sexta-feira, 18 de novembro de 2011



The End
Barbet
18 novembro 2011

O "imenso vazio" apresenta-se,
Vestido de forma elegante,
Começando sempre com palavras doces
E maneiras inquietantes.

No olhar uma frieza profunda,
Inunda o ambiente requintado,
Deixando teu corpo novamente inerte frente,
A tão obscura mentalidade.

Cai uma neve branca,
Cingida de vermelho sangue,
Arrastando os mais suaves sonhos,
De um descuidado vigilante.

Chora toda a tua dor,
Derrama as lágrimas desse desamor,
Pelo menos sabes a realidade,
De um impensado fulgor.

Não importa o que sentes,
O "nada" não observa a ti,
Digo-te segue em frente,
Não existe como
Persistir.

***

DOMINIQUE STRAUSS KAHAN E JULIAN ASSANGE - AS TIAS DOS TEMPOS DE JK - Laerte Braga


Sérgio Porto no seu inesquecível Stanislaw Ponte Preta tinha uma tia. Zulmira. Senhora de larga experiência na vida, capaz de percepção da realidade num átimo e de sabedoria incrível. Todos nós temos tias. Eu por exemplo, dentre as respeitáveis, tenho no cesto uma que é pilantra de quatro costados. Nada a ver com tia Zulmira ou tantas outras. Cai de quatro ao ver cheiro de dinheiro. Se o figurão tiver titulo, seja comendador, desembargador, conde, o que for, então, vai caindo de quatro e resfolegando amor eterno. Adora juntar remédios vencidos e doar para os “pobres” da paróquia. Sábio, o pároco joga fora.
Adora broches e jogos de chá alheios.
Dominique Strauss Kahan, ex-diretor do FMI – Fundo Monetário Internacional – tem um monte de tias. A justiça francesa, detetives particulares para vasculharem a vida de suas conquistas e uma incrível vocação Sílvio Berlusconi. A diferença está que um canta a Marselhesa, outro não.
Julian Assange não tem esse tipo de tia. A colônia inglesa quer extraditá-lo para a Suécia, numa operação triangular que possa acabar em Washington e pena de prisão perpétua.
Uma prostituta francesa declarou a jornais de seu país que participou de várias “festas” promovidas por Strauss Kahan. Bem remunerada – de causar inveja a muitas “tias” – e apreciou a “incrível energia” do político francês.
O processo contra o principal responsável pelo site WIKILEAKS começou numa cidade sueca, foi arquivado por falta de provas a pedido do próprio Ministério Público, ou que nome tenha lá e reaberto em Estocolmo a pedido do governo dos EUA. Para um faltavam provas, para outro bastou um grito de Washington.
Registre-se que Suécia e Grã Bretanha são colônias membros da Comunidade Européia, grande protetorado norte-americano na Europa.
O crime de Assange não foi promover festas com prostitutas, ou agarrar uma camareira de um hotel em New York (embora eu creia que nesse caso Strauss Kahan tenha sido vítima de armação e por conta da “fama”).
Foi o de revelar crimes cometidos pelos norte-americanos em suas ações “libertadoras” mundo afora, as barbáries da OTAN e aqui entre nós, que William Waack, jornalista global, é espião dos EUA.
Um terceiro personagem nessa história. Brad Manning. Soldado do exército dos EUA acusado de repassar documentos secretos a Assange revelando toda a “preocupação” do complexo terrorista ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A com o resto do mundo. Está preso em condições sub humanas. Sobral Pinto invocaria a lei universal de proteção aos animais.
Dominque Strauss Kahan, como Sílvio Berlusconi, escapa de todas as sanções e punições possíveis sob o manto protetor da tia justiça. Assange corre o risco de ser extraditado para a Suécia e o governo de Estocolmo – governadoria geral dos EUA na colônia nórdica – enviá-lo a Washington, em nome da ordem, da paz, da democracia e da “ajuda humanitária”.
Um jeito de engaiolá-lo em prisão perpétua sem direito a condicional, uma submissão de Grã Bretanha e Suécia capaz de corar qualquer tia, por mais despudorada que seja.
Bueñel sabia como tratar tias assim. “O Discreto Charme da Burguesia”. Não tem nada a ver com perfume francês, mas com lixo.
Não sei porque, mas isso me lembra Marcelo Rossi num shopping abençoando fiéis e contando os livros vendidos, enquanto sentava a pua em seu concorrente mais próximo dentro da “santa igreja”, Fábio Melo. Aí é tio, Bento XVI.
Afaga os pimpolhos e conta os sacos de dinheiro. Aprendeu com Edir Macedo.
Tirando fora esse negócio de tia e tio, sem enfiar sobrinha chegada a um cheirinho no meio, o negócio é a tal da democracia. A viagem é em carros da década de cinqüenta.
Viva JK.
Que o digam os gregos sentindo os coturnos nazistas de tia Ângela Merkel, com as bandeiras dos bancos falidos e necessitados da piedade dos trabalhadores. Só que com um baita chicote para ordenar essa piedade.
Dá até para dar um pulo por aqui, outra vez, pegar a Chevron no contrapé e a GLOBO no silêncio podre de mídia comprada. Eita história mal contada.
Se forem “inocentes”, pode ter certeza que tanto Sérgio Cabral como Luciano Huck são culpados e em breve lançamentos imobiliários fantásticos na Barra da Tijuca, o garoto propaganda deve ser Zico.
A ressurreição da Rocinha.
A extradição de Assange é um crime sem que se possa medir as proporções, exceto a de constatar que governos como o dos EUA de suas colônias que formam a tal Comunidade Européia são como que um IV Reich saindo da catacumbas e assentados em um tamanho arsenal nuclear que transforma o mundo num lugar sombrio, triste e sem gente, ou só com zumbis.
A preocupação maior deve ser como é que Juan Carlo de Bourbon vai fazer para caçar búfalos na Suíça a cinco mil dólares por cabeça.
Os povos que saem às ruas indignados com toda essa barbárie, com toda essa virulência democrática não contam. Em New York a polícia baixa o cacete alguém precisa conseguir ajuda humanitária para que os EUA respeitem direitos básicos e fundamentais, ou é só a Líbia que entra na lista de bombas da OTAN?
Os dois novos primeiros-ministros da Grécia e da Itália são ligados a banqueiros –Berlusconi é banqueiro também, mas meteu os pés pelas mãos.
O que está acontecendo é uma espécie de ajuste de contas, busca de equilíbrio fiscal, superávit primário na extorsão capitalista imposta ao mundo.
E a turma aqui dá pulos quando uma agência reguladora aumenta a nota do Brasil. É assustador.
Esse aumento é uma espécie de sinal de fumaça que a tia crise vem por aí, estão organizando o saque e em breve estaremos sob fogo cerrado das tias norte-americanas, seus banqueiros e suas grandes corporações.
No mais é só aguardar a profecia de Roger Noriega feita nas páginas de VEJA. Chávez morre em seis meses e a Venezuela vira o caos, os mariners terão que salvar o país.
Vai daí que Assange paga o pato da democracia e da informação livre para o gáudio dos “idiotas” na classificação feita por William Bonner, a turma que gosta de achar que “se não deu no JORNAL NACIONAL não aconteceu”.
Quem faz coro com essa afirmação é o bandido Ricardo Teixeira.
Haja tia e muito cuidado com boutiques.
Se bobear Dominique Strauss Kahan ainda acaba presidente da França, próxima vítima da “crise” nesse tabuleiro de ajuste da nova ordem econômica. A imperialista capitalista.
No mínimo vão chamar o secretário de relações exteriores do PT – no rodízio da pelegada – com o objetivo de explicar tudo fazendo top top.
José Serra vai atrás espargindo o incenso, FHC dando a bênção e Alckimin montado em cavalo da PM com a bandeira da USP como troféu. Aécio sobra, não é páreo para essa gente. Órfão desse tipo de tia acima descrito.

Para todos os Membros do Congresso dos EUA:

Enquanto cidadãos preocupados, apelamos aos senhores e senhoras para que lutem por uma Internet livre e aberta, e votem contra o Protect IP Act e o Stop Online Piracy Act. A Internet é uma ferramenta muito importante para as pessoas ao redor do planeta trocarem ideias e trabalharem coletivamente na construção de um mundo que todos queremos. Insistimos que mostrem uma verdadeira liderança global e façam tudo que estiver ao seu alcance para proteger esse pilar fundamental das nossas democracias mundo afora.
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O relógio que você tem no pulso - Laerte Braga

É possível encontrar uma variedade incrível de relógios de pulso em oferta nas várias lojas do ramo. O distinto cidadão pode encontrar relógios com aparência de Cartier vendidos no camelô da esquina e autênticos Bugati onde ele cidadão distinto não tem acesso.


Há alguns anos atrás havia nos relógios movidos a corda uma peça chamada cabelo. Sensível, a peça era responsável pelo tic tac e deveria estar sempre regulado. Uma queda, por exemplo, poderia entortar o cabelo e pronto, era preciso trocá-lo.

Não sei se os relógios de hoje têm cabelo, acredito que não. Na era digital uma parte é fabricada na China por empresas que usam trabalho escravo, outra na Indonésia, com o mesmo perfil, algumas no Timor, enfim, a junção é feita num porto livre qualquer, Manaus por exemplo.
Em tempos passado um trabalhador de uma fábrica de relógios olhava o produto final na vitrine de uma loja e sabia que determinada peça fora posta por ele. Hoje não. Sumiram as referências, desapareceu a identidade do produto, sumiu a do trabalhador.
O PCB – Partido Comunista Brasileiro – (nada a ver com o PC do B S/A, empresa que atua no Ministério dos Esportes, em ONGs, UNE e outros departamentos), em sua Conferência Nacional realizada no fim de semana passada no Rio de Janeiro reafirmou a importância de um pacto de solidariedade internacional contra o imperialismo e o capitalismo.
É fácil entender isso, é necessário perceber o sentido desse pacto para o dia a dia do processo político e do seu papel na construção de outro processo maior, o da revolução socialista.
Longe de retomar uma linguagem que insistem em dizer superada – e o fazem exatamente para alienar, vender a ideia do espetáculo como modo de vida (e o espetáculo pode ser degradante e o é) – traz de volta o debate da essência do ser humano como tal.
Ser ou não rês. É o dilema.
Roger Noriega é um funcionário da diplomacia norte-americana especialista em golpes de estado, terrorismo de Estado, e chegou a ocupar o cargo de subsecretário do Departamento de Estado no governo de George Bush. Nesse mesmo período foi embaixador de seu país na OEA – Organização dos Estados Americanos.
A história do Brasil registra, pouco antes do golpe militar de 1964, a descarada tentativa dos Estados Unidos de intervir nas eleições de 1962 em nosso País. Foram eleitos senadores, deputados federais e estaduais, alguns governadores, prefeitos e vereadores.
Uma organização de nome INSTITUTO BRASILEIRO DE AÇÃO DEMOCRÁTICA se estruturau de uma forma impressionante (revistas, jornais, comprou boa parte da nossa mídia privada, juntou empresários arrecadando fundos a fundo perdido) e tocou as campanhas eleitorais da extrema-direita, tudo no afã de preparar o caminho para afastar o então presidente constitucional do Brasil, João Goulart.
As formas de assim o fazê-lo eram as de sempre. Escorados em mentiras e fatos que criavam, infundiam o medo e o alvo era o comunismo (comunistas comiam crianças e matavam idosos). Tinham a cumplicidade de boa parte da cúpula da Igreja Católica, ainda preponderante em nosso País. Num certo olhar perderam as eleições, noutro não. Aquilo era só um primeiro ato do golpe militar.
Roger Noriega deu uma entrevista para a revista VEJA, as tais página amarelas. Aquelas que no catálogo telefônico ou em VEJA vendem e compram tudo em função de interesses das elites políticas e econômicas do País.
Segundo Noriega e isso é uma patologia clássica dos norte-americanos e da extrema-direita, escolher um alvo, demonizá-lo e abrir espaços para intervenções que tanto podem ser no controle de governos (o governo Dilma oscila entre ser e não ser, a presidente é menor que o cargo que ocupa, foi a opção que restou ao PT, hoje um partido recheado de pelegos), mas escolhem um alvo e criam “realidades fantasmagóricas” em cima desses “fatos”, dessas “realidades” e deitam e rolam no que é de fato verdade. A ação imperialista e capitalista de um complexo militar e industrial associado ao setor financeiro, com o qual dominam o mundo.
Segundo Noriega, num delírio pensado, estudado, existem ligações entre o narcotráfico e o governo do Irã e por conta disso o Brasil não está imune a atentados terroristas, principalmente à época da Copa do Mundo, em 2014.
Noriega fala da “ação terrorista” na chamada Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Uruguai), mostra os riscos cada vez maiores diante da “teimosia” do governo brasileiro em não aceitar políticas conjuntas de combate a esse “terrorismo” e vai mais além.
Estende-se à Venezuela ao dizer que o presidente Hugo Chávez está doente, vai morrer em seis meses e os conflitos que se seguirão à “morte” de Chávez serão fatores determinantes para a intervenção militar dos EUA (petróleo).
Os EUA são uma grande mentira na megalomania de potência capaz de destruir o mundo cem vezes se necessário for com seu arsenal nuclear. É um arremedo de nação, um complexo terrorista associado e hora dominado por Israel.
Colocam seus coturnos fascistas na Comunidade Europeia a partir de colônias como a Grã Bretanha, a Alemanha e a França, subjugam gregos, italianos, portugueses e quem mais se opuser a seus apetites imperiais. Estendem esses tentáculos a África, ao Oriente Médio em ações de guerra fundadas em mentiras como no caso do Iraque, da Líbia, tanto quanto sustentam ditaduras como a da Arábia Saudita, do Iêmen e têm seu principal parceiro na região, Israel, enfim, a patologia capitalista não tem limites em sua insânia.
Nero quando quis um bode expiatório para suas loucuras tocou fogo em Roma, foi tocar harpa e culpou os cristãos. O que se seguiu foi a barbárie que a história registra. Hitler tascou fogo no Parlamento e culpou os comunistas. Foi o pretexto que necessitava para controle absoluto da Alemanha e mais tarde uma guerra que dizimou a Europa, matou milhões de pessoas.
Os EUA tanto inventam armas químicas e biológicas no Iraque, como “intervenção humanitária” na Líbia, suposto terrorismo no Brasil, numa espécie de rede que lhes permita manter o controle dos “negócios” e continuar sobrevivendo às custas da exploração sobre povos de todo o mundo.
VEJA, como a mídia privada brasileira (GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE SÃO PAULO, RBS, ESTADO DE MINAS, ÉPOCA, etc) são apêndices, braços desse processo. Não têm escrúpulos, compromisso algum com o Brasil e os brasileiros. Mas com os que pagam.
Tanto faz que seja William Waack apontado pelo WIKILEAKS como agente norte-americano, ou o Bonner, que só disfarça essa característica, até porque, como disse a estudantes e professores de jornalismo que visitaram a redação do JORNAL NACIONAL, o telespectador “é um idiota”. Usou o eufemismo Homer Simpson.
E deve ter alguma razão, pois os índices de audiência a despeito de uma queda continuam altos e lhe permitem manter a liderança.
Do Brasil querem a água, o petróleo, o nióbio, todas as riquezas minerais, o controle total e absoluto, que significam em submissão plena de nossos governos, caso do governo FHC. Tomava broncas homéricas de Bil Clinton quando não fazia as “coisas certas”.
Dos brasileiros querem nos transformar em zumbis caminhando pelas ruas sem vontade, sem espírito crítico, medrosos e aceitando todo o poderio dos tênis NIKE, ou das mais variadas marcas de chicletes, acreditando que somos uma potência.
O desejo real é que sejamos a grande base dos EUA para toda a América Latina.
Nossas forças armadas em sua imensa e esmagadora maioria são subordinadas a Washington.
Não têm a menor preocupação com a soberania e a independência do Brasil, o discurso patriótico é canalha como afirma Samuel Johnson (o golpe de 1964 destruiu o que havia de digno nas forças armadas e a reconstrução é lenta).
Os braços desse complexo terrorista – EUA e ISRAEL – são muitos. O tratado de livre comércio assinado por Lula com Israel abriu as portas do Brasil a agentes da MOSSAD – serviço secreto de Israel, especialista em assassinatos, extorsões, tortura, etc – e permite que se infiltrem, a guisa de orientação, treinamento, etc, em instituições como a Polícia Federal, polícias estudais (militar e civil), em todos os setores chaves da economia (Israel controla a nossa indústria de armas), numa grande rede que vai se fechar quando submeterem o Brasil a seus interesses.
O caso do combate à corrupção, arma que usam sem pejo, mesmo sabendo que a corrupção é parte do capitalismo e do imperialismo. Investigações simples levariam para a cadeia figuras como José Sarney, José Serra, FHC, Aécio Neves, Geraldo Alkcimin, boa parte doa grandes banqueiros e empresários brasileiros, enfim, só não o fazem porque não o querem, são controlados, digamos assim, por esses interesses.
Roger Noriega lembra a figura sinistra de Dan Mitrione. O agente da CIA que em tempos de ditadura veio ensinar aos militares e aos grupos de repressão métodos de tortura, de investigação recheados de brutalidade e violência.
VEJA é o instrumento midiático usado para veicular e gerar esse medo, criar essa falsa realidade. Como o grupo GLOBO e toda a grande mídia.
O governo Dilma é só um amontoado de meu Deus me ajuda, tonto e perdido em meio a estatura política da presidente, menor que o cargo que ocupa, cheio de inconsequentes como o tal Lupi – Ministro do Trabalho – e que a cada dia serve-se em bandeja de alumínio, nem de prata é, a esses interesses e propósitos.
O Brasil cresce? Claro, mas como rabo de cavalo, para baixo, pois os donos de crescimento não são os brasileiros, com todo o argumento diminuição das camadas mais pobres ou excluídas.
Não somos senhores do nosso progresso que resta privilégio de grupos empresariais nacionais e internacionais. E esses não têm nem pátria e nem compromisso com a classe trabalhadora.
O pacto proposto pelo PCB em sua Conferência Nacional, o diagnóstico feito no evento, é perfeito em todos os sentidos e o tratamento só resultará em cura com a luta nas ruas, a organização popular, a construção do processo revolucionário. Um pacto de solidariedade anti capitalista e anti imperialista.
E esse não será com alianças espúrias em função de eleições. O mundo institucional está falido.
Será nas ruas, mas longe de ser viável sem organização e diretrizes claras. Do contrário acontece o que aconteceu no Egito. Sai Mubarak, ficam os generais de Mubarak. Não muda nada.
A peça de relógio produto de trabalho escravo na China tem a ver com cada um de nós quando escolhemos um deles na vitrine. Ou compramos um “Cartier legítimo” no camelô.
Muito mais da metade das bolsas das madames paulistas que discutiram a USP num chá de fofocas é falsificada, a despeito das marcas pomposas. É a hipocrisia das elites, outra patologia do capitalismo.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



Ontem, os deputados federais mostraram a cara e não votaram o projeto de lei FICHA LIMPA? - EVANDRO

1 MINUTO DE SILÊNCIO!
Ontem, os deputados federais mostraram a cara e não votaram o projeto de lei FICHA LIMPA.. Para quem não sabe, ontem, foi rejeitada a votação, na Ordem do Dia da Câmara Federal, o Projeto de Lei FICHA LIMPA, que impede a candidatura a qualquer cargo eletivo, de pessoas condenadas em primeira ou única instância ou por meio de denúncia recebida em tribunal – no caso de políticos com foro privilegiado – em virtude de crimes graves, como: racismo, homicídio, estupro,homofobia, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas..
A IMPRENSA FOI CENSURADA E ESTÁ IMPEDIDA DE DIVULGAR ! PORTANTO, VAMOS USAR A INTERNET,PARA DAR CONHECIMENTO AOS OUTROS 198.000.000 DE BRASILEIROS QUE OS DEPUTADOS FEDERAIS TRAÍRAM O POVO!Espalhe esta notícia; segundo dados, uma mensagem da internet enviada a 12 pessoas, no fim do dia chega a 30.000 usuários. Vamos espalhar!

Campanha causa alvoroço ao mostrar líderes se beijando

As fotomontagens de líderes mundiais são uma maneira, segundo a marca, de protestar contra a "cultura do ódio"

Barack Obama beija Hugo Chávez Barack Obama beija Hugo Chávez (Divulgação)
Em plena crise diplomática, o líder da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, beija o premiê israelense, Binyamin Netanyahu. Já o papa Bento XVI toca os lábios de Ahmed Mohamed el Tayeb, imã da mesquita de Al Azhar no Cairo. Essas são apenas algumas das cenas estampadas em outdoors pela nova campanha publicitária da marca Benetton, que está causando alvoroço ao redor do mundo.
As fotomontagens de líderes mundiais se beijando são uma maneira, segundo a marca, de protestar contra a "cultura do ódio".
A campanha foi batizada da "Unhate", ou seja, algo como “desodeie” (em tradução livre).
Entre os retratados estão também o presidente americano, Barack Obama, que aparece beijando o venezuelano Hugo Chávez. O presidente francês Nicolas Sarkozy, por sua vez, beija a chanceler alemã, Angela Merkel (os dois países eram rivais históricos até a fundação da União Europeia).
Confira algumas das fotomontagens:

Divulgação
Papa Bento XVI e Ahmed Mohamed el Tayeb, imã da mesquita de Al Azhar no Cairo
Papa Bento XVI e Ahmed Mohamed el Tayeb, imã da mesquita de Al Azhar no Cairo
Divulgação
Mahmoud Abbas, líder palestino (esquerda), beija o premiê israelense e Benjamin Netanyahu

Mahmoud Abbas, líder palestino (esquerda), beija o premiê israelense e Benjamin Netanyahu

Divulgação
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy

Por que a informação incomoda tanto? - BBT


Avaaz lança petição contra o AI5 digital

A ONG Internacional AVAAZ entrou na luta contra o AI5 Digital também. A petição lançada no dia 01 de agosto ja conta neste momento com quase 118 mil assinaturas contra o PL 84/99 ou AI5 Digital. Para assinar basta acessar o site da Avaaz e preencher o formulário.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Uma imagem do Iraque - Haroldo Oliveira

 A esposa do sargento-enfermeiro John Gebhardt, diz que toda a família desta criança foi executada. Os assassinos pretendiam também executá-la , a atingiram na cabeça...mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está se recuperando, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem se recuperado lentamente. Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra.
John representa o que todo o mundo gostaria de fazer. Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o mundo inteiro.
Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos jornais, em geral.
Se achar legal, como eu achei, divulgue.

Acredito que todos precisamos ver que (também) existem estas realidades ... que pessoas como John fazem a diferença.

Cair no Espírito ou Loucura e doença psicológica? - Claudinha

"TERRORISTA" EMBAIXO DA CAMA - VEJA RESSUSCITA DAN MITRIONE - Laerte Braga

No auge da histeria anticomunista o ex-deputado Bonifácio Andrada (os Andradas chegaram ao Brasil em navio chapa branca, é uma praga que se espalhou por todos os cantos) tinha como bandeira a virulência de discursos contra o “comunismo ateu”, “pronto a devorar nossos filhos” e a “jogar em valas nossos velhos”.
O ex-deputado, hoje, dirige na condição de reitor a arapuca UNIPAC – Universidade Presidente Antônio Carlos – onde o aluno se forma e não sabe se vai poder exercer a profissão tal o emaranhado de irregularidades na “instituição”.
“Devorar nossos filhos”, “jogar em valas nossos velhos” era a forma encontrada por ele, Bonifácio Andrada e pelas elites brasileiras para disfarçar o controle que exerciam – e exercem – sobre o Estado brasileiro, mantendo intocados privilégios que deixam crianças perambulando pelas ruas e matam velhos nas filas do SUS.
Andrada e nenhum deles quer saber do discurso de Fidel Castro quando da visita de João Paulo II, ponta de lança do capitalismo, a Cuba. “Dois milhões de crianças dormirão nas ruas do mundo esta noite, nenhuma delas em Cuba”.
É preciso que haja um inimigo visível e que possa servir a essas elites para intimidar, assustar, meter medo no cidadão comum. Uma espécie de bicho papão. Sai o “comunismo ateu”, entra o “terrorista”.
Aí, é só somar doses cavalares, no caso do Brasil, de JORNAL NACIONAL, Miriam Leitão e outros, para prever imensas catástrofes caso os bancos ou as grandes corporações, interesses que defendem, sejam atingidos pela crise que imaginam vai varrer o País, mas mantendo intactos os seus ativos.
Um país com as dimensões continentais como o Brasil e uma diversidade em todos os sentidos, riquezas ainda incalculáveis é o prato feito para o capitalismo e nossas elites, como todas as elites econômicas, não têm pátria, nem escrúpulos, prestam-se a tudo, a qualquer papel para manter intocados os seus castelos.
Hoje e desde muito tempo detêm o controle da mídia privada. Se o cidadão deseja saber o que não acontece, deixar se iludir pela mentira, basta assistir ao JORNAL NACIONAL, ou ouvir os comentários do agente norte-americano William Waack e ir dormir tranqüilo, não sem olhar embaixo da cama, se por lá não está um terrorista de preferência iraniano.
E enquanto isso o capitalismo vai tomando conta, ocupando espaços e transformando o Brasil num grande entreposto do capital nacional e internacional. Uma espécie de posto de troca dos cavalos da linha de diligência da Wells Fargo – hoje um banco.
A revista VEJA cumpre um papel específico no processo midiático dos grupos privados que controlam o setor. É a que faz o serviço sujo, executa os adversários, promove massacres como o do dia de São Valentin e o resto é feito pelo resto, GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE MINAS, RBS, ÉPÓCA, etc.
A entrevista com o psicopata Roger Noriega é como a ressurreição de Dan Mitrione. À época da ditadura militar os presidentes/ditadores cumpriam ordens diretas de Washington e todo o aparato norte-americano. Saiu nas páginas amarelas, aquelas que normalmente são usadas para vender produtos e Noriega vende o medo, vende o terror da mentira transformada em espetáculo, vende a paranóia principal característica dos norte-americanos de classe média para cima. Fora do McDonald’s, da Disneyworld não acreditam que exista vida inteligente.
Dan Mitrione era um agente norte-americano que veio ao Brasil dar aulas de tortura, interrogatórios, todo o repertório de boçalidade do regime militar. Tinha como tradutor o global Hélio Costa (ex-senador, ex-ministro das Comunicações do governo Lula). Foram os tempos da Operação Condor. Uma aliança entre organizações terroristas das ditaduras militares do Brasil, Uruguai, Argentina e Chile para eliminar adversários.
Foi na esteira da Operação Condor que figuras como Orlando Letelier (ex-chanceler do governo Allende) foi assassinado em New York. O general Carlos Pratts, ex-comandante em chefe do exército chileno foi executado em Montevidéu e assim o ex-presidente boliviano José Juan Torres e outros, tanto quanto suspeitas as mortes de João Goulart e Juscelino Kubistchek. Sem falar em inúmeros lutadores contra as ditaduras em seus países, caso do major Cerveira, brasileiro, preso na Argentina, levado para o Uruguai e morto pelo coronel Brilhante Ulstra nas dependências do DOI/CODI de São Paulo. A versão oficial diz que morreu em um quartel do Rio de Janeiro.
Ulstra continua livre, ele e outros, escorados ou abrigados covardemente atrás da saia da anistia.
Segundo Noriega disse a VEJA, o Irã está ligado ao narcotráfico colombiano e criando condições para atos de terrorismo em toda a América Latina, notadamente no Brasil durante a Copa do Mundo. Embaixador, ex-sub secretário no governo Bush, afirma que os “terroristas” agem “livremente” na região da tríplice fronteira, velho sonho dos norte-americanos de instalar uma base militar e controlar a área. O petróleo no Oriente Médio, a água no Brasil.
Sobre a descarada presença de agentes da MOSSAD – serviço secreto de Israel –, o absurdo tratado de livre comércio com Israel assinado por Lula na política de uma no cravo e outra na ferradura, um retrocesso sem tamanho para o Brasil, uma porta para os EUA diante do fracasso da ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS – sobre esses assuntos nada, mesmo porque, óbvio, o objetivo de Noriega é vender seu peixe e seu peixe traz o cheiro fétido do imperialismo capitalista de EUA e por extensão Israel (controla a indústria bélica no Brasil).
E o objetivo de VEJA ao entrevistar Noriega – cumprindo determinações vindas de fora, claro – é colocar a classe média que ainda lê a revista/podridão imaginando que vai ter que almoçar arroz e feijão com bife e batatas fritas.
E não vai mais poder comprar sandálias modelo Xuxa.
Conta com isso com a fraqueza do governo Dilma, tonto e sem rumo, acossado por todos os lados numa aliança complicada e em seu próprio partido, um feudo de meia dúzia de caciques fracassados, mas pelegos ávidos de poder.
Noriega fala que Chávez vai morrer, afirma, dentro de seis meses, que a Venezuela vai entrar em colapso, a situação vai gerar um caos e vai ser “necessária” a intervenção militar norte-americana.
Uma das peculiaridades da falência dos EUA é que usam seu arsenal nuclear para destruir e reconstruir. Como não tem recursos para pagar sua dívida, mas têm milhares de ogivas nucleares para destruir o planeta, destroem tudo à sua volta para reconstruir e sustentarem-se na exploração de outros povos.
O Brasil é um dos alvos e alvo preferencial dada a sua importância e muito mais vulnerável com a desmobilização popular gerada no populismo de Lula que avançou sem avançar e agora vive um beco sem saída com um partido que virou uma espécie de PSDB do B.
A entrevista de Noriega não é um fato gratuito, uma decisão sem maiores implicações. É um passo no processo de desestabilização de um institucional que mesmo falido e corroído pela corrupção (que é parte do modelo capitalista, um não vive sem o outro) é o caminho preferencial – mas não único –das elites políticas e econômicas constituídas nesse arremedo de democracia que temos.
A propósito, a empresa VERICHIP CORP assinou um contrato sigiloso de distribuição de milhares de chips localizadores SOLUSAT. Num primeiro momento 800 unidades estão para chegar ao País, em curto prazo mais 75 mil. O papel desses chips instalados em seres humanos, são subcutâneos, é permitir o controle de todos os passos de um portador da “novidade tecnológica”.
Como diz a canção de Zé Ramalho, “povo marcado, povo feliz”.
Se você tem dúvidas da informação dê uma olhada em
http://www.exactaexpress.com.br/VeriChip.htm
Vai ser a glória para William Bonner. Quem não assistir as edições diárias do JORNAL NACIONAL vai cumprir pena obrigatória de assistir os programas do Faustão e do Luciano Luck por três horas diárias durante dez anos.
Dan Mitrione, o covarde professor de torutra, na luta pelas liberdades na América do Sul, terminou morto num esgoto de Montevidéu depois de um combate com os resistentes. No Brasil chegou a virar nome de rua em Belo Horizonte, doença da qual a capital mineira já se curou. Falta curar de Aécio Neves e sua aberração, Antônio Anastasia.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

POR QUE UMA DOR LAMENTAR?
Barbet


Porque DÓI...
Antes de tudo dói;
Porque somos humanos,
frágeis, imperfeitos e falhos;
Porque precisamos de ajuda,
Porque, por vezes, machuca e muito;
Porque não possui analgésico que melhore;
Porque o único remédio pode ser você
E você precisa saber;
Porque faz o mundo calar,
Porque pode fazer o coração parar,
Porque precisamos de colo,
Porque uma mão amiga pode nos ajudar;
Porque podemos perder o rumo,
Porque precisamos nos reencontrar,
Porque não podemos desistir jamais,
Porque temos que ser humildes e chorar,
Para só depois
Levantar.


* * *

Veja este interessante vídeo - Elio Mollo







AMOR AO PRÓXIMO
Elio Mollo
06 nov 2007


Quando falamos de amor,
falamos de benevolência,
bondade, compaixão,
cuidado de si mesmo,
mas para vivermos com ardor,
ao próximo temos que devotar amor.

Amor é a força que rege tudo,
incentivando a solidariedade,
fomentando boas doações,
abrangendo todas as relações,
sem constrangimento nenhum,
estabilizando todas as uniões.

Amor, essência divina,
que deve emergir,
do fundo do coração,
sem nenhuma sufocação,
para que a fraternidade surja
em grande dimensão.

Amor ao próximo
é o gesto máximo,
sentimento alto,
que todos podemos fazer jus,
pois resume,
toda a doutrina de Jesus.

* * *

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

[Carta O BERRO] Fantasmas da Ditadura - (Completo) - Vanderley Caixe

POR MEDO
Barbet
13 novembro 2011

Por medo de errar,
Deixamos de agir,
Por não agir,
Perdemos a portunidade,
De acertar.

Por receio das críticas,
Deixamos de fazer,
E por não fazer
Perdemos a chance,
De tentar.

Por timidez,
Deixamos de falar,
E por não dizer,
Perdemos novamente a arte,
Do aprender.

Por medo de decidir,
Deixamos de ajudar,
E por não salvar,
Perdemos a oportunidade
De ganhar.

Com tanto medo,
Deixamos de ser valentes,
E não sendo gente,
Perdemos a oportunidade,
De nos humanizar.

Depois de tudo,
Por não sermos gente,
Viramos "deuses" ,
Perdendo a oportunidade,
De errar.

Se soubermos errar,
E com OS erros aprender,
Seremos apenas homens,
Errando e acertando,
Porém

caminhando.


* * *

domingo, 13 de novembro de 2011

Te amo - Barbet

Van Gogh não se suicidou, dizem escritores

Biografia sustenta tese que pintor teria sido vítima de disparo acidental

Auto-retrato de Vincent Van Gogh / Reprodução Auto-retrato de Vincent Van Gogh Reprodução
Van Gogh, ao contrário do que se pensava até hoje, pode não ter cometido suicídio, afirmam os escritores de uma nova biografia do sobre pintor holandês, que morreu em 1890 aos 37 anos.
Segundo a BBC, Steven Naifeh e Gregory White, autores da biografia "Van Gogh: The Life" (“Van Gogh: A Vida”), o artista que revolucionou o modo de pintar em sua época pode ter sido vítimas de disparos acidentais.
A versão oficial da morte do cantor relata que ele teria disparado em si mesmo durante um caminhada pelos campos de trigo da cidade francesa de Auvers-sur-Oise, imortalizados em suas telas.
Disparo acidental
A tese do pesquisadores, que durante dez anos estudaram documentos com o auxílio de tradutores, sustenta que o disparo acidental foi causado após um encontro com dois rapazes da cidade, com quem o artista costumava beber.
Um deles andava fantasiado de caubói e costumava brincar com uma arma de fogo defeituosa. É ele, apontam Naifeh e White, que teria disparado acidentalmente.
A tese encontra sustento em uma versão dos anos 30, feita pelo famoso historiador de arte John Rewald, que registrou a mesma versão ao visitar a cidade.
Conforme o relato, Van Gogh, que sofria de epilepsia e transtornos psicológicos, depois de ferido mortalmente no abdomen, teria dito que disparou em si mesmo para proteger os amigos adolescentes.