A síntese desse trabalho sujo.
O QUE ESTÁ EM JOGO?
É mais que o retorno do capital investido por José Arruda Serra, seus apoiadores e financiadores.
O Brasil hoje é chave no processo político internacional. Não interessa aos EUA, ou a qualquer potência européia (Alemanha, Grã Bretanha) que se transforme e cresça para além de limites determinados pelos donos do mundo.
O que está em jogo são milhões de quilômetros quadrados, um País de dimensões continentais, rico, que se mostra próspero e capaz de andar pelas próprias pernas nos avanços que foram obtidos no governo Lula.
Temem que novos avanços propiciem ao Brasil e aos brasileiros a condição de potência mundial, soberana, livre e dona do seu nariz.
Vivemos a experiência trágica e brutal da ditadura militar. Nossas forças armadas mal conseguem se por de pé diante da barbárie daquela época que tentam esconder a todo custo. A maior parte ainda bate continência para o grande capital e para Washington.
Arruda Serra é o pústula que se presta a cair de quatro para servir a esses interesses e para isso usa de qualquer expediente, ou canalhice que entender necessária, pois é, ao mesmo tempo, imoral e amoral.
O problema não é ser Dilma ou deixar de ser Dilma. O problema é como afirma com precisão o líder do MST João Pedro Stédile, “Serra é um retrocesso”.
Uma espécie de pedófilo da política. Inocentes são os eleitores.
Como foi FHC, seu padrinho político.
O crime da venda de dados da Receita Federal se prestava a uso indevido seja por empresários, seja por chantagistas (caso de Arruda Serra) e neste momento é transformado em arma de campanha para tentar evitar a derrota contundente.
Como disse a candidata Marina da Silva (simpática a Arruda Serra), não é “para Serra ficar se fazendo de vítima, se vitimizando num fato como esse que não tem nada a ver com Dilma”.
Canalha é sempre canalha. Cafajeste e sempre cafajeste. Entre tucanos e DEM, não há exceção. Quem emprega Roberto Freire a custa do povo paulista não pode pretender ser presidente da República.
E um detalhe. Os dados vazaram, tudo bem, é um crime. Mas que dados? O que fez a filha de Arruda Serra? Qual o temor de Arruda Serra?
A bandalheira que permeia o tucanato Só isso.
Esse tipo de jogo baixo só interessa a Arruda Serra e a história de Dilma, como dos demais candidatos, não tem esse perfil de bandidagem tucana.
Esse é de Arruda Serra e ninguém vai tirar dele, pois é a essência de sua história de oportunista, carreirista e corrupto.
Que proposta Arruda Serra apresentou até hoje? Peçam a Índio da Costa para expor alguma coisa sobre educação, mas de improviso, sem ter tempo de decorar o seu papel?
O interesse deles é fazer do BRASIL um BRAZIL, com capital em Washington e centro financeiro em Wall Street.
Recebem para isso. A história do dossiê começou em 2009 e é sujeira de tucanos, disputa de tucanos.
Vale dar uma lida na entrevista que o contador Antônio Carlos Atela Ferreira concedeu a vários jornais, ele é o pivô da história, eleitor de Serra e já diz que vai tirar proveito do fato, vai ser candidato a vereador, está procurando partido.
Que tal descobrir as empreiteiras, empresas que prestam serviços ou fornecem algo para o governo de São Paulo e outros, envolvidas na história, a velha chantagem, que envolve também a velha propina, coisa que do DNA tucano.
A grita de Arruda Serra não vai resistir a uma investigação séria, até porque, levaria sua filha para a cadeia e provocaria um efeito cascata capaz de fazer ruir o esquema FIESP/DASLU..
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