Fica instituído o “Dia Estadual em Memória dos Mortos e Desaparecidos Políticos”, a ser celebrado, anualmente, em 4 de setembro. publicações DOE - 29/09/11
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Deputados federais não votaram o projeto de lei "A FICHA LIMPA" - Haroldo Oliveira
1 MINUTO DE SILÊNCIO! Ontem, os deputados federais mostraram a cara e não votaram o projeto de lei FICHA LIMPA.. Para quem não sabe, ontem, foi rejeitada a votação, na Ordem do Dia da Câmara Federal, o Projeto de Lei FICHA LIMPA, que impede a candidatura a qualquer cargo eletivo, de pessoas condenadas em primeira ou única instância ou por meio de denúncia recebida em tribunal – no caso de políticos com foro privilegiado – em virtude de crimes graves, como: racismo, homicídio, estupro,homofobia, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas..
A IMPRENSA FOI CENSURADA E ESTÁ IMPEDIDA DE DIVULGAR ! PORTANTO, VAMOS USAR A INTERNET,PARA DAR CONHECIMENTO AOS OUTROS 198.000.000 DE BRASILEIROS QUE OS DEPUTADOS FEDERAIS TRAÍRAM O POVO!
A IMPRENSA FOI CENSURADA E ESTÁ IMPEDIDA DE DIVULGAR ! PORTANTO, VAMOS USAR A INTERNET,PARA DAR CONHECIMENTO AOS OUTROS 198.000.000 DE BRASILEIROS QUE OS DEPUTADOS FEDERAIS TRAÍRAM O POVO!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
NINGUÉM DIVIDE O PARÁ - IRMÃO ALBERTO
NINGUEM DIVIDE O PARÁ.ELES NÃO PASSSARÃO
Eu digo Não e Não
Veja o brado do Padre Antonio Vieira contra politicos descompromissados com o Pará , que tentavam dividir a Provincia em dois governos - Pará e Maranhão. Antonio Vieira fez veemente apelo ao El Rei Dom João IV para evitar esta ignomia contra o povo paraense e maranhense, alegando :
" É mais fácil vigiar um ladrão do que dois , três ou mais. Por isto a provincia não deve ser divida. NINGUEM DIVIDE A PROVINCIA DO GRÃO PARA E MARANHÃO EM DOIS GOVERNOS . PARA QUE MAIS GOVERNADORES, MAIS SENADORES , MAIS DEPUTADOS FEDERAIS, MAIS VEREADORES ? O POVO PRECISA DE MAIS MÉDICOS, MAIS DENTISTAS, MAIS ENFERMEIROS, MAIS PROFESSORES, MAIS POLICIAIS. NÃO PRECISAMOS DE MAIS POLITICOS. OS QUE TEMOS É SUFICIENTE . PODE ATE DIMINUIR O SEU NUMERO E EMPREGAR A ECONOMIA COM SEUS SUBSIDIOS NA SAUDE, SEGURANÇA PUBLICA E EDUCAÇÃO.
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TAPAJÓS E CARAJÁS: FURTO, FURTEI, FURTAREI
José Ribamar Bessa Freire (*) - 09/10/2011 - Diário do Amazonas
Essa foi a vaia mais estrondosa e demorada de toda a história da Amazônia. Começou no dia 4 de abril de 1654, em São Luís do Maranhão, com a conjugação do verbo furtar, e continuou ressoando em Belém, num auditório da Universidade Federal do Pará, na última quinta-feira, 6 de outubro, quando estudantes hostilizaram dois deputados federais que defendiam a criação dos Estados de Tapajós e Carajás.
A vaia, que atravessou os séculos, só será interrompida no dia 11 de dezembro próximo, quando quase 5 milhões de eleitores paraenses irão às urnas para votar, num plebiscito, se querem ou não a criação dos dois Estados desmembrados do Pará, que ficará reduzido a apenas 17% de seu atual território caso a resposta dos eleitores seja afirmativa. A proposta de divisão territorial não é nova. Embora o fato não seja ensinado nas escolas, o certo é que Portugal manteve dois estados na América: o Estado do Brasil e o Estado do Maranhão e Grão-Pará, cada um com governador próprio, leis próprias e seu corpo de funcionários. Somente um ano depois da Independência do Brasil, em agosto de 1823, é que o Grão-Pará aderiu ao estado independente, com ele se unificando. Pois bem, no século XVII, a proposta era criar mais estados. Os colonos começaram a pressionar o rei de Portugal, D. João IV, para que as capitanias da região norte fossem transformadas em entidades autônomas. O padre Antônio Vieira, conselheiro do rei de Portugal, D. João IV, convenceu o monarca a fazer exatamente o contrário, criando um governo único do Estado do Maranhão e Grão-Pará sediado inicialmente em São Luís e depois em Belém. Para isso, o missionário jesuíta usou um argumento singular. Ele alegava que se o rei criasse outros estados na Amazônia, teria que nomear mais governadores, o que dificultaria o controle sobre eles. É mais fácil vigiar um ladrão do que dois, escreveu Vieira em carta ao rei, de 4 de abril de 1654: “Digo, senhor, que menos mal será um ladrão que dois, e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um só”. Num sermão que pregou na sexta-feira santa, já em Lisboa, perante um auditório onde estavam membros da corte, juízes, ministros e conselheiros da Coroa, o padre Vieira, recém-chegado do Maranhão, acusou os governadores, nomeados por três anos, de enriquecerem durante o triênio, juntamente com seus amigos e apaniguados, dizendo que eles conjugavam o verbo furtar em todos os tempos, modos e pessoas. Vale a pena transcrever um trecho do seu sermão:´ - “Furtam pelo modo infinitivo, porque não tem fim o furtar com o fim do governo, e sempre lá deixam raízes em que se vão continuando os furtos. Esses mesmos modos conjugam por todas as pessoas: porque a primeira pessoa do verbo é a sua, as segundas os seus criados, e as terceiras quantos para isso têm indústria e consciência”. Segundo Vieira, os governadores ”furtam juntamente por todos os tempos”. Roubam no tempo presente , “que é o seu tempo” durante o triênio em que governam, e roubam ainda ”no pretérito e no futuro”. Roubam no passado perdoando dívidas antigas com o Estado em troca de propinas, “ vendendo perdões” e roubam no futuro quando “empenham as rendas e antecipam os contrato, com que tudo, o caído e não caído, lhe vem a cair nas mãos”. O missionário jesuíta, conselheiro e confessor do rei, prosseguiu: “Finalmente, nos mesmos tempos não lhe escapam os imperfeitos, perfeitos, mais-que-perfeitos, e quaisquer outros, porque furtam, furtavam, furtaram, furtariam e haveriam de furtar mais se mais houvesse. Em suma, que o resumo de toda esta rapante conjugação vem a ser o supino do mesmo verbo: a furtar, para furtar. E quando eles têm conjugado assim toda a voz ativa, e as miseráveis províncias suportado toda a passiva, eles como se tiveram feito grandes serviços tornam carregados de despojos e ricos; e elas ficam roubadas e consumidas”. Numa atitude audaciosa, padre Vieira chama o próprio rei às suas responsabilidades, concluindo: “Em qualquer parte do mundo se pode verificar o que Isaías diz dos príncipes de Jerusalém: os teus príncipes são companheiros dos ladrões. E por quê? São companheiros dos ladrões, porque os dissimulam; são companheiros dos ladrões, porque os consentem; são companheiros dos ladrões, porque lhes dão os postos e os poderes; são companheiros dos ladrões, porque talvez os defendem; e são finalmente, seus companheiros, porque os acompanham e hão de acompanhar ao inferno, onde os mesmos ladrões os levam consigo”. Os dois novos Estados – Carajás e Tapajós – se criados, significam mais governadores, mais deputados, mais juizes, mais tribunais de contas, mais mordomias, mais assaltos aos cofres públicos. Por isso, o Conselho Indígena dos rios Tapajós e Arapiuns, sediado em Santarém, representando 13 povos de 52 aldeias, se pronunciou criticamente em relação à proposta. Em nota oficial, esclarece: “Os indígenas, os quilombolas e os trabalhadores da região nunca estiveram na frente do movimento pela criação do Estado do Tapajós, porque essa não era sua reivindicação e também porque não eram convidados. Esse movimento foi iniciado e liderado nos últimos anos por políticos. E nós temos aprendido que o que é bom para essa gente dificilmente é bom para nós”. ((*) O professor José Ribamar Bessa Freire coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas (UERJ), pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO).
A ''justiça'' sumária dos EUA: Execuções - Laerte Braga
Em 22 de setembro de 1980 o governo de Saddam Hussein, no fim do governo de Jimmy Carter, declarou guerra ao Irã. O pretexto era a disputa da região de Shatt al Arab, uma área de acesso ao Golfo Pérsico e localizada na fronteira entre os dois países. Uma história que vinha desde os tempos do Império Otamano. Saddam, incensado pelos EUA, arranjou um outro pretexto – a região do Khuzestan. Parte do Iraque atual e tomada pelo Irã também no império Otamano.--------------------------------------------------------------------------------
As reais razões do conflito estavam no interesse norte-americano e de potências ocidentais de destruir a Revolução Islâmica que destronou o Xá, proclamou a República e iniciou um processo político diverso daquele vigente na maioria dos países árabes – ditaduras.
Saddam tinha um exército considerado dos maiores do mundo, dispondo de melhores equipamentos, contra um Irã em reorganização, as forças armadas dispersas e sem condições de um conflito como aquele.
Oito anos depois foi assinada uma trégua – oficialmente o final da guerra não foi declarado – e o Iraque estava devastado. O fantástico exército de Saddam tinha sido reduzido de forma expressiva e o governo do ditador acumulava uma dívida de 77 bilhões de dólares (27 bilhões para os EUA e potências ocidentais e 50 bilhões para países do Golfo Pérsico, aliados de Saddam).
E um milhão e meio de mortos.
Em agosto de 1990 Saddam Hussein, com apoio velado da embaixada dos EUA em Bagdá, ocupou o Kwait. Um pedaço do Iraque arrancado pelos britânicos em função de interesses nos negócios do petróleo. Foi o preço cobrado pelo ditador iraquiano pelas perdas no conflito com o Irã.
Ao contrário do que supunha Saddam, o presidente dos Estados Unidos, George Bush – o pai – reagiu pressionado pelas companhias petrolíferas ocidentais (a própria família de Bush tem “negócios” no setor) e uma operação militar envolvendo EUA, Grã Bretanha, França e aliados árabes – Marrocos, Arábia Saudita e outros – foi desencadeada para libertar o Kwait. Ganhou o nome de “Tempestade no Deserto”. Os norte-americanos adoram esses títulos pomposos. Influência de Hollywood. Vira filme depois com um Rambo qualquer salvando soldados perdidos.
Foi um dos grandes massacres da História. Cem mil soldados iraquianos mortos, um sem número de civis e mil baixas entre as forças da “coalização aliada”. Colin Powell, comandante militar dos EUA foi quem dissuadiu Bush de invadir e ocupar o Iraque achando que seria suficiente ao seu país libertar o Kwait e destruir a infraestrutura militar e industrial do Iraque. Houve apoio importante em bombardeios aéreos de Israel.
Foi na guerra contra o Irã e no afã de destruir a Revolução Islâmica, que os EUA forneceram armas químicas e biológicas ao Iraque. Os efeitos se fazem sentir até hoje, inclusive entre os chamados “veteranos de guerra”. Existem, nos EUA, várias associações desses militares da reserva pleiteando indenizações do governo de seu país contra o risco a que foram expostos e as conseqüências da utilização de tais armas.
A decisão de George Walker Bush – o filho – de atacar o Iraque em 2003 a pretexto de eliminar o governo de Saddam por supostos vínculos – não existiam – com a Al Qaeda tinha dois motivos. A disputa interna entre os falcões norte-americanos que desde a operação “Tempestade no Deserto” desejavam a queda de Saddam e a resistência de outro grupo que entendia que bastava isolá-lo e àquela época libertar o Kwait.
O segundo motivo era pessoal. George Bush, o filho, era considerado pela família como sendo um irresponsável, havia levado as empresas do grupo a um estado quase falimentar, todas as apostas da família Bush eram feitas no governador da Flórida Jeb Bush. E a mais de uma pessoa do grupo o presidente filho disse que iria fazer o que o pai não fizera. Derrubar o regime de Saddam Hussein. Israel também tinha interesses diretos em relação ao Iraque – o temor de um projeto nuclear – e naquele momento a ultradireita israelense havia assumido o poder no país.
Isso levou o general Colin Powell, primeiro secretário de Estado do filho, George Bush, a se afastar no segundo mandato. Powell não concordou com a guerra e mesmo tendo comandado a operação – nominalmente – preferiu afastar-se em seguida.
Saddam foi deposto, preso, julgado de forma sumária, sem qualquer transparência e executado. Surpreendeu o mundo com seu comportamento corajoso e determinado diante do patíbulo – foi enforcado. Sua família foi perseguida, seus filhos assassinados sem que nenhum processo formal – como determina a lei internacional – acontecesse.
O roteiro na Líbia tem nuances diferentes, mas só nuances. Os objetivos são os mesmos. O controle do petróleo pelas empresas e potências ocidentais, o fim de um governo não hostil – Gadaffi tinha boas relações com os países ocidentais, estreita inclusive com alguns – e uma rede proteção para Israel. O governo de Tel Aviv, montado num arsenal nuclear, tem como primado de sua política terrorista (que desperta reações cada vez maiores dentre o povo israelense) sua “segurança”. Isso implica em executar eventuais inimigos e adversários.
A execução de Gadaffi foi um ato de barbárie. Uma violência inominável e na semana anterior à sua morte, a secretária de Estado Hillary Clinton andou por países da África defendendo a morte de Gadaffi, vale dizer, o assassinato.
Para uma potência capaz de controlar o movimento de cada cidadão em cada canto do mundo, os norte-americanos já haviam localizado o esconderijo de Gadaffi, já estavam acertando os bombardeios da OTAN – braço terrorista europeu – e entregaram o líder líbio aos “rebeldes” para justiçamento.
Os vídeos mostrados pela mídia, européia principalmente, a do Brasil é inteiramente controlada pelos EUA e o que significam os Estados Unidos, exibem um espetáculo deprimente, bárbaro, cruel e sem justificativa.
Por que não interessa aos EUA que supostos inimigos da humanidade sejam julgados com transparência?
Já imaginaram Saddam, Gadaffi e outros falando sobre acordos feitos com governos norte-americanos, de potências da Comunidade Européia, revelando, por exemplo, propinas pagas a governantes italianos (Berlusconi era amigo íntimo de Gadaffi), britânicos, franceses, etc?
Quando Jean Bedel Bokassa foi morto, o imperador de um império que ele criou, descobriu-se que o presidente da França, havia sido brindado com diamantes. Era Valery Giscard D’Estaing. O escândalo ganhou proporções nacionais na França e o presidente acabou sendo obrigado a entregar os diamantes aos cofres públicos e não foi reeleito. Perdeu para François Mitterand. Entre outras “virtudes”, além de escravizar seu povo, Bokassa era canibal e gostava da carne de jovens.
Essa prática de aliar-se a tiranos é corriqueira nos EUA. Na América Latina patrocinaram, comandaram e dirigiram golpes militares, como no Brasil em 1964, contra Allende no Chile e outros. Ou agora, recentemente, contra Manoel Zelaya, em Honduras, permitindo a atual ditadura travestida de democracia sob a batuta de um títere Pepe Lobo.
Como financiam grupos mercenários e tribais em países africanos causando mortes, doenças, jogando o continente num estado de depauperação sem qualquer preocupação com o pretexto, democracia e ajuda humanitária.
A história dos EUA é uma história suja de sangue desde a conquista de territórios como o Texas, a Califórnia (roubados ao México, hoje colônia norte-americana, espécie de depósito de lixo).
E nunca foi diferente.
O problema dos negros norte-americanos, cujos direitos plenos foram conquistados na década de 60 e a custa de muito sangue, teve “soluções” como a criação da Libéria na África. O nome da capital é Monróvia e o país se prestava a servir de um abrigo para ex-escravos e negros libertos, livrando os EUA do problema.
Monróvia é uma “homenagem” a James Monroe o presidente dos EUA que disse a célebre frase “a América para os americanos”... Brancos, para os negros a Libéria.
A execução de Gadaffi, membros de sua família foi um espetáculo de selvageria em pleno século XXI onde se presume o ser humano tenha atingido estágios mínimos além da boçalidade de tempos passados.
Os EUA permanecem selvagens e o próprio povo norte-americano já percebe que não tem o menor significado ou sentido para os controladores do complexo terrorista em que se transformou.
Esse tipo de justiçamento é prática corriqueira para os norte-americanos. Faz parte da cultura do rifle, dos linchamentos. Lideranças negras foram assassinadas na segunda metade do século passado – Martin Luther King, Malcoln – X e outros). Inocentes condenados em prisões chamadas de “penitenciárias da morte” e no período macartista inúmeros opositores das políticas bárbaras dos governos dos EUA foram levados aos tribunais, presos na paranóia anticomunista comandada pelo senador Joe MaCarthy, que anos mais tarde se revelou de público, era notório corrupto financiado por banqueiros, grandes corporações empresariais e militares.
Foi assim na guerra da antiga Iugoslávia tem sido assim historicamente.
A de Gadaffi e parte de sua família é também uma advertência ao mundo. Ou aceitam as regras de Washington, ou os aviões do terror destroem tudo o que encontram pela frente na obsessão de controlar a tudo e todos.
E assim como o ditador chileno Augusto Pinochet foi preso pelo Judiciário britânico, os presidentes dos EUA deveriam ser, seja ele Clinton, Bush pai, Bush filho ou Obama. Todos por crimes contra a humanidade.
O campo de concentração de Guantánamo e o chamado Ato Patriótico assinado por Bush filho permitindo a tortura e prisões sem mandados, assassinatos como tem acontecido com frequência, essas realidades, por si só, consequência do terror explícito oriundo de Washington e Wall Street são suficientes para que se perceba que tanto os gregos, como qualquer outro povo do mundo, não são mais que adereços no processo político e econômico chamado de capitalismo.
A selvageria com requintes de tecnologia de ponta. E templos espalhados pelo mundo em longas filas às portas da lojas, magazines, etc, para reverenciar o novo deus do mercado, Steve Jobs.
É a sociedade do espetáculo. O século da recolonização e do terror.
As reais razões do conflito estavam no interesse norte-americano e de potências ocidentais de destruir a Revolução Islâmica que destronou o Xá, proclamou a República e iniciou um processo político diverso daquele vigente na maioria dos países árabes – ditaduras.
Saddam tinha um exército considerado dos maiores do mundo, dispondo de melhores equipamentos, contra um Irã em reorganização, as forças armadas dispersas e sem condições de um conflito como aquele.
Oito anos depois foi assinada uma trégua – oficialmente o final da guerra não foi declarado – e o Iraque estava devastado. O fantástico exército de Saddam tinha sido reduzido de forma expressiva e o governo do ditador acumulava uma dívida de 77 bilhões de dólares (27 bilhões para os EUA e potências ocidentais e 50 bilhões para países do Golfo Pérsico, aliados de Saddam).
E um milhão e meio de mortos.
Em agosto de 1990 Saddam Hussein, com apoio velado da embaixada dos EUA em Bagdá, ocupou o Kwait. Um pedaço do Iraque arrancado pelos britânicos em função de interesses nos negócios do petróleo. Foi o preço cobrado pelo ditador iraquiano pelas perdas no conflito com o Irã.
Ao contrário do que supunha Saddam, o presidente dos Estados Unidos, George Bush – o pai – reagiu pressionado pelas companhias petrolíferas ocidentais (a própria família de Bush tem “negócios” no setor) e uma operação militar envolvendo EUA, Grã Bretanha, França e aliados árabes – Marrocos, Arábia Saudita e outros – foi desencadeada para libertar o Kwait. Ganhou o nome de “Tempestade no Deserto”. Os norte-americanos adoram esses títulos pomposos. Influência de Hollywood. Vira filme depois com um Rambo qualquer salvando soldados perdidos.
Foi um dos grandes massacres da História. Cem mil soldados iraquianos mortos, um sem número de civis e mil baixas entre as forças da “coalização aliada”. Colin Powell, comandante militar dos EUA foi quem dissuadiu Bush de invadir e ocupar o Iraque achando que seria suficiente ao seu país libertar o Kwait e destruir a infraestrutura militar e industrial do Iraque. Houve apoio importante em bombardeios aéreos de Israel.
Foi na guerra contra o Irã e no afã de destruir a Revolução Islâmica, que os EUA forneceram armas químicas e biológicas ao Iraque. Os efeitos se fazem sentir até hoje, inclusive entre os chamados “veteranos de guerra”. Existem, nos EUA, várias associações desses militares da reserva pleiteando indenizações do governo de seu país contra o risco a que foram expostos e as conseqüências da utilização de tais armas.
A decisão de George Walker Bush – o filho – de atacar o Iraque em 2003 a pretexto de eliminar o governo de Saddam por supostos vínculos – não existiam – com a Al Qaeda tinha dois motivos. A disputa interna entre os falcões norte-americanos que desde a operação “Tempestade no Deserto” desejavam a queda de Saddam e a resistência de outro grupo que entendia que bastava isolá-lo e àquela época libertar o Kwait.
O segundo motivo era pessoal. George Bush, o filho, era considerado pela família como sendo um irresponsável, havia levado as empresas do grupo a um estado quase falimentar, todas as apostas da família Bush eram feitas no governador da Flórida Jeb Bush. E a mais de uma pessoa do grupo o presidente filho disse que iria fazer o que o pai não fizera. Derrubar o regime de Saddam Hussein. Israel também tinha interesses diretos em relação ao Iraque – o temor de um projeto nuclear – e naquele momento a ultradireita israelense havia assumido o poder no país.
Isso levou o general Colin Powell, primeiro secretário de Estado do filho, George Bush, a se afastar no segundo mandato. Powell não concordou com a guerra e mesmo tendo comandado a operação – nominalmente – preferiu afastar-se em seguida.
Saddam foi deposto, preso, julgado de forma sumária, sem qualquer transparência e executado. Surpreendeu o mundo com seu comportamento corajoso e determinado diante do patíbulo – foi enforcado. Sua família foi perseguida, seus filhos assassinados sem que nenhum processo formal – como determina a lei internacional – acontecesse.
O roteiro na Líbia tem nuances diferentes, mas só nuances. Os objetivos são os mesmos. O controle do petróleo pelas empresas e potências ocidentais, o fim de um governo não hostil – Gadaffi tinha boas relações com os países ocidentais, estreita inclusive com alguns – e uma rede proteção para Israel. O governo de Tel Aviv, montado num arsenal nuclear, tem como primado de sua política terrorista (que desperta reações cada vez maiores dentre o povo israelense) sua “segurança”. Isso implica em executar eventuais inimigos e adversários.
A execução de Gadaffi foi um ato de barbárie. Uma violência inominável e na semana anterior à sua morte, a secretária de Estado Hillary Clinton andou por países da África defendendo a morte de Gadaffi, vale dizer, o assassinato.
Para uma potência capaz de controlar o movimento de cada cidadão em cada canto do mundo, os norte-americanos já haviam localizado o esconderijo de Gadaffi, já estavam acertando os bombardeios da OTAN – braço terrorista europeu – e entregaram o líder líbio aos “rebeldes” para justiçamento.
Os vídeos mostrados pela mídia, européia principalmente, a do Brasil é inteiramente controlada pelos EUA e o que significam os Estados Unidos, exibem um espetáculo deprimente, bárbaro, cruel e sem justificativa.
Por que não interessa aos EUA que supostos inimigos da humanidade sejam julgados com transparência?
Já imaginaram Saddam, Gadaffi e outros falando sobre acordos feitos com governos norte-americanos, de potências da Comunidade Européia, revelando, por exemplo, propinas pagas a governantes italianos (Berlusconi era amigo íntimo de Gadaffi), britânicos, franceses, etc?
Quando Jean Bedel Bokassa foi morto, o imperador de um império que ele criou, descobriu-se que o presidente da França, havia sido brindado com diamantes. Era Valery Giscard D’Estaing. O escândalo ganhou proporções nacionais na França e o presidente acabou sendo obrigado a entregar os diamantes aos cofres públicos e não foi reeleito. Perdeu para François Mitterand. Entre outras “virtudes”, além de escravizar seu povo, Bokassa era canibal e gostava da carne de jovens.
Essa prática de aliar-se a tiranos é corriqueira nos EUA. Na América Latina patrocinaram, comandaram e dirigiram golpes militares, como no Brasil em 1964, contra Allende no Chile e outros. Ou agora, recentemente, contra Manoel Zelaya, em Honduras, permitindo a atual ditadura travestida de democracia sob a batuta de um títere Pepe Lobo.
Como financiam grupos mercenários e tribais em países africanos causando mortes, doenças, jogando o continente num estado de depauperação sem qualquer preocupação com o pretexto, democracia e ajuda humanitária.
A história dos EUA é uma história suja de sangue desde a conquista de territórios como o Texas, a Califórnia (roubados ao México, hoje colônia norte-americana, espécie de depósito de lixo).
E nunca foi diferente.
O problema dos negros norte-americanos, cujos direitos plenos foram conquistados na década de 60 e a custa de muito sangue, teve “soluções” como a criação da Libéria na África. O nome da capital é Monróvia e o país se prestava a servir de um abrigo para ex-escravos e negros libertos, livrando os EUA do problema.
Monróvia é uma “homenagem” a James Monroe o presidente dos EUA que disse a célebre frase “a América para os americanos”... Brancos, para os negros a Libéria.
A execução de Gadaffi, membros de sua família foi um espetáculo de selvageria em pleno século XXI onde se presume o ser humano tenha atingido estágios mínimos além da boçalidade de tempos passados.
Os EUA permanecem selvagens e o próprio povo norte-americano já percebe que não tem o menor significado ou sentido para os controladores do complexo terrorista em que se transformou.
Esse tipo de justiçamento é prática corriqueira para os norte-americanos. Faz parte da cultura do rifle, dos linchamentos. Lideranças negras foram assassinadas na segunda metade do século passado – Martin Luther King, Malcoln – X e outros). Inocentes condenados em prisões chamadas de “penitenciárias da morte” e no período macartista inúmeros opositores das políticas bárbaras dos governos dos EUA foram levados aos tribunais, presos na paranóia anticomunista comandada pelo senador Joe MaCarthy, que anos mais tarde se revelou de público, era notório corrupto financiado por banqueiros, grandes corporações empresariais e militares.
Foi assim na guerra da antiga Iugoslávia tem sido assim historicamente.
A de Gadaffi e parte de sua família é também uma advertência ao mundo. Ou aceitam as regras de Washington, ou os aviões do terror destroem tudo o que encontram pela frente na obsessão de controlar a tudo e todos.
E assim como o ditador chileno Augusto Pinochet foi preso pelo Judiciário britânico, os presidentes dos EUA deveriam ser, seja ele Clinton, Bush pai, Bush filho ou Obama. Todos por crimes contra a humanidade.
O campo de concentração de Guantánamo e o chamado Ato Patriótico assinado por Bush filho permitindo a tortura e prisões sem mandados, assassinatos como tem acontecido com frequência, essas realidades, por si só, consequência do terror explícito oriundo de Washington e Wall Street são suficientes para que se perceba que tanto os gregos, como qualquer outro povo do mundo, não são mais que adereços no processo político e econômico chamado de capitalismo.
A selvageria com requintes de tecnologia de ponta. E templos espalhados pelo mundo em longas filas às portas da lojas, magazines, etc, para reverenciar o novo deus do mercado, Steve Jobs.
É a sociedade do espetáculo. O século da recolonização e do terror.
domingo, 23 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
A EXECUÇÃO DE GADAFFI - "NÃO HÁ PARA TODOS" - Laerte Braga
Um ataque de forças da OTAN resultou na morte do líder líbio Muammar Gadaffi. Assassinato puro e simples. Era o desfecho previsível desde que o complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A infiltrou mercenários e agentes de inteligência na Líbia através do braço europeu, a OTAN.Um levante armado de fora para dentro derrubou Gadaffi e terminou em sua morte, tal e qual aconteceu com Saddam Hussein no Iraque.
Gadaffi até a decisão nazi/sionista de intervir na Líbia era amigo íntimo do líder italiano Sílvio Berlusconi, tinha negócios com a Grã Bretanha, a França e a Alemanha, além de outras nações da falida Comunidade Européia.
Suas relações com Barack Obama e os EUA, de um modo geral, eram satisfatórias e tranqüilas, desde que aceitou exigências norte-americanas sobre “terroristas”.
Muammaf Gadaffi era um ditador. Como ditador é o presidente do Iêmen e o rei saudita (aliados de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A). A intervenção na Líbia se deu por conta da necessidade maior de petróleo, das manobras de Gadaffi que desvalorizavam o dólar como moeda de troca internacional e a declaração do comando terrorista da OTAN confirma isso. “A OTAN vai permanecer na Líbia até a normalização democrática”. O que significa, até garantir o petróleo líbio para o conglomerado terrorista.
O filme tem o mesmo roteiro do que aconteceu no Iraque.
Obama, como antes George Bush (e os anteriores também) são como que pistoleiros montados em um poderoso arsenal nuclear capaz de destruir o planeta cem vezes se necessário for e garantir interesses de banqueiros, grandes empresários e em países como o Brasil, de um latifúndio atrasado e servil, escravocrata.
Pistoleiros da era tecnológica.
Execuções sumárias de “inimigos” são feitas hoje de forma escancarada com ordem direta do presidente.
O controle acionário do complexo ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A é de banqueiros e grandes empresários sionistas. Nos EUA e em Israel.
Os povos do mundo inteiro, inclusive norte-americanos e israelenses, são adereços nesse jogo macabro e boçal que o complexo joga para moldar o mundo capitalista a seus interesses.
Milionário gregos no auge da crise, em menos de dois dias, enviaram a bancos suíços seu rico dinheirinho. Para preservá-lo da crise que devasta o país. Isso representa uma evasão de divisas, segundo o jornal alemão BILD, de 200 bilhões de euros. A Grécia vai receber a segunda parcela da ajuda da Comunidade Européia. É de oito bilhões de euros. Isso para continuar minimamente de pé, os bancos e corporações que controlam o país e danem-se os gregos.
Milionários não têm pátria, são amorais.
Uma intensa luta através de greves, manifestações populares tem sido feita diariamente diante de um governo dito socialista, insensível ao clamor popular e pouco se lixando para ele. O que entra por baixo dos panos nesse mundo capitalista devora consciências e compromissos, transforma governantes em meros lacaios do imperialismo boçal que, sem escrúpulos, estende suas garras letais por todo o mundo.
Milhões de norte-americanos – desempregados, sem saúde, sem teto, latinos, etc – saem às ruas de várias cidades do país para protestar contra as políticas de seu governo em favor de bancos e grandes corporações. O Estados Unidos, como nação, hoje é mero arremedo disso. Faliu.
Como em qualquer ditadura a polícia norte-americana prende, arrebenta, tortura e mata.
É claro que a GLOBO e nem as outras vão noticiar isso no Brasil, ou similares no resto do mundo. Fazem parte desse terrorismo, são braços dessa estupidez. Vão vender a mentira e a ilusão de Hollywood e transformar seres em objetos.
Trabalhadores em escravos. Uma forma diferenciada de escravidão, na essência a mesma. Talvez o fato de escravos usarem tênis ADIDAS, ou de outra grande marca, parte dele fabricado por trabalho escravo escancarado na China.
O assassinato de Muammar Gadaffi mostra que desapareceram os escrúpulos, a necessidade de maquiar a barbárie. É o contrário. Estão a mostrá-la para deixar claro do que são capazes, contra quem quer que se lhes oponha.
São terroristas sem entranhas. Há até uma diferença entre bin Laden e Obama. O saudita deixou os “negócios” e empregou sua fortuna pessoal em seu ideal. Sem julgamento de mérito, mas até se poderia discutir isso. Obama, como foi Bush, correram atrás dos “negócios” para fornir seus patrimônios e servir de forma desumana a apetites incomensuráveis de patrões banqueiros, grandes empresários e todo o entorno desse terrorismo capitalista.
São gerentes do crime em escala de Estado. Os crimes que cometem são contra a humanidade.
As principais forças de direita – nazi/sionistas – na Europa fazem campanha com vistas às eleições – não importa a data – afirmando que “não há para todos”. Querem excluir nações falidas como Grécia, Itália, Portugal, Espanha, Irlanda, e outras que se seguirão, além de defender interesses dos banqueiros e grandes empresários.
Sugaram o suor dos trabalhadores gregos, italianos, espanhóis, portugueses, irlandeses e se fartaram no banquete capitalista da ganância desmesurada. Querem agora deixar os feridos para trás e salvar as próprias peles.
Há dois aspectos importantes nesse forma de enxergar dos nazi/sionistas. O primeiro deles é a aceitação que a Comunidade Européia é um clube de banqueiros e grandes empresários com um braço terrorista para garantir os negócios, a OTAN. O segundo deles um recado explícito que mandam a franceses, alemães e britânicos principalmente. Para que aceitem alguns sacrifícios, do contrário serão imolados no altar do capitalismo, tal e qual gregos, norte-americanos, iraquianos, líbios, italianos, espanhóis, irlandeses, uma África dizimada por lutas e pela presença de mercenários e um olhar complacente do resto do mundo.
Aquela velha história de que quando acordar já vai ser tarde.
A execução de Gadaffi é um ato de barbárie, terrorismo. A crise econômica da Comunidade Européia é um ajuste promovido pelo terrorismo de Estado, pelo capitalismo, na tentativa de evitar o seu fim.
“Não há lugar para todos” é um recado também para o mundo.
Para o ser humano, o trabalhador. Sujeite-se ou dane-se.
É hora de seguir o exemplo grego e ir para as ruas. O exemplo dos estudantes chilenos. E ir para as ruas.
Não pensem que passaremos incólumes por essa devastação promovida pelo terrorismo de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Nem os belos olhos de Dilma e seu ministério de cambetas.
Quem tiver dúvidas do que teremos que pagar para essa gente não quebrar, dê uma olhada em
http://usdebt.kleptocracy.us
ou
http://www.usdebtclock.org/
No primeiro endereço vai ter uma idéia clara da essência e dos motivos do terrorismo de Estado. São endereços do próprio governo do assassino Barack Obama.
A França parou para ver via televisão o nascimento da filha de Nicolas Sarlozy e Carla Bruni, o mesmo espetáculo chanchada que tivemos aqui via GLOBO quando do nascimento da filha de Xuxa. Dizem que a moça tem preocupação com os pobres e estava louca para a criança nascer para poder voltar a fumar e a beber.
Reações internacionais ao anúncio da morte de Gaddafi - BBT
Dilma Rousseff, presidente do Brasil
"A Líbia está passando por um processo de transformação democrática. Agora isso não significa que a gente comemore a morte de qualquer líder que seja", disse a presidente. A declaração foi feita pela presidente à imprensa em Angola, durante seu giro pela África, após ser questionada sobre a captura e morte de Muamar Khadafi.Leia mais
Nicolas Sarkozy, presidente da França
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, um dos mais fervorosos patrocinadores da intervenção internacional na Líbia, saudou nesta quinta-feira o "desaparecimento de Muamar Kadhafi como um grande passo na libertação da Líbia". "O desaparecimento de Muamar Kadhafi é um grande passo na luta conduzida há mais de oito meses pelo povo líbio para livrar-se do regime ditatorial e violento imposto durante mais de 40 anos"Leia mais
Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU
"Claramente este dia marca uma transição histórica para a Líbia. O caminho à frente para a Líbia e seu povo será difícil e cheio de desafios. Agora é o momento de todos os líbios se unirem. É um momento de reconstrução e cura", afirmou o secretário-geral da ONULeia mais
Hillary Clinton, secretária norte-americana de Estado
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, soube da morte de Gaddafi no Paquistão, onde realiza uma visita. Segundo a rede CNN, Hillary olhou em seu Blackberry, arregalou os olhos e exclamou: "Uau!". Oficialmente, ela declarou que a "possível" captura de Gaddafi "não garante o fim do conflito na Líbia"Leia mais
David Cameron, premiê britânico
"O povo líbio tem agora uma chance ainda maior, depois dessa notícia, de construir um futuro democrático mais forte", declarou o premiê britânico, David Cameron, após ser informado sobre a morte do ex-ditador Muammar Gaddafi na LíbiaLeia mais
Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores
"O Brasil espera que a violência na Líbia cesse, que as operações militares se encerrem e que o povo líbio siga em suas aspirações e anseios no espírito do diálogo e da reconstrução nacional", afirmou o ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores).Leia mais
Silvio Berlusconi, premiê italiano
"A guerra acabou", declarou Silvio Berlusconi. "Sic transit gloria mundi" (Assim passa a glória do mundo)", comentou, em latim, durante uma reunião com líderes de seu partido.Leia mais
Dmitri Medvedev, presidente russo
"Esperamos que se faça a paz na Líbia e que aqueles que dirigem o Estado possam chegar a um acordo sobre o sistema governamental", disse o presidente russo.Leia mais
Herman Van Rompuy, presidente da União Europeia
O presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, e o chefe da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, celebraram "o fim de uma era de despotismo e repressão" na Líbia. "A morte de Muamar Gaddafi marca o fim de uma era de despotismo e repressão durante a qual o povo líbio sofreu muito tempo."Leia mais
Mark Rutte, primeiro-ministro holandês
"Minha assistente acaba de dizer que Gaddafi foi realmente capturado. Isso aconteceu durante nossas negociações", declarou Rutte. "Fico alegre tenha sido capturado", acrescentou.Leia mais
John McCain, senador americano
"A morte de Gaddafi marca o fim da primeira fase da revolução líbia. Enquanto algumas batalhas finais continuam, o povo líbio libertou seu país", afirmou em um comunicado o legislador republicano pelo Arizona e ex-candidato à presidência dos Estados Unidos em 2008.Leia mais
Departamento de Estado dos EUA
"Nós vimos as informações na mídia, mas não podemos confirmá-las", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Beth Gosselin, sobre a captura e suposta morte de Gaddafi.Leia mais
EUA
CNN americana distribui mundo afora imagens da Secretária de Estado Hillary Clinton enquanto se preparava para dar uma entrevista em Kabul, no Afeganistão.
O cinegrafista da CNN capta os preparativos.
Alguém passa o Blackberry à Secretária.
Ela aperta os olhos – estava sem óculos – lê por um instante e reage, impulsivamente!
WOW !
Uma voz diz que Kadafi pode estar morto.
Hillary sorri e diz: são informações não confirmadas de que Kadafi morreu. Já houve outros informes não confirmados, antes.
Dessa vez, ele morreu.
SONHANDO COM ALÉM DO HORIZONTE
Barbet
20/10/2011
Lá no horizonte,
Naquela pequena faixa colorida,
Aloja-se toda a esperança da humanidade,
Em uma realidade já tão difundida.
Bem lá, ainda ainda neste canto,
Com as palavras de Birri,
Falou-se um dia
Sobre a importância da utopia.
Ele sabiamente respondeu com toda sobriedade:
"Ela encontra-se lá, no horizonte,
Nunca a alcançaremos,
Dez passos damos dez ela se afasta.
Quando mais a procuramos,
Menos a encontramos;
Mais se distancia
Quanto nos aproximamos."
Então para que serve a UTOPIA?!
Ela que alimenta tantos poetas e idealistas,
Habita no coração dos sonhadores...
Ele serenamente respondeu:
Serve para que
"Caminhemos".
* * *
SONHANDO COM ALÉM DO HORIZONTE
Elio Mollo
19/10/2011
Sonhar é bom.
Sonhar além do horizonte,
não podemos dizer que é utopia
e sim uma esperança ativa
para o objetivo almejado alcançar.
Mas não adianta sonhar por sonhar,
há que se lutar, aprender, laborar,
nunca estacionar.
Mesmo se o projeto abortar,
tem que se continuar a sonhar.
O horizonte está em nós,
no esforço que fazemos,
para sermos cada vez melhor no dia a dia.
Não no melhor orgulhoso ou vaidoso,
mas no melhor que podemos oferecer
para vivermos bem uns com os outros.
Na consciência tranquila,
consequência do dever e da justiça cumpridos.
Na amizade valorizada, socializada, fraternizada,
nunca interessada, aprisionada.
Na amizade sincera
com liberdade doada,
de amor incondicional envolvida.
Este é o meu horizonte
O meu sonho de cada noite, de cada dia.
http://www.aeradoespirito.net/PoesiasEM/SONHANDO_COM_O_ALEM_DO_HORIZONTE.html
* * *
Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você
---------
Ao repassar mantenha os créditos desta mensagem
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Aspargos contra o câncer- George Vespasiano
O aspargo (Asparagus officinalis) é um alimento muito nutritivo e contém vitaminas do complexo B (ácido fólico), betacaroteno (provitamina A). O aspargo também é rico em sais minerais, potássio e muitos micronutrientes. Tem pouquíssimas calorias, sem gorduras e colesterol. Também é excelente fonte de glutationa, um antioxidante com forte atividade anticancerígena. Pesquisas nutricionais demonstraram que a glutationa é o agente mais eficaz de desintoxicação no corpo humano.Uma fonte de vitamina A, B, C, cálcio e ferro, os aspargos também fornecem uma grande quantidade de fibras, com cerca de 4 gramas por xícara de vegetal. Depois do suco de laranja, ele é tido como a melhor fonte de ácido fólico, conhecido por diminuir os riscos de doenças do coração, câncer de cólon, doenças do fígado e da espinha.
Os aspargos frescos devem apresentar o talo firme e uma cor uniforme. Eles são mais bem aproveitados se comidos assim que forem comprados. Poderão ser armazenados até três dias em geladeira se forem postos em uma vasilha com seus talos submersos em um pouco de água que os cubra. Outro método de manutenção é enrolar as pontas cortadas em papel umedecido e colocar os aspargos dentro de uma vasilha fechada para ser refrigerada.
Para preparar os aspargos, lave-os em água fresca para remover a sujeira. Retire a parte mais dura do talo (de baixo), por ser muito fibroso. Os aspargos são geralmente cozidos no vapor ou fervidos em água, porém seu sabor é tão delicado que é melhor que sejam cozidos para menos do que para mais. Use-os sozinhos ou como parte de uma salada, preservados para dias de inverno, em sopas, refogados ou fritos rapidamente, em quiches e guisados. Os franceses costumam comê-los quentes com manteiga, enquanto os italianos comem-nos frios com vinagrete.
Fonte de pesquisa: Portal São Francisco
Assassinato é coisa de vocês - Laerte Braga
Sem juízo de mérito sobre suas ações, até porque foi inventado pelos EUA, a família é sócia dos Bush, Osama bin Laden foi assassinado numa operação que não difere em nada daquilo que se imputa a ele. E assim, centenas de opositores das políticas norte-americanas e de Israel ao longo desses anos todos.
Por dia, pelo menos um trabalhador ou resistente é assassinado em Honduras desde o golpe que derrubou o presidente constitucional Manuel Zelaya e forjou uma eleição para legitimar o golpe.
A prática de assassinar adversários é dos governos dos EUA e de Israel.
“Assassinato é coisa de vocês”. Foi o que disse o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad ao Parlamento de seu país sobre as acusações feitas pelo governo de Obama que o Irã estaria envolvido numa tentativa de assassinato do embaixador saudita em Washington.
Ahmadinejad reagiu ao que chamou de “provocação” e foi claro e enfático em dizer que os EUA buscam “aumentar a tensão no Oriente Médio, criar uma crise para justificar atitudes terroristas e tudo em cima de fatos falsos”.
A prática de forjar provas, ou inventar pretextos que se prestem a ações terroristas (as guerras travadas pelos EUA são terrorismo) é antiga e incorporada ao modo de ser dos governos norte-americanos.
George Bush se valeu de armas químicas e biológicas que não existiam no Iraque para invadir, ocupar e saquear o país. Os ataques da OTAN à Líbia já mataram milhares de civis e nem têm sentido ou razão de ser que não o controle do petróleo tanto no Iraque, como na Líbia.
Nas últimas duas semanas o presidente Barack Obama autorizou o assassinato de um norte-americano que seria membro da Al Qaeda, fato que provocou a reação indignada de um senador republicano. Segundo ele a ordem presidencial em si é motivo suficiente para que se abra um processo de impedimento de Obama.
O Oriente Médio, como de resto o mundo inteiro, vive momentos de tensão e luta popular contra governos que representam interesses de bancos, grandes corporações, impõem a classe trabalhadora sacrifícios além do imaginável num terrível desprezo pelos direitos básicos e fundamentais do ser humano.
Contam com a cumplicidade da mídia como um todo na tentativa de forjar uma realidade que acima de tudo amedronte o cidadão comum, crie o pânico e permita a manutenção de um modelo político escravagista e que cada vez mais se enrola numa crise sem tamanho, mas que é do modelo e não pura e simplesmente econômica como tentam fazer crer.
O governo da Arábia Saudita é aliado dos EUA e de Israel no Oriente Médio e uma das ditaduras mais corruptas e sanguinárias daquela região. Enfrenta protestos em escala crescente contra o autoritarismo, a corrupção, o modelo imposto aos sauditas. Ao contrário dos protestos contra o governo da Síria – adversário dos interesses norte-americanos – essa primavera saudita não interessa aos norte-americanos e a Israel. Coloca em risco negócios do petróleo num primeiro plano e negócios gerais no seu todo, além de trazer de volta ao centro do palco a luta de egípcios, jordanianos e outros logrados por seus militares, controlados a partir de Washington.
O Irã, ao contrário desses países, vive um processo revolucionário democrático, se opõe aos EUA e a Israel e os níveis de desenvolvimento alcançados pelo país colocam em risco a hegemonia do terrorismo nazi/sionista no Oriente Médio.
E num momento em que o mundo capitalista começa a afundar em todos os cantos. Em que a Comunidade Europeia vira uma espécie de geleia diante dos protestos populares e das incertezas quanto ao seu futuro.
OCUPA WALL STREET. Mais de cem cidades nos EUA já abrigam acampamentos de norte-americanos revoltados com as políticas de favorecimento a bancos e grandes corporações e se voltam contra o modelo político, à medida que percebem que o chamado processo democrático na concepção do american way life é uma farsa, não muda nada e não se faz governo do povo, pelo povo e para o povo.
Mas dos bancos, das corporações e de uma classe política corrompida em sua maioria pelos donos, pelos principais acionistas desse conglomerado terrorista. ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Ao contrário das “recomendações” de Obama – o executivo atual – sobre direitos humanos em outros países, a polícia nos EUA baixa o sarrafo, prende e arrebenta manifestantes que ocupam centros financeiros exatamente contra essa ganância de banqueiros e grandes corporações que não é nada mais que a característica predadora e exploradora do modelo capitalista.
E isso num ano que antecede as eleições presidenciais, em que está em jogo a renovação da Câmara dos Representantes (maioria dos principais acionistas do conglomerado terrorista), parte do Senado (idem) e o cargo de presidente (gerente executivo de empresas e bancos numa abstração/concreta chamada Casa Branca).
O pretexto, o falso atentado, a tentativa de desviar a atenção dos fatos principais e criar uma “realidade” inexistente, é característica dos EUA, dos seus governos. O Irã é o ideal para esse tipo de prática.
Infunde-se o medo através da mentira e atos de terrorismo justificam a barbárie capitalista. Desde a execução de Troy Davis, a prisões de manifestantes no OCUPA WALL STREET, de crianças palestinas que respondem com pedras aos ataques covardes de tropas de Israel, não importa a dimensão. Se um condenado a morte, se protestos de milhares. O que conta é manter intocados os feudos dos donos do mundo. Mesmo que seja pela via da barbárie, da brutalidade e da boçalidade típicas do capitalismo
A democracia, como a concebem esses senhores, respeitáveis mafiosos, é apenas o chantili que cobre o fétido odor e sabor do capitalismo.
Pura barbárie na insânia dessa gente.
É acordar e lutar ou aceitar resignadamente uma situação em que o ser humano é desprezível objeto para os principais acionistas de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O VÍRUS DO PRECONCEITO - Laerte Braga
Quem imagina que as polícias nos EUA são diferentes das polícias de países como o Brasil, se engana redondamente. A violência e a corrupção andam de mãos dadas e polícia nos EUA, qualquer que seja, é instrumento da classe dominante contra trabalhadores, latinos, negros, asiáticos, na defesa da “propriedade privada”. Numa época conturbada, de muita tensão, a guerra fria entre as duas superpotências (EUA/URSS) o papa João XXIII lançou a encíclica MATER ET MAGISTRA. Entre outras afirmações, considerou a luta armada válida quando esgotados todos os recursos para se alcançar a liberdade, o bem estar.
A polícia de Los Angeles (curiosamente Os Anjos), Califórnia, baixou a borduna nos manifestantes que tentavam protestar contra a ganância de banqueiros, grandes corporações, o modelo político e econômico dos EUA. Chega a 15% o número de norte-americanos que vivem abaixo da linha da pobreza.
Acampamentos em praças públicas para protestos em solidariedade ao movimento OCUPA WALL STREET foram proibidos e as tendas, semelhantes às usadas no Egito para derrubar Mubarak (com apoio de Obama), foram arrancadas com violência, a mesma violência dos esbirros do ditador deposto.
“Faça o que eu falo, não o que eu digo”. Ou “pimenta nos olhos dos outros é refresco”.
A principal porta voz do conglomerado de bancos, grandes empresas e no Brasil de latifundiários, a REDE GLOBO, noticiou os fatos reportando-os como “protestos contra a crise econômica”. Em nenhum momento, no afã da mentira, da desinformação, dos serviços prestados aos donos, a GLOBO falou em protestos contra a ganância de banqueiros e grandes corporações, ou deu a conhecer as dimensões do movimento.
Nos países da Comunidade Européia 5% da população vivem abaixo da linha da pobreza e nos países do Leste Europeu a situação é mais grave ainda. O controle dos antigos países comunistas está em mãos de máfias. Banqueiros, corporações, traficantes de drogas, de mulheres, etc.
Esses sintomas de desagregação, de preconceitos, de barbárie começam a chegar ao Brasil em pequenas manifestações de setores de nosso País. Uma ofensiva do terrorismo sionista pretende tornar o estudo do Holocausto – como se o sofrimento fosse privilegio deles – obrigatório em todo o Brasil e já o conseguiram em uma cidade, Porto Alegre e num estado, o Rio de Janeiro.
São braços dos controladores de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Uma cidadã brasileira muçulmana foi impedida de fazer uma prova para renovação de sua carteira de motorista na cidade de São Bernardo do Campo, ABC paulista, por ter se negado a retirar o véu que usava. Ahlam Abdul El Saifi, de 29 anos, foi advertida que para continuar a prova teria que retirar o véu.
O fato ocorreu no CFC – CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES – daquela cidade. O xeque Jihad Hassan Hammadeh, da União Nacional das Entidades Islâmicas no Brasil denunciou o acontecimento como sendo “discriminação religiosa”.
A auto-escola onde era realizada a prova através de seu proprietário Neoclair Santo Silvestrini afirmou que considerou a proibição um absurdo. “Mas ninguém fez por maldade nem por discriminação. Foi por medo de ser punido pelo DETRAN”.
O sindicato das auto-escolas tentou escorregar, atribuir tudo a um mal-entendido. O DETRAN, por sua vez, divulgou nota afirmando que “repudia veemente qualquer preconceito e condena a situação ocorrida pela manhã em São Bernardo do Campo”. Segundo o DETRAN nada justifica a conduta da direção do Centro de Formação de Condutores. Anuncia um inquérito para “apurar os fatos e tomar as medidas cabíveis, que incluem, inclusive, a possibilidade de descredenciamento da auto-escola”.
Ou seja, ninguém fez nada, só Ahlam que não conseguiu fazer sua prova.
São Paulo é governado por um representante da organização terrorista OPUS DEI e o DETRAN vive sob investigações por corrupção.
De um modo geral infecções generalizadas começam com pequenos pontos no corpo e vão tomando conta de todo o resto. Tenha sido o fiscal do DETRAN, ou o dono da auto-escola, refletiram o que a mídia vende diariamente tentando transformar muçulmanos em terroristas, cidadãos de segunda categoria, como o fazem com trabalhadores de um modo geral.
Os rebeldes líbios armados pela organização terrorista OTAN destruíram a casa do presidente Muammar Gadaffi. Para isso usaram um trator. Empreiteiras norte-americanas, inglesas e governo corrupto que se forma devem participar do processo de reconstrução do país.
É a boçalidade do capitalismo que segundo a GLOBO se resume a protestos contra a crise econômica.
Que crise? A ganância de banqueiros? Das grandes corporações? Dos latifundiários brasileiros?
O que os acampados em New York e que começam a se espalhar por todo o território da extinta nação norte-americana (é hoje braço do conglomerado terrorista controlado por Israel), por todos os países da Comunidade Européia querem é fim do modelo, do capitalismo por sua natureza excludente, perversa e bárbara.
Com a África dizimada em guerras montadas por Washington, mercenários de bancos e grandes corporações, o Oriente Médio convulsionado e desejoso de libertar-se da barbárie capitalista irradiada a partir de Israel, os norte-americanos derrotados no Afeganistão (ao lado dos britânicos, principal colônia do conglomerado terrorista na Europa), centenas de milhares morrendo de fome em todos os cantos – exceto Cuba – os grandes estão à beira da falência e governos fantoches aceitam as regras à revelia de seus povos no arremedo de democracia que caracteriza o modelo.
O espetáculo vendido diariamente pela mídia, entre nós GLOBO e menores, todos nos bolsos dos donos.
Quem quer que tenha impedido Ahlam de fazer sua prova – mesmo porque sua carteira apresentava uma foto com véu – traz à tona o preconceito que se encontra a cada instante que o anúncio com a modelo Gisele Bunchen transforma a mulher em melancia, melão, miss laje, etc.
É um vírus que começa a ser difundido no Brasil. A passividade dos governos federal, estaduais e municipais acaba tornando-se cúmplice. O Brasil é grande demais para despertar apetites dessas quadrilhas, mas é grande também para que possamos reagir e ir às ruas impedir que a barbárie nos atinja mais que já atinge.
Não há de ser uma prova para renovação de carteira de motorista que vai fazer ruir o Estado, ou transformar-se numa tempestade em copo de água. Não é não. É um pequeno retrocesso que se espalha por todo o tecido social e tenta nos conduzir à condição de entreposto do capital estrangeiro. Do capitalismo bárbaro e selvagem condenado no movimento OCUPA WALL STREET.
O dono da auto-escola ou o fiscal do DETRAN nem têm consciência de nada. São apenas peças nessa engrenagem capitalista que suga cada trabalhador, cada excluído e que a GLOBO vende como paraíso. Basta ver os caras que dormiram três dias em filas mundo afora para comprar um brinquedinho eletrônico.
Sai o touro de Wall Street, entra Steve Jobs e milhões de robotizados.
A polícia de Los Angeles (curiosamente Os Anjos), Califórnia, baixou a borduna nos manifestantes que tentavam protestar contra a ganância de banqueiros, grandes corporações, o modelo político e econômico dos EUA. Chega a 15% o número de norte-americanos que vivem abaixo da linha da pobreza.
Acampamentos em praças públicas para protestos em solidariedade ao movimento OCUPA WALL STREET foram proibidos e as tendas, semelhantes às usadas no Egito para derrubar Mubarak (com apoio de Obama), foram arrancadas com violência, a mesma violência dos esbirros do ditador deposto.
“Faça o que eu falo, não o que eu digo”. Ou “pimenta nos olhos dos outros é refresco”.
A principal porta voz do conglomerado de bancos, grandes empresas e no Brasil de latifundiários, a REDE GLOBO, noticiou os fatos reportando-os como “protestos contra a crise econômica”. Em nenhum momento, no afã da mentira, da desinformação, dos serviços prestados aos donos, a GLOBO falou em protestos contra a ganância de banqueiros e grandes corporações, ou deu a conhecer as dimensões do movimento.
Nos países da Comunidade Européia 5% da população vivem abaixo da linha da pobreza e nos países do Leste Europeu a situação é mais grave ainda. O controle dos antigos países comunistas está em mãos de máfias. Banqueiros, corporações, traficantes de drogas, de mulheres, etc.
Esses sintomas de desagregação, de preconceitos, de barbárie começam a chegar ao Brasil em pequenas manifestações de setores de nosso País. Uma ofensiva do terrorismo sionista pretende tornar o estudo do Holocausto – como se o sofrimento fosse privilegio deles – obrigatório em todo o Brasil e já o conseguiram em uma cidade, Porto Alegre e num estado, o Rio de Janeiro.
São braços dos controladores de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.
Uma cidadã brasileira muçulmana foi impedida de fazer uma prova para renovação de sua carteira de motorista na cidade de São Bernardo do Campo, ABC paulista, por ter se negado a retirar o véu que usava. Ahlam Abdul El Saifi, de 29 anos, foi advertida que para continuar a prova teria que retirar o véu.
O fato ocorreu no CFC – CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES – daquela cidade. O xeque Jihad Hassan Hammadeh, da União Nacional das Entidades Islâmicas no Brasil denunciou o acontecimento como sendo “discriminação religiosa”.
A auto-escola onde era realizada a prova através de seu proprietário Neoclair Santo Silvestrini afirmou que considerou a proibição um absurdo. “Mas ninguém fez por maldade nem por discriminação. Foi por medo de ser punido pelo DETRAN”.
O sindicato das auto-escolas tentou escorregar, atribuir tudo a um mal-entendido. O DETRAN, por sua vez, divulgou nota afirmando que “repudia veemente qualquer preconceito e condena a situação ocorrida pela manhã em São Bernardo do Campo”. Segundo o DETRAN nada justifica a conduta da direção do Centro de Formação de Condutores. Anuncia um inquérito para “apurar os fatos e tomar as medidas cabíveis, que incluem, inclusive, a possibilidade de descredenciamento da auto-escola”.
Ou seja, ninguém fez nada, só Ahlam que não conseguiu fazer sua prova.
São Paulo é governado por um representante da organização terrorista OPUS DEI e o DETRAN vive sob investigações por corrupção.
De um modo geral infecções generalizadas começam com pequenos pontos no corpo e vão tomando conta de todo o resto. Tenha sido o fiscal do DETRAN, ou o dono da auto-escola, refletiram o que a mídia vende diariamente tentando transformar muçulmanos em terroristas, cidadãos de segunda categoria, como o fazem com trabalhadores de um modo geral.
Os rebeldes líbios armados pela organização terrorista OTAN destruíram a casa do presidente Muammar Gadaffi. Para isso usaram um trator. Empreiteiras norte-americanas, inglesas e governo corrupto que se forma devem participar do processo de reconstrução do país.
É a boçalidade do capitalismo que segundo a GLOBO se resume a protestos contra a crise econômica.
Que crise? A ganância de banqueiros? Das grandes corporações? Dos latifundiários brasileiros?
O que os acampados em New York e que começam a se espalhar por todo o território da extinta nação norte-americana (é hoje braço do conglomerado terrorista controlado por Israel), por todos os países da Comunidade Européia querem é fim do modelo, do capitalismo por sua natureza excludente, perversa e bárbara.
Com a África dizimada em guerras montadas por Washington, mercenários de bancos e grandes corporações, o Oriente Médio convulsionado e desejoso de libertar-se da barbárie capitalista irradiada a partir de Israel, os norte-americanos derrotados no Afeganistão (ao lado dos britânicos, principal colônia do conglomerado terrorista na Europa), centenas de milhares morrendo de fome em todos os cantos – exceto Cuba – os grandes estão à beira da falência e governos fantoches aceitam as regras à revelia de seus povos no arremedo de democracia que caracteriza o modelo.
O espetáculo vendido diariamente pela mídia, entre nós GLOBO e menores, todos nos bolsos dos donos.
Quem quer que tenha impedido Ahlam de fazer sua prova – mesmo porque sua carteira apresentava uma foto com véu – traz à tona o preconceito que se encontra a cada instante que o anúncio com a modelo Gisele Bunchen transforma a mulher em melancia, melão, miss laje, etc.
É um vírus que começa a ser difundido no Brasil. A passividade dos governos federal, estaduais e municipais acaba tornando-se cúmplice. O Brasil é grande demais para despertar apetites dessas quadrilhas, mas é grande também para que possamos reagir e ir às ruas impedir que a barbárie nos atinja mais que já atinge.
Não há de ser uma prova para renovação de carteira de motorista que vai fazer ruir o Estado, ou transformar-se numa tempestade em copo de água. Não é não. É um pequeno retrocesso que se espalha por todo o tecido social e tenta nos conduzir à condição de entreposto do capital estrangeiro. Do capitalismo bárbaro e selvagem condenado no movimento OCUPA WALL STREET.
O dono da auto-escola ou o fiscal do DETRAN nem têm consciência de nada. São apenas peças nessa engrenagem capitalista que suga cada trabalhador, cada excluído e que a GLOBO vende como paraíso. Basta ver os caras que dormiram três dias em filas mundo afora para comprar um brinquedinho eletrônico.
Sai o touro de Wall Street, entra Steve Jobs e milhões de robotizados.
sábado, 15 de outubro de 2011
Militares Continuam Espionando Movimentos Sociais - Vanderley Caixe
Documento do Exército comprova que militares continuam espionando movimentos sociais, lideranças políticas, sindicais e populares. Matéria desta semana de Carta Capital assinada pelo repórter Leandro Fortes traz a denúncia. Fortes teve acesso ao Manual de Campanha e Contra-Inteligência do Exército que revela que os militares continuam agindo como no tempo da ditadura. Em entrevista à repórter Lúcia Rodrigues, Fortes afirma que até mesmo órgãos do governo estão na mira dos arapongas. O documento encontrado por ele é de abril de 2009, mas o ministro da Defesa, Celso Amorim, desconhecia sua existência. Segundo o repórter o Manual de espionagem foi produzido pelo Exército com o aval do ex-ministro Nelson Jobim.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO – O QUE A GLOBO ENTENDE DISSO? - Laerte Braga
O que a GLOBO pensa e acha ao omitir a extensão dos protestos nas principais cidades dos Estados Unidos, o movimento OCUPA WALL STREET?
Quem se der ao trabalho de assistir os seis minutos do vídeo neste endereço
http://www.vimeo.com/30081785
Vai ter uma idéia do movimento e vai poder sentir a falência do american way life, construído sobre os povos do mundo e sob o poder dos banqueiros, das grandes corporações e da barbárie que praticam mundo afora.
Os norte-americanos começam a acordar e a perceber que também são lesados e ludibriados pelo capitalismo.
Milhões de cidadãos das mais variadas idades acorrem às ruas a partir de New York, nas principais cidades do país. Homens, mulheres, jovens, idosos, todos protestando contra a principal característica do capitalismo – “a exploração do homem pelo homem”.
A barbárie legitimada no terror das bombas despejadas no Iraque, no Afeganistão, na Líbia, no bloqueio contra Cuba, como antes na Coréia, no Vietnã, as múltiplas intervenções em países latino-americanos, o massacre do povo palestino para o qual Obama volta as costas.
Os EUA hoje são um conglomerado controlado por grupos sionistas que têm sua base no governo fascista de Israel.
E isso os cidadãos norte-americanos começam a perceber também.
Obama ou qualquer outro presidente é mero fantoche nesse processo. Reagan sofria do mal de Alzheimer e isso foi escondido nos seus oito anos de mandato, na verdade cumpria apenas o papel de um ator de segunda categoria.
Bush foi um tresloucado eleito na fraude e em nome das corporações e bancos.
Não há um sistema de saúde pública nos EUA. Não existem investimentos em educação. Cresce o desemprego, o número de sem teto. A fome começa a ser uma realidade na primeira potência do mundo (em Cuba, segundo a Organização Mundial de Saúde, o índice de desnutrição infantil é zero).
Sobram bombas, sobra violência, sobram bancos socorridos com o dinheiro do cidadão comum, grandes empresas, sobra a ganância das elites políticas e econômicas que controlam Washington e impõem um arremedo de democracia.
Milhões de norte-americanos nas ruas querem o fim desse estado de coisas. Não acreditam mais no capitalismo.
O brasileiro que assiste ao JORNAL NACIONAL não vê nada disso. Iria contrariar os interesses dos que pagam e sustentam a grande mentira nacional, a mídia à frente o grupo GLOBO.
E pior ainda. Querem arrastar o mundo a uma situação caótica para salvar seus poderosos e ricos cofres montados no seu arsenal predador.
Hiroshima e Nagazaki, dois exemplos da estupidez e da boçalidade dessa gente.
No primeiro dia de manifestações cerca de700 presos. O movimento ecoou em todo o país e nos dias seguintes a impotência dos governos e dos que os movimentam, os controladores, no medo do povo que desperta.
França e Alemanha, as principais economias da Comunidade Européia preparam-se para enfrentar crises semelhantes e reações populares. Sarkozy e Ângela Merkel estão prontos a sacrificar cidadãos comuns, trabalhadores, em favor de bancos e grandes conglomerados empresariais.
Itália e Espanha enxergam o tamanho do abismo e o povo grego levanta-se contra as imposições do terrorismo de banqueiros e empresas.
Os que movem, fazem e desfazem governos.
Portugal vê a perspectiva de desintegrar-se numa crise sem tamanho.
A antiga Grã Bretanha (Micro-Bretanha) é ficção. Escora-se na decadência do modelo e no formol que conserva Elizabeth II.
Segundo Miriam Leitão eles estão certos. É pule de dez para a próxima vaga na Academia Brasileira de Letras, departamento do grupo GLOBO desde a eleição de José Sarney, passando por Roberto Marinho e agora Merval Pereira.
Fátima Bernardes telefonou para o marido na Copa do Mundo, queria que ele mandasse bater no técnico Dunga. É o que dito não quis dar uma entrevista exclusiva e numa madrugada.
Liberdade de expressão é o povo nas ruas mostrando o caminho e expurgando todos esses criminosos que tomaram conta do mundo, de nosso País inclusive.
Ameaçam, no Brasil, com uma grande marcha contra a corrupção. A GLOBO? A FOLHA DE SÃO PAULO? VEJA? Militares escondidos atrás da saia da anistia com medo de ver revelado o verdadeiro caráter do movimento golpista de 1964?
E os corruptores? As grandes empresas, os bancos, os latifundiários que compram lotes de deputados e senadores, governadores e prefeitos, vereadores, autoridades do Judiciário e deitam e rolam.
Daniel Dantas? Eike Batista? Ermírio de Moraes?
Nos Estados Unidos os norte-americanos estão se levantando e querem que esse tipo de gente dê o fora.
São cânceres no processo democrático.
É hora de ir para as ruas aqui e em todos os lugares. O modelo faliu e vai tentar sobreviver à custa de muito sangue de trabalhadores.
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