sexta-feira, 19 de agosto de 2011


MINHA DOCE COMPANHEIRINHA
DE TODA HORA.
AISHA
Barbet
12 de julho de 2008

Aisha é o nome dela,
Uma fofura de se pegar,
Não pesa mais de 1,500 gramas,
mas é uma gostosura de se abraçar.

Caminha ao ritmo desta música,
Com sua franginha a saltar,
Usa uma blusa bem fresquinha
Só para poder esnobar.

Podemos de longe ouvir,
Seus passos a passear,
Faz de propósito,
Só para dar
aquela vontade de
agarrar.

Agarramos e daí,
Muitos mimos ela recebe.
Ossinhos não lhe faltam
Bolinhas e muito
amor.

E um presente dos céus,
Enche nossa casa de luz.
Com seus olhinhos de mel,
Fitas, biscoitos e papéis picados.
Mas é assim a
Aisha.

***

[Carta O BERRO] Golpe de Estado nos Estados Unidos - Vanderley Caixe


















“O que às vezes se passa por alto em nossa situação é o fator propósito: a democracia norte-americana sofreu um golpe de Estado encoberto. Seus autores ocupam os postos mais altos dos negócios e das finanças, seus leais servidores dirigem as universidades, os meios de comunicação e grande parte da cultura, e igualmente monopolizam o conhecimento profissional científico e técnico”, escreve Norman Birnbaum em artigo publicado no jornal espanhol El País.
Norman Birnbaum (*) - El País
Publicado em português na página do IHU Online/Unisinos. A tradução é do Cepat.
Já se escreveu muito sobre a crise dos Estados Unidos. Aludiu-se à complacência e ao fracasso de nossas elites, à ignorante fúria de um segmento de cidadãos espiritualmente plebeus, à importância intelectual e política de boa parte do resto, à ausência de uma conexão entre uma intelligentsia crítica e os movimentos sociais que no passado deram suas ideias à esfera pública, à fragilização da própria esfera pública e à consequente atomização do país. Esses diagnósticos são corretos. O que às vezes se passa por alto em nossa situação é o fator propósito: a democracia norte-americana sofreu um golpe de Estado encoberto. Seus autores ocupam os postos mais altos dos negócios e das finanças, seus leais servidores dirigem as universidades, os meios de comunicação e grande parte da cultura, e igualmente monopolizam o conhecimento profissional científico e técnico.
Seus dispostos seguidores se encontram em toda parte, especialmente entre aqueles que sentem que são ignorados, inclusive desprezados, e experimentam uma desesperada necessidade de compensação íntima. Incapazes de atuar de forma autônoma, negam em voz alta que sejam dominados e explorados. Identificam como inimigos os grupos sociais a serviço do bem público, cuja existência rechaçam como princípio. Sua hostilidade ao Governo é tão grande quanto sua falta de conhecimento de como este realmente funciona, ou a história de seu próprio país.
Evidentemente, há uma substancial coincidência entre aqueles que deram sua aquiescência ao golpe de Estado e os muitos que pretendem a recristianização do país, que acreditam que o aborto e a homossexualidade são ao mesmo tempo crimes civis e pecados religiosos, que respondem à imigração com xenofobia. Esses são os brancos, principalmente no sul e no oeste, e nas cidades menores, que ficaram escandalizados pela eleição de um presidente afro-americano e que se criaram (e ainda se criam) muitas das falsidades sobre sua pessoa, desde o seu nascimento no Quênia até sua adesão ao islamismo.
Os iniciadores do golpe de Estado são, geralmente, muito sofisticados para essas vulgaridades, embora indubitavelmente não sejam muito escrupulosos na hora de utilizá-las para conseguir o apoio para os seus objetivos primários. Que não são outros senão reduzir as funções e poderes redistributivos e reguladores do Estado norte-americano, revogando, privatizando ou, ao menos, limitando importantes componentes do nosso Estado de bem-estar: Seguridade Social (pensões universais), Medicare (seguro público de saúde para os maiores de 65) e todo um espectro de benefícios e serviços nos campos da educação, emprego, saúde e na manutenção de ingressos. A possibilidade de uma regulação ambiental em grande escala, ou de um projeto para reconstruir toda a infra-estrutura de modo que seja mais compatível com um futuro benévolo com o meio ambiente, provoca igualmente sua sistemática oposição. Os obstáculos administrativos e legais à atividade sindical são outra parte do programa.
Os esforços do capital politicamente organizado para manter o controle do sistema político são tão velhos quanto a república norte-americana. De modo algum excluíram a utilização do Governo em muitas ocasiões em todas as épocas da nossa história. O que distingue a recente situação é a propagação explícita e resoluta de uma ideologia que declara o mercado como superior ao Estado, que busca transferir para o setor privado funções governamentais até agora reservadas ao Estado, e que não permite que a consideração de um maior interesse nacional (como no comércio com outros países) interfira nos interesses imediatos do capital.
A obra de inumeráveis economistas, as simplificações de um grande número de comentaristas e jornalistas, a intromissão nos sistemas escolares e sua manipulação, e, sobretudo, o fato de que os meios de comunicação e o que temos de discurso público fiquem excluídos da discussão séria de alternativas, culminaram na fervorosa obsessão com que os congressistas republicanos fizeram sua a crença de que os déficits orçamentários são uma ameaça para o país.
Em 1952, John Kenneth Galbraith publicou sua primeira obra-prima Capitalismo americano: o conceito do poder compensatório (Novo Século Editora). Nela sustentava que a busca do benefício sem limite, a cegueira de curto prazo do capitalismo, havia sido corrigida pelo Governo, apoiado por uma cidadania consciente de seus diferentes interesses, por grupos de interesse público, por sindicatos e por um Congresso (e Governos estatais) com um grau notável de independência política.
Em 1961, Galbraith pediu ao presidente Kennedy que não o nomeasse chefe do Conselho de Assessores Econômicos: era um alvo muito visível. Durante alguns anos o ponto de vista de Galbraith seguiu sendo convincente. No entanto, também foi se produzindo um gradual enfraquecimento das forças compensatórias com as quais Galbraith contava para tornar permanente o new deal; e um enfraquecimento, assim mesmo, das elites capitalistas com maior formação e visão de longo prazo, dispostas a aceitar um contrato social.
As razões deste duplo declive seguem sendo objeto de discussão para os historiadores. A absorção dos recursos materiais e morais do país pela guerra fria, que se converteu em um fim em si mesma, desempenhou certamente um papel. Tornou-se muito mais difícil desenvolver programas de reconstrução social em grande escala pela composição racial dos pobres nos Estados Unidos, embora os brancos – de modo geral, brancos do sul – fossem uma maioria entre eles. A própria prosperidade proporcionada pelo contrato social do pós-guerra socavou a combatividade e a militância da força de trabalho sindicalizada, que ficou relativamente indefesa diante da competição da indústria estrangeira e da fuga do capital norte-americano para outros países.
Os efeitos que essas mudanças estruturais tiveram foram magnificados à medida que o capital financeiro (o reino da pilhagem e a liquidação de empresas produtivas, dos derivados, dos hedge funds e da especulação arcana) se fez quantitativa e qualitativamente dominante.
Este tipo de capitalismo, especialmente, requeria a abstinência política do Estado, que somente se poderia obter se pouco a pouco se comprasse o Estado. O novo capitalismo fez sérios avanços no Partido Democrata, reduzindo a uma insistente atitude defensiva os herdeiros do new deal que havia em seu interior. Quando, em 2008, o presidente Obama mobilizou milhões de afro-americanos, latinos, jovens e velhos, mulheres e os restos do movimento sindical, não foi menos solícito com o novo capitalismo, que tinha muito menos votos, mas muito mais dinheiro. A singular insignificância das iniciativas da Casa Branca em 2009, 2010 e este ano em matéria de estímulo econômico, emprego e reconstrução nacional poderiam ser explicadas como um reflexo do real equilíbrio de forças políticas do país.
Deixando de lado o furor provocado pelo Tea Party e pelo limite da dívida, a explicação também poderia estar nessa quinta coluna constituída pelos agentes ideológicos e políticos do novo capitalismo, que está ocupando a própria Casa Branca. Deste ponto de vista, a extraordinária boa disposição do presidente ao acordo mútuo não é o resultado de um novo alinhamento da política norte-americana, mas uma parte previsível do mesmo
(*) Norman Birnbaum é professor emérito na Faculdade de Direito da Universidade de Georgetown.

A INSÂNIA NAZI/SIONISTA - Laerte Braga

Os bombardeios da LUFTWAFFE nazi/sionista contra civis na Faixa de Gaza ultrapassam a costumeira insânia terrorista do estado de Israel. Uma aberração inventada ao término da Segunda Grande Guerra para permitir às grandes potências o controle do petróleo na região.
Crianças e mulheres foram mortos pela ação terrorista. Casas destruídas e oficiais do exército banana do Egito (controlado por Washington) assassinados na fronteira entre os dois países. Um protesto formal foi feito pelo governo militar do Cairo e vai ficar nisso, é só para constar. A saída de Mubarak não mudou nada, ou melhor, mudou de general. Generais desse tipo de exército têm o patriotismo na concepção de Samuel Johnson – “o último refúgio dos canalhas” –, são excelentes em tortura, prisões, assassinatos de adversários políticos e grossa corrupção. Sabemos bem dessa história no Brasil. O golpe de 1964 deixou esse legado.
Nesse momento a criatura – Israel – se torna maior que os criadores e se transforma num monstro que mistura a estrela de David com a suástica de Hitler e impõe um silêncio absoluto das potências mundiais sobre os crimes cometidos contra palestinos. É que detém o controle acionário de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Fazem o que bem entendem.
Toda e qualquer ajuda humanitária aos moradores de Gaza é confiscada pelas forças de Israel e como é típico de sionista, ato de pirataria, vira benefício, proveito próprio.
O Hamas, ao contrário do que se afirma, foi eleito pelo voto popular por conta de um acordo firmado entre Clinton, Arafat e Rabin e que não foi à frente. É que um fundamentalista judeu assassinou Rabin abrindo caminho para os nazi/sionistas.
Os protestos contra o governo de Israel são diários no país. Os gastos excessivos com armas, com guerras, a corrupção generalizada no aparelho estatal, o Estado transformado, literalmente, em organização terrorista sob controle de bancos e grandes corporações empresariais que, hoje, detém o mando nos EUA e na Europa.
O que está acontecendo em Gaza é um genocídio de proporções aterrorizantes. A região está sendo transformada em campo de concentração pelos nazi/sionistas de Israel. Roubaram a água, as riquezas, as terras dos palestinos e impunes aos olhos do mundo continuam sua escalada de povo “preferido de Deus”. Eufemismo para esconder o bezerro de ouro dos banqueiros e imperadores da mídia – Rupper Murdoch –.
No Brasil, com a complacência dos militares – fecham os olhos ou fingem – e dos governos desde Sarney, transformaram-se – os nazi/sionistas – em grande proprietários da indústria bélica. Agentes da agência de assassinos que chamam MOSSAD agem impunemente em nosso País.
Não existe a menor perspectiva que a mídia em qualquer parte do mundo relate o horror que vai se alastrando entre os palestinos em Gaza, massacrados pelas tropas de Hitler travestidas de nazi/sionistas, na brutal reedição do Reich, o IV.
Palestinos são “terroristas”, norueguês de olhos azuis e cabelos louros é “atirador”. Ingleses que protestam contra o desemprego, a fome, são “vândalos”.
É a lógica simples do capitalismo e do institucional falido, mas montado num arsenal de cinco mil ogivas nucleares.
No fim de tudo a culpa é do Irã.

[Carta O BERRO] Traição e extermínio: infiltraçao no PCB. - Aguarde que em breve traremos dados sobre a infiltração de Roberto Freire - Vanderley Caixe

Traição e extermínio Relatório secreto mostra que a ditadura militar e a CIA conseguiram cooptar dirigentes comunistas: a intenção era matar os líderes do PCB Amaury Ribeiro Jr., Eugênio Viola e Tales Faria
Numa casa perto da represa Billings, em São Paulo, os 31 membros do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB), o Partidão, encontraram-se, clandestinos, em novembro de 1973. A reunião era para discutir a implacável perseguição da ditadura ao partido. “As elites, quando usam a repressão para impor o caminho que escolheram, usam-na cercando e aniquilando os inimigos portadores de idéias que podem somar forças suficientes para derrotá-las”, discursou o dirigente Dinarco Reis. “Você quer dizer que nossa situação é de cerco e de aniquilamento?”, perguntou o dirigente Hércules Corrêa. Ouviu um “sim”. Hércules aproveitou a deixa e retomou outro assunto: a hipótese de infiltração de espiões da Forças Armadas e da CIA (o serviço de espionagem dos EUA) no Comitê Central. Nove meses antes, ele havia recebido de Luiz Carlos Prestes, secretário-geral do partido, a missão de investigar o tema.
As suspeitas se basearam na bombástica entrevista concedida por outro dirigente, Adauto Freire, o agente “Carlos”, ao Jornal do Brasil, em 3 de dezembro de 1972. Pernambucano franzino, com seu inconfundível bigodinho, Freire era funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU) e militante do PCB desde os anos 50. Mais tarde, passou a cuidar, ao lado de Prestes, das relações exteriores do partido.
Mas ao JB, cerca de uma década depois, revelou que trabalhava para a CIA infiltrado no PCB. E relatou com minúcias a hierarquia do Partidão e suas atividades. “Acho que ele se entregou para proteger os outros infiltrados, até mais importantes”, disse Hércules. Mas seu argumento não convenceu os demais. Eles mal podiam imaginar que a estratégia do regime militar até então, de liquidar guerrilheiros rurais e urbanos – definida numa reunião entre os generais Ernesto Geisel e Emilio Garrastazu Médici em maio de 1973, como revelou ISTOÉ na edição passada –, àquela altura já se ampliara para atingir também o PCB, mesmo o partido sendo contra a luta armada. A avaliação de Geisel e de seu grupo era de que o PCB – então a organização de esquerda mais bem estruturada no País e infiltrado no MDB – estava pronto para se tornar uma legenda de massa no caso de uma abertura política. Era preciso, portanto, exterminá-lo antes da volta ao regime democrático. Documentos e depoimentos obtidos por ISTOÉ mostram que a repressão tinha um plano especial para o Partidão.
Comandado pelo chefe do DOI (Destacamento de Operações Internas) de São Paulo, coronel Aldir dos Santos Maciel, o “doutor Silva”, um grupo ultra-secreto recebeu a missão de prender e executar os membros do Comitê Central do PCB, sem deixar pistas. Os assassinatos ocorreram em chácaras clandestinas, para facilitar a ocultação dos cadáveres. Os demais sobreviventes eram encaminhados pelo comando do II Exército aos delegados do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) José Francisco Setta e Alcides Singillo. Após serem torturados, nas dependências do órgão na rua Tutóia, em São Paulo, os militantes eram obrigados a prestar declarações de próprio punho sobre suas atividades. Dentro dessa estratégia se enquadram os casos do jornalista Vladimir Herzog e do operário Manoel Fiel Filho. Mas, brutalmente torturados, eles acabaram morrendo. Apelidada de “Operação Radar”, a caça resultou na morte
de 11 membros do Comitê Central. Além de destruir as gráficas clandestinas do partido, a repressão desmantelou seus diretórios nos Estados, em operações que prenderam 679 pessoas.
Filme – Obrigado a abandonar o País em 1975, Hércules aproveitou o exílio na então União Soviética para concluir suas investigações, em 1977. De volta ao Brasil, finalizou o texto do relatório sob o título Que merda é essa?, em 1998. Ele explica: “Foi essa a frase que pronunciei naquela reunião diante da atitude do Adauto Freire. E foi essa também a frase que o presidente dos EUA, Richard Nixon, pronunciou ao saber do sequestro do embaixador americano no Brasil Charles Elbrick.” As 82 páginas compõem um verdadeiro roteiro de filme de espionagem. Nem mesmo os mortos escapam da suspeita de serem agentes infiltrados da CIA e da repressão. Muitos dos dirigentes em situações duvidosas ainda atuam na política brasileira. No final do ano passado, Hércules entregou cópia do documento a ISTOÉ, trazendo a público a discussão sobre as circunstâncias em que o Partidão foi praticamente aniquilado.
Na fronteira – Fortemente armados,
agentes do DOI invadiram um apartamento
no bairro da Tijuca, no Rio, em agosto
de 1972, e prenderam o militante do PCB Aluísio dos Santos Filho. Em seus pertences, a repressão achou um documento precioso: uma carta indicando o local na fronteira
com o Uruguai por onde Fuad Saad, do
Comitê Central, regressaria ao País. O
alto-comando do partido sabia que a carta caíra nas mãos da ditadura. Mesmo assim, uma operação suicida foi desencadeada.
O motorista Célio Guedes, irmão do dirigente Armênio Guedes, foi buscar Fuad. O resultado não podia ser outro: Célio e Fuad foram presos. Torturado, Célio morreu.
Segundo o relatório, Aluísio havia mostrado a carta de Fuad a três dirigentes do Partidão: Jaime Miranda, Fernando Pereira Cristino e Dinarco Reis. “Ao saber da prisão do Aluísio, o secretariado fez uma reunião e decidiu abortar a missão de busca do Fuad. Mas, contrariando a decisão, o Givaldo Siqueira mandou o Célio buscar o Fuad”, acusa Fernando. Indignado, dispara uma acusação ainda mais pesada contra o ex-colega: “A atitude do Givaldo não me causou surpresa. Tínhamos um militante infiltrado na polícia da Guanabara e ele já havia avisado que o Givaldo trabalhava a serviço da ditadura. É também muito esquisito que ele nunca tenha sido preso, apesar de circular livremente pelo País.”
Apontado como uma das maiores lideranças do PCB de todos os tempos, Givaldo Siqueira atualmente é assessor
da liderança do PPS na Câmara. Ele
se defende das acusações e apresenta outra versão para a queda dos dois dirigentes. “Eu dei a ordem contrária. Não mandei buscar ninguém. Vieram porque quiseram”, garante Givaldo, que atuava no Departamento de Fronteira do partido. Mas o dirigente também é atacado por outro ex-colega, o jornalista Armênio Guedes, irmão de Célio: “Givaldo mandou meu irmão para a morte. O Comitê sabia da carta e mesmo assim foi feita a operação”, diz.
Respingos – Como num filme de espionagem em que todos os personagens são suspeitos, o relatório respinga até na vítima Fuad Saad. “Cabe notar que Saad defendeu a idéia de que Célio Guedes havia cometido suicídio. Ele assinou um depoimento, publicado pela revista Manchete, dizendo que não fora torturado, o que, segundo as informações, não correspondia à verdade”, afirma Hércules no texto. De acordo com o relatório, a reportagem da Manchete teria sido produzida por outro infiltrado, o jornalista Renato Mor, e assinada por um colega dele, também do partido, que estava no Exterior. Depois disso, Renato foi trabalhar no jornal Diário de Notícias, segundo Hércules, por indicação do SNI (Serviço Nacional de Informações). Aos parentes de Célio, Fuad deu outra versão. “Ele disse que, colocado frente à frente numa acareação com o agente Carlos no Cenimar (Centro de Informação da Marinha), meu irmão, vendo que ele era um infiltrado, partiu para cima dele, o que levou os agentes do DOI a executá-lo”, afirma Armênio Guedes.
Não menos intrigante foi outra operação descrita no relatório, realizada pelo Comitê Central para resgatar do Exterior o dirigente David Capistrano, em março de 1974. Segundo o texto, Capistrano, que havia passado vários dias na Checoslováquia, foi para a cidade uruguaia de Paso de los Libres, divisa com Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, onde pediu ajuda ao taxista Samuel Dib, militante do partido na região, para entrar no Brasil. Achando a travessia arriscada, já que Capistrano carregava malas com documentos do PCB, o taxista foi a São Paulo pedir orientação do partido. Enquanto esperava, Capistrano ficou dez dias “dando bandeira” em um hotel da cidade. De acordo com o relatório, com o aval de Givaldo, o taxista voltou num carro dirigido pelo militante José Roman. Às 23 horas do dia 18 de março, Roman pegou a estrada com Capistrano em direção a São Paulo. No meio do caminho, depararam, segundo disse a ISTOÉ o ex-sargento do DOI Marival Chaves, com um grupo de agentes do Centro de Informações do Exército (CIE), comandados pelo implacável “Doutor César”, o coronel José Teixeira Brant. Os dois dirigentes foram levados para o DOI de São Paulo. Documento obtido por ISTOÉ mostra que Capistrano chegou a prestar depoimento antes de ser executado junto com José Roman.
Sem regras – Ao investigar a queda dos
dois militantes, Hércules apurou também que Roman e um militante chamado Clóvis haviam montado uma imobiliária na capital paulista para servir como lugar de encontros clandestinos – o chamado “aparelho”. Clóvis foi expulso da suplência do diretório do partido por ter escondido dos companheiros uma abordagem que havia sofrido por parte da CIA (o serviço de inteligência americano). “No Caso Capistrano, várias regras de segurança foram quebradas: o fato de ele ter ficado dez dias numa cidade de fronteira com uma enorme bagagem – e o Rocha (codinome de Givaldo) admitiu isso como normal, apesar da experiência com o Célio Guedes. E José Roman não podia nunca ter ido à fronteira devido à ligação com Clóvis e pela falta de segurança nas ligações com seu filho, que estava estudando no Exterior”, avalia Hércules. Givaldo desmente: “Dei uma ordem contrária. Não autorizei que ele entrasse no País.”
O dirigente do PPS aparece também como personagem principal da incrível
história contada por Miguel Batista, ex-militante preso em São Paulo, em 1974. Pernambucano valente, o metalúrgico fez um pacto com ele mesmo ao ser preso: mesmo se tivesse de morrer, não forneceria nenhuma informação à repressão. Ex-vereador pelo PCB, quando este ainda estava na legalidade, ao sair da prisão, no Recife, Miguel enviou uma carta ao dirigente Dinarco Reis, levantando suspeitas sobre Givaldo. “Miguel conta que, após uma sessão de tortura, entrou no recinto um cidadão, protegido por capuz, aconselhando-o a não resistir e a responder afirmativamente o que a polícia queria, pois tudo já era do conhecimento dos serviços de segurança. Miguel Baptista dizia que o tal cidadão encapuzado era Givaldo porque a voz e a gesticulação eram as mesmas de Rocha”, afirma Hércules. “Tenho certeza que tinha um ou mais infiltrados no Comitê Central, porque as quedas do PCB são as únicas em que não aparecem quem entregou”, diz Miguel, hoje membro do diretório do PT no Recife. Mais uma vez, Givaldo desmente: “Essa denúncia é absurda.O Miguel só foi preso porque não seguiu minha orientação de não sair de casa.” O presidente do PPS, Roberto Freire, se recusa a acreditar nas desconfianças: “O Prestes chegou a pedir informações à União Soviética sobre o Givaldo e a própria KGB informou que nada havia contra ele. Eu deposito total confiança no Givaldo.”
No relatório, as suspeitas de infiltração das quedas ocorrem principalmente no setores de fronteira, de gráfica, de empreendimentos e entre militantes de Minas Gerais e da antiga Guanabara. “O diretório da Guanabara estava tão minado que ninguém queria ir para lá organizar o partido. Aceitei a missão com uma condição: cortei relações com todo mundo de lá e levei o meu pessoal de fora”, afirma Geraldo Rodrigues dos Santos, atual dirigente do PPS. Segundo o relatório, Chico Pinote, agente que se dedicava a caçar comunistas, teria dito a um casal de militantes do partido, em Pernambuco, que possuía um informante no Rio que estava na direção do partido: Venceslau de Oliveira Moraes, ex-secretário do partido na Guanabara e ex-suplente do Comitê Central. Segundo o relatório, em 1967 Venceslau teria deixado, na casa de um militante, uma pasta com documentos do PCB e desapareceu. “Assim como o Adauto, não temos dúvida de que ele era um infiltrado”, diz Roberto Freire.
Venceslau depôs na Justiça contra o dirigente Marco Antônio Tavares Coelho, no final dos anos 70, e foi trabalhar na agência central do Bradesco Seguros, no Rio. Nunca mais foi visto.
Omissão – Era evidente a preocupação da CIA em desmantelar o PCB ao tentar cooptar vários de seus membros desde os anos 60. Segundo relatório, foram assediados pelo serviço americano os seguintes dirigentes: Severino Teodoro de Melo, Armênio Guedes, Orestes Timbaúba e Jarbas Holanda Cavalcanti. “Quantos outros foram abordados e se omitiram sobre o partido?”, questiona Hércules. De acordo com seu relatório, ao ser abordado, Cavalcanti teria ficado impressionado com o grau de conhecimento que os norte-americanos tinham dos dirigentes do PCB, o que o levou a cortar contato com o partido sob o argumento de que o Comitê Central estava minado. “Inicialmente, diziam-se interessados numa consultoria, mas logo percebi que o interesse era outro”, conta Jarbas.
Com tantas desconfianças, até mesmo dirigentes do PCB que teriam sido mortos pela ditadura acabaram com seu papel histórico revisto pelo relatório de Hércules. Elson Costa é um deles. “A história do
Elson é mesmo meio complicada”, admite Roberto Freire. Hércules levanta a suspeita de que Elson teria sido visto por militantes no Paraná, na década de 80. Ele também acha estranho que o coronel Ferdinando Carvalho, apesar de ter fotografado Elson em encontros com dirigentes no Paraná, em 1967, tenha deixado que ele fugisse do Estado. A posição da família de Elson aumenta as desconfianças. Ao contrário das demais famílias de desaparecidos, que tentam localizar os corpos, a viúva Aglaé Costa, de 90 anos, não gosta nem de ouvir falar do assunto. “Não temos nada a dizer, nem bem nem mal, sobre o Elson”, disse a ISTOÉ o advogado Creanto Souza, cunhado do ex-dirigente. Mas para o ex-agente Marival Dias, “o Elson foi morto em 1975 no aparelho de Itapevi”, garante.
Em meio a tantas incógnitas, ao sair do baú, o Relatório Hércules inicia uma discussão com mais de 30 anos de atraso sobre as quedas do PCB. Suas investigações e conclusões, no entanto, são vistas com restrições pelo PPS,
legenda em que o Partidão se transformou, em 1992, e da qual o próprio Hércules
se desligou. “O fato principal é que houve uma política de extermínio contra militantes comunistas por parte da repressão. Não vamos agora fazer caça às bruxas internamente, o que eximiria a ditadura de culpa”, diz Roberto Freire.
Nota: Aguarde que em breve traremos dados sobre a infitração de Roberto Freire

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A terra e sua fragilidade diante das águas - Barbet

[Carta O BERRO] Virgílio Gomes da Silva (Jonas) - entrega de Título de Cidadão Paulistano - Vanderley Caixe


Vanderley,
segue Vídeo produzido pelo Centro de Documentação e Memória da Fundação Mauricio Grabois na Sessão Solene de entrega de Título de Cidadão Paulistano para Virgilio Gomes da Silva (Jonas) em 15/08/2011 na Câmara Municipal de São Paulo.
Abraço
Fernando

Presidente do TJ do Rio determina reforço na segurança de juiz marcado para morrer - Barbet

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Manoel Alberto Rebelo, determinou reforço na escolta do titular da 1ª Vara Criminal de Bangu, juiz Alexandre Abrahão. Rebelo confirmou a descoberta de um plano para matar o magistrado e lamentou a informação ter vazado para a imprensa.
Juíza assassinada montava força-tarefa para investigar crimes cometidos por policiais
TJ cortou carro da escolta de juíza assassinada, diz ofício
- Ele já andava com segurança e ela já foi reforçada, mas não acho conveniente que essas informações venham a público.
Para Rebêlo, a divulgação da ameça contra Abrahão deixar o magistrado ainda mais exposto.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro descobriu o plano para matar mais o magistrado nesta terça-feira (16), quatro dias após o assassinato da juíza Patrícia Acioli, na madrugada da última sexta-feira (12), em Niterói, região metropolitana do Rio. A trama do crime consta no Disque-Denúncia (2253-1177), número 7253.8.2011, que foi repassado a seis órgãos de inteligência do Estado.
De acordo com o documento, o juiz estaria marcado para morrer ainda esta semana por determinação de um dos maiores contraventores do Rio. Além do magistrado, o bicheiro também teria dado ordem para matar o delegado Ricardo Dominguez, titular do Departamento Geral de Polícia da Capital. O suposto mandante do crime teria determinado ainda que as duas mortes acontecessem simultaneamente.
O magistrado já condenou mais de 50 policiais envolvidos com a máfia dos caça-níqueis. De acordo com o documento, o contraventor teria conseguido saber toda a rotina do magistrado, inclusive informações pessoais, por meio de um serventuário da Justiça que trabalha diretamente com o juiz. Ele seria envolvido com a máfia de caça-níqueis controlada pelo bicheiro.
Não é a primeira vez que Alexandre Abrahão sofre ameaças do mesmo bicheiro. Em 2006, a polícia também descobriu um plano articulado pelo contraventor para assassinar o magistrado. Na época, Abranhão decretou a prisão do bicheiro, suspeito de chefiar a máfia de caça-níqueis na zona oeste, o que provocou uma guerra pela disputa de território com outro contraventor para explorar a jogatina.

Âncora da CNN cai na gargalhada em pleno telejornal - BBT


O âncora da rede americana CNN virou febre na internet após perder a compostura e cair na gargalhada durante um telejornal.
O deslize aconteceu quando o veterano Anderson Cooper apresentava o quadro "The RidicuList", de notícias inusitadas, na noite de quarta-feira.
O jornalista, de 44 anos, contava aos telespectadores como o ator francês Gerrard Depardieu havia sido expulso de um voo entre Paris e Dublin, após fazer xixi no corredor do avião.
O apresentador caiu na gargalhada por quase um minuto após fazer um trocadilho, em inglês, com o sobrenome do ator francês. Chorando de rir, ele tentou retomar o telejornal várias vezes sem sucesso.
A tarefa ficava mais dificil, porque as pessoas no estúdio também não conseguiam parar de rir. Quando finalmente conseguiu se recompor, Cooper pediu desculpas à audiência e disse que isso nunca havia acontecido com ele.
O âncora ainda brincou, dizendo que sempre vê vídeos como esse caindo no YouTube mas nunca imagina que a próxima vítima pode ser você.

"QUE DEUS ABENÇOE A AMÉRICA E OS AMERICANOS" - Laerte Braga


A frase é de Barack “Banana”, reles imitação de Al Jolson, cantor branco engraxado de negro para o filme O CANTOR DE JAZZ. Foi dita ao terminar o comunicado feito aos norte-americanos que Osama bin Laden estava morto. THE JAZZ SINGER foi o primeiro filme de longa metragem falado e com canto sincronizado com um disco de acetato.
O problema é que Barack “Banana” desafina.
Os EUA estão diante de um dilema terrível. Se reelegem “Banana” a viagem ao centro da Terra continua. Precipício sem fim. Se elegem um republicano chegam mais depressa ao caos absoluto.
Susanne Eman tem 32 anos de idade e dois filhos. Gabriel de 16 e Brendin de 12. Susanne pesa, atualmente, 317 quilos e está se submetendo a um regime radical para atingir os 700 quilos e entrar no Guinnes como o ser humano mais gordo da história.
Maureen Chao é uma diplomata dos Estados Unidos. Presta serviços na Índia. É vice cônsul. Foi a uma cidade do estado de Tamil Nadu fazer uma palestra para crianças numa escola. O típico marketing de norte-americanos no desespero de vender sanduíche da rede McDonald’s.
Lá pelas tantas disse que passou 72 horas dentro de um trem quando deveria ter passado apenas 24 horas e não pode tomar banho. Arrematou – “no entanto, após 72 horas, o trem ainda não havia chegado ao seu destino e minha pele ficou suja e escura como a de vocês”. A afirmação foi feita às gargalhadas, no melhor estilo de oradores norte-americanos, de encerrar seus discursos com uma piada.
Nos últimos meses da campanha eleitoral de 2008 o senador John McCain, caquético adversário de “Banana”, fazia piada com as pernas de Sarah Palin, a vice de sua chapa e considerada de extrema-direita. Numa dessas observações, no desespero registrado pelo que as pesquisas mostravam, McCain chegou a dizer que “os EUA precisam das pernas de Sarah para caminhar o seu grande destino”.
E Sarah mostrava as pernas em fotos com vestidos curtíssimos nos comícios e aparições na tevê.
É pré-candidata para as eleições de 2012.
ZARA é uma grife espanhola de alcance quase mundial. Usa trabalho escravo em São Paulo. Os principais acionistas são defensores intransigentes dos valores democráticos, cristãos e ocidentais. A Espanha é um dos países da grande base militar de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A, na quase extinta Europa Ocidental. Uma complexa mistura de pulo no escuro e abismo sem fim, ao som das caçadas do rei Juan Carlo. O herdeiro de Francisco Franco.
O produto espanhol de maior sucesso, atualmente, é Lionel Messi. Nasceu na Argentina e joga no time do Barcelona que é catalão.
A legislação norte-americana não permite que americanos naturalizados sejam presidentes. Isso afastou as chances de Henry Kissinger (alemão), do ator Arnold Alois Schwarzenegger (austríaco), ex-governador da Califórnia e agora de David Cameron, primeiro-ministro da Grã Bretanha (atual Micro-Bretanha). Cameron tem o perfil ideal para o “Deus abençoe a América e os americanos” e deve terminar sendo nomeado conde ou marquês por sua majestade. Seria a glória suprema.Os EUA governados por um marquês branco e nazista.
Está cogitando da idéia de toque de recolher em algumas áreas de seu país. Teme que a turba não se aquiete e incomode o sono de sua majestade a rainha Elizabeth II.
Como na política as coisas não funcionam como no futebol, não dá para comprar o passe de Cameron e colocá-lo em Washington.
Mas... O mas sempre. Existe ainda Jeb Bush, filho do ex-presidente George Bush, irmão do ex-presidente George Walker Bush e mentor da fraude que deu a vitória ao mano em Miami, onde exercia o ofício de governador.
No entender de George pai, a carreira de George filho era improvável – “é um estúpido” – e as apostas foram todas feitas em Jeb. Deu zebra, mas agora...
Barack “Banana” vai ter que rebolar para convencer os seus concidadãos que sua permanência na cervejaria Casa Branca (os EUA hoje são protetorado de Israel) garante melhor qualidade, na temperatura ideal.
E que “Deus abençoe a América e os americanos”. É o jeito de achar que são donos de tudo. Em Honduras a média de execução diária da ditadura de Pepe Lobo é de dez hondurenhos. A base militar dos EUA no país é em Tegucigalpa, capital do país, é chamada “escola de golpes”.
Os soldados lá, por sorte, conseguem tomar banho todos os dias. Não precisam ficar iguais aos indianos.
Quando alguém desembarca no aeroporto de New York, qualquer aeroporto norte-americano, o primeiro cheiro que sente é o odor fétido de um povo que tangencia a insânia por conta de governantes e uma elite política e econômica podre. A sede agora é em Tel Aviv.
Breve, no museu de cera de Londres, as pernas de Sarah Palin.
Quem sabe não é hora de “ajuda humanitária” para a Inglaterra? Ou Israel, onde os protestos são diários contra o governo nazi/sionista? Vai ver a culpa é do Mourinho, técnico do Real Madrid que não consegue segurar Lionel Messi.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O QUE VOCE FARIA ... - Evandro


A única coisa que faz o brasileiro reclamar é quando o time dele perde... Aí ele se dispõe a ir até no aeroporto de madrugada xingar jogador...
Por que não vai até a câmara dos deputados exigir reforma da previdência, reforma política, acabar com aposentadorias milionárias pra políticos, acabar com auxílio terno, exigir a prisão de políticos corruptos, acabar com a imunidade parlamentar etc.???? E viva a política do pão e circo... Povo passivo, acomodado, consumista e manipulado, que só pensa em futebol, copa do mundo, e bolsa família, enquanto os políticos fazendo a festa com a ignorância do povo!



PROPRIEDADES DO AMOR - Elio Mollo


O AMOR se mostra sempre espontâneo. E por ser de boa índole, não prende, não escraviza, não controla e não exige nada em troca pelo bem que promove, mas compartilha tudo o que de útil possui.
O AMOR por suas virtudes respeita, auxilia, compreende, perdoa... e se for necessário renuncia de seus interesses próprios em prol da PAZ e da FRATERNIDADE.
O AMOR por sua natureza fornece segurança, confiança e afeto a todos que fazem parte de seu meio de relação.
O AMOR é a FORÇA que rege o Universo e o mantém num contínuo movimento progressivo e em plena HARMONIA solidária.
* * *

Considerada o Hino da América Latina traduzida para mais de 20 línguas cantada por Placido Domingo, Luciano Pavarotti, Gigliola Cinquetti, Simon & Garfunkel, o tenor peruano Juan Diego Florez, entre outros cantaram esta belssima canção, realizando úma das mais famosas sinfonia do Mundo - Elio Mollo


Ó majestoso Condor dos Andes,
leva-me ao meu lar, nos Andes,
Ó Condor.
Quero voltar à minha terra querida e viver
com meus irmãos Incas, que é o que mais anseio
Ó Condor.
Em Cusco, na praça principal,
espera-me, para passearmos em
Máchu Pícchu e Huayna Pícchu
* * *
Tradução da letra cantada por Raices de América
O Império Inca
o índio é,
sem luz, apenas,
é triste.

Por trás do silêncio é
nunca, nunca mais voltar.
O Inca foi,
morrer para o sol,
e alma é um condor
voando para chorar a sua dor

Voar, voar o condor
na imensidão, na sombra altipampa.
Na raça do sonho americano
No sangue do índio e da raça

O Inca tem sido traído,
as flautas estão chorando.
A Pachamama ensina o Coya
e morrer pela liberdade!
 texto foi elaborado com base em informações da Wikipédia.

domingo, 14 de agosto de 2011

SOS ÁFRICA - A mais severa seca dos últimos 60 anos afeta 12,5 milhões de pessoas na região conhecida como Chifre da África - que inclui Somália, Djibouti, Quênia, Uganda e Etiópia. A ONU declarou fome crônica em duas regiões do sul da Somália, e anunciou que caso nada seja feito, a situação pode se transformar numa catástrofe humanitária - Barbet

URGENTE! - Obter água é um dos principais desafios dos habitantes do Chifre da África - Barbet

Doze milhões de pessoas estão à beira da morte na África
Dez mil crianças morrem mensalmente na região do Chifre da África, região no nordeste do continente que reúne quatro países. A seca que atinge a região ainda pode matar mais 12 milhões de pessoas. Obter água é um dos principais desafios dos habitantes da região.
Muitos são forçados a abandonar suas casas. Em média, o campo de refugiado da cidade de Dadaab, no Quênia, recebe cerca de 1.800 pessoas por dia, segundo estimativa da ONU (Organização das Nações Unidas). É o maior campo de refugiados do mundo.

A situação na África mobiliza diversos artistas pop de todo o mundo. Nomes como Antônio Banderas, Justin Bieber, Lady Gaga e os grupos U2 e Rolling Stones pedem na internet doações aos fãs. Mais de 150 celebridades estão envolvidos na campanha. Entre elas, os cantores Paul McCartney, Beyoncé e Britney Spears, além do piloto Lewis Hamilton e o do jogador Cristiano Ronaldo.

Mas que coisa? - George Vespasiano

Não sei quem é o autor dessa coisa, mas só sei que essa coisa é uma coisa boa de ler...
Coisa
A palavra "coisa" é um Bombril do idioma.
Tem mil e uma utilidades.
É aquele tipo de termo muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia.
Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio.
"E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte.
Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já.
"E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943.
A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa".
A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema!
A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu
Coisa no recente Quarteto Fantástico.
Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70.
E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira
faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho.
Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB.
No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras:
Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas.
As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração.
Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas.
Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai").
Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal.
O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.
O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado.
Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando
assume o poder, a coisa muda de figura.
Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma.
Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa.
Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Familiares de juíza assassinada dizem que ameaças eram constantes e que escolta foi negada - Barbet

"ATIRADOR", "VÂNDALOS" E "TERRORISTAS" - OS "PRINCÍPIOS DA GLOBO" - Laerte Braga

O primeiro-ministro da antiga Grã Bretanha – Micro Bretanha – foi ao Parlamento dizer que a Scotland Yard iria manter a ordem, impedir novos atos de “vandalismo”. David Cameron é o responsável pelo fim do “multiculturalismo” em declarações que fez numa conferência em Berlim. Foi apoiado por Ângela Merkel, chanceler alemã.
“Senhor: Sois célebre e vossas obras alcançam tiragem de trinta mil exemplares. Vou dizer-vos por quê: é que amais os homens. Tende o humanismo no sangue: eis a vossa sorte... Deleitai-vos quando vosso vizinho pega uma xícara da mesa porque há um modo de pegar que é propriamente humano e que sempre descrevestes em vossas obras como menos elástico e menos rápido que o do macaco não é?” (Sartre, O MURO, Nova Fronteira, 2005, Rio de Janeiro).
Ao longo de todos esses anos que existe, desde que inventado por potências do mundo à época, o Estado de Israel mata sistemática e deliberadamente palestinos. Rouba terras, rouba água, serviu de base para os Estados Unidos por esses anos todos no Oriente Médio. Hoje controla os EUA através de banqueiros e grandes corporações empresariais. Estende suas asas nazi/sionistas por todo o mundo.
As suásticas tremulam em Wall Street e nos píres que passam pelo mundo recolhendo riquezas para sustentar-lhes – as elites – a opulência e a arrogância.
“A burguesia é um grande incesto”. D. Thomas Balduíno em palestra feita em Juiz de Fora, MG, na década de 70.
Acreditam-se enviados divinos, povo superior, a taxa de juros é elevadíssima.
“Se não houvesse entre nós uma pequena diferença de gosto, eu não vos importunaria. Mas tudo se passa como se tivésseis a graça e eu não. Sou livre para gostar ou não de lagosta a americana, mas se não gosto de homens sou um miserável e não posso encontrar lugar ao sol. Monopolizaram a vida”. Do mesmo Sartre, no mesmo livro.
Comunidade Européia. O presidente da França Nicolas Sarlozy reuniu-se com seus ministros para avaliar a crise que devasta a Grécia, a Espanha, a Itália, a Irlanda, Portugal, começa a esticar seus tentáculos para a antiga Grã Bretanha e pode chegar tanto à França como ao reino de sua majestade a rainha Elizabeth II.
Louis Francis Albert Victor Nicholas Mountbatten, o primeiro Conde Mountbatten de Burma. Almirante da esquadra pirata de sua majestade a rainha, e tio materno do Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, consorte da rainha Elizabeth. Em tempo algum negou seu fascínio pelo nazismo.
Os mulambos do conde assombram aos gritos e espasmos de HEIL HITLER na baía de Donegal, na República da Irlanda.
Para a GLOBO os rebeldes ingleses são “vândalos”. A idéia de problemas sociais não passa pela cabeça dos que dirigem a organização e falam através de editorial em “princípios”.
O norueguês de olhos azuis e cabelos louros que matou quase uma centena de pessoas num ato de “purificação” segundo disse à polícia de seu país é um “atirador”.
Os que derrubam um helicóptero de assassinos norte-americanos no Afeganistão são “terroristas”.
Tudo segundo o editorial assinado pelos Marinhos. Os donos.
“... Eu vos digo: ou amamos os homens ou eles não nos permitem trabalhar a sério. Eu não quero meio termos. Vou pegar, agora mesmo, meu revólver, descerei à rua e verei se é possível executar alguma coisa contra eles. Adeus Senhor, talvez seja vós quem vou encontrar. Não sabereis jamais com que prazer explodirei vossos miolos. Se não – é o caso mais provável –, lede os jornais de amanhã. Lá vereis que um indivíduo chamado Paul Hilbert matou, numa crise de furor, cinco transeuntes no bulevar Edgard-Quinet. Sabeis melhor que ninguém o que vale a prosa dos grandes diários. Compreendei que não estou furioso. Estou muito calmo, pelo contrário, e vos peço que aceiteis meus melhores cumprimentos”.
Corta para aviões da OTAN – Organização do Tratado Atlântico Norte –, em nome da democracia, dos direitos humanos, dos valores cristãos e ocidentais bombardeando a Líbia, matando cidadãos líbios, homens, mulheres, criança, destruindo cidades, escolas e hospitais. Dão a isso o nome de “ajuda humanitária”.
William Bonner ou o outro, o preferido de Hilary Clinton, o Waack, noticiam solenes e pomposos esses “princípios”.
A GLOBO nasceu na mentira, vive na mentira.
São os “princípios” da organização. Como as máfias os têm.
A denúncia do jornalista Rodrigo Viana acerca do cerco a Celso Amorim define o verdadeiro caráter dessa gente.
Cada vez mais a democracia deixa de existir e se transforma numa imensa rede de comissões, agências, notáveis, sem o menor respaldo popular.
O mundo dos bancos, das grandes corporações, do latifúndio – o veneno em nossas mesas – e o ser humano transformado em objeto descartável.
É outro “princípio” da GLOBO. O do Homer Simpson, aquele que diz que somos idiotas.
Não há vida no mundo institucional da verdade única do capitalismo. É hora de começar a derrubar os muros mesmo que sejamos “vândalos” ou “terroristas”, nunca seremos atiradores.
Não temos olhos azuis, não somos louros e nem descendência de vikings. E segundo a carta de centenas de laudas deixadas pelo “atirador”, somos miscegenados, logo, incapazes de alcançar o nirvana de metralhadoras “purificando”.
Para os “princípios” da GLOBO somos o alvo do espetáculo vazio. Por isso os rios estão cheios de monstros, de loucos e loucas.
Que guardem a chave dos cofres e seus preciosos ”princípios” medidos em dólares. O ruído dos oprimidos está chegando.
“Que Deus abençoe a América e os americanos”. Barack Obama após o assassinato de Osama bin Laden. Centenas de pessoas dançavam nas imediações da Casa Branca e um louco matava colegas de trabalho para “purificar” o mundo.
É o “plim plim”, o universo da ditadura, da tortura, da mentira transformada em “princípios”.

Ainda existem 87 juízes e desembargadores jurados de morte pela bandidagem mafiosa do Brasil - Barbet


A juíza Patrícia Acioli, de 47 anos, foi morta com vários disparos em frente a sua casa em Piratininga, na região Oceânica de Niterói, onde morava há três meses. De acordo com testemunhas, eram pelo menos cinco homens em dois carros e duas motos usando toucas ninja. Nos últimos cinco anos, ela recebeu pelo menos quatro ameaças graves.
Patrícia morreu quando chegava em casa, na rua dos Corais, em Piratininga, região oceânica de Niterói. Segundo testemunhas, dois homens em uma moto fizeram os disparos contra o carro da magistrada, um Fiat Idea. A polícia investiga se um carro ou uma moto foi colocado na entrada da garagem para impedir a entrada do carro da juíza na garagem.
- Foi uma execução. Estamos trabalhando para identificar o autor e o mandante. Nenhuma hipótese está sendo descartada e ainda não há uma linha de investigação.
De acordo com Ettore, o Disque-Denúncia está passando informações em tempo real para a DH, que está com 60% de todo seu efetivo empenhado neste caso.
Durante a tarde desta sexta-feira (12), a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro informou que as investigações sobre a morte da juíza Patrícia Acioli estão a cargo única e exclusivamente da Divisão de Homicídios da Polícia Civil. A colaboração da Polícia Federal não foi necessária.
De acordo com a Polícia Federal, o órgão irá dar apoio às investigações, porém não mais irá presidir o inquérito, conforme havia sido informado anteriormente.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Os Schtrumpfs chegam ao cinema em 3D - Barbet


Os Schtrumpfs chegaram a Hollywood. Os pequenos homenzinhos azuis criados em França com o nome de Schtrumpfs e transformados em Smurfs na América podem agora ser vistos nas salas de cinema.
AMIGO
Elio Mollo
2mar2007

Por estes milênios afora
de reencarnação em reencarnação
Juntos estivemos
vivendo com muita agitação.

Fomos adversários ferrenhos
competindo em muitas ocasiões.
Mas como tudo tem que o bem alcançar .
Juntos tivemos que caminhar
em muitas outras situações.

Já vivemos como pai e filho
irmãos, e até unidos pelo coração
como marido e mulher.
Outra vezes
cambiamos de posição
para o amor nos envolver
em boa emoção.

Quando conseguimos o afeto atingir
Nossas almas conseguiram se fundir.
Mas por força da evolução
outros objetivos tivemos que perseguir
E só de pequenos encontros
Pudemos usufruir.

Nos caminhos da vida
com oportunidades de encontros a surgir
de um abraço rápido pudemos fruir.
Como ao mesmo Senhor estamos a trabalhar
a saudade não foi capaz da dor provocar.

Temos a paciência como companheira
que nos ampara durante os fracassos
A esperança como fonte de energia.
E a fé como força a nos plumar
para que ao objetivo possamos chegar.
E por mais espinhosa que seja nossa tarefa
o amparo do alto nos chega em alta
para que a vitória nos alcance sem falta.

Sigamos sempre de fronte erguida
em trabalho confiante
pois se Deus está por nós
quem poderá barrar a nossa ida!?

Com o amor sempre a nos unir
Caminhemos progressivamente adiante
Pois temos a vida
constantemente a nos servir.
E de mãos ligadas
debaixo de um céu em festim
é certeza que avançaremos
para além de tudo que diz ser o fim.

* * *

Poema com base numa mensagem de um querido espírito amigo.





















Escrevo para ti, de forma especial, nas entrelinhas da página, com virgulas e ponto final.
Barbet

A CONSTRUÇÃO DA AMIZADE - Elio Mollo

Elio Mollo
04 jan 2008

Almas afins se buscam em meio a multidão,
e não há nisso nenhuma ilusão.
Acreditem!
Isso foi o resultado de uma magnífica construção,
onde a amizade laborou essa magnetização,
formando no Universo uma grande ligação,
com a finalidade de fazer a humanidade
atingir a tão sonhada confraternização.
Podemos dizer que isso
é o amor em ação.
* * *

FOME - Barbet


















































Os Silênciados - Suas vozes nunca serão esquecidas - Barbet


Zona de maior biodiversidade do Atlântico Sul, Abrolhos corre o risco de virar um grande poço de petróleo. Campanha pede uma moratória na exploração da região.
Assine a petição e apoie a moratória do petróleo em Abrolhos

Pressão sobre Amorim é para o reaparelhamento das Forças Armadas - A Coragem de Dizer

Jobim usou farda
sem nunca ter sido militar


Ministro da Defesa, o ex-chanceler Celso Amorim assume a condução das Forças Armadas com o desafio de reaparelhar os quartéis e ampliar o volume de recursos destinados à manutenção dos setores mais sensíveis à segurança nacional. De volta às sombras, as lideranças de ultradireita que integram grupos como O Guararapes, com mais de 200 mil simpatizantes inscritos na página que mantém na internet, o Inconfidência, o Independente 31 de Março e o Ternuma, todos constituídos, em sua maioria, por oficiais e civis que participaram de alguma forma da quebra institucional do regime democrático em 1964, apenas assistem ao avanço do governo popular da presidenta Dilma Rousseff e, no máximo, acorrem aos artigos online para as críticas às ações governamentais.
Em texto publicado na sessão Artigos Militares do grupo Guararapes, na web, o general de Divisão reformado Francisco Batista Torres de Melo classifica Brasília como a “ilha da Fantasia”. Ele cita as “casas suntuosas, os desfiles de mulheres bonitas, as festas disputadas pelos que procuram o brilho do dinheiro fácil”. Segundo o ex-militar, “risos vulgares, amizades conquistadas pela hipocrisia do fausto” fazem parte do “mundo deslumbrante dos palácios, onde os decotes mostram os seios que não amamentam os filhos da Pátria (Legiões) e sim, o brilho dos olhos decrépitos carcomidos pela ganância do poder”.
“As crises Palocci, Ministério dos Transportes, Campinas e outras e outras são apenas a continuação da degenerescência da sociedade brasileira. Vão ao Senado e falam mentiras, lorotas, gabolice, tentando enganar, fraudar, falsear a verdade e há senadores que batem palmas falsas. A última crise ou a próxima confirmam o que disse (o imperador romano) Augustus: “Quem se desculpa se acusa”. Até o ex-presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) correu à capital para se desculpar e colocar em forma os corruptos e defender o indefensável. A autoridade da presidente foi pisada e ela, também, obrigada, como Luís XVI, ficou com a corte e pode perder a cabeça amanhã”, sugere em seu artigo o general aposentado.
Na opinião, porém, de um oficial reformado e severo analista do meio militar, ouvido pelo Correio do Brasil na condição de anonimato, expressões como esta do general da reserva demonstram apenas que a manutenção da doutrina anticomunista responsável pela presença das Forças Armadas ao lado golpe de Estado, nos Anos de Chumbo, segue intacta, embora contida em um estado de hibernação pelas condições geopolíticas em que o país se encontra. Às vésperas da Copa do Mundo e sede das próximas Olimpíadas, a última coisa de que o Brasil precisaria, nesse momento, “seria de uma quartelada”, avalia o observador da caserna. Com diploma da Escola Superior de Guerra, o analista acrescenta que a falta de líderes na extrema-direita e as recentes fraturas nas hostes conservadoras, após a derrota do candidato deste setor nas últimas eleições presidenciais, apenas facilitam o percurso do ministro Amorim.
– Hoje em dia não há mais aqueles manifestos raivosos que antecederam a tomada do poder por parte dos militares brasileiros. No comando do Exército, por exemplo, há um oficial que não é combatente, ou seja, não integra as armas que conduzem a batalha, como a Infantaria e a Artilharia, por exemplo. Discreto e inexpressivo politicamente junto à tropa, o general de Exército Enzo Martins Peri, carioca, de 70 anos, é da Arma de Engenharia. É raro um oficial desta Arma seguir tão longe assim. Quadro técnico, Peri é reconhecido por sua capacidade de gestão e já pressionava o então ministro Nelson Jobim pelo reaparelhamento da estrutura militar brasileira. No primeiro encontro com o novo ministro, ele e os comandantes da Marinha e da Aeronáutica mantiveram o bordão por mais recursos para este segmento da defesa nacional – relata a fonte.
Antes mesmo de assumir o posto, Amorim teria obtido da presidenta Dilma a garantia de novos investimentos para as três Armas, o que o animou a substituir Jobim, que renunciou após uma série de críticas desencontradas sobre o atual governo. Quadro de esquerda, Amorim também já iniciou uma série de conversas para que o Congresso aprove o relatório da Comissão da Verdade, de forma a permitir que e a história do período militar seja passada a limpo no Brasil, como determina a Organização dos Estados Americanos (OEA). Acusado de torturador, em 1985, pela ex-deputada Bete Mendes (PT), o ex-coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ou “doutor Tibiriçá”, como era conhecido nos porões da ditadura, aguarda pacientemente por seu julgamento, sob o arcabouço dos líderes da ultradireita “que envelhecem nas rodas saudosas do Clube Militar”.
– Cada dia que passa é um a menos para os poucos militares que participaram da desventurada ditadura brasileira. A maioria da tropa, que não integrou o movimento de 64, hoje se permite servir ao país da melhor maneira possível. Sem dinheiro sequer para o ‘rancho’ nos quartéis, o oficialato comparece ao serviço pela manhã, cumpre uma rotina básica, pratica seu esporte preferido e segue para a vida, seja estudando para algum concurso ou trabalhando como consultor na área de Segurança, entre outras atividades. Mas longe da questão ideológica que moveu um contingente inteiro, 50 anos atrás, contra os direitos democráticos da nação – acrescentou o analista.
Jobim usou farda sem nunca ter sido militar
Ainda segundo o militar ouvido pelo CdB, “não passam de bazófia” os editoriais na imprensa conservadora sobre possíveis dificuldades à frente, na gestão de Amorim.
– A condução econômica do país, seja pela presidenta Dilma, seja por seu antecessor, não deixa dúvidas quanto à necessidade de se manter o poder nas mãos dos civis e, para gerir as Forças Armadas, Amorim não precisará vestir o uniforme verde-oliva, sem nunca ter sido um militar, para ser aceito como líder da tropa, a exemplo do que fez aquele a quem sucede, que sequer continência sabia bater corretamente – concluiu.
Gilberto de Souza é jornalista, editor-chefe do Correio do Brasil.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Um passo - Barbet

























Um passo, apenas um passo,
Nele toda a tua certeza,
Todas as tuas crenças e medos,
Apenas um e descobrirás a verdade.
                 
                    ***

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Brasil: "País é pacífico, mas tem que ter Defesa", diz Celso Amorim - BBT


O ex-chanceler Celso Amorim assumiu o Ministério da Defesa.
O substituto de Nelson Jobim tem grandes desafios pela frente - como o reforço da segurança nas fronteiras, a vigilância na região do pré-sal e o reaparelhamento das Forças Armadas.

domingo, 7 de agosto de 2011

Estrada - Barbet

E SE A VIDA FOSSE UMA ESTRADA?
Barbet
06 agosto 2011

A Vida.
E uma brincadeira no tempo,
Uma e s t r a d a,
Nem sempre

L

O

N

G

A,

Por vezes
Curta.

Sendo
um
Caminho
Tem um Objetivo,
Nem sempre
P
e
r
t
o,

Por vezes,
L o n g e.

Mas contigo,
De mãos dadas,
Certamente melhor.

Pode dar voltas
Mas não nos perderemos.
vida
Vida + vida
vida

***

Obrigada - Barbet


GRATIDÃO
Barbet
07 agosto 2011

Agradeço a Deus por ter nascido,
Os pais que tive,
A possibilidade de crescer,
Física e espiritualmente.

Agradeço todos os meus irmãos,
De sangue e espirituais,
Mas o Lequinho, devo confessar,
Eu amo demais.

Agradeço os espíritos a mim enviados,
Gerados e paridos sob a minha responsabilidade;
Espíritos que tento encaminhar
Sob a luz do exemplo e da bondade.

Agradeço todas as dificuldades,
Elas fizeram-me mais forte.
Muitas vezes cai e levantei
Amparada por Você Pai.

Agradeço muitas lágrimas choradas,
Por alegria, saudade ou dor.
Todas serviram para aguar
Meu jardim com mais amor.

Agradeço todas as flores que da vida recebi,
Brancas, amarelas rosas e carmim,
Mas as azuis serão sempre especiais,
Desenhadas no céu, forjadas no mar.

Agradeço os momentos lindos,
Vindos de pessoas únicas,
Jamais esquecidas,
Em meu coração.

Agradeço todos os que me fizeram mal,
Mostraram que o bem é maior,
O esquecimento é necessário,
E precisamos seguir em frente.

Agradeço todas as possibilidades que me tenhas dado,
Ajudar, amparar, lutar, defender,
Cada minuto valeu,
Perdendo ou ganhando vencemos.

Agradeço, desde já a minha partida,
Que seja no momento certo a ida.
Ninguém fique a precisar,
Meu dever eu tenha conseguido honrar.

Obrigada Pai

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